Assembleia de Deus Belém
22 de julho de 2026
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Uma breve e fiel exortação sobre Jesus como o pão da vida que oferece consolo e esperança genuínos em meio às dores e necessidades humanas, mantendo-se biblicamente fundamentada e pastoralmente sensível.
Análise baseada na tradição Pentecostal Clássico · Assembleia de Deus
Analisado em 23 de julho de 2026 · como funciona a análise →
VOZ MULHER - PRª. REBEKAH CÂMARA | 22/07/2026
na sua tela, né, as plataformas onde a Boas Nova está nesse momento exibindo esse programa. Você pode acompanhar o áudio depois os eh no Spotify, né? Eh, eu acho muito bacana isso. Programa Voz Mulher, o podcast do programa tá lá no Spotify. E por fim, você pode conversar com a gente através do nosso zap, que também já está aparecendo aí na sua tela. É um código 91 9842458. Ó, tá aqui do meu lado. Por favor, não não faça chamada que ele ele não vai atender, obviamente. E se possível, claro que há caso em que a pessoa, por algum motivo de saúde, de dificuldade de visão, não possa digitar. Mas e só mande áudio porque a gente não vai ter como ouvir áudio aqui. Depois a gente vai transcrever. Todos os nossos pedidos de oração são compartilhados com os nossos grupos de oração da da eh missão com mulheres, círculo de oração, enfim, >> isso, né? Tá? Então, cada pedido que você manda para cá, a gente ora aqui e depois compartilha também. Então, o seu pedido de oração, mande de forma escrita, coloque o seu nome, se você pode se identificar e a cidade de onde você tá mandando seu pedido, que vai é muito legal ter isso. Quero agradecer também nesse momento os semeadores da Boas Novas que sustentam a Boas Novas, sustentam o programa, agradecer o Ramon e a Rute do Ramon Hair Clube que cuidam aqui, ó, do meu visu. Deus abençoe vocês. É Hair Hair Excellence, igual de fala inglês, não é verdade? Tá aí o zap deles estão também no Instagram. É, a gente super recomenda. Vamos lá, então. A gente começa abraçando os nossos convidados que estão aqui no estúdio, abraçando vocês que já abraçamos e todo mundo ligado com a gente na Boas FM, porque nós estamos em cadeia com a Boosnovas FM. Estão chegando em todos os lagos, furos, rios, estradas no entorno de Belém do Pará. Vamos lá, então. Hoje nós vamos falar um pouquinho sobre a missão contra a fome. Vamos conhecer melhor, vamos saber como é que ela nasceu, o que que ela faz. E como é que você pode fazer parte? E você pode assim, mas Rebeca, eu tô no Como assim? Que que é isso? Bem, o nome é meio que autoexlicativo, né? Missão contra a fome. É um trabalho, é uma das missões aqui de Belém do Pará. E ela trabalha de mandadas com outras missões que, né, eh eh há pessoas que trabalham de fome específica na missão contra fome ou pessoas que são da missão com mulheres, missão com homens, missão com idosos, missão com famílias, né? que trabalham ali de mão dadas com a equipe da missão contra fome para fazer um trabalho lindo. E esse é um trabalho que você pode fazer na sua cidade. Não precisa nem usar esse mesmo nome. Se quiser usar uma missa contra fome, pode usar, não tem problema não. O nome que seja, nós hoje queremos inspirar pessoas e queremos para você que tá aqui por perto em Belém do Pará, queremos inspirar você a fazer parte, seja você da Assembleia de Deus, por exemplo, ou não. Nós temos muito, inclusive não evangélicos, irmãos católicos de outras religiões, enfim, que cooperam com a gente, são grandes também cooperadores da missão contra fome. Isso nos alegra muito. Nós vamos ter na próxima terça, no templo central, no culto da cidade, eh, o congresso, né, da missão contra fome. É um momento em que a gente presta relatório daquilo que a missão contra Fome fez durante todo o ano que se passou. Coloca as metas pro próximo ano. Eh, e é um momento assim muito bonito em que todo mundo que tá envolvido na missão contra fome vai est lá no tempo central. Então, a gente já começa divulgando na próxima terça. Portanto, todo mundo que faz parte da missão contra Fome tá convidado a estar com a gente no tempo central hoje para ajudar a gente entender melhor o que que o trabalho faz. E claro que a gente começa um o programa mandando um abraço carinhoso pro pastor Orley e paraa pastora Dalva, que são os líderes gerais da missão contra Fome aqui em Belém do Pará e trabalho inclusive cooperando também, trabalho de uma forma muito estreita com a missão humanitária, levando missão para fome para Melgarço, para Breves, para Portel, pras ilhas, portanto, né, e outros lugares aqui no entorno de Belém do Pará, aqui no nosso estado e em outros estados do Brasil também. Vamos lembrar isso então, pastores amados, parabéns pelo trabalho. Mas hoje eles é eles estão representados aqui por duas servas de Deus. A quem eu vou apresentar agora a pastora Betânia Pereira. Betânia, bem-vinda. >> Muito obrigada. >> A paz do Senhor. Ela é casada, mãe de quatro filhos, pastoria junto com o pastor, o esposo dela, o pastor Isaque, a Assembleia de Deus, Pedro Álvares Cabral, na Marambaia. Apenas seis meses fizeram ovelhas do pastor OL, da pastora Dalva. lá na Itororó, que é onde eles são pastores líderes, né? E durante 5 anos fizeram parte aí integrante, remite integral eh nos bastidores e no trabalho de sabem muito bem como tudo funciona. Acompanharam muito bem também o trabalho do meu gasto, mas Deus agora levantou eles para liderar o templo da Pedo Álvares Cabral um. >> Isso. E aí, como é que tá essa nova etapa? Bem-vinda. Paz do Senhor. >> Muito obrigada. Eu louvo ao Senhor pelo privilégio de estar aqui. Muito obrigada. Um prazer conhecê-la pessoalmente. >> Ai, meu Deus. Pensa. >> Muito obrigada. Pastor Orla e pastora Dalva são meus pastores. Eu sempre digo que a gente foi para essa nova etapa, para essa nova missão, mas eles se ficam no nosso coração, né? Todo aprendizado, todo ensino que a gente teve da parte deles. E nós estamos ali nessa grande obra. A missão contra a fome lá na no templo da AD Cabra 1 está em fase de implantação, né? a gente já vinha conversando com o pastor, nós estamos fazendo primeiro aquele trabalho de de reconhecimento. Faz a gente entender logo de cara, então, Betânia, pastora Betânia, que nós provavelmente temos templos em Belém, onde ainda não foi implantada a missão contra fome. >> É lá em especial, em especial quando nós chegamos ainda não tinha, >> ou pelo menos estava desativado, não estava funcionando. >> É, não, já tinha, né, mas estava desativado. E agora a gente vai reativar, estou levantando novamente. E nós queremos que esse programa seja uma gasolina no fogo, reativando em todo lugar que tá meio assim. Por pouco que faça, o importante é fazer. Deixa eu aproveitar e apresentar a diaconisa C Ferreira, que serve a Deus lá na Itororó, né, no bairro da Sacramenta. A do anos ela serve na missão contra fome e hoje é uma das coordenadores da missão lá na nesse tempo. Atuou na organização de cestas pro impacto militário de meu gaspo. Ela também é mãe de quatro filhos. As duas são campeãs aqui hoje. Só time [risadas] três. Ô glória, irmã. Irmã Carmen, bem-vinda. Que bom que vocêa tá aqui. É um prazer. É muito grande est aqui na sua frente conhecendo [risadas] pessoalmente também, né? >> Tá certo. >> Ah, a senhora. >> Tenho certeza que o prazer é meu. [risadas] >> E estou na missão assim, né? >> Eh, trabalho já na missão há do anos na igreja. igreja. Eh, Eh, trabalho também na e outras missões também, como graças a Deus, tá? Deus, tá? >> Vamos lá. Deixa eu logo pegar o gancho, já que ela falou isso antes do programa. estava conversando, você também é parte e da missão com mulheres e o seu trabalho especificamente. Gente, isso é uma das coisas muito legais da isso é uma das coisas muito legais da igreja, porque a igreja ela tem muitas atividades e de acordo com o talento, com o dom, às vezes até com preparo acadêmico ou alguma circunstância da vida que a pessoa tenha, ela atua em diferentes áreas >> e quase sempre a primeira área de atuação é a área etária. Então, a a igreja tem, a gente usa o nome missão, acho que vocês já perceberam isso, pros departamentos. Então, missão com criança, tem a primeiríssima infância que eu ainda no ventre, não é verdade? Isso. Depois tem a missão com adolescentes, a missão com jovens, a missão com homens, mulheres, famílias, adultos solteiros, idosos. Então, geralmente se a pessoa é adulta, por exemplo, a mulher vai fazer parte da missão com mulheres. Eh, eu achei lindo a senhora falar que a sua aproximação findou sendo através da missão com mulheres, porque na Itororó as visitadoras, que é o grupo de trabalho da missão com mulheres, >> ela trabalha de mandadas. Isso. Nós trabalhamos com a missão com mulheres e eh nessa nesse contexto aí da missão com mulheres, fazendo as visitas, é que justamente a gente vai detectando a necessidade >> para chegar na missão contra fome, >> né? a missão com a mulher, as mulheres fazem aquela visita que não é só também só as mulheres, nós também tem as missão, a missão com homenso, >> né, que não é só o coral dos homens, mas eles vão detectando assim, vê o rapaz ou o senhor lá muito triste, não sabe por quê. Aí eles se reúnem e faz aquela visita para aquele membro do do coral. >> Vai lá, não vou morar por ti. >> Vamos lá. Vamos orar. E chegam lá eles vão detectando, né, que ele tá desempregado, ele tá com alguma necessidade. Então ele chegam com aquela notícia pra gente que trabalhamos na missão e aí a gente volta lá novamente e aí a gente abra técnica já com aquela causa, entende? >> Da necessidade, mas através desta visita. Entendi. >> Tanto das mulheres quanto dos homens, quanto da missão com criança. A missão com Priscilas também, ela é uma missão também extraordinária neste sentido. >> Nesse sentido, >> eu acho que a gente eh tá aqui essa esse esse bastidor, esse funcionamento da missão na prática e a gente espera que a gente esteja inspirando vocês. Vamos fazer o seguinte, vamos só assistir o o deixa eu ver. Eu tenho dois materiais para exibir. Tem um resumo da missão contraforme 2026. Vamos começar com ele, porque às vezes quando você vê uma imagem, ela fala mais do que 1000 palavras, né? Como é que funciona? Deixa eu só fazer o seguinte resumo. A missão contra a fome, ela nasceu provavelmente uns dois, aliás, deixa eu refrasear, deixa eu falar diferente. Ela não nasceu, ela adquiriu esse nome porque ela já existia. É verdade. >> Desde o seu início, a gente leu os livros de história da Assembleia de Deus. Nós estamos falando nos anos eh 1915, 1915, 16, 18, nos diários de Daniel, de Daniel Beg, de Gunavingren, de Samuel Nistron, de Nelis Nelson, né? Eles mantinham diários, que era uma coisa da cultura deles. E eles falavam: "Então, hoje as irmãs foram e eh visitar uma família e e perceberam que havia, voltaram falar comigo, nós compramos alimentos, levamos Gunaving escrevendo isso." Então, isso é uma coisa que existe desde o início da igreja, porque ela é bíblica. em Atos dos Apóstolos, a a a há um relato até de que eles viviam assim até de uma forma incomum, de modo que não faltasse para ninguém. Então, eh, todo mundo compartilhava. Então, a gente sabe que esse trabalho, ele pode ter um enfoque maior ou menor. Isso a gente tem que admitir. Uma pena que às vezes ele tem um enfoque pequeno, né? Porque há quem entenda que o trabalho principal da igreja é apenas espiritual, mas nós sabemos muito bem, olhando a orientação de Cristo, olhando até o ensino bíblico no Velho Testamento sobre o cuidado com aquela pessoa que tem menos. Por exemplo, a gente olha no livro de Rute e era o tempo da colheita. A orientação é que eles não colhessem tudo, é que eles fossem colhendo por cima e o que caía devia ficar. Por quê? Porque o mais necessitado que não tinha terra para plantar ou ou tinha chegado recente, ainda não tinha adquirido ou não tinha plantado, ele vinha então colher atrás e ele tinha então Rute e Noemi, que eram viúvas que estavam necessitadas naquele momento, não passariam fome porque a gente sabe que ali teve um uma provisão divina muito especial. Desculpa, eu tava falando tanto, mas só pra gente se situar o cão bíblico. Então, como a Bíblia se preocupa e cuida através da orientação divina de quem tem fome. Então, nós como igreja temos que entender que nosso papel não é só levar o pão espiritual, mas também detectar e tentar ajudar e precisar ajudar com o pão material, como fez o bom samaritano. >> Isso, >> por exemplo, né? Então, quando nós chegamos aqui, havia assim eh eh eu tô tentando lembrar o nome, não sei se era caixa de assistência, a caixa social, havia um irmão que ficava numa casa ali do lado do tempo central que ali organizava, mas o nome Missão Contra a fome, ele surgiu uns dois meses para dar nome a esse trabalho, né, e tentar realmente mobilizar a igreja, conscientizar a igreja de modo que todos participassem. Não, de repente ficasse ali num templo maior ali, né, apenas concentrado, mas conscientizar todo mundo a fazer sua parte, porque quem tem um pouco tem, pode ser pouco, mas tem. Então ele tem como tirar um pouquinho do pouco que ele tem para dar. Quem tem mais vai tirar mais do tanto que tem, mas todo mundo fazer a sua parte para que possa. Então, com esse nome nasceu Betânia, eh, você tá aqui representando, obviamente, o vocês estão representando a pastora Dalva. Eh, eh, ah, a gente ficou de ver a matéria, né? [risadas] A matéria e eu falando muito. Vamos só ver essa matéria, daí a gente volta com você explicando o trabalho que vocês fazem. Vamos lá. >> A fome ainda é uma realidade presente no Brasil. [música] Dados do IBGE revelam que até 2025, mais de 6 milhões de brasileiros [música] estavam nesta situação dramática. A realidade só não é mais agravada por conta de iniciativas voluntárias. E a Assembleia de Deus tem um papel fundamental neste apoio. A missão contra fome traz um impacto social relevante. Por dia são 120 famílias [música] atendidas. Mais de 2 toneladas de alimentos são repassadas a quem [música] tanto precisa diariamente. Quando vemos estes números, a cada ano, eles são mais impressionantes. [música] São 720 toneladas de alimentos arrecadados que ajudam a garantir o direito básico da alimentação para mais de 36.000 famílias. Seja nas grandes cidades ou nas [música] localidades mais remotas, a Assembleia de Deus alcança vidas por meio da mensagem de salvação e com atos que garantem a dignidade e levam o amor de Cristo. Um exemplo [música] é o impacto humanitário do Marajó, onde mais de 2.000 cestas básicas [música] foram entregues na parte urbana e também nas comunidades ribeirinhas. E esta grande frente [música] voluntária é composta por homens e mulheres, crianças, jovens e adultos [música] que entendem que a fome não é algo que pode ser relevado, mas que é uma urgência, um desafio diário recompensado com cada vida amparada por esta causa. [música] >> Vamos lá, Betânia. Como é que esse trabalho é desenvolvido? A gente tá vendo pessoas trazendo comida pra igreja, pro culto, botando no púlpito. Como é que é isso? >> Olhe, em especial, pastora, lá na no templo da da Itororó, eh, lá a gente chama de domingo do amor. >> Do amor. >> É todo primeiro domingo de cada mês, >> que é um domingo de seia, >> que é o domingo de Santa Ceia. Lá nós colocamos esse nome junto com o pastor, né? É, colocamos como nome domingo do amor. É nesse dia que a gente traz o alimento, quem coloca no seu coração o desejo de ofertar a cesta completa, aquele que não tem muitas condições e querem trazer aquele quilo de alimento. Então ali é um momento de eh oferta. que pode. Exatamente. Então assim, esse domingo do amor, ele é exatamente para isso. É o momento em que faz o recolhimento de >> todo mundo fizer aquilo que pode, vai ser uma bção. >> Vai ser maravilhoso, né? Se toda a igreja compreender, a gente sabe, né, que tem alguns que não ainda compreenderam, mas eu creio que esse esse encontro de hoje vai despertar o coração de muita gente para entender a importância desse trabalho, né? Então assim, o culto do o domingo do amor é exatamente para isso, é a conscientização e a demonstração na prática daquilo que nós tanto pregamos, né, que é o amor, mas agora de maneira prática. >> E é lindo a gente no domingo de Santa Ceia a gente vê lá o púlpito cheio de alimentos lá. >> Então a primeira etapa da missão contra fome é a coleta de alimentos. E o principal momento, claro que a gente sabe que na comunidade, né, eh eh quando a gente, por exemplo, num programa como esse, em que a gente tá falando, nós podemos ser, se você é um comerciante, quer fazer doação para ajudar pessoas, porque esse é um dos dramas que a gente vê hoje em dia, que tem muita gente desonesta, muita gente picareta no então a pessoa quer ajudar, né? Mas eh a gente vê acontecendo tragédias e pessoas começam a a ligar para outras dizendo que tão recebendo, não é nem para passar, enfim. Então quando a comunidade detecta que há um grupo trabalhando de forma séria, honesta, correta, geralmente isso desperta confiança. Então, mas o a fonte principal é a própria igreja. >> É a própria igreja. É verdade. Lá na região lá tem pessoas até que não são evangélicos como a senhora falou, que eles colaboram. E o nosso pastor Oley, ele é criterioso quanto a isso, de identificar realmente quem está necessitando, né? Então ele é criterioso quanto aí esse assunto. >> Isso me leva a próxima pergunta e eu vou querer também te ouvir, Carmen. Missão contra a fome. Será que todo mundo tá entendendo aquilo que eu falei no início? qualquer um que é uma cesta básica, >> não é verdade? Vai ajudar. É sempre bom. Mas quando Missão Contra Fome surgiu, e eu tenho que admitir, quando nós chegamos aqui em Belém, 97, bem no início, com algumas semanas aqui, foi só foi pisar aqui. No outro domingo, a gente estava na igreja a um grande número de pessoas com fome e a gente olhava para aquela pessoa e dava para ver que ela tava com fome, né? eh eh magra, às vezes as crianças magras, o olho assim fundo, aquela assim, aquela você via que a pessoa, né, tava tá passando fome e e a gente percebia que tem muita gente que nem vai pedir, ela fica quieta, fica triste, como a Carmen falou agora a pouco, e vocês é que vão atrás. Qual é a importância, no entanto, dessa pessoa, Carmen, entender que da feita é que ela já consegue se estabilizar, conseguiu, porque às vezes ela tava desempregada, voltou a trabalhar. Por mais que que aquilo ajude de E aí é importante você estar levando o alimento lá, porque existe esse diálogo de modo que essa comida chegue a quem tem quem tem >> fome. Como detectar, como saber? É assim, no caso de detectar que ele tá com a necessidade, no caso do homem, como eu falei agora a pouco, ele não fala, ele não fala, ele fica triste, >> ele fica cabos baixo, ele não ele não, não entra assim na conversa e aí os homens se reúnem e vão fazer uma oração, uma visita na casa desse irmão. E aí ele chega lá e eles vão detectando. Então, significa o quê? Ou ele tá enfermo, ou ele tá sem trabalhar, ele tá tá desempregado, no caso, né? A família >> e pode estar passando fome. >> E pode estar passando fome. E aí que a igreja entra quando ele vai se estabilizando, às vezes tem uns que precisa até mesmo do gás. >> Uhum. E a nossa igreja já chegou a ajudar neste sentido. >> Eh, a precisa >> gente, hoje eu vou comprar, eu combinei com uma pessoa, vou ajudar uma pessoa com gás hoje, porque ela precisa. >> É, exatamente. Às vezes a gente vai detectando isso, que a pessoa precisa comprar um gás, que que adianta ter uma cesta se não tem o gás para para fritar um ovo? Porque muit das vezes a gente ganha ali fora, mas não tem como fazer aqui dentro. E aí é essa a nossa. >> Então nós entendemos a primeira etapa que é a etapa da doação. Daí vem a segunda etapa, que é levar esse alimento, fazer ele chegar em quem realmente tem fome. E aí, Betânia, como é o o desafio? como é que a a irmã Car já descreveu aqui algumas formas de fazer essa identificação com a visitação nas famílias, homens, mulheres. Como é que eh como é que você vê as pessoas até eh já comunicando, por exemplo, ou isso é um trabalho desafiador, quando a pessoa que recebe, por exemplo, ela ela entende que de repente pode ter alguém que precisa mais com ela. Existe isso ou é uma coisa que vocês têm que est >> Existe. Em especial quando nós chegamos na AD Cabral, eh, logo nos primeiros dois meses nós fizemos essa ação, né, de reconhecimento, né, dos irmãos, primeiro conhecendo, né, os irmãos. E nós fomos fazer visita para duas famílias. E aí nós colocamos no carro eh três cestas básicas. E aí a gente foi, né, Senhor, nos direciona, né, porque a gente tava novo, né, não conhecia muito ainda. Nós fomos fazer visita em duas casas >> e por incrível que pareça, aonde nós fomos fazer a visita era onde estava uma necessidade, é, ali extrema. E nós ali, eu disse, olha, vou lá no carro buscar para não constranger, né? Porque nós estávamos conhecendo ainda. Mas aí na, como a nossa irmã falou, a gente vai na conversa, a gente vai identificando, é na conversa que a gente vai observando os pontos e aí a gente foi lá, a fome, ela se manifesta. Se a pessoa tá passando necessidade, é muito difícil que ela diga: "Ah, não quer, não precisa não." Quando ela precisa, ela diga: "Eu quero, eu preciso". Ainda mais tem criança. criança. >> Aí foi nessa hora que a pessoa falou assim: "Eu não tenho nada para oferecer para vocês, mas uma água eu tenho. Não tá muito gelada, mas eu vou dar." E eu, eita Jesus. Aí o pastor Isaac, né? A gente foi lá, amor, vamos pegar lá a cesta que a gente já vinha orando e a gente, você se não se importa, você não vai ficar não. Não, a pessoa ficou feliz. Pois é. É, aí a gente vou, >> gente, tem muita gente chorando, [risadas] recebendo as cestas, >> muito, muito, muito. E pastora, eu e o pastor Isaac, nós ano passado lá na Itororó ainda nós trabalhamos com bolo, né? Eu e o pastor Isaque, nós temos uma loja de bolo lá em Ananindua. E aí a gente conversou com o pastor Orle, disse: "Pastor, não seria o senhor aceita a gente, cada cesta que a gente der, a gente doar um bolo junto com a cesta?" Uau! Foi o que o Senhor colocou no nosso coração. E aí, ano passado, a gente, >> você tem noção de quantos bolos você do ano passado? >> Olha, pastora, assim de cabeça, eu não sei, só sei que eram eram em torno de mais ou menos umas 50, >> é aproximadamente >> seestas por mês, só o templo de você, principalmente em Isso, verdade. Principalmente em dezembro. dezembro, eh, a toda, toda a sexta, né, ela tinha um bolo caseiro, bonitinho, na embalagem, tudo com carinho. >> E aí a gente via alegria no coração daqueles que recebiam, né? É, é uma bção. bção. >> Coloca aquele a a a aquele e painel pra gente. Pronto, tá aí. Você consegue ler, Betanha? Sim, eu tenho também aqui. >> Então vá vai dizendo aí pra gente. >> Esse aqui é >> são os números de do ano passado. >> Isso de 2025, né? Então assim, por dia é uma média de 120 famílias atendidas, né? Então por mês 3.60 3600, né? Por mês. 40 aí são famílias, tá? >> São famílias. Exatamente. Aí 43.200 por ano atendidas, famílias atendidas, alimentos distribuídos. >> Então essas 120 por dia é distribuído entre elas aí tô vendo 2 toneladas por dia. dia. >> 2 toneladas por dia. Aí a gente se pergunta assim, como isso é a parceria com os templos? >> Sim. cada templo que assumiu esse compromisso, esse amor de espalhar esse amor mediante as obras, né? >> E é que a gente chega a esse esse número extraordinário. >> E se cada um fizer, porque são milhares de membros, cada um traz uma sexta, duas, as famílias que podem mais trazer três, quatro, 5, 10 para a família. >> E não só também, pastora, a questão do alimento em si. Existem pessoas em especial lá na Itororó, o pessoal doa pix é dinheiro. >> Entendi. >> Olha pastor, eu não quero porque eu não sei o que que tá faltando aí, mas tá aqui o Pix, tá aqui o dinheiro. Muita gente geralmente doa tem algumas coisas que são bem repetidas, né? Daí o leite, o óleo, o café como já teve, né? Como já teve um mês pastora, que tinha um monte de óleo, um monte de arroz. E o resto aí são essas ofertas voluntárias que os irmãos sentem no coração. O desejo de doar é que a equipe, olha, tá faltando esse item. Esse item a gente vem toda uma embalagem inclusive identificada direito. >> É, é o trabalho que trabalho da coordenação >> que a coordenação vocês fazem. Volta de novo à placa porque ela tem mais informação. A gente conseguiu ler. Então são 720 são 720 toneladas que vem a a ser 720.000 kg. >> Isso >> por ano. >> Ano são distribuídas. Dá um zoom out agora pra gente pegar. Tá aí >> e meu gasto agora. Isso foi Belém. Agora ali nas ilhas. Vamos lá. Esse ano de 2025 2.000 famílias atendidas. 2000 famílias atendidas em Mel Gás >> com 2000 cestas fazendo 24 toneladas. 24 toneladas que foram levadas para Melgá. >> Entendi. Vamos pegar a parte de baixo agora da mídia porque ela tem isso. Onde é que nós atuamos? Vamos lá. >> Entre os ribeirinhos, as ilhas, os povos indígenas, em especial em outiro, né? Sim, sim. A gente tem uma grande concentração lá humanitária, inclusive o projeto humanitário tá estabelecido lá com base e tudo, porque existe também um contingente grande de indígenas de origem venezuelana que migraram pro Brasil com aquela crise toda da Venezuela de a maioria da etnia é o aral. Eu já inclusive trabalhei um bocado com eles. É muito lindo esse trabalho >> e eles realmente precisam. Nós vamos voltar paraa mídia >> e na região metropolitana, né, que é a região. >> Ah, e tem o Natal todo dia. >> Isso >> que é feito esse que vocês falaram no final do ano, dezembro do ano. >> A gente faz um Natal nas praças, nas esquisas e e muitos fazem na frente dos tempos. tempos. >> O tempo central especificamente se une ao templo do vereso porque ele estabeleceu, é ligado ali e a gente faz então ali na pé do vendo no peso, é onde a gente faz o Natal todo dia do tempo central. Mas muitos dos templos efetivamente estão encravados em locais de muita necessidade e carência. Então na frente do próprio templo, eh, nauroró, suponho de doen de Cabral também é feito aí. Estamos aí >> com coração ardendo pra gente colocar esse trabalho. >> Já tá preparando então esse ano >> já a gente trouxe aí essa energia toda lá. Como >> foi Natal todo dia. No ano passado teve até bolo na sexta. Sem falar da ceia de Natal que é servida, não é isso? Eh, o, é como ela falou, né? E o coração pediu e a gente acatou. >> Eh, a sexta vem, realmente, a gente faz essa sexta. >> A de Natal é especial. >> Que bacana. >> É muito especial. >> Ela é tanto >> bem mais que é pra gente, >> Ela é adubada, né? >> É [risadas] adubada. Aí tem até itens, né, que assim que talvez não combinem, né? Ah, é. é Natal, é ano, então vamos dar uma uma incrementada nesse sentido. Aí de repente ali uma massa de bolo são mais do Natal, uma proteína geralmente a gente e eh >> refrigerante >> pr outro que é outro outra coisa muito apreciada apreciada >> em qualquer momento, mas especialmente no Natal, a gente sabe, >> gente, nós já tá na reta final. Eh, Betânia, que orientação? O que que que você tem para dizer, para encorajar pessoas em cada etapa dessa? Quer ver uma coisa? Eu espero que ela não se importe de eu falar. A Carmen tava muito nervosa com o programa. Falei: "Carmen, no final vou dizer para você, nem doeu, tá vendo?" [risadas] Mas a gente brinca. Por que que eu tô brincando desse jeito? Porque de alguma forma às vezes a gente olha pra obra de Deus, fala assim: "Ah, eu não sei cantar, eu não sei pregar. Como se fazer a obra de Deus se só cantar e pregar?" Quando na verdade isso é uma pequena parte, tem tanta coisa a ser feita. Olha a missão contra a fome, né? que cegar e se engajar e quando a gente chegar lá no céu, a gente podera ter surpresa, porque aquela pessoa que pregava, né, achava assim, ela vai estar lá para receber a recompensa lá na frente da, ela vai estar lá pelo meio pro final e lá na frente da fila, a irmãzinha que nossa aquela irmã, pois é, aquela irmãzinha é porque ela fez o trabalho que Jesus falou: "Olha, cuida dos meus pequeninos. É verdade. É verdade. >> Daqueles que têm fome, dos que estão luz, dos que estão encarcerados, dos marginalizados e esquecidos. Então assim, o olhar divino, o olhar bíblico, ele é muito especial para essas pessoas. Então nós, como servos de Deus, não podemos ignorar. Nós temos que obedecer o nosso Deus, o nosso mestre Jesus, que teve essa esse esse olhar. Então, qual é o desafio para você? Que que você coloca para quem tá ligado com a gente, tentando inclusive encorajar pessoas em cada etapa dessa ou começar do zero onde não tem, [risadas] >> que é o meu caso, né? A gente tá aí nessa fase de reativa chama, né? Bom, o meu o meu recado que eu deixo assim, eh, Thago fala de que vale o necessitado chegar em você e você despedir ele, né? >> Não tapendo nas costas. Vou orar por você. >> Vou orar por você, né? Então, a gente precisa ter eh a prática desse amor. Não basta só com palavras, né? Com >> a fé sem as obras é morta. >> É morta, né? E Thago fala muito sobre isso, né? que a fé sem obra ela não tem sentido, né? Ela é morta, >> ela se evidencia através de G, >> através do voluntariado, do serviço cristão. E é dessa maneira prática que a gente diz que povo nós somos. >> Gente, ninguém salvação com boas obras. Não vamos confundir isso, não é bíblico. Pela graça sois salvos mediante a fé. Aleluia. Isso não vem de voz, é um dom de Deus, não vem de obras para que ninguém se glorie. Então, >> é verdade. >> Tá estabelecido, né? Ninguém compra Deus, ninguém compra a salvação praticando boas obras. Isso só Deus faz através da sua graça. E graça é favor não merecido. E ainda fala para que ninguém se glorie que fez isso com seu braço, com as suas obras. Por outro lado, então muitas vezes: "Ah, então já que não é por isso". Não, >> a Bíblia deixa muito claro que essa graça operando em nós, ela traz manifestações, ela traz frutos e um desses frutos é justamente o compartilhamento. A gente vai já ouvir o louvor enquanto ela se posiciona. Gente, eu amo essa voz que vai cantar hoje. Que alegria hoje é a gente receber a Débora Larissa, que vai cantar a canção sublime. Mas eu quero que você desça porque já já a Betânia vai ministrar. Carmen fica aqui com a gente ainda. Mateus. Não vai ainda não. >> É aí, Carmen nem doeu, conseguiu. [risadas] Como é que é usar os dons que você tem e você que de repente é um pouco mais tímida, né? Mas a gente vê que tem trabalho na seara para todo mundo fazer. É verdade. >> É, na verdade é um desafio, mas quando eu comecei, eu comecei como diaconisa e não sabia fazer meu trabalho. E aí a pastora me chamou para ser a diaconisa. Então nós fomos, ela disse: "O que é que eu tinha que fazer?" Ela foi te ensinando. ensinando. >> E ela foi me ensinando. E aí eu eu fui abraçando aquela aquela missão, abraçando e fui fazendo a minha o meu trabalho, que era o que eu gostava muito de fazer, servir, limpar, arrumar, [risadas] arrumar a igreja, servir e fazer tudo, né? >> E depois outra pessoa me chamou para uma outra missão que é no cerimonial. E aí eu me senti mais assim, eh, eh, >> desafiada, >> desafiada mesmo, porque eu não tinha, eu eh eu não tinha aquela >> assim uma desenvoltura para chegar, mas só tá desenvolvendo, né? Tá indo muito bem obrigado. >> Eu não tinha. E a Ieda como a nossa coordenadora, eh, lá me chamou e aí eu fui e aí eu fiquei na porta. Era muito desafiador que eu tinha que receber as pessoas e hoje é o meu trabalho na porta. >> Que tal? >> É o meu trabalho na porta. Eu vou atendo e eu levo e digo paraa pessoa, principalmente quando não é da nossa igreja, se você precisar de alguma coisa, estamos aqui, você só levante a mão que nós vamos atendê-la. >> É o meu trabalho lá da porta, não só como diaconisa, mas é esse o meu trabalho, >> como uma serva de Deus. Meninas, Deus abençoe vocês. Parabéns. Parabéns a todos os voluntários. São literalmente são 500 templos, então são milhares de voluntários, porque cada templo, né, tem ali uma equipe, são milhares de pessoas que se responsabilizam de coletar, separar, organizar, embalar, levar, né? E fica aqui então o desafio pra nossa igreja. Eh, eu já soube que nós já estamos chegando perto dos números do ano passado. Então, cada ano o alvo é superar os números do ano anterior e fazermos mais e mais, porque realmente a seara é grande. >> É verdade. >> E os trabalhadores são poucos. Então, Deus procura quem possa se dispor. E a gente convida você a fazer parte da missão contra a fome, como alguém que doa ou como alguém que vai acompanhar, vai detectar, vai embalar, vai triar, vai organizar, vai levar. E a pessoa, nós oramos que Deus lhe prospere grandemente, de modo que se hoje você tá recebendo esse alimento, que abram-se portas de emprego para você, de modo que você possa eh eh de repente nem precisar mais e ir para outra pessoa que está precisando mais até do que você. >> Mas que alegria que a gente tem de poder estender a mão e simplesmente fazer aquilo que Jesus falou pra gente fazer. Deus abençoe vocês. Deus abençoe cada voluntário, cada pessoa que vamos agora receber essa palavra que foi entre céu pro nosso coração. É uma pregação, a primeira, não é a primeira que já estão aqui pregando, mas agora a Débora segue pregando, cantando, né? E depois a nossa querida pastora Betânia vai ministrar a palavra. Quem é como tu, [música] Jesus? Não há [música] ninguém igual a ti, que é manso [música] e humilde [canto] assim. Não há [canto] ninguém [música] além de ti. Oh, [canto] [música] maravilhoso, [música] [música] admirável, tão sublime, [música] glorioso. [canto] Tua presença [música] é mais desejável [canto] do [música] que o ouro. Melhor que a vida [música] é o teu amor, Senhor. Quem é como [música] tu, [canto] Jesus? [música] >> [canto] >> Não há ninguém igual a ti, [música] que é manso [canto] e humilde [música] assim. Não há ninguém [canto][música] além de ti. Não há, [canto] Senhor, Senhor, maravilhoso, [música] admirável, [canto] tão sublime, [música] glorioso. [canto] Tua presença é mais desejável [música] do que o ouro. [canto] [canto] Melhor que a vida é o teu [música] amor maravilhoso, [canto] admirável. Sim, tu és. Sim, tu és, [canto] Senhor glorioso, [música] tua presença [música] [música] é mais desejável do que o ouro. Melhor [música][canto] que a vida é o teu amor. Como espero o dia em que verei a [música] face [canto] do meu amador? Ah, [música] como espero o dia em [música] que a alegria [canto] enfim será completa. Ah, como [música] espero o dia em [música] que verei a face do meu amador. [música] Como espero o dia [música] em que a alegria enfim [música][canto] será completa. [canto] maravilhoso, [música] admirável, tão sublime, [música] glorioso. Tua presença [música] [música] é mais [canto] desejável do que o [música] ouro, melhor que a vida é. O teu amor, Senhor. [música] [canto] Jesus. Jesus. >> Glória a Deus. [roncando] >> Aleluia. Louvado e bendito seja o nome do Senhor. do Senhor. >> Queridos, a paz do Senhor mais uma vez. Eh, nesse ambiente de adoração e de gratidão ao Senhor, [roncando] que eu quero convidar você a meditar comigo em João capítulo 6 versículo 33 ao 35, que diz assim: "Porque o pão de Deus é o que desce do céu e dá vida ao mundo". Então lhe disseram: "Senhor, dá-nos sempre esse pão". Declarou-lhes, pois Jesus: "Eu sou o pão da vida. O que vem a mim jamais terá fome, e o que crê em mim jamais terá sede. Nós sabemos, nós somos aqueles que confiam e creem no poder glorioso do Senhor. E nós que entendemos que a nossa suficiência está no Senhor. Ele é quem supre todas as nossas necessidades, sejam elas físicas, emocionais, espirituais. É o Senhor quem nos preenche. E com essa palavra, querido, nós ainda há pouco estávamos falando sobre a missão contra a fome, né? Eu tô aqui até vestida aqui e nós estávamos falando ainda há pouco de uma fome física, né? de uma fome em que tem assolado muitos, tem assolado muitas famílias. E nós estávamos falando ainda pouco da maneira prática como a missão contra fome ela trabalha, como ela atua, né, para abençoar, para acompanhar essas famílias que têm necessidade. E a fome ela é uma necessidade urgente. Mas agora eu quero também falar de uma fome que é essa que sacia a nossa alma. E essa é uma fome que só o Senhor é que pode suprir a necessidade, né? Então, como a palavra do Senhor diz que ele, o próprio Deus, ele enviou do céu o alimento que dá vida ao mundo. Jesus Cristo é aquele que ele enviou por amor a mim e por amor a você. E ainda ele diz no 35, Jesus já declarando que eu sou o pão da vida e aquele que vem a mim jamais terá fome. E o que crê em mim jamais terá sede. E é esse aqui, esse Jesus. Eu sei que tem pessoas que são já são servos do Senhor, mas existem pessoas também que assistem as boas novas e que talvez não conheça esse Jesus que nós conhecemos. Eu quero te apresentar, meu querido irmão e minha querida irmã e dizer para você que Jesus está disponível para saciar a tua sede. E se a tua sede hoje é uma sede, talvez emocional, seja uma sede do luto, talvez nós em especial, pastora Rebeca, queria até compartilhar a AD Tororó está vivendo, a irmã diaconisa Carmen sabe do momento em que a o templo da Itororó está vivendo com a perda de uma jovem de apenas 19 anos de idade, uma moça que sempre dedicou a sua vida a Jesus, mesmo em meio às dores da doença que ela carregava, ela tinha desde os 13 anos de idade que ela carregava eh a dor de lutar contra o lupos. E aí aprove ao Senhor quinta-feira agora passada, o Senhor tomar para si esse fruto que já estava maduro. E aí a gente vem às vezes se perguntando, né? Às vezes a gente até se questiona: "Por que, Senhor? Por quê?" E aí, às vezes a gente fica querendo entender e encontrar razões para justificar a ação poderosa do Senhor. E aí esse texto ele se aplica justamente a isso. Qual é talvez a fome que você esteja passando? é o luto. De repente, você que está nos assistindo, talvez esteja num momento difícil, com crises de ansiedade, com depressão, qual é a doença que tem afligido, que tem se tornado uma fome paraa sua vida? Eu quero te dizer, meu irmão, em nome do Senhor Jesus, que existe um Deus que enviou o seu filho, seu único filho, por amor a mim e a você. E esse é o Cristo, como ele diz, eu sou o pão da vida e aquele que vem até mim jamais vai sair vazio. Muito pelo contrário, todos os vazios, todas as sedes, as fomes que talvez eu e você esteja passando, ele é poderoso para mudar a tua história, assim como mudou a minha e tem mudado a vida de muitas outras pessoas. Eu quero te falar, meu irmão, em nome do Senhor Jesus Cristo, que essa doçura desse amor, essa bondade preciosa do Senhor, seja ela que entre na tua casa, entre no hospital, de repente você esteja nos assistindo dentro de um hospital, de um leito de morte. Eu quero em nome do Senhor Jesus te dizer, esta fome, ele está disponível para saciar em você. Que o Senhor abençoe a tua vida, que o Senhor abençoe a tua casa, que o Senhor abençoe o teu ministério, abençoe tudo na tua vida, que tudo vá bem. Sempre olhe para o alto, que é de onde vem o meu e o seu socorro. Relevo os meus olhos para o monte, de onde me virá o socorro? E o salmista declara: "O meu socorro vem do Senhor, Deus dos exércitos. Que o Senhor vos abençoe em nome do Senhor Jesus. Nesta manhã >> nós vamos já orar, orar por cada um ligado com a gente. Orar pela missão contra a fome para que ela continue sendo essa bênção. Orar pela família da >> Leide Vitória. >> Da Leide. Orar pela família do nosso irmão Zé da farmácia que foi colido para glória ontem, né? Maneli, os filhos, todos os irmãos ali do Bengui, né? que enfim, ele além de ter o trabalho a ser um servo de Deus, tinha um trabalho comunitário específico. >> Verdade. É verdade. Con >> Então isso que o Senhor console. Nós temos pedidos de oração. Um deles, eu prometi a pastora Rejane, minha querida amiga, que nós oraríamos pelo Mateus, que é o filho dela, que dela, né, do pastor Araújo, que sofreu um acidente de moto, tá no hospital ainda, tá sendo tratado, mas tem sido, tá bem, mas não é fácil, né, as coisas. Então, são todas eh situações que a gente vê, entende como é bom termos a companhia do nosso Deus. >> Como é bom termos o pão da vida, >> como é bom termos Jesus na nossa na nossa caminhada. E na verdade assim, ele tá disponível para todos, mas muitos eh o conhecem, sabem a respeito dele, mas estão distantes. >> É verdade. >> Estão distantes porque escolheram estar distantes. Sabem que poderiam estar mais próximos, mas escolheram estar distantes. e outros que estão distantes porque não totalmente entenderam que é a possibilidade de efetivamente ter um relacionamento, como você descreveu aqui, próximo de comunhão, né, de estar alimentado, mesmo que às vezes a gente passe por dificuldades, porque essas dificuldades nunca vão parar, nunca vão terminar, a gente sempre vai tê-las. Mas quando Jesus está conosco, às vezes até a fome pode bater na porta, mas daí ele vai mandar o pastor visitar e vai tr alguém visitar e vai trazer, né? Igual ele fez com a esposa do profeta, né? No Velho Testamento, que Deus mandou o profeta e ou ela procurou, melhor dizendo, às vezes a gente tem que procurar também. >> Ela falou: "O que que meus filhos vão ser vendidos?" Ele falou: "Olha, que que você tem em casa?" Ela falou: "Eu tenho um pouquinho de azeite e eu tenho eh, né? Eh, dis, olha, pega esse azeite e empreste vasos." Então, houve uma provisão divina, né? E nós vamos nesse momento orar. Há um pedido que chegou aqui bem específico de São Paulo, a uma jovem chamada Rosângela, ela enumerou muitos pedidos de oração e questão de aluguel, questão de porta de emprego, mas assim, ela pede muito pelo esposo dela, pela libertação do esposo dela. Eu não vou dizer o nome aqui, mas é alguém que que tem tá tendo problema com vício de droga, de maconha, de fumo, de de eh álcool para Deus libertar. E ela então pede para Deus tirar da companhia do esposo dela pessoas que os que o convidam, inclusive amigos, né, que o convidam para essa vida. Então vamos orar por esta por esta jovem senhora para o Senhor Jesus trabalhar e ter misericórdia. Nós temos aqui também aqui de Belém do Pará a paz do Senhor, a irmã Nazaré. Pastora, ore pelo meu filho Eric, ele está desempregado. Muito obrigada e glória a Deus. Tá certo, irmã Nazaré? Vamos orar pelo Eric. Nós temos uma outra participação de uma irmã que diz que está orando pelo Missão Contra a Fome. O nome dela é Ângela e ela manda essa mensagem de São Paulo capital. Hoje São Paulo tá bombando no programa, [risadas] tá, né? A gente vê aí. Então vamos orar nesse dia por esses pedidos, apresentando ao Senhor, inclusive a sua vida. vida. >> Aleluia. >> Betânia, você faz essa oração, pega o celular na mão que ele representa os pedidos, né? orar pelas famílias, mas sobretudo orar por pessoas que nesse momento, seja qual for a necessidade, elas estão clamando ao dono da vida, que é Jesus. Vamos lá, pode nos ler. Vem cá, Carmen. Fica aqui do nosso lado para esse momento final. Isso. Isso. >> Aleluia, Senhor. Nós voltamos, Senhor Jesus, o nosso olhar mais uma vez para ti e nós clamamos, Senhor amado, pela vida, Senhor Jesus, de todos aqueles que nos ouvem, que nos assistem neste exato momento. Pai, nós te pedimos, Senhor, a tua bondade, Senhor, a tua misericórdia para todos aqueles, Senhor, que t pedido para ti socorro. Deus, >> nós lemos ainda h pouco que tu és o pão da vida, Senhor Jesus. Tu és aquele que te procura, Senhor, ele aquele que te procura, Senhor, ele jamais sairá com fome, jamais sairá com sede. >> Deus eterno, nós oramos a ti e te pedimos, Senhor, em nome do Senhor Jesus Cristo, vai de encontro, Senhor, a cada um que tem necessidade de justiça. Nós cremos que Tu és a nossa justiça, tu és o nosso juiz, Pai. Tu és aquele que supre todas as necessidades, sejam elas físicas, emocionais, espirituais, as dores da alma, Senhor. Ah, Deus, tu és aquele, Senhor, que vem de socorro as nossas necessidades. E nós te pedimos, Pai, pela vida, Senhor Jesus Cristo, da família da lei de vitória, pai, que está emlutada, Senhor. Tu és um o consolo, Pai, também assim, Senhor, para o nosso querido irmão, o nosso querido amigo José da Farmácia. Conheci aquele servo do Senhor e eu sei o quanto ele amava, Senhor, ser voluntário na tua obra, o quanto ele era um cooperador, Senhor amado. Aquela família, ô Deus, vai de encontro, Senhor Jesus, e consola. O teu espírito é, Senhor, que nos afaga, que nos ama, Senhor, e sente as nossas dores, Pai. Então, vai ao encontro dessas famílias e assim também aos nossos queridos irmãos que entraram em contato via WhatsApp, pelo telefone, pai amado, pelos canais de comunicação, em nome do Senhor Jesus Cristo, Pai, o Eric que está precisando de uma porta de emprego, nós declaramos portas abertas em nome do Senhor Jesus Cristo, porque tu és um Deus fiel, tu és um Deus poderoso, Pai. para fazer infinitamente mais do que aquilo que nós pensamos ou te pedimos, Pai. e também a nossa querida irmã, os nossos irmãos que nos assistem em São Paulo, no Rio de Janeiro, em todos os estados espalhados por essa nação. Nós declaramos em nome do Senhor Jesus Cristo que a sua sede, meu irmão, que a tua fome será saciada em nome do Senhor Jesus Cristo, porque nós confiamos, nós cremos num Deus todo poderoso, que pode fazer muito mais do que tu possas imaginar, meu querido irmão e minha querida irmã, em nome do Senhor Jesus Cristo, Mateus também, Senhor, que está hospitalizado, Pai, em nome do Senhor Senhor Jesus Cristo, nós repreendemos, Senhor, espírito de morte, em nome de Jesus. Ah, Senhor, em nome do Senhor Jesus, entrega para ele a vitória, entrega a bção que ele tem pedido para ti, que a família tem clamado a ti, Pai. E nós cremos, Senhor, que o Senhor responderá cada uma das nossas orações, das nossas petições. E que tudo isso, Senhor, seja para honra, para glória e louvor do teu nome. Amém, Jesus. Glória a Deus. >> Deus abençoe, Betânia. Deus abençoe, pastora Betânia, irmã Carmen, diaconisa Carmen. Um abração a todos vocês ligados com a gente na Boz Novas. O nosso tá marcado na semana que vem para mais um Voz Mulher. sendo que antes do Vos Mulher, na terça-feira, dia 28, nós vamos ter o congresso da missão contra fome lá no templo central. Parte isso, faça parte, doe alimentos. Eu sei que Deus está conosco nessa peleja e ele vai recompensar cada um segundo a sua riqueza e glória. A paz do Senhor Jesus. A paz do Senhor. Glória a Deus.
Momento de Ministração
nós declaramos portas abertas em nome do Senhor Jesus Cristo, porque tu és um Deus fiel, tu és um Deus poderoso, Pai. para fazer infinitamente mais do que aquilo que nós pensamos ou te pedimos
Quem falou: outro ministro (pastora Betânia)
Problema: A linguagem de 'declarar' pode, em alguns contextos, sugerir uma confissão positiva que obriga Deus a agir, mas aqui está inserida em uma oração de petição e submissão ('nós te pedimos... em nome do Senhor Jesus'). Dentro da tradição pentecostal, é uma ênfase comum de fé na oração, sem negar a soberania divina. Não constitui erro doutrinário.
ele é poderoso para mudar a tua história, assim como mudou a minha e tem mudado a vida de muitas outras pessoas.
Equilíbrio bíblico: Embora seja biblicamente correto afirmar que Jesus supre nossas necessidades e tem poder para transformar situações, é importante equilibrar com a realidade de que os crentes podem continuar enfrentando fome, sede, luto e doenças nesta vida (2Co 12:7-9; Hb 11:36-39). A mudança operada por Cristo pode ser primariamente interior e escatológica, e a esperança final está na ressurreição e na nova criação, não necessariamente na resolução de todos os problemas terrenos.
Centralidade de Cristo como fonte de vida e consolo
Eu quero te dizer, meu irmão, em nome do Senhor Jesus, que existe um Deus que enviou o seu filho, seu único filho, por amor a mim e a você. E esse é o Cristo, como ele diz, eu sou o pão da vida e aquele que vem até mim jamais vai sair vazio.
Impacto: Aponta corretamente para Jesus como a resposta para as necessidades mais profundas, sem oferecer soluções humanas ou meritórias.
Aplicação pastoral sensível ao sofrimento real
Qual é talvez a fome que você esteja passando? é o luto... crises de ansiedade, com depressão, qual é a doença que tem afligido...
Impacto: Conecta a verdade bíblica com situações concretas de dor, oferecendo esperança sem minimizar o sofrimento.
Ênfase na graça e na iniciativa divina
Pela graça sois salvos mediante a fé. Aleluia. Isso não vem de voz, é um dom de Deus, não vem de obras para que ninguém se glorie. (citado pela apresentadora Rebekah momentos antes, reforçando o contexto da mensagem)
Impacto: Embora não seja parte do sermão em si, a apresentadora estabelece o fundamento correto da salvação, evitando qualquer interpretação de que as boas obras sociais salvam. A pregação seguinte mantém coerência com essa base.
Pontuações de 0 a 100. Valores maiores indicam melhor desempenho.
Fidelidade Bíblica
A mensagem é fiel ao ensino bíblico, centrada em Cristo como o pão da vida, sem adições ou distorções significativas.
Hermenêutica
O texto de João 6:33-35 é usado de forma apropriada ao seu significado central. A aplicação é legítima e bem conectada às necessidades humanas. Poderia explorar mais o contexto joanino, mas não há erro hermenêutico.
Precisão Teológica
A teologia implícita é ortodoxa: Cristo como enviado do Pai, fonte de vida, consolo e suficiência. Não há tensões doutrinárias.
Compreensão Contextual
A pregação capta o ponto principal do texto (Jesus como pão da vida que sacia a fome espiritual). Não aborda o contexto histórico-literário mais amplo (o diálogo com a multidão após a multiplicação dos pães), o que seria desejável em uma exposição mais completa, mas não prejudica a aplicação correta.
Aplicação Prática
A aplicação ao luto, ansiedade, depressão e doença é pastoralmente relevante e sensível. A mensagem convida à fé em Cristo como fonte de consolo, o que é uma aplicação saudável.
Clareza do Evangelho
Critério usado: sermão de edificação para crentes, portanto avalia-se a coerência com o evangelho. A mensagem menciona Jesus enviado pelo Pai por amor, como fonte de vida, e reafirma a salvação pela graça (no contexto do programa). Contudo, não apresenta claramente a cruz, o arrependimento ou a ressurreição. Para uma exortação breve, é coerente com o evangelho, mas poderia ser mais explícita na conexão entre o 'pão da vida' e a obra salvífica.
Risco de Eisegese:
Praticamente inexistente. A pregação não impõe significados estranhos ao texto, não inventa definições de palavras originais nem utiliza o texto como pretexto para agenda alheia.
Risco de Heresia:
Muito baixo. Nenhuma negação ou distorção de doutrinas essenciais. A mensagem é completamente ortodoxa.
Tema principal:
Jesus como o pão da vida que sacia a fome espiritual e consola os que sofrem.
Tom pastoral:
Exortação e consolo, encorajamento em meio a dificuldades como luto, ansiedade e enfermidade.
Jesus é o pão da vida enviado por Deus; quem vai a Ele tem sua fome e sede espirituais plenamente saciadas, encontrando consolo e transformação em todas as circunstâncias.
Suporte: A pregação inicia com a leitura de João 6:33-35, afirma que Jesus supre necessidades físicas, emocionais e espirituais, e aplica o texto ao luto recente de uma jovem na igreja, a crises de ansiedade, depressão e doenças, declarando que Ele é poderoso para mudar a história do ouvinte.
Textos:
Uso Contextual
Usado corretamente no contexto. O texto original apresenta Jesus como o pão da vida que desce do céu para dar vida ao mundo; a aplicação à fome e sede espirituais, ao consolo em sofrimentos e à suficiência de Cristo é legítima e não distorce o sentido.
Questões Exegéticas
Nenhum problema significativo. A pregação não explora o contexto imediato do discurso do pão da vida (a multidão que buscava apenas pão material), mas permanece fiel ao significado central do texto.
Leitura Sugerida
Aprofundar a conexão com a multidão que seguia Jesus por causa do pão material, destacando o convite para uma fé que vai além das necessidades físicas e encontra em Cristo a vida eterna.
Diagnóstico geral:
Sólida
Explorar brevemente o contexto de João 6 para mostrar como Jesus redireciona a busca humana do pão material para a necessidade de crer nEle para a vida eterna.
Equilibrar a promessa de transformação com a realidade do sofrimento contínuo nesta era, apontando para a esperança escatológica final (Apocalipse 21:4).
Incluir uma referência mais explícita à obra redentora de Cristo (sua morte e ressurreição) como fundamento para a oferta de vida e consolo.
Ao falar para um público potencialmente misto, aproveitar a oportunidade para um breve chamado ao arrependimento e fé em Jesus como Senhor e Salvador.
Resumo em uma frase:
Uma breve e fiel exortação sobre Jesus como o pão da vida que oferece consolo e esperança genuínos em meio às dores e necessidades humanas, mantendo-se biblicamente fundamentada e pastoralmente sensível.
Esta análise foi realizada considerando a perspectiva teológica da tradição Pentecostal Clássico (Assembleia de Deus). As pontuações refletem a fidelidade às doutrinas desta tradição específica.