ADVEC
18 de setembro de 2026
1h 28min
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Nota deste sermão
46
de 100 pontos
A aula acerta ao destacar Atos 4:31, Atos 6:4, a unidade da igreja e o caráter restaurador de Mateus 18, mas transforma Mateus 18:18-20 e Atos 12:5-11 em garantias de milagres, cura e vitória total, tornando a mensagem teologicamente frágil.
Critérios e notas consideram a tradição Pentecostal Assembleiana (Assembleia de Deus Vitória em Cristo)
Análise gerada por IA em 02 de outubro de 2026 · entenda a metodologia e os limites →
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Um, dois. Queridos pais da bênção. >> Vamos orar um pouquinho. Vamos, vamos orar um pouco, né? Para começarmos aqui 5 minutos pelo menos. Logo após oração a gente começa. >> Vamos orar. Pai querido e santo, bondoso Deus, Senhor Senhor Deus nosso, como está escrito, Senhor, o Senhor, além de ser Deus, o Senhor também é o Pai Nosso. Então, sendo o Senhor nosso Pai, temos temos a ousadia e o direito de chegar até o Senhor para lhe pedir perdão pelos nossos pecados, nossas falhas, no nome do Senhor Jesus Cristo. que o Senhor venha nos purificar, como está escrito, de todo pecado, de toda justiça, ó Deus. E aqui estamos nesta noite mais uma sexta-feira, ó Deus, e que essa sexta-feira não seja como as outras, mas que seja diferente tão quanto com a tua presença, a presença do teu Espírito Santo, para nos dar entendimento acerca do conhecimento da tua palavra, do Senhor, do Senhor, acerca de tudo que for falado, o aprendizado, o conhecimento para que possamos ser melhores e do que ontem e amanhã ser melhor do que hoje. Toma o pastor Gilson em tuas mãos que vai ministrar essa aula. que o Senhor venha dar vigor, saúde, tirar o cansaço, mas usá-lo de maneira sublime, de um entendimento único, ó Deus querido, dando ele a capacitação do teu Espírito Santo, enchendo ele de graça e autoridade para que ele possa, com a sua saúde, com o seu entendimento, com a sua sabedoria, transmitir o que o Senhor determinou no seu coração para esta aula beriana. Tome em tuas mãos, Senhor. Toma nós, os alunos, ó Pai querido, porque aqui não existe professor dos professores. Nós somos um aprendiz, como diz o saudoso pastor Santos, nós somos sempre aqueles que vamos aprender mais um pouco. Então, toma-nos em tuas mãos. Que tudo que for falado possa abrir o nosso entendimento, que a gente possa melhorar a nossa filosofia de pensamento e de entendimento para transmitir a outros aquilo que aprendemos. Toma nossas vidas em tuas mãos. Ah, individualmente aqui. Toma cada um em tuas mãos. que o Senhor venha abençoar a sua vida, a sua história, a sua casa, a sua família, seu trabalho, ó Deus, dando saúde cada um de nós aqui nesta noite. Te pedimos, ó Pai querido, pelo pastor Ronaldo, que é o superintendente, ó Pai querido, da EBT. Tome em tuas mãos. Ele, ó Deus, que está à frente desse trabalho, que o Senhor possa abençoá-lo onde ele estiver. Não só ele, mas toda a sua casa. Te pedimos pela nossa igreja, pelo nosso pastor Silas, em especial. Toma o nosso pastor em tuas mãos. Ele, a pastora Elisete, o pastor Silas Filho, a pastora Raquel. Senhor, toma essa família sacerdotal. Que o Senhor possa trazê-lo, ó Pai querido, ó Senhor, ao esconderijo do Senhor, guardando esta família de todo mal. Mas também te pedimos por cada membros desta igreja, cada departamento desta igreja. manifesta o teu poder, Senhor, principalmente no departamento de ensino, que é este daqui, Senhor. Que cada departamento lá, Senhor, as professoras que ensinam as crianças, ó Deus querido, a tua palavra, que haja um aprofundamento da tua palavra e que, aleluia, todos sejam cheio do teu Espírito Santo para transmitir a tua palavra. aqueles que hão de ouvir, toma em tuas mãos, Senhor. Nos abençoa aqui nesta noite, repreende todo mal, que nenhum mal venha nos alcançar, mas que a nossa entrada e a nossa saída seja guardada pelo Senhor. E assim nós oramos no nome de Jesus. Amém. Glória a Deus. Nosso Deus e nosso pai, nesse mesmo alinhamento, com base no que foi dito aqui, orado pelo teu servo, Senhor, queremos unir a nossa voz também aqui em oração. E nesse momento aqui é uma oração intercessória, Senhor, por nós que aqui estamos nessa noite, para que o Senhor possa manifestar o Teu poder. E o Teu poder em nós se traduz em vitórias, em superação da adversidade, ó Deus. em renovação, em força para continuarmos focados na caminhada, olhando para Jesus, autor e consumador da nossa fé, ó Deus, mas também ao mesmo tempo que sejamos aqui por ti renovados, também possamos alcançar da tua parte o perdão, ó Deus, dos nossos pecados, ó Deus, e que tenhamos total liberdade no sangue de Jesus de acessar pelo novo e vivo o caminho, o teu trono, a tua presença e desfrutar, Senhor, da tua glória e ter o privilégio extraordinário de adorar o teu nome, beijar a tua face, beijar os teus pés no ato de devoção, adoração, de entrega, de redição, porque a nossa alegria maior de fato é te adorar, Senhor, na beleza da tua santidade. E que nessa noite aqui, ó Deus, tenhamos uma aula extremamente edificante, abençoada, marcada notadamente pela tua presença e que o Senhor possa, como sempre aqui falar aos nossos corações. E nós aqui enquanto igreja também, ó Deus, intercedemos em favor do pastor Silas, pastora Elisete, pastor Silas Filhos, pastora Raquel. Ó Deus, intercedemos sobre todos os pastores dessa casa, dessa igreja, seja aqui, ó Deus, no Brasil ou em Portugal ou nos Estados Unidos. Que o teu bom nome seja exaltado através de cada um deles, ó Pai, e que a tua bênção os atinja de maneira extraordinária e sobre nós, a tua igreja esteja e repouse a tua bênção em nome de Jesus. Quem concorda diga amém. Maravilha. Daqui a pouco iniciaremos. É Queridos, paz de Cristo. >> Amém. Vamos ficar de pé para chorar aqui, iniciar nossa mais uma Beliana, nosso Deus e nosso pai, no nome de Jesus, te exaltamos nessa noite por mais uma Beliana, Senhor, e que ela seja edificante para cada um de nós e que ao final de tudo o teu nome seja glorificado em nome de Jesus. Amém. >> Maravilha. Assentai-vos aí, meus queridos. Essa Belana de hoje, né, é especialíssima. em função das ausências do pastor, do pastor Ronaldo, pastor Edivani Fernandes, da equipe basicamente da IDP, porque hoje a nossa irmã Natasha, né, ela ela se formou, concluiu o curso de teologia na faculdade de Vitória em Cristo e hoje é a formatura. Aí eles não poderiam de forma alguma, né, ficar de fora esse evento tão marcante na vida dela. Então o pastor Ronaldo, pastor Divanê Fernandes, pastor Fernando e aí Felipe, aquela patotinha toda da EDP, né, tá lá participando da formatura hoje, celebrando a Deus pela vitória da serva do Senhor. e coube a mim essa tarefa dificílima de representá-los e aqui tratar com vocês dessa aula de hoje que é a lição de número 12, o poder e a autoridade da oração coletiva, né? Antes aqui de iniciarmos essa essa aula propriamente dita, é que eu confesso aos irmãos que a minha ideia é terminarmos 8:30, tá? não prolongar demais, até porque é uma hora, penso eu, um tempo eh necessário e e suficiente, né, para tratar aqui, até porque o meu conhecimento na área é muito parco para esticar até 9 horas, tá? Eh, antes de começar aqui, ao final aqui da nossa aula, lá embaixo tem os livros que eu trabalho, são livros de teologia, teologia, eh, interessantes, sintéticos, porém muito concisos, muito consistente em cada proposta que o livro carrega, né? Aqui, por exemplo, ó, livro sobre hermenêutica bíblica, como interpretar a Bíblia, regras básicas da interpretação bíblica. É um livro interessante que você deveria ter. Teontologia, quem é Deus, seus nomes, caráter, atributos, eh, tudo vinculado à pessoa de Deus. Um livro interessante. Veja, a capa é igual porque ele faz parte de um de de um, né, de uma de uma grade curricular, tá? Mas é, cada livro tem um tema diferente. Cristologia, Antigo Testamento, 1, 2, 3, tem vários temas lá lá fora, tá ali ao final. Um custa R$ 40, se comprar três, R$ 100, você vai aprender muito lendo cada um deles, né? O meu conhecimento de teologia, ele é resultado de muitas fontes de pesquisa, especialmente essa aqui. Esse curso, ele tem 56 disciplinas, eu ministrei quase todas, daí tive que ler, estudar e tal. Por isso que eu tenho aqui um pouco de conhecimento em alguma área em função dessa experiência com esse material. Perfeito. Vamos lá. Eh, por favor, aí abra a sua Bíblia aí. É importante até lermos aqui o o texto. Cadê o o tá? Não, issoó. É, vamos ler aqui o texto bíblico básico, pelo menos uma parte dele, porque ele norteará a nossa aula de hoje, né? Mateus 18, eh, versículo 15 até o 20, tá? Cinco versículos versículos para lermos aqui agora. Mateus, capítulo 18, versículo 15 ao 20. Diz assim o texto, ó. Ora, se teu irmão pecar contra ti, vai e repreende-o entre ti e ele só. Se te ouvir, ganhaste o teu irmão. Mas se não te ouvir, leva ainda contigo um ou dois, para que pela boca de duas ou três testemunhas, toda a palavra seja confirmada. E se não as escutar, dizeu à igreja. E se também não escutar a igreja, considera-o como um gentil e publicano. Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu. Também vos digo que se dois de vós concordarem na terra acerca de qualquer coisa que vos pedirem, isso lhe será feito por meio por meu pai que está no céu. Porque onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles. Quem concorda diga amém, tá? Eu vou daqui a pouco explicar sobre esse contexto e minimamente usar esse texto aqui para fundamentar essa ideia da oração, oração coletiva, oração enquanto igreja, enquanto corpo. E essa igreja aqui exercendo, portanto, a sua autoridade, esse poder que ela carrega nela enquanto igreja de ligar e desligar, de concordar e Deus respaldar. Esse respaldo, essa chancela que ela tem enquanto igreja é uma autoridade delegada. E eu preciso aqui minimamente trabalhar com vocês esse conceito e concepção de igreja para então entender porque a oração coletiva é fundamental, necessária, indispensável e que nós enquanto igreja necessitamos também exercer esse poder que nós carregamos em nome do Senhor Jesus. Perfeito. Olha só, Atos 4:31, que é o texto básico aqui. Lucas, ele eh escreve para nós. E e o texto aqui de Atos, ele é importante porque eu vou explicar também aqui porque é fundamental quando o assunto é igreja nos reportarmos ao livro de Atos, né? E tendo eles orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos. E todos foram cheios do Espírito Santo e anunciavam com ousadia a palavra de Deus. Percebam aí esse verbo aí no plural. Eh, um conjunto de pessoas, portanto, orando e Deus ouvindo a oração ao ponto de mover o lugar onde estavam reunidos. E não somente moveu esse mover. se desdobrou, né, nesse encher do espírito e esse encher do espírito transbordando na pregação com ousadia, com autoridade, com coragem, mesmo no ambiente hostil, no ambiente contrário, esse mover do espírito decorrente da oração os capacitou ao ponto de pregar com autoridade e não se calar, né? Essa que é a ideia, inclusive de ser cheio do espírito, não é? para se exibir, se apresentar, aparecer, né? Para pregar e pregar com autoridade, com ousadia. Quem concorda diga amém. >> Amém. >> Vamos lá, né? Ó, até agora, até agora, lição 11, da 1 a 11, nós vimos, claro, com clareza, né, o valor da oração individual, essa necessidade que cada um de nós carrega, né, para mantermos uma vida de oração. Quando se pensa em cristianismo saudável, sadio, eh, frondoso, frutífero, consistente, que permanece, que avança, que segue, que rompe, é uma vida cristã que é regada, nutrida pela palavra, mas também pela oração. Sem oração e palavra, dificilmente o indivíduo cristão consegue vencer as demandas da vida. Eu coloquei aí em destaque destaque esse versículo, eh, palavra aqui dos apóstolos em Atos 64, que às vezes nós, a depender do nosso ministério, destacamos um aspecto, um aspecto e ignoramos o outro, por exemplo, tá lá, ó. Mas nós aqui é o texo em que houve aquela separação, né, dos chamados diáconos para servirem a mesa em função de um problema que havia estava acontecendo na igreja até de, né, de divisão ou de discriminação, eh, baseada num preconceito entre judeus eh ortodoxos e judeus helenistas, as viúvas de onde estavam sendo ignoradas então para sanar o problema, o eles orientaram a separar homens com capacidade, qualidade, enfim, para servir a mesa. E eles, os apóstolos, o que eles fariam? Porém, entretanto, nós perseveraremos, né, nos dedicaremos, eh, aplicaremos tempo, força, energia, recurso, foco. Veja que esse perseverar aqui, né, tem a ver com aquela prioridade que a pessoa estabelece, porque veja, a vida é muito ampla, né, dinâmica. Ela é formada por várias eh áreas. E você não consegue dar conta de tudo. Normalmente você busca equilibrar a sua existência, mas tem coisas que você tem que colocar no âmbito da prioridade. E prioridade é onde você aplica o seu tempo e o seu recurso, porque na prioridade consta o que você valoriza, que você e eh destaca, o que é principal. E aqui eles afirmaram, mas nós perseveraremos em quê? Na oração somente? >> Olha só, na oração e na palavra. Eh, veja, normalmente quem é professor aqui no meu caso, que tem o ministério do ensino, né? E, portanto, esse vínculo com a palavra, o meu olhar quase que vai automaticamente para a palavra, né? Só que o texto aqui coloca na mesma categoria, do mesmo patamar. no grau de importância igalitária, a palavra e oração. Tem gente que tem o ministério assim, né, mas de oração, ignora a palavra e aquele que tem o ministério na palavra ignora a oração aqui no sentido de não dar a devida importância. E aqui nesse texto aqui você tá bem tá bem nítido de que os apóstolos não priorizaram a palavra em detrimento à oração, bem como não priorizar a oração em detrimento à palavra. Aqui são duas marcas presentes, constantes na igreja primitiva, em especial na sua liderança. Quais marcas? a marca da oração e a marca da palavra. E o texto aqui em tela, ele ganha relevância, importância e notoriedade, porque é um texto que está em Atos dos Apóstolos. E aqui cabe, já aqui, sem querer me alongar de modo eh demasiado, mas que uma rápida palavra, é importante quando você estuda a história da igreja, melhor o Novo Testamento, você se se debruçar sobre Atos, porque esse livro não é somente um livro que carrega a história da igreja do primeiro século. é um livro que tem essa ênfase histórica, portanto narrativo, mas ele não está somente para poder eternizar fatos que aconteceram na igreja. A ideia é com esses fatos, com essa realidade nos nos apresentar o paradigma, o modelo, o padrão de igreja. Que tipo de igreja devemos ser e que tipo de igreja devemos alimentar. uma igreja que esteja alinhada com essa referência aqui, né, de Atos dos Apóstolos. Portanto, esse livro é um livro autoritativo, é um livro normativo, é um livro canônico que estabelece um padrão para a igreja. E dentre tantas marcas que essa igreja possuía e que todos nós vimos, dentre elas tem aqui a marca da oração e a marca da palavra. Não se pode pensar em igreja desassociada da oração e da palavra. Tanto é verdade que você vai encontrar ao longo da narrativa de Atos a citação recorrente da oração e da palavra. E essa oração em palavra guiada, dirigida, condicionada, eh eh impulsionada pelo Espírito Santo. Porque a igreja precisa carregar esses elementos importantes, né? Você vê, veja aqui, ó, atos, ações, feitos, né? Realizações de quem? Dos apóstolos. Por mais que esse livro aqui tenha, enquanto figura emblemática, a de Pedro, né, o apóstolo, capítulo 1, até o o basicamente o 12, a figura principal e Pedro e do 13 ao 28 Paulo. Portanto, dois apóstolos. Mas aqui a ideia aqui é mostrar como eles viveram e o que eles fizeram e como essa igreja lidava com a expansão do reino. Essa igreja perfeita não, essa igreja local, né, eh eh regional, histórica, também possuía as suas demandas, né, de equívoco, mas os equívocos que estavam presentes nela eram enfrentados, resolvidos, sanados. a exemplo aqui de Safira e Ananias, né? Mas no entanto, o mover do espírito possibilitava esse reordenamento, essa direção dessa igreja para que ela pudesse alcançar a missão primeira que era pregar o evangelho a toda a criatura, conforme está em Atos 18. Quem entendeu, diga amém. >> Amém. >> Vamos aqui avançar, né? aqui, ó. Nessa aula aqui, portanto, não vamos pensar na oração individual, já foi exaustivamente dita ao longo do trimestre. O nosso olhar aqui será para essa oração coletiva enquanto igreja, enquanto o corpo de Cristo. Daí vem aqui a primeira, o primeiro tópico que é exatamente esse, a igreja reunida em nome de Jesus, né? É um título aqui eh importante porque tem duas palavras aqui que carregam essa ideia de reunião. A própria palavra igreja e reunião é quando a igreja congrega, se reúne. E igreja tem a ver com a ideia de reunião. Você sabe, né? Igreja é assembleia. eh etimologicamente falando, são chamados para fora um grupo que foi tirado de um ambiente para participar de uma reunião. Não se pode pensar em igreja do ponto de vista da individualidade. igreja é necessariamente essencialmente assembleia, reunião, congregação, estar com estar junto, coletividade, ajuntamento, aglomeração, né, seja, né, de eh de duas ou mais pessoas. Então, quando se fala igreja, se fala nessa coletividade, essa cidade, né, eh não se pode esconder inclusive uma cidade edificada sobre o monte. Então, perceba aqui, ao pensar igreja tem a ver com reunião. Não existe igreja sozinho, viu? Qualquer ideia que você tenha contato. Não, eu sou igreja onde quer que eu esteja, não preciso congregar. Isso aí é uma ideia do diabo, tá? é do realmente é do diabo para fragmentar o corpo de Cristo. Porque o próprio autor aos hebreus afirmou, não deixando a congregação como é costume de muitos, né? Ali é não deixar, não abandonar a congregação, né? A igreja local, eh, abandonar a reunião, assembleia, o ajuntamento. Igreja é corpo, é lavoura, né? Enfim, é é família. São metáforas que nos remetem à ideia do do ajuntamento. Quem entendeu diga amém. >> Vamos lá. Aqui, ó, avança aqui, ó. Então, pensa aqui um pouco na natureza, na essência dessa igreja. Ó, igreja, em primeira instância, sem que aprofundar no assunto, porque o tema não é esse, basicamente, ó, é a comunidade. Portanto, mais uma vez aqui endosso, é convivência, comunidade, conjunto, é a comunidade formada por quem? pelos convertidos em Cristo. Então, veja, a pessoa que teve uma experiência transformadora com Cristo, ela passa a se reunir com outras pessoas que também tiveram a mesma experiência. Ora, se eu aqui afirmo e digo que a igreja é a comunidade formada pelos convertidos em Cristo, essa igreja ela é eminentemente neotestamentária do Novo Testamento, né? Por mais que no antigo tenhamos exemplos de reuniões, né, ou de assembleia ou de congregação, igreja ela tem um caráter exclusivo do Novo Testamento, porque as pessoas que tiveram um encontro com Jesus se reúnem em nome dele e, portanto, se cumpre aquela palavra dele, né? Edificarei a minha igreja. Eh, veja, eh, eh, propriedade, exclusividade no no texto de Jesus, né, até um aspecto futuro, edificarei a minha igreja que carrega autoridade, poder, poder, ao ponto de vencer até o maior império que causava medo às pessoas, que é o império da morte, porque as portas do inferno não prevalecerão contra ela. tem autoridade, tem, né, eh eh poder delegado, está edificada em Cristo e, portanto, tem uma função muito clara que é propagar a sua palavra. E para ela foi dada as chaves do reino. Essas chaves do reino no diálogo dele com Pedro, né, tem a ver com o elemento que abre a porta para entrar no reino. Qual é o elemento que ela tem que abre a porta? é a pregação, é a palavra. A palavra é o caminho pelo qual a porta é aberta. A pessoa ouve a palavra, o Espírito Santo a aplica no seu coração, então ela acessa o reino de Deus porque se transforma ou é transformada numa nova criatura, não pela vontade do varão, da carne do mas sim do espírito. Perfeito. Aqui vamos lá aqui avançar, né? essa comunidade chamada igreja, ela eh para você identificar uma igreja até aqui, usando aqui uma teologia luterana, né, ela tem algumas práticas. Por exemplo, essa comunidade ela prega por é uma comunidade não qualquer, é uma comunidade que tem a palavra enquanto elemento prioritário da sua reunião, do seu ajuntamento, da sua convivência. Ela ela está e eh envolvida, embuída, misturada, atrelada à palavra. E, portanto, ela prega a palavra. Ela prega a palavra, ela batiza em nome do Senhor, ela realiza a ceia do Senhor, ela também eh aplica a disciplina porque ela é sacada desse mundo e, portanto, não tem vínculo com ele. Quando há um ato de disciplina, ela tem autoridade para poder disciplinar. Ela exerce os ministérios da palavra, evangeliza, ensina, apóstolo, profeta e também realiza o culto, culto este, né, dirigido a Deus. E também ela sofre por amor a Cristo. Essa comunidade tem essa marca. Quem entendeu diga aleluia. >> Aleluia, >> né? Veja, com isso aqui você já amarra, né, e diferencia tantas outras outros ajuntamentos que se nomeiam igreja, mas que não são. São agremiações, são assim onges e tal. Igreja não é uma ONG, não se pode chamar a igreja numa ONG, né? Quem eh eh ONG que se preocupa com questões típicas da sua função. Igreja é igreja. Não é a gremiação, ela precisa carregar essas marcas aqui. Perfeito. Além disso, essa igreja, essa comunidade, ela é, né, também apostólica, santa, universal e una. Olha só você, eu tô aqui, na verdade, partindo do geral para o particular. Eu estou buscando fundamentar para você, em poucas palavras, a concepção de igreja e por essa igreja quando ora coletivamente o milé acontece, entende? Eu estou fundamentando para chegar lá no finalzinho aqui, ó. Quando a igreja se reúne para orar, meu irmão, pode acreditar que o milagre acontece, porque ela carrega esse DNA de Deus, de Cristo, nela. Não é qualquer coisa. Não é qualquer reunião, não é um ajuntamento qualquer, é a igreja de Cristo reunida na terra que prega a palavra, que invoca o seu nome e o milagre acontece. Essa aqui ainda. Então você precisa porque quando você passa a entender, a compreender, quando você tem essa consciência, é na sua consciência que você vai agir e operar, né? Às vezes de nós, por não termos a consciência de determinada área, a ignoramos. Concorda comigo, né? Você só passa a não ignorar quando você entende. Daí o ensinamento, a instrução, o conhecimento abre na sua cabeça portais pelos quais você transita e alcança mudança, vitória. E a coisa acontece. Enquanto a ignorância estiver dominando a pessoa, ela não consegue desfrutar da excelência que Deus tem para ela em qualquer área. E aqui, inclusive, em relação à igreja, nesse final aqui da minha exposição, a minha intenção é que você passe a olhar paraa igreja de modo como ela é. E quando você passa a olhar como ela é, você a trata com dignidade, com respeito, com seriedade. Aí muda a dinâmica. Tem muita gente, inclusive que fica brincando com a igreja e até falar mal dela nas redes sociais. E mudei o foco, né? Mudei já, né? Já mudei, né? Empresta a sua boca para falar mal da noiva de Cristo. É muito, isso aqui é muito sério, tá? Eh, eh, uma coisa você encontra comunidade tratar das demandas da sua comunidade. Outra coisa é você falar mal da noiva de Jesus. Aqui, vamos lá. Tem tá aqui é oração. Essa igreja ela é apostólica. E aqui eu uso a palavra apostólica nessa ideia aqui, ó. enquanto apostólica, carrega, tem o legado apostólico que tem a ver com esse, né, esse pedigri apostólico, tá? Vamos aqui com essa linhagem apostólica, essa descendência apostólica que carrega a unção, não é de Pedro, não, tá? dos apóstolos, que tá vinculada à aquela igreja que Jesus estabeleceu e que a pregação do evangelho desembocou aqui na Penha, nos alcançou e aqui estamos estamos ligados a essa herança apostólica. Você pode romper e quebrar com isso, porque qualquer rompimento com essa esse legado apostólico, você tá mexendo na essência histórica essencialista dessa entidade, desse corpo, desse dessa instituição chamada igreja, tá? enquanto apostólica, toda a palavra dita a ela em Atos está presente também nos dias de hoje, no sentido aqui de ser a profetiza de Deus na terra, de pregar o evangelho. Esse ide por todo mundo e pregai o evangelho lá em Mateus, em Marcos, perdão, que foi aplicado no primeiro século, ainda permanece para nós. essa palavra dita e porão as mãos sobre os enfermos e os curarão. Está presente também atual para nós no dia de hoje. Esse falar em línguas, né, em pisar em serpente, escorpião e não lhe fazer dano algum, eis que vos dou poder para pisar, permanece, porque nós somos descendentes dessa herança apostólica. E essa apostólica aqui também tem a ver com sua expansão do reino. E essa aliança, melhor, essa, né, essa herança apostólica também nos faz estarmos é edificado aonde? Na doutrina dos apóstolos. Eu não posso romper com esse legado, romper com essa tradição, romper com esse, né, essa conserva que estamos envolvidos em função daquilo que nós somos. Eh, uma igreja que ignora a doutrina dos apóstolos não é igreja, porque a igreja precisa estar vinculada a à sua apostolicidade. Quem entendeu, diga: "Eu entendi". >> Vamos lá, né? que a gente vai aos poucos pegando aqui uma, né, um costume, né, caco n vai eh é só mesmo costume, tá? Vamos lá, ó. Enquanto santa, enquanto santa, essa comunidade não tem vínculo com esse mundo. É separada, é tirada, é chamada para fora e, portanto, tem uma uma outra dinâmica. eh é formada pelos nascidos de novo, portanto, pelas novas criaturas sem Cristo Jesus, né? Não tem não tem vivir com esse mundo. Ela é renovada em função da renovação da sua própria mente. Tá universal. Por que universal? universal? Porque ela é inclusivista. Ela não tá destinada a uma questão étnica, uma questão geográfica. Ela é para toda tribo, língua e nação. Toda raça, tribo, língua e nação. Ou seja, pessoas que estão, seja na Jerusalém, Judeia, Samaria, até os confins da terra. É universal porque ela ela é uma proposta de que visa alcançar a humanidade e não uma questão meramente etnológica ou uma questão eh de um grupo qualquer ou judaica, ou brasileira ou americana. Ela é universal, nesse sentido de que toda pessoa, em qualquer lugar eh lhe é facultada a oportunidade de aceitar a Cristo como seu Senhor e Salvador. Perfeito. É, e também é una. Essa una aqui é a sua unidade. Uma das marcas da igreja, de fato é a sua unidade. E aqui essa unidade não anula a sua diversidade enquanto expressão da multiforma graça enquanto expressão da multiforma graça de Deus. Todavia, essa multiforma graça de Deus se dá em função da daquilo que é possível ser diverso, mas também se pode negar o que é essencial, que deve ser mantida. É mantido que tem a ver com a sã doutrina. Essa igreja una aqui tem a ver com a sua unidade. É o corpo de Cristo na terra e, portanto, carrega a sua unidade, né? Tá aqui, ó. Enquanto apostólica, carrega o legado. Enquanto santa, é do mundo separada, enquanto universal é inclusiva. Enquanto una é corpo, enquanto una é corpo, enquanto corpo é comunidade dos santos. E enquanto comunidade dos santos, ela carrega a autoridade. Isso tá claro aqui? Tá claro? Isso aqui tá claro? Vamos lá então. A autoridade, né? Já são aí que horas? E que horas? >> Meu Deus, né? Ó, aí vamos pensar aqui em autoridade. Essa igreja católica apóst eh essa igreja e essa igreja ela tem autoridade. Autoridade. O que seria essa autoridade? Jesus a investiu de autoridade, né? Às vezes nós confundimos a autoridade com poder. É bem verdade que autoridade e poder são elementos que que se manifestam conjuntamente, mas uma coisa é poder, outra coisa é autoridade, né? Autoridade. Normalmente quem tem poder nem sempre tem autoridade. Quem tem autoridade tem poder, né? Porque a ideia de autoridade é essa aqui, ó. Direito, permissão, jurisdição, poder delegado, vem da ideia de que é permitido, tem o direito de, isso envolve o direito legítimo de agir, ordenar, decidir, muitas vezes aqui concedido por alguém superior, ou seja, pode fazer, tem permissão para, está investida de esse poder é um poder investido. Jesus deu poder a essa igreja. Quando quando em meu nome expulsarão de demônios, em meu nome falarão novas línguas, em meu nome ide meu nome e as nações. E é me dado todo poder, autoridade nos céus e na terra. Portanto, e pregai, né, as nações, batizando-os em nome do Pai. do filho e do espírito santo, mas é é um poder delegado, instituído. Atos 18 é emblemático, né? Mas recebereis poder. Ali é poder de fato, tá? Dois poder ao desecer sobre vós o Espírito Santo e sermeis testemunhas tanto Jerusalém, Judeia, Samaria e até os confins da terra. Mas veja, há o investimento de Deus nessa igreja. Ela é investida de autoridade, né? Não aqui tem a ver somente com a liderança, tem a ver com a igreja, com o corpo de Cristo, que carrega um poder e poder esse até de poder pisar em serpente e escorpiões. A expressão serpente escorpião tem a ver com o poder do mal. nem o poder do mal para essa igreja, porque ela tem autorização para entrar. Não precisa ter medo, nem pavor, nem preocupação, porque você não tem a ver com você, não tem a ver com o que você é capaz de fazer, tem a ver com aquilo que lhe foi confiado. Jesus confiou a igreja esse poder de avançar e desfazer as obras do inimigo. Por quê? Ela é investida dessa autoridade. Quem entendeu, diga aleluia, né? ao mesmo tempo que tem a ver com a a coletividade, mas o indivíduo, igreja, faz parte do coletivo. Então, tem a ver com a a essa nova dispensação. É tão verdade aqui que tem a ver com essa ideia que tô aqui comentando, é o próprio derramamento do Espírito Santo. Antigamente, somente uma classe específica desfrutava de uma vida plena no espírito, sacerdote, profeta e rei. Mas agora mudou. Agora, a linguagem é derramar. E derramamento tem a ver com ultrapassar limites, né? E e derramarei do meu espírito sobre quem? Sobre toda a carne, ó. Toda é totalidade, é abrangente, né? É global. E e ao mesmo tempo que afirma toda a carne, aí especifica jovem, velho, homem, mulher, pobre, rico, servo e e senhor, não tem mais limite. Sobre toda a carne, aonde tiver um coração aberto para ser cheio de poder, Deus o encherá. Aleluia! Por isso, né? Aqui, ó, tá até aqui, exemplo, ó. A autoridade eh foi me dada. Jesus ensinava com autoridade. Eis que vos dou poder para pisar serpente escorpião. Vamos lá. Aqui, ó. Esse poder aqui, veja, está presente em Mateus 18. Mateus 18. Quando você estuda o Evangelho de Mateus, você se deparará com cinco grandes discursos, tá? blocos importantes. O primeiro bloco de discurso é o sermão da montanha. Mateus 5 ao 7, 5, 6 e 7. Aí tem um outro bloco importante que é o bloco das missões. Mateus 10 e parte do 11. Tem um outro discurso, Mateus 13, que são as parábolas do reino. Tem o quarto discurso que é esse aqui, o discurso eclesial ou comunitário, Mateus 18. E o último discurso é o discurso escatológico, Mateus 24, 25. Basicamente são eh eh bloco de discurso. Esse aqui é o discurso comunitário, é o discurso eclesial. como essa essa comunidade, essa eclesia, essa igreja deve tratar, deve buscar a humildade, buscar o perdão total ao ofendido, deve tratar dos dos vulneráveis, que são os tratar dos dos vulneráveis, que são os pequeninos. Tudo faz parte Mateus 18. E dentre eles também essa restauração do faltoso, do pecador. Aí ele estabelece um rito de eh de restauração, né? Qual é rito? O rito. Se alguém pecou contra você, vai lá, converse com ele. Se te ouvir, beleza, resolveu, ganhou o irmão. Se não quiser ouvir, avance, chame, eh, uma duas, né, testemunhas para poder ouvir. Se não ouvir, o que faz aí? Segue o barco, né? Segue o trâmite do do processo, né? Qual chama? A igreja. Se a pessoa não quiser ouvir a igreja, essa igreja deverá tratar o faltoso como um publicano e um gentil, né? Ali são eh gentil e publicano, é como um pecador, alguém fora da comunidade. Não que a igreja possa coletiva agir, operar de maneira sem atentar para a constituição celeste, né? Não é uma não é uma questão eh ditatorial, uma questão de abuso de poder. Essa o que ligar na terra será ligada no céu e o que desligar na terra será desligada no céu. É porque essa igreja anda em sintonia debaixo da ordem celeste, né? Portanto, ela tem esse papel na dupla dimensão, dimensão terrena. Porque ela é aqui visível, palpável, histórica, mas também tem dimensão celestial, porque ela pauta a sua vida e a sua história no aqui e agora calcada naquilo que está no coração de Deus, porque é papel dela implementar o reino de Cristo na terra, né? Aqui, veja aqui que é uma leitura aqui um pouco aqui até teológica, mas é é a dinâmica nos céus e terra. Essa igreja que não só tem uma experiência terrenal e tão pouco somente uma experiência celeste, ela transita nesse mundo material para a implementação do reino de Deus na terra, né? Então veja aqui que é tão sério esse poder que ela carrega ao ponto de ter a capacidade autorizada de ligar e desligar. Aí o que seria, né? O que ligarde na terra será ligado no céu e vice-versa. O que seria esse ligar e desligar, né? Vamos aqui avançar aqui. O foco está aqui é no texto, olha só, né? É porque o o o, né? Sim. Eh, mas pastor, oração coletiva, né? O que que tem a ver com oração coletiva, né? Mas o texto é tá aqui, é com base nele que você vai entender porque oração coletiva é importante. Veja, se a igreja tem poder de ligar e desligar e o céu respaldar, entendeu? Aí pegou a pegou a senha aí. Pegou a senha, né? Pegou a senha. Se a igreja tem o poder de ligar e desligar o faltoso, que dirá pedir a Deus para você ser curado, que dirá um milagre qualquer, porque aqui tem a ver com eternidade. Não se pode brincar com a igreja. Ah, se me disciplinar, beleza, vou lá e alto lá, alto lá. Ah, quer dizer que minha vida está na mão de um grupo A e B e C. Não, não é isso. Nós temos uma responsabilidade com a igreja do Senhor. Essa igreja que carrega a autoridade de ligar e desligar, de estabelecer padrão, de proibir e de permitir. Essa proibição e essa permissão não tem a ver com o critério qualquer ou fruto da minha cabeça ou deu na telha. Não temos uma referência, temos um padrão, temos uma norma, né, que conduz, que orienta, que estabelece a palavra. Na palavra, meu irmão, não tem jeito. Aqui é sério. Veja, ah, vou participar da ceia do Senhor. E ponto final, Paulo falou, não é que a gente comune com a ideia aqui da transubstancia como católica, né, que diz que o corpo transforma, perdão, que o pão transforma-se em corpo e o vinho em sangue, literalmente. Não é isso. Mas ao mesmo tempo que a gente não comunga com essa ideia da eucaristia no ponto de vista católico, mas também não podemos banalizar esse momento, porque Paulo mesmo disse que muitos participam paraa sua própria condenação. Muitos dormem, estão enfermos e dorm porque estão brincando com esse momento relevante. Então, perceba aqui que você precisa buscar esse ponto de equilíbrio. A gente percebe que tem muita gente em nome de Deus fazendo atrocidade. É verdade. E até escravizando pessoas. É verdade. Mas isso não anula o poder que a igreja está investida do Senhor. Senhor. Você me aqui me aqui me compreende aqui. Sim. >> Microfone ali para poder >> um dois. Eu vou avançar. Isso aqui é muito sensível. >> Dentro do contexto que o pastor Gilson tá falando, vale a pena ressaltar que por isso que a igreja é vista como uma embaixada. embaixada. >> Por isso que Paulo falou que nós somos embaixadores, ou seja, representamos o céu aqui na terra. >> Isso. >> E quando Cristo diz que deu a Pedro a chave, ou seja, no primeiro sermão, quando Pedro prega, ele abre a chave para os judeus. E Atos capítulo 10, quando ele prega para o centurião, ele abre a chave para os gentios. Então, a igreja é uma embaixada do céu, é, é representante, né? Ótimo. Boa, boa explicação. E ao mesmo tempo que Pedro aí ele é dito, né? Vos dou as chaves, aqui no 18, ele dá a chave para a igreja, né? Vos dou eh o que que ligardes, né? Será ligado. O que desligardes, será desligado. Não somente a Pedro, mas a igreja. Mas não é, então ele tá botando exatamente isso, né? E Pedro de fato foi aquele que abriu na sua primeira pregação pública, quase 3.000 almas aceitaram ao Senhor, né? E depois aumentou para 5.000. E Atos 10 queou ali, os gentios, né? Eh, a porta é aberta para o gentil, né? que somente em Atos 10 que nós temos a primeira menção de um judeu convertido que foi Cornélio. Até então, até o no todo ambiente eh judaico. Depois do 10 foi tão assim emblemático que eles tiveram que se reunir no 11 e explicar como pode aqui. Não, eu não posso rejeitar aquele que Deus não rejeitou, porque pelo no qual também desceu o Espírito Santo, né? É forte essa aí, né? >> É universal. É, é, é isso aí. Perfeito. Tá. Então veja aqui, ó. Aqui o o tom, a tônica tem a ver com a disciplina, mas nessa disciplina aqui tem a ver com oração e com que com que a igreja determina. Aí tem a ver aqui com a concordância, que é uma outra dinâmica. Vou avançar aqui, ó. Jesus ensina um processo gradual e pastoral para tratar o pecado na comunidade. Vamos aqui avançar, ó, né? Ah, aqui confrontação leva para duas testemunhas, leva a igreja, assembleia, sentença, seja para para ti, como gentil publicano, é tratado como alguém fora da comunhão. Logo, em seguida, vem as declarações sobre ligar e desligar da presença de Jesus, tá? Vou avançar porque já quero encerrar. Vamos, vamos voltar, tá? Já expliquei. Ela pode ligar e desligar, tá? Já expliquei. Já já sabem avançar. Pode avançar aí, ó. Porque onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou eu no meio deles. Claro que aqui, né, esse dois ou três tem a ver com as testemunhas mencionadas, mencionadas, né? Então, tá dentro desse ambiente ainda aqui, digamos jurídico, de tratar o faltoso, mas essa reunião de tratar o faltoso, ela é respaldada pela presença dele nessas testemunhas. Testemunhas é que é claro aqui, não comprada, né, que não foi vendida, não. Testemunha verdadeira, tá? Porque, né, porque tem uma testemunha que é sempre é porque eu tô aqui na tô aqui na minha mente aqui, né? alguns tribunais superiores do Brasil, né? Mas aqui é outra aqui, ó. Tá, mas que testemunha legítima, verdadeira e tal, né? Tem a ver com a seriedade do rito, com a verdade exposta, com a ética cristã presente, com o coração que conforta, que repreende, mas que abraça. É, é uma aqui uma dinâmica, né, de pessoas de fato de Deus, tá? Ele está presente onde estiverem dois ou três reunidos. em meu nome para tratar de uma questão importante, está presente para poder respaldar. O porquê, ó, porque liga o versículo ao que precede a autoridade de ligar e desligar e oração de de acordo. Os dois ou três ecoam as duas ou três. Testemunhas do 16. Jesus promete sua presença quando a comunidade se reúne. Eu vou aqui repetir. Jesus promete sua presença quando a comunidade se reúne em seu nome. Ou seja, uma reunião que visa glorificá-lo, obedecê-lo, servi-lo e fazer a sua vontade, que no caso exercer uma disciplina. Mas a reunião que fazemos no nome dele para glorificá-lo, ele se faz presente. Daí vem o poder da concordância e da unidade. Vamos aqui avançar. Veja, depois de tratar com seriedade, tal, tal, tal, aí a concordância feita, ele respalda. a oração coletiva em ação na igreja primitiva. Olha só como a igreja primitiva carregava uma compreensão muito forte da sua coletividade, né? Você percebe essa essa comunhão, não comunhão de só de fraternidade, de alegria, porque para nós comunhão, né, é comunhão, é festa, é alegria, né? Não, comunhão é comunhão. Então, comunhão está como é estar junto, é até quando tem embate mais caloroso tem a ver com comunhão. Porque como tem a ver com essa esse ambiente da concordância, da sintonia, não só comunhão de festa, de alegria, até para tratar do faltoso também é comunhão no sentido de estar juntos estar com, entendeu? Ó, aqui, ó. Também vos digo que se dois de vós concordarem na terra acerca de qualquer, Veja, até o próprio texto já nos nos remete a primeiro parte da premissa do acertamento de um faltoso, mas amplia esse ajuntamento, esse respaldo para outras questões. Não qualquer coisa de modo indistinto, mas abrem leque para outras demandas, porque o princípio é o mesmo da concordância, do respaldo, da honra. Aqui aqui não sei se estou aqui sendo claro com minhas palavras aqui, né? Eh, a seriedade disciplina em função do respaldo de todo processo verdadeiro, ele amplia isso e afirma: "Olha, também vos digo que se dois de vós concordarem na terra acerca de qualquer coisa que pedirem, ó, pediu coração, tá? Isso lhe será feito por meu pai que está no céu." Esse concordar aqui, ó, concordar. Soar junto, estar em harmonia, concordar plenamente, ter unidade de mente, propósito e espírito. Esse concordar, a palavrinha é sintonia, né? Literalmente sintonia. e sim junto e eh é soar de modo unitário. Não tem a ver com divergência, não tem a ver com conflito, com enfrentamento, tem a ver com essa unidade. Uma palavrinha, eh, não, né? Concord. O problema é quando essa igreja perde a dinâmica da concordância, aí fica dividida, um puxa para cá, outro para lá e perde a ideia da sua unidade. E o diabo tenta roubar de fato a sua unidade, porque na sua divisão resiste a sua fraqueza, a sua debilidade. E a sua fortaleza consiste na sua própria unidade. O Espírito Santo é tão extraordinário que ele sabe que a igreja é heterogênea na sua formação, na sua persona. Somos diferentes, sim ou não? Cada um com a sua história, né? Com a sua vida, com a sua palavra mundo, com o seu temperamento, a sua forma de ser, de pensar, de agir e tal. Portanto, essa heterogeneidade da igreja a torna extraordinária, poderosa. Eu vejo quando que você não vê e vice-versa. A, apesar da diversidade que ela é, ela ao mesmo tempo é diversa, mas também é una. é a diversidade na unidade. É unidade na diversidade. Porque o Espírito Santo pega essa diversidade e estabelece vínculo, estabelece unidade e ele entremcla diferente forma isso no corpo. E o próprio Paulo trabalha a ideia de corpo entendendo unidade na diversidade. cada membro do corpo com função diferente própria, mas a função diferente própria não tem objetivo de de autopromoção. O membro é o órgão, membro do corpo, com a sua especificidade trabalha e atua para quê? para dar vida e saúde ao corpo. A minha diversidade, a minha a minha idiossincrasia, aquilo que eu sou, não é um elemento para dificultar a igreja, porque a minha eh eh individualidade é utilizada para fortalecer o corpo. Eu não dou aula, não ensino para me promover, entende, né? O meu ministério não é para mim. O meu ministério que ele me deu é para a igreja. A razão de ser da minha vida é edificar a igreja. Não tem a ver com autromoção. O próprio texto é claro e chamou um para apóstolo, doutor, mestre, profeta. Para quê? Para que haja o aperfeiçoamento dos santos. Esse aperfeiçoar é fortalecer, é reconstituir ossos quebrados. Tá ali é orto e é ortopédico, né? Ortopedia. É aquele que atua para reconstituir osso quebrado e a pessoa possa andar por conta própria. O ministério da palavra tem a função não de intermediar, mas de edificar, de curar, de restabelecer. Portanto, a palavra dele aplicada à igreja, por intermédio do ministério, profeta, evangelista, pastor, não importa, não tem a ver comigo, mas tem a ver com a igreja. Por por quê? Porque a minha a minha eh individualidade, ele pega o espírito, lança na igreja para poder preencher necessidade da própria igreja. Por isso que não tenho somente professor, porque seria muito cansativo a igreja, né? Imagina, se fosse só professor, eu amaria. Aleluia, né? Mas assim, mas por que eu amaria? Porque é o meu olhar, é a minha referência, é aquilo que eu gosto, é o que me encanta. Mas o mundo não tem somente aquilo que me encanta, ele tem também aquilo que encanta você, porque senão seria o monolítico, entendeu? Tá, aquele que gosta de de louvar, imagina só. Eh, seria isso aí, brother, né? Essa esses esses musicais que tem na eu não aguento porque tudo é música. Um probleminha aí, uma música. Uh ã, o amor é música, né? Eu não aguento não. Cadê a história? Sem música não dá, não tem muito pass é o olhar de cada um, entende, né? Tem gente que gosta de uma mensagem mais concatenada, com calma, tal, mas tem gente que não gosta, né? Se fosse só me ouvir pregast não aguentaria. Eu acho que assim, eu eu gosto disso, né? Aqui vocês estão aqui, claro, né? Vem a Bereiana, vem aprender, então já tem já uma predisposição de gostar do estilo mais concatenado, né? É normal, mas assim, só que o mundo não tem só a gente. Daí que você até precisa ser um pouco também tolerante e tolerar com que você não prefere. Isso é tudo, tá? É tudo. Ah, tem gente que gosta de pintar de preto a a ciência. Pinta de preto a parede não tem nada que interferir. Ah, não, mas é cromoterapia. Aí é começa, não é só uma parede, não vai mexer em nada na sua vida, né? Que ligue a luz para ler a palavra, né? Não dá para ver no escuro, né? Pelo menos, né? Assim, entende? Porque você ah, pode comer carne, não pode comer carne. É dia tal, é dia assado. Aí fala: "Ô, calma aí, tem um fraco na fé, tem um forte, tem um novo convertido, tem um velho convertido, tem, né? tem um joio, tem um Não, é essa, é nessa nessa eh nesse mosaico que nós estamos inseridos, que você tem que entender que você não é o único e o mais importante. Tem outras questões também que a igreja precisa também atentar, né? Tem gente que precisa, que gosta. Eh, para mim muitas coisas são bobagens, né? bobagens, mas para outra aquela bobagem não é bobagem, é necessário, é importante e nós também crescemos, sim ou não? E à medida que a gente cresce também a gente muda a preferência. Essa mudança de preferência também acontece, tá? Até na alimentação, tá? Aqui a professora de biologia, pode até aqui me respaldar, né? Assim, você muda em teste, né, a sua preferência alimentar a cada 7 anos, né? você eh passa a comer uma coisa, não gostar, passa a gostar e enfim, é normal essa mutabilidade tipicamente nossa, tá? Até a própria leitura do texto que fazemos também muda. O texto não muda, muda a nossa percepção a respeito dele. Isso tem a ver com crescimento. Crescimento implica mudança, sim ou não? Cresceu, mudou. Então, mudar é natural, é normal. Eu fugi aqui d tá, ó. concordar. Qualquer coisa no contexto aqui jurídico, disciplinar se refere a questões práticas, disputas, né? e pedirem pode incluir tanto a oração quanto o pedido de orientação divina na tomada de decisão. Vamos aqui avançar para fechar aqui nossa observação. Isso tudo aqui dito. Essa igreja entendia a sua natureza enquanto una, enquanto concordância, enquanto coletividade. E na coletividade desenvolvia muito a oração coletiva. Se você ler Atos e separar as vezes que nele consta a citação de oração, a maioria esmagadora tem a ver com oração coletiva. A igreja de Atos era uma igreja que orava coletivamente acerca de assuntos dos mais diversos, seja para separar obreiros, Atos 13, né? separou a Barnabé e Saulo, seja para libertar Pedro da prisão, seja para ter autoridade apostólica de pregação, Atos 4. E há uma profusão de texto bíblico que essa igreja perseverava na oração, na comunhã, no partido do pão, uma oração coletiva, porque ela entendia que o poder da igreja de orar coletivamente na concordância, o milagre acontece. Até Pedro preso, de maneira assim que aquela prisão iria desembocar na sua própria no seu próprio martírio, né? A já vista e o próprio Felipe antes foi martirizado e Pedro preso e e o rei da ocasião queria agradar e e tava já planejando até eh martirizar Pedro. Mas a igreja orou. Deus enviou um anjo. O poder não está no anjo, está em quem abriu a prisão. E quem abriu a prisão >> foi Deus Cristo. Ele mandou um recurso angelical, mas poderia mandar um terremoto que seja, né? Aí fica focado no anjo, não? Eh, a igreja orava continuamente por Pedro e Deus ouviu a oração da igreja e mandou libertar quem estava preso. Porque quando a igreja ora, não tem grilhão, não tem prisão, não tem problema, Deus dá resposta. A resposta dele é promover libertação, vitória total e completa. Quem concorda diga amém. diga amém. >> Amém. Daí nós precisamos também enquanto igreja levar as demandas nossas também para a igreja. Como nós aqui exercemos essa oração coletiva aqui nós aqui a Devecos modos. Dentre eles dentre lá uma lá lá uma taçazinha. Você pode colocar lá para, né, oração. Tem as reuniões nossos de oração aqui que você tem no culto, nas dinâmicas lá no templo e eh antigo. Você pode participar e e agora então com a possibilidade do GVV, irmão, o GVV nos facultará essa oração coletiva, porque coletiva não tem a ver com ajuntamento de milhares, dois ou três no meu nome, né? Quem entender a importância do GVV, né, para essa dinâmica de oração coletiva, certamente Deus fará muitos milagres na casa de muitas pessoas, porque lá eh haverá um espaço [roncando] para orar uns pelos outros. E veja, né, aqui encerro a expressão aqui uns pelos outros na Bíblia é recorrente. Amai-vos uns aos outros. Carregai as cargas um dos outros, perdoai-vos >> uns aos outros. Obrigado, né? Uns aos outros. E também orai uns pelos outros. Tem oração individual que você faz, você e Deus no teu quarto em secreto, mas também tem oração coletiva. É quando a igreja se reúne para orar, quando a igreja estabelece um alvo, uma meta e Deus opera e faz coisas assim inimaginá. Por exemplo, no Brasil estamos vivendo um tempo de instabilidade institucional, sim ou não? Não importa o viés político, seja à esquerda ou à direita, estamos vivendo um tempo de instabilidade, de insegurança jurídica e e os desdobramentos disso, né, em que a própria corte dividida se engalfiando, né, eh, nítido, é público, é notório, isso tem impacto econômico e político, assim, difícil, mas uma realidade que até então inimaginável, mas tem uma igreja orando. Deus, o Brasil é teu, toma, o, né, o judiciário, o executivo, o legislativo em tuas mãos. Há uma igreja clamando, intercedendo e Deus está operando. Quem concorda diga amém. >> Amém. >> Isso na esfera, na esfera eh nacional, né, na esfera eh do país, não só na área política. como eh como a igreja evangélica no Brasil tem se expandido. Essa expansão não nasceu pronta. Se você fizer um recorte histórico de como chegou aqui o evangelho e como ele está hoje, é resultado também de uma igreja que ora, né? Nós hoje vivemos uma realidade o Brasil cada vez mais evangélico, né? Cristão evangélico, mas isso aqui é uma realidade atual. Mas se você fizer um recorte histórico desde o contexto do século XVI para cá, você vai perceber que a igreja está vivendo uma realidade decorrente de oração coletiva. E eu quero aqui nessa noite aqui, de modo profético, te convocar a ficar de pé nessa noite aqui, em nome de Jesus, né? né? E eu gostaria aqui eh usar com você, não muitos, mas pelo menos aqui dois minutinhos para você escolher alguém que está ao seu lado. E aqui nós enquanto igreja vamos orar uns pelos outros. Não é uma questão aqui eh eh uma questão de formalidade, não. Eu vim de casa pensando na questão. É tempo, é momento de nós exercermos aqui a autoridade da igreja. Aí nessa oração aqui coletiva, com liberdade, sem entrar em detalhe, conte pessoa que está o que está te afligindo, te incomoda. Qual que área? Não, pastor. O fulano é na saúde, é na finança, é emocional, é na família. E você vai orar por ela, ela vai orar por você. E eu creio que Deus abrirá a porta e você será abençoado no nome precioso de Jesus. de Jesus. >> É o momento da igreja do Senhor exercer a sua autoridade. Não é receber oração, é você orar. Porque quando você também ora pelo outro, Deus também opera em você. Aqui que tá o mistério, né? Você clama, intercede pelo outro e Deus além do outro opera em você. Porque você entende a importância de que você, enquanto igreja vive para abençoar pessoas. E quando você clama, intercede e e ora, Deus muda o teu cativeiro e ao final de tudo você é abençoado, mas o nome dele é glorificado. Enquanto você vai orar por ele, eu vou convidar aqui o pastor Jonas para vir aqui orar por nós. Você ora por pelo seu amigo e aqui vai orar a para Deus confirmar a oração que está aqui a fazer de maneira eh individual ou aqui em dupla ou em trio em nome de Jesus. Amém. >> Glória a Deus. Irmãos, nós cremos no poder da oração, porque como está aqui escrito, aquilo que é ligado na terra é ligado no céu. Acredite no seu milagre, ó Deus. Maravilhoso neste momento, Senhor amado, a igreja está reunida aqui, Senhor amado, neste momento de oração. Ó Pai querido, não é uma multidão, Pai, mas a tua palavra diz onde houver, dois ou três reunidos no teu nome, Senhor. Nós estamos aqui nesta noite reunidos no teu nome, Senhor. Ó Pai querido, nós vamos ver resposta desta oração. Ó Pai, nós vamos, Senhor, presenciar milagres, Senhor. Ó pai querido, a partir, Senhor, deste momento de comunhão, deste momento de oração, ó Pai querido, nós vamos vivenciar, Senhor, o sobrenatural, Pai querido. Ó Senhor amado, atua neste momento, Senhor. Ó pai amado, ó pai querido, em problemas de ordem médica, de saúde, enfermidades, eu te dou [grito] uma ordem. Sai em nome de Jesus. Problema financeiro. Ó pai querido, tu és o dono do ouro e da prata, senhor. Ó Pai, age em favor dos teus filhos. problema de saúde, problema financeiro, problema de família. Pai querido, estende a tua mão, ó Pai querido, sobre a vida do teu povo, Senhor amado. Neste momento, Senhor, nós queremos, Senhor, tão somente que a nossa oração neste momento, Senhor, chegue ao trono da glória, Pai querido, porque nós cremos, Senhor, que aquilo que a igreja liga na terra é ligado no céu. Ó pai querido, nós [grito] declaramos, Senhor, ó Pai querido, uma ligação ligação extraordinária e resposta, Pai, >> nós cremos na resposta da oração. Nós cremos no poder da oração, Senhor amado. Nós cremos que o mundo espiritual está se movendo através desta oração que estamos fazendo aqui nesta noite. Eu creio, Deus que haverá resposta, Senhor. Eu creio, Pai querido, que milagres vão acontecer. Eu creio, Deus querido e amado, que o Senhor está neste momento, Senhor amado. Ah, Deus de maravilha. está movendo o céu, está movendo a terra, está, Senhor amado, neste momento fazendo aquilo que nós não podemos fazer, aquilo que o braço do homem não pode fazer, aquilo que a voz [grito] do homem não pode fazer. Mas tu podes, Senhor. Quando nós oramos, Senhor, o milagre acontece acontece para a glória do teu nome, no nome de Jesus. Amém. Glória a Deus. Oh, aplauda Jesus, querido. Aleluia. Ô, meu irmão, no mundo, aleluia, do sobrenatural, Deus tá movendo aqui através desta oração. Aleluia! Glória a Deus! Glória a Deus! Oh, aleluia! Glória a Deus! Glória a Jesus! Há uma presença aqui nesse lugar, meu irmão. Há uma presença aqui. Glória a Deus! uma presença especial aqui. >> Glória a Deus. Pastor Gilson, Deus abençoe. abençoe. Que Deus lhe abençoe. Continue lhe abençoando. >> Glória a Deus. Glória a Deus. Glória a Deus. A você que saiu da sua casa, enfrentou o frio, enfrentou talvez problemas, mas você chegou aqui e valeu a pena, querido. Valeu ou não valeu, queridos? >> Valeu a pena. Deus abençoe você. Nós vamos encerrar neste momento agradecendo a Deus por este momento tão especial. Pai [roncando] querido, nós queremos te louvar, Senhor, por esta aula tão especial, magnífica, Senhor. Ó Pai querido, a oração é algo primordial na nossa vida, Senhor. E nós entendemos, Senhor, que não é apenas no secreto, mas no coletivo, Senhor. Quando nós expomos, Senhor, aos nossos irmãos, Senhor, a nossa necessidade, a tua palavra diz: "Comunicai as vossas necessidades aos santos". E quando a igreja se propõe a orar, ah, Deus, há uma resposta chegando, há um milagre acontecendo aqui neste lugar, Pai. Agora, despede-nos da tua paz. Leva-nos, Senhor. Muito obrigado no nome de Jesus. Faça assim com suas mãos. Que a graça de nosso amado Salvador Jesus Cristo, o grande amor de Deus, nosso Pai, a comunhão e as doces consolações do Espírito Santo reina em cada coração desde agora e para todos sempre, todo o povo de Deus. Diga >> amém. Glória a Deus. >> Aleluias. >> Maravilha. Aleluia.
“Essa igreja que carrega a autoridade de ligar e desligar, de estabelecer padrão, de proibir e de permitir.”
Doutrina: Autoridade da igreja e soberania divina
Tensão: A autoridade eclesial é real, mas ministerial e subordinada às Escrituras. A formulação pode sugerir que decisões humanas estabelecem automaticamente a realidade celestial.
Correção sugerida: A igreja discerne, ensina e disciplina conforme a Palavra; ela não controla Deus nem cria decretos celestiais por sua própria autoridade.
“Problema financeiro [...] tu és o dono do ouro e da prata [...] age em favor dos teus filhos” e a promessa de milagres para saúde, família e finanças.
Doutrina: Providência, cura e prosperidade
Tensão: Deus pode curar, prover e libertar, mas a Escritura não garante saúde, riqueza ou solução imediata para todos os que oram. A oração não deve ser apresentada como transação ou mecanismo de resultados.
Correção sugerida: Ensinar oração confiante e perseverante, juntamente com contentamento, cuidado pastoral, responsabilidade prática e submissão à vontade de Deus. Doença e pobreza não devem ser atribuídas automaticamente à falta de fé.
“A pregação do evangelho desembocou aqui na Penha [...] estamos ligados a essa herança apostólica. Você pode romper e quebrar com isso, porque qualquer rompimento com esse legado [...] essa entidade chamada igreja.”
Doutrina: Apostolicidade da igreja
Tensão: A continuidade apostólica deve ser definida principalmente pela fidelidade ao ensino apostólico, ao evangelho e à centralidade de Cristo, não por uma linhagem institucional específica até uma congregação local.
Correção sugerida: Apresentar a igreja como apostólica quando permanece fundamentada no testemunho apostólico das Escrituras, sem transformar a tradição ou a instituição local em mediadora exclusiva da verdadeira igreja.
“Não existe igreja sozinho [...] isso aí é uma ideia do diabo para fragmentar o corpo de Cristo.”
Doutrina: Eclesiologia e cuidado pastoral
Tensão: A comunhão congregacional é necessária, mas a linguagem demoniza de forma indiscriminada pessoas que estão isoladas por sofrimento, conflitos, enfermidade ou limitações reais.
Correção sugerida: Exortar à comunhão e à perseverança sem rotular todos os ausentes como rebeldes ou instrumentos do diabo; a restauração deve ser pastoral e paciente.
“Se a igreja tem o poder de ligar e desligar o faltoso, que dirá pedir a Deus para você ser curado, que dirá um milagre qualquer.”
Problema: O pregador transforma a autoridade disciplinar de Mateus 18 em fundamento para garantir milagres. A passagem não autoriza concluir que a concordância de dois ou três obrigará a realização de qualquer cura ou pedido.
Risco pastoral: Pode induzir a igreja a interpretar a ausência de cura como falha da oração, falta de unidade ou insuficiência de fé.
Sugestão: “A igreja pode interceder com fé por cura e libertação, mas o resultado pertence à vontade soberana de Deus; Mateus 18 trata primariamente da restauração e disciplina comunitária.”
“Quando a igreja ora, não tem grilhão, não tem prisão, não tem problema, Deus dá resposta. A resposta dele é promover libertação, vitória total e completa.”
Problema: A frase apresenta uma promessa universal que a Escritura não faz. Atos 12 registra a libertação de Pedro, mas Atos 12:2 registra também a morte de Tiago.
Risco pastoral: Pode produzir culpa, frustração e acusação contra pessoas que continuam sofrendo, além de estimular expectativas irreais sobre saúde, finanças e circunstâncias familiares.
Sugestão: “Quando a igreja ora, Deus sustenta, dirige e pode conceder livramento; a resposta pode assumir formas diferentes, e a fidelidade de Deus não depende de um resultado específico.”
“Essa igreja [...] é essencialmente assembleia, reunião [...] são chamados para fora.”
Problema: A importância da reunião cristã é bíblica, mas a definição de ekklesia por “chamados para fora” é uma aplicação etimológica simplificada. O termo designa principalmente uma assembleia ou comunidade convocada, e não fundamenta sozinho uma teologia de separação.
Risco pastoral: Pode transformar uma explicação lexical imprecisa em argumento para condenar pessoas que enfrentam dificuldades de participação comunitária.
Sugestão: “A igreja é a assembleia dos que pertencem a Cristo e, por isso, não deve ser vivida de modo individualista ou isolado; a comunhão é necessária, mas deve ser exercida com cuidado pastoral.”
“O conhecimento abre na sua cabeça portais pelos quais você transita e alcança mudança, vitória. E a coisa acontece.”
Problema: O conhecimento bíblico é formativo, mas a linguagem de portais e resultados garantidos transforma instrução em mecanismo quase automático de vitória.
Risco pastoral: Pode gerar uma espiritualidade técnica, na qual quem não experimenta mudança é considerado ignorante ou responsável pelo próprio sofrimento.
Sugestão: “O conhecimento da Palavra forma discernimento, fé e obediência; ele não oferece controle automático sobre os resultados da vida.”
“Eu creio que Deus abrirá a porta e você será abençoado no nome precioso de Jesus.”
Problema: A declaração transforma uma oração de intercessão em promessa específica feita a todos os participantes, sem indicar qual porta ou bênção Deus teria prometido.
Risco pastoral: Pode estimular expectativas financeiras, médicas ou familiares que não se realizem e levar pessoas a interpretar a frustração como falta de fé.
Sugestão: “Oramos para que Deus abra as portas que forem conformes à sua vontade e sustente cada pessoa, qualquer que seja o caminho pelo qual ele responder.”
Momento de ministração
“Acredite no seu milagre [...] nós vamos ver resposta desta oração [...] nós vamos presenciar milagres.”
Quem falou: Pastor Jonas
Problema: A fala promete uma resposta miraculosa para a reunião e para os pedidos apresentados, sem qualificação pela vontade de Deus. A expectativa de fé foi convertida em certeza de resultado.
Momento de ministração
“Em problemas de ordem médica, de saúde, enfermidades, eu te dou uma ordem. Sai em nome de Jesus.”
Quem falou: Pastor Jonas
Problema: A prática de ordenar a enfermidade pode existir em ambientes carismáticos, mas aqui aparece associada à promessa geral de resposta e não é acompanhada de prudência, discernimento ou esclarecimento de que a cura não é garantida.
Momento de ministração
“Nós declaramos [...] uma ligação extraordinária e resposta” e “quando nós oramos, o milagre acontece.”
Quem falou: Pastor Jonas
Problema: A linguagem de declarar e ligar reproduz a leitura inadequada de Mateus 18:18-20 como mecanismo de determinação do resultado espiritual e material.
Momento de ministração
“Problema financeiro [...] age em favor dos teus filhos” dentro da afirmação de que a oração produziria respostas e milagres.
Quem falou: Pastor Jonas
Problema: A petição por provisão é legítima, mas o contexto transforma a oração em expectativa de intervenção financeira garantida, o que pode alimentar uma visão de prosperidade não prometida universalmente.
“Se a igreja tem o poder de ligar e desligar [...] que dirá pedir a Deus para você ser curado.”
Equilíbrio bíblico: Explicar que o contexto imediato é disciplina, restauração e discernimento comunitário. A oração de concordância é legítima, mas não é uma fórmula que obrigue Deus a realizar qualquer pedido.
“Quando a igreja ora [...] Deus dá resposta. A resposta dele é promover libertação, vitória total e completa.”
Equilíbrio bíblico: Ensinar que Deus ouve e age, mas pode responder com livramento, sustento, direção, cura, espera ou graça no sofrimento. Tiago foi morto em Atos 12:2, enquanto Pedro foi libertado em Atos 12:5-11.
As referências a problemas médicos, enfermidades e questões financeiras durante a ministração.
Equilíbrio bíblico: Orar com esperança por cura e provisão sem prometer resultados específicos, sem atribuir doença ou pobreza automaticamente à falta de fé e sem desencorajar tratamento médico, trabalho responsável ou aconselhamento adequado.
“Essa igreja [...] tem autorização para [...] desfazer as obras do inimigo.”
Equilíbrio bíblico: Distinguir autoridade para proclamar, discipular, discernir e orar de qualquer suposto controle sobre o céu. Toda autoridade da igreja é derivada, limitada pela Escritura e subordinada à vontade de Cristo.
“Qualquer rompimento com esse legado [...] essa entidade chamada igreja.”
Equilíbrio bíblico: Definir apostolicidade pela fidelidade ao evangelho e ao ensino apostólico das Escrituras, não por uma linhagem institucional ou por uma congregação específica.
“Certamente Deus fará muitos milagres na casa de muitas pessoas” em conexão com a possibilidade do GVV.
Equilíbrio bíblico: Incentivar pequenos grupos como espaços de comunhão e intercessão, mas não apresentá-los como condição, canal exclusivo ou garantia de milagres.
A exposição reconhece corretamente que Mateus 18 apresenta um processo gradual e pastoral de restauração.
“Se te ouvir, ganhaste o teu irmão [...] leva ainda contigo um ou dois [...] dize-o à igreja.”
Impacto: Valoriza confronto responsável, testemunhas, participação comunitária e busca de restauração antes da exclusão.
O equilíbrio entre oração e Palavra é apresentado de modo biblicamente saudável.
“Os apóstolos não priorizaram a palavra em detrimento à oração, bem como não priorizaram a oração em detrimento à palavra.”
Impacto: Evita tanto um intelectualismo sem dependência de Deus quanto uma espiritualidade sem fundamento bíblico.
Atos 4:31 é aplicado de modo adequado ao relacionamento entre oração, enchimento do Espírito e ousadia missionária.
“Esse encher do Espírito transbordando na pregação com ousadia.”
Impacto: Direciona a experiência espiritual para testemunho e proclamação, e não apenas para exibição pessoal.
A reflexão sobre unidade e diversidade do corpo é coerente com a teologia paulina.
“A minha individualidade é utilizada para fortalecer o corpo.”
Impacto: Promove serviço, cooperação e valorização dos diferentes dons sem estimular autopromoção.
O pregador afirma corretamente que os ministérios existem para edificar a igreja.
“O meu ministério não é para mim [...] a razão de ser da minha vida é edificar a igreja.”
Impacto: Oferece uma correção saudável ao personalismo e ao uso do ministério para prestígio individual.
A exposição reconhece que a libertação de Pedro foi obra de Deus, não do anjo como poder independente.
“O poder não está no anjo [...] quem abriu a prisão foi Deus.”
Impacto: Preserva, em princípio, a distinção entre o instrumento usado por Deus e o próprio Deus como fonte do livramento.
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Fidelidade Bíblica
A exposição de Atos 4:31 e Atos 6:1-4 sobre oração, Palavra e ousadia é boa, assim como a descrição do processo restaurador de Mateus 18:15-17. Entretanto, Mateus 18:18-20 é ampliado para garantir milagres, e Atos 12:5-11 é usado sem considerar a morte de Tiago em Atos 12:2. O erro de identificar Cornélio como judeu em Atos 10 também reduz a precisão factual.
Hermenêutica
Há esforço contextual em Mateus 18 e Atos 4, mas o sermão abandona o contexto de Mateus 18:18-20 ao transformá-lo em fórmula de cura. Também há uso excessivamente normativo de narrativas de Atos, simplificação etimológica de ekklesia e aplicação abrangente de Lucas 10:19 e Marcos 16:15-18.
Precisão Teológica
O sermão mantém referências ortodoxas a Cristo, à igreja, ao Espírito, à Palavra e à graça, sem negar a Trindade, a divindade de Cristo, a ressurreição ou a salvação pela graça. Contudo, a afirmação de vitória total em resposta à oração e a linguagem de decreto sobre saúde e finanças distorcem a soberania divina e a doutrina bíblica da providência.
Compreensão Contextual
O pregador compreende que Mateus 18 pertence ao discurso comunitário e que os dois ou três se relacionam às testemunhas. Também compreende adequadamente o vínculo entre oração e ousadia em Atos 4:31. A leitura perde qualidade quando ignora Atos 12:2, universaliza Atos 12:5-11 e comete o erro histórico-teológico sobre Cornélio em Atos 10.
Aplicação Prática
A convocação à intercessão, à comunhão, ao cuidado mútuo e ao serviço da igreja é pastoralmente útil. Porém, a promessa de que Deus abrirá portas, concederá vitória total e realizará milagres em problemas de saúde e finanças pode gerar culpa, frustração e decisões imprudentes.
Clareza do Evangelho
Como mensagem temática para crentes, não era necessário apresentar um apelo evangelístico completo. O sermão menciona Cristo, a igreja, a Palavra e a transformação, mas a centralidade prática é deslocada para a autoridade da igreja e para resultados garantidos da oração. Isso obscurece a graça e a soberania de Deus, embora não ensine explicitamente salvação por oferta, ritual ou pertencimento institucional.
Risco de leitura imposta ao texto:
A aplicação da igreja como comunidade, a unidade na diversidade e a importância da oração coletiva não são eisegéticas por si mesmas. Porém, há eisegese significativa na transformação de Mateus 18:18-20 em slogan de milagres, na aplicação de “ligar e desligar” a resultados médicos e financeiros, na simplificação de ekklesia como “chamados para fora” e na leitura de Atos 12 como garantia de livramento.
Risco de conflito com doutrina essencial:
O risco é elevado por promessas centrais de cura, provisão, libertação e vitória vinculadas à oração coletiva, além da linguagem de decreto no momento de ministração. Não há, contudo, negação explícita de uma doutrina cristã essencial nem transação financeira com Deus; trata-se de um desvio doutrinário sério, mas não de uma negação formal das doutrinas centrais.
Abra apenas a parte que deseja consultar.
Tema principal:
O poder e a autoridade da oração coletiva da igreja, relacionados à unidade, à disciplina e à expectativa de intervenção divina.
Tom pastoral:
Didático, encorajador e mobilizador, com forte convocação à participação comunitária e elevada expectativa de milagres.
Mateus 18 apresenta a igreja reunida, responsável por tratar pastoralmente o pecado e exercer autoridade de ligar e desligar.
Suporte: O pregador explica a confrontação individual, as testemunhas, a participação da igreja e a necessidade de agir segundo a Palavra.
Textos:
Uma igreja saudável deve perseverar tanto na oração quanto na Palavra.
Suporte: “Nós perseveraremos na oração e na palavra” e “a marca da oração e a marca da palavra”.
A igreja é uma comunidade reunida, apostólica, santa, universal e una, cuja diversidade deve servir à edificação do corpo.
Suporte: O pregador destaca a reunião dos convertidos, a unidade na diversidade e os ministérios voltados ao aperfeiçoamento dos santos.
A autoridade delegada por Cristo inclui poder para avançar contra o mal e operar sinais no contexto da missão da igreja.
Suporte: “Jesus confiou à igreja esse poder de avançar e desfazer as obras do inimigo” e a aplicação de Marcos 16 e Lucas 10.
A oração coletiva, marcada pela concordância, deve ser praticada pela igreja em favor de pessoas, famílias e necessidades públicas.
Suporte: O pregador usa Atos 4, Atos 12 e Atos 13 para convocar a igreja à intercessão e conclui com oração em duplas ou trios.
Uso Contextual
Parcial: o pregador reconhece corretamente o contexto de disciplina, testemunhas e restauração, mas amplia forçadamente o texto para uma garantia geral de curas e milagres.
Questões Exegéticas
No contexto imediato, ligar e desligar está relacionado à autoridade da comunidade para tratar o pecado de modo coerente com o céu e com a Palavra. Os dois ou três retomam as testemunhas do processo. O versículo 19 não funciona como cheque em branco para qualquer pedido, nem o versículo 20 afirma que toda reunião de oração produzirá automaticamente o resultado desejado.
Leitura Sugerida
Ler Mateus 18:15-20 como instrução sobre restauração, disciplina comunitária, discernimento e presença de Cristo na assembleia que age em seu nome. A aplicação à oração é possível, mas deve permanecer subordinada à vontade e à soberania de Deus.
Uso Contextual
Usado corretamente quanto à oração coletiva, ao enchimento do Espírito e à ousadia na proclamação.
Questões Exegéticas
O texto mostra uma resposta específica e soberana de Deus em uma situação concreta de perseguição. Não estabelece que toda oração coletiva produzirá terremoto, cura ou vitória circunstancial.
Leitura Sugerida
Aplicar o texto à dependência de Deus, à coragem missionária e à capacitação do Espírito, sem converter o episódio em fórmula automática para resultados miraculosos.
Uso Contextual
Usado corretamente para mostrar que os apóstolos priorizavam simultaneamente a oração e o ministério da Palavra.
Questões Exegéticas
A exposição poderia enfatizar mais que o serviço às mesas também era uma responsabilidade legítima e necessária da comunidade, não apenas uma atividade secundária.
Leitura Sugerida
Ler Atos 6:1-4 como organização ministerial que preserva tanto o cuidado comunitário quanto a dedicação apostólica à oração e à Palavra.
Uso Contextual
Aplicação exemplar legítima dentro da tradição pentecostal, que vê Atos como referência para a vida e a missão da igreja.
Questões Exegéticas
A afirmação de que Atos estabelece um padrão normativo para todos os detalhes da igreja precisa de cautela, pois o livro é predominantemente narrativo. Nem todo acontecimento narrado é um mandamento ou uma promessa universal.
Leitura Sugerida
Usar Atos como testemunho da missão, da oração, da ação do Espírito e da expansão do evangelho, distinguindo princípios teológicos de circunstâncias históricas específicas.
Uso Contextual
Usado corretamente para incentivar a perseverança na reunião dos cristãos, mas aplicado com linguagem excessivamente acusatória.
Questões Exegéticas
O texto exorta à perseverança comunitária em meio à expectativa do Dia do Senhor; não autoriza chamar automaticamente de ação demoníaca toda dificuldade, ausência ou forma de participação de alguém na igreja local.
Leitura Sugerida
Incentivar a comunhão, o encorajamento e a responsabilidade comunitária sem demonizar pessoas que enfrentam crises, enfermidades ou limitações de participação.
Uso Contextual
Parcial: a relação entre a igreja de Cristo, as portas do Hades e as chaves do Reino é reconhecida, mas a aplicação é ampliada para sustentar uma autoridade miraculosa quase irrestrita.
Questões Exegéticas
As chaves apontam para autoridade relacionada ao Reino, à confissão de Cristo, à proclamação e ao discernimento comunitário. Elas não significam controle autônomo sobre o céu nem garantem a realização de qualquer pedido.
Leitura Sugerida
Interpretar as chaves como autoridade ministerial subordinada a Cristo e às Escrituras, especialmente na proclamação do evangelho e no discernimento da comunidade.
Uso Contextual
Aplicação continuacionista possível dentro da tradição assembleiana, mas usada de modo abrangente demais para sustentar imunidade e resultados universais.
Questões Exegéticas
Os sinais estão ligados à missão apostólica e à confirmação da proclamação. O texto não garante que todos os cristãos serão fisicamente protegidos de todo perigo ou que toda enfermidade será curada. Além disso, a autenticidade textual da seção longa de Marcos é discutida na crítica textual.
Leitura Sugerida
Usar o texto com consciência de sua questão textual e enfatizar a missão, a proteção soberana de Deus e a confirmação do evangelho, sem prometer imunidade física ou cura automática.
Uso Contextual
Aplicação forçada quando o poder de pisar serpentes e escorpiões é transformado em autorização geral para avançar sem medo sobre qualquer problema.
Questões Exegéticas
No contexto, Jesus fala aos discípulos enviados em missão e usa linguagem de autoridade sobre poderes hostis. O versículo não deve ser isolado para garantir imunidade física ou vitória circunstancial irrestrita.
Leitura Sugerida
Aplicar o texto à autoridade de Cristo sobre o mal e à segurança dos discípulos em sua missão, preservando a prudência e a soberania divina.
Uso Contextual
Usado corretamente ao afirmar que a igreja recebe uma comissão e autoridade delegada para anunciar, discipular e batizar.
Questões Exegéticas
A autoridade universal pertence inicialmente ao próprio Cristo: “toda autoridade me foi dada”. A igreja participa dessa autoridade de modo ministerial e subordinado, não como portadora autônoma de todo poder no céu e na terra.
Leitura Sugerida
Enfatizar a missão, o discipulado e a presença de Cristo, deixando claro que a autoridade da igreja é derivada e limitada pela vontade do Senhor.
Uso Contextual
Usado corretamente para destacar a abrangência da promessa do Espírito, sem restrição étnica, social ou geracional.
Questões Exegéticas
A expressão “toda carne” indica a amplitude da efusão do Espírito, mas não significa que cada pessoa receberá automaticamente o Espírito ou que todos terão a mesma manifestação. A frase “onde houver um coração aberto, Deus o encherá” acrescenta uma formulação que não está explicitamente no texto.
Leitura Sugerida
Destacar a inclusão e a iniciativa de Deus na efusão do Espírito, mantendo a distinção entre a promessa geral e suas manifestações soberanamente distribuídas.
Uso Contextual
Usado como exemplo de que problemas sérios da comunidade primitiva eram enfrentados.
Questões Exegéticas
Ananias e Safira não constituem apenas um exemplo de equívoco institucional resolvido; o relato enfatiza um juízo extraordinário de Deus sobre mentira e hipocrisia. A passagem não deve ser usada para legitimar controle autoritário da liderança.
Leitura Sugerida
Ler o episódio como advertência sobre santidade, verdade e temor de Deus, sem transformá-lo em modelo de punição eclesiástica indiscriminada.
Uso Contextual
Usado corretamente para destacar a inclusão dos gentios e a necessidade de a igreja reconhecer aqueles que Deus recebe.
Questões Exegéticas
O pregador afirma que Cornélio era um judeu convertido, mas Cornélio era um gentio, um centurião romano temente a Deus. Também é impreciso afirmar que até Atos 10 todo o ambiente era exclusivamente judaico, pois Atos 8 já narra o encontro com o eunuco etíope.
Leitura Sugerida
Ler Atos 10–11 como a confirmação da inclusão dos gentios na comunidade messiânica e como correção da resistência judaica, sem confundir a identidade étnica de Cornélio.
Uso Contextual
Usado corretamente para mencionar o crescimento numérico da igreja após a pregação apostólica.
Questões Exegéticas
Os números mostram a expansão do evangelho, mas não provam que todo crescimento posterior seja diretamente causado por uma fórmula específica de oração coletiva.
Leitura Sugerida
Relacionar o crescimento à proclamação apostólica, à ação do Espírito, à conversão e à vida comunitária, evitando causalidade simplista.
Uso Contextual
Usado corretamente para afirmar que os ministérios existem para o aperfeiçoamento e a edificação dos santos, não para autopromoção.
Questões Exegéticas
Não há problema exegético relevante no ponto principal apresentado.
Leitura Sugerida
Manter o foco na capacitação de toda a igreja para o serviço e na complementaridade dos dons e ministérios.
Uso Contextual
Usado corretamente para explicar unidade na diversidade e a interdependência dos membros do corpo.
Questões Exegéticas
Não há problema exegético relevante no ponto principal apresentado.
Leitura Sugerida
Aplicar o texto à humildade, à cooperação e ao uso dos dons para a edificação comum, sem hierarquizar pessoas por seus dons.
Uso Contextual
Usado corretamente como exemplo de oração, jejum, discernimento e envio missionário pela comunidade.
Questões Exegéticas
O texto demonstra que a igreja orava e discernia a missão, mas não estabelece que qualquer alvo definido por um grupo será necessariamente aprovado por Deus.
Leitura Sugerida
Enfatizar oração, jejum, discernimento comunitário e submissão à direção do Espírito.
Uso Contextual
Usado corretamente ao afirmar que a igreja orava por Pedro e que Deus o libertou, mas aplicado de forma universalizante.
Questões Exegéticas
O mesmo capítulo relata a morte de Tiago em Atos 12:2. Portanto, a oração contínua da igreja não deve ser apresentada como garantia de que toda prisão, enfermidade ou problema terminará em livramento terreno.
Leitura Sugerida
Ensinar que Deus pode libertar, como fez com Pedro, mas também permanece soberano em situações de sofrimento e martírio. A eficácia da oração não deve ser medida apenas pelo resultado desejado.
Uso Contextual
Aplicação legítima ao incentivo à oração mútua.
Questões Exegéticas
O texto apoia a intercessão comunitária, mas não afirma que toda oração coletiva produzirá cura ou solução imediata. A oração deve ser compreendida no contexto de confissão, cuidado pastoral e dependência de Deus.
Leitura Sugerida
Incentivar oração, confissão, cuidado dos enfermos e confiança em Deus, sem transformar a oração em mecanismo de controle dos resultados.
Uso Contextual
A imagem da igreja como embaixada é uma metáfora legítima para representar Cristo e anunciar a reconciliação.
Questões Exegéticas
Ser embaixador de Cristo não confere à igreja soberania própria nem autoridade para impor resultados ao céu. A representação exige fidelidade à mensagem do Rei.
Leitura Sugerida
Usar a metáfora para destacar reconciliação, testemunho e fidelidade, não controle espiritual ou poder autônomo.
Uso Contextual
Aplicação legítima ao ensino de carregar as cargas uns dos outros.
Questões Exegéticas
Não há problema exegético relevante no uso apresentado.
Leitura Sugerida
Preservar a ênfase em solidariedade, cuidado pastoral e responsabilidade mútua.
Uso Contextual
Aplicação legítima à prática do perdão mútuo.
Questões Exegéticas
Não há problema exegético relevante no uso apresentado.
Leitura Sugerida
Relacionar o perdão à graça recebida de Cristo, evitando que a linguagem de unidade suprima a necessidade de verdade e justiça.
Uso Contextual
Aplicação legítima ao amor entre os membros da comunidade.
Questões Exegéticas
Não há problema exegético relevante no uso apresentado.
Leitura Sugerida
Enfatizar que a unidade cristã é formada pelo amor sacrificial moldado pelo exemplo de Cristo.
Reexpor Mateus 18:15-20 em seu contexto de restauração, disciplina e discernimento comunitário, distinguindo autoridade eclesial de controle sobre o céu.
Substituir promessas de vitória total, cura garantida e provisão financeira por oração confiante, perseverante e submissa à vontade de Deus.
Usar Atos 12:2, 5-11 em conjunto para mostrar que a igreja orou por Pedro, mas Tiago morreu; a resposta de Deus não pode ser reduzida a uma fórmula.
Corrigir a identificação de Cornélio em Atos 10 e reconhecer a complexidade da expansão do evangelho antes desse episódio.
Preservar os pontos fortes sobre oração, Palavra, unidade, dons e edificação, evitando que a experiência espiritual seja convertida em garantia de resultados.
No momento de ministração, trocar ordens e declarações de resultado por intercessões que reconheçam a soberania de Deus e mantenham cuidado pastoral responsável.
Incentivar a reunião da igreja sem demonizar pessoas ausentes ou transformar uma instituição local em mediadora exclusiva da apostolicidade cristã.
Resumo em uma frase:
A aula acerta ao destacar Atos 4:31, Atos 6:4, a unidade da igreja e o caráter restaurador de Mateus 18, mas transforma Mateus 18:18-20 e Atos 12:5-11 em garantias de milagres, cura e vitória total, tornando a mensagem teologicamente frágil.
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