[música] Olá, sejam muito bem-vindos ao programa Bem-Estar com a Direção de Deus. Sejam muito bem-vindos. É uma alegria estarmos aqui juntos. A paz do Senhor, Mara. Que alegria estarmos juntas aqui neste programa. programa. >> A paz do Senhor Jesus, Flávio. É uma alegria muito grande de estarmos mais uma vez juntas nosso programa, né? Bem-Estar com a direção de Deus. E se você não conhece o programa ainda, esse programa é voltado para temas ligados ao dia a dia, para que a gente possa entender melhor os nossos sentimentos, os nossos pensamentos, entendermos mais sobre os nossos comportamentos e também ao final do programa trazermos uma reflexão bíblica. Isso >> amém. Vamos então pro nosso tema de hoje. >> Vamos lá. O tema de hoje, Mara, ele é um tema que aquelas pessoas que têm isso na vida, né, que isso faz parte da vida delas, infelizmente isso é uma coisa que traz muitos prejuízos. Nós vamos conversar um pouquinho sobre esse assunto e tentar ajudar também as pessoas que estão nos assistindo para tentar trazer ali uma contribuição pra pessoa aplicar na vida dela, receber uma bênção em relação a esse assunto, né? Então, ó, o tema de hoje é: por que eu fico tão mal quando eu não sou reconhecido? >> Nossa, >> por que que eu preciso tanto de elogios, de reconhecimento? Depois você vai explicar um pouquinho pra gente, mas para quem está nos assistindo, observe se vocês se você se identifica com essas frases. Sinto que as pessoas não valorizam o que eu faço. Fico triste quando o meu esforço passa despercebido. Os outros sempre recebem mais reconhecimento do que eu. Tenho dificuldade de ficar feliz quando a outra pessoa é elogiada. Não consigo ficar feliz com a conquista dos outros. Sinto que preciso ser visto para me sentir importante. Mar, esse é um assunto importante, como eu falei, eh, que pode ser difícil paraa vida da pessoa, né? Uma coisa é nós, eh, gostarmos de receber elogias, outra coisa nós dependermos disso, não é? Então, explica pra gente um pouquinho quais são esses prejuízos, por que que isso acontece. >> Vamos lá. Eh, como você disse aí, né, Flávia, esse é um tema muito importante, é um tema muito rico e realmente, de verdade, muitas pessoas carregam um pesar muito grande, tristeza, às vezes até adoecem emocionalmente. Por que não dizermos fisicamente? Porque nós sabemos que muitas vezes as dores emocionais elas se manifestam no físico por conta da falta de reconhecimento. Então o que que acontece? Não existe nada de errado em querer ser reconhecido, né? É tão bom a gente fazer alguma coisa com amor, com carinho e a gente se sentir valorizado. O problema não é o reconhecimento em si, mas a situação toda, Flávia, é quando aquilo se torna uma necessidade, ou seja, o senso de importância da pessoa está ligado a ela ser reconhecida ou não. Então esse é o o grande o grande o grande quê? Então, se o reconhecimento é algo que deixa a pessoa feliz e todos nós gostamos de sermos valorizados, de sermos reconhecido, reconhecidos, o problema surge quando a pessoa, a partir do momento em que ela não tem aquele reconhecimento, ela começa a duvidar do próprio valor. Flávia, >> então é que você falou, não é? Não é uma questão de nós não gostarmos ou não precisarmos de reconhecimento. Nós precisamos. >> Mas é quando isso vira uma dependência, né? Eu não consigo me sentir bem se eu não tiver esse reconhecimento. >> Exatamente. Então assim, quando o reconhecimento ele acontece e a pessoa se sente em paz, se sente valorizada, se sente feliz. Então, se elogiada, se sente feliz, se sente valorizada. se não reconhecida, começa a remoer aqueles pensamentos, a duvidar inclusive, né, da do do próprio valor. E o que que existe por trás muitas vezes o pano de fundo de uma situação como essa, é que nós saímos da esfera do reconhecimento e aquilo passa a se tornar uma dependência. E a partir do momento em que o reconhecimento ele toma um lugar na vida da pessoa de dependência, a pessoa consegue contar para si muitas vezes que ela tem uma necessidade ali de fazer e ser elogiada, de fazer e ser reconhecida, de fazer e o outro está, digamos assim, valorizando, falando falando, sinalizando. Então, às vezes, a pessoa acredita que ela, muitas vezes, né, ela ela acha que dentro de si ela tá fazendo apenas por amor, mas quando ela entra nesse lugar da dependência, ela já começa a ter os seguintes pensamentos: será que vão perceber o que eu fiz? Será que vão me agradecer? Será que vão valorizar isso que eu estou fazendo? Então essa expectativa quando ela não é atendida ali pode trazer sentimentos muito perigosos. perigosos. Quais? Por exemplo, frustração, rejeição, comparação, um ressentimento e muitas vezes até mesmo uma inveja. Entende, Flávia? Como tudo isso é é perigoso e é complexo. [roncando] >> E isso acontece, né, Mara? Não só no ambiente, né? Não é só, por exemplo, com a família. Quando a pessoa tem esse padrão de dependência, né, desse reconhecimento, isso acontece na relação dos familiares, no trabalho e até no ambiente espiritual. >> Sim. E e porque como você mesmo disse, é um padrão que ela tem. Então, quando ela tem esse padrão, nãoé, de necessitar do reconhecimento, ela se entristece, se aborrece, se frustra, não é? Porque o outro recebeu uma palavra de incentivo, porque o outro eh foi reconhecido, porque o outro foi valorizado, porque o outro foi elogiado. E o fato de alguém elogiar uma pessoa não significa que está desmerecendo a outra, mas como ela já tem esse sentimento ressentido e como você falou aí, né, Flávia, isso se alastra, isso se arrasta nos mais diversos aspectos, nas mais diversas esferas da vida da pessoa. às vezes dentro da família, às vezes dentro do trabalho, às vezes também dentro da vida espiritual da pessoa, um lugar onde ela congrega, onde ela ela cresce. Importante entender que as pessoas às vezes elas esquecem, às vezes as pessoas falham. Então, por isso que é tão importante nós lembrarmos sempre o reconhecimento, ele é bom, ele é maravilhoso. Quem não gosta de ser elogiado, não é verdade, Flávia, de fazer alguma coisa com carinho e alguém ali valorizar e reconhecer. Esse é um movimento, inclusive muito importante, até mais até mesmo para nós, para que a gente possa refletir sobre isso, tá? que nós estamos valorizando as pessoas que fazem entregas carinhosas, valorosas para nós, desde as menores até as as maiores e mais significativas. O que que ocorre e qual é o risco que existe dentro de uma situação quando essa? É quando o reconhecimento ele passa a ser a fonte da própria identidade da pessoa. E na verdade o nosso valor, ele não depende do outro, da opinião do outro, do olhar do outro, da fala do outro, né? A nossa identidade, ela deve estar firmada e principalmente assim estruturada em Deus, quem nós somos em Deus. Isso é extremamente importante, porque aí a gente acaba sublimando, né, relevando uma série às vezes de questões que não acontecem do lado de fora. Faz sentido, Flávio? Faz sentido? Então, Mara, é possível ainda servir a Deus com sinceridade, com dedicação e ainda assim observar que precisamos trabalhar essas motivações, né? Precisamos trabalhar eh esses motivos para agirmos, né? A motivação, motivo para ação, né? Então, nós podemos servir a Deus e ainda assim trabalhar essas motivações para para percebermos o por que nós estamos fazendo aquilo, né? >> Uhum. Hum. >> Por reconhecimento ou por amor. >> Isso. Exatamente. E e essa é uma reflexão tão importante, é algo que a gente deve refletir a todo tempo, porque é a partir do momento que nós temos essas áreas analisadas devidamente dentro dos nossos corações, né, e devidamente tratadas, trabalhadas, quando a gente tem o nosso olhar para o alto, quando a gente se desapega de de de questões às vezes que humanamente, como já dissemos, podem ser falhas, isso nos leva para um lugar de muito mais tranquilidade, lugar de muito mais saúde mental, espiritual e física. Importante aqui também fazermos uma observação que eh é muito difícil às vezes a pessoa conviver em ambientes onde ela faz muita entrega e ninguém valoriza. Nós não estamos dizendo que isso não é difícil, né? Muitas vezes pode ser difícil. Então, mas onde tá teu coração? Quando você faz, você faz para quem? Para quem a sua entrega é muito importante, porque se você entregar para o outro, o outro pode não reconhecer, mas se você entregar para o Senhor, se você entregar para Deus, como você disse, Flávia, isso é algo que a todo tempo nós temos que observar, tá? Essa observação, por isso que é importante nós nos conhecermos, né? a gente se olhar e falar, mas a existe uma frustração, mas por que que eu estou frustrada? Ah, porque eu tava esperando o outro, porque imaginei, né, o outro falando, o outro elogiando, o outro reconhecendo. E quando nós entendemos que não está no olhar do outro aquilo que nós valemos, principalmente para o Senhor, tudo fica bem melhor, tudo fica diferente. Então, eh, novamente, pessoas adoecem, se frustram, se entristecem. muitas vezes, né, como você citou, Flávia, no meio espiritual também, muitas vezes se sentem assim desgostosas em relação à aquilo que estão entregando. Se porventura você se identificou com isso, vamos pensar, né, onde é que tá seu seu coração eh nesse nesse momento. Agora, Flávia, existem rotas, né, caminhos, que nós estamos aqui sempre apresentando algumas sugestões. Então, existem caminhos, Flávia? Flávia? >> Sim. Olha, eu trouxe aqui, Mara, cinco recomendações. >> Ótimo. >> Sobre o que nós podemos fazer para nós conseguirmos identificar se isso está fazendo parte da nossa vida e como e aos poucos mudando isso, né? Eh, nós já explicamos isso. Nosso objetivo aqui não é mudar a vida de ninguém, né? Trazer uma solução que vai resolver tudo, não é isso, mas são pequenas atitudes que trazem muitas vezes mudanças significativas, não é? >> Sim. >> Então, ó, vamos lá pra recomendação número um. Eh, algumas perguntas que você pode se fazer para você perceber se esse problema dessa dependência de reconhecimento tá te acompanhando. Então, algumas perguntas, ó. Se ninguém soubesse que fui eu quem fez isso, eu continuaria fazendo? Ou se eu perceber que ninguém vai saber que sou eu, eu vou perder a motivação, né? né? Se ninguém me elogiasse, eu ainda me sentiria bem fazendo isso? Eu estou fazendo por mim para ser reconhecido ou realmente estou fazendo pelo outro ou estou fazendo para Deus? Então são perguntas que valem a pena nós pensarmos porque elas podem revelar muito das nossas motivações. Agora, recomendação número dois. Outra atitude importante é você aprender a celebrar as conquistas dos outros, né? Parece contrainttuitivo, né? Nós estamos falando de alguém que precisa ser reconhecido e agora nós estamos sugerindo da pessoa reconhecer os outros. Mas apesar de parecer estranho fazer isso, mesmo que no início ainda não seja tão espontâneo, tão natural, >> sim, >> é uma prática que vai mudando dentro de nós, né? E vai nos ajudando. Então, vamos lá, ó. Se o reconhecimento do outro desperta um, desculpa, se o reconhecimento do outro, o sucesso do outro desperta um desconforto, então já é um ponto de atenção, né? E um uma coisa interessante é que tem uma situação, um sentimento que surge que é difícil da gente admitir. É difícil de nós eh aceitarmos que essa palavra existe no nosso coração, mas às vezes acontece que é a inveja. Então a inveja é uma palavra ruim, né? Nós nem gostamos de falar, de ouvir, mas muitas vezes está presente e se a gente nega isso, a gente não consegue lidar com isso, tratar, melhorar. Então, vamos pensar numa forma diferente de enxergar a situação, né? Então, a inveja ela frequentemente ela transforma a conquista do outro uma avaliação sobre si mesmo. Então, se a outra pessoa foi reconhecida, significa que eu não tenho valor. Se ela conseguiu, significa que eu fracassei. Então, [limpando a garganta] o sucesso do outro se transforma numa crítica minha, né, sobre mim mesmo. E cada um tem a sua história, cada um tem as suas conquistas, as suas dificuldades, as suas limitações, os seus sucessos. E a a outra pessoa tem a zela e você também tem as suas. Então, treine essa admiração pelo outro sem comparar, sem transformar aquilo em algo seu. Então, em vez de perguntar por que ela conseguiu isso ou não, diga assim, se pergunte assim: "O que eu admiro nisso? O que eu acho bonito nisso? O que isso me inspira, né? Existe alguma coisa que eu posso aprender com essa pessoa? Reconheça e valorize a conquista do outro, como eu falei, mesmo que ainda aquela alegria não seja 100% genuína, né? Aquela alegria não seja 100% sincera. Mas parabenize, fala: "Parabéns, você se dedicou muito para isso. Com o tempo, esse comportamento ele vai ficando mais espontâneo, vai ficando mais natural. Você vai adotando esse hábito de comemorar junto com a pessoa, de parabenizá-la. E isso é muito bom. Isso vai realmente trazendo mudanças. Número três, também é importante aprender a encontrar satisfação em fazer o que é certo, mesmo que ninguém esteja vendo, ninguém esteja reconhecendo. Então, muitas coisas valiosas, elas acontecem no silêncio. Então, pense, o que eu fiz de bom hoje, mesmo que ninguém tenha visto? Que qualidades reconheço em mim? Mesmo que ninguém fale? O que que eu enxergo em mim de bom, de qualidade? Que progresso eu tenho feito? Então, Mara, eh, pensar sobre isso, né, trazer essa reflexão interna, independente da opinião do outro, é uma coisa muito importante. >> Muito importante. E isso me faz lembrar que, eh, muitas pessoas, não, Flávia, que marcaram as nossas vidas, né, nos fizeram uma entrega valiosa, muitas vezes elas não foram reconhecidas. >> É verdade, >> não é verdade? Então, muitas vezes isso aconteceu, tá? que talvez nunca pessoas realmente valorosas para nós nunca tiveram os devidos reconhecimentos. Quando a gente olha assim fica meio diferente, não fica lá, >> fica porque é difícil dar o que a gente não recebeu. Algumas pessoas conseguem, não, não recebi, mas eu quero dar, mas é difícil, então algumas não conseguem, >> né? Então, entender que também para aquela pessoa é difícil, porque ela também não recebeu, nos ajuda a ter mais empatia, né? E a trazer aquilo para ser menos pessoal. >> Para ser menos pessoal. Exatamente. Porque assim, se é menos pessoal, dói menos. Porque você entende que não é com você. Muitas vezes a questão é do outro. É com o outro. E a gente falou o tempo todo, vale a pena frisar. Tá doendo muito. Dói demais a falta de reconhecimento. Esses passos aí que Flávia está nos passando. Saluto análise, né, Flávia? >> Onde onde onde dói? Por onde dói, porque por que dói? >> Quais sentimentos que aparecem, né? Às vezes é um sentimento de, como eu falei, de inveja, às vezes tristeza, às vezes raiva, às vezes injustiça, comparação, volta, né? >> Então, entender que sentimentos que estão aparecendo nos ajuda a identificar como que nós estamos chegando naquela situação, >> né? Que significado estamos dando, que nós estamos pensando sobre aquilo. Então, nos ajuda a cuidar desses sentimentos, desses pensamentos, né? E a última recomendação, Mara, que eu quero trazer >> é agradecer mais, >> né? enxergar a vida com os óculos da gratidão. Isso faz uma diferença enorme na nossa vida, não é? >> Então, quanto mais desenvolvemos esse coração grato, eh, menos dependente da validação. Quanto mais agradecemos a Deus pelo que nós temos, ao invés de reclamar e de ficar triste pelo que o outro tem, eu não tenho. Então, quanto mais nós agradecemos pelo que nós temos, menos nós ficamos tristes pelas pelo sucesso do outro. pelas coisas que o outro conquista. Eu tenho as minhas, são diferentes as deles, tá tudo bem, mas eu tenho as minhas. Então, eh, olhar com esse coração grato, com esses, eh, olhos da gratidão, né, nos ajuda muito, porque nós valorizamos quem nós somos, o que aprendemos, o que superamos, o que Deus tem feito na nossa vida, a presença de Deus na nossa vida, né, por sermos servos do Senhor. Então, a última recomendação é essa, é buscar, praticar, enxergar situações com gratidão. Fantástico. Que que contribuição tremenda. E quando a gente olha, né, coloca essa lente, como você disse, da gratidão, tudo toma tudo toma um sentido muito diferente, >> muito diferente. >> Porque às vezes coisas que às vezes passam assim meio desapercebidas quando a gente tem esse desenvolve esse coração grato. E o Senhor tem condição de mudar o nosso coração em relação a isso, né? isso, né? Ai, como a vida fica mais leve. São tantos motivos para agradecer, né? Isso mesmo. mesmo. >> E aí, conte para mim, dona Flávia, nós temos que falar sobre a palavra agora, né? né? >> Isso. Agora a reflexão bíblica, né? >> Ótimo. E quem vai nos trazer a reflexão bíblica hoje? Pérola. Irmã Pérola vai nos trazer a reflexão bíblica. Nós vamos ouvir o que a palavra nos diz sobre isso. Porque assim, de verdade, como a gente sempre diz por aqui, que tudo aquilo que o homem precisa está na palavra. E a Bíblia nos ensina. Então vamos ouvir Pérola. Certeza que ela tem uma grande contribuição para nos dar agora. A paz [limpando a garganta] do Senhor Mara, a paz do Senhor Flávia. A paz do Senhor é você que está conosco no programa Bem-Estar com a Direção de Deus. Os pontos que eu quero abordar com vocês hoje são baseados em dois aspectos à luz da palavra de Deus. O primeiro vai ser sobre a necessidade de ser reconhecido perante as pessoas e o segundo vai ser sobre o reconhecimento que se espera da parte de Deus. Então vamos lá. vamos lá. O ser humano, ele tem necessidade de ser visto e apreciado. apreciado. Isso é normal. Contudo, o que acontece é que quando o desejo, pelo aplauso das pessoas torna-se a búsola das suas escolhas, elas perdem a capacidade de ouvir e seguir a voz de Deus. Isso não significa que você nunca deva sentir alegria ao ser reconhecido. Significa apenas que o ser reconhecido não deve ser a motivação para o seu serviço a Deus e ao próximo. A palavra de Deus nos mostra quais devem ser as verdadeiras motivações que estão por trás dessas atitudes e que muitas vezes ocupam os corações das pessoas. Em Efésios 6, versículo 6, nós temos não servindo à vista como para agradar aos homens, mas como servos de Cristo, fazendo de coração a vontade de Deus. Fazer a vontade de Deus, queridos, como diz o versículo, significa que ao invés de buscar aplausos e aprovação dos outros, deve-se servir em obediência ao Senhor, motivado pelo amor de Deus, entendendo que a verdadeira recompensa não está nos elogios passageiros das pessoas, mas na paz de saber que suas atitudes atitudes Mesmo que por vezes invisíveis, aos olhos das pessoas agradam aquele que conhece as suas reais intenções e vê o que está no fundo do seu coração. Em Romanos 5:8, nós vemos a extensão desse amor de Deus. Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores. Por outro lado, nós vemos o exemplo de como eram os fariseus, que [roncando] serviam e faziam tudo para serem admirados e apreciados pelos homens. Eles queriam que os homens os vissem e os elogiassem, mas os o galardão que eles recebiam era só esse que passa. Porém, o que nos interessa é agradar a Deus. E o galardão que ele, Deus, que vê em oculto tem, é eterno. Nós vemos essa referência em Mateus 6, versículo 2, que eu falei dos fariseus. Quando, pois, deres esmola, não faças tocar trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem glorificados pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam seu galardão. E o outro ponto importante que eu quero abordar, queridos ouvintes, é que por vezes a [limpando a garganta] falta de reconhecimento pode afetar a nossa autoestima autoestima e nos fazer se sentir desvalorizados. Contudo, a Bíblia nos ensina que o nosso valor não é construído pelo que nós fazemos ou pelo que os outros pensam de nós, como nós já dissemos, mas sim pelo que o Deus diz quem somos. Nós somos filhos amados. Nosso valor para Deus foi demonstrado na cruz pelo sangue de Jesus, não no reconhecimento humano. Em Cristo você já é precioso, você é amado, você é escolhido e você é especial para ele. Não é preciso trabalhar para conquistar o amor ou a atenção do Pai. Em Primeira João 3:1, nós encontramos essa verdade. Vede quão grande amor nos tem concedido o Pai, que fôssemos chamados filhos de Deus. A nossa identidade, ela é firmada nessa verdade, filhos amados de Deus. Então, queridos, não precisamos viver tentando provar o nosso valor. Quando nós compreendemos que o nosso valor vem do Senhor, passamos a servir com gratidão, com humildade e com alegria. Então, ao invés de buscarmos reconhecimento para nós mesmos, passamos a dar o verdadeiro reconhecimento àquele que merece todo o nosso louvor e adoração, pelo seu grande amor expressado por nós através do sangue de Jesus. Amém. Amém. >> Glória a Deus. Que reflexão preciosa que nós tivemos agora sobre esse [limpando a garganta] assunto. Você foi edificado? Porque eu fui muito edificada com tudo aquilo que nós conversamos aqui. E esse programa ele é feito para você com todo carinho. Então o seu comentário, né? Se você está nos assistindo pelo YouTube é muito importante. Deixe o seu like, compartilha com alguém, deixe seu comentário, a sua sugestão de um tema. Se você nos assiste através da TV Manain, existe um Qcode, onde você pode estar ali escaneando através do seu celular esse Qcode. Também nos deixar a sugestão de um tema, um comentário, a sua contribuição a nível de ideias, a nível de experiências. Tudo isso é muito importante para nós. Eu me despeço agora de você que está aí nos assistindo com a paz do Senhor Jesus, dizendo que a semana que vem nós vamos ter um outro programa muito especial, preparado com todo o carinho para você e você também, né, Flávia? A paz do Senhor Jesus. Que maravilhosa oportunidade de estarmos mais uma vez juntas. >> Glória a Deus. Uma grande bção. P Senhor Mara, paz do Senhor a todos.