Igreja Universal
03 de agosto de 2026
1h 1min
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Uma breve, porém teologicamente equilibrada, exortação baseada em Malaquias 4:6, que aponta Jesus e o Espírito Santo como a fonte da verdadeira reconciliação familiar, ilustrada por um testemunho genuíno de transformação.
Análise baseada na tradição Neopentecostal · Igreja Universal do Reino de Deus
Analisado em 03 de agosto de 2026 · como funciona a análise →
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[música] Um dos mais belos romances da Bíblia. Eu já posso dizer que foi amor à primeira vista. [música] Eu não sei [música] se eu mereço ele. >> Baseado na história do profeta. Ele conseguiria tomar o lugar [música] do Amite na sua vida. Quando você não aguentar mais ficar longe de mim, talvez você me procure para matar a saudade que eu sei que você vai sentir. Eu tento te ajudar, te entender, mas você só me afasta. >> [música] >> Cobra caro, cobra os princípios, os valores, o casamento, [música] a alma da família. Eu não te amo como você me ama. Amor em ruínas. [música] E se você nunca conheceu o verdadeiro amor? já disponível no [música] Univer Vídeo. Por muito tempo, a televisão vendeu uma imagem quase perfeita de família e a gente cresceu acreditando que no fundo era daquele jeito mesmo. Todo mundo sorrindo na mesa, café servido, crianças, pai e mãe juntos, casa em ordem. era tal família margarina. Só que fora da propaganda a vida nem sempre é assim. O Entrelinhas de hoje olha para esse assunto sem maquiagem. Há histórias em que o vínculo familiar, em vez de trazer segurança, vira a lembrança de medo. Quando esse cuidado falha, o dano começa dentro de casa e pode atravessar uma vida inteira. Foi o que aconteceu com a Eloía. Ela conta que a própria família se tornou o lugar onde o medo começou. Aos 28 anos, ela foi à justiça para não carregar mais o nome da mãe em seus documentos. Eloía diz que cresceu entre agressões, maus tratos e abuso sexual. A mãe nega as acusações. >> A minha avó, né, e a minha tia, irmã da minha genitora, elas contam que a minha mãe, [suspirando] ela saiu comigo nos braços e ele foi me levar em uma boca de de fumo como pagamento de alguma coisa. Eu faço tratamento com psicólogo, psiquiatra e neuro. Tomo muito remédio, mas é difícil, né? Tomo remédio para depressão, ansiedade, tratou também paraa síndrome do pânico, porque acho que eu, o maior problema é que eu não consigo me lembrar de quantos homens me abusou. Então, eu saio na rua e não sei se tem um homem ali aqui que possa fazer isso com você a qualquer momento. >> Eu já fez e eu não lembro. Para Eloía, o nome no documento é uma lembrança que reaparece em hospitais, formulários e situações comuns do dia a dia. Para quem viveu o trauma, pode carregar muito peso emocional. A violência familiar aparece em diversas histórias, como esta que aconteceu em São Paulo. Um homem de 42 anos foi preso, suspeito de manter a companheira e o próprio filho em cárcere. O que deveria ser uma casa virou uma prisão. A criança que dependia dos adultos para ser protegida, estava dentro de uma relação marcada pela violência. As imagens mostram quando a polícia chega para liberar a mulher, uma imigrante filipina grávida [música] de se meses. se meses. >> Tudo bem? >> Bom dia. A senhora tá sozinha? >> Os policiais receberam a denúncia e logo encontraram o local onde ela e o filho de 4 anos estavam. >> A senhora é de origem? >> Filipinas. >> Filipinas, né? [música] O garoto também nasceu lá ou nasceu aqui? >> Ele nasceu o quê? Ali nasceu no Rio. >> Nasceu no Rio, né? Tá. A senhora mora com mais alguém aqui? >> É o pai dela. É o pai dela que mora aqui. A criança pergunta pelo pai e a mãe explica a situação para o filho. >> Não, dad. >> Não, dadd não. Not dad. >> É, peço até desculpas um pouco por conta de vários policiais, até o armamento a gente não sabia o que que a gente ia encontrar, mas o objetivo nosso mesmo foi para vir resgatar a senhora aqui. Tudo bem? Ela tem parenteses nos Estados Unidos que fizeram essa denúncia e entraram em contato com o advogado aqui no Brasil. Esse advogado fez contato com a Polícia Militar e a Polícia Militar fez o levantamento das informações e foi até a região de Santana, em um prédio de apartamentos, e localizou a vítima. [música] Em muitos casos, o abandono começa na ausência completa de quem deveria estar por perto. Em São Paulo, duas crianças de 4 e 7 anos foram encontradas sozinhas depois de passar três dias em uma hospedaria. O irmão mais velho contou aos policiais que não via os pais havia dias. dias. >> Calma, calma. Estou faz um tempo da minha mãe. >> Calma, meu amor, calma. Quantos dias sua mãe não aparece? >> Faz três dias. >> A mãe tinha alugado o quarto algumas semanas antes e desapareceu sem avisar. Os dois foram levados para os cuidados do Conselho Tutelar. Em Goiânia, o menino de 10 anos foi resgatado sozinho dentro de um apartamento sujo, sem água, sem alimentação, em um ambiente cheio de lixo espalhado pelos cômodos. A mãe foi presa em flagrante por abandono de incapaz. Nos Estados Unidos, uma história que envolveu uma família inteira. 16 crianças com idades entre 1 ano e meio e 18 anos foram resgatadas de uma casa em Oio. Segundo as autoridades, elas teriam passado boa parte dos últimos 4 anos confinadas em um único cômodo com fezes e lixo espalhados pelo ambiente. Os investigadores disseram ainda que nenhuma das crianças estava matriculada em uma escola e que algumas apresentavam dificuldades severas de comunicação. Os pais e os avós foram presos e respondem a acusações de negligência infantil. infantil. >> Essa provavelmente foi a pior cena que eu já vi em condições que você nem pode imaginar com pessoas lá e crianças. >> O que mais impressiona não é apenas o número de crianças. É o tempo em que a infância inteira teria permanecido escondida atrás das paredes desta casa. Do lado de fora, os vizinhos nem poderiam imaginar o que acontecia lá dentro. Mas uma família disfuncional nem sempre se revela pelo abandono visível. Há feridas que aparecem por trás do sucesso, como a história da atriz Janet McCurdy, que ficou conhecida ainda criança como estrela da série I Carly. O público via uma atriz famosa. Fora das câmeras, ela relata que a mãe a empurrou para a carreira artística quando tinha 6 anos e passou a controlar praticamente todos os aspectos de sua vida, as roupas, os testes, os papéis, a rotina e até a alimentação. Janet conta que a restrição calórica imposta pela mãe acabou evoluindo para um transtorno alimentar. Mais tarde enfrentou bulimia, dependência e um longo processo de recuperação. No livro Estou feliz que a minha mãe morreu, ela descreveu a relação abusiva com a mãe e o sentimento paradoxal de alívio depois da morte dela. O título chocou muita gente, mas para Janet aquele alívio representa o fim de anos de controle. >> [música] >> Também existem pessoas que reconhecem ter recebido um modelo incompleto de família e decidem fazer diferente. Snoop Dog cresceu na Califórnia e foi criado principalmente pela mãe depois da separação dos pais e já afirmou que o pai esteve pouco presente durante sua infância. infância. Na adolescência envolveu-se com a vida de gangs e enfrentou problemas com a lei. Mais tarde, precisou aprender a ocupar um lugar que não conhecia bem, o de pai presente. [música] Em uma entrevista, Snoop contou que levava o filho Cord para o estúdio enquanto trabalhava, mas certa vez ficou tão concentrado na música que nem percebeu que o menino estava sem comer. Ele reconheceu que naquele momento estava trabalhando como artista, mas não estava exercendo plenamente o papel de pai. Depois, a convivência com os filhos e o trabalho com jovens de comunidades vulneráveis passaram a fazer parte desse aprendizado. Snoop criou uma liga de futebol para crianças e adolescentes e passou a falar com frequência sobre a importância da presença dos pais. Em 2018, também tornou pública sua aproximação com a fé cristã e lançou um álbum gospel. >> [música] >> A história dele mostra que uma pessoa pode reconhecer o que recebeu, identificar o que não quer repetir e reconstruir a maneira como se relaciona com os próprios filhos. O ciclo muda quando alguém começa a agir de outro jeito todos os dias. >> Os casos são diferentes, mas o dano emocional tem uma raiz parecida. Quando o lar deixa de oferecer proteção, a criança cresce tentando entender por agredida, abandonada ou controlada. Quem nasce em um ambiente assim não precisa aceitar a violência como destino da história. Existe a possibilidade de interromper o ciclo, mesmo quando a primeira decisão é reconhecer que o vínculo de sangue não pode servir de desculpa para continuar sofrendo. Olá, estamos começando entre linhas de hoje e vamos falar de um assunto que é muito atual. Afinal de contas, nós estamos nos preparando para eh no próximo domingo termos o dia dos pais, essa data que, sem dúvida alguma, mexe com todas as famílias. E quando há uma desestrutura no lar, quando o relacionamento entre filhos e pai, o filho e pai é um relacionamento conturbado, isso pode deixar marcas por toda uma vida. E como resolver esse problema? Nós vimos aí o caso de uma jovem na nessa matéria que chegou ao ponto de querer eh mudar o sobrenome para não ter que olhar pro próprio documento e lembrar da família, lembrar da família que ela saiu, da das suas origens. Mas será que isso resolve o problema? O problema, na verdade, não está no documento. O problema está dentro da pessoa. E por mais que ela não seja culpada disso, porque ela não quis isso, ela não escolheu isso, mas ele só pode ser resolvido de dentro para fora. para fora. E é isso que nós vamos procurar mostrar no decorrer do programa hoje, bispo Rafael, que está aqui conosco, porque eh a cada dia que passa as famílias estão mais desestruturadas. É cada vez mais comum a gente se deparar com com jovens que cresceram com os pais separados, né? Hoje, aliás, tá se tornando mais difícil encontrar alguém que tenha crescido numa família estruturada. Isso não é normal. mas vem se tornando cada vez mais comum e é óbvio que isso individualmente afeta as pessoas, né, o problema da desestrutura familiar e acaba afetando a sociedade num todo porque a família é a célula mãe da sociedade. E como é que isso vai se resolver? >> É verdade. A a realidade bem diferente da propaganda, né? Eu fui um desses que cresci vendo essa propaganda e todas as vezes minha mãe cobrava meu pai, ó, a nossa família tem que ser assim, mas quando sai da propaganda e vem pra realidade, a produção mostrou muito bem, eh, fez o que disse no começo que faria, né? Mostraria sem maquiagem. e sem maquiagem. É exatamente isso que acontece dentro dos lares. Infelizmente a gente vê até casas bonitas, não é, mas eh destruídas por dentro, porque não há relacionamento, não há diálogo, não há comunhão. Infelizmente os lares estão assim. E não adianta a pessoa tentar fugir, não adianta a pessoa tentar se esconder ou tentar resolver fora um problema que tá do lado de dentro. >> É. E a felicidade de um de um lar ou de uma família não depende da estrutura da casa que a família mora, mas sim da harmonia entre os membros dessa família. Eu sei que para muita gente isso pode parecer até assim uma utopia. Muitos podem pensar assim: "Hoje em dia isso não existe. Não há não há família estruturada, não há família feliz". Tem gente que não acredita mais na família, não acredita mais no casamento. Há quem inclusive inclusive se declare, né? Tem tem pessoas que se declaram opostas à família. Repito, isso tem sido comum, mas não é normal. A família é uma instituição divina e a gente só pode resolver os problemas da família se recorrer ao autor da família. Deus é família. Deus é pai, é filho e é espírito santo. No programa de hoje, você vai conhecer a história da Rosilânia, que está aqui conosco, que por conta de um trauma que começou dentro de uma família sem estrutura e de problemas de abandono do próprio pai, eu tava lendo aqui o resumo da história dela, isso me chamou atenção demais. É, Rosilane, você chegava ao ponto de arrancar o próprio cabelo. >> Sim, senhor. Bispo. Como é que isso? >> A dor que eu tinha dentro era tão grande que eu fazia a arrancava o cabelo, dava a sensação que dentro tava tava bem. >> Ué, mas isso dói? >> Dói, mas a dor que tava dentro e a dor que tava fora no caso é era pequena. >> Ah, é, é. >> Torno do que ele tava dentro. >> Deixa eu ver se eu se eu se eu tô entendendo. Você sentia uma dor na alma >> lá no no seu ser. Sim, senhor. >> Que é uma parte que a gente não sabe apontar onde é. Então, para tentar esconder essa dor ou esquecer essa dor, você provocava uma no corpo. corpo. >> Sim, senhor. >> É, é, era mais ou menos isso. >> Era isso que eu fazia. E aí eu arrancava o cabelo, então a dor de dentro dava a impressão que tava melhorando, mas não melhorava. >> E isso mexe até com a vaidade feminina. >> Normalmente a mulher quer arrumar o cabelo, quer investir no cabelo, você arrancava. >> Arrancava, arrancava. E eu tinha complexo de inferioridade, então eu fazia tudo isso. Então eh meio que parecia que tava ficando bem. >> E o problema familiar foi a o gatilho para isso? >> Foi. Sim, senhor. >> Que que que que aconteceu na sua família lá atrás? Depois depois você vai contar com detalhes, mas só uma introdução para que as pessoas que estão acompanhando o programa possam entender como é que começou esse problema. começou na na adolescência, quando o meu pai ele saiu de casa falando que ia trabalhar e nisso ele sumiu. E quando a minha mãe ficou sabendo, teve notícias dele, eh, ele tava, na verdade, com outra família, então ele deixou a gente para viver com outra família e começou a sustentar aquela família e deixou a gente passando dificuldades ali com a minha mãe. >> Você, nós estamos aí às portas de um dia dos pais. Você se lembra de períodos como esse de que que o dia dos pais chegava e como é que era isso para você? >> Tinha muita raiva do meu pai, então eu nem me aproximava dele, nem ficava perto dele. dele. >> Então essa data para você era como jogar vinagre na ferida? >> Sim senhor. Sim, senhor. Não tinha carinho nenhum por ele. >> Você não gostava quando chegava dia dos pais? >> Não, senhor. Não gostava. Não gostava. Tinha até raiva de pessoas que falava: "Ah, vou almoçar com meu pai, essas coisas e eu não gostava". >> Você criou uma mágoa dele? tinha muita mágoa dele, porque o que ele fazia com a minha mãe, eh, então ela fazia com a gente, porque como ela tinha muita raiva do meu pai, ela começou a descontanar a gente, né? Ela agredia a gente, ela falava que aquilo tava acontecendo porque eh era culpa da gente, que se a gente tivesse nascido, ela não estaria passando por aquilo. Então eu fui crescendo, né, com aquela raiva do meu pai. falei, pensava também assim, se eu não tivesse nascido, realmente a minha mãe não estaria passando por isso. E ali eu fui tendo a raiva também da minha mãe, porque eu não entendia, ela tava passando por aquilo, por aquela situação, mas ela descontava na gente, né? Mas ela falava que a gente não valia de nada, que que se não fosse, se ela não tivesse tido a gente, nada daquilo estaria acontecendo com ela. A até a ponto que também ela teve que sair para trabalhar, porque a gente passou, começou a passar muita dificuldade e ali ela deixou eh a gente com a minha avó e ali foi mais uma, né, difícil porque eh a gente sofriu humilhações na casa do dos outros, né? E minha mãe também ali começou a não dar notícia porque naquela época era um pouco difícil também. E foi ali que eu comecei a a ter sentimento de rejeição, de abandono, eh, de coitadinha, mágoa dela. Mágua da minha mãe também. Sua mãe também. Então você tinha mágua da do seu pai e mágua da sua mãe. É, mas era mais do meu pai, porque na minha cabeça tudo aquilo tava acontecendo por culpa do meu pai. >> E não tem mais >> não, senhor. Bom, >> não, senhor. >> Como é que você venceu? Como é que você conseguiu superar esse trauma e perdoar? Você vai contar pra gente com detalhes. Daqui a pouquinho nós vamos mergulhar na história da Rosilânia. Talvez você esteja eh vivendo hoje o que é passado para ela. Você sabe que está chegando mais um dia dos pais, mas esse período quando você sai pelas ruas e vê as lojas enfeitadas, as promoções, os comerciais na televisão, quando você ouve canções sobre isso, enquanto há pessoas que ficam felizes porque é tempo de reunir a família, sabe? os pais e filhos se abraçam. Você não, você nesse período fica ainda mais triste porque você tem mágoa do seu pai ou você pai tem mágoa do seu filho. Você sofre porque a sua casa está dividida. É isso que tá te acontecendo? Então, preste muita atenção em tudo que nós vamos apresentar no decorrer do programa. A história da Rosilânia vai servir para dar uma direção paraa sua fé, para que esse quadro venha mudar. E desde agora nós vamos abrir o número de telefone da nossa central de orientação espiritual para as pessoas que se estão se identificando com esse assunto e que querem desabafar, que querem falar com um orientador espiritual. Quem vai nos trazer informações sobre isso é a Raiane, que se encontra lá na nossa central. Raiane, por favor. Olá, bispo. Sim, aqui na nossa central nós já estamos à disposição para atender esse pai que talvez nessa data não tenha o que comemorar porque tem visto o seu filho tomando um caminho que ele não planejou. Você é um filho que tem sofrido com a ausência dos pais. Você tem mágoa, você tem, você carrega dentro de você o desejo de ter uma família estruturada, mas por conta de muitas brigas, por conta de muita destruição na sua família, você se encontra angustiado num estado de depressão, num estado de tristeza. E quanto mais essa data se aproxima, menos você tem eh motivos para comemorar. Então, se você se encontra nessa situação, nós estamos aqui com os nossos atendentes. A nossa central, ela funciona 24 horas e nós estamos aqui à disposição para te orientar, para te ouvir. Se você deseja desabafar, se você deseja colocar para fora aquilo que você tá enfrentando e não tem com quem conversar, aqui na nossa central você vai encontrar apoio emocional e espiritual. Então ligue agora, pegue o seu telefone e ligue agora 1135733535. Mesmo depois dessa programação, a nossa central continua à disposição. >> OK, Raiane, obrigado. Então fique, fica à disposição. É bom até você salvar esse contato, né? 0113573 3535. 3535. Bom, nós vamos agora acompanhar como foi esse domingo no templo de Salomão, na Universal, porque foi um dia muito, muito especial, aliás, uma data memorável. Por quê? Preste atenção. Durante três semanas, quem participou do jejum de Daniel mudou a rotina. O propósito começou no dia 13 de julho e o encerramento reuniu pessoas no templo de Salomão com objetivo muito claro, buscar o Espírito Santo. >> Ó Senhor, nosso Deus e nosso Pai, nós marcamos um encontro com o Senhor. Nós viemos conhecer juntas o templo e a gente sabe que a gente priorizar Deus é uma coisa que não tem preço. Para muita gente que chegou ao templo de Salomão, o desafio não foi passar 21 dias longe de determinadas coisas, foi reconhecer o que ocupava a mente e enfraquecia a vida espiritual. [música] >> E eu nesses últimos dias eu lutrei contra mim, contra eu mesmo, não é contra ninguém. Eu lutei contra a minha pessoa, porque a nossa carne, ela quer uma coisa, o espírito é outra. Mas Deus me aceitou. O jejum retirou as responsabilidades da rotina, mudou a forma como cada pessoa usou o tempo e a atenção. >> Eu decidi dedicar a minha vida em um pedido a Deus que ele realmente ele ele me apresentasse o Espírito Santo dele. Agora eu descobri que ele realmente ele vive, ele vive em mim. Na oração, a conexão com Israel ocupou os telões do templo. A transmissão ao vivo de Jerusalém reuniu o bispo Macedo, bispo Renato Cardoso e bispos de diferentes [música] países. países. >> Graças a Deus. Finalmente nós estamos aqui, depois de 21 dias 21 dias nesse deserto do jejum de Daniel, nós chegamos no monte Sião. Graças a Deus. E como o Senhor vê, meu pai, o senhor sabe que nós temos aqui a promessa. O Senhor disse: "Tocai a trombeta em Sião". Tá aqui. Tocai a trombeta em Sião. Nós estamos aqui para tocar a trombeta e clamar em alta voz no meu santo templo. É forte demais. Só isso. Quando a pessoa recebe o Espírito Santo, ela recebe a própria presença de Deus, a própria bênção de Deus, o Espírito de Deus. cela aquela criatura. Graças a Deus. Então, vamos lá, pessoal. Vamos clamar. Meu pai, eu sei que não é por [música] muitas palavras que nós vamos convencê-lo, não. É quando nós formos sinceros, [música] verdadeiros, transparentes. E é o que nós estamos fazendo aqui agora, meu Senhor, meu Pai. Tão somente cumpra-se a tua santa palavra. >> Tão somente faça faça responder a trombeta que se toca por toda a terra, por todo o planeta. O Senhor nos dá a visão de arrebentar neste mundo em o nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Nós proclamamos aqui desde Sião. E você aí, meu amigo e minha amiga, onde você estiver, ligue conosco aqui agora e receba o Espírito Santo aí onde você está, em nome do Senhor Jesus. >> Graças a Deus. Graças a Deus. Amém. Graças a Deus. Você creu, então pode ter certeza [música] que Deus cumpre a sua palavra. palavra. Após a oração direto do monte Sião em Israel, quem esteve presente teve a certeza [música] de que seu pedido foi respondido com o recebimento do Espírito Santo. Santo. Eu esperei tanto por isso, mas eu tive que abandonar tudo, a mágoa para Deus falar o meu pai, que agora eu posso dizer ao meu pai. Eu acabei de receber o Espírito Santo. Hoje eu vim aqui decidida, cobrei de Deus o que ele prometeu em João e eu recebi o Espírito Santo. >> Qual a experiência dentro de você? O que que mudou? >> Tudo. Eu tava falando aqui pro pastor, como que a gente vai explicar Deus dentro da gente. >> É difícil, [risadas] realmente é difícil encontrar palavras. Seja você a própria bênção. Graças a Deus. Deus. Espírito, Espírito, espírito que desce como >> vem como em Pentecostes, vem como em >> E encha-me de novo. Enchame de novo. >> Foi incrível assim, um sentimento de muita paz. A forma que ele orou assim pela gente foi incrível também. >> Não tem como explicar a certeza de que agora eu não tô só. Quer dizer, eu nasci de novo. Eu tenho a data do nascimento que da minha mãe e nasci hoje de Deus. >> E uma alegria assim, uma sensação de leveza. Eu eu eu me senti muito bem naquela hora. E quando eu cheguei aí, eu fui lá na frente e eu tive a confirmação que sim, melhor do que um tesouro cheio de joia preciosa, que é o Espírito Santo. Me vi lá, sabe, no Monte Sião, sabe? Eu pedi tanto e falei assim, eu renunciando às minhas vontades, fazendo não só o jejum de Daniel, mas um jejum interior mesmo de algo que eu gosto muito. Sim, muito. Foi maravilhoso. Muita paz, [música] muita paz. e falar pro mundo inteiro, né, que eh a gente tá aqui de passagem e Deus é um só e a gente tem que amar a Deus em primeiro lugar. >> O que tem dentro de você agora? >> Ah, certeza. Certeza que o que vier é pouco. É, >> eu fui batizado com o Espírito Santo hoje, foi algo surpreendente. É um calor intenso, uma alegria. Eh, não tenho palavras. >> Primeiro eu me libertei, depois eu batizei nas águas e hoje sou batizada com, fui batizada com o Espírito Santo. >> Você te sai com uma certeza? Sim, a certeza imensa. Tenho a paz dentro de mim, o amor de Jesus, vontade de gritar pro mundo inteiro que Jesus existe e que todo mundo devia de sentir esse amor [música] que ele põe dentro da gente. >> Receber o Espírito Santo não significa ter uma vida sem problemas, e sim [música] ter direção para enfrentá-los e força para permanecer na fé. Por isso, o resultado não é medido apenas pelo que aconteceu [música] hoje, mas a vida que cada um vai levar daqui pra frente. E que elas levem essa consciência dentro delas, que isso não seja uma emoção, que isso não passe, meu Pai, como um vento, mas que isso continue em casa, no trabalho, na rua, no carro, no trânsito, onde quer que estejamos. Amém. Graças a Deus. Louvado seja o nome dele. É, de fato, foi um domingo muito especial, um dia, uma data memorável. Só mesmo quem participou, quem esteve em uma Universal nesse domingo, eh, pode, né, dimensionar o que a gente tá falando aqui. Mas na verdade não foi só o domingo, não. Essa semana foi uma semana muito especial. Acompanhe o que aconteceu aqui no sábado, quando nós tivemos a cerimônia da troca das bandeiras. bandeiras. 151 países onde a Igreja Universal se faz presente [música] são 151 nações onde a missão do ID é cumprida pelos milhares de voluntários espalhados pelo mundo. E cada um desses países são representados na eslanada do templo de Salomão, a grande casa de oração que completa 12 anos de existência com a emblemática e importante cerimônia da troca das bandengas. [música] E essa é a quarta edição desta [música] importante solenidade e acontece junto à reunião nacional dos obreiros. Essa cerimônia representa a Igreja Universal chegando em muitos países, né? Porque é oportunidade em que muitas pessoas acabam desejando, né? Às vezes tem países distantes que ainda não tem a igreja, mas com certeza vai chegar. Nós vemos a importância de que o trabalho de da do ID, né, ele não pode ficar simplesmente num país ou num local. Ele com certeza ele tem que chegar onde o Senhor Jesus mandar, que é nos confins da terra. Estivemos presentes na troca das bandeiras passada e vê essa troca de novo e sabendo o acrescentando novas bandeiras, o quanto tem crescido o nosso trabalho, [música] né? Por mais que estamos aqui hoje, mas contribuindo de uma certa forma para que esse trabalho venha crescer cada vez mais e ganhar mais almas pro Senhor Jesus. Essa cerimônia da troca das bandeiras é algo muito importante, porque eu cheguei na igreja muito nova, desde bebezinha, e eu vi, eu acompanhei um pouco do crescimento, eu vi quanto ela foi desenvolvendo e o quanto foi ajudando as pessoas, assim como me ajudou também. [música] A importância do ID, ver eh a grandeza da obra de Deus, ver o quanto ela tem evoluído para mim é muito significativo, porque existem pessoas que se não fosse por isso, elas não teriam conhecido a Jesus, não teriam conhecido a Deus. E hoje todo mundo tem essa [música] oportunidade, tantos países no mundo e tem essa oportunidade. Pessoas que ninguém dava importância, pessoas que eram esquecidas pela sociedade, mas que hoje elas têm alguma coisa, elas conhecem mais de Deus para lugares que ninguém quer ir, ninguém quer conhecer, ninguém tem desejo de estar, ninguém quer ir pra guerra. Mas a gente tá lá. A primeira solenidade aconteceu no ano de 2019, quando o templo de Salomão completava 5 anos de existência. Na ocasião, o trabalho voltado ao [música] amparo físico e espiritual havia alcançado 127 países, todos representados durante a cerimônia. A segunda edição da Troca das Bandeiras já demonstrou o crescimento da obra de Deus e 144 bandeiras foram asteadas, sendo uma bandeira com a descrição: "O Senhor é a minha bandeira" e outra simbolizando a paz sobre todas as nações. Na ocasião, a cerimônia conduzida pelo bispo Renato Cardoso contou com a presença [música] de cerca de 12.000 pessoas, entre estas representantes de diversos países. Em 31 de julho de 2024, a terceira edição da Troca das Bandeiras uniu a celebração [música] aos 10 anos do templo de Salomão. Mais uma vez a obra avançou, alcançando [música] 148 países. E em meio à reunião nacional dos servos, todos puderam contemplar este momento de extrema importância, que une o clamor do ID às 151 nações representadas pelas bandeiras asteadas na esada do templo de Salomão. E dessa vez nós vamos subir três novas bandeias, três novos países que foram alcançados nos últimos anos. >> Uma prova de que a missão continua a fim de cumprir o mandamento destacado nas Escrituras Sagradas, que diz: "Ide por todo o mundo e pregai o evangelho [música] a toda a criatura". É, a igreja chegou a 151 países. países. Nesses 50 anos, nós estamos caminhando para o 5º aniversário da Igreja Universal, uma igreja que está em quase todo mundo. E você, de repente, aqui do Brasil, você é uma pessoa que, eh, percebe que precisa estreitar o seu relacionamento com Deus e não tem buscado. E nós temos templos espalhados por todo o país. Com certeza temos uma Igreja Universal perto de você. Inclusive, eu quero lembrar que nessa quarta-feira nós vamos estar mais uma vez fazendo o estudo da palavra de Deus, o estudo das escrituras sagradas. Vamos mergulhar no ensino da palavra de Deus. E se você quer crescer espiritualmente e aprender mais sobre a palavra de Deus, participe nessa quarta-feira em uma universal mais perto de você. Você pode encontrar o endereço pelo localizador universal.org/localizar. Aqui no templo de Salomão, nós vamos ter as reuniões normais durante o dia e vamos estar juntos às 8 horas da noite na Avenida Celso Garcia, número 605, no bairro do Bras. A palavra de Deus é uma fonte inesgotável. Quem se interessa em beber desta água, descobre que nela está tudo que se precisa para ter uma vida feliz e completa. completa. Ela é a bússola que nos guia, a arma que nos protege. Quando oramos, falamos com Deus, mas quando abrimos a Bíblia é Deus quem fala com a gente. Os seus pensamentos promovem uma mudança na nossa mente e nos faz enxergar com os olhos da fé, contrariando medos e dúvidas. Nesta quarta-feira, iremos nos aprofundar no estudo dessa palavra e extrair ensinamentos que nos farão fortes para vencer as nossas guerras. O estudo [música] da palavra às 20 horas, Avenida Celso Garcia 605, BR, no templo de Salomão e em todas as igrejas universal do reino de Deus. Bom, agora a gente vai entender com mais detalhes a história da Rosilânia, que já disse pra gente que criou uma mágoa do pai, da mãe, passou a ter eh um conflito interior e chegou ao ponto de arrancar o próprio cabelo por causa da dor que sentia na alma. Zilânia, você tinha que idade quando seu pai abandonou a família e que rumo começou a tomar a sua vida a partir dali? >> Eu tinha 13 anos na época, bispo. Eu era adolescente, né? E foi nesse período aí que que tudo aquilo começou dentro de mim, esses conflitos e a ponto de pensar na morte, porque mesmo naquela idade eu já não tava queria mais viver. >> Você você pensou ou você tentou? Eu tentei três vezes, eu tentei, tentei tirar minha própria vida. >> Eh, a que mais me marcou foi quando eu tava já tinha terminado ali um relacionamento e eu tinha acrescentimento de rejeição. Então, mais uma rejeição além dos meus pais, né? É aquela pessoa. Então, eu fui ali, eh, peguei uma umas vacinas de cachorro que eu achei numa gaveta. Eu trabalhava numa casa e ali tinha umas vacinas de cachorro numa gaveta. Aí eu peguei, misturei com água sanitária e eu tomei. Então essa teve reação porque ali eu tive uma febre muito forte e as pessoas da casa ali não entendiam o que tinha acontecido porque eu tava bem e aí do nada eu tava daquela forma em cima de uma cama queimando de febre, tendo delírio e as pessoas ficaram ali preocupadas. E >> as pessoas, quem? Sua mãe, por exemplo? >> Minha mãe, ela não, até então ela não tava sabendo porque eu trabalhava nessa casa, então o pessoal da casa ali ficaram preocupados, né? Você não, você morava com a sua mãe? >> Morava com a minha, mas depois fui trabalhar numa casa de família. >> Você fez isso numa casa? >> Sim, senhor. E ali eu tentei, né? Fiz >> Sim, senhor. E ali eu tentei, né? Fiz isso porque eu não aguentava aquela situação. Então eu falei assim, já que ninguém me, né, me quer, então eu vou fazer isso. E ali eu tentei de fato tirar minha vida. Aí eles ficaram preocupados sem entender o que tava acontecendo. Chamaram a minha mãe e aí ela chegou lá eh nessa casa e viu ali, né, em cima de uma cama queimando de febre. E aí ela me perguntou o que aconteceu, né, se eu tava bem, de repente eu tava ali. Aí, mas mesmo assim ela me levou no médico, tal, me medicou, mas eu não falei nada para ela. Por quê? Não falava dessa dor que eu tinha dentro de mim. Eh, nada disso eu falava para ela, nem para ela, nem nem para ninguém. Eu guardava tudo aquilo dentro de mim. >> Você tinha depressão? >> Tinha, sim, senhor. Hoje, né, eu enxergo que eu tinha depressão. >> Mas na época você não sabia que era >> Não sabia. Não sabia. Não sabia. Tanto é que a dor que eu tinha dentro, eu também não sabia. eh o porquê daquilo e nem como resolver aquela situação. >> Você eh morava com a sua mãe, mas também tinha mágoa dela. >> É, sim, senhor. >> E por que que você achava que ela tinha culpa? culpa? >> Porque ela, pelo jeito que ela tratava a gente, né? Então eu achava que a gente não merecia o tratamento. >> Você tinha irmãs? Irmãos? >> Irmãos? Sim, sim. Eu tinha um irmão nesse período aí. Nós somos em três, mas nesse nessa fase era só eu e o meu irmão. Então ela fazia comigo e fazia com ele. Mas é eu que mais guardava as coisas, que meu irmão era mais novo do que eu, então eu que guardava mais. >> Ela tinha mágoa também do seu pai e descontava em você? >> Descontava na gente. >> E aí vocês ficavam com mágoa dele e dela. >> E dela. Uhum. Né? Porque >> ele também, seu irmão. >> Meu irmão também. Só que meu irmão ele era, como ele era criança, então ele não era muito assim. Eu que tava já era mais adolescente, entendia mais assim. Então eu que guardava mais, criei mais esses sentimentos dentro de mim, que que isso aí foi acarretando durante todo o tempo. >> E hoje em dia a gente ouve falar muito de pais que se separam e tem guarda compartilhada dos filhos. Uma hora o filho tá com o pai, outra hora tá com a mãe. No seu caso, você via o seu pai, ele vinha te visitar ou ele largou vocês completamente? Eh, a minha mãe quando ela saiu, né, que ela foi também para trabalhar para eh trazer o sustento para dentro de casa, ela conseguiu trazer meu pai de volta, que era em outro estado. Então, conseguiu levar meu pai de volta. E nesse período eles começaram a brigar muito. muito. >> De volta de onde ele? Ele, >> mas ele tinha outra família. >> Ele tinha, mas mesmo assim minha mãe, ela foi lá, ela ela perdoou ele, digamos, perdoou, mas trouxe ele de volta para casa, né? Só que aí começaram a as brigas começaram mais ainda, né? Foi nessa fase que eu fui trabalhar nessa casa de família. Então eu deixei eles lá e fui morar em outra casa, né? Trabalhar nessa casa e comecei morar nesse lugar. Só que >> isso para você era uma tentativa de fugir do problema. >> Vou sair de casa >> para não ficar convivendo com aquela situação, né? E ali passou um tempo, aí meu pai ele arrumou de novo o emprego em outro estado, só que aí era para levar a família toda. E nisso eu fui obrigada a a ir. Eu fui forçada, né? Porque meu pai falou que não ia me deixar lá, que eu era de menor, era, né? Adolescente ainda, tinha 14 anos. Então ele me levou. forçada para para esse lugar. E foi aí que que começou o eh os complexos de inferioridade, foi aí que eu via eh o meu pai agredindo a minha mãe. Então a raiva ali eh aumentou ainda mais, né? Porque eu vi ele batendo nela, então a gente ia para cima dele e ali eu não falava com o meu pai, eu me isolava, ficava no quarto, porque eu não queria ter contato com o meu pai de forma alguma. Eu tinha raiva do meu pai, tinha até desejo de matar o meu pai, v esses pensamentos de de para poder acabar com aquela situação ali. Eu >> então a o fato dele ter voltado para casa não te fez comemorar isso? >> Não, senhor. Não, senhor. Muito pelo contrário. Tanto é que eu aconselhava a minha mãe a largar o meu pai. Eu falava para ela: "A senhora não larga ele? É o que ele tá fazendo com a senhora, tá fazendo com a gente." Então, o conselho que eu dava pra minha mãe era esse, para ela largar o meu pai. Você não pensava, por exemplo, em em constituir família para porque às vezes a a pessoa erroneamente pensa assim: "Se eu der um jeito de arrumar um casamento, pelo menos eu saio daqui e tento começar uma vida nova". No seu caso, você tentou isso morando com outra família a trabalho. >> Sim, senhor. >> Mas é sua vida amorosa? Aí eu conheci uma pessoa nessa época que tava tendo esses conflitos lá dentro de casa, nesse nessa outra cidade. E então eu vi ali uma válvula de escape. Falei assim: "Eu vou casar, vou sair de casa, então vou me livrar dessa situação, vou ficar longe do meu pai". E na verdade ali não foi o que aconteceu, porque ali o que eu vi a minha mãe passando, eu comecei a passar, porque essa pessoa é os dois imaturos, a gente não sabia lidar um com o outro, então era muita briga. a ponto dessa pessoa chegou a me agredir e quando essa pessoa me agrediu, aí eu falei: "Não aceito isso. Como é que eu não aceitava que a minha mãe vou aceitar comigo? Ali arrumei minhas coisas e fui embora". >> Ou seja, a ferida ficou maior. >> Sim, senhor. Cada vez mais ia ficando maior. maior. >> Parece que cada atitude que você tomava na tentativa de resolver o problema piorava. piorava. >> Piorava. Piorava >> e aumentava a frustração. >> Sim, senhor. Sim, senhor. E ali só ia crescendo dentro de mim. Aquela raiz ruim só ia crescendo só, né? E eu ficava ali, eu tinha raiva de mim também. tinha raiva de mim, porque tudo aquilo que acontecia comigo, então eu descontava anime também tudo aquele que tava aquele aquela situação, né? E aí eu fui embora de casa quando eu tava casada com essa pessoa, só que nesse tempo os meus pais eles resolveram voltar pro estado da gente mesmo, né? Foram morar lá e eu fiquei sozinha no interior, foi no interior de São Paulo. Aí eu fiquei com essa pessoa lá, aí eu falei: "Não, não aguento mais". Fui embora, saí de casa, fui morar com uma amiga. E nesse tempo que eu fui morar com essa amiga, foi aí que eu comecei a conhecer as coisas do mundo, porque até então eu não conhecia. >> Que coisas, que que são coisas do mundo, >> bebidas. Ali eu comecei a fazer amizade com as pessoas erradas, né? Então ali eu comecei a beber, comecei a fumar, eu comecei a andar com com ess com essas pessoas, eh comecei a frequentar eh boca de fumo porque comecei a me relacionar com traficante também. Então eu ficava na boca de fumo com essas pessoas, não tinha medo de estar ali com eles. >> Para você era tipo assim, né? Não há nada tão ruim que não possa piorar. >> Sim, senhor. Sim, senhor. E aquela e aquela situação cada vez ia mais ficando pior, porque dentro de mim a dor só aumentava, né? Aquele vazio que eu tinha, eu tentava preencher com amizades. Eu tinha muitas amizades e quando eu tava no meio daquele pessoal, eu tava bem, mas quando eu me afastava, tava sozinha ali no meu quarto, saí, eu sabia o que eu tava passando. >> Você usou drogas? Sim, senhor. >> Que drogas? >> Eu usei maconha, lança perfume, cheguei a usar. >> Chegou a viciar? >> Não, senhor. Não cheguei a ficar viciada, mas eu usei >> por causa da do da convivência com traficante. >> Sim, senhor. Então eu tinha aquela curiosidade e eu >> Eu imagino que convivendo com traficante você não é não era valorizada. >> Não, senhor. Mas eu me achava porque eu tava namorando um traficante. Então ali a as pessoas temiam aquele traficante. Então eu tava do lado dele, o complexo de inferioridade que eu tinha. Então ali meio que ficava escondido, né? Porque eu tava ali com aquela pessoa, então ficava meio que me achando. >> Mas isso isso durou muito? >> Isso não senhor. Não senhorou porque logo ali depois eu terminei com aquela pessoa, porque também era assim, eu tava com uma pessoa, só que eu enjoava da pessoa, eu começava a ter nojo da pessoa, começava a maltratar, começava a humilhar. Ao mesmo tempo que eu queria estar com a pessoa, eu já não queria mais também, tá? Então ali eu terminava o relacionamento, aí daqui a pouco já tava com outra pessoa e todo final de semana era era balada, não conseguia ficar em casa, não aguentava porque a aquela vazio, aquela aquela dor parecia que se eu tivesse com alguém do meu lado minimizava aquilo. Parecia que tava preenchendo, mas na verdade não tava preenchendo. >> E Deus para você? >> Eu não ouvia falar de Deus. Não ouvia falar porque >> Mas você cria em Deus? Olha, sinceramente, eu não criei em Deus, porque eu fui eu fui criada e num berço católico. Então, para mim era só imagens assim que eu acreditava em Deus. Eu não ouvia falar de Deus, então me apegava as imagens que era me apresentar. >> Bom, você tinha uma fé? >> Tinha sim, mas fé >> ainda que fosse na na nas imagens que que sua família te apresentou. Mas isso resultava em quê? >> Nada. Porque eu buscava ali, pedia, né? Fazia ali as rezas, mas não acontecia nada. dentro ficava da mesma forma, não melhorava nada, não mudava nada. >> Às vezes a gente pergunta para as pessoas assim: "Qual foi o seu fundo de poço?" Eu não sei se no seu caso ainda cabe isso. Teve alguma coisa pior? >> Teve sim, senhor. >> Qual foi? Teve porque foi no foi quando eu vim embora para São Paulo mesmo, pro estado de São Paulo, vim morar com uma famí com a minha família aqui, que eu tinha uma tia aqui. E ali eu comecei a andar com pessoas de de casa de encosto, comecei a andar com essas pessoas e e ali eu comecei a toda semana tá ali, né, com eles. Eh, quando tava muito angustiada, eu ia lá receber passe, banho, né, na na esperança de melhorar aquilo que tava no dentro. É. >> Sim, senhor. Então, eu achava >> da forma que te apareceu. >> É porque eu achava que aquilo ali ia melhorar a minha situação. Eu não queria nada fora, né? Eu queria melhorar dentro, mas quando mais eu ia, as coisas só pioravam. >> Como é que você eh conheceu o trabalho da Universal? >> Eh, quando eu fui morar numa casa que ficava na rua da igreja, né? E e nesse quando eu fui morar na rua da igreja, foi quando eu tava passando ali por um período, né, que eu que que eu por um período, né, que eu que que eu tinha medo, tinha sensação de tá sendo perseguida, então vinha de novo os desejos de suicídio, né? E ali eu passando na sempre ali na calçada da igreja, eu ouvia eh às vezes ali o pastor pregando, ouvia louvores e aquilo começou a entrar dentro de mim. E aí, mas eu tinha vergonha, eu tinha vergonha de entrar na igreja. Que que as pessoas vão falar de mim? Eu vou me apresentar lá no altar, porque eu já fui na igreja que a pessoa falava meu nome lá, por exemplo, na frente. Então eu tinha aquele receio de acontecer a mesma coisa. Só que chegou um dia que eu tava tão ali angustiada que eu falei, vou entrar. E aí no domingo à tarde eu entrei ali, eu tive coragem e venci, né, a vergonha e eu entrei. E ali a partir dali eu tive esperança que tudo aquilo que eu tava passando ia acabar. >> Por qu, qual a diferença dos outros lugares que você tinha ido? Por que que ali você teve esperança na Universal? Porque ali, bispo, é o tratamento, como fui recebida, ninguém falou meu nome lá na frente, entendeu? >> Você tinha medo de ser exposta? >> Ser exposta. Eu tinha vergonha de ser exposta. >> E você entrou com privacidade. Você, você ficou à vontade? >> Fiquei à vontade. Eh, sentei ali, ouvi a palavra. Eu não entendi muito que o pastor tava pregando ali, mas ali eu falei assim, aqui >> não cobraram de você. >> Não, senhor. Nada. >> As pessoas falam por aí que é universal. Ó, você entrou lá, tem que pagar. Não, senhor. senhor. >> Você você entrou e não foi isso que que aconteceu. Ninguém não teve que pagar nada. nada. >> Nãoada nada. E a partir dali eu comecei aí todo domingo eu tava lá e as coisas foram mudando dentro de mim aos poucos, né? Eh, aí eu comecei na quarta, comecei ir na ir na sexta, então comecei a me firmar eh a até que que eu falei assim: "Não, vou decidir, eu vou me batizar nas águas". Aí eu me batizei e ali eu comecei a ouvir falar sobre o Espírito Santo. Só que eu não entendia o que que era o Espírito Santo, mas eu passei a entender quando veio uma uma fogueira santa, uma campanha de fogueira santa. E ali eu vi a oportunidade de me lançar e conhecer de verdade de o que que era o Espírito Santo. Ali eu fiz eh o meu voto, gerei meu sacrifício e eu fui pro altar. Fui pro altar e falei pro Senhor Jesus, falei assim: "Tá aqui, tá aqui não, não o meu o bem material, mas tá aqui a minha vida nesse envelope." Subi no altar com essa, com essa com essa oração e falei para Deus que eu não queria ficar ali na igreja esquentando o banco, ou ele vinha sobre a minha vida ou nunca mais eu iria voltar ali. >> E aqueles sentimentos ruins que você tinha contra a sua mãe e principalmente contra o pai? >> Acabou tudo. >> Porque isso atrapalha, né? >> Atrapalha, sim, senhor. Mas eu coloquei tudo ali naquele envelope. Tudo isso que eu tinha, eu coloquei ali. >> Você os perdoou? Sim, senhor. Perdoei. Eh, hoje, meu pai, nosso relacionamento é muito bom. A, a gente, a nossa convivência é boa. A minha mãe também não tem nem o que falar da minha mãe, que a gente é muito amigas, então tudo mudou. mudou. >> A gente tá aí chegando ao dia dos pais. Você falou no começo do programa que houve um período da sua vida que quando chegava essa data você não encontrava motivos para comemorar. >> Não, senhor. Para mim nem existia. >> E agora você, por exemplo, eu não sei se você vai encontrar o seu pai. Hum. Mas você teria o prazer de abraçá-lo ou vai abraçá-lo? Como é que é? >> Sim, sim, senhor. Hoje meu pai ele mora, né? Voltou pra Bahia. Então eu tô longe do meu pai. Eu sinto muita saudade dele. Quando chega esse período eu ligo para ele, sinto muita saudade dele, porque eu queria estar almoçando com ele antes, coisa que eu queria distância do meu pai, hoje eu queria est próximo dele nessas nessas datas. >> Alguém pode estar acompanhando o programa dizendo assim: "Poxa, mas ele fez tão mal para ela". Como é que ela conseguiu esquecer isso? Como é que se explica isso diante de tudo que você passou com ele e com a sua mãe também? Porque com a sua mãe, então não tem nenhum problema. >> Não, senhor. Não, senhor. >> Ela você tá perto >> também não. Porque eles vivem lá e eu vivo aqui sozinho. Eles estão juntos. >> Sim, senhor. >> Então, alguém pode perguntar como eles eles fizeram mal para ela? Eh, como é que você conseguiu vencer isso? Qual é o segredo? >> O segredo é a gente se entregar pro Senhor Jesus. todo esse sentimento, a gente colocar para fora esse sentimento, porque se a gente ficar guardando, isso só faz mal pra gente mesmo e vai afastando, né, a gente da nossa família. E aí eu coloquei tudo ali, eu pedi perdão para eles, paraos meus pais e e eu não quis mais carregar aquilo dentro de mim. Então foi assim. >> E hoje como é a Rosilânia hoje? >> Hoje a a Rosilânia, bispo, ela é é completa. Hoje não existe vazio dentro de mim, muito pelo contrário, hoje eu não existe lacuna. Eu sou totalmente preenchida pelo Espírito Santo. Hoje eu tenho paz. Lá atrás eu não conseguia dormir. Eu tinha medo de dormir porque eu sempre tinha a sensação que tinha alguém do meu lado me olhando. Eh, quando eu dormia eu tinha pesadelos. Hoje não tem nada disso. Hoje eu durmo em paz. Aquela alegria. Antes antes eu tinha que ter coisas de ter pessoas perto de mim ou ou vícios, né? Bebê, por exemplo, para ter aquele momento de alegria. Hoje não. Hoje eu sou alegre. Hoje eu sou feliz. mesmo por completo. Não precisa acontecer nada do lado de fora. >> Você não precisa da noite, da boia. >> Não, senhor. Não, senhor. Não preciso eh tá no no relacionamento assim, ter alguém, né, comigo para para ser feliz, porque antes era isso que eu fazia. Eu buscava em pessoas, em relacionamentos para para ser feliz. Hoje eu não >> coisas e pessoas, >> coisas e pessoas. E hoje eu não preciso de nada. >> Pelo que eu tô vendo, os cabelos estão no lugar aí. Você não >> Sim, senhor. Sim, senhor. Não, hoje eu não sou mais careca igual. Não, senhor. Muito menos desejo de morte. Hoje eu quero viver muito para falar do Senhor Jesus, para ganhar almas pro Senhor Jesus. É isso que eu quero. >> Não tem depressão. >> Não, senhor. Não, senhor. Muito. Pelo contrário, tenho nada disso. >> Cumpriu-se, bispo Rafael, esse versículo que a gente vai ler e que a gente vai buscar o cumprimento nesse domingo em todas as igrejas Universal. Coloca aí, produção, por favor. Olha só, Malaquias, capítulo 4, versículo 6. E ele, referindo-se [limpando a garganta] ao Senhor Jesus, isso é uma profecia, converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos aos seus pais. O profeta Malaquias profetizou isso antes de Jesus vir ao mundo, dizendo que Jesus faria isso. E a gente tá vendo que essa promessa se cumpriu, porque Deus fez tornar o coração dela aos pais e o coração dos pais a ela. >> Senhor Jesus dentro dela na pessoa do Espírito Santo, né? Eu tava pensando aqui, como todos que estão acompanhando, como ela conseguiu perdoar, como ela conseguiu vencer e ela explicou agora no final. o Espírito Santo, né? E que não transforma só as circunstâncias, mas o interior. Eu fico imaginando, bispo, se ela escreveria, se ela pudesse escrever um livro, qual seria o título do livro dela, considerando a matéria que a gente viu? Eh, acho que o título era >> A minha mãe morreu e eu fiquei feliz uma coisa assim, mais ou menos isso. >> É, ainda bem que a minha mãe morreu. Se ela pudesse escrever um livro na época, qual seria o título desse livro em relação ao pai? em relação à mãe. E hoje a gente vê a transformação que o Espírito Santo fez na vida dela. É visível essa transformação, né? Essa mudança, graças ao Espírito Santo dentro dela. E é o que nós vamos estar buscando nesse domingo. Atenção, nesse domingo vai ser o domingo que nós estamos chamando de o domingo do O Pai te convida. Primeiro para que você possa estreitar o seu relacionamento com o pai espiritual, sobretudo você tem que ter, ninguém pode estar bem com o pai aqui na terra, com o pai físico, a biológico, adotivo, não importa, se não estiver bem com o pai do céu. Então, o domingo do pai, o pai te convida. E será um domingo em que nós vamos orar pelos pais e pelos filhos. Você, pai, convide o seu filho. Você, filho, convide o seu pai. Vamos estar em família nesse próximo domingo nas igrejas Universal. Aqui no templo de Salomão, reuniões às 7, vamos estar juntos 7 horas da manhã. O bispo Renato Cardoso regressando de Israel às 9:30 da manhã e o bispo Jadson às 18 horas na Avenida Celso Garcia 605, no bairro do Brás. acompanhe. Tenho visto os seus dias e suas noites sem mim, as suas lágrimas e às vezes em que você pensa que ninguém se importa. Mas estou aqui esperando. Ah, se você soubesse a vida que eu quero te dar. Uma nova vida. muito melhor do que você consegue imaginar. Só preciso que você dê este passo. Quero [música] tanto caminhar ao teu lado, te proteger e te ouvir me chamar de pai. Neste domingo, 9 de agosto, dia dos pais, [roncando] o pai te convida às 7, 9:30 e 18 horas, no templo de Salomão, Avenida Celso Garcia 605, BRZ e em todas as igrejas Universal. [música] Para endereços e horários, acesse universal.org/localizar. E o mesmo vai acontecer também na Universal, onde a Rosilânia participa, que fica em Diadema, no bairro Eldorado. >> Eldorado. Sim, senhor. >> Você lembra o endereço de lá? >> Sim, senhor. É Avenida Nossa Senhora dos Navegantes, 911. >> Domingo as reuniões acontecem em quais horários? >> 7, 9:30 e às 18 horas. >> O pai convida lá também. >> Sim, senhor. >> Ozilânia, obrigado, tá? Que Deus abençoe você muito mais. Obrigado por estar aqui. Nós ficamos por aqui. Você já sabe o que deve, o que precisa fazer. Deus ilumine a sua vida. Até a próxima.
Foco na transformação interior pelo Espírito Santo
O segredo é a gente se entregar pro Senhor Jesus. todo esse sentimento, a gente colocar para fora esse sentimento... Hoje eu sou totalmente preenchida pelo Espírito Santo. Hoje eu tenho paz.
Impacto: Evita soluções superficiais ou meritórias e direciona à raiz do problema: o coração humano só é verdadeiramente transformado por Deus.
Uso correto e contextualizado de Malaquias 4:6
Malaquias, capítulo 4, versículo 6... O profeta Malaquias profetizou isso antes de Jesus vir ao mundo, dizendo que Jesus faria isso.
Impacto: Demonstra fidelidade bíblica e hermenêutica responsável ao conectar a profecia com a pessoa de Cristo, sem distorções.
Testemunho real de transformação
A história de Rosilânia ilustra o poder do perdão e da presença do Espírito.
Impacto: Traz esperança concreta para ouvintes feridos por conflitos familiares.
Pontuações de 0 a 100. Valores maiores indicam melhor desempenho.
Fidelidade Bíblica
A única passagem bíblica citada (Malaquias 4:6) é usada com fidelidade ao sentido profético e messiânico, sem acréscimos ou desvios. A aplicação prática está alinhada com a intenção do texto.
Hermenêutica
A abordagem é legítima: identifica a profecia, seu cumprimento em Jesus e a aplicação atual. Não há indícios de alegorização forçada ou manipulação do contexto original.
Precisão Teológica
A mensagem é teologicamente sólida: atribui a transformação interior ao Espírito Santo, destaca a obra de Cristo, incentiva o perdão e a reconciliação, sem promessas garantidas ou transacionais.
Compreensão Contextual
Reconhece corretamente o cenário profético de Malaquias e sua relação com a vinda de Jesus, embora a brevidade da ministração não permita maior aprofundamento histórico.
Aplicação Prática
A aplicação é pastoralmente saudável: convida ao perdão, à confiança em Deus e à participação em uma reunião específica para buscar o Espírito, sem condicionar a bênção a campanhas ou rituais.
Clareza do Evangelho
Para um sermão de exortação a crentes e simpatizantes, o evangelho aparece de forma implícita na proclamação de que Jesus cumpre a promessa e transforma vidas pelo Espírito. Não há distorção nem obscurecimento da graça, mas também não há uma exposição completa da obra expiatória de Cristo, o que é aceitável dado o gênero e a duração extremamente curta.
Risco de Eisegese:
Praticamente ausente. O verso é tomado em seu sentido natural, sem importação de significados estranhos ou slogans.
Risco de Heresia:
Nenhuma doutrina essencial é negada ou distorcida. O conteúdo mantém-se dentro da ortodoxia cristã.
Tema principal:
A reconciliação familiar por meio da transformação interior operada pelo Espírito Santo, com base em Malaquias 4:6.
Tom pastoral:
Consolador, encorajador e testemunhal, visando restaurar relacionamentos entre pais e filhos.
Jesus, por meio do Espírito Santo, cumpre a promessa de converter o coração dos pais aos filhos e dos filhos aos pais, possibilitando o perdão e a restauração familiar.
Suporte: Testemunho de Rosilânia, que perdoou os pais e experimentou paz interior; leitura e explicação de Malaquias 4:6; o convite 'O pai te convida' para o domingo seguinte.
Textos:
Uso Contextual
Usado corretamente no contexto profético messiânico, aplicando a promessa de restauração de relacionamentos ao ministério de Jesus Cristo.
Questões Exegéticas
Nenhum problema exegético identificado.
Leitura Sugerida
O texto de Malaquias 4:5-6 aponta para o ministério de Elias (João Batista) e a obra do Messias de restaurar os relacionamentos como preparo para o dia do Senhor. O uso homilético como cumprimento em Cristo é fiel ao sentido original.
Diagnóstico geral:
Sólida
Manter a centralidade na ação soberana do Espírito Santo, sem sugerir que o perdão humano depende apenas de esforço pessoal.
Ampliar, em oportunidades futuras, a base bíblica para a reconciliação, incluindo textos como Efésios 4:32 e Colossenses 3:13.
Continuar usando testemunhos como ilustração, mas sempre ancorando a expectativa de mudança na promessa de Deus, não em experiências subjetivas.
Clarear que a presença do Espírito Santo não garante a ausência de conflitos, mas oferece recursos para lidar com eles segundo a vontade de Deus.
Resumo em uma frase:
Uma breve, porém teologicamente equilibrada, exortação baseada em Malaquias 4:6, que aponta Jesus e o Espírito Santo como a fonte da verdadeira reconciliação familiar, ilustrada por um testemunho genuíno de transformação.
Esta análise foi realizada considerando a perspectiva teológica da tradição Neopentecostal (Igreja Universal do Reino de Deus). As pontuações refletem a fidelidade às doutrinas desta tradição específica.