Assembleia de Deus Belém
14 de setembro de 2026
1h 45min
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Nota deste sermão
90
de 100 pontos
Uma aula-sermão expositiva de Daniel 12 notavelmente honesta hermenêutica e cristocêntrica, que defende a divindade de Cristo, a ressurreição e a soberania de Deus, desfaz a ansiedade e a conspiração escatológica, e só merece ressalvas por imprecisões pontuais de citação e excessos retóricos na apoloética.
Critérios e notas consideram a tradição Pentecostal Clássico (Assembleia de Deus)
Análise gerada por IA em 14 de setembro de 2026 · entenda a metodologia e os limites →
Assembleia de Deus em Belém CNPJ: 04.969.945/0001-77 Banco Bradesco Agência | 2398 C/C 0123501-9 DÍZIMOS E OFERTAS VIA PIX: Dê seu dízimo e oferta de maneira prática e segura direto pelo PIX. Chave PIX (e-mail) — contribua@adbelem.org.br Chave PIX (telefone) — 91981642424 _ Outras Playlists: Cultos e Celebrações: • CULTOS — ASSEMBLEIA DE DEUS EM BELÉM Escola Bíblica Dominical: • EBD — ASSEMBLEIA DE DEUS EM BELÉM Acompanhe também: / adbelempaoficial Site oficial: https://adbelem.org.br _ A Assembleia de Deus em Belém nasceu em 18 de junho de 1911, em Belém do Pará, pelas mãos dos missionários suecos Daniel Berg e Gunnar Vingren — a primeira igreja Assembleia de Deus do Brasil, reconhecida até hoje como a "Igreja Mãe das Assembleias de Deus no Brasil". Cheios do Espírito Santo, nossa missão é: adorar a Deus, manter comunhão com os irmãos, evangelizar e discipular as nações, servir a Jesus, à Sua Igreja e ao próximo, vigiar e orar até Jesus voltar. Ao longo de mais de 115 anos, essas promessas a Assembleia de Deus em Belém tem experimentado e testemunhado, para o louvor da Sua glória — anunciando Jesus a todas as pessoas. __ Produção: Boas Novas Belém e Mídia — Assembleia de Deus em Belém Agradecimento especial a todos os voluntários das equipes de Comunicação Boas Novas Belém e Mídia por participarem da transmissão e captação. __ #AssembleiadeDeus #ADBelem #adbelempaoficial #BoasNovasBelem #IgrejaMãe
Deus que eu poderia >> [música] >> อ Avenida Presidente Vargas recebeu mais um desfile em alusão à independência do Brasil no dia 7 de setembro e a Assembleia de Deus esteve presente, reafirmando seu compromisso e zelo à nossa nação. Neste domingo, no culto da família com escola dominical, estudamos o capítulo 11 do livro de Daniel, um livro profético sobre a soberania de Deus. >> Deus tem um plano para cada um. Cada um desses reinos, Deus sabe o que vai acontecer individualmente. E eu posso dizer algo para você. Deus tem um plano individual. Ele sabe o que vai acontecer exatamente na sua vida e na sua história. >> Celebramos também a ceia do Senhor. Rodeamos a mesa de Cristo em comunhão e em memória dele. Na terça-feira nos reunimos no culto da Assembleia de Deus em adoração. >> Nada pode [música][canto] declarar o louvor do meu coração. Os manhos [música][canto] eu abro mão. Eu quero mudar. >> Seguimos avançando e mobilizando para a construção da Catedral Evangélica do Brasil, no Rio de Janeiro. Faça parte dessa história. Contribua. Mais uma semana concluída na expectativa do que o Senhor fará [música] nos próximos dias. >> Meus irmãos, bom dia. Paz do Senhor. Senhor. >> Se coloque de pé. Vamos adorar o nome do Senhor Jesus nessa manhã com o hino da arpa de número 111, que é mudança. [música] O meu amor Jesus vindo ele o meu [música] coração. Me paz, [canto] deu-me gozo e luz entrando no meu coração. Entrando [música] no meu coração, entrando no teu coração. [música] Dança [canto] em mim fez o meu coração. [música] [música] Vindo ele o meu coração. [canto] Eu andava perdido. Jesus me salvou entrando no meu coração. [música] Meus pecados se encontra, seu sangue lvou. Vindo ele é o meu [música][canto] coração. Deus meu coração [música] amor meu coração que mudança [música][canto] em mim presa Jesus. Vi el o meu [música][canto] coração e agora do céu a certeza me deu entrando no meu coração. Seu espírito [música] seu [canto] concedeu concedeu ao meu coração. Entra [música] no meu coração. [música] meu coração. [música] Que mudança em mim fez o meu [música] bom Jesus. Velia o meu coração. [música][canto] Pelo vale da morte não deo passar com ele no meu coração. [música] A cidade [canto] celeste me vai transportar o guardado meu coração. [música] Entrando lou no teu coração. [música][canto] coração e mudança [música][canto] em mim fez o meu voz Jesus [música] o meu coração. [música] >> Quantos podem aplaudir o nome do Senhor Jesus nessa manhã? Aleluia. Você pode cumprimentar a irmã que está ao seu lado. Dê a paz do Senhor a ele. A paz do Senhor a ela. Diga: "Que bom que você veio nessa manhã escola bíblica Dominical adorar ao nome do Senhor Jesus e bendizer a ele aqui neste lugar. Aleluia! Viemos aqui com o único intuito de celebrar e adorar a ele aqui nessa manhã. Quantos podem adorar a ele? Quantos podem dizer um glória a Deus? Um aleluia! Celebrar a ele? Pois a sua presença já é real. >> [música] >> Vai haver festa no céu que vai [música][canto] ter anjosando. A igreja de Jesus vai tá glorificando [música][canto] naquele grande banquete. O noivo vou abraçar. abraçar. >> [música][canto] >> Se prepare, meu irmão, para com Jesus se encontrar. [música] E vai ser anjos [canto] no alto, a igreja de Jesus [música] vai glorificando naquele grande [música] banquete o noivo vãoar. [canto] Se prepare [música] meu irmão para se encontrar. Muitos crentes vão sumir sem deixar explicação. Carlos vão desgovernar e perder a direção. [canto][música] A igreja de Jesus ninguém mais vai encontrar. [canto] Foi a rua andada que já está com Jeová. [canto] Vai [música] a festa do céu e vai ter [canto] anos e a igreja de Jesus [música] vai entrar glorificando [canto] naquele grande banquete [música] o noivo [canto] vou abraçar. Se prepare [música] meu irmão para Jesus te encontrar. >> Igreja fique ligada. Jesus Cristo vem aí. Fique como as prudentes, preparadas para subir. As provações desse mundo. Não se para comparar [canto] com aquelas maravilhas e a glória que tem lá. tem lá. [música] Vai haver festa no céu e vai ter anos. E a [música] igreja de [canto] Jesus vai glorificando naquele grande banquete o noivo vou abraçar. Te prepare meu [música][canto] iron para com Jesus se encontrar. [música] Senhor Jesus nessa manhã vai haver festa [música] no céu e vai ter [canto] anjos no igreja de Jesus vai estar glorificando [canto] [canto] [música] naquele grande banquete o noivo vou abraçar [música] se preparem [canto] meu irmão para com Jesus encontrar. Vai aber a festa no céu [música][canto] e vai ter e vai ter a igreja de Jesus [música] vai entrar glorificando daquele grande banquete o noivo [música] vou abraçar. Se prepare teu irmão para com Jesus se [canto] encontrar. >> Quantos querem encontrar o Senhor Jesus? Aleluia. Quantos vieram adorar a ele? Você pode erguer as suas mãos aos céus. e adorar. Quantos é que amam a presença do Senhor Jesus? Quantos aqui declaram que não podemos viver longe da sua presença? [música] Sua presença que ainda cura, que ainda liberta, que ainda transforma, batiza com o Espírito Santo e é viva no meio da igreja. Eu quero te convidar a declarar aqui, meu irmão, [música] que tudo é perda se não temos a presença do Senhor, de que nada vale termos grandes nomes, grandes negócios, [música] se não termos a presença do nosso doce amigo Jesus. Tudo [música][canto] é perda se eu não tenho a ti. A tua graça é o que me basta. [canto][música] Sem [música] você não sei para onde. Sem tua [música][canto] presença nada importa. Do que [música] adianta [canto] eu ganhar o mundo inteiro e a minha [canto] alma se [música] perder sem ti, Senhor. [canto] O que [música] adianta eu [canto] juntar os meus tesouros e me esquecer daquele que [música][canto] me amou? Se eu não tenho a ti, não tenho [canto] nada, nada eu serei sem ti, [música] Senhor. Senhor. Só [canto][música] tua presença é o que me bosta. Eu te [música] levarei [canto] por onde eu for. >> [música] >> Oh, do que adianta [canto] eu [música] ganhar o mundo inteiro? Você pode dizer: "E a minha [música][canto] alma se perder em ti, Senhor? [canto] O que adianta [música] eu juntar os meus tesouros?" [canto] [música] e me esquecer daquele que [música] me amou. Se eu não tenho a [canto] ti, não tenho tenho nada, [música] nada eu serei sem ti, Senhor. [música] Só tua presença [música] é meada. meada. Eu [música] te levarei do do [música] teu não tiho nada, [música] nada eu serei [música] sem ti, Senhor. Quando a [canto] presença é [música] deça, eu te levarei [música] por onde por onde eu vou. [canto] [música] Quantos amam a presença de Jesus? Quantos podem pedir [música][canto] mais a glória dele aqui nessa doce [música] presença [canto] que já encheu este lugar? [música] Tua presença é o que me passa. Ah, Ah, quem [música][canto] sou eu sem teu amor, Senhor? [música] [música] Tua presença é o que me [música] basta. Quem sou eu? Sim, será que você pode erguer as suas mãos aos céus nessa manhã e declarar? [música] que me passa. [canto] [música] Quem sou eu teu amor, [canto] Senhor? Diga: "Tua [música] presença, tua presença [canto] é o que [música] me passa. Quem sou eu em teu amor, [música] Senhor? Senhor? Se eu [canto] não tenho a ti, não tenho nada, [música][canto] nada. Eu serei em ti, Senhor. [música] A presença de de [música] eu te levarei [canto] por por >> quero te convidar que você [música] diga [canto] se eu não tenho a ti não tenho [música] [música] nada [música] eu serei sem ti senhor. >> [música] >> Só tua presença [canto] eu vim me baixar. [música] >> Eu [canto] te levarei por onde eu vou. [música] Eu vou orar. Eu vou orar. [canto] Eu vou orar. [música] Porque quando eu oro, tu te revela. A mim [música] eu vou orar. Eu vou orar. Eu vou [música] orar. Eu vou orar. Quando eu oro, tu te velas. [música] Digo, eu vou orar. Eu vou orar. Eu vou orar. Eu vou orar. Eu eu [música] vou orar. Eu olho tu revela. [música] Eu vou orar. Eu vou [música] orar. [canto] Eu vou orar. Eu vou orar. [música] Eu vou orar. Porque quando eu oro, as [música] cadeias se camera, diga: Eu vou buscar, eu vou buscar. [música] [música] Eu vou buscar. a glória dele faz a [música] sua presença. [música] Eu vou buscar, eu vou buscar, eu vou buscar. [música] Eu vou buscar ele, eu vou buscar. Você que é o meu busco. [música] [música] [canto] Eu vou orar, eu vou orar, eu vou orar. >> [música] >> Porque quando eu oro, as cadeias são rompidas, enfermos [música] são curados ao som da [canto] oração, ao som do [música] clamor. [canto] Quantos vieram buscar [música] mais de Deus? Diga, eu vou buscar. Eu vou [música] buscar. Eu vou buscar, eu vou buscar. Eu eu vou buscar porque eu [música] tu te a mim. Eu vou buscar, eu vou buscar, [música] eu vou buscar ele. Eu vou buscar. Porque quando eu [música] tu te revelas. E o que seria de mim? [música] Sem ti, sem [música] o que seria de mim. Senti, [música] senti, senti [música] o que seria de mim. Sente, [canto] Jesus, sente. Será que você pode declarar isso a ele aqui nessa manhã? O que seria [música][canto] de nós? O que seria? Nós [música] não somos nada sem a tua presença. presença. Precisamos de ti. Somos [música] dependentes [canto] de ti. Somos dependentes de ti [música] para adorar, para levantar, para andar, para [música] pregar, para fazer o que seria. O que seria de mim? [música] Sente. [música] Sente. Dig o que seria, o que seria de mim. mim. Senti, [música] sente, senti. [música] Glória a Deus. Aleluia. >> [música] >> A paz do Senhor Jesus, meus irmãos. Glória a Deus. Que bênção. Hoje nós chegamos ao estudo 12, portanto, capítulo 12 do livro do profeta Daniel. Nós estamos em uma maratona de descoberta. a respeito deste livro que é tão precioso precioso para nós cristãos. E hoje nós vamos estudar o último capítulo do livro do profeta Daniel, Daniel, que é o capítulo 12. E eu quero convidar os irmãos a abrirem as suas Bíblias em Daniel, capítulo 12. A nossa leitura será do versículo 1 ao versículo de número 13, né? Faremos aquela leitura já conhecida de todos os irmãos. Eu leio um versículo, os irmãos o outro após mim, até chegarmos a ao final de toda a leitura sugerida. E para o nosso estudo de número 12, nós temos um tema. O tema é a ressurreição e o tempo do fim. O nosso texto auro está no capítulo 12, versículo 2, que diz: "Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para vida eterna e outros para vergonha e horror eterno." A nossa verdade prática diz: "A esperança da ressurreição e da recompensa eterna nos animam a perseverar em meio às tribulações, né?" Então, nós temos aí a nossa verdade prática que já nos dá o norte, mostrando que o capítulo de número 12 é um capítulo de esperança, não de medo, não de caos, mas é um capítulo de esperança. Então, vamos ler a palavra do Senhor nosso Deus. Eh, Daniel, capítulo 12, versículo primeiro ao versículo de número 13. Leio um versículo, os irmãos, o outro após mim. Diz a palavra do Senhor. Nesse tempo se levantará Miguel, o grande príncipe, o defensor dos filhos do teu povo, e haverá tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até aquele tempo. Mas naquele tempo será salvo o teu povo, todo aquele que for achado inscrito no livro. os irmãos, >> os que forem sábios, pois, resplandecerão como o fugor do firmamento, e os que a muitos conduzirem à justiça como as estrelas, sempre e eternamente. Então eu, Daniel, olhei e eis que estavam em pé outros dois, um de um lado do rio, o outro do outro lado. Ouvi um homem vestido de linho que estava sobre as águas do rio, quando levantou a mão direita e a esquerda ao céu, e jurou por aquele que vive eternamente, que isso seria depois de um tempo, dois tempos e metade de um tempo. E quando se acabar a destruição do poder do povo santo, estas coisas todas se cumprirão. >> E ele respondeu: "Vai, Daniel, porque estas palavras estão encerradas e seladas até o tempo do fim. Depois do tempo em que o sacrifício diário foi tirado e posta à abominação desoladora, haverá ainda 1290 dias. todos nós. Tu, porém, segue o teu caminho até o fim, pois descansarás e ao fim dos dias te levantarás para receber a tua herança. Senhor Deus e Pai, te pedimos, ensina-nos nesta manhã. Teu povo está cedendo para receber o conhecimento que vem da tua palavra. Que o Senhor possa falar aos nossos corações em nome de Jesus. Amém. E amém. Os irmãos podem assentarse glorificando e exaltando ao nome do Senhor nosso Deus. Queridos, nós estamos diante de um texto bíblico, eh, que aparentemente, a leitura ela é simples, mas a interpretação do conteúdo desse capítulo, ela não é tão simples assim, pois até mesmo o próprio Daniel, que era aquele que estava recebendo a mensagem, que está contida nesse capítulo, disse: "Senhor, eu não entendo, né?" E isso mostra o tamanho da complexidade que este capítulo tem. E ele se torna, eh, na minha visão, é importante dizer isso, na minha visão, um dos capítulos do livro de Daniel mais difícil de interpretar. Por que que ele se torna difícil de interpretar? Porque geralmente quando nós lemos o capítulo de Daniel, o capítulo de número 12, e especialmente aqueles que têm um amor, né, ou um interesse maior em estudar a escatologia, provavelmente vai ser tentado a interpretar esse capítulo conforme a lupa escatológica que ele já tem. Então, eh algumas pessoas ao interpretar esse capítulo pode, podem, melhor dizendo, eh, incorrer em algumas imprecisões exegéticas. Então, a gente, eh, entende que toda a leitura bíblica ela deve ser necessariamente feita. Eh, massimamente nós eh devemos abandonar aquilo que a gente chama de os nossos pressupostos, ou seja, informações pré-recebidas ou informações recebidas antes da leitura bíblica. Por que que a gente deve fazer esse esforço de abrir mão de certas leituras ao ler a Bíblia para que nós não sejamos tentados a interpretar a Bíblia a Bíblia? com a nossa própria ótica, mas sim a Bíblia falar o que de fato ela quer falar. Então, esse capítulo para nós estudiosos da Bíblia se torna um capítulo bem mesmo difícil de se interpretar, porque vez ou outra nós somos eh puxados para a nossa visão escatológica, para a nossa própria teologia. E às vezes esse capítulo ele eh prega em nós aquilo que a gente chama de algumas peças, né, teológica, hermenêutica e exegética. Então eu tive uma grande preocupação em pedir ao Espírito Santo, fala aquilo que o Senhor já falou. já falou. >> Revela-me apenas aquilo que o Senhor já falou. tá dito, tá mostrado, tá falado, tá revelado. Então eu não tenho aqui a pretensão de dizer, vamos descobrir a pólvora ou vamos inventar a roda. pólvora e a roda eh já estão aí e nós apenas iremos falar aquilo que talvez todo mundo já saiba, mas isso não desmerece em nada o conteúdo da mensagem, porque nós às vezes precisamos voltar a novamente aquilo que já adquirimos como conhecimento para eh até ressignificarmos certas coisas que nós já temos e por certas. Então, hoje nós estamos diante de um capítulo desafiador. E para a compreensão desse capítulo desafiador, nós temos aí na nossa revista da EBD um mapa, né, que nos guia, que nos leva diretamente a a essa compreensão desse capítulo. E o mapa é dentro daquela proposta que todos nós já estamos familiarizados, né? Esse capítulo nós dividimos eh necessariamente ele em três tópicos, né? E os três tópicos estão aqui aparecendo eh no telão. Primeiro, falaremos sobre a proteção de Deus para o seu povo. Falaremos sobre o surgimento de Miguel, o protetor. Falaremos sobre a angústia sem precedentes e o livramento dos inscritos no livro, né? No segundo tópico, vamos abordar um tema bem espinhoso, que é a respeito da ressurreição dos mortos, não é? Falaremos sobre os mortos que ressuscitarão para a vida eterna. Falaremos sobre os mortos que ressuscitarão para o desprezo eterno. E falaremos também a respeito da recompensa eterna para os sábios. Por fim, eh, no último tópico, falaremos sobre a esperança dos fiéis no tempo de do fim, né? A revelação selada, o saber se multiplicará e a expectativa final, né? Então aqui nós temos basicamente um guia, um mapa para compreendermos todo este capítulo. Mas vamos voltar pra Bíblia. Quem tá de Bíblia aberta, nós vamos aqui abordar esse primeiro tópico do nosso do texto do capítulo de número 12 de Daniel e vamos falar necessariamente agora sobre o surgimento de Miguel, o protetor. Vamos lá. Quem tá de Bíblia aberta, leia comigo o capítulo 12 e o versículo de número um. E que diz assim com essas palavras, exatamente com essas palavras. Nesse tempo se levantará Miguel, o grande príncipe, o defensor dos filhos do teu povo. Veja só, a o capítulo de número 12 começa com uma informação. E a informação ela agustaça a nossa curiosidade. Por quê? O capítulo de número dois começa nos informando. Nesse tempo se levantará Miguel, o grande príncipe, o defensor dos filhos do teu povo. E a pergunta ou a curiosidade que surge é: Que tempo? Eh, qual é o tempo que Daniel está se referindo, que Deus está se referindo? Eh, que Miguel se levantará? A outra pergunta é: quem é Miguel? Qual o propósito dele? Anteriormente ele já foi revelado, já foi mostrado na Bíblia Sagrada, na literatura de Daniel. Então, essas perguntas aí surgem aqui diante desse capítulo. E é importante dizer que quando nós falamos naquele tempo, a uma grande maioria dos intérpretes da Bíblia apontam aquele tempo para um tempo futuro, especificado no próprio versículo que fala sobre o dia de grande angústia, o dia de tribulação, em que nesse tempo Miguel será o protetor de Israel, né? É uma interpretação que alguns fazem. que aquele tempo é uma um um necessariamente Deus apontando para o futuro, falando sobre a grande tribulação. Mas eu prefiro entender de maneira eh única que a literatura de Daniel é uma literatura única e ela está totalmente amarrada. E eu prefiro entender ou prefiro a interpretação que diz que naquele tempo é uma continuação, é necessariamente a conclusão do capítulo de número 11, capítulo esse que nós já estudamos domingo passado. Então, naquele tempo, é necessariamente o capítulo de número 12 se reportando aos acontecimentos do capítulo de número 11. Ou seja, o que é que nós temos aqui? Nós temos aqui uma referência temporal naquele tempo. Eu já dei aqui aos irmãos as duas explicações possíveis para eh definir que tempo é esse, né? Primeiro, eh, apontando para o futuro, o dia da grande tribulação, e o segundo é apontando exatamente para a continuidade do livro de Daniel, mostrando que o capítulo de número 12 é, na realidade a conclusão dos capítulos de número 10 e do capítulo de número 11. Por isso fala naquele tempo. Eh, agora a pergunta é interessante: quem é Miguel? Quem é esse Miguel que se levantará naquele tempo, como é sabido por todos nós? Miguel é apresentado na Bíblia como o príncipe do Senhor ou o príncipe dos exércitos eh do Senhor, né? E a palavra Miguel do hebraico para o português, o nome Miguel significa necessariamente uma pergunta ou representa necessariamente uma pergunta. E a pergunta é: Quem é como Deus? O nome Miguel significa essa pergunta: quem é como Deus, né? Então, Miguel é reconhecido na literatura cristã como um arcanjo, né? E quando a gente fala de arcanjo, é necessário nós eh nos relembrarmos. Quem já passou pelos seminários, eh quem já passou pelo Setad, né? É importante lembrar de que há no CTAD, há nos cursos teológicos uma matéria especialmente da teologia sistemática, que é angelologia. E a angelologia estuda necessariamente os anjos na Bíblia Sagrada. E Miguel é identificado como em uma das classes angelicais que nós chamamos de arcanjos. E em toda a Bíblia, na cultura cristã, existem pelo menos dois arcanjos. Um é Miguel e o outro é Gabriel. A cultura judaica diz que existem mais alguns outros arcanjos, né? Mas nós vamos nos deter aqui necessariamente nessa informação de que Miguel é um anjo do Senhor, de que ele cumpre uma função específica, especialmente no livro de Daniel, que é necessariamente a função de ser o protetor do povo do Senhor e de que esse Miguel ele está relacionado ou é encontrado em uma classe angelical de muita proeminência na Bíblia Sagrada. Ele é um arcanjo do Senhor. Então, naquele tempo, Miguel se levantará. Aí, eh, a profecia diz: "O grande príncipe, o defensor dos filhos do teu povo". Então, nós temos aqui essa informação. Por que que eu tô trazendo essa informação? Isso aqui é proposital. Eu defini quem é Miguel, mostrando na cultura cristã, na literatura cristã, na teologia cristã, quem é Miguel. é um anjo do Senhor reconhecido como arcanjo. Por que que é interessante saber isso? É porque existem algumas linhas interpretativas, que a gente até chama essas linhas interpretativas anticristãs, que compreendem que esse Miguel Agui do capítulo de número 12 do livro de Daniel seja uma tipologia de Cristo. E isso não tem nada a ver. Em nenhum momento na Bíblia em que Daniel, em que Miguel aparece, ele está apontando ou é relacionado como um tipo de Cristo. Não. Todas as vezes que na literatura bíblica Miguel aparece, ele é reconhecido, entendido como um anjo do Senhor. Então é importante falar isso porque certamente você passeando aí pelas redes, pela internet, pelas mídias sociais, você pode se deparar com essa informação de que Miguel aqui do capítulo 12 é uma referência a Cristo e não tem nada a ver. Miguel aqui do capítulo 12. E Miguel em toda a literatura de Daniel é um anjo que protege Israel, um anjo que é reconhecido como o grande príncipe do Senhor. E Jesus, ele não é reconhecido como príncipe, ele é reconhecido como Rei dos Reis, Senhor dos Senhores. Ele é o pai da eternidade. Então, o nosso Jesus todas as vezes que é apresentado na literatura bíblica, ele é apresentado como criador, como Deus. exatamente como a segunda pessoa da da da trindade. Então, nós temos aqui essa informação. É importante trazer isso aqui para que não haja confusão. Talvez alguém aí já tenha até eh se deparado com essa informação. Então, o que que nós já temos aqui? Nós já temos uma informação do que é esse tempo. Nós já temos uma informação bíblica de quem é Miguel. Na literatura bíblica, nós já fizemos uma diferenciação que não é, em hipótese nenhuma. Cristo aqui no capítulo de número 12 é o próprio Miguel. Ele vai surgir exatamente com a função de se tornar eh de ser o protetor do povo de Israel. Outra coisa interessante do versículo de número um, e nós continuamos lendo esse versículo. Você que está de Bíblia aberta, continue lendo comigo. Após entendermos essas questões todas aqui das primeiras palavras ou das primeiras linhas desse versículo, é importante dizer que a o versículo continua e agora com a informação. E haverá tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até aquele tempo, mas naquele tempo será salvo o teu povo, todo aquele que for achado inscrito no livro. será salvo. Veja só, aqui nós temos pelo menos a algumas informações interessantes. A a primeira informação interessante que nós temos nessa segunda linha desse versículo é que haverá um dia ou dias ou um tempo de angústias, né? Essa é a informação interessante que nós temos aqui. A segunda informação que nós temos é que as pessoas que serão salvas, livres no dia da dessa angústia são pessoas cujo o seu nome são achadas, inscritos no livro. Para nós entendermos essas informações, aí nós devemos primeiramente nos perguntar: "Que tempo de angústia é esse? para qual eh de do qual, melhor dizendo, Daniel está falando. Que tempo de angústia é esse? É a pergunta que vem. Outra pergunta que vem dessas informações é: que livro é esse dos nomes que são escritos, dos nomes dos salvos que são escritos nesse livro? É, é a pergunta que surge diante das palavras desse texto. Bom, quando nós falamos de dias da angústia, é importante identificar que em toda a literatura bíblica, a Bíblia fala sobre diversos dias da angústia. Por exemplo, o cativeiro é identificado na Bíblia como um dia de angústia para Jacó. Alguns episódios caóticos e tristes são identificados na Bíblia como um dia de angústia. angústia. Mas aqui o profeta Daniel, ele está falando necessariamente de um tempo estabelecido, cujo todo esse tempo é identificado como um tempo de angústia, ou seja, é algo muito mais específico do que um dia qualquer de angústia. E quando nós vamos para a literatura bíblica, por exemplo, Jeremias, capítulo de número 30, lá Jeremias fala de um tempo de angústia futuro que aconteceria não somente com Israel, mas para todo o mundo. Aí vem Jesus em Mateus, capítulo de número 24 e fala sobre o dia da grande tribulação que haverá de vir e provará todos os homens que estão na terra. Aí vem Apocalipse e revela para nós como se dará essa grande tribulação. Ou seja, casando a literatura de Daniel com a literatura de Jeremias, de Mateus e de Apocalipse, nós podemos facilmente, sem erro nenhum exegético, sem nenhum desvio e exegético do que a Bíblia realmente está falando, nós podemos dizer aqui que esses dias de angústia ou que esse tempo de angústia do qual se refere o profeta Daniel é exatamente O período da grande tribulação é esse período. Aí você pode me perguntar, mas pastor, o que é a grande tribulação? Bom, é esse tempo de angústia que Daniel profetizou. E Jesus usando a literatura de Daniel em Mateus, capítulo de número 24. E eu quero até convidar você a abrir a Bíblia em Mateus, capítulo de número 24. Afinal de contas, nós estudamos a Bíblia aqui na nossa EBD. Então, abre a Bíblia em Mateus, capítulo de número 24, e nós vamos ver como é que se dará esse dia da angústia, né, que o Senhor ou que a palavra do Senhor nosso Deus eh fala para nós, né? Vamos lá. A Bíblia Sagrada nos informa em Mateus, capítulo de número 24, versículo de número 15 em diante, nós vemos Jesus falando as seguintes palavras: "Quando, pois virdes o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel no lugar santo, aí tem entre parênteses, quem lê entenda". Então, os que tiverem na Judeia fujam para os montes. Quem estiver sobre oirado, não deça atirar de casa coisa alguma. E quem estiver no campo, não volte atrás para buscar sua capa. Ai das que estiverem grávidas e das que amamentarem naqueles dias. Orai para que a vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado, porque nesse tempo haverá grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e jamais haverá. Não se tivessem eh não se tivessem aqueles dias sido abreviados, ninguém seria salvo. Mas por causa dos escolhidos e tais dias serão abreviados. Então, se alguém vos disser: "Eis aqui o Cristo" ou "Ei lá, não acrediteis, porque surgirão falsos Cristos, falsos profetas, operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos. Vede que vulo tenham predito. Portanto, se vos disserem: "Eis que está no deserto, não saiais. Ou eio no interior da casa, não acrediteis, porque assim como o relâmpago sai do oriente, se mostra até o ocidente, há de ser a vinda do filho do homem. onde estiver o cadáver, aí se ajudarão os abutres. Ou seja, Jesus interpreta para nós esse tempo de angústia usando a lupa, né, ou a lente da profecia de Daniel, revelando a nós que esse tempo da angústia é o período da grande tribulação, né? E como é que nós entendemos esse período da grande tribulação? Detalhe, o que eu vou falar aqui é a maneira, é a forma como nós, né, crentes, assembleanos, pentecostais, bíblicos e fervorosos, entendemos isso aqui. Se você é de outra [grito] escola teológica, por favor, não gere polêmica. [risadas] Mas isso aqui é a forma como a gente entende, como a gente compreende e é exatamente pautado nas escrituras. Como é que nós entendemos o período da grande tribulação? Bom, nós entendemos o período da grande tribulação como um período em que Deus julgará a humanidade por causa de seus pecados. Quando a gente ler Apocalipse, nós vemos lá que o Senhor fala de uma taça, um cálice da ira de Deus que está sendo preenchido, enchido dia após dia. E essa taça será derramada no dia da grande tribulação. Então, quando Deus julgar a humanidade, essa forma de julgamento que o Senhor trará é também através da grande tribulação. Então, nós compreendemos pela leitura de Daniel que a grande tribulação, ela terá um período de 7 anos, onde o Senhor julgará a humanidade por causa de todos os seus pecados. Por que que eu estou sendo bem enfático e dizendo que o Senhor julgará a humanidade por causa dos seus pecados? É porque a igreja será livre, a igreja escapará da grande tribulação. Todos que invocarem [grito] o nome do Senhor serão livres da grande tribulação. Então o que é que nós entendemos? É que o Senhor guardará o seu povo desses dias da angústia. >> Amém. Por que que eu disse que o capítulo 12 do livro de Daniel não é um capítulo para nos trazer medo, mas é um capítulo de esperança. Porque apesar de revelar o juízo futuro de Deus que virá, ele também revela a graça de Deus, a bondade de Deus, ov, o favor de Deus, a misericórdia do [grito] Senhor. que o Senhor livrará todos que se achegarem a ele >> com coração dobrado, com a mente dobrada, com espírito dobrado, com coração contrito, o Senhor livrará daquele grande dia. Então, quem quer se livre do dia da angústia, se achegue cada dia mais ao Senhor. Corra para os pés do Senhor. que não é uma receita de bolo prontinha, não é a palavra de Deus dizendo que a única forma de nós escaparmos desse tempo de angústia é buscar em Deus refúgio. >> Amém. >> Quem pode dar glória a Deus aí? >> Glória a Deus. >> Então, a gente já entendeu aqui, né, sobre esse período de grande tribulação. Eh, tem muita coisa, irmãos. Mas e tem muita coisa aqui que é debate teológico, né? Então, a nossa função aqui não é estabelecer um debate teológico. A nossa função aqui é mostrar você a esperança que há em Cristo. Porque em Cristo você é livre de todo juízo. Em Cristo você é livre de toda condenação. Em Cristo você é livre de toda e qualquer de todo e qualquer flagelo que há de vir sobre este mundo em Cristo Jesus. Então essa é a nossa função, esse é o nosso interesse. Outra coisa interessante nesse capítulo ainda, no capítulo de número um, na última linha desse capítulo, é que a Bíblia fala que haverá um grupo de salvos, né, no período da grande eh no período do grande sofrimento, da grande angústia, que nós já identificamos pela leitura bíblica como sendo o período da grande tribulação e já explicamos o que é esse período da grande tribulação. Então, a Bíblia fala que haverá livramento para todos aqueles cujos seus nomes estão inscritos no livro. >> Isso aqui é interessante. Por que que é interessante? Porque aqui Daniel diz no livro, né? No livro. E quando a gente fala de salvação, nome escrito no livro, nós não temos como fugir fugir daquilo que está em Apocalipse. E todo aquele cujo seu nome foi achado no livro da vida do cordeiro, será salvo. Ou seja, novamente, somente Jesus tem o poder de nos livrar de toda tribulação. De toda tribulação. Somente Jesus pode nos dar salvação. E é interessante que em Lucas, capítulo de número 10, quando Jesus mandou os discípulos irem evangelizar de dois em dois, aí eles ficaram maravilhados porque eles expulsaram os demônios. Eles salvaram vidas, fizeram uma obra extraordinária nos territórios dos samaritanos. Eles retornaram jubilando e glorificando a Deus. Aí Jesus diz: "Olha, eu vi Satanás caindo como um raio, como relâmpago do céu. Mas eu quero lhes dizer uma coisa. Não vos alegreis, porque os demônios se vos sujeitam, porque vocês curam em meu nome. Se alegrai-vos, porque o vosso nome está arrolado, escrito no livro de Deus. >> Aleluia! Então, para nós, a [grito] maior alegria é saber que nós temos em Cristo garantia de salvação e que até o nosso nome Cristo escreveu em seu livro para dizer: "Esse não se perde, esse já tá ganho, está salvo, está liberto." >> Aleluia. Então, crente tem garantia de salvação. O teu nome está escrito no livro da vida. Amém ou não? Amém. >> Amém. >> Glória a Deus ou não? Glória. E meus irmãos, a hora passa, né? O tempo voa aqui, né? Então, a gente já entendeu todo esse tópico, sim ou não? Amém. Ó, [risadas] agora, olha só, chegamos no segundo tópico que é a ressurreição dos mortos. Bom, Daniel na sua literatura, no capítulo de número 12, e eu peço que você abra a Bíblia Sagrada aí, ainda no capítulo de número 12, no versículo de número dois, Daniel começa esse versículo dizendo assim: "Olha, muitos dos que dormem". Quando eu li isso aqui, muitos dos que dormem, isso aqui me chamou muita atenção, porque quando a gente coloca muitos, nós estamos aqui tendo uma partícula que não é generalizante, porque Daniel não diz todos os que dormem. Aqui Daniel diz muitos que dormem. Isso aqui nos leva a crer. E eu até pesquisei em todas as versões da Bíblia que eu pude ler, né, que eu tenho em casa. Eu fui pesquisar, porque isso me chamou atenção, e fui ver as traduções. A única tradução que fala diferente disso aqui é ACF, que é a tradução da Kick James, que diz: "Multidões e multidões que dormem, né?" Multidões e multidões que dormem. Mas mesmo assim, isso aqui não é uma partícula generalizante. Isso aqui é uma partícula que limita. Não é todos os que dormem, é muitos os que dormem. Então, o que que a gente entende aqui é que isso aqui é proposital muitos que dorme significa dizer que haverá uma ressurreição de todos, mas nem todos os que ressuscitarem >> ressuscitarão para a salvação. >> Haverá alguns que ressuscitarão para o desprezo e o horror eterno. Então, é por isso que isso aqui é proposital. Haverá duas multidões, uma multidão para salvação e outra multidão para perdição. E alguém diz: "Meu Deus, Deus é mau. Deus criou as os seus filhos, os homens para perdição." Não há uma porta >> chamada Cristo >> aberta aqui. >> E dessa porta nós falamos todos os dias incansavelmente dizendo: "Entrem por elas, >> entrem por elas e sejam salvos". É por isso que nós não falamos do inferno, muito embora a pregação do evangelho já deixe também explicitada a realidade do inferno. Mas nós não falamos do inferno, porque a nossa pregação não é uma pregação de desgraça. A nossa pregação é pregação de salvação. Então, quem quer ir pro céu, entre nessa porta chamada Jesus. Porque naquele grande dia, quando Jesus ressuscitar, você ressuscitará para a salvação. >> Amém. Amém. Amém. >> E olha, >> me fizeram, pastor Felipe, uma vez uma pergunta pergunta na na verdade um desafio. E o desafio foi: "Pastor, prova para mim que a crença da ressurreição não é um delírio religioso. Eu já fui desafiado assim. Quem já foi desafiado? desafiado? prova para mim. Ó, algumas pessoas foram aí, irmãos. Eu eu gosto de desafios e tem alguns desafios que a minha esposa me controla para não entrar neles, porque senão eu eu não quero parar, né? E me pediram isso. Prova para mim que a ressurreição não é um delírio religioso. religioso. E tem várias formas de provar. Primeira forma de provar é que a ressurreição, ela é uma crença historicamente fundamentada e ela não foi inventada pelo cristianismo. Por a ressurreição é uma crença que é identificada no judaísmo do século I antes de Cristo. Daniel capítulo 2, capítulo 12 versículo 2. Também a ressurreição, ela é identificada em textos que nós chamamos eh textos que foram produzidos no período intertestamentário. A ressurreição também ela é identificada nas tradições rabínicas e também em movimentos judaicos minoritários antes de Jesus. Ou seja, a crença da ressurreição já existia antes do cristianismo. Ela não é uma invenção de um grupo isolado. É mais e mais do que movimentos religiosos. A crença da ressurreição, ela está apoiada em tradições já antes do cristianismo. Outra coisa interessante é que a ressurreição de Jesus, ela tem evidências históricas independentes da fé. Por exemplo, historiadores que não são identificados como tendo a fé cristã reconhecem pelo menos três fatos. Primeiro, Jesus existiu. Segundo, ele foi crucificado. Terceiro, os seus seguidores afirmam que o viram vivo depois da morte, né? Glória a Deus. Ou seja, a maior defesa da ressurreição, que haverá uma ressurreição, é a prova de que Jesus ressuscitou. E isso é innegável. Até os estoreadores que não creem na ressurreição tem que se dobrar e dizer: "Jesus ressuscitou, ele foi crucificado e no primeiro século um grupo de pessoas pregavam: "Eu vi ele vivo, eu vi ele ressuscitado, eu toquei nas mãos dele. Ele falou comigo, eu conversei com ele, o nosso coração ardia quando ouvíamos a sua voz." Depois nós temos também uma um terceiro argumento que a crença da ressurreição, ela é filosoficamente coerente, porque nós nos perguntamos o que acontece quando chega a morte, se existe alguma justiça final ou se a vida tem sentido além do sofrimento. Também nós acreditamos que a ressurreição, eh, a crença da ressurreição, ela é universal em todas as culturas. Como por exemplo, o Egito antigo já falava de ressurreição, a Grécia já acreditava em ressurreição. Na Índia se tem documento de povos antigos que já acreditavam na ressurreição. A China, os povos chineses já acreditavam nas na ressurreição. Povos indígenas das Américas já acreditavam na ressurreição. O judaísmo já acreditava na ressurreição. O cristianismo já acreditava na ressurreição. Até o islamismo já acredita na ressurreição. Seja, os homens, as culturas humanas acreditam que haverá uma ressurreição. Portanto, isso não é um delírio do cristianismo. E para acabar com a questão, acreditamos que a ressurreição é real, porque Cristo disse: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida. E quem crê em mim, ainda que morra, >> viverá. Aleluia! >> Eu estou sentindo a presença de Deus aqui neste lugar. >> Eu estou sentindo a presença de Deus aqui neste lugar. Eu sei que é uma aula, mas o Espírito Santo de Deus me pede. E eu quero pedir a você, você pode levantar suas mãos aos céus agora. agora. Você pode levantar as mãos aos céus agora. Eu quero com essa palavra dizer, a nossa vida do começo ao fim é pautada na esperança. E essa esperança se chama Cristo. Cristo de fato morreu, mas ressuscitou para nunca mais morrer. [risadas] E quando ele voltar do céu com alarido, com trombeta de Deus, com voz do arcanjo e chamar desde a eternidade aqueles que já dormem no seio, no pó da terra, aqueles de eras, de gerações, de décadas e de milênios. Aqueles que ouvirão a voz do Senhor [grito] acordarão para a vida eterna. Essa é a nossa maior esperança. >> Aleluia. É por isso É por isso que em velório de crente tem cantoria. É por isso que em velório de crente tem choro. Tem. Porque é mente, querido, que nós vamos nos separar. Mais frequentemente em velório de crente se canta aquele hino, ó. Que saudosa lembrança tenho de ti, ó Sião. Terra que eu tanto amo, pois és do meu coração. Eu para ti voarei. Quando o [canto] Senhor meu voltar, pois ele foi e breve vem me buscar. me buscar. Sim, Sim, eu eu confiarei por essa terra de além. E lá E lá terminarei as muitas lutas de a quem [canto] lá lá está está meu bom Senhor, a qual eu desejo [canto] ver. ver. Ele é tudo para mim e sem ele eu não posso viver. Por que que a gente canta? Porque há esperança além dessa vida. Por que que a gente canta? Porque Cristo nos garante uma ressurreição para a vida eterna. Por que que a gente canta? Porque o nosso Cristo morreu e [grito] ressuscitou e nos garante vida eterna. >> Aleluia. Então, eu nem vou falar daqueles que ressuscitarão para o cartigo, cartigo, mas eu quero falar daqueles que ressuscitarão para a glória, para a vida eterna. eterna. É por isso que a gente não teme a morte. É por isso que a gente não tem medo de morrer, morrer, porque a gente sabe que morrer é apenas uma passagem para encontrar-se com o Senhor. Pode perguntar para qualquer irmão que tá aí, que tem a certeza de sua salvação, não tem medo. Já diz: "Tomara que Cristo venha agora. seja arrebatado me encontre logo com ele. Não tem medo. Domingo passado nós seputamos uma amiga, irmã Célia, uma amiga que durante anos construímos uma história de amizade, de troca, de experiência. É uma mulher que dispensa a apresentação e uma das coisas que ela sempre dizia era: "Eu tenho saudades do céu". Aí eu eu fiquei me perguntando como é que alguém pode ter saudade de um lugar de onde nunca foi. Aí eu me lembro da Bíblia que a saudade do céu se dá exatamente por causa do nosso anelo de se encontrar com o Senhor. E ela dizia: "Eu não tenho medo. Eu tô pronta para me encontrar com Jesus a qualquer hora, a qualquer momento. E a morte não causa mais pavor. Por quê? Porque a terra vai ter que dar conta de tudo que sobrar no leito dela quando o Senhor me chamar [grito] para a vida. Então eu quero concluir, tem outro tópico, mas eu vou deixar para o próximo professor da última lição do domingo que vem para abordar. Mas eu quero concluir falando duas coisas. Ainda tem 2 minutos. Eu quero concluir falando duas coisas. A primeira, o livro de Daniel é um livro de esperança. É um livro de esperança. a gente olha para tudo o que Daniel oferece, mas no final de tudo a gente vê que a bondade, o amor, a misericórdia, a soberania de Deus está orquestrando tudo para que todos possam ter o privilégio ou o direito ou a oportunidade de em Cristo serem salvos. E por fim, eu quero dizer uma coisa, que no final do capítulo o Senhor dá um dos conselhos que eu assim peguei para mim. O Senhor disse, Daniel disse: "Senhor, eu eu não entendo". Aí Deus disse: "Basta, cela o livro, não vou te explicar, tá encerrado, cela". cela". Ou seja, falando de coisas escatológicas, a gente não vai saber de tudo. tudo. Basta ter esperança da ressurreição em Cristo e basta saber que Cristo voltará. E acabou, [risadas] acabou. Ele vai voltar. Aí se é pré, aí se é pós, aí se é a milenista, se é pré-milenista, se é meso tribulacionista, se é Eu pouco estou preocupado com isso, porque independente do que você fala ou prega, Cristo vai voltar e ninguém sabe de tudo. [risadas] [risadas] Cristo vai voltar. Aí, outra coisa, o Senhor diz a Daniel, pastor Felipe, pastor Samuel, o Senhor diz a Daniel, ô Daniel, vai e vive a tua vida. Para de tá se preocupando. É, vive a tua vida, rapaz, e vive bem. Depois tu vai ser acordado para receber, mas vive bem. Aí tem crente preocupado que quer entender o relógio profético. Vive tua vida, rapaz. Deus tá no controle de todas as coisas. Aí aqueles que gostam da escatologia, que eu chamo de escatologia conspiracionista, tudo tá ligado e ele fica ali preocupado isso ou aquilo. A vacina é um sinal, a o chip é a marca da besta e isso é aquilo. Aí o camarada entra em parafuso, para de bobeira. Ninguém vai saber de tudo. Vive a tua vida confiando que Deus é o dono da história e que ele está no controle de tudo. E se quiser ser salvo, há uma porta de salvação chamada Jesus Cristo. Que Deus e Cristo nos abençoe em nome de Jesus. Jesus, quero [música] declarar teu nome sobre toda [música][canto] mente, coração. Declaro que [música] a esperança [canto] e liberdade. Clamo Jesus. >> [música] >> Jesus, quero declarar [canto] teu nome. Todos nósos dessa [canto][música] geração. Declaro que a esperança liberdade [canto][música] como Jesus. [música][canto] Teu nome é cura. É [canto] poderoso teu nome [música] vida. Destrói [música] cadeias de tuas [canto] trevas vensar [música] Jesus [música] quero [canto] declarar teu nome sobre toda a opressão. [música] menos [canto][música] agora como Jesus é poderoso [música][canto] teu não vida. Eu Eu [música] só c de se fazerasar. [música] Meu nome [canto] é cura, é [música] poderoso. Meu [canto] nome é vida. [música] Care [música][canto] que sea [música] declare pelas [música] ruas ruas o nome de Jesus [canto] sobre a escuridão, [música] ele vai trazer a sua luz [canto] sobre a >> [música] >> família para meu santo nome, [música] Jesus. >> [música][canto] >> pela sua o nome de Jesus [música] [música] como ele vai poder [música] sua família [canto] para meu santo nome Jesus [música] nome. Meu nome [música] é poderoso que eu nome [música][canto] de [música] areas areas de trevas de trevas vem. [música] Teu nome é cura, é poderoso. [música] Meu nome é vida. Eu tenho cadeiras [música] de parelas [música] sem [canto] Jesus. Eu [música] quero [canto] declarar teu nome. Sim, Senhor. Sobre [música][canto] toda alma em depressão. Que ansiedade [canto] medo saiam agora. [música] Nós declaramos o nome de Jesus. Esse nome poderoso, [música][canto] nome sobre todo nome, nada resiste [música] ao nome de Jesus. Aonde ele chega, o mal tem que [música] bater em retirada. Esse nome ainda cobra, esse nome dá [música] liber [canto] [música] sobre essa [canto] família [música] o santo nome de Jesus. >> [música] >> pelas ruas no nome de Jesus [música] gerações. >> [música][canto] >> nome de Jesus [música] pelas [canto] ruas o nome de Jesus estão [música] igual ele mais sobre [música] sua família glória o santo nome Jesus. [música] Quando uma geração é plantada por Deus, certamente é regada pela [música] oração. >> O crente que tem profundidade vai buscar no secreto. Aqui em cima pode ter ventania, pode ter tempestade, pode ter temporal. Pode tá tudo ruim, não cai. >> Na missão com jovens da Assembleia de Deus em Belém, é assim, eles oram, florescem e frutificam. Aqui a fé é movimento, é entrega, [música] coragem e compromisso. Compromisso com a palavra de Deus que leva a missão aos lugares mais improváveis para anunciar esperança. Na Rádio Boas Novas anunciam Jesus por meio da comunicação, [música] nos cultos semanais, palavra e salvação. Nos lares, células missionárias e muita comunhão. Nas ruas e praças da cidade, eles [música] caminham lançando sementes que frutificarão. Mas é aqui, cenáculo de oração, que eles encontram o necessário. De joelhos dobrados, mergulham na presença de Deus e se alinham ao propósito maior. Jovens ativos e aliançados com o reino. Uma geração que ora, evangeliza, serve e acredita que ainda há muito a fazer. Porque quem [música] está enraizado em Deus não apenas cresce, floresce e frutifica. Dê um aplauso bem forte a Jesus. Se você tá feliz nessa manhã, que alegria, que privilégio nós temos de compartilhar desse ambiente, de tudo que Deus tá fazendo e de receber essa palavra que nós recebemos aqui. Quantos [música] recebem com alegria Daniel capítulo 12? Que momento extraordinário nós estamos vivendo. Ah, eu tô ficando com saudade já porque domingo que vem nós vamos fechar a nossa série de estudos no livro de Daniel. E Daniel é um dos livros mais cativantes da Bíblia. Daniel é chamado de Apocalipse do Antigo Testamento. E hoje nós tivemos aqui no capítulo 12 um resumo do que vai acontecer, algo muito curto, muito sucinto. E temos tido ao longo de todas essas últimas semanas. Os primeiros seis capítulos de Daniel são capítulos históricos. autobiográficos, mas os últimos seis capítulos são capítulos proféticos, são capítulos que tratam de revelação das coisas que vão acontecer nos últimos dias. E qual é o consolo que nós temos como igreja quando nós estudamos isso? Quando Daniel eh foi usado por Deus para revelar muito do que a nós estamos estudando, a maior parte disso não havia acontecido. Não havia acontecido. Então a gente olha para trás e nós hoje temos a oportunidade de olhar para Daniel e olhar do ponto de vista de quem já viu o cumprimento de talvez 80% do que está aí. nós conseguimos constatar na história, nos reinos, ah, da forma que aconteceu. E nós temos aí um último capítulozinho que tá registrado, que tá guardado pro fim. E o capítulo 12, talvez ele ele resuma bem um pouco desse último momento que nós ainda não vivemos, mas os sinais que aí estão já apontam para tudo isso. Ah, Daniel capítulo 12 fala de alguns pequenos sinais. Se você olhar pra frente e a gente olha pro mundo ao nosso redor hoje, eh, como dizia a Biligran, a Bíblia é mais atual do que o jornal que vai sair amanhã de manhã. É impressionante quando a gente vê de guerras, a gente ouve falar de rumores de guerras, a gente escuta falar de pestilências que nós temos e vale a pena lembrar que a nossa geração recentemente passou e venceu uma pandemia. Quando a gente escuta falar de desastres naturais e tá tá acendendo um radar, um sinal amarelo para alguém de vocês. A gente liga a televisão e é impressionante o que tá acontecendo ao redor do mundo. Ontem eu tive um tempo com os meus meninos. Eu tento sempre tirar um tempinho com a Sara, um tempo com Samuel e com João. E aí tava muito calor, tá fazendo muito calor aqui em Belém. E aí o João me soltou a seguinte, ele falou: "Papai, senhor sabia que o boto corda-rosa tá morrendo, papai?" Eu falei: "Por que, meu filho? É lá no Amazonas, pai. Não é aqui no Pará, não. É lá no Amazonas. Eu: "Por qu, filho?" Porque tem um fenômeno Eloninho. Senhor, tá tá ouvindo falar do Elinho que tá aquecendo as águas? E eu tô muito triste porque o Boto quando é rosa tá morrendo. E a gente fica vendo uma criança de 6 anos de idade, mas é só a gente olhar ao nosso redor, esfriamento espiritual, apostasia que nós aprendemos aqui. Então são sinais que hoje nós olhamos tudo isso, mas no meio de toda essa tribulação e desse último capítulo que nós temos aí, que será um capítulo de de dificuldades que nunca houveram, tá no versículo um, nunca aconteceu na história da Terra. Se a gente acha que já viu um homem difícil, então esse último capítulo é um capítulo que nunca foi visto, mas a Bíblia nos dá uma esperança. Aqueles cujo nome está escrito no livro da vida, louvado seja o nome do Senhor. A esperança, a proteção que nós temos em Cristo. Eu quero mais uma vez, como sempre faço, parabenizar todos os nossos professores. Na primeira celebração, ah, tivemos o pastor Itamá falando sobre Daniel, capítulo 11. Nessa a celebração nós tivemos o pastor Enoque falando sobre Daniel capítulo 12. E no próximo domingo nós vamos fechar, nós vamos terminar o livro de Daniel. Vale a pena a gente ah fazer uma retrospectiva de tudo que nós estudamos nessa época. Nós estamos já nos aproximando da retinha final do ano. E dê uma olhadinha só como nós já avançamos na Bíblia, como nós estudamos, aprendemos. E a gente vai aprendendo tanta coisa que a gente esquece o que a gente trilhou nesse ano. Nós abrimos o ano falando sobre o profeta Ezequiel. Lembra disso? Profeta que falou do cativeiro, de toda essa experiência. Depois nós fomos pro Novo Testamento. E para você que é novo aqui no culto da família com escola dominical, nós revesamos e estudamos a Bíblia do jeito que tá aí no sumário, tá? Do jeito que se apresenta, nós aprendemos na Bíblia, fomos pro Novo Testamento e sempre revesamos Antigo e Novo Testamento. Estudamos Primeira e Segunda Timóteo, Tito e Filemon. Falamos sobre cartas pastorais, servos de Jesus, servos da igreja. Fomos pro livro de Daniel. E o livro de Daniel, eu confesso para você, assim como Ezequiel, assim como Jeremias, Lamentações, os livros anteriores do Antigo Testamento, eu nasci na igreja, eu cresci na igreja e eu nunca tive a oportunidade de estudar a Bíblia da forma que nós estamos estudando, de poder pegar livro por livro, capítulo por capítulo, aprender sobre a Bíblia. Quantos podem aplaudir o nosso Deus pelo privilégio que nós temos nessa igreja? É realmente algo extraordinário e a gente não sabe como é que vai ser a dinâmica disso, né? Como é que a gente vai pegar um capítulo 12 e trazer para uma dinâmica de culto. E cada vez que nós estudamos esses capítulos, como capítulo 11, capítulo 12, que são capítulos mais difíceis, eu quero parabenizar a liderança da nossa igreja porque nós acertamos na proposta. Realmente é algo extraordinário. Estamos fechando semana que vem o livro de Daniel. E se Jesus não voltar antes, último final de semana desse mês, nós vamos abrir a nossa série de estudos no livro de Hebreus e no livro de Tiago. E todo o material ele já está disponível, tá bom? Tô aqui na minha mão já, ó, com as revistas que nós temos eh eh para adultos que nós estudamos aqui, mas nós estudamos o mesmo capítulo em todas as faixas etárias dessa igreja. E isso é proposital. Eh, por que que nós fazemos isso proposital? E o que mais dá trabalho pra gente é formatar esse material para todas as faixas etárias. Seria muito cômodo a gente pegar crianças, por exemplo, vamos falar de dilúvio e aí pegar jovens, vamos falar de apocalipse. Qual seria o problema? É quando a família chegar em casa, sentar na mesa e for conversar, gente, o que tratou no final de semana, seria uma torre de Babel. Ninguém ia se entender. Então, o nosso esforço é aplicar esse texto a todas as realidades para que a família possa ao longo da semana estudar. E prova disso, baby, dá minha revista aqui, ó. Tá aqui na frente. Eu trouxe só a de Hebreus e de Thiago. Traz aqui a minha. Essa aqui é a de adultos. Nós temos uma de zero a 4 anos, a 3 anos de idade, perdão. Uma de 4 a 6, uma de 7 a 11. E temos uma que vai de 12 até ali 19. e a os nossos jovens, que é a revista que os nossos adolescentes estudam. Alguém tá com a revista aí que possa me emprestar aqui rapidinho ou vocês deixaram lá na classe a revista de vocês? Alguém trouxe aqui? Me dá aqui, ó. Pronto, tá aqui, ó. Vamos aplaudir aqui esse jovem que tá aqui, ó. Isso. Tá com a revista dele na mão. Eu vou mostrar para vocês. Tá aqui, ó, né? Então, eles estão estudando. Cadê a boas novas? Vem aqui, ó. Já vou devolver daqui a pouco, mas nós estamos estudando aqui, ó, a revista de Daniel. E olha a deles aqui, ó. vai aparecer na tela, né, do jeito deles, com a cara deles, com a linguagem deles. Tá aí, ó. Olha só esse esse Daniel aqui dos dias modernos. Então, essa é a proposta que nós queremos lançar. E o material novo, obrigado, ele já está todo disponível, vai aparecer aí na tela mais uma vez, ah, do livro de Hebreus e do livro de Tiago. E nós queremos convidar você, obrigado, meu irmão, a passar lá embaixo, tá bom? adquirir o seu material e já começar mais cedo. No livro de Hebreus, nós vamos falar sobre a suficiência de Cristo. É uma carta escrita aos hebreus, possivelmente pelo apóstolo Paulo. Eu creio que foi Paulo, mas é uma carta que nós não podemos afirmar o certo quem foi o autor dessa carta, mas ele fala que Cristo é suficiente. Nós vamos agora para termos práticos. A gente saiu um pouco de algo de narrativa, algo mais profético. Agora nós vamos pro dia a dia da fé prática. Vamos estudar o livro de Hebreus e depois o livro de Tiago. Quem aqui já teve a oportunidade de estudar o livro de Tiago? Pense num livro prático. Fala sobre fé e obras. Sabe, a gente quando estuda a Bíblia às vezes quer quer uma direção um pouco mais clara, né? A gente estuda, por exemplo, o livro profético, é um pouco mais subjetivo. A gente tem que entender o significado, o contexto. O livro de Thago é aquele livro que diz assim: "Faça isso, não faça isso. Se você tá falando isso, pare de falar isso. Se você não fala isso, fale isso." Então, é um livro prático, é um livro direto. Então, nós vamos voltar na última parte do ano pro Novo Testamento, vamos para Hebreus, para Tiago. Então eu quero já preparar, pavimentar o caminho, pedir que você passe lá embaixo, conheça o material, leve, prepare e na última semana, agora de setembro, nós já vamos desembarcar. Eu eu pessoalmente tô ansioso. Vou ministrar aqui a última lição domingo que vem do livro de Daniel, mas meu coração já tá ansioso olhando lá pra frente, pro livro de Hebreus e nós vamos ter uma linda jornada juntos. Aí na frente do seu banco tem um envelope. Vou pedir que você tome ele nas suas mãos. Nós vamos, preparar nossos dízimos, nossas ofertas nessa manhã. Aproveito para convidar você daqui a pouco, 17:30 e 19 horas, nós estaremos de volta aqui nesse lugar. Eu vou ter a oportunidade, o privilégio de ministrar nas duas celebrações. Vou falar sobre tempestades. Quem aqui gosta de tempestade? Levante a mão. Ninguém gosta, né? Tem ali atrás uma mão levantada. Ontem uma tempestade nós tivemos à tarde. Agora vamos lá. Independente de você gostar ou não de tempestade, quem aqui passa ou está passando por uma tempestade? Levante a mão. Maior parte de nós passamos por elas. E a Bíblia fala de dois tipos de tempestades. Há uma tempestade que não tem promessa, a não ser a conversão. Você dar meia volta voltar na direção da qual você saiu. Mas há um outro tipo de tempestade aonde Jesus dá pelo menos três tipos de promessas dentro dessa tempestade. Hoje 17:30 e 19 horas. Eu quero abrir o coração. Eu quero refletir com você sobre esses dois temas. E para fechar, quantos aqui podem aplaudir o nosso coral de adolescentes que nós tivemos louvando a Deus nessa manhã? Faça isso. Isso. Eu vou pedir que você aumente o barulho desse aplauso. Pode fazer. Eles fazem barulho. Faça barulho agora de celebração. A gente chegar num culto domingo de manhã, e esse é o segundo culto da manhã e ver esses adolescentes que estavam lá estudando a Bíblia, descendo aqui para louvar a Deus. E dentre eles a minha filha querida, linda. Beijo, Sarinha. Papai te ama. Ela nunca pede para mim fazer isso, mas eu amo. É lindo demais a gente enxergar. E esse coral que tá aqui é o nosso coral de adolescentes. Nós vimos aqui os vídeos ah da nossa conferência de jovens que vai acontecer, congresso de jovens esse final de semana. Eu queria que você avaliasse comigo quanto é que vale uma geração como essa incendiada. Qual é o valor de ter uma geração como essa igreja amando Jesus, servindo a Jesus? Qual é o valor da gente olhar e ver esses adolescentes aqui? Quando a gente às vezes olha aí nos filmes e a gente vê um outro filme, parece que que é um outro planeta e a gente consegue ver nossos filhos. Nossos filhos não são perfeitos. Amém. Mas nossos filhos estão na casa de Deus. O nome deles está escrito no livro da vida. Eu cheguei aqui a sexta-feira agora e nós estamos na última semana pro Congresso Brasileiro de Jovens. E de tudo que nós fazemos como igreja, talvez o maior desafio que nós tenhamos nesses dias seja o desafio de mobilização e de conscientização. Eu vou chamar daqui a pouco as imagens para que se congreguem jovens e adolescentes. É um desafio que nós temos como igreja. Eu sinto isso. Eu sinto isso na pele. Eu tenho filhos, eu pastoreio, eu lidero. E a gente sempre quando chega na semana do congresso, nosso momento, nós não vivemos disso, mas de mobilizar. E essa semana reunimos com líderes para ouvir, para orar. é o nosso papel da toda a retaguarda. E aí a gente conversando, dizendo: "Senhor, nos dê uma vigília, que seja uma vigília onde a glória de Deus se manifeste no meio dos jovens, aonde a gente chegue 6 da manhã, que é a hora que termine, e a casa esteja cheia e a glória de Deus esteja se manifestando, os jovens sendo tocados." E eu cheguei aqui sexta-feira e algumas imagens só para animar o seu coração, né? Do que a gente viu aqui voluntariamente, pode passando devagar as fotos, tá bom? Detalhe, a gente não teve cantor de fora, a gente não teve pregador de fora, a gente só teve profeta da casa aqui, formado na nossa igreja, jovens. Esse templo estava hiperlotado de jovens. Aqui embaixo as galerias. E para minha surpresa, eu não pude pegar a última parte da vigília, mas quando foi 6 da manhã eles gravaram um vídeo. Isso aqui ficou cheio o tempo todo. Nossos jovens preparando o ambiente espiritual daquilo que Deus vai fazer nesse próximo final de semana. Nós estaremos lá no centenário Centro de Convenções e o meu convite, claro, nossa igreja é uma igreja geracional e por ser tão geracional, tão grande, tão rápida, às vezes a gente acha que cada atividade ela é só para aquele grupo especificamente. E eu queria convidar você, no que tange a jovens adolescentes, conhecer esse mundo, sabe? Entender o que Deus tá fazendo, sentir a atmosfera de como Deus está agindo e convidar vocês para que vai acontecer. Nós vamos ter no centenário sábado que vem eh um dos maiores congressos de jovens que acontece no mundo, acontece aqui na nossa cidade, na nossa igreja. E nós queremos convidar você a estar conosco. Eu não tô encontrando aqui o horário. Pessoal dos jovens tem o horário aqui, mas geralmente começa ali 16 horas nós começamos a o congresso. E aí nós queremos convidar você dia 19 de setembro, próximo sábado, vai ser um momento extraordinário e eu quero fazer um convite a todos os adolescentes que nós temos aqui também, se vocês quiserem já ir, porque daqui a pouco vocês estão nos jovens, né? tão passando já o bastão, tão chegando já na próxima geração. Toda geração que a gente viu pregando, cantando aqui, eh eh liderando os momentos de oração, era uma eh foi a geração que em 2019, quando eu cheguei aqui, tava estavam nos adolescentes, muitos cantando aqui nesse coral e agora nós estamos vendo essa equipe liderar. Quantos aqui querem abençoar os nossos jovens? Eu vou pedir que você levante a sua mão pro céu. Eu vou pedir que você diga: Deus abençoe o mais forte que você puder. Vamos lá. >> Diga mais forte. >> Deus abençoe a juventude da nossa igreja. Ore, coloque na sua agenda de oração ao longo dessa semana. Ah, interceda por isso, tá bom? que seja um momento realmente de despertamento ao longo desse período. Por fim, hoje nós temos a alegria de servir a Deus com dízimos, com ofertas. Nesse momento nós vamos, vou pedir à equipe que me acompanhe, que prepare já ah, tudo que nós fazemos nessa igreja e a nossa igreja é uma igreja muito veloz. Eu eu confesso para vocês que às vezes a gente não consegue ah ter a visibilidade, ter tempo de falar, porque tudo tão rápido. A gente tá aqui hoje já congresso de jovens. Aí semana que vem, para vocês terem uma ideia, nós vamos ter congresso de psicólogos. Aí na outra congresso já da missão de letramento e alfabetização. E a gente não consegue parar, refletir qual são os testemunhos. A igreja anda muito rápida e tudo que nós fazemos para alcançar essas faixas etárias, essas gerações, gente, ah, tudo que nós fazemos de missões, tudo que nós investimos às vezes a a com comunicação, tudo isso é meio para que nós possamos alcançar vidas. O principal, o principal do que a Assembleia de Deus em Belém faz não é a sua estrutura, embora nós precisemos dela. É bom a gente num domingo de manhã poder sentar no banco confortável. poder tá num ambiente refrigerado como esse, mas o resultado principal do que nós fazemos tá sentado aqui nesses bancos. É para isso que nós existimos aqui, ó. [música] O resultado do trabalho tá aqui, ó. A igreja de Cristo, vidas transformadas, pessoas alcançadas. E hoje nós temos aqui a Eli França Bonitre. Eu sempre faço isso. Quando tem alguém para se batizar, eu corro lá, passo lá atrás. Eu cheguei até um pouco atrasado aqui, tava atendendo alguns pastores, passei lá para dar um abraço na Eli. E a Eli tá aqui hoje porque nesse culto de domingo de manhã, a Eli publicamente, nesse momento, ela quer tomar esse ato tão bonito que é o ato do batismo. Eu fui lá e dei um abraço na Eli, né? E eu perguntei para Eli, eu falei: "Eli, tu queres te batizar aqui mesmo?" Eh, nesse batismo geral aqui com todo mundo? E aí Eli falou: "Eu tô decidida. Eli, conta pra gente o que Jesus tem feito na tua história, na tua vida. >> Transformação é um novo ser, um novo ser renovado >> em tudo, em tudo que vocês possam imaginar. imaginar. >> Minha alma é de Jesus. E é em nome dele, em nome do Pai, Filho e Espírito Santo, que estou aqui confirmando a minha transformação feita por eles. Eternamente quero lhes agradecer a todos a todos que ele foram enviados. a me favorecer para este momento único >> e abençoado. >> Que coisa linda. >> Que venha do céu. >> Que coisa linda. >> Todo bem. >> Que coisa linda. >> Para mim, para todos. >> Parabéns. Desejo. >> Parabéns. Você vai olhar para quem tá perto de você e vai dizer: "É para isso que nós existimos". Diga para essa pessoa, lembre, ela é isso. Nós existimos para isso. Não adianta a gente ter grandes estruturas e perder vista de que é para isso que nós existimos. Eli, tu crê que Jesus é o filho de Deus? >> Sim. >> Tu crê que ele morreu na cruz para perdoar os teus pecados? >> Sim. >> Tu estás decidida a servi-lo com integridade quanto viveres? >> Sim. mediante a tua confissão de fé, nós te batizamos em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. >> Pode aplaudir o Senhor bem forte. Faça festa para Jesus. Ele merece o nosso louvor e a nossa adoração. Rompa do seu lugar com muita alegria. Traga sua oferta, sua semente e gratidão aqui à frente. Что? >> [música] [música] >> เฮ >> [música]
Nós compreendemos pela leitura de Daniel que a grande tribulação terá um período de 7 anos... a igreja será livre, a igreja escapará da grande tribulação
Doutrina: Escatologia (arrebatamento pré-tribulacionista e tribulação de 7 anos)
Tensão: Posição denominacional legítima (Nível 2), padrão na tradição pentecostal clássica e explicitamente apresentada como leitura assembleana ('se você é de outra escola teológica, por favor, não gere polêmica') — não constitui erro e não deve ser penalizada; registra-se apenas como tensão intra-evangélica, em contraste com a conclusão sábia do próprio sermão de que o essencial é 'Cristo vai voltar'
Correção sugerida: Nenhuma correção doutrinária necessária; recomenda-se apenas manter a nota de humildade já presente no sermão ('pouco estou preocupado se é pré, pós, amilenista... Cristo vai voltar')
Existem algumas linhas interpretativas, que a gente até chama essas linhas interpretativas anticristãs, que compreendem que esse Miguel... seja uma tipologia de Cristo. E isso não tem nada a ver
Doutrina: Angelologia e Cristologia (identidade de Miguel)
Tensão: A conclusão do pregador (Miguel é anjo criado, não Cristo) é defensável e pastoralmente salutar; porém o rótulo 'anticristã' aplicado a TODA leitura que identifica Miguel com Cristo é forte demais: algumas tradições evangélicas fizeram essa identificação tipológica SEM negar a divindade de Cristo. O perigo real — negar a divindade de Cristo rebaixando-o a criatura (como fazem grupos como as Testemunhas de Jeová) — foi corretamente combatido pelo pregador ao afirmar que Jesus é criador, Deus, segunda pessoa da Trindade
Correção sugerida: Distinguir: 'A identificação de Miguel com Cristo é discutível, mas o erro grave e sim anticristão é negar a plena divindade de Jesus. Miguel, em toda a Escritura, é arcanjo criado; Jesus é o Criador, Rei dos reis, segunda pessoa da Trindade'
Até os estudiosos que não creem na ressurreição têm que se dobrar e dizer: 'Jesus ressuscitou, ele foi crucificado e no primeiro século um grupo de pessoas pregavam: Eu vi ele vivo'
Problema: Extrapolação do consenso acadêmico: historiadores não cristãos concedem que Jesus existiu, foi crucificado e que discípulos afirmaram tê-lo visto vivo — não que a ressurreição de fato ocorreu. O próprio pregador enuncia os três fatos corretamente antes, mas a frase final supera o que a evidência 'neutra' concede
Risco pastoral: Expor a apoloética da igreja a refutação fácil por ouvintes informados, gerando desconfiança sobre argumentos que, bem formulados, são sólidos
Sugestão: Formular: 'Mesmo historiadores não cristãos concedem três fatos: Jesus existiu, foi crucificado e seus discípulos afirmaram tê-lo visto vivo — e a melhor explicação para a transformação e coragem dessas testemunhas, dispostas a morrer por essa proclamação, é a ressurreição real de Cristo'
A crença da ressurreição... é universal em todas as culturas. Como por exemplo, o Egito antigo já falava de ressurreição, a Grécia já acreditava... Portanto, isso não é um delírio do cristianismo
Problema: Argumentum ad populum: a ubiquidade de uma crença entre culturas (incluindo mitologias pagãs) não demonstra sua verdade; mitos egípcios e gregos de 'ressurreição' são de natureza distinta da esperança corpórea bíblica
Risco pastoral: Oferece aos céticos um elo frágil na cadeia argumentativa que pode desacreditar os elos fortes (testemunhal-histórico) apresentados no mesmo sermão
Sugestão: Reformular como 'ressonância universal da esperança além da morte', deixando claro que a PROVA da ressurreição não é a popularidade da ideia, mas a ressurreição histórica de Cristo e sua palavra (Jo 11:25-26)
Casando a literatura de Daniel com a literatura de Jeremias, de Mateus e de Apocalipse, nós podemos facilmente, sem erro nenhum exegético, sem nenhum desvio exegético... dizer que esse tempo de angústia é exatamente o período da grande tribulação
Problema: Superaconfiança retórica que destoa do espírito de humildade do próprio início do sermão ('abandonar os pressupostos', 'ninguém vai saber de tudo'); a identificação é legítima e majoritária na tradição, mas afirmá-la 'sem erro nenhum exegético' enfraquece a postura hermenêutica pregada
Risco pastoral: Contradição performativa: o ouvinte aprende a evitar presunção exegética, mas vê o pregador reivindicar certeza absoluta
Sugestão: 'A convergência desses textos nos dá forte fundamento para identificar esse tempo de angústia com a grande tribulação — é a leitura que seguimos com convicção, embora reconheçamos que detalhes escatológicos guardam mistério'
Abertura: 'devemos abandonar os nossos pressupostos... ninguém vai saber de tudo' vs. meio do sermão: 'podemos facilmente, sem erro nenhum exegético... dizer que é exatamente o período da grande tribulação'
Equilíbrio bíblico: Manter convicção doutrinária com a mesma humildade metodológica do início: 'temos forte fundamento bíblico, embora o tempo do fim guarde mistério (Dn 12:8-9; At 1:7)'
Argumentos históricos bem construídos, mas enfraquecidos pelo apelo à universalidade cultural da crença e pela superestimação do que céticos 'admetem'
Equilíbrio bíblico: Centrar a defesa na ressurreição histórica de Cristo (1 Co 15:3-8: testemunhas nomeadas, muitas ainda vivas) e na palavra de Cristo (Jo 11:25-26), apresentando os demais argumentos como contexto e não como prova
A leitura pré-tribulacionista ('a igreja escapará') coexiste no próprio texto de Daniel 12:1 com 'será salvo o teu povo' no MEIO do tempo de angústia — o que a leitura histórica e algumas leituras pós/amilenistas entendem como preservação espiritual no sofrimento
Equilíbrio bíblico: Manter a posição denominacional (legítima), mas reconhecer que 'será salvo o teu povo' pode ser lido como livramento através da angústia (Ap 12:11), preparando os crentes para fidelidade perseguida sem criar expectativa de isenção garantida de sofrimento (Jo 16:33; At 14:22)
Honestidade hermenêutica exemplar: o pregador abre reconhecendo a dificuldade do texto, exorta a abandonar pressupostos e ora 'Revela-me apenas aquilo que o Senhor já falou'
Nós devemos abandonar aquilo que a gente chama de os nossos pressupostos... para que nós não sejamos tentados a interpretar a Bíblia com a nossa própria ótica, mas sim a Bíblia falar o que de fato ela quer falar
Impacto: Modela para a igreja uma cultura de leitura textual e contra o eisegese, rara e valiosa em púlpitos populares
Defesa clara da divindade de Cristo e da distinção entre Miguel (anjo criado) e Jesus (Criador, segunda pessoa da Trindade), protegendo os ouvintes contra confusões encontradas 'nas redes'
O nosso Jesus todas as vezes que é apresentado na literatura bíblica, ele é apresentado como criador, como Deus, exatamente como a segunda pessoa da Trindade
Impacto: Proteção cristológica pastoral concreta contra grupos que rebaixam Cristo a criatura angelical
Cristocentrismo evangelístico: a mensagem liga repetidamente o texto a Cristo como única porta de salvação e base da esperança
Somente Jesus tem o poder de nos livrar de toda tribulação... Se quiser ser salvo, há uma porta de salvação chamada Jesus Cristo
Impacto: Um estudo de EBD profético que não fica em curiosidade escatológica, mas conduz ao evangelho
Conselho pastoral de raro valor contra a ansiedade e a conspiração escatológica, ancorado no próprio texto ('Vai, Daniel... ao fim dos dias te levantarás')
Escatologia conspiracionista... a vacina é um sinal, o chip é a marca da besta... para de bobeira. Ninguém vai saber de tudo. Vive a tua vida confiando que Deus é o dono da história
Impacto: Liberta crentes do medo e do sensacionalismo profético, apontando para a soberania de Deus e a esperança da ressurreição
Acolhida do luto com esperança: uso da história da irmã falecida ('saudades do céu') e dos velórios de crentes como evidência pastoral da esperança da ressurreição
Por que que a gente canta? Porque Cristo nos garante uma ressurreição para a vida eterna
Impacto: Conecta a escatologia de Daniel à experiência real de sofrimento da congregação de forma consoladora e não sensacionalista
Compare as dimensões nas barras abaixo. Valores maiores indicam melhor desempenho.
Fidelidade Bíblica
Nenhuma violação de Nível 1. Daniel 12:1-13 foi lido integralmente e exposto no contexto; Mateus 24:15-28 foi citado de forma extensa e fiel, com conexão correta (Jesus mesmo referencia Daniel); Lucas 10:20 e o livro da vida de Apocalipse foram bem aplicados. As deduções são pontuais: citação fundida de João 14:6 com João 11:25-26, referência imprecisa a 'Daniel 2' como evidência de ressurreição, extensão de Jeremias 30:7 a 'todo o mundo' e pequenas imprecisões angológicas. Proporção: dos ~7-8 usos textuais, 5 exemplares e 2-3 com imprecisão menor.
Hermenêutica
Desempenho hermenêutico notável para o gênero: reconhece a dificuldade do texto (o próprio Daniel 'não entendeu'), exorta contra a leitura através de pressupostos escatológicos, apresenta DUAS opções interpretativas para 'naquele tempo' antes de escolher, compara traduções (ACF) no estudo de 'muitos', e rotula explicitamente a leitura dispensacionalista como entendimento denominacional ('se você é de outra escola teológica, não gere polêmica'). A aplicação tipológica/exemplar respeita o sentido original. Deduções: a autoconfiança 'sem erro nenhum exegético' contradiz o método pregado, e a leitura de 'muitos' como estritamente limitante foi afirmada sem apresentar o debate acadêmico existente.
Precisão Teológica
Doutrina sólida em tudo que é essencial: divindade e humanidade de Cristo afirmadas explicitamente contra a confusão Miguel-Cristo, ressurreição corporal, juízo final com dois destinos, salvação exclusivamente em Cristo, soberania de Deus orquestrando a história. Angelologia correta no essencial (Miguel como arcanjo protetor de Israel). Imprecisões menores: 'dois arcanjos' (a Escritura chama explicitamente de arcanjo apenas Miguel em Judas 9), exagero retórico sobre o que historiadores não cristãos admitem, e pré-tribulacionismo apresentado como posição denominacional legítima (Nível 2, sem penalização).
Compreensão Contextual
Compreensão contextual acima da média: identifica Daniel 12 como conclusão da visão dos capítulos 10-11 (continuidade literária do livro), explica o 'naquele tempo' a partir do capítulo anterior estudado na semana anterior, contextualiza Mateus 24 no uso que Jesus faz de Daniel, e situa historicamente a crença na ressurreição no judaísmo do Segundo Templo e no período intertestamentário. Dedução leve pela extensão indevida de Jeremias 30 ao âmbito universal e pelo detalhe samaritano acrescentado a Lucas 10.
Aplicação Prática
Aplicação pastoral de alta qualidade e textualmente ancorada: (1) cura da ansiedade escatológica via Daniel 12:13 ('vive a tua vida... Deus tá no controle'); (2) conselho direto contra teorias conspirativas proféticas; (3) conforto concreto para o luto (velórios, 'saudades do céu'); (4) segurança da salvação ligada ao livro da vida; (5) apelo à salvação pela porta que é Cristo. Nenhuma aplicação danosa foi identificada; nenhuma promessa automática de prosperidade ou saúde foi feita.
Clareza do Evangelho
Critério usado: sermão de edificação para crentes (EBD/expositivo) — avaliou-se coerência com o evangelho e conexão do tema a Cristo, não a ausência de apresentação evangelística completa. O sermão é repetida e explicitamente cristocêntrico: 'somente Jesus tem o poder de nos livrar', 'em Cristo você é livre de todo juízo e condenação', 'há uma porta de salvação chamada Jesus Cristo', esperança da ressurreição fundada na ressurreição de Cristo. A escatologia de Daniel foi conduzida à cruz e à segunda vinda, não a curiosidade especulativa — e a exceção de Nível 1 não se aplica, pois a triagem não encontrou condicionamento de bênção a campanha ou ritual.
Risco de leitura imposta ao texto:
Quanto MENOR, melhor. Praticamente ausente: nenhuma palavra recebeu significado inventado (o significado de 'Miguel = Quem é como Deus?' está correto); nenhuma campanha ou ritual foi lido no texto; o método declarado do pregador foi explicitamente anti-eisegético. As aplicações (esperança, livramento em Cristo, viver confiando) fluem do sentido do texto. Resíduo mínimo: a leitura de 'muitos' como estritamente limitante é uma opção interpretativa apresentada com mais certeza do que o debate permite, e Jeremias 30 foi levemente estendido além do seu escopo.
Risco de conflito com doutrina essencial:
Quanto MENOR, melhor. Zero violações de Nível 1: nenhuma promessa que Deus não fez, nenhuma transação espiritual, nenhuma negação doutrinária. Ao contrário, o sermão defende ativamente a divindade de Cristo, a ressurreição corpórea, o juízo final e a salvação exclusiva em Cristo, e ainda alerta contra a 'escatologia conspiracionista' (vacina/chip como marca da besta). Risco residual mínimo apenas pelas imprecisões apologetico-retóricas pontuais.
Abra apenas a parte que deseja consultar.
Tema principal:
A ressurreição e o tempo do fim — estudo expositivo de Daniel 12 (Escola Bíblica Dominical): proteção divina via Miguel, livramento dos inscritos no livro, ressurreição para dois destinos e esperança dos fiéis
Tom pastoral:
Didático, sereno e pastoral; ensina um texto profético difícil com humildade hermenêutica, desfaz confusões populares (Miguel = Cristo, escatologia conspiracionista) e conforta os crentes com a esperança da ressurreição em Cristo
Naquele tempo, Miguel, o arcanjo protetor do povo de Deus (e não uma figura de Cristo), se levantará em meio a um tempo de angústia sem precedentes, e serão salvos todos cujos nomes estão inscritos no livro.
Suporte: Daniel 12:1 lido e explicado; identificação do tempo de angústia com a grande tribulação via Jeremias 30 e Mateus 24:15-28 (lido integralmente); livramento ligado ao livro da vida em Apocalipse e à alegria dos nomes escritos nos céus em Lucas 10:17-20; refutação explícita da identificação de Miguel com Cristo.
Haverá ressurreição com dois destinos — vida eterna para os salvos e vergonha para os perdidos — e a crença na ressurreição não é delírio, pois está fundamentada na história, nas evidências da ressurreição de Cristo e, sobretudo, na palavra de Cristo.
Suporte: Daniel 12:2 ('muitos dos que dormem', discutido via comparação de traduções, inclusive ACF); apoloética histórico-judaica (judaísmo do Segundo Templo, período intertestamentário, tradições rabínicas); três fatos concedidos por historiadores não cristãos; apelo final a João 11:25-26; aplicação pastoral ao luto (velórios, saudade do céu).
Daniel é um livro de esperança: diante do selamento da profecia, a resposta de fé é viver confiando na soberania de Deus e na volta de Cristo, sem obsessão especulativa ou conspiracionista, pois a salvação está na porta chamada Jesus.
Suporte: Daniel 12:8-13 ('Vai, Daniel... segue o teu caminho até o fim'); crítica à 'escatologia conspiracionista' (vacina como sinal, chip como marca da besta); declaração de que posições milenaristas não alteram o essencial: 'Cristo vai voltar'; convite evangelístico final.
Textos:
Uso Contextual
Usado corretamente no contexto: lido integralmente com a congregação, reconhecido como conclusão da visão dos capítulos 10-11, com reconhecimento honesto da dificuldade interpretativa (o próprio Daniel disse 'não entendo')
Questões Exegéticas
Discussão de 'muitos dos que dormem' (v.2) como partícula limitante é defensável, mas debate; boa parte dos intérpretes entende 'rabbim' como 'a multidão' (sentido inclusivo, como a própria ACF 'multidões e multidões' sugere). O pregador cita a ACF mas mantém a leitura de duas multidões — conclusão doutrinária (dois destinos) permanece válida de qualquer forma
Leitura Sugerida
Apresentar 'muitos' como termo discutido (limitativo ou inclusivo) e fundamentar os dois destinos no paralelismo interno do próprio versículo ('uns para vida eterna, outros para vergonha'), que sustenta a tese independentemente da questão léxica
Uso Contextual
Usado corretamente no contexto: Jesus cita explicitamente 'o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel', e o pregador conecta legitimamente a 'grande tribulação' ao tempo de angústia de Daniel 12:1
Questões Exegéticas
Nenhum problema relevante; a citação é fiel ao texto. A leitura pré-tribulacionista (igreja escapará da tribulação de 7 anos) é posição denominacional do Nível 2, explicitamente apresentada como tal ('é a forma como nós, assembleanos... entendemos; se você é de outra escola teológica, não gere polêmica') — não deve ser penalizada
Leitura Sugerida
Manter como está; a honestidade quanto ao caráter denominacional da leitura é modelo hermenêutico
Uso Contextual
Aplicação forçada parcial: Jeremias 30:7 fala do 'tempo de angústia para Jacó' (Israel), mas o pregador o estende a 'não somente Israel, mas para todo o mundo'
Questões Exegéticas
A extensão universal do texto de Jeremias vai além do sentido imediato do oráculo (que é o livramento de Jacó/Israel), embora a conexão com a tribulação escatológica seja corrente na leitura dispensacionalista
Leitura Sugerida
Apresentar Jeremias 30 como texto paralelo que descreve angústia de Israel no fim, e fundamentar a dimensão universal mais diretamente em Apocalipse 3:10 e Mateus 24:14,21
Uso Contextual
Usado corretamente no contexto: a alegria dos discípulos pelos demônios lhes serem sujeitos é corrigida por Jesus com a alegria maior dos nomes 'arrolados nos céus' — exatamente o ponto do pregador (garantia de salvação)
Questões Exegéticas
Detalhe menor: a missão dos 70/72 não é situada 'nos territórios dos samaritanos' pelo texto de Lucas 10
Leitura Sugerida
Manter o uso central (v.20) e omitir a localização geográfica não presente no texto
Uso Contextual
Citação fundida: o pregador diz 'Cristo disse: Eu sou o caminho, a verdade e a vida. E quem crê em mim, ainda que morra, viverá' — a primeira frase é de João 14:6 e a segunda de João 11:25-26
Questões Exegéticas
Confluência de dois textos distintos apresentada como uma só citação de Cristo; ambos são de Jesus e o conteúdo é ortodoxo, mas a fusão é imprecisa
Leitura Sugerida
Citar separadamente: 'Eu sou a ressurreição e a vida' (Jo 11:25-26) e, se desejar, 'Eu sou o caminho, a verdade e a vida' (Jo 14:6) como complemento
Uso Contextual
Impreciso: citado como evidência de crença pré-cristã na ressurreição ('Daniel capítulo 2, capítulo 12 versículo 2')
Questões Exegéticas
Daniel 2 (sonho da estátua) não ensina ressurreição; a evidência adequada dentro de Daniel é o próprio 12:2 (possivelmente o pregador quis dizer Daniel 7 ou cometeu lapsus)
Leitura Sugerida
Citar Daniel 12:2, Isaías 26:19 e Oséias 6:2 como textos pré-cristãos sobre ressurreição, além dos documentos intertestamentários já mencionados
Uso Contextual
Usado corretamente: o livramento dos 'inscritos no livro' (Dn 12:1) é legitimamente conectado ao livro da vida do Cordeiro (Ap 21:27; 20:15); a imagem do cálice da ira derramado é consistente com Ap 14:10; 15-16
Questões Exegéticas
Nenhum; referências gerais, sem capítulo/verso especificado, mas o uso conceitual é fiel
Leitura Sugerida
Indicar as referências exatas (Ap 20:15; 21:27) para fortalecer o argumento
Uso Contextual
Usado corretamente: 'pai da eternidade' aplicado a Cristo para distingui-lo de Miguel e afirmar sua divindade
Questões Exegéticas
Nenhum
Leitura Sugerida
Manter
Citar João 11:25-26 e João 14:6 separadamente e com precisão, sem fundi-las em uma só 'citação de Cristo'
Reformular o argumento da universalidade cultural da crença na ressurreição como 'ressonância da esperança', deixando a PROVA centrada na ressurreição histórica de Cristo (1 Co 15:3-8) e não na popularidade da ideia entre culturas e mitologias
Ajustar a frase 'até os estudiosos não crentes têm que se dobrar e dizer: Jesus ressuscitou' para o que o consenso acadêmico realmente concede (existência, crucificação, testemunho dos discípulos), preservando a força argumentativa sem superafirmação
Moderar a afirmação 'sem erro nenhum exegético' sobre a identificação do tempo de angústia, mantendo a convicção, mas com a humildade metodológica exemplar do início do sermão
Nuancear o rótulo 'anticristã' para leituras que identificam Miguel com Cristo: o erro grave a combater é negar a divindade de Jesus (o que o sermão já faz corretamente), não necessariamente toda tipologiamiguelina
Ao citar evidências pré-cristãs de ressurreição, usar Daniel 12:2, Isaías 26:19 e Oséias 6:2 (não Daniel 2), mantendo os documentos intertestamentários já mencionados
Preservar e repetir o conselho final (viver confiando na soberania de Deus, sem obsessão conspirativa) em estudos futuros de textos proféticos — é o ponto de maior impacto pastoral da mensagem
Resumo em uma frase:
Uma aula-sermão expositiva de Daniel 12 notavelmente honesta hermenêutica e cristocêntrica, que defende a divindade de Cristo, a ressurreição e a soberania de Deus, desfaz a ansiedade e a conspiração escatológica, e só merece ressalvas por imprecisões pontuais de citação e excessos retóricos na apoloética.
🤿
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