Igreja Universal
04 de maio de 2026
1h 3min
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The world is on fire. Eu resolvi esperar Deus me mostrar com quem eu deveria me casar. Ele me mostrou. É minha. E se você nunca conheceu o verdadeiro amor, amor, em julho no Univer Vídeo, amor em ruínas. Existem momentos que não se explicam apenas com palavras. E para muitos casais, este é exatamente um desses dias. Mais que um evento, este é o encontro entre a fé, o amor e o sonho de construir uma vida a dois. Mas antes do altar existe uma história. Hoje nós viemos à Baixada Santista e claro que não é só para admirar essa linda paisagem, poderia ser, né? Não. Hoje nós vamos contar a história de um casal, diríamos inspiração, mas isso você vai entender já já. Marl Carlos, por favor, sentem-se aqui. Vamos conhecer um pouquinho da história de vocês. Como começa a história de vocês? >> Como eu já estava curada, né, eu decidi, eu ouvi falar nas palestras do aplicativo Quero te conhecer e eu não tive resistência nenhuma. Então, quando a gente viu que os nossos objetivos se encaixaram, né, se encaixavam, eh, a gente depois de duas semanas de conversa, a gente decidiu se conhecer pessoalmente. Então, ele saiu da da Praia Grande, da Baixada Santista e foi até São Paulo para me conhecer. Eh, até aí a gente iniciou o namoro, noivado e casamento foi durou 8 meses até a gente se casar na celebração. >> As coisas se encaixou de uma certa forma que eu e ela conversava assim: "Poxa, tá tudo se encaixando, né? Rolou exatamente". para então é o que é correto e Deus tá aqui conosco. Agora, a história de vocês inspirou um casal, como nós dissemos no início, a Neid e o Wellington. Vocês sabem disso? Fiquei surpresa. Eu conheço a Neid, >> vocês sabem, né? Mas ela quando ela citou meu nome para mim foi uma surpresa e fiquei muito feliz por servir de inspiração para ela, muito feliz mesmo por ela. Mas quem vai nos contar melhor essa história é a nossa repórter Ariane que está aí com a Neid e o Wellington. Nós ficamos por aqui curtindo essa bela vista enquanto você desfruta de um pouquinho dessa história. Que vida boa, hein, Thaís. Mas agora eu estou aqui com o casal Nade e Wellington e a gente vai entender como eles chegaram até aqui. Agora começa a cair a ficha. >> Sim. Contagem regressiva agora. >> Não tá nem respirando direito. >> É, a emoção já começou a bater. >> É um momento único, né? Eu me planejei para isso, mas não imaginei que fosse assim, né? Bate aquele friozinho na barriga, mas a certeza de que a escolha foi certa. >> Eu estava presente na última celebração, né, em 2025. Eh, não conheci o Wellington ainda, porém, eh, eu fui participar da celebração eh já determinada que no próximo ano eu seria a próxima noiva. O que tem a ver a praia, a Marlá com o Carlos e vocês? Eh, a história da Marluce tem a ver com a nossa, por a Marluci, de alguma forma me inspirou e aí eu fiquei sabendo que ela entrou no aplicativo e que ela já estava namorando o Carlos, né, que é o atual esposo dela agora. Então isso me motivou a também entrar, né, e depois conhece do outro lado tava o Wellington. >> Achei interessante, né? Fui, claro, ver o perfil dele e aceitei. >> Bom, então a gente se encontra logo mais. mais. >> Combinado? >> Combinado. Piscou. E eu tô aqui, ó, na porta do salão, onde a Neid está se arrumando, porque daqui a pouco tem celebração dos casamentos lá no templo de Salomão. Vocês estão curiosos? Porque eu tô e eu vou entrar agora para ver. Olá, tudo bem? Cida? Cida? >> Tudo bem? Seja bem-vinda. >> Obrigada. Quer dizer que está nas suas mãos aqui a >> mais uma noiva, né, que tá tá tendo o sonho dela realizado, né? E eu tenho o privilégio de deixar ela mais bonita do que aquilo que ela já é. Olha, um misto de sentimentos, né, de emoções, porque agora realmente que cai a ficha que fala: "Ai, vai ser daqui a pouquinho". >> E como tá esse coração de mãe? >> Tá calmo, mas tá muito feliz, muito feliz mesmo, porque para uma mãe chegar aonde eu cheguei com a minha filha é muito gratificante, né? É muito lindo. É muito, muito prazeroso. Muito. Eu tô tão emocionada que parece que eu tô casando uma pilha. É muito, muito bom. Muito bom. >> Olha, eh, é muito gratificante, né, ver que hoje eh eu estou realizando esse sonho, porque foram 13 anos, né, que eu fiquei solteira. Não me relacionei com ninguém, mas me preparando para quando encontrasse o meu esposo. Olha o resultado final daqui a pouquinho lá na esplanada. Até daqui a pouco. >> Até daqui a pouco. Há um ano, ambos nem se conheciam e hoje o sonho está prestes a se transformar em realidade. Vamos encontrar o Wellington. >> Vamos. >> Então, vem comigo agora. Fecha os olhos. Wellington pode virar. Nenhuma história de amor é construída só de momentos leves. >> Toda a relação também passa por desafios, medos, renúncias e decisões importantes. >> Talvez seja por isso que o Sim tenha tanto peso. Ele não nasce de uma fantasia, mas da escolha. E é por isso que pessoas de várias partes do Brasil e do mundo escolhem o templo de Salomão para viver esse momento. Para esse casal que veio diretamente do Rio de Janeiro, distância não é o problema, não é? >> Não, né? Não, porque a gente sempre já teve esse sonho, já estava concretizado que nós íamos casar aqui. >> Passamos por várias dificuldades, mudamos de estado, a gente naturalmente é de outro estado, de Belém do Pará. Quando um sonho é grande, a distância deixa de ser obstáculo. Sebastian e Maria Rimena atravessaram quilômetros para chegar ao ponto de partida de uma nova história. Quando chegaram em Brasil pela primeira vez, qual foi cosa que deslumbrar? Bueno, sinceramente habido a Brasil para San Paulo es la primera vez y la verdad que lo que deslumbra es el templo es un compromiso que estamos con nosotros con Uruguai. >> Eu quando conci el vi que era diferente eu percebi que >> muito diferente de outras. Olha, um casal simpático, uruguaio. >> Muito obrigado. >> Deus abençoe vocês. >> Muito obrigado. >> Cada casal chega aqui com uma trajetória única. Há histórias de recomeço, de espera e, principalmente, de superação. >> Não vou dizer que foi um sonho, >> porque há três anos que nós estamos casados. Eu não nunca tive vontade, nunca. E ele sempre me cobrava isso. Ele, poxa, a gente podia casar, não era? >> Sim. >> Aí eu falava assim, mas a gente já é casado. Para mim não, não ia fazer diferença. E foi assim que a gente chegou aqui. Primeiro a gente passou por uma fase de adaptação, a gente teve um acompanhamento. E aí esse ano eu falei: "Não, eu preciso estar na vontade de Deus". Não, não é pela roupa, é pelo significado que vai ter aqui hoje para mim. que é muito importante, vocês não têm ideia disso. >> E realmente assim, esse casamento realmente no altar recebendo a bênção do Senhor, nossa, é muito grande, entendeu? É muita alegria, realmente. Nós estamos muito felizes, realmente por estarmos aqui. aqui. >> Muita ansiedade. Ele deixa pra última hora o noivo que se atrasa. E aí, Luí, o que você tem a dizer em sua defesa? Olha, foi muita ansiedade, eu não consegui conter e quando foi ver já tava atrasado e o trânsito de São Paulo também contribuiu bastante, mas deu tudo certo. Hoje estamos aqui, estamos muito felizes. Não é só uma cerimônia, não é só uma celebração, é é uma nova estação, é um novo tempo. >> Algumas vezes ao longo desse dessa jornada de 8 anos e meio, a gente tinha um desejo, mas não tínhamos uma uma uma unidade, né, de de decisão. E essa decisão chegou e coincidiu com o calendário da, né, da celebração, né? E aí nós decidimos por aproveitar em casamento. casamento. >> É. >> Ah, é mesmo? >> É, foi uma das vezes que nós viemos. E aí quando eu cheguei em casa, eu falei para ele, vamos casar. Eu vi frustrada de um relacionamento de 20 anos e quando me vi me deu oportunidade de conhecer ele e abrir mão de tudo, de inseguranças, de receios. >> Eu também pensava que não não ia casar de novo, de novo, mas eu costumo dizer que Deus não erra, né? Deus ele dá o melhor pra gente. Nesse tapete, cada casal revela uma história e cada olhar uma expectativa. >> Desde quando a gente tinha dois anos já de relacionamento e aí a gente ficou noivo e aí aconteceu que coincidiu com a celebração dos casamentos e a gente falou: "Ah, é para ser, então vai ser". Tá sendo tudo perfeito. É, primeiramente por estar nesse lugar maravilhoso, né? A estrutura, o todo o apoio é muito, muito perfeito. Tá sendo muito mais do que esperado. Imagine só uma noiva percorrer 12 horas de Goiás para se casar no templo de Salomão. >> É um sonho que demorou bastante para realizar. Nós já temos 21 anos que estamos juntos, eh, 18 anos de casado, temos três filhos e sempre deixando para depois, enrolando a correria do dia a dia. E dessa vez nós estivemos no templo na virada e ouvimos falar sobre a celebração dos casamentos e falamos: "É oportunidade, dessa vez não vamos deixar escapar", né? E acredito que uma nova história começa a partir de hoje. >> Eu cheguei, inclusive quando eu cheguei aqui, eu falei para amor, a gente vai casar no templo. Eu prometi e hoje é tô cumprindo com a minha palavra diante de Deus e dos homens. homens. >> Não foi fácil chegar até aqui. Deu vontade de desistir porque foram muitas situações que aconteceram pra gente não tá aqui, mas nós persistimos e assim vale muito a pena. Há lugares que impressionam pela sua beleza, outros pela sua história. Tem também aqueles que se destacam porque acolhem sonhos. E é isso que você vê aqui. Olha só, acabou de rolar um pedido de casamento aqui na explanada do templo de Salomão. Quero me aproximar de vocês. Posso? Posso? >> Tá contendo as lágrimas aí. Qual é seu nome? Priscila. Priscila não esperava >> não. >> E você me conta como foi se preparar para esse momento? >> Então, a gente ficou bolando a semana inteira para achar o momento certo para poder eu pedir para ela, porque a gente já estamos já há 13 anos. >> Ah, é o sonho de toda a mulher, né? E o que ele fez hoje aqui, eu não esperava, né? Não esperava mesmo. E para mim, eu tô muito feliz. A gente quebrou esse tabu na nossa família, né, amor, de ter um casamento bom, realmente, não só de de aparência, né, que hoje o mundo tem um casamento de aparência, mas de fato a gente vive um um relacionamento incrível. O pedacinho nossa casa é um pedaço do céu, de fato, né, vida? Nós chegamos até aqui 30 anos. Você deu com Deus, com a bção, a gente vai ficar mais 30 e mais 30. >> Eu tô tão feliz de ouvir isso, Andreia. E olha, ele tá emocionado ao falar isso. >> É, se emociona mesmo. Para mim também foi muito emocionante porque foi ele que fez a inscrição. Muita surpresa para ela. Ela ela. Ela >> surpresa para mim. Eu não sabia. >> E no meio dessa multidão, olha só quem está ali, a Neid e o Wellon. Os casais geralmente desistem porque eles pensam assim: "Já tentamos de tudo, não dá certo." E estritamente falando, a gente se for colocar no papel, tentou duas, três, quatro, cinco, talvez 10 vezes ou 10 coisas diferentes. Mas ninguém nunca já tentou tudo que existe para tentar. Nós nunca pensávamos que os nossos problemas iriam render tantas soluções, né, para nós e para as outras pessoas, outros casais. Mas a gente vê claramente isso hoje, que a gente passou por situações para entender os casais, para se entender melhor. Não basta você saber, você tem que sacrificar. >> Foi para o nosso bem, os nossos problemas. me me resolveu como pessoa, resolveu Renato como pessoa e além de nós dois, tantas outras pessoas. A celebração não acontece apenas em São Paulo. Nesse ano, o evento levou mais de 17.000 casais ao altar no Brasil e no exterior. Com a 16ª edição, o evento alcança a marca de mais de 163.000 casais unidos desde 2014, o equivalente a mais de 326.000 pessoas realizando sonho diante do altar. Números ajudam a dimensionar a grandeza, mas talvez o verdadeiro alcance esteja no que não se mede, >> na memória de quem viveu esse dia >> e na transformação que ele representa para cada casal. >> Nossa, vale muito a pena, muita pena. Então assim, agora agora sim dá para respirar e sorrir. Finalmente é uma vitória vitória muito grande. Com certeza. >> Olha, se prepare, hein? Em 202 tem mais. Bem-vindo ao Entrelinhas de hoje. Lembrando que estes casais que você acabou de acompanhar, eles hoje podem celebrar, podem comemorar a união, porque eles plantaram. Tudo que você viu nesta última quinta-feira, na celebração dos casamentos foi o resultado de investimento. Investimento toda semana na quinta-feira na terapia do amor ali, aprendendo, curando o coração. Muitas pessoas na celebração dos casamentos 2025 ainda estavam solteiras, conheceram alguém neste último ano e se casaram neste ano. Então, bispo Adilson, é realmente o resultado de plantio. pessoa que quer colher isso, que sente bem, sente feliz de ver isso e deseja isso pra vida dela, ela pode, mas ela tem que plantar também. Eh, e se temos esses casais que estavam solteiros na celebração do ano passado, temos também casos ou casais que já estavam vivendo maritalmente e que chegaram a ter a terapia do amor já em vias de separação. Ou seja, eh, eles não estavam pensando em selar o matrimônio, eles estavam pensando em separação e, no entanto, tratando, buscando a solução, resolver o problema, tendo a orientação certa, eles não apenas mantiveram o que já existia, como buscaram a bênção de Deus. Porque é muito interessante isso, é muito legal de ver, né? Eh, as pessoas elas não se contentam apenas com a questão de estarem vivendo maritalmente. Elas entendem que é importante ter a bênção de Deus para aquela união. Então, aos casais que buscaram pela primeira vez o altar, que se se uniram e aqueles casais que já viviam juntos, mas foram buscar a bção. Ou seja, as pessoas estão entendendo, reconhecendo que precisam de Deus. É, não é só juntar os trapos, como dizem, não é? Não é só, ah, vou morar junto, gostei de você. Não, o casamento é algo sagrado. Deus quem criou o casamento. E por isso, buscar a bênção dele diante do altar. Isso é muito importante. O casamento, vamos lembrar, foi a primeira instituição criada por Deus. Antes de haver igreja, antes de haver nação, país, antes de haver governo, qualquer outro tipo de instituição, a família, o casamento, começando com o casal, foi a primeira instituição estabelecida por Deus. Por quê? Porque é o que traz a maior estabilidade para o ser humano. E por isso a família é tão atacada. A família sofre bombardeios. E se você não trabalhar por ela para você construir a sua, proteger a sua, não espere que a sociedade vai fazer alguma coisa pela sua família. Pelo contrário, não vai faltar pessoas para tirar pedras, para dizer que casamento é coisa ultrapassada, que não adianta, que não vai dar certo, que homem é assim, que mulher é assado. E você então vai ficar sozinho, porque se depender da sociedade, você vai ficar sozinho o resto da vida. Ficar dependendo o quê? dependendo de um asilo para terminar a sua vida. Não é isso que você quer. Esse não é o plano de Deus para sua vida. Mas você tem que fazer a sua parte. Não espere por ninguém. É você que tem que lutar pela sua família. Daqui a pouquinho a gente vai conhecer a história aqui de uma família que está aqui com a gente, o Lucas e a Rebeca, marido e mulher, e a dona Neid, que tem uma parte aí tão importante na história do filho e da nora. E você vai entender aí o papel da família, porque a família é tão importante como sustentação, como intervenção. Porque a família na hora que os médicos falham, na hora que os remédios, que os especialistas falham, é uma mãe como a dona Neid que vem entrar na na história e mudar a situação. Você já vai conhecer daqui a pouquinho a história deles. Eu quero primeiro falar com a Raiane da nossa central aqui de atendimento no templo de Salomão, que já está ali com as nossas os a nossa equipe do atendimento. Para as pessoas, Rayane, que estão assistindo agora, talvez assistindo essa matéria da celebração dos casamentos, até com coração assim um pouco apertado, porque quem vê essa matéria e tem uma boa família, sente-se bem e tranquilo, mas quem está com a família quebrada sente até uma dor de ver que o seu sonho foi destruído. Talvez há uma esposa, há um marido, um filho, uma pessoa nos assistindo agora que está com a família quebrada e quer ajuda em oração, quer ajuda em aconselhamento para salvar a sua família. >> Exatamente, bispo. São muitas as famílias que têm vivido com esse sofrimento e sem saber qual direção tomar, o que fazer para que essa situação venha mudar. Nós já estamos aqui com a nossa equipe na central de atendimento que funciona 24 horas e essa família, seja um pai, seja uma mãe, seja um marido, uma esposa que tem assistido, acompanhado os testemunhos e ficam sonhando apenas com a realização da família deles. Então, se essa pessoa se encontra nesse nessa situação, brigas, divórcio, traição, distanciamento tem atingido a sua família, ligue agora na nossa central. Nós estamos com uma equipe inteira aqui de pessoas que já superaram problemas semelhante ao seu e que podem te ajudar. Seja você esposa que está passando, que tá agora sozinha, tá chorando porque o seu marido foi embora. Você, marido, que a sua esposa já desistiu do casamento por conta dos problemas que vocês vêm enfrentando, ligue agora 1135733535. Obrigado, Rayane. E reforço aqui para você que nos assiste, está enfrentando uma guerra, uma batalha aí no seu lar e você sabe que você não vai vencer isso sozinho. É só através da fé, poder da fé e da oração. Pode ligar 113573535. você esposa, que o seu marido jogou todo o dinheiro da família nas apostas, perdeu tudo. Você que tem um filho que você não sabe onde ele está, uma filha, você não sabe onde ela está agora e você teme pela sua filha, você quer ajuda porque ela não te ouve mais, seu filho não te ouve mais. Parece que a sua voz virou uma voz de inimigo. Liga aqui agora para falar com alguém da equipe aqui do templo de Salomão. 11 3535. Bom, bem-vindos ao Entrelinhas. Tudo bem? >> Tudo bem. Tudo bem. >> Vocês hoje estão bem, Rebeca? Especialmente você, eh, você foi o alvo principal aqui dessa história, né? Porque eh foi preciso que o seu marido e a sua sogra se unissem para ajudar você. Qual era o problema que você estava enfrentando? >> Inicialmente, quando eu conheci o meu esposo, né, que a gente ainda não tinha nenhum tipo de relacionamento, eu era uma pessoa muito deprimida, né? Eu vivia, né, na minha casa sozinha e eu era uma pessoa muito deprimida. Eu tinha diagnóstico de burnout, de ansiedade generalizada, de depressão. Eh, depois de um tempo que eu já tinha um relacionamento com ele, os os remédios não faziam o efeito que eu esperava que eles fizessem, né? Então, eu continuei indo aos médicos e aí foi dado o diagnóstico de bipolaridade, transtorno bipolar. E com isso eu passei a tomar muitos medicamentos, né? E nessa vida, >> desculpa, deixa eu ver se eu contei, eram quatro situações. Era burnout, >> burnout. Aí do burnout eu fui pro psiquiatra e aí ele diagnosticou com depressão e ansiedade generalizada. >> Depressão e ansiedade generalizada e depois bipolaridade. >> Bipolaridade. Porque os remédios que eu tomava pra depressão e pra ansiedade não faziam o efeito que os médicos esperavam, né? Eu passei com três especialistas e fazia terapia, né, cognitiva ali com a conversa com com o psicólogo e eles não conseguiam conter aquela tristeza e aquelas crises que eu tinha constante. Então eles diagnosticaram com bipolaridade. E aí a partir disso eu passei a tomar cinco medicamentos por dia. >> O primeiro foi o burnout. >> Sim. >> O que é o burnout? Para quem não sabe, >> o barnout é um é um strress muito grande, é um esgotamento emocional eh que é dado pelo trabalho, pelo excesso de trabalho, pela rotina, né? Então, a minha vida, ela era pautada no meu trabalho. Então, como eu me dedicava muito à aquilo e a minha preocupação principal da minha vida era no trabalho, em alcançar cargos, em, eh, ir atrás de de mais formação. Então eu me dedicava muito aquilo, até que teve um dia que me deu um esgotamento emocional e eu fui parar no hospital porque a minha coluna tinha travado, eu não conseguia andar e nenhum médico sabia o que que era porque eu não tinha sofrido uma queda, não tinha tido nenhum tipo de acidente físico e aquele barnout foi diagnosticado porque eles não encontraram nenhum nenhum motivo físico, né, do por que a minha coluna tinha travado a ponto de eu não conseguir andar e Não tinha nada, nenhum exame que mostrasse o que que estava acontecendo, né? >> E o e o por você era tão dedicada à carreira, ao trabalho, assim, de forma que você adoeceu por causa disso. >> O trabalho ele era uma válvula de escape pra vida que eu tinha, pro vazio que eu tinha dentro de mim. Então, eu nasci num lar cristão e e nesse lar cristão eu tive uma experiência religiosa muito forte desde a minha infância. Então, teve muitas comparações, né? Era uma vida focada na religião, então eu vivia em prol de agradar as pessoas. Então, eu precisava a todo momento eh agradar o meu pai, a minha mãe, as pessoas da igreja. Então, vivia em constante vigilância. E isso foi crescendo, né, ao longo da minha adolescência, a ponto de eu não querer mais fazer parte daquilo, porque aquilo já tava eh me fazendo muito mal. E eu achei que eu saindo da igreja eh que eu frequentava, eu ia ficar bem, eu ia ficar melhor. Só que não. Aquele vazio que eu tinha, ele foi crescendo cada vez mais. E eu sempre ouvia, eh, ah, isso é falta do que fazer, você precisa, eh, ir arrumar alguma coisa para você fazer da sua vida, né? Porque já que você não quer frequentar a religião que você frequentava, então você tem que procurar o que fazer. E eu me apeguei muito nesse conselho que realmente eu precisava arrumar o que fazer. E foi nessa etapa da minha vida que eu passei a buscar freneticamente eh o estudo e o trabalho. Então eu achava que se eu estudasse bastante, se eu arrumasse um trabalho bom numa empresa boa, eu ia conseguir suprir aquela necessidade, né, que eu tinha daquele vazio que existia em mim. Então você queria de certa forma eh provar o seu valor, provar que você podia ser feliz e e o trabalho era um canal para essa busca. >> Exatamente. Porque assim, eu achava que a minha vida ela não tinha valor se eu não mostrasse algo, né? Se eu não tivesse fazendo alguma coisa, eu não conseguia ver que eu tinha eh um valor ali. Então eu não tinha valor só porque eu era quem eu era. Eu precisava mostrar que eu servia para alguma coisa. Uhum. >> Então eu buscava mostrar isso é através da minha profissão, né? Então os meus pais sempre falavam: "Mas você precisa casar, você precisa ter uma família". Só que na minha cabeça eu compensava isso. Não, mas eu tenho um bom emprego. Então se eu tenho bom emprego, se eu terminei uma faculdade, se eu tenho uma especialização, então eu não preciso me casar, não preciso ter família, né? Porque isso daqui já compensa eh o que vocês querem que eu tenha. Então, com o burnout, aí você aí atingiu aquilo que você tanto gostava, que era o trabalho. trabalho. >> Como é que você ficou? Ficou em casa, não pôde mais trabalhar. >> Expo eh, foi do nada, né? Tudo bem que eu tinha ali uma rotina bem exaustiva. Eu passava eh madrugadas trabalhando em fechamento, né, que a gente precisava ali fazer um trabalho mais árduo. Então, às vezes, eu passava madrugada no trabalho e voltava 10 horas da manhã para continuar. E nesse momento eu tive esse esgotamento emocional, fui parar no hospital até eu conseguir identificar o que que era, os médicos conseguiram identificar, eu passei a trabalhar de casa, né? Então eu levava o meu computador para casa e eu trabalhava de casa, mas ali o meu chão caiu porque eu já não me via naquela rotina. Então, longe daquela rotina, eu já não tinha mais valor, eu já sentia que, como assim, eu não tô mais lá, as pessoas não estão me vendo mais lá, se eu perder o meu trabalho, então eu eu perdendo aquele trabalho, eu perderia a minha identidade, porque eu era uma pessoa lá dentro dessa empresa, então fora da empresa eu não era nada. Na minha cabeça eu não era nada. Então, eu passei a trabalhar de casa. Eu fiquei durante seis meses trabalhando de casa até eu me recuperar, né? Então foi quando eu fiz as fisioterapias, eh passei a a me consultar com o psiquiatra, com o psicólogo, até para para lidar com essa situação. Só que era medidas paliativas, né? Eu tomava o medicamento, aí desse medicamento surgiu um outro problema. o problema não era resolvido e na terapia o processo era muito mais dolorido, né? Porque aí entrava várias outras questões. Então assim, o meu problema ele não foi resolvido. Eh, >> é porque era um problema na alma, não é? Isso é uma questão que com você foi o trabalho, mas é uma questão muito perigosa. Qualquer pessoa que busca o valor dela fora dela mesma, né? Ela busca o valor dela, seja no trabalho, seja num num estudo, numa qualificação. Há pessoas que nunca param de estudar, porque elas acham que o valor dela está no currículo e todos os os diplomas que ela alcançou. Algumas pessoas buscam o valor dela no saldo bancário, então para elas nunca é dinheiro suficiente. Elas têm que ter sucesso financeiro. Outras buscam o valor delas no amor de uma outra pessoa. Então, se aquela pessoa não me amar, acabou a minha vida. Então, toda vez que a pessoa busca o valor fora, ela está arriscando a vida dela, porque ela não tem controle daquilo que está fora. E qualquer coisa que acontecer com aquilo que ela atribui o valor da vida dela, então lá se vai a sua vida. >> É. E é como se a pessoa estivesse tentando preencher uma lacuna com algo que não encaixa. Todo ser humano tem um espaço dentro de si. que é do tamanho de Deus, que só Deus preenche. E quando a pessoa não sabe disso, mas sente esse vazio, percebe esse vazio, então ela começa nessa busca do lado de fora para tentar preencher essa lacuna. Então, há quem, como foi dito, tente isso através do trabalho. Há pessoas que eh chegam também, por exemplo, a buscar preencher esse vazio através de um vício. Tem gente que quer viver entorpecida para tentar esquecer o quanto ela é triste, ela é angustiada, mas o fato é que eh quando a pessoa busca do lado de fora resolver um problema que é do interior dela, então é como você querer forçar que uma peça que não encaixa no quebra-cabeças encaixe. E aí a tendência é aquele problema gerar algo ainda pior. >> É. E Deus ele ensina na palavra que ele já nos criou com valor. O nós temos valor na nossa alma. O valor já está dentro da gente. É tão valiosa essa alma que ele veio aqui para salvá-la, não é? Mas a pessoa que não enxerga, não sabe esse valor, porque ela não conhece a Deus, né? Se ela não conhece a Deus, ela não conhece ela mesma, ela não conhece o valor da alma dela. Então, ela vai buscar esse valor em outras coisas lá fora. E talvez, se você está fazendo isso agora, você entende porque você caiu numa depressão. Porque, por exemplo, você que colocou o seu valor nas amizades, você foi em busca dos amigos, você pagou as coisas pros amigos, você pagou viagem, você fez festa, trouxe gente na sua casa, você valorizou muito os seus amigos. De repente um amigo foi embora, outro foi embora e hoje ninguém mais quer saber de você. Você tá em depressão porque a sua a sua vida era resumida aos seus amigos. Então, seja o que for que você colocar o valor da sua vida naquilo ou naquela pessoa, qualquer problema que acontecer naquele ponto, lá se vai o seu senso de valor. E você precisa tirar isso de dentro de você e colocar o valor onde ele está, que é na sua alma e em Deus. E obviamente você veio a descobrir isso depois, mas >> sim, >> então não resolvia. Daí do burnout vieram, veio o diagnóstico da depressão e da ansiedade generalizada. Como é que é isso? é isso? >> Isso a depressão me colocava num num estado muito deprimido, onde eu já tava perdendo ali a vontade de fazer as coisas que eu geralmente fazia. Então, eu já tinha eh aberto mão de buscar o meu valor ali naquele trabalho. Nada tinha mudado no meu trabalho, as minhas responsabilidades eram as mesmas, mas mudou algo no meu pensamento, no meu modo de ver toda aquela rotina. Então, pelo fato de eu passar a trabalhar em casa, eu me vi uma pessoa que eu tava sem valor ali próprio, né? Não era algo que alguém tinha chegado em mim para falar: "Olha, você não tem mais valor". Não era algo que eu tinha dentro de mim, que eu não tinha mais valor. Eram pensamentos que eram sugeridos que eh você não tá lá, então você não tem valor, você não tem motivo para viver. Então eu vivia nesse nesse looping infinito. Então eu passei a ficar sozinha em casa, que nessa época eu já não morava com os meus pais. Então passei a viver numa casa totalmente escura, totalmente isolada. eh, eu já não tinha mais contato com as pessoas, né? Porque eu já não tinha mais vontade de sair nem nada. Então, a minha vontade era de me isolar e de me anestesiar. Então, isso foi o que o Barnout gerou, essa depressão. E ao mesmo tempo eu tinha um uma ansiedade por dentro que era assim: "Alguma coisa vai acontecer, mas eu não sei o quê". E eu vivia naquela constante agitação por dentro. Então, eu era uma pessoa triste, com os pensamentos totalmente acelerados. Então, a minha cabeça parecia que eu tava no centro da cidade. Sempre barulho, sempre muita, muito alvoroço na minha cabeça e uma tristeza muito grande, uma falta de vontade de fazer, uma paralisia que me impedia de viver. Então eu tomava um medicamento de manhã porque eu precisava levantar para viver, mas de noite eu não conseguia dormir. Então eu ficava naquele estado de de marasmo o dia inteiro e de noite eu não dormia. Então >> e os remédios então não ajudava e ainda trazia alguns efeitos assim >> que não estavam lá antes. >> Examente. É o remédio. Quando eu relatei isso pro médico, ele falou que o remédio não tava funcionando da forma que deveria, que tava trazendo efeito colateral. E aí foi quando ele diagnosticou com a bipolaridade. Então ele me passou um medicamento para controlar o meu humor. Só que não controlava. Eu vivia nervosa, estressada, eh muito arrogante com as pessoas. Eu tinha um um pico de nervoso que eu não conseguia entender o por que eu ficava tão nervosa. Só que ao mesmo tempo a eu era triste. Então assim, eu mostrava pras pessoas que eu era uma pessoa durona, só que por dentro eu tava totalmente destruída, né? >> E e as drogas, você também passou a usar drogas? Sim, nessa época eu passei a usar droga porque a medicação ela não me cedava e eu não queria viver naquela naquele ambiente. Era difícil viver para mim na naquela situação que eu vivia. Eu não gostava de viver, né? Só que eu ainda tinha muito daquela questão do eu não posso tirar minha vida. Porque eu tinha aprendido lá na minha infância que se eu tirasse a vida eu eu ia ter que pagar um preço por isso, né? Porque Deus não se agradava disso. Então eu tinha isso forte na minha cabeça, mesmo sem entender o real motivo. E eu tinha isso muito forte. Eu pensava: "Não, eu não posso me matar, mas então eu não quero viver essa vida e esse remédio não tá funcionando." Então foi aonde eu parti para pra droga. Então eu usava droga todos os dias para me anestesiar daquilo, mas só que nada me preenchia, nada fazia eu ficar bem. >> Você estava numa espiral, né, descendo para um ralo aí muito profundo. >> Sim. >> Foi nessa, nesse ponto que você conheceu o Lucas, Lucas, você a conheceu como é que foi? Ela já estava assim? >> Sim, eu conheci ela nessa situação, bispo. Ela tava nessa situação. Eu tava quebrado também nessa época. Eu tinha vícios também, usava droga, bebia, saía com os amigos para festas. E aí, um belo dia na rede social, eu recebi uma mensagem dela, a gente se conheceu, ficamos por 9 horas no telefone conversando. A gente descobriu nessa época que a operadora ela encerra a ligação depois de 3 horas, porque a gente teve que fazer mais >> depois de 3 horas de ligação, a operadora ela encerra, né? Aí a gente retomou por mais duas vezes a ligação. Ficamos quase 9 horas aí conversando no nosso primeiro contato. E aí nós tínhamos amigos incomuns. A gente sempre se desencontrou. Nas festas que eu tava, ela não ia. Nas festas que ela ia eu não ia. Então a gente se desencontrou a vida inteira. E foi muito curioso. Talvez isso tenha chamado a nossa atenção, né? Eh, mais forte assim. E surgiu ali um desejo de conhecer ela, né? Ela também teve esse desejo, né, de me conhecer. A gente começou ali um relacionamento e desse relacionamento, bispo, vieram eh as libertações, né? Vieram as libertações através de um convite, né, em que minha mãe fez pra gente vir com ela numa reunião que ia ter no templo na época. A minha esposa, ela teve o conhecimento da palavra, porque eu eu vivia essa vida errada, mas eu tinha o conhecimento. Desde a minha infância eu frequentava igreja com a minha mãe, ia nas correntes, fiz corrente de libertação, fiz tudo. Só que aquilo, eu ficava brincando de igreja. Eu vinha pra igreja, orava, eh, chorava, ficava ali, né, no culto, recebia a palavra, gostava, saia às vezes revoltado com o diabo e aí daqui a pouco fazia tudo errado lá fora, voltava pro mundo, o mundo me arrastava. >> Mas pra sua mãe convidar você e a Rebeca pra igreja, ela deve ter visto alguma coisa. Que que a senhora viu que esses dois aí precisavam de algo mais forte? Eu já vim o bispo eh lutando por ele, né? >> Uhum. >> Desde a adolescência. Aí depois quando chegou a fase que ele conheceu a Rebeca, eu eu o o que eu percebi quando ela chegou em casa em casa foi a falta que ela sentia, o vazio que ela tinha, né? assim, a falta de Deus, porque ela tinha muita assim dúvida, curiosidade. Quando eu comecei a falar em uma conversa outra, a gente sempre dá um jeitinho de falar de Deus, né, do Senhor Jesus. >> Então, numa brecha em outra, sempre contava uma coisinha, né? E ela surgiu aquela curiosidade dela, né? Eu até achei estranho porque eu fiquei pensava: "Poxa, mas por que elas têm tanto, tanta curiosidade, né? se ela já vem de um de uma de um lar cristão, né? >> Uhum. >> Mas enfim, eu vi, percebi isso e ali eu já comecei a pedir a Deus por ela também, né? Porque assim, como eu falo para ela que eu me encantei com ela. >> Uhum. >> Quando ela chegou, então eu recebi ela de braços abertos, né? >> É. Aí se tornaram duas almas, né? Lucas, agora passou a lutar por dois. >> Isso. Isso aí, como eu tinha simpatizado muito com ela, né, e ele falou para mim assim: "Mãe, eu acho que agora eu achei, né, a minha metade". >> Uhum. >> E então eu falei, era só o que eu queria que Deus abençoasse, né? Mas até aí então eu não sabia dela com o envolvimento, né? Eu não sabia dessa parte do envolvimento dela com a droga, os problemas em si. a gente não tinha conversado sobre isso. Eh, eu só percebi isso, mas eu falei, é a minha chance, né, de ganhar uma alma para Jesus, né? Aí eu comecei a pedir a Deus por eles, né? Eh, ela, como eu falei ainda pouco ali para ela, eu lembro que ela gostava muito de comer em casa, né? Então, quando cada vez que ela chegava em casa, que ela ia comer um docinho, um coisinha, uma comidinha, eu consagrava aquilo a Deus, né? E pedia a Deus que houvesse uma libertação, >> né? >> Agora, houve um dia que acho que foi a primeira vez, não sei se foi a primeira vez que você veio aqui ao templo, que você a trouxe aqui, que você estava muito mal. Que que foi esse dia? Foi não foi dia ou noite? Não sei o que que foi. >> Ah, a gente já estava casado. Eh, a gente passou esse esse período, né, de namoro. A gente veio na igreja, ela me convidou para vir à igreja, eu passei a ter ali uma experiência com Deus, né? Então, minha primeira vez no templo foi algo que eu não esqueço. Acho que todo mundo que já teve uma experiência com Deus no templo sabe como que é eh aquele encontro que parece que é o próprio Deus que tá te abraçando ali quando você chega. Só que nesse momento eu ainda não estava disposta a deixar tudo aquilo que me prendia, porque eu ainda não tinha uma visão clara do que estava acontecendo na minha vida. Eu ainda estava num quarto escuro, né? Então eu passei a vir na igreja, ela sempre convidava a gente. Então às vezes a gente tava, passava a noite escutando música alta e de manhã ela chamava a gente para vir no templo e a gente não negava, a gente vinha. Só que isso passou a incomodar nós dois, né? E aí nessa que a gente passou a se incomodar, a gente parou de estar no mundo, mas a gente ainda não estava com Deus. A gente parou de usar droga. né? Eu comecei a usar só as medicações, não usava mais a droga. Ele parou de beber também, não fazia mais as coisas que a gente fazia. A gente decidiu casar. Então, passou um período de um ano e a gente se casou, enfim, só que mesmo casado a gente ainda estava em dúvida, né, do que tava acontecendo, ainda era um processo. E aí a gente passou a buscar sempre uma libertação, né? Então, nessa que a gente passou a buscar a libertação, eh, eu comecei a ter muitas crises em casa, então, muitas crises nervosas. Nessa época, eh, foi a época que eu fui mandada embora do meu trabalho depois de tanto tempo. Então, isso mexeu muito mais comigo, então reviveu tudo aquilo, né, da época do barnout. Então eu passei a ter muito medo de e se se acontecer alguma coisa, se a gente precisar, se a gente passar necessidade e meu Deus, agora eu não tenho mais emprego. E ele sempre tentando me acalmar, né, tentando me trazer pra realidade. E aí foi um dia que a gente veio no templo. >> Sim. Foi numa reunião de sexta-feira >> que a gente passou a vir nas sextas-feiras. >> Uhum. E assim, bispo, só para contextualizar um pouco mais, eh, nessa época nós tivemos que tomar uma decisão que foi muito difícil de largar o mundo, que aí você tem que largar as amizades, você tem que deixar aqueles contatos que você tinha antes, apagar eles, tirar eles do seu celular e deixar de frequentar lugares. Então assim, foi muito difícil mesmo. Teve um dia que a gente colocou um basta nisso, porque a gente não queria ficar brincando com Deus. Eu eu sentia que eu tava brincando com Deus, porque quando eu bebia, quando eu usava droga, eu me sentia muito arrependido. Depois vinha um arrependimento que que hoje eu até eu até falo que chega a ser hipocrisia. Tinha vez que eu me arrependia e eu orava, falava: "Meu Deus, eu não quero mais isso para mim". Eu me arrependia. Eu falava: "Nossa, eu podia ter ido lá na festa e eu não precisava ter usado droga. Eu podia ter ficado lá, ter conversado, minha cabeça, né, >> o mal ali agindo, né? >> E aí eu me desesperava assim, muitas vezes eu falava: "Nossa, não quero mais essa vida". Até que teve um dia que realmente a gente tomou a decisão de largar tudo isso e e veio a libertação, né? foi vindo à libertação, a gente foi fazendo as correntes. Eh, a minha esposa, ela tomava medicação, eu não sabia que ela tomava medicação, era uma coisa que que hoje ela fala, né? E eu não sabia na época que ela tomava essas medicações. Às vezes eu vi ela nervosa em casa, eu não sabia o porquê. Então, numa reunião de sexta-feira, a gente chegou até um pouco atrasado, porque a gente tem um filho de 3 anos, a gente deixa ele na IBI, na escolinha e aí foi o tempo de deixar ele na escolinha descer, o bispo já tinha chamado as pessoas lá na frente, né? aquelas pessoas que estão com aqueles problemas. Enfim, eu nem sei o que que o bispo tinha chamado lá na frente. Bispa, fui lá, peguei na mão dela, a gente foi e ali o o levita, ele botou as mãos na minha cabeça, ele fez uma oração por mim que eu acho muito interessante, muito profundo isso, que parecia que ele sabia que o que tava acontecendo na nossa casa. Parecia que ele ele convivia com a gente e ele via todas as brigas. Ele ele fez a oração assim de uma forma surpreendente. Eu não sei nem como explicar para você. Eh, o próprio Deus mesmo, né, viu que tava acontecendo e sabia que a gente precisava naquele momento da libertação. E aí a obreira levita também fez a imposição de mãos da minha esposa. Ali ela teve um choro descontrolado e quando tirou as mãos, fez a libertação. Nossa, bispo. Aí foi uma maravilha, assim, foi como se tivesse saído um um um 1 um kg, sei lá, um um uma tonelada das minhas costas. >> Foi foi leve, foi >> tranquilo. Aí no final da reunião, uma obreira chamou ela, falou assim: "Olha, tudo bem? Queria te convidar para fazer parte de um grupo". E aí dali, bispo, em diante, só vitória. Foi aí a mudança. >> Quer dizer, naquele dia aconteceu a libertação, né? que vocês frequentavam a igreja de de uma forma religiosa, mas não está, você não estava liberta, vocês não estavam libertos. >> Sim. >> E aquela experiência ali foi de arrancar o mal, que muitas vezes a pessoa vem à igreja, frequenta uma igreja, pode ser universal, pode ser qualquer outra, mas ela se torna religiosa, mas não é liberta. Então ela tenta, ela tenta com combinar, como vocês faziam, combinar a igreja, a fé em Deus com o mundo. E ali que o mal entra, né? A a brecha da pessoa não se entregar para Deus se torna o lugar onde o mal se esconde. E mesmo a pessoa crendo em Deus, lendo a Bíblia, orando, etc., A vida dela não anda. Então, ela tem a depressão, ela tem desejo de suicídio, ela não consegue dormir, ela ouve vozes, como você perdeu o emprego, ficou ansiosa, aqueles sintomas voltaram, por o problema ainda está ali. É um problema de muitos cristãos, muitos crentes, muitos evangélicos, católicos, pessoas que creem em Deus, mas que nunca passaram por uma libertação. E o trabalho que é feito sexta-feira é exatamente para arrancar esse mal. A gente vê aqui que numa oração que a levita fez sobre ela, sobre os dois, arrancou o mal e mudou a vida. vida. >> É, biblicamente falando, a gente lembra aqui até do que aconteceu com o povo de Israel lá no Egito, quando Deus enviou Moisés ao Egito para tirar o povo de Israel de lá. Então, primeiro, antes, por exemplo, de Deus trazer pro povo leis, dizer, ó, não farás isso, não farás aquilo, formar uma nação, primeiro ele teve que tirar esse povo do julgo de faraó. Então, a gente tem eh nessa história, né, no contexto do que aconteceu com Israel, a gente tem exatamente o que acontece com as pessoas hoje. Ou seja, por mais que a pessoa busque uma igreja, e como o bispo Renato disse, pode ser a universal também. Se ela tentar apenas, sabe, eu vou, eu vou lá e vou ouvir a palavra, o pastor dizer, olha, isso aqui é errado, isso aqui é certo, você tem que agir assim, a Bíblia diz assado. Enfim, mas se o mal não for arrancado, a pessoa não consegue sequer assimilar aquilo que ela ouve. E e é por isso que nós temos esse dia, sexta-feira, é um dia reservado para esse tipo de trabalho. É um trabalho mais agressivo. A a oração é uma oração pesada, é uma uma oração desafiadora. A gente desafia o inferno, mas aquilo que parece ser impossível para muitas pessoas, né? Como é que eu vou ficar sem o medicamento? Como é que eu vou alargar a droga? Como é que eu vou conseguir sair disso? De repente, uma oração arrancada do espírito que está por trás de tudo aquilo, a pessoa já sai da reunião com a leveza para uma vida nova. >> É um trabalho agressivo, porque não se pode ser polido com o mal, não se pode negociar com o mal. O mal tem que ser repreendido. A palavra de Deus fala que a nossa luta é contra as forças espirituais do mal. Quer dizer, há uma luta, há uma guerra, há um embate. E se você, você crê em Deus, você vai à igreja, mas você não enfrenta o mal com autoridade, o mal vai ficar ali. O mal não tem medo que você vá paraa igreja. Ele não tem medo que você eh faça suas orações, que você leia a Bíblia. Ele tem medo de você confrontá-lo, resisti-lo e arrancá-lo dali. É isso que ele tem medo, que você tenha conhecimento da sua posição em Deus e da autoridade do nome de Jesus para expulsá-lo dali e para você abrir o seu coração para ser cheio do Espírito Santo. Isso ele tem medo. Então, o que é o que é feito aqui as sextas-feiras no templo de Salomão, em todas as universal, é um trabalho assim conhecido, né, que as pessoas eh geralmente quando vê alguém assim muito carregado fala assim, ó, você tem que naral sexta-feira. É por a fama realmente é por causa disso, não é? Porque a pessoa chega carregada, o mal é arrancado e muda. Daquele dia em diante mudou. Que que mudou na sua vida a partir daquele dia? Daquele dia em diante, eh, eu passei a, na verdade, naquele dia eu tomei a decisão de entregar tudo que que eu tinha que entregar para Deus, que era a minha vida. Então assim, essa foi a última reunião, mas antes dessa a gente tinha vindo em muitas reuniões de sexta-feira e eu era muito resistente a ponto de pensar, eu não posso parar de tomar esse remédio, porque se eu parar de tomar esse remédio, as pessoas vão ver que, né, tem um desequilíbrio emocional aqui e eu me escondia atrás daquilo. Eu achava que aquele que aquele medicamento ia controlar o meu humor de fato. Eu acreditava que o remédio ia fazer mais do que Deus na minha vida. Então eu vim eh durante acho que dois anos, dois anos na igreja eh idas e vindas e e libertações, corrente de libertação, propósito, só que eu não me entregava. >> Uhum. >> E eu sentia uma opressão muito grande do mal na minha vida. O nosso namoro era muito tranquilo, a nossa comunicação. A partir do momento que a gente decidiu se eh se encaminhar pra igreja, a gente começou a discutir, brigar com frequência, começou a ter aquele alvoroço ali que a gente sabe que é o mal no relacionamento. E eu vivi tudo aquilo até que esse dia eu decidi que eu não ia mais tomar aquele medicamento porque era aquilo que estava me prendendo. Quer dizer, uma decisão, uma entrega, é uma fé que foi honrada por Deus. Quando há uma entrega, Deus não demora a libertar a pessoa. Porque o que demora a libertação não é porque o problema é forte, o mal é forte e a bruxaria é forte. Não. O que demora a libertação é a entrega da pessoa. Se ela demora a entregar, demora a libertação. Mas no momento que ela entrega, a libertação vem. E se você quiser uma mudança rápida, imediata, é só você tomar uma decisão. E você pode vir já nesta sexta-feira buscar essa libertação para você. Você pode vir ao templo de Salomão, qualquer templo da Universal e vir com essa decisão. Você vai encontrar a ajuda que você está buscando. É só você seguir o que está sendo orientado. Não é mágica. Vai ter que ter a sua participação, mas você vai receber a orientação e a ajuda que você precisa. E a dona Neid vê hoje o resultado, né? A senhora é uma mãe. Nós estamos aí às portas do dia das mães e muitas mães lutam pelos filhos, pelas filhas, pelas noras, como a senhora lutou, né, pela Rebeca. E a senhora está hoje vendo aí o resultado. A senhora venceu essa batalha, >> graças a Deus. >> Fala com essa mãe aí que tá em casa, que tá lutando pelo filho. Quanto tempo a senhora lutou? Que que ela tem que fazer? fazer? >> Eu, bispo, eu lutei muito tempo, né? desde a adolescência dele, mas eu tinha, por mais que eu sofresse e sentisse assim uma tristeza de ver ele nessa vida, eu tinha uma certeza >> de que Deus ia honrar, >> ia responder. Então foi assim, muita luta, muita oração, muito jejum, né? Ele saía uns dia os eh quando ele voltava, deitava, eu ia lá, ungia os pés dele, eu pegava a água, eu punha na comida, eu consagrava para Deus a comida que eles iam comer. >> Era uma fé ativa, né? >> Isso. Eu eu usava as armas da fé que eu tinha, que eu conhecia, né? na certeza de que um dia eu ia ter uma resposta, porque eu sabia que Deus não ia falhar. >> E veio a resposta, >> né? >> Né? Então, essas armas da fé que é importante essa mãe entender, você mãe, você pai que luta pelo seu filho, use as armas da fé. Não é as armas da carne, as armas da fé. E nesse domingo, dia das mães, você poderá usar essas armas. Traga o seu filho, como a dona Neid trouxe o Lucas, trouxe a Rebeca >> para Deus, para Jesus. E ele resolveu o problema. Traga o seu filho, a sua filha para Deus nesse dia das mães. Aproveite o dia das mães e peça de presente. Vá comigo lá no templo. Eu quero que você vá comigo lá e seu filho, sua filha vai receber a oração que precisa neste domingo, dia 10 de maio, dia das mães, 9:30 da manhã ou 7 da manhã ou às 18 horas. horas. Bom, quero agradecer a história de vocês. Muito obrigado. Continuem firmes e muitos Lucas que estão aí afastados, muitas Rebecas que estão afastados. Você cresceu na igreja e hoje a sua vida está toda conturbada, mas você não esqueceu de onde você veio. Então volte para os braços de Deus. Ele está esperando o você. Mais informações é só você ligar para o 113573535. E o Entrelinhas vai ficando por aqui. Até a próxima. Quando Ataídes, mãe da Isabele, realizou o sonho de ser mãe, não esperava ser a mãe de uma Isabele tão difícil. >> Ela começou a usar alguns tipos de droga. O fato dela não me chamar de mãe era um fato que me machucava demais. Já Maristela, mãe da pequena Laí, jamais poderia imaginar que seria a mãe da paciente de risco na UTI. >> A médica responsável da UTI me chamou com meu esposo e falou: "Elava tendo falência múltipla dos órgãos". Provavelmente ela não iria aguentar até o final do dia. >> Em comum as lágrimas. Duas mães que choravam por suas filhas diante de um problema que parecia impossível de resolver, até que o levaram ao único que podia trazer a solução. solução. >> Hoje ela, uma menina que me chama de mãe. Realmente a Isa, ela nasceu assim de novo, né? Cheguei lá no hospital, esse dia minha filha estava estubada e ela tava respirando normal. Os médicos paravam e olhavam para ela e dizer assim: "Ela é o próprio milagre". Neste domingo, 10 de maio, dia das mães, o evento Mestre Trouxe-te meu filho. Mães, tragam seus filhos, inclusive crianças, para uma oração muito especial. às 7, 9:30 e 18 horas, no templo de Salomão, Avenida Celso Garcia, 605, Pras, e em todas as igrejas. Yes.
Ocorreu um erro ao analisar este sermão.
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