Olá, meu irmão, minha irmã, seja muito bem-vindo a mais uma escola bíblica dominical. Meu nome é Lucas Júnior, sou um dos muitos líderes aqui desta casa e eu tô com a incumbência, a responsabilidade, mas também o privilégio de expor com você as sagradas letras e a gente vai dar sequência no nosso estudo na carta de Romanos. Agora, nessa exposição aqui, eu preciso que você abra a sua Bíblia aí, porque a gente vai dar continuidade a partir de Romanos, capítulo 9, tá? A partir do verso 14 e a gente vai ler até ali o verso 21. Então, Romanos, capítulo 9, do verso 14 ao verso 21 e o tema que eu quero tratar com vocês dentro dessa perícope de texto aí é: a justiça dos homens versus a justiça de Deus. Eu peço que você, se perdeu alguma exposição, vá lá no nosso canal do YouTube, se inscreva lá, volte para você não perder nenhuma exposição, porque ela é sistemática, verso a verso, porque essa carta, ela é muito linda, ela é maravilhosa, contém muito das doutrinas elementares do evangelho. Então, vá lá para você não perder nada e se ficar qualquer dúvida a respeito do que eu vou expor no texto com você, eu peço que você me chame no Instagram, Lucas Júnior Miranda, qualquer dúvida, pode me chamar lá, amém? Então, sem mais delongas, eu peço que você abra a sua Bíblia, porque eu vou ler o texto com você, depois eu quero te introduzir o tema, explicar sobre essa passagem e depois eu vou voltar com você verso a verso, explicando e no final aplicaremos, amém? Então, abra aí a sua Bíblia, eu quero ler o texto com você, Romanos 9, do 14 ao 21, lerei na versão NVI, amém? O texto vai dizer assim, verso 14: "E então, o que diremos? Acaso Deus é injusto? De maneira nenhuma, pois ele diz a Moisés: Terei misericórdia de quem eu quiser ter misericórdia e terei compaixão de quem eu quiser ter compaixão. Portanto, isso não depende do desejo ou do esforço humano, mas da misericórdia de Deus, pois as escrituras diz ao faraó: "Eu levantei exatamente com esse propósito, mostrar em você o meu poder para que o meu nome seja proclamado em toda terra". Portanto, Deus tem misericórdia de quem ele quer e endurece a quem ele quer. Mas, algum de vocês me dirá: "Então, por que Deus ainda nos culpa? Pois, quem resiste à sua vontade?" Mas, quem é você, ó homem, para questionar a Deus? Acaso aquilo que é formado pode dizer ao que formou: "Por que me fizeste assim?" O oleiro não tem direito de fazer o mesmo barro um vaso para fins nobres e outro para fins desonrosos? Até aqui. Até aqui. Pai, essa é a tua palavra, Senhor. O texto foi lido e agora eu peço que o Espírito Santo de Deus possa colocar essas verdades no nosso coração e trazer clareza, pai, texto por vezes mal compreendido, difícil de ler, difícil de entender, mas eu peço, pai, que o Senhor venha trazer clareza e jogar luz no nosso entendimento e mais do que isso, que a gente possa compreender e praticar a tua palavra, Senhor. Em nome de Jesus, eu peço que o Senhor possa fazer isso aqui e também abençoar os meus irmãos. Em nome de Jesus. Amém, amém e amém. Meus irmãos, neste tema que é a justiça dos homens versus a justiça de Deus, porque é exatamente isso que o texto vai tratar sobre algo chamado justiça de Deus. Você vai perceber que o texto, ele trata sobre algo muito delicado, que é misericórdia, é juízo, justiça e Deus, ele vai escolher uns, outros não, uns em detrimento de outros e isso toca em algo muito delicado para nós que é nós que é por que Deus escolhe uns, por que Deus não escolhe outros, por que que Deus ele permite coisas ruins com uns e por que que Deus não permite coisas ruins com outras pessoas? Você na sua caminhada cristã pode perceber que às vezes tá tudo certo, você tá caminhando bem, tá fazendo tudo certo e tudo de ruim acontece com você. Seu carro estraga, quando dinheirinho sobra no final do mês o seu gás acaba, gás acaba, seu celular cai, trinca a tela, dízimo em dia, oferta em dia, lá em santidade buscando o Senhor, tudo errado. É desilusão amorosa, aí você olha para o lado aquele irmão que tudo errado, você sabe que o cara tá ganhando dinheiro fazendo coisa errada, casamento do cara aparentemente tem muita coisa errada, mas quando você olha parece que a grama dele tá verdinho, tá tudo dando certo. E aí você se questiona, por que raios? Por que ó Senhor? Por que que lá dá certo, por que que para ele dá certo, mas para mim dá errado, Senhor? Ou muitas vezes você olha para uma pessoa e fala assim, cara, essa pessoa ela não merece ser salva, ela não merece ser abençoada por Deus, aí Deus vai lá e convence, salva ela, prospera ela, você fala, meu Deus, não é possível, eu aqui há anos servindo a Deus e Deus ainda não me viu. me viu. Ou seja, lá no nosso íntimo vai esbarrar dentro do nosso coração o nosso senso de justiça. justiça. Porém, todavia, o nosso senso de justiça, né, ele é corrompido. E eu quero a partir desse texto tratar com você o tema a justiça de Deus versus a justiça do homem. Por que muitas vezes você pode analisar um caso, olhar para uma situação, para uma situação e dizer assim: "Isto aqui foi injusto o que aconteceu. Eu não concordo, houve injustiça aqui". E uma outra pessoa pode olhar a mesma situação e ela concordar em dizer assim: "Não, eu acho que foi justo. Foi justo o que aconteceu aqui". Por mais que hoje, na nossa sociedade, nós temos o jurídico, aonde ele vai, através da Constituição, tratar de leis para nos dar justiça, trazer justiça, ainda assim você vai olhar para nossa Constituição, vai olhar para o nosso judiciário e vai dizer assim: "Por mais que passou por todas as instâncias, por mais que houve aparato da lei, ainda assim houve injustiça a tratar este caso". E outras pessoas vão dizer assim: "Não, a lei foi justa. A lei, ela foi proporcional, ela foi justa e eu aceito". Ou seja, para algumas pessoas vai se tornar injusto e para outras vai ser justo. Então, depende do contexto, a justiça ela é relativa, para uns vai ser justo, para outros não, para outra pessoa, para outras pessoas não vai ser justo. Então, eu te pergunto, a justiça ela é relativa? Como tratar então a respeito disso? E eu quero te dizer que se você parar e pensar assim: "Então, se a justiça é relativa, cadê a justiça absoluta? Cadê a justiça que é diante de toda a verdade, que não há corrupção, que não há parcialidade? Aonde que está essa justiça?" Essa justiça está na justiça de Deus. de Deus. A justiça de Deus, ela é uma justiça íntegra, incorruptível, não há dualidade, não há parcialidade. É uma justiça inteiramente pura e verdadeira. E por mais que seja difícil a gente engolir algumas verdades, por mais que seja a gente ler o texto bíblico e falar assim: "Isto aqui é muito desconfortável, isso aqui é muito difícil de digerir", que é esse texto bem difícil, mas eu quero trazer luz, pedir o Espírito Santo para convencer o seu coração a respeito da justiça de Deus e você e eu abrirmos mão da justiça humana que é corruptível. Se nós entendermos isso, você vai perceber que em várias esferas da sua vida cristã vai ser diferente quando você entender a respeito da justiça de Deus e abrir mão da justiça humana. Amém? Então, dada a introdução do tema, eu quero introduzir esse capítulo e a perícopa que lemos, porque esse capítulo 9 de Romanos é um dos capítulos mais controversos de toda a Bíblia. É um capítulo aonde vai dividir a mesa, aonde de um lado vão sentar arminianos, de outro vão sentar calvinistas. É um texto que não tem como você ler e não esbarrar no assunto de soteriologia, doutrina da salvação. Então, dependendo da sua ótica teológica, você vai pôr os seus óculos teológicos e ler esse texto, você vai enviesar para um lado ou enviesar para outro. Fato é que esse texto, ele trata e esbarra em temas delicados, como a soteriologia, a escatologia, doutrina da eleição condicional e incondicional, eleição individual, eleição corporativa. Você então vai compreender através desse texto e esse texto é muito claro em dizer que, olha, será que Deus realmente ele escolhe de forma incondicional umas pessoas e outras não? Mas isso não seria injusto? Você vai tratar perguntas no seu coração. Mas a despeito de todo esse debate teológico, eu não quero me ater aqui com você você a respeito disso, mas sim dentro do tema que é a justiça de Deus. Amém? Amém? Então, eu queria que você voltasse ao texto comigo, porque a gente vai ler, voltar ali para ler os versículos e eu quero tratar ponto a ponto com você para a gente conversar mais sobre isso. O que que a palavra de Deus, o que que Paulo vai tratar a respeito da justiça de Deus diante de um tema tão complicado que é a salvação, a misericórdia de Deus e o juízo de Deus. Amém? Então volta aí comigo comigo e vamos iniciar a leitura novamente a partir do verso 14 e lerei também o 15, aonde vai dizer assim "Então o que diremos? Acaso Deus é injusto?" injusto?" "De maneira nenhuma, pois ele diz a Moisés Terei misericórdia de quem eu quiser ter misericórdia e terei compaixão de quem eu quiser eu quiser ter compaixão." Esse texto, ele já inicia com Paulo perguntando algo, porque anteriormente, no início já do capítulo 9, e o capítulo 9 é uma ruptura do capítulo 8, porque o capítulo 8, Paulo ele glorifica, ele traz um louvor, um coração de exaltação e o capítulo 9, ele já inicia com uma lamentação. E que lamentação é essa? É Paulo lamentando pelo seu povo, por sua raça, os judeus. Ele vai lamentar porque os judeus é um povo escolhido de Deus, que foi um povo escolhido para lidar com a legislação de Deus, viu a glória de Deus, recebeu a lei de Deus, viu a manifestação de Deus, ou seja, esse povo recebeu coisas extraordinárias que nenhum outro povo da terra é recebeu da parte de Deus. Todavia, eles rejeitaram o Messias, sendo assim, estavam afastado da salvação, porque o único meio de salvação é Cristo Jesus e eles rejeitaram rejeitaram o meio de salvação, de salvação ou salvador Jesus. Então Paulo ele vai dizer assim: "Olha, eu fico triste, eu fico angustiado, porque eu mesmo poderia me considerar amaldiçoado fora de Cristo para que o meu povo pudesse ser escolhido." E ele começa a tratar que não é por ser filho de Abraão de forma natural, não é você ser um judeu étnico que isso te garante a salvação, mas você ser filho da promessa. E aí Paulo vai dizer assim: "Então quer dizer que a promessa de Deus a salvar o seu povo falhou?" Porque aparentemente você pode pensar: "Então a promessa de Deus salvar Israel falhou, porque Israel rejeitou o Messias". Mas não é por a pessoa nascer em Israel, ser judeu que ela recebia salvação, era o filho da promessa que por meio da fé, crendo no Messias, seriam salvos. E Deus ainda haveria de salvar esses que seriam chamados para o verdadeiro povo de Israel, que são os filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus e não por nascer, não por ter uma nacionalidade ou por ser parte de um povo étnico. Então Paulo vai dizer que essa promessa ela não falhou, ela ainda arde se cumprir. E aí ele traz, né, eh, um argumento lá no Antigo Testamento dentro de uma família que compunha os irmãos Jacó e Esaú. E ele vai tratar sobre esse assunto, porque ele vai dizer assim: "Olha, de acordo com a lei da primogenitura que estaria com Esaú, ele haveria de ser aquele que Deus o abençoaria, porque afinal de contas ele é o filho mais velho". velho". Mas quando os dois bebês na barriga da mãe, sem antes mesmo ter nascido e ter praticado qualquer obra, Deus escolheu Jacó em detrimento de Esaú. Deus então escolhe Jacó e aí você se pergunta assim: "Então por que que Deus escolheu um em detrimento de outro, sendo que nem mesmo não tinha obra?" Ah, é porque Deus sabe o futuro, Deus respondeu ao futuro, ah porque Deus então ele conhece o coração, por isso que ele escolheu. Não, Deus escolheu porque ele escolheu. O motivo, o porquê, o porquê, isso fica no nosso coração, a gente se pergunta, mas a Bíblia não mostra. O que a Bíblia deixa muito claro é que Deus, ele escolheu Jacó e rejeitou Esaú. Aí você pergunta: "Mas isso é injustiça". E é aí que Paulo começa a tratar então no verso 14. Então ele fala assim: "Então o que diremos? Deus é injusto"? injusto"? Paulo aqui ele tá usando de uma retórica da diatribe que é uma ferramenta literária aonde para ele poder expor uma ideia, um assunto, ele então começa a dialogar com o seu ouvinte. Então ele traz argumentações, ele vai argumentar muito a respeito da justiça e misericórdia de Deus no Antigo Testamento, só que o leitor ao ouvir os argumentos de Paulo, ele gera perguntas no seu coração. Então Paulo, ele antecipa essas perguntas. Então quando Paulo fala assim: "Acaso Deus é injusto"? É ele fazendo a pergunta do ouvinte, porque é o que você pergunta, é o que passa no meu coração quando a gente ouve essa passagem de Deus escolher Jacó e rejeitar Esaú. A gente se pergunta: "Então Deus é injusto porque escolheu um em detrimento de outro, visto que Deus, ele ele é imparcial"? Então dentro da diatribe, Paulo vai fazer isso. Paulo vai expor, trazer a pergunta do ouvinte para dentro do texto, que é o que ele vai fazer aqui. "Acaso Deus é injusto"? E o próprio Paulo responde: "De maneira nenhuma". nenhuma". Aí ele argumenta trazendo um contexto do Antigo Testamento. Ele vai dizer assim a Moisés: Moisés: "Terei misericórdia de quem eu quiser ter misericórdia e terei compaixão de quem eu quiser ter compaixão". É o que Deus fala para Moisés. Ou seja, Deus escolheu um em detrimento de outro. E isso gera perguntas no nosso coração como: "Então será que Deus, ele é injusto"? E Paulo responde: "De maneira nenhuma". E aí, isso já choca no nosso coração em dizer assim: "Claro, eu penso que Deus pode estar sendo injusto. Por que que Deus escolhe um em detrimento de outro? Por que que Deus faz isso?" E aí a gente precisa olhar para um ponto atrás, que é o seguinte: seguinte: Deus não deve misericórdia a ninguém. Quando nós falamos assim: "Deus agiu com misericórdia com um e não agiu com o outro. Por que que Deus não agiu com o outro? Deus deveria agir com outro também, porque agiu com esse daqui". Quando nós fazemos esse questionamento, nós partimos de um pressuposto que Deus deve misericórdia a todos. E o problema está nesse pressuposto. Esse pressuposto, ele não está correto. E Lucas, por que que não está correto? Porque a verdade que todos nós somos merecedores da ira de Deus. Se Deus não derramasse a sua ira sobre o ser humano, aí sim Deus seria injusto. Porque a partir do momento que eu e você pecarmos, nós somos concebidos no pecado, Deus automaticamente, ele precisa punir o pecado. Ou seja, eu e você temos por merecimento já a ira de Deus, não a misericórdia de Deus. Então perceba que o nosso pressuposto a dizer que Deus deve misericórdia a todo mundo, não, ao contrário deve ser Deus deve por obrigação o juízo para com todos. Porque nós somos devedores, pecadores. Eu e você devemos a Deus. E o que que acontece com aquele que quebra a lei? O que que acontece com aquele que deve a Deus? Merece o juízo da parte de Deus. Então o pressuposto correto é que todos estão destituídos da glória de Deus, que todos pecaram contra Deus. Então Deus deve derramar juízo diante de todos. Esse é o pressuposto correto. Ou seja, aí Paulo vai dizer, argumentando no Antigo Testamento, dentro do contexto de Êxodo 33, que Deus vai dizer a Moisés que ele vai ter misericórdia de quem ele quiser ter misericórdia. E ele vai manifestar juízo a quem ele desejar manifestar juízo. Ou seja, quem ele escolhe como alvo a sua misericórdia é dado por graça. A pessoa que recebe a misericórdia de Deus recebeu um presente gratuito, recebeu da parte da graça de Deus. Porque por mérito e por merecimento essa pessoa deveria receber juízo de Deus, mas ela recebeu graça. E isso é maravilhoso. Aí, olha o que que ele vai dizer no verso 16. Ele vai concluir assim, ó: "Portanto, isso não depende do desejo nem do esforço humano, mas da misericórdia de Deus". Deus". Novamente, Paulo vai dizer que não depende do ser humano. O ser humano, ele eh não cria em Deus um desejo de Deus então corresponder com seu juízo ou misericórdia, porque não depende de ação humana, de mérito. E qual que é o argumento de Paulo dentro do contexto de Jacó e Esaú? Eles eram bebês. bebês. Você não pode atribuir a um bebê obras, porque eles nada fizeram. Eles nem viveram. Deus então, antes de tudo e qualquer coisa, ele decidiu fazer então o uso da sua misericórdia e escolher Jacó em detrimento de Esaú. Claro, no meio do caminho, né, o como isso acontece, você pode dizer assim: "Ah, é porque Deus ele é onisciente, Deus é onipotente". Não, Deus sabe o futuro, Deus já sabia o que ia acontecer, por isso que Deus fez essa escolha. Não, não, Deus ele não corresponde à ação humana no futuro, não, Deus decreta o futuro. Então, lembra o que eu disse, dependendo da sua ótica teológica, dentro da soteriologia, doutrina da salvação, salvação, você vai dizer que Deus ele decretou o futuro e ele não corresponde ao futuro. Agora, se você for falar a respeito de uma eleição condicional, você pode entender e pensar, não, Deus escolheu um em detrimento do outro porque Deus sabe o coração e saberia o futuro de ambos. Então, Deus ele corresponde ao futuro. Independente de uma ótica ou de outra, não é isso que eu quero me ater com você, eu quero me ater no que o texto é muito claro. E o que que o texto é claro? O texto é claro em dizer que Deus usa da sua misericórdia e não depende da ação humana. Não depende da ação humana. Depende simplesmente de Deus, Deus querer usar a sua misericórdia. Isso não depende do ser humano. E isso, irmãos, isso mexe muito com o nosso ego, mexe muito com o nosso orgulho. Por quê? Porque quando a gente faz uso de misericórdia com um, quando a gente faz uso de justiça com outro, a gente precisa ter parâmetros, a gente pensa assim, olha, eu vou agir de misericórdia com uma pessoa, com fulano de tal, por quê? Fulano de tal fez isso, fez aquilo outro, você vai pôr na balança, você vai pesar. Aí você vai falar assim, não, essa pessoa merece juízo, não, essa aqui merece misericórdia. Aí você vai usar de misericórdia com ela porque você vai ter parâmetros para agir com misericórdia ou com justiça ou com juízo para com aquela pessoa ou com uma situação. E a gente E a gente traz essa ótica humana, esse senso de justiça humana para o texto bíblico. Aí você lê com a sua, com o seu senso de justiça o texto bíblico e começa a dizer assim: "Não, porque se eu fosse Deus, eu agiria eu agiria de forma diferente. Não, porque se eu fosse Deus, eu não escolheria Jacó. Teria que escolher Esaú, pô, foi sacanagem o que aconteceu com Esaú". Ele tinha por direito a primogenitura. Por que que Deus escolheu Jacó? Isso não é justo. Pô, olha lá, Jacó enganou o pai, enganou a mãe, saiu enganando todo mundo e Deus ainda escolhe esse cara? Como assim? Deus já sabia que ele ia fazer isso e ainda escolheu ele? Aí você com seu senso de justiça traz isso para a Bíblia e traz isso para a sua vida cristã, traz isso para a sua igreja, para os seus pastores, para os seus liderados e o tempo todo você julga situações no seu senso de justiça, só que isso está muito deturpado, porque você fazendo isso, você vai julgar de forma errada, porque o seu senso de justiça, ele é falho, ele é corrompido. Por isso que, por mais difícil que seja nós entendermos e engolirmos a justiça de Deus, que é a única justiça verdadeira e passar a agir de acordo com a justiça de Deus, porque o seu coração vai começar a se encher muito mais de misericórdia para com o outro, para com as situações, porque você vai olhar e pensar assim: "Olha, >> [roncando] >> aos olhos humanos, essa situação aqui, essa pessoa merece juízo, todavia, Deus pode usar de misericórdia para com ela, porque em outrora Deus usou de misericórdia para comigo. Eu não entendo toda a situação dessa pessoa. Eu não consigo ler o coração dela, eu não consigo ter todos os parâmetros da situação, os os dois lados da moeda. Eu não conheço a outra pessoa, não sei se foi verdade isso aqui que aconteceu". Aí você vai parar e pensar: "Não, Deus, ele tem a verdadeira justiça e Deus vai manifestar misericórdia ou juízo para com aquela pessoa, porque Deus conhece o coração daquela pessoa. Não cabe a mim condená-la". Se começarmos a entender isso, irmãos, a gente vai começar a ter muito mais misericórdia na igreja, compaixão, vamos ser tardios no falar, tardios no julgar, no condenar algumas situações e pessoas e vamos agir com mais misericórdia. E devemos agir assim, tanto só não somente no corpo da igreja, mas na nossa vida cristã para com os familiares, os amigos e tudo mais. O texto, ele continua dizendo: "Porque a escritura diz ao faraó: Eu o levantei exatamente com esse propósito, propósito, mostrar a você o meu poder para que o meu nome seja proclamado em toda a terra". terra". Mais uma vez, Paulo argumenta usando o Antigo Testamento dentro do contexto de Êxodo 9, verso 16, que o contexto é que faraó, ele poderia muito bem dizer que assim, ó: "Eu sou colocado como o homem mais poderoso deste mundo porque os deuses me colocaram aqui, porque o meu poder me colocou aqui, porque a minha forma de fazer política, né, o meu nascimento, a minha família nobre me colocou aqui. Então, por direito, eu mereço estar aqui e eu sou o homem mais poderoso deste mundo". Mas a verdade é que o Deus de Israel foi quem colocou ele ali e com qual propósito? Para manifestar o seu nome, a sua glória para o mundo inteiro, ser proclamado em toda a terra. Aí, novamente, a gente pode pensar assim: "Mas Deus levantou um homem que foi um homem mau que escravizou o seu povo para proclamar o nome dele durante toda a terra? Não, meu Deus. Deus poderia proclamar o seu nome de outra forma. Deus poderia proclamar o seu nome diante de toda a terra por outros caminhos, não precisava levantar um homem mau". E [roncando] isso, irmãos, isso perpetua de ciclos em ciclos na Bíblia. Habacuque, lá na frente, ele vai fazer o mesmo questionamento: "Deus, por que o senhor vai levantar uma nação pagã, uma nação ímpia para disciplinar e corrigir o teu povo, que é o teu povo escolhido. E ele fica com perguntas e questionamentos e Deus não responde os seus questionamentos, porque muitas vezes a gente pode pensar assim: "Poxa, mas Deus, ah, será que é a melhor forma de fazer é essa, Senhor? Não poderia ser outra forma?" E a gente, no nosso senso de justiça, acha que a gente tem a melhor forma e o melhor jeito [roncando] de fazer. E isso vai continuar por toda a Bíblia, os profetas dizendo: "Por que Deus levanta nação pagã, lá a Babilônia? Por que que vai mandar o povo lá para Babilônia ser escravo lá dentro para corrigir o teu povo? Não teria outra forma de fazer isso, Senhor?" Por que? Muita gente questiona, né? Será que era necessário mesmo o filho de Deus ter vindo? Será que Deus não poderia ter intervido ali quando Eva estava conversando com a serpente para acontecer toda a desgraça decorrente do pecado? Por que que Deus teve que fazer desta forma? Por que que Deus não fez de outra forma?" Esses sentimentos passam no nosso coração. Por que que Deus fez desta forma e Deus não fez daquela forma? Por que que Deus decidiu julgar desta forma e não decidiu julgar daquela outra forma? Porque nós temos o nosso senso de justiça. Mas o desafio que hoje é entender o nosso lugar, entender que nós não devemos nos assentar na cadeira de juízes e julgar as situações, porque isso pertence ao Senhor. Mais uma vez, Paulo, com base no Antigo Testamento, ele argumenta a favor da misericórdia de Deus. E até o momento, a resposta de Paulo está sendo: "Deus usa da sua misericórdia com quem ele deseja usar a sua misericórdia". E [roncando] olha que louco, né? Você pode pensar nas suas devidas proporções, claro, um faraó, um homem muito mau, Moisés, um homem bom. Mas esse homem bom é um assassino. Esse homem bom cometeu um assassinato e ele deveria ser julgado. E ele saberia qual seria a sua sentença. Tanto que por medo Moisés foge com medo de ser pego pelo seu assassinato. E você pode parar e pensar assim: "Mas ambos são assassinos e cometeu tal ato de delito. Merecem o quê? A recompensa pelo seu ato. Assassinato, Moisés deveria pagar por isso". Mas você percebe que Deus decidiu usar de misericórdia com Moisés. Moisés. Deus decidiu usar de misericórdia com Moisés e tratar com Moisés de outra forma. forma. Porque se você for na lei fria, ambos cometeram um crime. Tudo pode Tudo bem que você pode pensar que Faraó, ele pegou mais pesado. A sua proporção, né? A recompensa, a lei precisa ser proporcional ao crime, né? Então, a sentença precisa ser proporcional. Faraó deveria pagar mais pelos seus crimes, mas Moisés também deveria pagar pelo seu crime. Mas Deus usou de misericórdia com Moisés. É só você pensar assim: "Por que que nessa família aqui tá todo mundo perdido? Talvez você se questiona, porque eu me pergunto: Por que que Deus no meio da minha parentela toda, às vezes você só você de crente e os seus familiares não?" Aí você fala assim: "Por que que Deus abriu, se revelou, abriu minha mente, se revelou a mim? E por que que Deus me escolheu? Por que que não escolheu outro familiar, o meu primo, o meu pai, minha mãe? Por que que só eu sou crente nessa família? Por que que Deus decidiu usar de misericórdia para comigo, não para com outro?" Você você pode se questionar, você pode pensar, mas por quê? quê? E por que que Deus ainda não salvou o meu pai, não salvou a minha mãe? Por que que Deus não se revelou a eles também? Você se pergunta por quê? E aí você começa a dizer assim: "Caso Deus então é injusto? Por que que Deus não se revela a todo mundo, salva todo mundo? meu Deus. Lembra-se. Lembra-se. Na ótica teológica que você tiver a respeito desse texto, você vai dizer: "Não, é porque Deus, ele elege de forma incondicional". "Não, é porque Deus elege de forma condicional e é preciso, a pessoa, ela precisa responder a fé. Deus chama, Deus capacita a pessoa com uma fé proveniente para a pessoa responder o chamado, mas a pessoa pode negar o chamado de Deus". Independente dessas duas situações, ainda assim, o sentimento de justiça humana versus a justiça de Deus, ela vem no nosso coração. O verso 18 fala assim: "Portanto, Deus tem misericórdia de quem ele quer e endurece a quem ele quer". Paulo, ele conclui o seu argumento a dizer tanto no exemplo de Jacó e Esaú e tanto no exemplo de Moisés e Faraó, que Deus depende dele e exclusivamente dele, não é uma situação de corresponder a ação humana, mas depende exclusivamente de Deus usar de misericórdia com quem ele quer, endurecer quem ele quer. Mas, lembra da diatribe onde Paulo agora ele levanta alguns questionamentos que perpassa no coração do leitor. Olha o que ele vai dizer no verso 19: "Contudo, algum de vocês, algum de vocês aí que está ouvindo o que eu estou lendo, vai dizer: dizer: Então, por que Deus ainda me culpa? Por que Deus ainda nos culpa? Pois, quem resiste a sua vontade? Quem pode resistir a vontade de Deus? Se Deus decidir não usar de misericórdia para comigo, se Deus não usou com a sua misericórdia para comigo e eu não posso resistir a vontade de Deus, por que que Deus ainda me culpa pelo meu pecado? É só Deus então me salvar, me corrigir, usar da sua misericórdia para comigo, eu vou converter, eu vou viver uma vida de santidade e eu não vou pecar mais". Então, a conclusão que se chega é: "Então, se eu continuo numa vida de pecado, é porque Deus decidiu não escolher a mim, não usar a sua misericórdia para comigo, então, por que que Deus ainda pode me culpar? E aí você vira e joga para Deus novamente, né? Então, o culpado é Deus. Isso é muito perigoso, porque se partirmos por essa premissa e continuarmos com essa linha de raciocínio, você vai querer culpar Deus e como fim último sobre todas as coisas, porque se ele é onipotente, ele tem de ter tem todo o poder e se verdadeiramente também ele é o todo amor, ele é amor, ele detém todo o poder, ele pode acabar com o mal. E se ele é amor e tem o poder, ele pode acabar com o mal, porque o mal traz sofrimento e quem ama não quer ver o outro sofrer. Então, por que Deus não acaba com o mal agora? Por que Deus não varre o mal da humanidade? Por que que Deus permitiu o mal entrar na sociedade, no coração humano? Por que que Deus permitiu tudo isso, se Deus ele é todo poderoso? Por que que Deus permite os santos, os fiéis passarem por problemas? Por que que Deus permite a pessoa boa passar por situações difíceis? Por que que Deus permite o ladrão, o corrupto, aquele político que rouba o dinheiro do pobre viver até 90 anos bem, com saúde, curtindo o dinheiro ilícito e aquele irmão fiel, que ajuda todo mundo, morre às vezes aos 27 anos com uma doença, um câncer que é raríssimo? Você fala: "Meu Deus, isso não tem explicação. Por que que essas coisas acontecem?" Essas dúvidas perpassam no nosso coração e o nosso senso de justiça é inundado a duvidar de algumas coisas. Isso passa no nosso coração, passou no coração de Jó. Que Jó, Que Jó, pelos seus sofrimentos, ele diz assim: "Olha, mas por que que eu tô passando por tudo isso? Não tem um motivo plausível para eu estar passando por isso. Eu não pequei contra o Senhor, eu não fiz nada de errado. até por medo dos meus filhos pecarem contra o Senhor eu sacrificava em favor dos meus filhos um homem temente um homem correto passando por todo aquele sofrimento ele não entendia ele pedia um tribunal diante de Deus a dizer Deus porque que eu estou passando por isso e você vai lendo o livro lendo o livro e vai aumentando a lendo o livro e vai aumentando a expectativa até a resposta da parte de Deus e Deus ele não responde e novamente agora Paulo vai trazer o mesmo assunto e parece que o em algum momento Paulo vai trazer uma resposta que vai nos satisfazer mas olha o que Paulo vai dizer no verso quando você menos espera fala assim agora Paulo vai responder agora eu vou entender o porque que Deus escolhe uns em detrimento de outros porque que Deus usa de misericórdia para com um e não usa para com outro agora eu preciso que a Bíblia me dê uma resposta satisfatória aí olha o que Paulo vai dizer mas quem é você ó homem para questionar a Deus acaso aquilo que é formado pode dizer o que o formou porque me fizeste assim irmãos irmãos aqui o nosso coração chega a palpitar porque na ansiedade de receber uma resposta satisfatória que vai satisfazer o nosso desejo de conhecer e saber o porque que Deus faz essas coisas simplesmente Paulo eu acho que ele solta a resposta assim que deixa a gente para baixo a gente lê e fala não é possível eu que esperava que Deus respondesse eu esperava que Deus me falasse o porque que ele faz essas coisas queria entender o a forma de Deus trabalhar a forma de Deus escolher qual que é o parâmetro qual que é o método que Deus faz que ele escolhe porque que ele faz essas coisas quando você quer entender simplesmente Paulo solta essa quem é você para questionar a Deus e aqui irmãos eu não consigo te trazer uma sistemática. Eu não consigo te trazer uma teologia bíblica. Eu posso te apresentar vários argumentos, eu posso te apresentar textos e mais textos. Eu posso trazer os melhores exegetas para tentar trazer para você uma resposta satisfatória do porquê que Deus faz isso, mas a verdade é que é que a Bíblia se cala. A verdade é que Deus, ele não disse o porquê que ele faz, porquê que ele não faz. E nesse momento, a gente precisa ser humilde, baixar a nossa cabeça, ajoelhar diante de Deus e dizer: "Senhor, eu não entendo o porquê que você está fazendo assim. Senhor, eu acho que está sendo injusto. Eu acho, Senhor, que eu não merecia estar passando por isso ou fulano de tal não merecia estar passando por isso. Senhor, o Senhor é todo-poderoso e pode mudar a situação. Porquê que o Senhor não faz? Deus, eu não sei. Contudo, Contudo, eu sei que o Senhor é bom e o Senhor é justo. Tu sabes o que fazes, pois a tua vontade, ela é boa, perfeita e agradável. E aí, irmão, você caminha pela fé crendo que Deus é bom e Deus é justo e ele tem o melhor para a sua vida, ainda que você não concorde da forma que Deus está tratando e ainda que você não entenda o que Deus está fazendo. fazendo. Independente daquilo de Deus caber no seu racional ou não, você continua caminhando porque Deus ele é bom e Deus sabe o que faz. Isso, irmão, se você entender isso e pedir o Espírito Santo para trazer isso ao seu coração, isso vai tirar um peso das suas costas, porque tem muita gente caminhando na fé cristã cristã paralisado, porque quer uma resposta de Deus, porquê que Deus fez isso comigo, porquê que Deus está fazendo isso no meu meu porquê que Deus está me quebrando financeiramente, por que que Deus não me dá uma esposa, eu já tô na terceira desilusão amorosa, por que Deus isso, por que Deus aquilo e você vai procurando resposta da parte de Deus e e pode ser que muitas vezes Deus ele não vai te trazer uma resposta satisfatória. Pode ser que muitas vezes Deus ele não vai te responder, mas você precisa confiar em Deus. Até mesmo Jesus Cristo no Getsêmani, ele orou: "Pai, se possível afaste de mim esse cálice". Ele saberia do que ele ele saberia o que ele ia passar e ele não queria passar por aquilo, mas ele disse: "Olha, que contudo seja feita a tua vontade". E a vontade de Deus foi que Cristo iria para a cruz e sofreria na cruz. E ele fez. Pode ser que Deus ele tenha te exigido algo para você passar por algo e você fala: "Mas teria outra forma melhor, poderia ter outro jeito melhor". Mas vai e confia. Lança mão da sua justiça e abraça a justiça de Deus. E Romanos 21 vai dizer que não tem o oleiro autoridade sobre a argila para fazer do mesmo barro um vaso com propósito especial e outro para comum. Mais uma vez, Paulo conclui o seu argumento usando o contexto do Antigo Testamento. Dentro do contexto de Jeremias, aonde ele vai trazer que Deus ele chama o seu profeta para ir à casa do oleiro e vai dizer: "Olha". E era o mesmo contexto, a mesma situação. Deus, por que que o senhor tá fazendo isso com o seu povo? E Deus vai dizer: "Olha, é o meu povo e eu faço com o meu povo o que eu quiser. Por que acaso o oleiro ele não pode fazer da forma que aquele quiser o vaso? Ele pega o barro, ele molda o barro e ele vai fazer o que ele quiser com o barro". O barro não pode virar pro oleiro assim: "Por que que o senhor me fez um vaso mais redondo? Por que que o senhor me fez um vaso maior, mais comprido, mais fino"? fino"? Você vê Você vê o Já viu um dia um vaso falar isso para o oleiro? Mas a criação fala isso para o criador. É por isso muitas vezes, irmãos, a gente precisa abrir mão do nosso orgulho, da nossa justiça própria e confiar na justiça de Deus, porque a justiça de Deus é a única justiça verdadeira. Por mais que você não concorde com a justiça de Deus, dê glórias a Deus por sua justiça e a sua misericórdia, porque ele decidiu usar de misericórdia para com você, porque era para você sofrer juízo eterno, mas ele abraçou você com a sua misericórdia e derramou o juízo dele em cima do filho dele no calvário e não sobre a sua vida. Então, você precisa olhar para Deus e ter a ciência que ele usou da sua misericórdia para que a sua vida, por conta de Jesus Cristo, que enviou o seu filho amado para morrer numa cruz, para que você não precisasse ser morto e pagar essa dívida eterna. Isso é misericórdia de Deus, porque ele deveria derramar o juízo, porque você é um devedor e ele não derrama juízo sobre a sua vida, mas ele decide derramar misericórdia sobre a sua vida. O porquê Deus faz isso? Porquê Deus escolhe um e não outro? não outro? O texto se cala. E é nesse momento também que nós devemos nos calar nos calar e simplesmente sermos gratos e glorificarmos a bondade e a justiça de Deus. Deus. Amém, irmãos. Um texto que realmente é muito difícil, porque ele vai muito contra, é o nosso orgulho, a nossa racionalidade a respeito do que é justiça, do que é verdade. É nesse momento que encontras, né, aonde vai dividir aquele que se acha Deus e se acha, é, sabe, saber todas as coisas e aquele que é humilde, que se ajoelha diante do todo-poderoso. Para finalizar, eu queria aplicar com você o nosso texto. Primeira aplicação é que não se precipite em julgar alguém ou uma situação. Ore primeiro, procure saber os dois lados antes de sair agindo em favor de alguém. Isso lhe ajudará a não quebrar a cara em muitas vezes. A gente, incumbido de muita justiça, bota justiça debaixo do braço e sai julgando tudo. tudo. Lá na frente você percebe que você julgou a pessoa errada, que você ficou do lado errado. E aí a situação toda veio à luz, veio clareou, surgiu todos os fatos e você fala: "Vacilei". E aí você quebra a cara e fica numa situação complicada, precisa ir pedir perdão. Tudo isso poderia ter sido evitado se você primeiro orasse, esperasse, olhasse os dois lados da moeda, ouvisse todas as histórias, orasse de novo para tomar uma decisão. Não é que você nunca deva julgar. A Bíblia nos ensina a julgar conforme a justiça de Deus e não a justiça dos homens. Faça isso que você vai evitar muitos problemas. Terceira aplicação, segunda aplicação é que se você tem o costume de fazer coisas para Deus para se sentir melhor, como se fosse pagando uma dívida, irmãos, isso não te torna mais justo. Larga a barganha com Deus. "Pequei muito contra o Senhor, preciso na igreja dar uma oferta". oferta". "Pequei muito contra o Senhor, vacilei, preciso participar de uma missão, preciso participar de uma obra social". Toda vez que te impulsiona você a fazer algo para Deus ou para com o próximo é motivado porque você tem pecado muito, não faça isso. Não faça com esse coração. Isso não é barganha. Você não está se tornando mais justo aos olhos de Deus porque está fazendo boas obras. Lembra o que Paulo disse? É a despeito das boas obras. obras. Deus escolher usar a misericórdia para com uns, a justiça para com outros e o juízo para com outros. É a despeito de obras. Você não compra Deus. Terceira e última aplicação é que a única justiça verdadeira que você pode alcançar é crendo em Cristo Cristo Jesus. Entrega a sua vida a Ele e volte-se para Cristo para que você possa usufruir da verdadeira verdadeira justiça de Deus. Você não compra Deus, a sua justiça como um trapo de imundície, você não pode ter boa justiça diante dos olhos de Deus. A sua justiça ela é corrompida, o meu senso de justiça é corrompido. Como então podemos alcançar a verdadeira justiça de Deus? Crendo no seu filho amado Jesus Cristo e eu te convido a fazer isso nesse momento. Amém? Com essa palavra lida ponto a ponto, explicada e aplicada, eu quero orar pela sua vida para a gente encerrar. Amém? Senhor Jesus, o texto foi lido, pai, um texto muito difícil, com verdades difíceis que vai contra o nosso orgulho, a nossa vaidade, o nosso senso de justiça, mas eu peço que o senhor quebre o nosso coração, quebre a nossa vaidade, quebre o nosso orgulho para que a gente possa abraçar a tua justiça, a tua verdade e praticá-la em nome de Jesus. Abençoe o teu povo, a tua igreja e os teus filhos amados. Amém, amém e amém. Deus abençoe você e até uma próxima escola bíblica dominical.