Bom dia. Bom dia. >> Bom dia a todos. Gente, antes de começar a pregar, eu quero contar uma boa notícia. É sempre bom, né? A boa notícia é o seguinte. nós eh nós estamos a cada dia mais avançando na proposta missionária aqui da nossa casa e nós demos um passo agora, ainda mais importante, nós começamos a dar apoio à tradução de Bíblias. Então, há pouco tempo a gente tirou uma oferta aqui, levantamos uma oferta e nós ajudamos a imprimir bíblias que serão entregues para uma tribo no Paraguai, no Pará. Então agora em outubro será a entrega. Então nós estamos com a expectativa de saber o dia exato, aonde nós iremos lá, iremos participar disso. Um povo que nunca teve acesso à Bíblia antes, agora eles terão pra glória de Deus. E a boa notícia é que nós estamos avançando nisso. Existe um lugar no sul da Ásia, aonde tem 12 pessoas que estão trabalhando diariamente para traduzir a Bíblia para cinco línguas diferentes. E nós, como comunidade, igreja, família, nós adotamos duas dessas 12 pessoas. O valor dá R$ 697 mensal. Sim. Eles vivem com R$ 697 mensal. Então, nós estamos cooperando e nós acreditamos que a palavra de Deus precisa chegar a todos os povos e ela precisa chegar na língua deles, no idioma deles. Então, nós estamos felizes com tudo isso. E a primeira parcela, ou seja, a primeira ajuda, nós ajudamos através da nossa lojinha aqui. Então, nós temos uma lojinha onde que a gente vende livros e o nosso maior intuito e único intuito é que a obra do Senhor venha avançar. Então, todos os recursos relacionados à lojinha é para esse avanço missionário, tá? Então, todas as vezes que você compra ali um livro, saiba que você está cooperando também. E não somente a lojinha, mas nós. Aquilo que nós cooperamos vai também cooperar com essa grande obra. Amém. >> Amém. Vamos lá pra palavra de Deus. Abra a sua Bíblia comigo em Lucas, capítulo 15. Eu estava orando ao Senhor sobre o que eu poderia compartilhar. E essa semana, para ser mais exato, na segunda-feira, o Senhor me visitou com essa palavra. Nós estamos numa série aonde estamos trabalhando a guerra contra a frieza espiritual. E quando eu li essa palavra de Lucas, no capítulo 15, eu fiquei me perguntando o que isso tem a ver com a frieza espiritual. Eu quero ler com vocês o texto. Então, Lucas, capítulo 15 do 1 até o sete. Todos acharam? Sim. Amém. Vamos lá. Vamos lá. Diz assim: "Todos os publicanos e pecadores estavam se reunindo para ouvi-lo, mas os fariseus e os mestres da lei o criticavam: Este homem recebe pecadores e come junto com eles." Então Jesus lhes contou esta parábola. Qual de vocês que possuindo 100 100 ovelhas e perdendo uma, não deixa as 99 no campo e vai atrás da que está perdida até encontrá-la? E quando a encontrar, coloca alegremente nos seus ombros e vai para casa. Ao chegar, reúne os seus amigos e vizinhos e diz: "Alegrem-se, pois encontrei a ovelha perdida. Eu digo que da mesma forma haverá mais alegria no céu por um pecador que se arrepende do que por 99 justos que não precisam arrepender-se até aqui. Aqui nós estamos nos deparando com um texto aonde o próprio Jesus ele está ensinando não somente os fariseus, não somente aqueles que estavam vindo a ele, mas Jesus estava deixando o ensino para nós. E eu sempre falo isso. Tudo que Jesus ensina aos discípulos, aqueles que estavam ali com ele, não é somente para aqueles que estavam ali naquela época, mas os ensinos, os todos os ensinamentos de Jesus, ele serve paraa nossa vida hoje. Então, se você está aqui, você reconhece Jesus, você ama Jesus, você é um discípulo de Jesus, tudo isso é um ensinamento para nossa vida. Então aqui eh é muito, né, interessante. E às vezes a gente lê esse texto e a gente pensa que assim, ah, Jesus está repreendendo os fariseus e às vezes nós não compreendemos, até porque ele começa por uma parábola e vai pra segunda parábola e pra terceira parábola falando praticamente a mesma coisa. Ele estava deixando claro ali o coração dele ou o coração que nós também devemos ter. Então eu quero te convidar a você olhar novamente aqui no texto, no verso um e no verso dois. Aqui há duas multidões ao redor de Jesus. Então o primeiro grupo aqui, ele é formado por publicanos e pecadores. Sim, é essa classificação. Naquele tempo, a sinagoga ela classificava. Por quê? porque ele estava falando de gente que tem histórico, eh, gente que se talvez entrasse aqui aonde que nós estamos hoje, a gente talvez escutaria algum, né, burburinho ou então falando: "Olha quem chegou, olha aquele tipo de gente que chegou aqui." Então, de repente alguns de nós ficaríamos incomodados, assim como os fariseus ficaram incomodados aqui. Porém, a Bíblia diz que esses pecadores e publicanos, eles se aproximaram de Jesus para ouvirem. Então, o segundo grupo, ele é formado por fariseus e os escribas. Então aqui eu estou falando agora não mais de aquele outro tipo de gente que tava sendo ali julgada, mas agora eu estou falando de gente que sabia o texto de có, gente que sabia, ele conhecia a Torá, ele conhecia a lei, ele conhecia os ensinamentos. gente que jejuava, gente que dizimava, gente que era arregrado na própria lei, gente que nunca faltava as reuniões. Eu tô falando de gente assim, mas a Bíblia diz que esse segundo grupo não estava ali para ouvi-lo, mas o segundo grupo estava ali murmurando. Então, temos dois grupos aqui de pessoas. Uma, pecadores e publicanos estão indo em direção a Jesus e eles estão indo para ouvir o segundo grupo. Estou falando de gente que regrada na lei, gente que conhece a lei, gente que conhecia a escritura, mas eles estavam ali para acusar as pessoas e para murmurar. Agora, perceba uma coisa, eles estão à mesma distância física de Jesus. Não é que um está 1 km e o outro está alguns metros. Estou falando de gente que estava à mesma distância de Jesus. Os dois grupos ouviam a mesma voz, viam o mesmo rosto, estavam sentindo ali o mesmo ar, estavam no mesmo lugar, mas só um grupo desses estava com coração aquecido. O outro grupo estava com seu coração frio. Então aqui está um alerta que é um alerta da nossa série hoje, que é a frieza espiritual não é somente estar longe das reuniões, mas a frieza espiritual é estar perto de Jesus e não sentir nada pelos perdidos. Às vezes, olhando o texto, nós podemos identificar algumas coisas aqui, mas o fariseu que a gente está falando aqui, ele não estava ausente, ele estava presente, ele estava ali. Porém, o problema deles era justamente um coração frio, um coração apático, um coração indiferente às pessoas. E pasm, eles não erraram na doutrina, meus irmãos. Eles estavam falando certo sobre a questão do pecado. Eles não estavam falando ali errado sobre o pecado deles. O que estava errado era a intencionalidade do coração. E às vezes nós conhecemos o certo, sabemos o certo, acusamos o certo, mas o nosso coração não está certo. Então aqui diz que ele olhou para a multidão de pessoas quebradas se se aproximando de Jesus, mas eles não se alegraram em ver o pecador chegando. Muito pelo contrário, eles reclamaram disso. Olha quem está chegando. Olha aquele tipinho de gente, olha quem está vindo. Então eles estavam nessa posição. E eu quero começar talvez esse sermão hoje com uma pergunta que é desconfortável, não só para quem que tá ouvindo, mas eu ouvi isso na segunda-feira quando eu estava preparando ali o sermão. Quando nós olhamos as pessoas à nossa volta, na nossa casa, no trabalho, na faculdade, o que vem na nossa mente? Compaixão ou acusação? Quando nós olhamos aquele irmão que caminhava conosco há muito tempo e esse irmão falhou, nós olhamos de que forma para esse irmão? Com acusação ou com compaixão? Qual é a maneira com que nós estamos olhando as pessoas? Então, é exatamente para responder essa acusação e essa murmuração que Jesus conta essa parábola. Para justamente responder um pensamento assim, para justamente responder um coração assim, é que Jesus vai propor essa parábola, a história da ovelha perdida. E depois ele vai contar sobre a história da moeda perdida e depois a parábola do filho pródigo. Todas as três parábolas, Jesus está dando resposta a um coração frio, uma resposta ao coração do fariseu. Eu quero hoje caminhar por alguns pontos específicos pra gente compreender o que Jesus deseja nos ensinar aqui hoje de manhã. O primeiro ponto é o óbvio nem sempre é o correto. Aquilo que nós vemos e julgamos nem sempre é o correto. Podemos ver isso do versículo 1 até o versículo 3. Por exemplo, o óbvio religioso para o fariseu, o cálculo ali era óbvio e até defensável, porque o pecador ele contamina. Sim, o publicano é o traidor da nação. Nós pegamos aqui a questão da prostituta. Nesse caso aqui, ele está apontando certo. Ela não está certa, ela não está no caminho certo. Estamos falando de algo imundo, infelizmente. Então, a resposta para isso, óbvio, para aquele que contamina, para aquele que trai, para aquele que está imundo, óbvio é falar: "Mantenha a distância, não chegue perto." Olha como aquela pessoa está suja, não chegue perto dela. Mas sabe o que que eles falaram? Se esse homem fosse profeta, ele saberia quem estáse chegando a ele. Olha que interessante essa frase que eu estou falando aqui. Eu não tô inventando hoje. É literalmente o que Simão, o fariseu, ele pensou em Lucas 7. Lembra daquela cena? Jesus está jantando na casa de Simão, fariseu. E quando chegou uma mulher, uma mulher pecadora, e essa mulher então ela vai até Jesus, ela chega diante dele, ajoelha e começa a chorar. E com as suas lágrimas, ela começa a banhar os pés de Jesus, enxugar com os cabelos dela. Então, Simão, o fariseu, ele diz a mesma coisa: "Se fosse profeta, bem saberia quem e qual é a mulher que lhe tocou, porque é pecadora." Mas sabe o que que Jesus faz? Sabe o que que Jesus, ele responde àela cena? Ele olha nos olhos de Simão e faz uma pergunta. E essa pergunta eu quero que a gente venha levar para nossa casa hoje no coração. A pergunta que Jesus ele faz a Simão, ele pergunta: "Você está vendo essa mulher? Você vê ela?" Por que que Jesus está perguntando isso? Simão estava olhando para ela o tempo todo. Não é que Simão não estava vendo ela, mas ele não estava percebendo o que estava acontecendo. E justamente é isso que acontece. Quando nós não enxergamos da maneira que devemos enxergar, nós estamos colocando sobre o outro uma categoria, estamos colocando sobre a vida do outro um rótulo, estamos apontando pro outro problema. E é isso que a frieza espiritual causa no nosso coração. coração. >> Às vezes ela não nos deixa cegos, mas nos deixa rasos, nos deixa indiferentes, nos deixa apáticos. E a gente continua enxergando as pessoas, mas só a camada que está por cima delas. Nós não conseguimos enxergar da forma que Jesus quer que a gente enxerge. Nós não reconhecemos e nós não conhecemos, perdão, o que passa no coração do outro, meu irmão. Assim como ninguém sabe o que passa no meu coração, ninguém sabe o que passa no seu coração, mas às vezes por uma atitude nós somos julgados pelo todo. Às vezes, por uma atitude nós não sabemos. Às vezes a pessoa responde de uma forma agressiva e a gente não sabe das noites que não estão sendo bem dormidas. Às vezes nós queremos acusar um vício, eu não tô fazendo apologia a isso, muito pelo contrário, nós vamos compreender a palavra toda, mas às vezes nós não sabemos qual é a dor que ele está anestesiando. Às vezes nós queremos afastar essa pessoa, às vezes nós queremos excluir essa pessoa. E às vezes nós fazemos isso por nós não temos paciência ajudar no processo de transformação. >> Nós não temos paciência para fazer isso. É muito mais fácil julgar. É muito mais fácil excluir do que você estender as mãos. Por quê? Porque dá trabalho. E vou te dizer uma coisa, julgamos pelo que é visível na vida dos nossos irmãos e quase sempre nós erramos. Quase sempre nós nós estamos errando. E sabe, meus irmãos, Jesus ele foi direto nisso lá em João 7:24, ele vai dizer assim: "Não julguei segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça". E também ele falou em Mateus 7:3, "Por que vês tu o argueiro que está no olho do teu próximo e não reparas na trave que está no teu olho?" Note só uma coisa aqui, Jesus não disse, não existe argueiro. Jesus não está falando isso. O que que é um argueiro aqui? que é uma lasca pequena de madeira, um cisco. Jesus não está falando que não tenha algo ali. O que ele está dizendo é que o pecado do outro é real. Ele está dizendo isso. Porém, ele disse que existe uma ordem que precisamos ver. Existe uma ordem que precisamos trabalhar, porque quem olha de fora sempre tem menos informação que deveria ter. Nós somos, nós somos especialistas no pecado do outro, mas não conseguimos ver a multidão de pecado que existe dentro de nós. Temos olhos abertos para ver o outro, mas temos olhos fechados para ver o que é nosso. O pecado do outro é sempre maior. O pecado do outro é sempre pior. Mas eu quero dizer uma coisa, Jesus ele não foi conivente. É bom a gente compreender isso. Agora, talvez é necessário a gente equilibrar o que eu estou aqui falando, porque essa é a parte que nós erramos também. Pro outro lado. Agora, a relação de Jesus com os pecadores não era de ódio, era de amor. Jesus tinha uma relação de amor e de confronto. confronto. Então, as duas coisas juntas caminhavam nas palavras de Jesus. Ele se sentava com os pecadores, comia com eles, entrava na casa deles. Mas Jesus nunca foi conivente, ele nunca abriu concessão. Muito pelo contrário, ele nunca disse assim: "Ó, está tudo bem, o teu pecado está tudo bem. Continua assim". Jesus, ele não falava isso, mas Jesus sentava com eles. Jesus dava oportunidade de ouvi-los. Jesus dava o benefício da dúvida. Jesus sentava para conversar. conversar. Ele não ficava de longe apontando, olha a prostituta, olha o pecador, olha o publicano, olha como eles são. Muito pelo contrário, Jesus, por exemplo, ele encontra um publicano lá em Lucas 19 chamado Zaqueu. E a gente conhece a história. Jesus se autonvida para almoçar na casa dele e a cidade inteira estava murmurando. Olha, ele entrou para se hospedar na casa de um homem pecador. Olha o que ele está fazendo. Mas sabe qual foi o resultado daquele almoço? Sabe qual foi o fruto daquele almoço? O amor de Jesus produziu restituição. O amor de Jesus encontrou o coração dele. Zaqueu ficou de pé e disse: "Dou metade dos meus bens aos pobres e vou restituir quatro vezes mais o que roubei." Esse foi o fruto de um almoço com amor e com confronto. não só de confronto, não só do amor, mas amor e confronto. E foi ali que surgiu uma frase que eu gostaria até de deixar como um destaque aqui pra gente hoje. O filho do homem veio para buscar e salvar o que se havia perdido. >> Com a mulher samaritana aconteceu a mesma coisa. Agora eu estou falando de João, capítulo 4. Jesus encontra com a mulher no poço. Vocês lembram na história, os discípulos tinham ido comprar comida e Jesus faz questão de parar ali no poço. Então ele começa um diálogo. Ali Jesus está fazendo muitas coisas. Jesus está quebrando uma barreira étnica, ou seja, ali os judeus samaritanos, eles não se davam bem. Jesus quebra essa barreira e Jesus então ele vai além da tradição, além dos costumes ali. Mas Jesus ele quebra essa barreira para encontrar alguém. Ele quebra a barreira do gênero. Ele vai quebrar a barreira moral só para conversar com ela. E a Bíblia diz que ele faz questão de parar ali naquele lugar. Mas no meio da conversa, Jesus, ele disse: "Vai e chama o teu marido". E ele expõe ali cinco casamentos que ela não tinha mais e um relacionamento atual que ela estava envolvida. Então aqui significa que o amor acolhe, mas a verdade ela vai confrontar. E foi isso que aconteceu na mesma conversa, até porque ela saiu de lá e foi correndo pra cidade dela, dizendo: "Vinde e vede o homem que me disse tudo quanto tenho feito". Ela disse: "Vejo que é um profeta". profeta". Então aconteceu algo, houve uma mudança de realidade. Quando existe amor e confronto, há mudança de realidade. Nicodemos em uma madrugada lá em João capítulo 3, um mestre da lei, um oposto social da mulher samaritana, um homem agora regrado da lei, um homem conhecedor, um homem bem quisto por toda a comunidade, o mestre da lei. Mas o que Jesus faz ao encontrar ele? Jesus, ele não faz média dizendo: "Ah, esse homem tem um currículo maravilhoso, eu não vou confrontar ele". Não. Jesus, ele olha e começa uma conversa e ele diz: "Nário vos é nascer de novo". Você sabe o que que Jesus fala? Toda bagagem religiosa que você tem para mim não vale de nada. Você precisa de um novo nascimento, amor e confronto. A Bíblia também fala sobre uma outra história em João capítulo 8, aonde uma mulher ela é apanhada em adultério. E nós conhecemos a história também. Homens estavam com pedras ali pronto a atacar nela. Pr estavam prontos a matar aquela mulher. E Jesus então aparece ali no meio dele e dispersa os seus acusadores. Ele diz: "Quem tem, quem não tem nenhum pecado, atire a primeira pedra". pedra". E começou a sair um, dois, três, saíram os seus acusadores. E depois disso Jesus ele fala ele fala e uma frase, duas porções que não podem ser separadas, amor e confronto. Ele disse: "Nem eu te condeno, vais e não peques mais". Às vezes nós não estamos vendo o resultado dos nossos encontros porque nós não encontramos equilíbrio. E é isso que Jesus está nos ensinando. Será que você consegue enxergar esse padrão de Jesus? Você consegue enxergar o que Jesus está nos demonstrando através dessas parábolas? Jesus aqui ele está e ele mostra que nós podemos cooperar juntamente com ele, com o auxílio do Santo Espírito para mudar realidades, para mudar histórias, não para perder tempo. Nós não estamos nessa vida para perder tempo. E foi dessa mesma forma que ele responde aos fariseus enquanto murmuravam murmuravam sobre os pecadores que estavam se achegando a Jesus. É bom também lembrar de Mateus, capítulo 9, do verso 12 ao verso 13, que diz assim: "Os sãos não necessitam de médico, senão os doentes. Ide, porém, e aprendei o que significa misericórdia quero e não sacrifício. Porque eu não vim chamar os justos, mas pecadores, ao arrependimento. >> Perceba, meus irmãos, Jesus ele não disse que eles não estavam doentes. Jesus não escondeu a doença deles. Jesus não passou a mão ali na doença deles. Ele diz exatamente isso porque ele estava indo de encontro a eles, meus irmãos. O médico que se senta a um lado de uma pessoa, né, doente, ele não tá ali para provar a doença, ele está ali porque ele quer ver a cura na vida do outro. E às vezes nós não conseguimos perceber o que Jesus está nos ensinando. Por exemplo, quando nós encontramos um pecador, qual é o nosso propósito nisso? Quando eu encontro um pecador, quando alguém está nos confessando um pecado, ou quando nós vemos que alguém está mal, quando alguém está perdido, qual é o nosso propósito disso? O que eu tenho a ver com isso? O óbvio, aprendemos aqui. O óbvio é comentar, o óbvio é rotular, o óbvio é chegar para outro irmão em forma às vezes até de fofoca e falar assim: "Cara, você não sabe o que tá acontecendo com o fulano. Vamos orar por que ele traiu a esposa." Vamos orar porque ele traiu a esposa." Às vezes o que temos na nossa mente é justamente isso. Nós temos uma maneira já automática de acusar as pessoas ou isso acontece de uma forma contrário? Será que nós estamos sendo intencional em anunciar para aquela pessoa que existe uma boa notícia? Será que estamos sendo intencionais e mostrar o caminho da cura, o caminho do arrependimento? Eu não estou falando mais uma vez para você passar pano em pessoas. Eu estou falando para você mostrar um caminho. E sabe o que que acontece aqui, igreja? O fariseu, ele tinha propósito nenhum. Ele só tinha opinião. Opinião todo mundo tem, opinião todo mundo dá. Mas eu vou te dizer uma coisa, opinião é barata, mas o propósito custa caro. Opinião qualquer pessoa dá. Por quê? porque não tem envolvimento. E é justamente isso que a frieza causa. Ela traz um conforto, uma segurança barata para o nosso coração. Nós só apontamos e acusamos. Por quê? Porque propósito tem que se envolver. Propósito tem que se envolver. E às vezes é mais fácil fugir do problema. Às vezes o mais fácil é abandonar o problema. Às vezes eu fico pensando, Deus olhando para todo para toda humanidade, olhando paraa nossa vida, olhando e falou assim: "Cara, o problema daquele povo é estranho, o problema daquele povo é grande. Deixa esse povo para lá, deixa eles perecerem". A Bíblia diz em Romanos capítulo 3, que todos pecaram, estão destituídos da glória de Deus. Deixa a eles. Mas graças a ele mesmo que ele não fez isso. Graças a ele mesmo que ele envia o seu filho ao mundo. Graças a ele mesmo que olhou paraa minha vida e paraa sua vida pelos nossos pecados e não fez a mesma coisa que nós fazemos com os nossos irmãos. Graças a ele. Mas Jesus veio também como esse modelo pra gente olhar para ele e ser como ele. >> O que Jesus faria com alguém tão terrível quanto eu? Jesus amou e confrontou. >> Jesus nos livrou. Jesus nos salvou. Você sabe por que Jesus é o salvador do mundo? Porque ele veio para salvar você de você mesmo. >> Ele veio para te salvar da ira. eterna de Deus. de Deus. Então, louvado seja ao Senhor porque ele fez isso. Então, Jesus aqui ele conta essa parábola e o interessante é que Jesus não discute com os fariseus. Após ter falado isso, Jesus tinha toda a razão para discutir, para debater. Mas Jesus, ele não fez isso. Jesus conta a história de um pastor. Mas você sabe por que Jesus, ele conta a história de um pastor? pastor? Você sabe por que ele faz isso? Porque ele sabia que aqueles homens conheciam mais sobre as ovelhas do que conheciam sobre misericórdia. Eles não conheciam misericórdia. E Jesus então usa uma personificação para ensinar de uma forma que eles iriam compreender. Jesus não estava jogando palavras fora. Jesus não estava inventando alguma coisa para talvez amaciar a conversa, mas Jesus contou uma história. Senta aqui que eu vou contar uma história. Então ele faz isso e Jesus ele afirma em três histórias aqui. Porém, nós aprendemos agora no ponto dois aqui que o amor ele precisa sair do lugar. No verso 4 diz: "Qual de vocês possuindo 100 ovelhas e perdendo uma, não deixa as 99 no campo e vai atrás da ovelha perdida até encontrá-la?" Algumas coisas nos ensina que existe um custo aqui no versículo 4. O primeiro custo é ele deixa as 99. Jesus ensina que é necessário deixar as 99. E aqui ele vai ensinar o porquê o deixar. Meus irmãos, a matemática do reino de Deus é diferente da nossa. Porque que na nossa 99% é um resultado excelente? Ou seja, 1% aceita a perda. Tá tudo bem. 99. A gente vive com 99, mas Jesus vem para nos ensinar através desta parábola, que um é suficiente para se mover. Um é suficiente pra gente sair da nossa zona de conforto. E olha onde ele deixa as 99 ovelhas no deserto. Ou seja, sair custa alguma coisa. Não existe decisão sem risco. E Jesus, ele fez isso, ele nos mostra. E aqui, meus irmãos, também acusa um ponto da nossa frieza como talvez comunidade. E qual é a frieza que pode estar e ela se camufla? É quando nós só cuidamos daqueles que estão dentro e nós esquecemos daqueles que um dia esteve dentro e hoje estão fora. >> Não vamos criar um sistema para fazer a manutenção daquilo que tem. 99 tá muito bom. O 1% ah, eles vão se virar. Não. Jesus nos ensina com essa parábola que por uma pessoa vale a pena atravessar o que for, vale a pena enfrentar o custo, vale a pena enfrentar o risco para ir. Eu lembro a última vez que eu fui visitar o Thiago no Paraguai. Thiago tá ali no cantinho ali para Emília. Eu fui lá visitar o Thiago e o Thiago me chamou. Maicel, vamos ali fazer uma visita a um irmão que ele tá com uma dificuldade. >> Paraguai. Paraguai. >> Eu falei >> Parag. Ah, desculpa, é que eu vou pro Paraguai agora. Desculpa. Desculpa. Thaago. Em Portugal. Nós estamos em Portugal. Então o Thiago falou sobre, cara, vamos lá visitar, né, para um irmão, ele tá com uma dificuldade e tudo. E eu perguntei aonde que é? Ele falou assim: "É logo aqui, 2 horas meia de carro. Então vamos lá para visitar um um querido que estava lá. Então, a na hora que a gente foi, eu já sabia que o carro do Thago não estava bom, que o carro dele é uma bção. Nós precisamos orar dobrado pelo carro dele. Aí o Thago, ele me conta uma boa notícia que o carro não estava passando a marcha bem, é manual e não tava passando, tava travado a marcha. E nós fomos 2 horas no milagre, gente. Com certeza tinha anjos do Senhor levando aquele carro empurrando. E eu estava, eu sou muito observador. E eu falei: "Cara, era simplesmente dizer, a gente não vai, nós vamos ficar aqui, tá tudo bem". E nós, nós teríamos uma desculpa para poder dizer: "Eu não vou, o carro não pode levar a gente. Não tinha nenhum irmão que poderia emprestar um carro e a locomoção através de outros para transporte é difícil. Então a gente simplesmente poder falar, nós não iremos. E eu posso ser sincero a vocês, eu fui na fé do Thaago, porque eu já fiquei muito a pé, já tive muito carro quebrado, muita gasolina que terminou acabou. Então eu já eu tenho eu tenho trauma disso. Quando que o meu carro ele começa a quebrar, eu dou um jeito de trocar porque eu tenho pavor de carro quebrado. E Thago com toda a fé do mundo, vamos lá, mano. O irmão precisa da gente sentar com ele e tudo. Nós fomos lá, meus irmãos, pela misericórdia de Deus nós fomos. Chegou lá, o carro quebrou, né, Thaago? Aí a história é longa. Mas por que que eu estou contando isso? Hoje eu vejo as fotos do trabalho dele e esse é um dos irmãos que hoje é um dos pilares no trabalho dele, porque vale a pena correr o risco. >> Vale a pena correr o risco. Você sabe por quê? Porque talvez alguém um dia correu risco pela sua vida. >> Alguém um dia correu risco pela minha vida. E eu tenho convicção sobre isso. Eu tenho convicção. E às vezes E às vezes nós medimos a nossa eficiência pelo conforto das 99. Às vezes nós medimos o quanto estamos sendo excelentes pelo cuidado com as 99. Eu não estou dizendo que tem que abandonar as 99. Eu estou dizendo que por uma ovelha vale a pena atravessar os montes, vale a pena atravessar os vales, vale a pena atravessar as barreiras, principalmente a barreira do eu. A barreira do eu uma das piores que precisa ser quebrada, porque o ele sempre vai buscar o conforto, o eu sempre vai buscar o bem-estar. E aqui Jesus nos ensina que vale a pena correr o risco. E sabe, certa vez certa vez Deus já denunciou isso. Jesus ele já denunciou isso um pouquinho antes de uma forma muito dura. Lá em Ezequiel no capítulo 34 do verso 4 ao verso 6. Ezequiel 34 do 4 ao 6. Vamos ver o que Deus está falando. Deus, ele disse assim: "Vocês não fortaleceram a fraca, não curaram a doente e nem enfacharam a ferida, não trouxeram de volta desviadas e nem procuraram as perdidas. antes tem dominado sobre elas com dureza e brutalidade. Mas logo em seguida, no versículo 16, Deus ele diz o que ele mesmo faria. Ele disse assim: "A perdida buscarei e a desgarrada tornarei a trazer. A quebrada ligarei e a enferma fortalecerei. Mas o que Jesus está dizendo com a parábola em Lucas capítulo 15? O que Jesus está fazendo aqui é o cumprimento do que Deus falou em Ezequiel 34. Jesus está dizendo na cara dos fariseus, o pastor que Deus prometeu em Ezequiel 34, chegou a vocês e vocês estão murmurando. O que Jesus está dizendo é, ó, novamente, a palavra está sendo cumprida nos seus olhos. A palavra está sendo revelada aos seus olhos. Mas o que vocês estão fazendo é murmurar. Vocês estão murmurando. Aí nós vamos para o segundo custo aqui que diz: vai após a perdida. O verbo que está acontecendo aqui do vai é um verbo de movimento. Não é de esperar, não é de anunciar, não é de deixar a porta e torcer que a ovelha entra, não. Aqui vai nos explicar o coração do evangelho inteiro. João capítulo 1, versículo 14 diz: "E o verbo se fez carne e habitou entre nós novamente. Deus não olhou do céu e gritou. Deus desceu. O verbo se fez carne e Deus desceu. O verbo se fez carne e habitou entre nós. Você sabe o que que é aqui a encarnação? A encarnação é o pastor deixando as 99 e vindo atrás daquela que está perdida. E sabe quem era a ovelha que estava perdida? Você e eu. Você e eu. E na continuação ele vai dizer até que venha achá-la. E essa palavra que eu quero que hoje você venha grifar aí onde que você está lendo, grife essa palavra até. Essa palavra é uma palavra importante. Por quê? O amor não pode ter prazo de validade, porque quando o amor tem prazo de validade, ele é uma tentativa. E nós não trabalhamos com tentativa. Às vezes a nossa evangelização é uma tentativa. A gente convida uma vez, a pessoa ela não comparece, a gente esquece dela. Isso. Eu estou falando de tentativa. Talvez você está com um filho perdido e você ora um pouquinho e ora mais um pouco e depois você entrega ele. Não, meus irmãos, não vamos entregar ninguém. >> Não vamos entregar os nossos filhos. Nós vamos orar até que algo aconteça. Não podemos abandonar, não podemos largar. Jesus tem nos ensinado sobre isso. Então, nós não podemos fazer isso. Nós precisamos perseverar, porque o pastor da parábola está nos ensinando, vai até achar, vá até encontrar, não desista. E a versão que é paralela a essa parábola lá em Mateus capítulo 18, Jesus ele fecha com uma frase que vai explicar essa persistência. Está lá em Mateus 18:14. Ele diz assim: "Assim também não é vontade de vosso Pai que está nos céus, que um desses pequeninos se perca." O até do pastor aqui é o reflexo da vontade do nosso pai. Quando você desiste, meus irmãos, de alguém cedo, aqui não está falando só sobre alguém que se cansou. Aqui está falando de alguém que está desalinhado com a vontade de Deus. Não é da vontade de Deus que venhamos abandonar ninguém no caminho. Misericórdia do Senhor sobre as nossas vidas não é da vontade de Deus. Porque nós podemos pensar assim: "Então, eh, está tudo bem? Eu vou lá e falo com aquela pessoa, eu mostro a ela o caminho de volta e depois ela que caminhe." Não é justamente aí que no verso 5 vai quebrar toda a versão barata de amor. No verso 5, ele vai dizer assim: "E achando-a, ele põe sobre os seus ombros alegre. Ele achou a ovelha perdida." Preste atenção nisso. Encontrar não é o fim do trabalho. Encontrar não quer dizer que você cumpriu aquilo que deveria cumprir. É agora, meus irmãos, que começa a parte pesada. Não é simplesmente saber: "Ah, Mike, eu lembrei de alguém que está perdido. perdido. Eu fui até ela encontrei. É agora que começa o trabalho pesado. Encontramos a ovelha, mas agora a Bíblia diz: Você precisa carregar ela o caminho inteiro de volta. Michael, eu tenho que carregar ela. Sim, alguém nos carregou, alguém nos ajudou, alguém nos ensinou, alguém teve que fazer isso. E eu fui lá fazer uma pesquisa sobre a natureza daquela que Jesus estava falando, a própria ovelha. Então, eu fui fazer uma pesquisa ali para poder entender a força do que Jesus estava falando. Então, é preciso entender o por que Jesus escolheu uma simples ovelha. Por que que Jesus escolheu ela? Ele poderia ter escolhido um cavalo perdido, um cachorro perdido, mas ele escolhe a ovelha de propósito. Por quê? Por quê? Primeiro, a ovelha não se perde de uma vez, ela se perde bastando. Quando eu comecei a estudar isso, eu não tinha noção. Eu nunca criei ovelha. Eu morei no sertão, morava de lado de várias ovelhas, mas eu nunca prestei atenção nisso. Eu nunca fui lá e trabalhei como pastor daquelas ovelhas. Então, o interessante que eu estava que eu estava fazendo fazendo um pouco de comparação aqui é que ela não toma uma decisão de fugir. Ela não decide assim: "Eu vou fugir". A ovelha geralmente ela vai ali obediente, mas ela não toma a decisão por si só. Eu vou fugir, eu vou sair do meio dos outros. Não, ela come um pouquinho de capinha aqui, um pouquinho de capinha ali e mais um pouquinho de capinha. Ela vai se afastando daquelas outras ovelhas e quando ela percebe, ela está completamente perdida. O rebanho sumiu, o rebanho foi. Por quê? Ela sempre come e caminha de cabeça baixa. Então, ela vai comendo e comendo e vai pro outro lado e come pro outro lado e come. Quando ela percebe, as outras já não estão mais próximo dela. dela. Você sabe o que que eu aprendi com isso? Ninguém se afasta por causa de uma decisão. decisão. Ninguém se afasta de algo instantâneo. As pessoas se afastam justamente bastando, no bom sentido. Então, ela está de cabeça baixa, está vivendo. Então, por exemplo, ah, cara, reunião de DNA, hoje eu não consigo ir. Ah, cara, terça-feira orar com os meus irmãos, não é? O mês que vem eu faço isso. Então, sempre vai deixando as amizades esfriar. Então ela vai se enclausurando. É uma mágoa que não foi tratada aqui. Então a cabeça vai ficando baixa e vai dando passo para algum outro lado. E quando ela levanta a cabeça, ela não reconhece mais aonde ela está. Ela começa a olhar até para o seu interior. Ela não se reconhece mais. Ela começa a fazer coisas que não fazia antes. Então o desespero chega. Você conhece alguém assim? Você já conheceu alguém assim? que foi tomando o caminho de pouco a pouco e foi se afastando. Às vezes até a gente vê, nossa, essa pessoa ela tá diferente. diferente. Ou então, cara, olha o rosto dela, não tá como era antes. Segundo, a ovelha não sabe voltar sozinha. Um cachorro atravessa uma cidade, ele volta pra casa dele. O gato, a mesma coisa. Ele vai pular o muro, ele vai comer a comida do vizinho, vai fuçar o lixo e ele volta paraa sua casa de novo. A ovelha não. A ovelha, uma vez ela perdida, ela para, ela se deita e ela começa a tremer. Não sei se você já viu isso. isso. E ela ali bale. Assim como o boi, ele vai mugir. A ovelha bale. Então ela começa a fazer o som. Eu não vou fazer o som aqui, senão alguns amigos vão fazer recorte e depois vão zoar a gente. Então a ovelha começa a gritar a gritar por ela não consegue se levantar. Ela não tem senso de direção para se reencontrar. E é por isso que o pastor precisa ir, porque se o pastor não for, ela não vem. Isso quer dizer que não basta apenas dizer: "A porta da nossa igreja está aberta, vem na hora que você quiser." Ela não vai vir. Ela não vai vir. Porque quando nós usamos essa frase, é uma frase de um pastor cansado, não é de um pastor bíblico. Lembrem disso. A ovelha não volta sozinha. A ovelha também não tem defesa nenhuma. Ela não tem garra, ela não tem presa, ela não tem veneno, ela não tem espinhos, ela não se camufla, ela não tem defesa nenhuma. A única defesa que a ovelha tem se chama o pastor. O pastor que fica com um cajado ali, que fica direcionando, que fica ajudando para defendê-la somente o pastor, porque fora disso, ela só se torna alimento para alguma presa, para algum predador, perdão. Então é necessário. Jesus ele sabia disso quando lá em Mateus 10:16 ele diz: "Eu vos envio como ovelha o meio de lobos". Ou então lá em Mateus capítulo 9, quando ele vê uma multidão de pessoas e ele disse, ele disse que ele teve compaixão delas porque andavam desgarradas e errantes como ovelhas que não têm um pastor. E sabe o que que mais impressiona? A ovelha caída, ela não se levanta. A ovelha quando cai, eu disse, ela vai se debater, ela vai fazer tudo, mas ela não consegue virar sozinha. Se a ovelha cair e colocar a pata lá para cima, ela vai ficar lá até alguém tirar ela. Ela não consegue levantar, ela fica desesperada. Ela pode morrer daquela forma, sem nenhuma ferida, sem ninguém machucar ela, sem nenhum predador vim. Ela pode morrer simplesmente porque ela não consegue se virar. Eu queria que você pensasse um pouco sobre isso. Uma criatura ou alguém pode morrer sem ferimento nenhum, só pelo simples fato de não conseguir ter força para levantar. Alguém pode estar assim. Alguém pode estar assim entre nós hoje. Alguém pode estar assim perto da gente. E é por isso que não adianta a gente olhar a pessoa assim, sem nenhuma força e falar: "Ei, levanta daí. Ei, eu sou a fraca, levanta." Não adianta. É necessário algo que Jesus tinha. Ele deseja que venhamos a ter compaixão. >> A compaixão não sente pena. A compaixão não fala: "Ô, coitada daquela ovelhinha". Não, a compaixão estende as mãos. A ovelha caída não precisa de um sermão. Ela não precisa de acusação. O que ela precisa é de uma mão, alguém que vá até ela, estende as mãos e tira ela da condição de onde ela está. Maicel, mas eu não tenho nenhuma capacidade sobre isso. O Espírito Santo de Deus é o capacitador que pode nos capacitar, que pode nos dar palavra, que pode nos fazer ir levantar o caído. o caído. >> Amém? >> Porque não somente ele nos dá força, mas ele convence o caído. >> E por isso que coloca nos ombros. Agora nós vamos entender esse gesto aqui no versículo 5. O texto ele não fala que ele empurrou ela. Ele não chegou lá, empurrou a ovelha, porque aqui está dizendo que ele vai pegar ela, vai atravessar na nuca. Não sei se vocês já viram isso, mas o pastor geralmente quando que a ovelha não consegue, né, caminhar, ele pega ela, coloca sobre os ombros. Então as patas ficam justamente aqui no peito. Ele joga ela aqui como se fosse um, eu esqueci o nome, né? Um cachecol. E ele joga aqui no ombro e ele abraça porque é a única maneira de andar quilômetros e quilômetros carregando. Ela é o lugar onde ele mais tem força. Então ele faz isso, ele coloca ela aqui, segura no peito, ou seja, exatamente no lugar onde ele pode carregar. Exatamente isso que Isaías profetiza no capítulo 40, no verso 11. Ele diz: "Como o pastor apacentará o seu rebanho e entre os seus braços recolherá os cordeirinhos e os levará no seu seio." Carregar significa suportar. Carregar significa ir um pouquinho a mais. É, é infinitamente mais intenso do que deixar ela caminhar sozinha. Caminhar junto. E isso custa? Custa o que, Mác? Custa o nosso tempo, custa a nossa paciência, custa a nossa vida com Deus. Você não sustenta ninguém com tanque vazio. Nós só conseguimos sustentar alguém através de uma vida arregrada de oração. Por isso que isso vai custar as suas orações diárias. Sim, meus irmãos, não aquelas orações pontuais, ah, alguém ficou doente, ora, mas aquelas diárias quando nós lembramos das pessoas que estão à nossa volta, é, são aquelas orações que ninguém vê. Eu Eu utilizo um caderninho. Sempre quando vem alguém a minha memória, eu vou no caderninho e coloco. Os caderninhos funcionam até hoje. Para quem é mais tecnológico, anota no celular. Mas é importante a gente orar. Por quê? Por quê? Porque o evangelho ele tem um custo. Jesus nunca escondeu isso. Ele foi o único líder em toda a história que tentou desanimar as multidões. Ele disse: "Se alguém quiser vir após mim, nega-se a si mesmo. Toma a tua cruz e siga-me. e siga-me. Qual de vós querendo edificar uma torre não se assenta primeiro para fazer as contas dos gastos? Jesus, ele nos ensina que amar gente tem um gasto, amar pessoas tem um custo. Não existe uma versão mais ou menos com ele. Tem um custo, porque Jesus foi o próprio pastor que colocou a ovelha nos ombros no sentido literal e mais terrível da palavra. A Bíblia diz que ele carregou a cruz nos seus ombros. Sim, ele carregou a cruz nos seus ombros e depois ele carregou você nela. Você sabe o porquê? João 10:11, o pastor dá vida pelas ovelhas. >> E o que mais impressiona é que ele faz isso alegre. A Bíblia diz que ele faz isso alegre. A parábola diz que ele coloca ela nos ombros e carrega alegre. Sim, meus irmãos, isso é estranho, porque carregar peso não combina com alegria. Carregar peso parece mais com alguém suado e penando, carregando alguma coisa, mas aqui diz que é necessário alegria. Hebreus, capítulo 12 versículo 2, diz que Jesus, pela alegria que estava proposta, suportou a cruz para nos ensinar que ele não suportou a cruz, apesar da alegria. Ele suportou a cruz por causa da alegria que estava proposta a ele. A alegria estava do outro lado do peso. A alegria estava logo ali. Jesus entregou a sua vida na cruz, mas a Bíblia diz que ao terceiro dia ele ressuscitou para a glória de Deus. Ó morte, onde está a sua vitória? >> Jesus venceu a morte. Ele diz: "Tomai sobre vós o meu julgo, porque o meu jogo é suave e o meu fardo é leve. O julgo não é ausência de carga, mas é carga compartilhada. Quando você carrega alguém, você não carrega sozinho. Jesus está te ajudando nessa jornada. Lembra que Jesus, ele falou, Mateus capítulo 28 versículo 20, eu estou com vocês todos os dias até a consumação dos séculos. Então, a diferença entre um coração frio e um coração aquecido aquecido não está no que ele sabe, mas está no peso que ele está disposto a carregar. Você está disposto a carregar o peso por alguém? Você está disposto a entrar nessa brecha, a entrar nesse lugar de seu ombro para aquele que não consegue caminhar? Você está disposto a ser a voz de Deus a falar com aqueles que não conseguem ouvir a voz dele? Você consegue ser a força para aquele que não tem força mais? É isso que Jesus está nos ensinando aqui. E por último, alegria e a alegria que começa aqui, ela vai ecoar por toda a eternidade. Ele diz assim: "Chegando em casa, convoca os amigos e vizinhos e diz: "Eu já achei a minha ovelha perdida. Repare aqui no que o pastor faz. Ele não guarda notícia só para ele. Ele não trata aquilo somente como um caso particular. Ele convoca os seus amigos. Ele chama os seus amigos para simplesmente anunciar. A ovelha que estava perdida, agora está restaurada. A ovelha que precisava de cuidado de casa, agora ela tem aonde pousar. A ovelha que não conseguia ver, agora ela consegue ver. Ele chama os seus amigos para se alegrar. Por isso que não adianta o irmão gastar meses carregando alguém e essa pessoa chegar entre nós e sentir um ambiente de apatia. Não é sobre só um abraçando a causa que Jesus está propondo. A minha proposta aqui hoje não é só para uma pessoa, não é só para duas, é paraa minha vida e paraa sua vida. >> A proposta é que sejamos uma igreja aquecida em amor, >> uma igreja aquecida a ponto de entrar o diferente aqui e não ter o olhar de acusações. acusações. >> Eu não sei se você sabe, mas nós temos um projeto aqui na nossa casa. aonde uma vez durante o mês os irmãos, uma irmã, ela cede o restaurante dela e a gente coopera, alguns irmãos, né, cooperam para comprar a comida e alguns irmãos aqui vão nas esquinas convidar prostitutas e travestis para jantar. E nesse jantar que é um banquete, não é um banquete só de comida, é um banquete de amor, aonde Alires ministra o evangelho do reino de Deus. E eu fico pensando, será que se um travesti entrar aqui hoje com seu cabelo grande, com o silicone, como você olharia essa pessoa chegando aqui? Eu não estou fazendo apologia para que essa pessoa continue assim, mas qual é o nosso olhar que vai abrir um caminho para uma transformação? Qual é o nosso olhar? Será que estamos preparados para quando isso acontecer? A minha oração é: Senhor, faça isso. Faça isso. Traga os perdidos. traz aquele que ninguém pode fazer alguma coisa. Traga os perdidos. Você sabe quando é o momento que a gente vai estar com coração aquecido? É quando a gente se alegrar por aquele irmão do DNA que pecou, que errou, que falhou, ele voltar à comunhão novamente. novamente. >> Amém. Aí, meus irmãos, o nosso coração já vai dar sinal, sinais que eles estão ficando aquecidos. E sabe o que que Jesus falou em João capítulo 13, versículo 35? Ele disse: "Nisto, nisto todos conhecerão que sois os meus discípulos, se vos amardes uns aos outros. O mundo não vai nos reconhecer pela nossa firmeza doutrinária. O mundo não vai nos reconhecer pelos nossos belíssimos sermões, não. O mundo vai nos reconhecer como discípulo de Jesus quando a gente amar uns aos outros. Nós já gastamos séries aqui de mensagens ensinando sobre uns aos outros. outros. A Dani, o Bravo, e o Douglas escreveu um livro sobre isso. É necessário a gente amar uns aos outros. Nós sempre ensinamos aqui que nós não vamos alguém no confronto para perder alguém. Nós vamos para ganhar alguém. Por quê? Porque esse é o coração de Jesus. E sabe qual é o veredito dele? É quando ele diz: "Eu digo-vos, eu digo-vos que assim haverá alegria no céu por um pecador que se arrepende mais do que por 99 justos que não necessitam de arrependimento." Sabe por que Jesus está falando isso? Porque é uma resposta final dele, é um ultimato dele para a murmuração dos fariseus. Os fariseus falaram: "Este recebe pecadores e come ali com eles". Jesus está dizendo: "A fé está nos céus por causa disso." >> Jesus está confrontando esse tipo de coração. Perceba a ironia de Jesus. Ele está sendo irônico aqui. Ele tá dizendo: "Enquanto os religiosos estão murmurando aqui na terra, os anjos estão festejando nos céus. em um único evento, ele consegue aqui produzir reclamação e celebração. E justamente é o termômetro que nós precisamos ter hoje. Se o céu se alegra e o meu coração não se move, o problema não está nos céus. O problema está em mim. Se nós não estamos nos alegrando com aquilo que o Senhor está fazendo, o problema não é Deus. O problema sou eu. É por isso que Jesus não para no versículo 7. Ele continua em mais duas parábolas. Ele fala sobre a moeda perdida e fala sobre o filho pródigo, o filho que estava perdido. E todas as três ele termina do mesmo jeito. Alguém achou e houve festa. Ele vai terminar as três da mesma forma. Porém, na terceira do filho ali pródigo, Jesus acrescenta um personagem que não tinha nas outras. É o irmão mais velho. É aquele que nunca saiu de casa, é aquele que serviu por anos, é aquele que fez tudo certo e que quando a música começou, ele ficou pro lado de fora e não quis entrar naquela festa. Lucas 15:28. Ele não se alegrou. Eu creio que nós podemos ouvir o que o Pai está nos comunicando hoje. Talvez alguns estão dizendo: "Há tantos anos que te sirvo e nunca me deste um cabrito, mas agora veio este teu filho." Murmuração, reclamação. Note que Note que o outro irmão daquele que foi, ele não consegue nem dizer e chamar de meu irmão. irmão. Ele não chama de meu irmão. Ele diz o teu filho. O irmão mais velho aqui também retrata a frieza espiritual. Ele estava dentro de casa. Mas fora da celebração. Ele estava perto do Pai, mas longe do coração do Pai, servindo anos, mas sem [música] alegria no coração. Então, é assustador em saber que Jesus deixa essa parábola em em algo totalmente aberto. Jesus, ele não conclui ali porque Jesus está ensinando aos fariseus algo importante. E ele está nos ensinando algo que nós precisamos olhar para dentro de nós. Nós estamos nos alegrando ou nós só estamos reclamando? Como está o nosso coração? Queria te convidar a ficar de pé no nome de Jesus. Queremos orar juntos. Antes da gente terminar, eu preciso te lembrar de uma coisa. Só uma coisa. Talvez você ouviu tudo isso que eu falei aqui hoje e você se sente cobrado. Deixa eu te dizer uma coisa. Antes de você ser o pastor aqui dessa história, talvez se colocar no lugar do pastor, um dia você foi essa ovelha perdida. Talvez um dia você não achou o caminho de volta. Talvez um dia alguém saiu para procurar você. Talvez alguém carregou você nos ombros. E é isso que tem que vir a nossa memória. Às vezes nós esquecemos de onde a gente saiu. Talvez a gente esqueça, esqueça, porque existe um detalhe aqui importante aqui nessa história que não pode passar Eleso. O pastor da parábola, ele não ficou em casa esperando alguma notícia. Ele saiu de onde estava. Ele se moveu de onde ele estava. Ele foi de encontro à ovelha, porque essa é a natureza de Deus. [música] Ele busca até achar essa parábola. Jesus está ensinando para minha vida e paraa sua vida. Busca até achar. E ele nos ensina pra gente fazer isso não como uma obrigação religiosa, mas nós nós precisamos pedir o Senhor dá-nos amor, Senhor. Dá-nos compaixão aqui nessa manhã. Dá-nos o seu coração, Senhor. Talvez nós temos que pedir isso ao Senhor. E eu falei com o Fábio Bravo hoje que eu queria, eu quero deixar um desafio para você que congrega aqui nessa casa. Eu quero ser bem didático aqui hoje. Primeiro lugar, eu quero que você grave isso. Pensa agora numa pessoa que estava congregando com você. que participava das reuniões caseiras. Pensa agora em alguém que estava lá e hoje não está mais. Eu não quero que você pense sobre o que ela causou, sobre o sentimento dela ou pelo pecado dela, mas pense nela agora. Se você não conseguir, talvez pensar em alguém, pede o Espírito Santo, Espírito Santo, me lembre de alguém. Talvez alguém da sua família que um dia amou Jesus e hoje está amando os prazeres deste mundo. Lembre de alguém agora. Uma pessoa só. A segunda coisa que eu quero, né, pedir a vocês que essa semana você ore por essa pessoa todos os dias. Coloca no celular, coloca no caderninho, coloca no despertador. Orar pro fulano de tal. Talvez essa pessoa, meus irmãos, é o teu marido, marido, talvez é a sua esposa, talvez é um filho, talvez é alguém que você sabe que estava caminhando, mas hoje está longe. E em meio a essas orações, pede ao Senhor compaixão. Senhor, me dá compaixão sobre essa pessoa. A terceira coisa que eu quero, né, pedir é que você dê um passo de aproximação. De que maneira, Maicel? faz uma ligação. É ligação, hoje ninguém liga, né? O WhatsApp envia uma mensagem de texto e te diz assim: "Nossa, eu gostaria muito de encontrar com você essa semana. Ou então, será que eu posso visitar você?" Lembra, meus irmãos, eu disse: "Tem um custo, custo de tempo, custo financeiro, tem que botar combustível, tem que pagar o Uber". Então, dê esse passo, convide alguém para tomar um café. Tem ótimos, ótimas, né, cafeterias aqui em Bragança Paulista. Se você quiser ir lá na School, lá tem uma cafeteria, fazendo a propaganda aqui já, você pode ir lá tomar um café, encontrar alguém, encontrar essa pessoa específica. Agora eu quero te pedir uma coisa. Não encontre com ela para dar um sermão. Encontre com ela para demonstrar presença, presença, dizer: "Eu estou aqui. Como é que você tá? Tá tudo bem? Tá precisando de algo? O que que tá acontecendo? Não vá com sermão. Não vá para convidar para estar no culto, vá para se fazer presente nesse primeiro encontro". Então, lembrem disso, o nome, oração diária e um passo de aproximação. Aí, depois disso, o Espírito Santo vai orientando você no que fazer. Talvez chegar o momento te convidar para estar na sua casa para voltar ao DNA. Ou se a pessoa não se sentir confortável mais naquele DNA, conversa com outro líder, coloca a pessoa nesse outro, né, DNA, depois você conversa e mostra o histórico, o que que houve. Mas vamos orar para que ninguém se perca no caminho. Vamos orar e pedir ao Senhor para daqui a um mês essa pessoa possa estar em comunhão aqui conosco novamente. Eu falo isso não para que a gente tenha uma igreja cheia, viu, que não dá nem para sentar direito. Não é sobre isso. Mas a Bíblia diz que a fé está nos céus por um pecador que se arrepende. festa, se a festa nos céus, nós queremos nos alegrar aqui na terra. E essa alegria, ela começa quando alguém decide sair de si mesmo. Quando as pessoas me perguntam o que é ser o missionário, eu digo: "É aquele que tem a difícil viagem de sair de si mesmo e de encontro o outro e de encontro aos necessitados e de encontro aos preferidos de Jesus. Queria te convidar a fechar os olhos. M.