Igreja Universal
20 de julho de 2026
1h 0min
4.148 visualizações
93
pontos de 100
Mensagem bíblica e pastoralmente sólida sobre o vazio existencial que só Deus preenche pelo Espírito Santo, ilustrada por testemunho genuíno, com leve lacuna na exposição explícita do evangelho da cruz.
Análise baseada na tradição Neopentecostal · Igreja Universal do Reino de Deus
Analisado em 20 de julho de 2026 · como funciona a análise →
📌 Precisando de ajuda? ☎️ Ligue para: (11) 3573-3535 📱 WhatsApp: (11) 3573-3500 📌 Fale com um pastor agora mesmo: 👨💻 www.pastoronline.com ============================= Não se esqueça de dar seu like no vídeo e se inscrever no Canal da Igreja Universal: https://www.youtube.com/igrejauniversal ------------------------------------------------------------------------------------------ Converse com um Pastor agora mesmo: https://www.pastoronline.com ============================= Encontre uma Universal próximo de você: https://www.universal.org/localizar ------------------------------------------------------------------------------------------ Siga o Bispo Macedo nas redes sociais: Facebook: https://www.facebook.com/BispoMacedo Twitter: https://twitter.com/bispomacedo Instagram: https://instagram.com/bispomacedo/ Canal no Youtube: https://youtube.com/user/CanalBispoMacedo Blog: https://blogs.universal.org/bispomacedo/ ============================= Siga a Igreja Universal nas redes sociais: Facebook: https://facebook.com/IgrejaUniversal/ Twitter: https://twitter.com/igrejauniversal Instagram: https://www.instagram.com/igrejauniversal Site: https://www.universal.org/0786
MIT na sua vida. >> Quando você não aguentar mais ficar longe de mim, talvez você me procure para matar a saudade que eu sei que você vai sentir. [música] Eu tento te ajudar, te entender, mas você só me afasta. >> [música] >> Baal cobra caro, cobra os princípios, os valores, o casamento, a alma da família. Eu Eu não te amo como você me ama. >> Amor em ruínas. E se você nunca conheceu o verdadeiro amor? amor? 24 de julho no Unvo. Tem gente que parece viver dentro de um anúncio. A viagem é perfeita. O corpo está sempre pronto para foto. O sorriso aparece na hora certa, só que a câmera registra um recorte. O restante da vida continua acontecendo fora da tela. com problemas, dúvidas, cansaço e sentimentos que não cabem numa legenda. A pergunta é: o que acontece quando a aparência de felicidade precisa ser mantida o tempo inteiro? Durante o festival Bloodfest, o cantor Jong Blond interrompeu o show para falar sobre a própria saúde mental. Ele contou que vinha enfrentando um período de depressão e descreveu uma sensação constante de desconexão. disse que o palco ainda é um lugar de segurança, mas que a velocidade da vida pública nem sempre permite entender o que está sentindo. [música] >> [música] >> Dias depois, ele cancelou sua apresentação em um festival para cuidar de sua saúde mental. [música] [música] Thaago York falou sobre outro tipo de pressão, a necessidade de administrar a própria imagem. Em 2018, ao anunciar que se afastaria das redes sociais, o cantor escreveu sobre a vida instagramica e disse que queria viver sem calcular tanto que mostrava no seu Instagram. Em 2025, o cantor foi internado por conta de uma hérnia de disco cervical, um problema causado pela falta de fortalecimento e postura. [música] É uma lembrança simples. Agenda pública não suspende os limites do corpo. Não há nada de errado em querer conforto, cuidar do corpo ou comemorar uma conquista. A questão aparece quando tudo isso começa a funcionar como prova de valor, como se a pessoa precisasse estar bonita, ocupada e feliz o tempo inteiro para convencer os outros e a si mesma de que a vida está dando certo. Amanda Bines conheceu a fama ainda criança. criança. Ceu diante das câmeras, tornou-se uma das estrelas adolescentes mais conhecidas de Hollywood e depois abandonou a carreira. >> [música] >> Em um perfil publicado pela revista Paper Magazine, a atriz falou sobre a relação difícil com o próprio corpo, o uso de substâncias e a perda de sentido depois do sucesso. [música] Amanda também passou por tratamentos e viveu sob uma tutela judicial iniciada em 2013 e encerrada em 2022. A trajetória não permite diagnosticar ninguém à distância, mas mostra como a fama precoce aumenta a exposição sem necessariamente preparar uma pessoa para lidar com cobrança, crítica e perda de privacidade. E quando a insatisfação pessoal é com a própria imagem, o procedimento estético pode se tornar um atalho e tentar preencher aquele vazio chamado incômodo constante e que ocupa dentro da pessoa. Na busca por melhorar a imagem, muita gente recorre a procedimentos que prometem deixar a aparência melhor aos olhos de quem procura pela mudança. Rafaela Cavalcante não gostava do formato do seu nariz. Isso a incomodava tanto até que decidiu buscar pelo desenho perfeito do nariz, mas ela saiu do consultório assim. >> Na hora que começou a debridar o tecido, eu fiquei com toda essa região aberta, como se fosse uma queimadura de terceiro grau. Caiu a pele inteira. Eu perdi a narina direita, na verdade inteira, né? [música] [música] Um sonho transformado em pesadelo. Uma dor, uma dor, uma dor, uma dor que só foi aumentando na na noite desse dia que eu fiz, eu não consegui dormir. Eles tratam como uma coisa tão simples. Tôi foi comigo, uma colega minha, eh, que eles não dão é dia de retorno, eles não dão telefone para contato, entendesse? A única recomendação que eles dão, ó, é em caso de dor, tomam de pirona. As fotos mostram uma mulher bonita, mas insatisfeita com o que via no espelho. >> Não tinha um grande efeito. Talvez quem olha a foto até nem percebe. Para muita gente era imperceptível, mas eu tinha como se fosse uma [música] baixa um desgilzinho no doce que eu queria completar. Você sai na rua, não tem como não notar, não tem como alguém não perceber. É algo que não tem o que disfarçar. disfarçar. Nas redes sociais, a comparação ficou permanente. A pessoa vê a viagem pronta, o corpo editado cheio de efeitos, que esconde supostos defeitos, a casa organizada e uma rotina que parece perfeita. Não vê as dívidas, os conflitos e nem os problemas que muita gente enfrenta e que fazem parte da vida real. Rico Melquades resolveu falar sobre a mentira que ele mesmo posta nas redes sociais. Humorista falou que toda sua alegria vista por milhares de pessoas que rolam o feed do seu Instagram é tudo falsa. Ele declarou que continua insatisfeito com sua aparência. [música] Eu Eu tô no fundo do poço porque hoje eu tenho, hoje em dia eu tenho tudo e eu não consigo ver alegria em nada. >> A internet ela, eu posso falar com todas as palavras, ela acabou com a minha sanidade mental. >> Só Deus para levantar a gente da cama, para ajudar a gente. Eu também passei por uma depressão muito forte já. Até essa semana eu falei, falei que que o pessoal perguntou: "Ai, por que você tem tanta tremedeira?" Eu falei, gente, é efeito colateral de antidepressivo. Já já tive burnout também, um burnout muito forte eu tive. >> Quais foram os sintomas? Você lembra? >> Lembro. Eu lembro que eu lembro porque eu morava numa casa que ela tinha um jardim [música] e eu lembro que eu acordava, colocava uma cadeira nesse jardim, eu sentava, eu tipo assim, eu passava tipo assim até o final do dia sentada assim, sem fazer nada, nada. >> Celular >> não, eu não conseguia pegar no celular porque o celular para mim era o trabalho, então não conseguia. Eu ficava tipo assim, só sentada e mal e mal e mal e mal, só pensando besteira e não conseguia levantar para fazer nada, nada. E aí eu ficava o dia inteiro sentado nessa cadeira e depois eu ia dormir. >> Esse relato da Jeque é um lembrete crucial e muito corajoso de que as redes sociais são apenas um recorte e muitas vezes um recorte filtrado [música] da vida de alguém. Atrás dos números de seguidores, do glamur e dos sorrisos nos stories existem dores, batalhas e vulnerabilidades reais. Viajar, comprar, cuidar do corpo e comemorar uma conquista podem trazer prazer. Mas nenhum desses elementos sozinho resolve solidão, falta de propósito ou ansiedade. [música] Como preencher um espaço que foi criado paraa eternidade? Como preencher o vazio da alma se ela foi feita para viver a eternidade e Deus colocou a eternidade dentro de nós. Você entende por esta afirmação bíblica que Deus colocou a eternidade dentro do coração do homem? Por que as pessoas tentam de tudo e todas as formas preencher esse vazio e não conseguem? Fracassam. Fracassam. Quer seja por bebidas, amigos, dinheiro, fama, o que for, aventuras, elas jogam tudo isso para dentro na busca do preenchimento do interior e aquilo cai ali dentro desse buraco, como se fosse uma pedrinha num grande abismo. abismo. Nada funciona. Mas ao mesmo tempo você já viu também inúmeras pessoas falarem que quando elas tiveram o encontro com Deus, não uma religião, porque religião também não preenche esse buraco, mas o encontro com Deus, com o Senhor Jesus, esse vazio foi embora. Então, bicho Adilson, nós estamos aqui hoje para falar para essas pessoas que sentem esse grande vazio, que por algum motivo tentam preencher e não conseguem, que essa busca vai ser em vão enquanto elas não colocarem o eterno dentro do espaço que foi criado pra eternidade. >> É, e pra maioria das pessoas que passa por isso, é muito complicado até eh tentar tratar, uma vez que elas não sabem onde é o problema. Eh, nós vimos aí várias pessoas que têm o mesmo problema, mas eh eu reparei que o cantor do início da matéria, aquele que falou no palco com os fãs, ele usou palavras que eu acredito que muitas pessoas assinariam embaixo. Muitas pessoas diriam assim: "É isso que eu tô sentindo". Porque ele disse que sente uma dor, mas ele não sabe porquê. Ele não sabe onde é. E essa dor é exatamente dela que o bispo Renato tá falando aqui agora, que é a dor da alma, né? Eh, por exemplo, o senhor falou sobre preencher a alma. A gente vê as pessoas buscando na na internet, eh, buscando tratamentos, por exemplo, para preencher o rosto, né? Preenchimento labial, facial, botox. E as pessoas recorrem a isso e daqui a pouco elas elas estão ficam mais insatisfeitas ainda. Por quê? Porque na verdade o que precisa ser preenchido é a alma. E não existe nenhum cirurgião, não existe nenhum nenhum comprimido, não existe nenhum tratamento eh da ciência que possa tocar a alma humana. Isso é exclusividade de Deus. É, se você pudesse ver um raio X da sua alma e enxergar o buraco que está dentro dela, você rapidamente, assim como você busca tratamentos para preenchimento de alguma parte do seu corpo, você acha que está caída, que está enrugada, alguma coisa, você certamente procuraria preencher esse espaço da sua alma. Mas não existe esse raio X. O que existe são sintomas. Então, por exemplo, você sente uma dor que não é física, mas há uma dor dentro de você. Você não consegue apontar onde é essa dor. Normalmente na região do peito, normalmente mental, essa dor que nenhum remédio tira é um sintoma do vazio da alma. Você tem uma crise existencial. Você não sabe porque você veio ao mundo, para onde você vai. Quando você perde alguém próximo, amigo, familiar, alguém morre. Você fica num num limbo, numa situação de incerteza. E quando acontecer isso comigo, para onde foi essa pessoa? Essa pessoa ontem estava aqui, agora ela não está mais. Para onde foi essa pessoa? Como é que pode tudo acabar assim da noite pro dia? Você não consegue conceber, você não consegue processar a ideia da morte. Você é uma pessoa que procura sempre alguma coisa a mais, ainda que você alcance aquilo que você anteriormente achava que iria resolver o seu vazio, mas não resolveu. Você está sempre procurando uma coisa a mais, um próximo objetivo. Quer dizer, nunca você está satisfeito. Por mais sucesso que você tenha, você nunca está satisfeito. É outro sintoma do vazio da alma. Então são são formas de você ter esse raio X espiritual. que se a sua alma está assim nesse vazio, então o que que ela precisa? O que que a sua alma está precisando? Não é mais dinheiro, não é um relacionamento, isso não vai resolver. Pelo contrário, se você entra num relacionamento assim, você vai fazer a outra pessoa sofrer, como talvez você está fazendo tua esposa sofrer, teu marido sofrer, porque você tá vazio. O que vai preencher o vazio da sua alma é você buscar a Deus, receber o espírito de Deus. Deus promete habitar dentro da gente a tal ponto de transbordar. Jesus disse: "Aquele que crê em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva a jorrar para a vida eterna". Então, veja a fé em Jesus, não de qualquer maneira, mas como diz a escritura sagrada. E isso é um detalhe importante, porque muitas pessoas dizem crer em Jesus, mas a maneira delas, o Jesus que elas inventaram na cabeça delas, que as religiões inventaram. E Jesus não falou isso. Ele falou: "Quem crê em mim, como diz a Escritura, a Bíblia, que você deve ter aí na sua casa." Quando você olha o que a palavra de Deus fala a respeito dele e você crê nele daquela forma, então passa a jorrar de dentro de você uma fonte. Você não é só preenchido, você transborda e outras pessoas ao seu redor começam a sentir essa alegria, essa paz que está vindo de dentro de você. Você quer isso? Você deseja preencher o seu vazio? Então, olha, você vai começar tomando essa decisão aqui agora. O número que está aí na sua tela, 113573 3535. Eu gostaria de abrir as nossas linhas agora da nossa central para pessoas que estão se sentindo vazias. Você que sente esse vazio, essa crise existencial, essa busca incessante por sentido, significado que nada preenche e você quer ter esse encontro com Deus, ligue aqui para o 1135733535 e fale com o nosso atendente, diga o que está acontecendo com você >> e ouça. Quando você terminar de falar, o atendente vai falar. Aí você ouve a palavra e siga a orientação. Rane, nós estamos aí agora para ajudar essas pessoas que estão sentindo um vazio na alma e querem esta ajuda. >> Olá, bispo. Sim, nós já estamos aqui com a nossa equipe de peso para atender essa pessoa que está necessitando dessa ajuda. Talvez dentro dela há dois tipos de pessoas. dentro dela tem aquela que pensa assim: "Ah, se eu fosse, se eu tivesse uma profissão, se eu fosse bem-sucedida, se eu tivesse estudado, eu seria feliz, eu teria a minha vida realizada." Já do outro lado tem pessoas que elas têm tudo, elas têm essa profissão, elas tomação, uma vida financeira estabilizada, ela tem uma casa, mas dentro dela também tem um vazio. Então tudo se resume. Esse vazio da alma se resolvem se resolve apenas com uma situação, quando ela busca aquele que veio para preencher o interior dela. Então, como o senhor mencionou, se essa pessoa ela quer ajuda, aqui na nossa central, nós temos pessoas dispostas a te ajudar, a te ouvir e te mostrar, te apontar a direção que você pode seguir, a decisão que você precisa tomar para sair dessa situação que você se encontra. Então, as nossas linhas já estão à disposição. Você pode ligar no 1135733535 e nós estaremos aqui para te ajudar. >> E sem preocupar de falar no ar. Você não vai falar no ar, vai falar em sigilo. >> Se você não quiser, não precisa nem dar o seu nome, é só você ligar para abrir o seu coração, tirar o que está de dentro de você agora e ouvir a palavra, o conselho que vai vir do outro lado. Obrigado, Rayane. 1135733535. Pode ligar agora. Daqui a pouquinho nós vamos conhecer a história da Vanclex, tá aqui com a gente. Ela vai contar um pouquinho de como ela viveu essa experiência de vazio e tentou de todas as formas. preenchê-lo e não conseguiu. Até que você vai saber o que resolveu de fato. Mas vamos ver aí agora como foi no último fim de semana o grande evento da Força Jovem Universal, juntamente com o FTU chamado Mega Dance, aqui no ginásio do Ibirapuera. Acompanhe >> a cada passo, a cada música. A alegria de estar e dançar junto mais uma vez. [música] >> É o Mega Dance Musical 2026. O palco em São Paulo foi o ginásio do Ibirapuera, que recebeu 11.000 pessoas. Jovens de várias regiões se encontraram para mostrar a arte do teatro, da dança e da música. O Mega Dance chega à quinta edição ainda maior. Cenário, coreografias, figurino. Um espetáculo grandioso e surpreendente. O evento é promovido pela FJU e tem o apoio da Prefeitura de São Paulo. >> Bem legal, divertido. Viaj tá bastante, um lugar leve, um lugar que a gente pode se divertir sem se preocupar. >> Gisele participou pela primeira vez no ano passado, gostou tanto da experiência que voltou e desta vez acompanhada de amigos. >> É gratificante, né? Porque é como se você desse a oportunidade para outras pessoas ter a oportunidade que você teve lá atrás. Quem sobe ao palco não apresenta só uma coreografia, mostra dedicação e disciplina. >> Desde fevereiro que a gente tá fazendo áudio, fazendo as danças, fazendo tudo figurino e tá a expectativa tá bem lá em cima. Talentos ainda desconhecidos, muitas vezes escondidos ou até desencorajados. Mas no Mega Dance eles ganham os holofotes e os aplausos de um ginásio lotado. São 480 dançarinos [música] divididos em companhias de dança de várias cidades de São Paulo. Cada apresentação leva ao público mensagens de coragem. Perseverança e superação. Difícil mesmo é a missão dos jurados, escolher apenas um vencedor. Entre eles estão nomes conhecidos do público, como a atriz Letícia Laranja e o ator Murilo César. Na plateia, muita gente já se imagina no palco nas próximas edições. >> Por um lado, deve ser tenso, porque, tipo, é muita gente te olhando, muitas pessoas e jurados que vão julgar o que você faz. E por um lado deve ser muito bom, porque é uma coisa que você gosta de fazer. Se você tá ali é porque você gosta, então deve ser muito bom. Também tem quem veio para torcer pelo amigo, que se preparou muito para mostrar todo o talento da dança. Meu, é muito legal. Eu não imaginei que ia ter tanta gente. É a primeira vez que eu venho no evento e assim, eu tô super empolgada. >> Para Celso Júnior, responsável pela FJU, o Mega Dance vai muito além da competição. É uma oportunidade para os jovens desenvolverem talentos e fortalecerem a autoestima. Nós temos casos de jovens eram tímidos, que não saíam, não não socializavam e através do projeto eles se apresentam aqui diante de milhares de pessoas. Aliás, tem artistas profissionais que nunca tiveram palco como esse para se apresentar. >> Ao longo da temporada de [música] 2026, as apresentações acontecem em 19 estados e no Distrito Federal, levando música, dança e emoção para arenas. ginásios e teatros de norte a sul do país. O sucesso do Mega [música] Dance também atravessa fronteiras. A competição acontece em 18 países. Mais de 100.000 pessoas foram impactadas pelo evento que mobilizou cerca de 8.000 voluntários no mundo inteiro. >> No Megadense em São Paulo, os jovens também acompanharam uma palestra com os apresentadores da Escola do Amor, Renato e Cristiane Cardoso, que falaram sobre a importância de acreditar no próprio potencial. potencial. >> Você pode ter errado até hoje, mas amanhã você não precisa errar. Você não precisa errar amanhã. Você pode começar uma folha nova, você pode começar daqui paraa frente e fazer tudo diferente. >> Você que fica aí pensando, ah, não vejo a hora de fazer 18. Você vai pular do 18 pros 30 rapidinho. Você vai perguntar: "Onde é que estão os meus 20 e poucos anos? Onde é que foram os meus 20 e poucos anos? vai passar muito rápido. Você precisa pensar no futuro e começar a agir agora >> no final do evento, o momento tão esperado, o anúncio do vencedor. [música] >> E mesmo para quem não ocupou o primeiro lugar, a sensação é de vitória, pela coragem de aceitar o desafio e superar os próprios limites. por usar a arte como inspiração para outros jovens. [aplausos] >> É, parabéns aí todas as todas as companhias de dança, né, da FJU aqui, apesar do templo ter ganhado, eu creio que muitas outras, todas ganharam, como nós vimos aí, são milhares de jovens que participam deste evento todos os anos. Daqui a pouquinho vai ter aí o Mega Help também chegando aí daqui a dois ou três meses. E você que é jovem, você que tem um filho adolescente e quer fazer parte desse grande movimento, tem ajudado milhares de jovens a ter uma vida saudável, escolhas melhores nessa fase tão importante da vida, é só você procurar a FJU a mais aí mais próximo de você ou seguir o Instagram para mais informações da FJU oficial FJU. e você vai ter mais informações. E o site também é forçajovemuniversal.com. Bom, vamos agora conversar com a Vandleia, aqui é nossa convidada. Bem-vinda, Vandia. Tudo bem? >> Olá, Binar, tudo ótimo. Olá, Badilson, um prazer. >> Bem-vinda. Você aqui é um exemplo do que nós estávamos falando anteriormente, de uma vida vazia, apesar de tantas buscas, foram muitos anos incessantes de busca de preenchimento da sua alma. Que que era? Como é que era esse vazio que hoje você enxerga que acontecia com você? >> Bispa, a minha vida começa com um querer não dar problema. Então, nós viemos da Paraíba, mãe e meu irmão. Então, ela veio fugida de um lar violento, um lar que tinha vícios. Ela fugiu de pai e nós viemos aqui para São Paulo. Chegando aqui, conhece um outro tipo de violência, que é a fome, que é a necessidade. Mas nós fomos criados em lares evangélicos. Então, vendo toda a dor que mãe passava, todo o medo que ela tinha de pai vir tirar e também aqui de se colocar, porque era uma mãe solteira, que não tinha condições, não tinha estudo, eu pensava assim: "Bispo, eu não posso dar problema, não posso ser problema pra mãe." Então, mãe nem imaginava o que eu passava na escola, porque na escola a gente sofria bullying, que na minha época eu sou que não existia essa palavra bullying, mas a gente sofria preconceito. Eu dividia material escolar com o meu irmão, eu vestia roupas que eram doadas e ali naquela, na minha adolescência eu sofri muito na escola. Mas mãe nunca soube. Mãe nunca soube por eu coloquei na minha cabeça, eu não posso dar problema. [risadas] Então pra mãe tava tudo bem, eu tinha boas notas, eu ia bem na escola, pra mãe tava tudo bem e ela não tinha problema. Chegando então na adolescência, a gente indo pra igreja, eu percebi, o o bispo colocou muito bem que eh tem dor, tá com dor de cabeça, toma um remédio, tá com algum sintoma, você vai no médico, descobre que é uma doença, faz um tratamento. Mas o que eu tinha, remédio nenhum preenche. Não existe remédio, existe a cura pro vazio que eu sentia. >> A gente não sabe nem onde é, né? Não sabe nem apontar. >> Não consegue entender. Ah, o que falta é isso. Eu não sabia o que faltava. Eu não sabia. Eu sabia que eu não era feliz, eu não tinha, não tinha uma completude. Então, na minha adolescência, o que que eu decidi agora, não mais para proteger mãe eh de problemas, mas para me proteger, eu decidi que eu tinha que ser melhor em tudo. Então, eu me entreguei a estudos. Eh, então a Bíblia li várias vezes, eu lia dicionário, para você ter uma ideia do que é um vazio, ela é dicionário e a constituição. Então, pronto, só dar risada, mas é cérebro litão. Bispa, disso, para quê? Para quê? [risadas] Não é importante ler a crucição, mas talvez não com a intensidade que você lia ou com propósito que você adolescência. [risadas] Eu não tava estudando, eu queria preencher. Então eu tinha que chegar numa roda e saber o que eu tava falando. Então eu tinha que ser aquela pessoa de conhecimento. Livros de autoajuda inúmeros, todos que possa imaginar, eu lia livros de autoajuda porque eu queria me ajudar. E também eu queria, quando eu falei que eu queria me proteger, eu não queria que as pessoas percebessem que eu tinha algo. Então, todo mundo achava que eu tava bem. >> Era uma capa, né? Um personagem que você tinha que sustentar. >> Uhum. Então, aquele personagem, Rodas de Conversa com os amigos, eu era divertida, eu era que ria, que fazia rir. Ah, o assunto é mais denso, ah, eu sabia. Ou se eu não sabia, eu ia estudar. Ou eu fazia que eu sabia também, mas eu não saía por baixo. Aí, o que foi? Se naquele vazio, quando criança era para proteger mãe, na adolescência foi para me proteger, mas ele se transformou em orgulho. Eu comecei a me orgulhar do que eu conhecia. Só que esse orgulho não me satisfazia quando eu tava em casa sozinha. Se eu tenho uma ideia, eu não ficava em silêncio. Eu não podia ficar sozinha com os meus pensamentos. Eu tinha que estar ouvindo algo, eu tinha que estar lendo alguma coisa, porque eu não conseguia lidar comigo mesma, com meus pensamentos, aquele vazio, aquela tristeza. E aí a a Raiana, ela falou muito bem, tem pessoas que vai buscando no próximo, ah, falta isso, falta aquilo. E aí foi então que eu vi que faltava. Eu falei: "Ah, sabe por que eu não sou feliz? Porque eu não tenho família, mãe tá aqui, eu tenho meus irmãos, tal, mas eu preciso ter a minha família. É isso que falta para eu ser feliz. Encontrei meu esposo, nos conhecemos na igreja, um homem muito dedicado. Casei na igreja. Do jeito que eu sonhei foi meu casamento, do jeito que eu planejei. Fomos então viver aquela vida, bispo. Só eu só era feliz fingindo, sozinha eu não era feliz. Deitada no quarto, meu esposo dormia, mas ele não sabia que quando eu colocava o travesseiro na cabeça, cabeça no travesseiro, eu chorava. Então você você escondia muito bem, né? Porque você era uma pessoa expansiva, uma pessoa inteligente, debatia qualquer assunto. Então as pessoas deviam admirar você, não imaginavam que, como você disse, eu só era feliz quando eu fingia. Não imaginavam isso. >> Tanto não imaginavam que ninguém conseguia perceber, mas era doloroso. É cansativo fingir o que você não é. Porque na verdade eu me achava uma pessoa tímida, mas eu não podia mostrar isso para ninguém. Então eu ia, entrava e saía de qualquer lugar, mas sustentar aquilo por um dia, por dois dias, mas pela vida inteira era doloroso. Por isso que muitas vezes eu chorava noite, porque eu pensava, para que que eu tô fazendo isso? que que adianta. Então, foi ali naquela, aquele sofrimento. É, é assim, quem sente um vazio, ele sabe que a gente busca preencher com tudo, mas não preenche. A gente pode até ter sensações e era isso que eu pensava. Então, casada com meu esposo dedicado, um homem muito amoroso, um homem que eu pedia a Deus. Quando eu tava com seis meses de casado, eu já tava cansada, eu não tava aguentando mais. E você eh isso refletia no casamento de alguma forma com reclamações, com insatisfações ou não? >> Refletia quando eu me fechava, porque eu sempre expansiva para todo mundo lá fora, dentro de casa eu até tentava, mas eu não sustentava por muito tempo, porque quem te conhece de verdade é quem tá dentro de casa, quem tá perto de você. você. >> Então eu não sustentava aquela alegria por muito tempo. Muitas vezes meu esposo me via quieta, eu não deixa quieta, mas que que você tem? Não, amor, eu tô quieta, deixa eu quieta, deixa eu aqui. E eu tava ou tava com fone de ouvido ou então tava sentada lendo algum livro, fazendo: "Não, deixa meu momento, eu preciso ficar sozinha". Mas não é porque eu tava cansada de fingir que eu tava bem. bem. >> Quer dizer, nem o seu marido te conhecia, né? Isso deve ser muito frustrante. É muito frustrante, especialmente num casamento, né? E eu tenho certeza que há pessoas nos assistindo agora que sentem essa barreira com o cônjuge, né? Você você sente que a sua esposa ou seu marido tem um problema pessoal, interno, espiritual, emocional e ele não se abre com você. Ele não se abre, provavelmente até para te proteger, né? Porque ele sabe que não vai adiantar muito, né? Eh, falar do problema, do que ele sente, ele não quer te assustar, ou ele acha que não vai ser compreendido, ela não vai acha que não vai ser compreendida. Então fica essa barreira, essa frieza no casamento, que você convive com a pessoa, mas tem aquela sensação que você não conhece a pessoa, você não sabe que você tá ali dentro dela. Isso traz uma insegurança muito grande, sem contar a frustração, porque você, a pessoa começa a pensar assim, o marido, no caso, começa a pensar assim: "Será que eu não sou suficiente para ela?" A mulher começa a pensar: "Eu não sou suficiente para ele." Os filhos, os filhos começam a pensar: "O pai não tá feliz, a mãe não tá feliz com a gente". É um problema, é alguma coisa que a gente fez, quer dizer, a família começa a sentir que tem alguma coisa errada com eles. Na verdade, é aquela pessoa que está com problema. problema. >> É, até porque existe aquela coisa de de crença de que o casamento ou quando uma pessoa se casa, ela casa para fazer a outra feliz e para que a outra a faça feliz. Então, eh, não há como a pessoa ver alguém que é parte de si, da sua própria vida, sofrendo, ignorar aquilo. Por mais que a pessoa se sinta bem consigo mesma, mas ela se torna coparticipante da dor da pessoa que ela ama. E aí na tentativa de ajudar o marido, se tem condições, ele diz: "Olha, vamos fazer uma viagem, vamos fazer um cruzeiro, eu vou te levar para outro país. Você quer conhecer qual país, vamos fazer? Escolhe, escolhe um lugar pra gente viajar". E e a pessoa vai e volta tão triste quanto antes. Por quê? Por causa da alma. Eh, não há nenhum ser humano que consiga atender essa necessidade que outro ser humano tem. Por mais que a pessoa tenha coisas e pessoas, nada, nem ninguém poderão preencher esse vazio que é da alma. é da alma. >> E que é pior, porque a pessoa depois faz tudo isso, faz a viagem, cursa a faculdade, faz aquilo que ela pensava que ia resolver e aí não resolve. Ela pensa assim e tem gente Renato, ela tá a Vandecle tava falando sobre >> eh investir na instrução, né? Você passou a ler muito. Eu me lembro de de um um senhor que eu atendi >> que ele é de um nível elevado, assim, muito instruído, eh inclusive ocupando um uma posição importante na sociedade e e ele tinha esse recurso também. E ele me disse o seguinte: "Quando eu não, eu ele falou, eu não consigo dormir à noite. Se eu durmo duas ou três horas, eu acordo e o que que eu busco?" Porque eu busco ler tudo que eu encontrar pela frente, eu leio ele. Se não tiver, se tiver classificados do jornal, eu leio todos, porque é uma forma de tentar preencher o vazio. Ou seja, se tem umas se tem pessoas que vão pra bebida, pras drogas, eh pra boemia, enfim, busca buscam relacionamentos, tem gente que inclusive busca em algo que é tão produtivo, mas que não resolve o problema. É uma forma de colocar o trem nos trilhos, né? A mente fica ocupada com aquela informação, mas não resolve o vazio dela. >> E eu entendo bem isso, para eu ter uma ideia, eu sentava para tomar café, eu li o rótulo do leite, ia tomar banho, eu ficava lendo o rótulo do shampoo, porque eu não podia ficar sozinha comigo mesmo. Então eu ia de próxima conquista, de próxima etapa. De próxima etapa. Existem decisões que transformam a vida da gente, mas tem decisões que são erradas. Então eu naquela ânsia de preencher esse vazio tinha o marido. Não, mas o meu problema não é a falta do amor do meu marido, porque meu marido me amava muitas vezes, acredito que sim, que se sentia frustrado de perceber, eu não falava, mas era perceptível que eu faltava alguma coisa para mim. Então eu falei para ele: "Amor, precisamos ter um filho pra gente ter uma família completa, uma pessoa que não tá bem, quer trazer uma outra pessoa pro mundo. E meu esposo no afã de querer agradar, acho que nessa busca, né? Poxa, vou fazê-la feliz." E eu engravidei, tive meu filho, um príncipe lindo, menino perfeito, assim, do jeito que eu sonhei, tudo que eu tinha, a gente pôde dar tudo que a gente podia, mas cadê a alegria? Cadê a felicidade? Cadê o vazio preenchido? Afinal, eu tinha o amor do meu marido, eu tinha o amor do meu filho, eu os amava e os amo muito. Então, não era só dar amor. Eu também recebia amor, mas não preenchia. Eu continuava vazia. E aí muitas vezes eu me pegava pensando com meu filho, dormindo, eu fazendo as coisas dentro de casa, enxugando às vezes a faca. Eu não pensava em suicídio, mas eu pensava assim: "Se eu morrer, que diferença faz para esse mundo? O que que eu vou fazer de diferença? Meu Deus, ninguém sabe nem o que eu tô passando. Se eu deixasse de existir, se eu tivesse feito alguma coisa, ninguém e meu marido pensar o que que aconteceu com ela? Ou alguém tava falando: "Mas nossa, ela era tão feliz, eu sempre vi ela sorrindo. Que que ela tinha?" Ninguém sabia, porque eu era orgulhosa de pedir ajuda. >> Uhum. >> Eu não pedia ajuda. Eu achava que eu ia conseguir preenchendo de etapa em etapa. E foi que eu não consegui, não consegui nada nesse mundo. Eu já vou fazendo um resumo. Nada nesse mundo preenche o que a gente tem, que é esse vazio que o ser humano nasce, é a busca em Deus. >> Mas eu tive que aprender isso da pior forma, porque como eu disse, é uma coisa dolorosa. Dói a alma e o corpo também s, porque você tem que fingir, você não é você. Eu me perdi dentro de mim. Eu não sabia mais quem eu era. Eu era quem? Eu era Vandecle que era estudiosa, era Vanclé que era alegre, ou era uma pessoa tímida, ou era uma pessoa que não quem quem eu era. Eu não, eu não sabia quem eu era. Eu era o que a ocasião precisava. Então, se naquele momento eu tava com a minha família e eu tinha que ser a melhor mãe, a melhor esposa, ali seria seria o ambiente. Não, [limpando a garganta] se é na escola ou na eu tenho que ser ali eu vou ser o melhor. Eu não era eu. Então a gente tem que conseguir. Acho que o primeiro passo para uma transformação é reconhecer que existe algo errado, reconhecer que tem um vazio. Porque enquanto eu ficar, como a gente viu nas entrevistas ali nas na matéria, pessoas falando: "Ah, eh, um, as redes sociais me fazem mal, eu tô sofrendo isso, eu entendo, mas eu querer ajuda, porque não é só dizer, eu tô passando, eu tenho vazio dentro do meu coração, eu tô vazia dentro de mim". E o querer ajuda. >> É, a pessoa às vezes hoje com as redes sociais, especialmente, as pessoas pensam que primeiro não há solução para isso, né? Porque a a sociedade mesmo muitas profissões já normalizam isso. Você tem a depressão, você tem esse transtorno e você tem que aceitar, né? Você tem que aprender a viver com isso. Além disso, as pessoas elas acham que às vezes são aconselhadas até por profissionais. Vocês têm, você tem que falar sobre isso. Não pode guardar para você. vai pra rede social, fala aquilo ali. Muitos fãs, muitos seguidores rebatem o que ela está falando, ecoam, melhor dizendo o que ela está falando, dizendo: "Eu me sinto da mesma forma". Então, a pessoa sente assim, ah, então não tô sozinho, >> não tô, ai, alguém me entende, >> alguém me entende, eu sou assim, é normal, muita gente está assim, vamos nos abraçar aqui e afundar juntos, né? O Titanic tá afundando, vamos nos abraçar e afundar juntos. Quer dizer, não não acreditam que é uma solução, portanto, não buscam a solução. Sabem apenas que tem que gerenciar isso de alguma forma. E essa é a maior tristeza que a gente sente, porque a gente sabe que tem uma solução. A gente tá aqui para mostrar para você, a Vandeclés tá aqui para mostrar para você pela história dela, que tem solução para isso. E você primeiro tem que reconhecer que isso não é normal. Não é porque é comum, que é normal. normal. E se outras pessoas venceram isso, venceram definitivamente, como a Vanclle vai falar, como ela venceu, então por que você não consegue vencer? Por que não você vencer? Esse esse é o raciocínio que você tem que ter e buscar essa solução para sua vida. Então, e o curioso é que grande parte desses anos que você passou assim, foram também frequentando uma igreja. Você, mesmo frequentando uma igreja você não resolvia esse problema? >> Não, não resolvia e ninguém sabia também. Afinal de contas, eu era teóloga, conhecia tudo da Bíblia, eu ajudava na igreja, eu queria est ali sempre preparativa, porque eu não podia ficar sozinha, eu também não podia ficar parada. Então era uma pessoa que tava envolvida em tudo. Tudo na igreja eu tava ajudando, mas eu não conseguia me ajudar. Como que eu cons podia falar da Bíblia, falar daquilo que eu conhecia? Mas a Bíblia mesmo, a palavra de Deus, não ecoava dentro de mim. Ela não fazia efeito, porque eu não me entregava. Então, eu era uma pessoa extremamente religiosa. Eu não tô falando igrejas, é a religião, era eu o problema. Eu não tinha o Espírito Santo, eu não tinha Deus. Então, eu buscava na religiosidade ali viver aquela vida. O fundo do poço, bispo, que eu encontrei, que eu me vi, que eu falei assim, que foi aquela p você caba mais e se afunda mais, ou olha pro céu e fala: "Ó, eu preciso de ajuda". Foi quando eu tinha o meu filho e eu fiquei pensando assim: "Meu Deus, que tipo de mãe eu vou ser para esse menino? Eu vou fingir a vida inteira dele? Eu vou continuar sangrando por dentro sem ele saber como que eu vou passar isso?" E foi também quando além desse orgulho que eu precisava quebrar e eu percebendo que eu não ia ser a mãe que meu filho precisava ser, foi quando lendo a Bíblia no nas várias leituras, a igreja onde eu ia falava assim, a pregação era que uma vez salvo, salvo para sempre. Então, tudo bem, você erra, você pede perdão, mas uma vez só tem a predestinação. Eu era predestinada à salvação. E eu ficava pensando: "Meu Deus, como com tanta tristeza eu quero morrer logo?" E aí lendo o livro de Apocalipse eu vi aquele versículo que fala que seu nome pode ser riscado do livro da da vida. E eu parei para pensar, eu falei: "Como assim? Se eu sou predestinada, se uma vez salvo, salvo para sempre, como é que meu nome pode ser riscado? E em vez de eu virar uma chave e falar: "Não, tenho que buscar, então eu tenho que entender melhor isso". Entrou um medo dentro de mim muito grande, o medo do inferno, um medo muito grande. O que seria agora se eu sofro aqui e eu ainda não tenho a minha salvação garantida? Que medo. Eu tinha muito medo. E aí eu deixei os livros de autoajuda e comecei a ler livros de pastores, de pessoas cristãs, para tentar preencher. Foi quando mãe começou a ir na igreja universal. universal. mãe, uma mulher muito simples, uma mulher que estudou até a quinta série, criou os quatro filhos, todos ensinando a palavra de Deus e ela começou a ir na Igreja Universal. Deus deu discernimento para ela. Eu nunca falei para ela o que eu tava passando. Ela não sabia o que eu sentia, mas ela percebeu que tinha algo errado. E ela começou a me chamar para ir pra igreja. Mas aí não dá, né, para ir na Igreja Universal, né, com todo aquele orgulho, com tudo aquilo que eu achava. achava. A pessoa tá doente, a pessoa tá vazia, a pessoa tá sofrendo, mas ela ainda tem orgulho para se sustentar. Como eu ia deixar que as outras pessoas soubessem? Era a igreja do Zé Povinho. Mãe, não tem doutrina na igreja de mãe. Mãe, ai mãe, isso é só fase. Já já a senhora vai sair. Mãe, o pastor fala, nós vai, nós fui, mãe. Não é mãe. Só eu pensava assim, é pra mãe porque mãe é uma senhorinha, tá sendo enganada. Ai, Deus quer só Jesus na minha vida. Eu pensava: "Mãe, eu tinha tanto preconce e o bispo Macedo." Então, porque eu as mensagens do bispo, eu não conseguia entender? Então, o problema não era aquele com ele, o problema era comigo, porque eu não entendia o que ele tava falando, mas eu achava que ele tava errado. Ele não tá pregando nada certo, porque não dá para entender. Não consigo entender o que ele tava falando. Eu era o problema. Então, eu não dava o braço a torcer pra mãe. Falei: "Não, mãe, não pode ir". >> Meu irmão já tava indo na igreja. meus irmãos, eu era a única casada e ali eu era para ser a referência, mas eu tava sofrendo e sangrando por dentro. E aí mãe muito inteligente me deu um livro, sabendo que a minha inclinação era pro conhecimento, ela foi lá e me deu um livro chamado A libertação da Teologia. E aí eu amei o livro, porque no começo o bispo não vai direto, ele vai falando sobre os tipos, o que é a teologia, ã, que o que que ela cria, quais são os tipos, os agnósticos, vai falando ali. E eu fui lendo, lendo. Aí quando vai chegando no final que tem eh a parte em que ele fala: "Para que que o Espírito Santo vem, o que é o Espírito Santo?" Aí a minha ficha caiu. Eu percebi que o que eu precisava era de Deus. Mas para eu ter Deus, eu tinha que tomar uma outra decisão que era deixar o orgulho de lado e dizer: "Eu preciso". Porque até então eu percebi para mim como essas pessoas que disseram: "Olha, eu tô sofrendo, eu tô sentindo". Eu não verbalizava isso, mas não bastava eu dizer que eu precisava para mim. Eu precisava abrir meu coração. Eu precisava deixar aquele orgulho de lado. >> Preciso esvaziar, né? Porque como Deus vai encher quem já se acha cheio? >> Não tem como, >> né? A pessoa tem primeiro se esvaziar, dizer: "Eu não sei, o que eu sei não me atendeu. Então eu estou apto, estou pronto para receber uma informação nova, né? Então quando a pessoa tem essa atitude, aí Deus pode vir. Mas até então a porta tá fechada, né? >> Só que é engraçado, biso quantas pessoas assim como eu ainda acha que dá para sofrer mais um pouquinho >> ainda. Ah, eu aguento mais. Eu comecei pra igreja escondida, porque eu não podia dar o braço na minha cabeça, não podia orgulhosa, como eu era dar o braço, a torcer que mãe soubesse que eu tava indo na igreja dela e que ninguém podia saber que eu tava indo na igreja. E aí mãe ia, ficava quase o dia inteiro na igreja. Então eu tinha que escolher uma reunião que ela não ia, era a reunião da manhã. Então eu ia de manhã escondida. A primeira semana eu fui pastor muito simples, falava de fato errado, palavras erradas, mas com um espírito que eu nunca tinha prestado atenção, que eu nunca tinha percebido aquilo. E foi naquela semana em que eu comecei a ir sozinha que Deus foi trabalhando dentro de mim. Na semana seguinte, era a última semana da fogueira santa. Eu não fazia ideia do que ele tava falando. Eu não conseguia entender o que era a fogueira santa. Não, não, não entendia como eu vinha de um, de um entendimento de que uma vez salva salva para sempre. E aí, de repente alguém tá me falando que eu tinha que sacrificar tudo, que eu tinha que colocar a minha vida toda, como era isso? E ele foi naquela semana, eu fui todos os dias na igreja porque eu saía de lá, eu percebia assim, eu ia pra igreja, eu tava feliz, ai tava ai, preenchia. Mas quando eu chegava em casa, quando eu ficava sozinha, parece que era assim, eu bebia água e o copo ia esvaziando, não precisava ir de novo. E aí eu ia de novo. No outro dia eu ia de novo. E aí foi quando o pastor falou: "Até quando você vai ficar buscando e não se entregando de verdade?" Falei: "Meu Deus, eu vou entregar minha vida inteira. Eu vou me entregar neste envelope, vou me entregar nesse altar. fiz o meu sacrifício e o meu a minha primeira fogueira santa foi para preencher o vazio que eu tinha. A minha primeira fogueira santa foi ali diante do altar, antes da gente subir, fizemos uma oração na cadeira e ele falou: "Dobre joelho, faça a sua oração. A minha oração e a palavra é a fogueira santa. A pessoa pode pedir por várias coisas, tem aquilo que ela precisa naquele momento, aquela necessidade. Falei: "Meu Deus, eu não preciso de nada. Eu tinha o marido, eu tinha meu filho, a gente tava bem, eu não tenho Senhor. Naquele momento eu tive que deixar o orgulho de lado e reconheci: "Meu Deus, eu preciso do Senhor." Eu, Vancleia, que já lia a Bíblia várias vezes, que discutia a Bíblia, eu não conhecia o autor da Bíblia, eu não tinha o espírito vivificante dentro de mim. Falei: "Meu Deus, eu preciso do Senhor". E ali, bispo, quando eu terminei aquela oração, eu subi pelo altar. Quando eu desci, eu vou dizer pro senhor que não saiu uma luz iluminada. Olha tudo ali. Mas eu tinha uma certeza tão grande dentro de mim de que eu tinha a resposta. Minha vida já começou a ser diferente. E na segunda-feira eu fui de novo, na terça, na quarta-feira teve a busca do Espírito Santo. E ali eu falei: "Meu Deus, eu entendi que o vazio que eu tenho é do tamanho do Senhor, que eu não vou encontrar preenchimento em lugar nenhum. em pessoa nenhuma. Ninguém pode preencher isso. E eu fui para casa, busquei muito na igreja, eu fui para casa, eh, sabe quando a reunião não acaba, quando ela termina na igreja? >> Então, peguei meu filho, a gente foi para casa dentro do ônibus, cheguei em casa, coloquei meu filho para dormir e eu continuei buscando em casa. E foi ali em casa ajoelhada na minha cama que eu recebi o Espírito Santo. Uma mulher que tinha chorou muitas noites naquela cama porque tinha um vazio. Foi ali que Deus falou: "Eu sou com você. Se eu reconhecesse". E eu entreguei a minha vida de todo por completo. Ele preencheu o meu vazio. É uma alegria que é só quem tem o Espírito Santo. >> Uhum. É só quem recebe o Espírito Santo, é quem tem esse encontro com Deus. Porque naquele momento eu tive ainda mais sede de Deus, mas não era aquela sede que eu tinha de preencher, é, era diferente. Eu precisava saber mais de Deus e eu precisava levar isso para outras pessoas. Então, aquela quarta-feira foi o meu divisor de água. E ali acabou o vazio. >> Naquele momento, naquele momento eu entendi que não existe como eu pensava, a felicidade são momentos felizes. Não, não é momento feliz. A felicidade é ter o Senhor Jesus dentro do coração, é ser cheio do Espírito Santo. Essa é a verdadeira felicidade. Porque hoje, bispo, eu posso dizer pro Senhor que pode tirar tudo que eu tenho. Eu amo meu marido, eu amo meu filho, eu amo a minha família, mas não são eles que me traz felicidade. Eles fazem parte de algo que Deus me deu para cuidar. Mas a minha verdadeira felicidade tá em conhecer, em prosseguir conhecendo, em permanecer. Eh, eh, a felicidade, por definição, se se se ela é real, ela vem de dentro. Se ela vem de fora, então ela é terceirizada, não é? Você você depende de algo fora de você para ser feliz, então você é refém, você é dependente daquilo ou daquela situação ou pessoas. Mas a pessoa verdadeiramente feliz, ela é plena, independente do que está acontecendo lá de fora. É o que a VCL está falando. Quando a pessoa recebe o Espírito Santo, essa felicidade que brota de dentro acontece na vida da pessoa. Aí o que vem além disso é bônus, não é? Você tem um marido, bônus, tem uma esposa, filhos, bônus, né? O que ven a mais vai acrescentando. Deus vai falando, a palavra de Deus diz: "Buscai primeiro o reino de Deus, a sua justiça e as outras coisas vão sendo acrescentadas". Então Deus vai acrescentando na vida da gente, mas não é aquilo que vai fazer a gente mais feliz ou menos feliz, que a felicidade já está resolvida aqui dentro. Então esta é a solução que a Vandecle acabou de descrever. é a solução pro problema que nós falamos lá no início, esse vazio, esse essa eternidade que está dentro da nossa alma, que só pode ser preenchida pelo eterno. Só o eterno preenche a eternidade. Então, você recebeu o eterno dentro de você, que é o Espírito Santo, é Deus, e o espaço da eternidade que Deus colocou ali foi preenchido, foi tomado por ele. Então, aí resolve aí, aí a pessoa acabou. É por isso que a pessoa não que tem o Espírito Santo, ela ela é como se ela tivesse rindo sozinha, né, o tempo todo, né? >> É por isso que a melhor hora para você avaliar se você é uma pessoa feliz não é quando você está na balada, não é na hora que você tá tirando a foto pras redes sociais, quando você está entre amigos. A melhor hora para você avaliar, para você fazer esse teste, é quando você fecha a porta do seu quarto e fica sozinho. Se nesse momento a sua vontade é de sumir, é de não existir, é de dormir e não acordar mais, por exemplo, então significa dizer que você não é feliz. Eu costumo dizer que quando a pessoa tem o Espírito Santo, ela é feliz porque isso vem de dentro e ela tem momentos de tristeza. quando ela enfrenta lutas, problemas, perdas, mas no final o que prevalece é o que tá dentro dela, que é a alegria. E a pessoa que é infeliz, ela tem momentos de alegria, mas o que prevalece nela é essa tristeza que vem de dentro. Então, nós não estamos falando de uma solução que depende de algo externo. Nós estamos falando daquilo que age no mais íntimo do ser da pessoa e que faz ela mudar de dentro para fora. >> Para você ter isso, está à sua disposição. Não importa quem você é, é só você ser sincero e buscar. Faça uma oração sincera a Deus. Ó Deus, eu eu ouvi aí o testemunho da Vancleia. Eu tenho visto a programação, tantas pessoas falam do Espírito Santo, mas eu não sei o que é. Eu não sei como é isso, mas eu gostaria muito de conhecer. Se isso existe, se isso está disponível para mim, eu gostaria muito de conhecer. Que que eu tenho que fazer? Então, faça uma oração sincera, peça a Deus para te orientar, para te dirigir e busque. Assim como você buscou em tantas coisas, você foi atrás de tantas coisas buscando preenchimento e não recebeu, então faça aquilo que a Vandecleia fez. Ela foi à igreja e num primeiro momento com vergonha foi escondida da mãe, sabe? Cheia de orgulho, de salto alto, né? Mas foi tudo bem, vá, vá e e com sinceridade o Espírito Santo vai começar a se revelar para você. Você pode até já nessa quarta-feira, quarta-feira agora, nós estamos na semana da decisão e esta quarta-feira nós teremos a Santa Ceia da decisão, pão e o vinho. Nós vamos participar juntos. Você vai entender o que é isso quando você vier e você vai ter a oportunidade de orar e pedir a Deus para te preencher. E eu tenho certeza, se você vier com o seu vazio e sair vazio, então não precisa voltar mais. Mas se você vier e acontecer alguma coisa dentro de você, então você volta para buscar mais até que isso aqui que aconteceu com a Vandleia aconteça com você. É nesta quarta, 8 da noite, ou você pode vir durante o dia, 7 da manhã, 10 meiodia, 3 da tarde ou 18 horas, seja aqui no templo de Salomão ou mesmo em qualquer universal aí mais perto de você. Inclusive a Vandé participa em Campinas, você que está aí nos acompanhando, em Campinas, na Avenida João Jorge, número >> 256. >> 256 aí, eh, pertinho do centro de Campinas. Quer dar alguma última palavra pras pessoas? >> Ainda tem mais coisa para falar. [risadas] [risadas] Vai ter que ser outro programa. >> Não, mas >> eu tenho que voltar da outra vez. >> Amém. É porque não foi o mar de rosas depois que tem. É como o Bispo falou, eu sou feliz, mas tive momentos de desafios e que eu tive que usar a fé novamente, mas fica para um próximo que eu posso dizer é que quem tiver passando, sofrendo como eu sofri, com vazio que só você entende que muitas vezes você não vai nas redes sociais falar, você não vai, mas você sabe o que você tá passando. É como o bispo colocou, esse vazio é do tamanho de Deus. É só nele. É só em Deus que você vai encontrar se você tomar a decisão de deixar de lado esse orgulho e buscar o único que pode trazer a felicidade para você. >> Obrigado, Vanda Cleia. Deus te abençoe. Obrigado a você por estar conosco aqui no Entrreelinhas e a gente volta na próxima semana. Até lá. Tchau. Tchau. Há decisões que podem esperar, já outras não. Nossas escolhas diárias resultam no que acontece em nossa vida. Não apenas nesta vida. influenciam principalmente na nossa eternidade. Na Santa Ceia, Jesus oferece a [música] cada um a grande oportunidade para se viver uma vida transformada. Mas muito mais que isso, a oportunidade de [música] escolher a salvação da alma, que só você tem o poder de decidir. Santa Ceia da decisão nesta quarta-feira, na continuação da semana da decisão, às 20 horas, no templo de Salomão, Avenida Celso Garcia 605, BRAS, e em todas as igrejas Universal. Acesse universal.org/localizar. >> [música] >> Busquei [música] a razão de viver, [música] os caminhos P.
Você tem uma crise existencial. Você não sabe porque você veio ao mundo, para onde você vai. ... Você é uma pessoa que procura sempre alguma coisa a mais ... Você está sempre procurando uma coisa a mais, um próximo objetivo. ... É outro sintoma do vazio da alma.
Problema: Elenca sintomas genéricos como evidência direta do vazio espiritual, o que pode simplificar questões emocionais ou psicológicas complexas.
Risco pastoral: Risco de alguém com depressão clínica interpretar que apenas a experiência espiritual resolverá, desconsiderando ajuda profissional.
Sugestão: Ensinar que o vazio existencial é real e Deus é a resposta última, mas reconhecer que algumas dores podem exigir também suporte médico ou psicológico; Deus pode usar esses meios.
Você tem uma crise existencial. ... É outro sintoma do vazio da alma. ... O que vai preencher o vazio da sua alma é você buscar a Deus, receber o espírito de Deus.
Equilíbrio bíblico: A Bíblia reconhece que o ser humano é uma unidade de corpo, alma e espírito (1Ts 5:23). Embora o vazio último seja espiritual, a Escritura não exclui a busca de sabedoria médica (Eclesiástico 38:1-15; o próprio Senhor Jesus não rejeitava médicos). Encorajar a busca de Deus sem desqualificar aportes psicológicos legítimos demonstra cuidado integral.
Uso apropriado de Eclesiastes 3:11 para explicar o anseio eterno no coração humano.
Como preencher o vazio da alma se ela foi feita para viver a eternidade e Deus colocou a eternidade dentro de nós.
Impacto: Fundamenta bíblicamente a sensação universal de insatisfação e aponta para a necessidade do transcendente.
Ênfase na insuficiência de bens, relacionamentos e sucesso para preencher a alma, ecoando o livro de Eclesiastes.
Viajar, comprar, cuidar do corpo... Mas nenhum desses elementos sozinho resolve solidão, falta de propósito ou ansiedade.
Impacto: Desfaz a ilusão moderna de que a felicidade está no consumo ou na imagem pessoal.
Clareza sobre a necessidade do Espírito Santo como fonte interior de alegria, baseada em João 7:38.
Jesus disse: 'Aquele que crê em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva a jorrar para a vida eterna'.
Impacto: Apresenta uma solução bíblica e pessoal, não apenas um ritual ou fórmula.
Testemunho de Vancleia ilustra de forma honesta a futilidade de tentar preencher o vazio com conhecimento, família e religião sem um encontro real com Deus.
Eu já lia a Bíblia várias vezes, que discutia a Bíblia, eu não conhecia o autor da Bíblia, eu não tinha o espírito vivificante dentro de mim.
Impacto: Revela a diferença entre religiosidade e relacionamento vivo com Deus, incentivando a sinceridade.
Pontuações de 0 a 100. Valores maiores indicam melhor desempenho.
Fidelidade Bíblica
A mensagem central é bíblica: o vazio causado pela eternidade no coração e o preenchimento pelo Espírito Santo. As passagens citadas são utilizadas fielmente.
Hermenêutica
Interpretação correta de Eclesiastes, João, Mateus e Apocalipse, com aplicação devocional legítima. Nenhuma distorção significativa.
Precisão Teológica
Doutrinariamente ortodoxo sobre a condição humana, a obra do Espírito e a necessidade de fé em Cristo. Evita promessas falsas e não condiciona a bênção a campanhas.
Compreensão Contextual
Compreende bem o tema da vaidade em Eclesiastes e o ensino de Jesus sobre o Espírito, aplicando-os ao contexto contemporâneo.
Aplicação Prática
Oferece esperança prática e um caminho claro para quem se sente vazio. O testemunho reforça a possibilidade de transformação real.
Clareza do Evangelho
Como exortação em programa de TV para audiência mista, o evangelho da salvação pela morte e ressurreição de Cristo não é explicitado; a mensagem foca no preenchimento pelo Espírito, pressupondo conhecimento prévio. Público não familiarizado com o evangelho pode não compreender plenamente a base do perdão e da nova vida.
Risco de Eisegese:
Não se força o texto a dizer algo que ele não diz. As inferências são naturais e não distorcem o sentido original.
Risco de Heresia:
Nenhuma heresia ou negação de doutrina essencial. A ênfase no sacrifício pessoal (fogueira santa) é apresentada como entrega, não como ato meritório.
Tema principal:
O vazio da alma humana e seu preenchimento exclusivo por Deus através do Espírito Santo
Tom pastoral:
Exortação evangelística e testemunhal, com convite caloroso à conversão e busca pelo Espírito
Deus colocou a eternidade no coração humano, e nada temporal pode preencher esse vazio.
Suporte: Citação implícita de Eclesiastes 3:11; exemplos de celebridades infelizes apesar do sucesso.
Textos:
Apenas crer em Jesus conforme a Escritura e receber o Espírito Santo faz jorrar de dentro uma fonte de vida que preenche completamente.
Suporte: João 7:38 (rios de água viva), Mateus 6:33 (buscar o Reino primeiro).
A experiência de Vancleia demonstra que nem religiosidade, família ou sucesso preenchem; só a rendição total e o batismo com o Espírito Santo trazem alegria permanente.
Suporte: Testemunho pessoal da convidada; Apocalipse 3:5 sobre a necessidade de perseverar.
Textos:
Uso Contextual
Usado corretamente no contexto para afirmar que Deus implantou no ser humano um anseio por eternidade, que nada finito pode saciar.
Uso Contextual
Usado corretamente: a promessa de Jesus sobre o Espírito Santo como água viva que flui do interior daquele que crê.
Uso Contextual
Aplicação pastoral adequada sobre priorizar o Reino de Deus.
Uso Contextual
Usado para contestar a doutrina da segurança eterna incondicional, destacando a possibilidade de o nome ser riscado do livro da vida; interpretação legítima dentro do debate teológico.
Diagnóstico geral:
Sólida
Explicitar a obra expiatória de Cristo como base para o recebimento do Espírito Santo, especialmente para telespectadores não cristãos.
Evitar que o convite à Santa Ceia seja interpretado como único meio de encontro com Deus, reforçando que o Espírito sopra onde quer (Jo 3:8).
Reconhecer que problemas de saúde mental podem coexistir com o vazio espiritual e que a busca de ajuda profissional não é sinal de falta de fé.
Incluir uma breve explicação da dinâmica da 'fogueira santa' para que não seja vista como compra de bênção, mas como ato de rendição.
Resumo em uma frase:
Mensagem bíblica e pastoralmente sólida sobre o vazio existencial que só Deus preenche pelo Espírito Santo, ilustrada por testemunho genuíno, com leve lacuna na exposição explícita do evangelho da cruz.
Esta análise foi realizada considerando a perspectiva teológica da tradição Neopentecostal (Igreja Universal do Reino de Deus). As pontuações refletem a fidelidade às doutrinas desta tradição específica.