Primeira coisa que Daniel fez, firmou a sua identidade. Se você quer ir até o fim, firme a sua identidade. Se você quer chegar até o fim, segunda coisa que ele fez, investiu na intimidade com Deus. Depois de tudo isso que aconteceu, a gente conhece a história, ele interpreta o sonho da estátua. Vem o capítulo três. Se você quer ir até o fim, aprenda a confiar em Deus. Pegue na mão de quem tá perto de você e diga: "Aprenda a confiar em Deus". Confia em Deus. Gente para confiar em Deus era essa. No ambiente contrário, no ambiente hostil, confiando em Deus, segurando na mão de Deus. Nabuco Donozô constrói uma estátua, ergue uma estátua. E a ordem é: quando vocês ouvirem o barulho, quando a música tocar, todos, todos da nação precisam se prostrar diante dessa estátua. Daniel tem três amigos. Esses amigos oraram com ele antes para que eles tivessem a interpretação do sonho daquela a da estátua anterior. E quando toca esses três amigos, eles não se ajoelham. Todos que estão ao redor se prostam diante da estátua. A música toca, a o trombone toca, o trompete toca, todo mundo se ajoelha. Mas a Bíblia diz que esses três meninos eles não se ajoelham. Alguém chega com rei, fala: "Rei, tem três estrangeiros aí fora que vocês deram posição, deram autoridade para eles. Eles têm influência aqui dentro do nosso reino, mas eles não fazem caso da nossa lei. Por quê? Porque tu fizeste o edito, colocou a estátua, a música tocou, porém eles não se ajoelharam." E aqui é interessante por quê? Porque Daniel não era o único que tinha identidade. Daniel não era o único que tinha intimidade. Daniel não era o único que aprendeu a confiar em Deus. Esses três meninos também confiavam em Deus do mesmo jeito que Daniel. O rei disse: "É fácil de resolver, toca de novo a música, né? E aí todo mundo vai ficar feliz, todo mundo se dobra." E aí a gente vê a resposta desses três rapazes. Se você quer chegar até o final, aprenda a confiar em Deus. Daniel capítulo 3, versículo 16 a 18 diz assim: "Responderam Sadraque, Mesque, Abidnego ao rei: "Ó Nabuco Donozor, quanto a isso, não necessitamos te responder. Se o nosso Deus, a quem servirmos, quer livrar-nos, ele nos livrará da fornalha de fogo ardente e das tuas mãos, ó rei. Se ele não quiser, e aqui é importante, eles estão dizendo, nós queremos chegar até o fim. Nosso desejo é confiar em Deus para chegar até o fim. Se Deus nos livrar, nós vamos confiar nele. Se Deus não nos livrar, nós vamos confiar nele do mesmo jeito, mas nós não nos dobraremos diante dessa estátua. Tá vendo o que que é confiança em Deus? Se ele fizer, glória a Deus. Se ele não fizer, do mesmo jeito, versículo 18, se não fica sabendo, ó rei, que não serviremos aos seus deuses, nem adoraremos a imagem de ouro que tu levantastes. Estão dizendo aqui, é confiar ou confiar. Nós não temos plano B aqui nessa história. Nós queremos ir até o fim, aprendendo a confiar em Deus. Mesmo que não aconteça do jeito que nós queremos e planejamos, a nossa resposta é confiar. Confiar. Confiar em Deus. Se você quer ir até o final, aprenda a confiar em Deus. Acendem a fornalha sete vezes mais. Jogam os três meninos lá dentro amarrados, presos, pé preso, mão presa. De repente o rei olha, tá todo mundo andando dentro do fogo. O rei vira pro soldado e fala: "Pera lá, nós não colocamos três pessoas lá dentro, por que que eu tô vendo o quarto? E o quarto que eu tô vendo é semelhante ao filho dos deuses que anda com eles. O preço de confiar em Deus quer chegar até o final. >> Confia em Deus. Confia em Deus. Jesus disse certa vez: "Deixai vir a mim os pequeninos." Por quê? Porque deles é o reino dos céus. Tem muitas lições aqui nesse texto, mas uma das lições, uma das características que Jesus usa as crianças é porque as crianças confiam cegamente. É ou não é verdade? Se você disser algo para uma criança, a criança vai e ela faz. Vou dar um exemplo hoje. Só o João tá aqui. Samuel tá na classe dos adolescentes. Quando o Samuel era pequeno, a gente tinha uma, eu tinha uma mania, Luana não gostava muito de jogar o Samuel para cima. Eu jogava ele muito alto. Um ano de idade, eu com toda a força que eu tinha, eu jogava ele bem alto e eu tinha segurança. Eu pegava ele e tem foto do menino voando assim, né, com braço aberto, jogava ele bem alto e ele adorava. O João não. João já não gosta muito de de desse tipo de coisa. Eu lembro que toda vez a gente ia na praia no Rio de Janeiro, eu pegava, jogava o João para cima, ele, o Samuel, e ele adorava. Um dia lá na igreja, lá em São José, onde nós, onde nós servíamos, atrás do púlpito tinha uma sala e essa sala era uma sala de um nível bem mais baixo a do púlpito. E tinha uma escada, uma escada alta, talvez mais alta do que esse nível aqui pro nível do púlpito, né? Né? Era um nível alto e não tinha corrimão. Como era uma escada larga, era uma área de serviço, não tinha corrimão. Eu tava lá atrás um dia e aí o Samuelzinho tava andando, olhando ali onde estava o púlpito. Ele me viu, eu dei uma piscada para ele e ele entendeu com a piscada que a ordem que eu dei para ele é: "Corre e te joga aqui que eu vou te pegar". E não foi nada disso, eu só olhei e pisquei para ele. Pois o Samuel Neto se arranca do jeito que veio e ele vem correndo e ele dá um pulo e ele deu um pulo tão grande, eu não tava preparado para segurar ele, mas ele pulou, se enroscou em mim. Eu sei que na hora final eu consegui pegar a perna dele, o pé dele, a cabeça dele deve ter ficado a um palmo de bater o chão e não bater o chão. E eu fiquei tão assustado com aquilo que eu virei e dei uma bronca nele. E ele começou a chorar. Ele ficou assustado. Alguns dias depois eu vim cair a ficha para mim dizendo por quê? Eu fico jogando ele para cima. Então ele aprendeu a confiar em mim. Ele sabe, olha, se o meu papai me jogar para cima, meu papai vai me segurar. Ele entendeu que o comando que eu dei foi: "Pode vir que o papai vai te pegar." E ele não quis saber, não consultou carne, não consultou sangue, não queria saber. Voou e o papai pegou ele. Crianças são assim. Crianças acreditam. O problema é que a criança um dia ela faz o quê? Ela cresce e ela deixa de confiar. Já percebeu que na vida nós já confiamos mais em Deus? A gente já soube, já se lançou com mais inocência nos braços de Deus? O tempo vai passando, a gente vai ficando mais experiente, vai ficando mais preparado, às vezes prospera um pouco mais, tem um pouco mais de inteligência. E aí aquilo que a gente fazia antigamente para Deus, a gente se lançava nos braços de Deus, a gente confiava nos sonhos, nos projetos, numa direção de Deus, a gente começa a fazer menos. Afinal, a economia não deixa. Olha como a situação ao nosso redor é contraditória. E ao mesmo tempo a gente esquece que se nós queremos chegar até o fim, nós temos que aprender a confiar em Deus. Eu sou o Senhor, teu Deus que te tomo pela tua mão direita e eu digo: "Não temas, eu te ajudo e eu te levanto, diz o Senhor." Quer chegar até o fim? Aprenda a confiar em Deus. Primeiro ponto, se você quiser anotar firme a sua identidade, quer chegar até o fim? Segundo, tem intimidade com Deus. Terceiro, aprenda a confiar em Deus. Quarto, eu já me encaminho pro fim. Seja humilde. Seja humilde. A gente vai aprender aqui nessa história, não com Daniel, mas Daniel vendo Deus abater o ser mais poderoso da terra. A importância da humildade. O que que é humildade? Humildade é andar de cabeça abaixo. Não. Humildade é você não ter provisão. Não. Porque as pessoas às vezes confundem o que é humildade. Humildade é você nunca levantar a cabeça, abrir a boca. Não. Humildade é você olhar para si e reconhecer que tudo aquilo que eu tenho e sou vem por causa de um Deus poderoso que fez algo na minha vida. Isso é a verdadeira humildade. A gente vai observar agora no capítulo 4atro uma história que eu acho fantástica. Depois da fornalha, atenção para isso. O livramento da fornalha foi tão grande que o próprio rei fez um decreto dizendo: "Olha, esse Deus é o rei é o Deus verdadeiro. Esse Deus é o Deus que deve ser adorado. Esse mesmo rei um dia vai dormir. Ele tem um sonho. Ele vê uma árvore grande, uma árvore que se podia ver de toda a terra. Essa árvore fazia muita sombra, muitos animais se protegiam na sua sombra. E depois essa árvore ela é cortada. E aquela árvore frondosa, rica, ela vira um toco, ela vira, né, um pedaço daquilo que ela era. Esse reinquieta o coração, manda chamar todo mundo de novo. Ninguém consegue eh eh decifrar esse sonho. Que que ele diz? Manda chamar o Daniel. Daniel sabe. Daniel é fiel a Deus. Daniel vem, né? Daniel agora tá um pouco mais maduro. Daniel tá um pouco mais eh formado. Daniel chega e Daniel fala para ele: "Rei, realmente essa árvore grande que tu tá vendo é tu. Deus te fez grande. Deus te levantou. Deus te exaltou. O mundo todo te vê. Tu dás proteção. É essa sombra grande. É isso. Só que tem um problema. A soberba entrou no teu coração. E porque a soberba entrou no teu coração, Deus ele vai cortar essa árvore. Mas quando tu reconheceres que Deus é poderoso, que Deus te colocou aí, se tu te humilhares, te arrependeres dos teus pecados, se tu te quebrantar diante de Deus, ele vai te perdoar. Esse rei continua vivendo como se nada tivesse acontecendo. O texto diz, você pode ler depois, 12 meses depois, o rei tá olhando pro seu palácio e ele diz: "Poxa, que palácio bonito eu construí." Ele tá olhando pro seu reino e diz: "Olha, não há reino como o meu. Nunca ninguém vai conseguir fazer o reino como esse". Em questão de dias, a Bíblia diz que deu uma loucura tão grande nesse rei que esse rei virou um bicho. Ele começou a pastar no campo, ele começou a virar uma féa, ele começou a comer o mato, a grama e e e todos começaram a olhar e perceber aquilo. Eu olho para um texto como esse e claro, gente, tudo que nós somos, nós somos porque Deus nos deu e Deus nos fez. Tudo que você é, tudo que você conquistou, qualquer lugar que você tenha chegado, o título que você tenha recebido, existe por graça e misericórdia de Deus. Louvado seja o seu nome. Aqui nós temos um rei que se tocou pela soberba. Deus abate esse rei. E a história é linda. Daniel, capítulo 4, versículo 37. Esse rei chega no momento que ele reconhece a sua dificuldade, se humilha perante Deus. Daniel 4:37. Agora, pois, eu, Nabuco Donozô, o maior rei que já havia, aquela cabeça de ouro, um dos maiores reinos, o governante da Babilônia, eu, Nabuco Donozô, louvo, exalço, glorifico ao Rei dos Céus, porque todas as suas obras são verdadeiras e os seus caminhos justos, e ele pode humilhar aos que andam na soberba. Quer chegar até o fim? Seja humilde. Conta a história de um rapaz humilde, humilde. E aí um dia foram entregar um título na Câmara Municipal e aí trouxeram aquele rapaz, né? Deram para ele, fizeram: "Olha, esse aqui é o título de rapaz mais humilde que tem." E ele, de fato, rapaz humilde, né? deram esse título para ele. No momento que ele recebe o título, ele pega o título e começa a mostrar para todo mundo. Olha só como eu sou a pessoa mais humilde que existe. Arrancaram o título dele porque deixou de ser humilde. Quer chegar até o final da sua jornada? Seja humilde.