Eu vou falar sobre a base da comunhão, que é a vida em alianças. Esse esse assunto foi crescendo no decorrer dos anos no meu coração. Antes de entrar aqui, eu queria louvar a Deus pela vida do Igor, esse querido irmão que eu conheci através do meu filho André, André, porque na pandemia teve um labr online e eles davam aula e eu e eu e a minha esposa queríamos ouvir também, mas o meu filho dizia: "Pai, vocês não pagaram a inscrição, vocês não podem ouvir". Daí a gente ficava atrás da porta ouvindo. Daí um dia eu disse para ele, filho, por favor, manda um recado para eles, pede para eles deixar nós, nós dois ouvir sem pagar. Daí eles deixaram. Daí ele ele ligou lá pros irmãos, ó, meu pai e a minha mãe quero ouvir as palestras, as heresias de vocês aí sem pagar. Ele pode, mas foi uma bênção, viu? foi o nosso culto, nossa edificação. Muito obrigado, Igor. Você e o Guilherme. Eu já disse isso publicamente no aniversário da igreja em Belo Horizonte, mas é uma honra sempre te ouvir, sempre estar com vocês e os demais irmãos que estão pregando. O irmão Heitor >> Utudson, isso que ministrou também, o qual eu não conhecia, mas também que bção, né, irmãos? E esse casalzinhos bravos aqui tão me encantando aqui, ó. Eu tô Não são tão bravos, são brabos no louvor, ó. Glória a Deus, ó. Glória ao Senhor Jesus. Aleluia. Então, eu quero falar, ministrar sobre a vida em alianças, alianças, sobre cinco pilares da comunhão. Cinco alianças que são pilares da comunhão na vida da igreja. E esse assunto foi crescendo dentro do meu coração no decorrer dos anos. Eu não ouvi isso de ninguém. ou, ou melhor, eu ouvi isso de muita gente no no decorrer dos anos, porque são assuntos, né, batidos, né, que muita gente ministra sobre isso, mas eles foram crescendo e se ajuntando no meu coração. E e agora há pouco tempo atrás, quando eu fui fazer a celebração dos 50 anos de ministério que nós completamos, eh, eu quis deixar registrado e pedir ao Senhor que nos desse graça para escrever. escrever. Isso está registrado nesse livro, Alianças, quando a fé se torna compromisso. Esse livro tem lá atrás, tem só 50 cópias, mas é algo que você tem que ter e estudar. é o conteúdo do que eu vou falar hoje. E ele tem for you who speak English. I have in English also. And this one is for you. Ok. E eu e minha esposa Rosana, a gente se debruçou naquele ano da pandemia. Sim, no ano da pandemia, na praia onde estávamos. E Deus nos deu a graça de escrever esse livro que foi tão bem ilustrado. Uma caneta, quer dizer assinatura, só que embaixo é assinado com sangue, viu? Com sangue. E aqui eu louvo ao Senhor porque a tudo que nós colocamos nesse livro é o testemunho testemunho exato da nossa vida. sem exagerar, sem tirar. Foi o que nós aprendemos viver, foi o que eu vivi no decorrer desses anos e continuo vivendo. E eu louvo ao Senhor por terme tornado um homem que que aprendi a honrar as alianças, todas as alianças que Deus me deu para viver. E para mim, novos amigos não são novos amigos, são novas alianças, Douglas, viu? É difícil de se livrar de mim, viu? Novas alianças. Eu sou amigo do seu pai há mais de 40 anos que a gente ministra junto por esse Brasil aa. Glória ao Senhor Jesus. E a primeira aliança, irmãos, que eu era ainda um menino quando me foi apresentado é aliança de comunhão com Deus. O pastor que me ganhou para Jesus chamava-se Erasmoarete e ele me pastoreou toda a sua vida. Ele e o seu companheiro de ministério, pastor Moisés Cavalheiro de Morais, foram os meus dois pastores na comunidade de discípulos em Porto Alegre. E esses dois irmãos que me ganharam para Jesus e me discipularam e me trouxeram pro ministério. E tudo que aconteceu foi junto com esses irmãos, como eu vou contar no meio dessas alianças. Primeira coisa que eles me ensinaram, meus irmãos, é o valor de uma verdadeira, real, in inconfundível comunhão que você tem que aprender ter com Deus. Tudo na vida cristã, tudo na vida de um discípulo, tudo no discipulado, tudo na comunhão tem a ver primordialmente com a comunhão que nós temos com Deus. E antes de ser jogado no ministério, eu fui jogado na presença de Deus. Irmãos, esse pastor, ele ele chamava aquele grupo de jovens todos recém-cvertidos, vindo da droga, vindo do mundo, vindo da rua. Eu vim das drogas, né? Tive uma uma adolescência toda perdida no mundo. E aquele pastor, ele nos puxava para orar. Tinha um templo da Igreja Metodista, onde a gente se reunia ali, onde começou a nossa comunidade e ele nos chamava para aquele lugar, punha todo mundo de joelho e nos ensinava a orar. Não tomava nenhuma decisão com respeito à nossa vida, sem a gente buscar a Deus. Isso foi até o fim da vida dele. Eu lembro, ele já era velhinho, tinha 92 anos há poucos anos atrás. Eh, Eh, a agora 2023 ele faleceu. Ele na casinha dele, ele estava lá, ele levava a gente e a gente ia para consolá-lo. Ele punha a gente de joelho. Vamos orar. Temos que orar pra igreja Vamos orar. Temos que orar pra igreja continuar buscando a Deus com fervor. A igreja tem que ser mais fervorosa. A igreja tem perdido o fervor. E ele agoniado com 92 anos porque a igreja tá tava perdendo fervor, irmãos. E põe a gente para orar ali no frio. Vamos orar porque a igreja tá perdendo fervor. Porque ele nos ensinou desde meninos, irmãos, toda a nossa trajetória, como eu vou contar aqui pros irmãos, a buscar o Senhor primeiro. E não foi outra coisa que Jesus ensinou os discípulos, irmãos. Em Mateus 6:6, Jesus diz paraos seus discípulos: "Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e fechada a porta, orarás ao Pai que está em secreto e teu pai que vem em secreto, ele te recompensará. Aqui, meus amados, a ali no primeiro sermão que Jesus está falando para os seus discípulos, ele ensina o que é primordial, aprender buscar a Deus. Aliança com Deus é quando você começa a aprender a buscar a Deus. E buscar a Deus, irmãos, não é só dobrar o teu joelho e orar. É quando você aprende valorizar a presença de Deus. O que é uma aliança com Deus? É quando Deus começa a ter valor na sua vida. Quando o que Deus pensa começa a ter valor na sua vida, quando o que a palavra de Deus fala, como nós ouvimos aqui hoje, quando a quando você se importa com o que a palavra diz sobre qualquer assunto e não quer fazer nada na sua vida sem o aval de Deus, ter uma aliança com Deus é quando Deus se torna presente no seu dia a dia, na sua vida. Na sua vida. Eu lembro nós como garotos aprendendo a orar, a buscar a Deus e a gente, né, não conhecia aquilo e a gente ficava se olhando, né, e vendo se o pastor tava de tava de olho aberto, nos olhando que a gente ficava meio de olho aberto, dava uma olhada uns pros outros na hora da oração e se aquilo podia ou não. Mas a gente foi aprendendo, irmãos, a o que realmente importa é quando Deus se torna presente no no teu coração. Daí você ora de olho fechado, de olho aberto, dirigindo o carro. Não precisa fechar o os olhos para orar dirigindo o carro, nem pilotando o avião, nem fazendo nada de importante. Glória ao Senhor Jesus. Aleluia! Porque a palavra diz que até nos seus leitos cantam de júbilo. Ali tem presença de Deus, tem oração, tem adoração, tudo. A vida de oração da igreja e a vida de comunhão com Deus é alguma coisa que Jesus disse, isso é prioritário. Isso é prioritário. Vai para o teu quarto. Tenha um lugar, como o irmão Wudson falou na primeira palavra, nós precisamos, como igreja, irmãos, termos horário de oração, termos rotina de oração. A oração tem que ser uma coisa valorizada por cada um de nós, porque nós somos crentes. Em nome do Senhor Jesus, se tem alguma coisa que você pode ensinar de poderoso e precioso para um filho, ensine seu filho a orar. Eu lembro quando meu menino era pequeno, com Aurora eu não tive a oportunidade, né, de sair para andar de bicicleta com ela. Tudo era mais complicado por causa da síndrome que ela tem. Mas com o André não, ele era novinho, a gente já ia pelo bairro andando de bicicleta. E uma vez a minha bicicleta estragou e ele numa ladeira e eu fiz de tudo para arrumar aquela bicicleta e não conseguia. Estava já com a mão cheia de graxa, com o rosto cheio de graxa. Não sei como gracha foi parar na minha cara, mas tinha gracha por tudo. E ele com a bicicletinha dele atrás vendo as minhas reações e eu ficando nervoso com aquela correia que não entrava na roda de jeito nenhum. Mas de repente a correia fez placa e encaixou. Irmãos, eu disse graças a Deus e eu olhei para ele e ele disse assim com olhão arregalado papai. Eu tava orando, >> eu disse mesmo, meu filho. Que bom que alguém tava orando nessa hora aqui. Que bom que alguém, que um de nós estava orando. Mas, irmãos, a gente vai vendo, quando você vai ensinando um filho no caminho do Senhor a valorizar isso que Jesus falou, de ter lugar, de sentar com ele, de educar orando. Muita educação é só na paulada, na repreensão, em falar o que tá errado. Mas irmãos, tem uma bênção na criação de filhos. Quando você educa orando, você vai ver frutos. E tem alguma coisa abençoada no discipulado. Eu sei disso porque o meu discipulado foi assim, foi alguém orando por mim. Eu descia na casa do dos dos meus pastores que moravam no andar de baixo. A gente tem um prédio só dos pastores em Porto Alegre e os e os dois velhinhos moravam no andar de baixo. E a gente descia lá e no lugar de oração tinha a minha fotografia e da minha esposa e tinha uma foto da Aurora naquela época, depois uma foto de toda a nossa família. Eles nos cercavam o tempo todo de oração. Foi um discipulado feito debaixo de oração. Eu quero dizer uma coisa para você que tem igreja na casa, ali tem que ser um lugar primordialmente de oração, onde você tem lugar secreto com os irmãos. Pode ser um aqui, não precisa ser só uma pessoa. Esse lugar secreto, fecha a tua porta, tu e a tua esposa, ou fecha a tua porta, tu e o teu filho, tu e o teu companheiro de ministério, e o presbitério da igreja. Feche a porta juntos e tenham comunhão. Como a gente estava falando, irmãos, essa é uma das coisas mais preciosas, porque é uma das poucas vezes que a palavra diz: "Ele te recompensará". >> Aleluia! >> E a gente pensa que recompensa é sempre financeira, né, irmãos? Pode até ser. Deus é o Deus de toda dádiva, até dádiva financeira, mas não é de coisas materiais que que a palavra está falando. Jesus está falando de uma recompensa, que é a recompensa das recompensas. Sabe qual é? É a presença de Deus. É nós aprendermos a usufruir da presença de Deus. Aleluia. A usufruir da presença de Deus. Sabe por quê, irmãos? A recompensa da presença de Deus é uma recompensa que sempre vai nos levar para o bom, perfeito e agradável que já está no coração de Deus. A recompensa de Deus é o livro que já foi escrito acerca da tua vida. E você encontra com esse livro, você encontra com essa escrita em oração. É na oração, é na vida de oração que você vai descobrindo o que Deus quer, que você vai descobrindo a ata de Deus para sua vida, para o seu ministério e para tudo que Deus te dá. E eu fui aprendendo, irmãos, a viver esta comunhão. Aleluia. Essa comunhão ela ela vem a nós, só pode existir, como já foi falado nas palestras anteriores, através de Cristo. Não pode existir aquele caminho lá pro lugar celestial, pro lugar grandioso de Deus, mesmo pro lugar secreto, irmãos, não pode existir sem Jesus, né, varão? Não pode existir sem Jesus. Não existe. Tem que ter a experiência de novo nascimento através de Cristo Jesus. Por isso que cada pessoa, meus amados, cada crente tem que ser muito bem-nascido. Hoje o nosso problema na igreja são pessoas mal nascidas. Elas nascem paraa prosperidade, elas nascem pra próxima bênção, elas nascem não sei para o quê, para alguma coisa que Deus tem para te dar e, né? E dão dinheiro para receber 100 vezes mais. É para isso que as pessoas nascem. Isso é um mau nascimento. O novo nascimento, irmãos, é um novo nascimento de entrega, de morte. Não sou mais eu quem vive, é Cristo que vive em mim. Este viver que agora eu tenho, eu vivo pela fé no filho de Deus que me amou e se entregou por mim. >> Isso é novo nascimento, irmãos. É convidar Jesus. Lugar secreto não é para outra coisa. É para convidar Jesus. Jesus vem em mim morar. Vem morar na minha vida, Senhor. Vem habitar no meu coração. Vem morar na minha casa. Vem encher minha vida, Jesus amado. Aleluia. E Jesus nos leva pro segundo ponto, irmãos. Jesus nos leva para uma comunhão com o espírito. Aleluia. Jesus disse: "Eu vou deixar um outro consolador. Este consolador, Efésios 5:18, diz: "Enchei-vos do espírito." Glória a Deus. O primeiro ponto, Mateus 22:24. Isto é o meu sangue, o sangue da nova aliança derramado em favor de muitos. A, é a figura de Cristo, a figura do Espírito, é alguém que Deus deixou para encher a nossa vida. Um discípulo de Jesus tem que querer ser cheio do Espírito Santo. Nós não podemos viver uma vida de realito, porque é o Espírito Santo, irmãos, que vai nos direcionando a Deus. Ele vai nos levando, ele pega cada um de nós pelas mãos. Nós somos ignorantes, irmãos. Nós não sabemos onde está a presença de Deus. Nós não sabemos como nos achegar a Deus. E o Espírito Santo pegou aqueles irmãos lá na igreja primitiva e foi levando pela mão passo a passo, casa a casa, comunhão a comunhão, lugar a lugar. Aleluia! E essa foi a nossa experiência na igreja em Porto Alegre, irmãos, de sermos pegos pela mão. Aquele monte de gente que veio da tradição, aquele monte de gente que veio do mundo, nós não sabíamos nada de Deus. Nós tínhamos o Espírito Santo, porque todo mundo era o mover que Deus nos deu lá no início da comunidade de discípulos foi todo mundo ser batizado com Espírito Santo. Então, toda reunião de segunda-feira, a igreja se reunia, assim nasceu a comunidade com gente sendo batizada com o Espírito Santo. Então, nós formamos uma comunidade inicialmente já com esse mover de uma trupe totalmente cheia do Espírito Santo. E nós descobrimos o que foi falado hoje, que não era para só ter dons espirituais, era para algo mais. E sabe o que aconteceu com aquela tropa de garotos? Nós começamos pregar o evangelho, evangelizar. Eu fui, evangelizei toda a minha casa, levei todos os meus irmãos para Jesus e acabei levando meu pai e toda a minha casa convertido. Minha mãe já estava convertida e fui testemunhando e ganhando gente na escola e ganhando gente na rua. Aqueles que eram meus amigos de droga, eu fui levando paraa igreja e todo mundo foi sendo transformado. Irmãos, isso é o que o Espírito Santo tem que fazer na na igreja. A gente acha que que ser cheio do Espírito Santo é ser o reteté da vez, né? O o canelinha de fogo. Pode até acontecer, irmãos. Pode até dar uns pulinhos assim que é gostoso dar uns pulinhos para Jesus. Aleluia. Eu gosto de uns pulinhos agora com meu joelho curado, viu, irmãos? A prótese já ficou boa. Olha que >> não preciso mais bengala nem cadeira de roda no no aeroporto. Agora já tô bem. Glória ao Senhor Jesus. Fazendo exercício. Glória ao Senhor Jesus. Mas não é para isso que Deus mandou o Espírito Santo. O Espírito Santo mandou para nos ensinar a ser testemunhas, para pregar o evangelho na Judeia, em Samaria, nos confins da terra. para ir pelas nações da terra. Eu louvo a Deus, já fui por 54 nações levando a palavra do Senhor e vou continuar indo de lugar em lugar, levando a graça, o amor de Deus, onde a porta se abrir. Aleluia. Mas também a gente proclama ali na nossa cidade, nos nossos bairros, na cidade de Porto Alegre, no nas nas regionais da nossa igreja, na grande Porto Alegre, né? Glória ao Senhor Jesus. Ali estamos proclamando porque essa é função do Espírito Santo, nos ensinar a proclamar. Se você não proclama da palavra de Deus, peça ao Espírito Santo. Sabe por quê? Ele vos ensinará todas as coisas. Amém. >> Amém. >> Erga a sua mão e diz: "O Espírito Santo, >> o Espírito Santo >> vai me ensinar >> não só a pregar , >> não só a pregar, >> mas a fazer qualquer coisa. >> Mas fazer qualquer coisa. Eu lembro, tem um missionário muito querido, pastor Donald Stalk, que eu vou estar semana que vem com ele nos Estados Unidos. Ele foi o meu tutor na área de louvor e adoração. Ele que me levou para esse ministério quando eu era menino ainda, ele já tinha 26 anos, chegou em Porto Alegre. E esse missionário, ele em 1977 ele voltou para os Estados Unidos e ele deixou na igreja um piano, um piano muito com umas caixas chamadas Leslie, que era um chodóquela época, um piano elétrico, Wullitzer, um piano assim top, só que ninguém sabia tocar. Daí depois de algumas semanas, o louvor sem o piano ficava tão michuruca, sem teclado, sem o don, um dia eu cheguei mais cedo e disse: "Espírito Santo, eu quero aprender tocar esse instrumento." E eu sentei naquele instrumento, irmãos, e nunca mais levantei. Um ano depois eu já era o pianista do louvor. E eu comecei o meu ministério ministrando louvor na igreja em Porto Alegre. tocando piano e não violão. Ou melhor, comecei tocando violão nos primeiros dias, mas quando aquele piano vagou, eu tomei conta porque o Espírito Santo me ensinou. pedir pro Espírito Santo, ele vai te ensinar tudo que você precisar para o seu ministério, na casa ou fora de casa, na igreja ou fora da igreja, ou no mundo ou naquilo que Deus te deu, em qualquer aptidão. Qualquer aptidão, o ensinador chama-se Espírito Santo. >> Então, a aliança com Deus é quando você deixa o Espírito Santo encher a sua vida. vida. E o terceiro vínculo dessa aliança com Deus é a aliança que nós temos com a palavra de Deus, porque ela é lâmpada para os meus pés e luz para os meus caminhos. Salmo 119, 105. Aleluia. Primeiro Timóteo 6:9 diz que essa palavra é fiel e ela é digna de inteira aceitação. Presta atenção nisso, meu amado. A palavra de Deus, ela não é apenas para ser lida, ela precisa ser aceita no nosso coração. Eu lembro em 1974, eu era recém-convertido, eu tinha me convertido em agosto. Na primeira semana de outubro tinha uma cruzada do Biligran no Rio de Janeiro e tinha uma excursão da nossa igreja que ia de ônibus pro Rio de Janeiro. E eu era recém-convertido. Eu nem sabia o que que era aquilo. Cruzada do é um pregador que vai pregar no Maracanã. Eu disse: "É comigo mesmo, é comigo." Eu fui lá, falei com o pastor, disse: "Pastor, será que eu não posso ir junto?" Daí ele disse: "Ah, tu quer ir junto?" Pode. Claro. Eu disse: "Só tem um problema, pastor. Eu não tenho dinheiro." dinheiro." Mas logo logo aquele pastor carinhoso, sabendo da importância que seria paraa minha vida aquela ida, consegui os recursos e eu fui de bolsa, bolsa cruzada Biligran. Eu recebi, aleluia, primeira bolsa. E ali eu ouvi aquele homem de Deus, eu não lembro de nenhuma das pregações dele, a não ser de um fato que ele contou. Ele contou que quando ele era muito jovem, alguém alguém no seminário começou a dizer: "Ah, a Bíblia não é bem assim. Essa parte da Bíblia não foi bem assim. Ah, esses milagres aqui tem que ser explicados, né? Cientificamente, nada disso que a Bíblia diz lá no no no Antigo Testamento pode ser comprovado". e foi desacreditando a Bíblia, desacreditando e desacreditando. E ele chegou um dia no quarto dele revoltado e disse, pegou a Bíblia, colocou no seu coração e disse: "Deus, eu vou crer nesta Bíblia do jeito que ela tá escrita para minha vida. Eu vou pregar essa palavra do jeito que ela é. Eu vou crer no que ela fala. Eu eu vou afirmar o que ela afirma. Eu vou desprezar o que ela despreza. e ela vai ser a lâmpada da minha vida. E ele fez aquela oração diante de Deus. E sabe o que que eu fiz aquele dia ali no Maracanã, irmãos? Eu peguei a minha Bíblia e fiz a mesma oração. Eu disse: Deus, essa palavra eu vou pregar a minha vida inteira. Eu vou crer nessa palavra. Eu não vou duvidar de nada do que ela diz. Eu não vou pôr nenhuma sombra de dúvida. Eu não vou querer reescrever a Bíblia em hora nenhuma da minha vida. Eu vou acreditar nela até o final da minha vida e vou compartilhá-la. E já levei essa Bíblia, irmãos, para trás da cortina de ferro. Já levei para Cuba, para Nicarágua, no meio da guerra. Já compartilhei no meio dos árabes e levei pilhas e pilhas e comprei milhares de bíblias pelo mundo aa porque eu amo a palavra de Deus. >> Eu amo a palavra de Deus, irmãos. Eu amo a palavra e eu creio na palavra de Deus. Há do anos. A minha filha Aurora, essa que tem síndrome, ela ela aprendeu a ler já faz algum tempo, mas nós fomos introduzindo nela a rotina da leitura bíblica diária. Só que ela é especial, né, irmãos? E ela começou a ler a Bíblia e não parou mais. E ela lê todos os dias e não falha um dia sem ler o capítulo da palavra de Deus. Daí um dia uma senhora chegou e disse: "Olha o que a tua filha tá lendo. Ela não entende nada". Eu disse: "Olha, tem muita coisa na Bíblia que eu não entendo também, mas a Bíblia me faz muito bem. Eu entendendo ou não, eu vou dizer para vocês, a palavra de Deus faz bem você compreendendo ou não. Porque eu aprendi com o Rabi alguns anos atrás num voo, sentei do lado de um rabi. Eu comecei a conversar sobre a compreensão da Bíblia. E eu disse: "Como vocês judeus compreendem a Bíblia?" E ele disse de três maneiras. Primeiro, pela literalidade. Eu lembro disso assim sharpe. Eu lembro, ele disse pela literalidade. Nós entendemos a Bíblia como ela é literal. O que é pão é pão. O que é fogo é fogo. Aquele fogo que põe a mão e queima. Mas também nós entendemos a palavra de uma forma interpretativa. Pelos muitos sábios que já interpretaram a Bíblia, a gente também compreende a Bíblia dessa maneira, interpretando. E sempre que alguém tem uma interpretação da Bíblia, a gente pondera. Se algum outro rabino traz algum texto para ser interpretado, a gente pondera isso juntos na escola de rabinos. E a terceira maneira não é nem a primeira, nem a segunda, é de uma maneira sobrenatural. A Bíblia tem, eu ouvi aquilo, irmãos, eu fiquei arrepiado naquele dia. Ele disse, a Bíblia tem um poder que a gente que nem é literal, nem é interpretado. Ela entra dentro de nós e ela vai causar alguma coisa que nós não podemos compreender. Esse é o poder da palavra de Deus na vida de todos nós, na vida da minha filha Aurora. E eu quero dizer que muita coisa na vida da Aurora mudou depois dessa rotina. Ela compreendendo ou não, por simplesmente pela palavra de Deus estar entrando e ela lê com seus lábios com voz alta, audível, ela lê de uma maneira muito interessante, muito linda de ver uma menina especial lendo a palavra de Deus com esse afinco e com essa constância e como um hábito da sua vida traz bênção. Se você tem um filho especial, uma filha especial, se ele não consegue ler, leia a palavra do lado dele. Leia para ele. Mas pastor, mas ele não entende. Leia a palavra do lado dele. Alguma coisa vai entrar na no coração, no espírito que você não consegue compreender, mas que Deus é poderoso para fazer, porque ela é digna de toda aceitação. >> Diga: "Eu aceito, Senhor, a tua palavra". Todo discípulo de Jesus tem que ter esse compromisso de receber, aceitar a palavra de Deus. Aleluia! Glória ao Senhor Jesus! Amém! A segunda aliança, irmãos, tem uma aliança com a igreja. Essa foi a segunda aliança que eu ainda menino, menino, aprendi a ter, porque eu comecei o ministério muito jovem. Eu tinha 16 anos quando meus pastores me separaram, porque eu não estudava nessa época, não trabalhava. Eles disseram: "Você vai nos acompanhar no ministério, vai pegar o seu violão, vai pegar suas roupinhas e você vai viajar conosco." Tanto o Erasmo quanto o Moisés. Eu comecei a viajar com aqueles pastores já de mais idade. Eles tinham 45 anos nessa idade, quando eu tinha 16. E eu comecei viajar com esses irmãos e eu fui aprendendo, irmãos, com aqueles homens o quanto eles amavam, respeitavam e honravam a igreja. E eu lembro uma vez que eu fui num culto com aquelas roupas bem chumbregue. Hoje em dia é moda, mas na minha época não era moda. Mas eu cheguei num culto com a calça rasgada. com a calça jeans rasgada, como eu vejo um monte de gente por aqui, viu? Com a calça jeans rasgada. E eu cheguei no culto, o pastor me olhou e disse: "Com essa calça rasgada?" Não. Eu disse: "Por qu, pastor? Aqui é a igreja, tem que vir com a tua melhor roupinha". Daí eu fui lá e troquei de roupa. Tá assim, tá bom? Tá bom, filho. Tá bom. Mas eu fui aprendendo essas coisas práticas. Ah, mas isso é muito religioso, Azaf. Não é assim hoje, viu, Douglas? Calça rasgada hoje é moda, né? Você paga um dinheirão por uma calça rasgada, né? Vai comprar uma elos rasgada. Da Um dia eu fui em CIA Norte, onde é a fábrica da Elos, e uma irmã trabalhava na Elos. Ela me trouxe três calças e uma era dessas, toda rasgada aqui, rasgada ali, rasgada lá no beijo. E eu peguei, peguei as outras duas que eram inteirinha e devolvi a rasgadinha. E ela disse: "Essa é a mais cara". Eu disse: "Hum, mas pode ficar, irmã, fica, fica de boas". Mas essa é a mais cara. Eu, mas eu fui aprendendo, irmãos, ainda como um menino, a dar o melhor pela igreja, a dar o meu melhor tempo, a dar minha principal força, a tocar minhas melhores músicas, a gravar da melhor forma possível, a me repartir com o que eu tinha de melhor, com a igreja do Senhor Jesus. E essa foi a história da minha juventude. Eu não tive uma juventude normal. Eu tinha 16 anos quando eu já vim pro altar de Deus. E eu aprendi que a vida no altar, irmãos, é diferente do que a vida em uma torre. Eu aprendi que os meus pastores nunca construíram torres para si. si. mesmo a comunidade que eles construíram, eles abriram mão com uma certa idade e deixaram que os mais jovens tocassem adiante. Nunca tiveram eh um protagonismo, né, que que tapou todo mundo, não. Eles nos deixaram crescer, todo mundo cresceu junto ali naquele ministério porque era igreja e a gente aprendeu a crescer saudáveis na igreja. Irmãos, a igreja é um lugar onde se cresce saudável. Amém. >> Amém. >> A igreja é onde a família cresce saudável. Se eu tenho uma família estável, eu tive um filho com 17 anos jogado numa universidade federal na faculdade de artes, um antro de ideologias e de tudo que é ruim, de sexualidade, de gênero disso, daquilo, né? E ele com aquelas perguntas cabeluda, perdendo os princípios, perdendo a fé, irmãos. Mas o que ele tinha em casa e o amor da igreja e a igreja e os jovens que cresceram com eles tudo firme no Senhor, cercaram igual glóbulo branco em volta da ferida. Fui e montaram aquele pus celestial em volta do meu filho e ele foi salvo e resgatado. resgatado. Sabe por qu, irmão? Igreja, igreja. Glória ao Senhor Jesus. Igreja. Por isso eu digo para você, irmão, não fica mudando de igreja, não, viu? Muda daqui para lá, de lá para cá. Sabe quem vai perder com isso? Os filhos. Uma das bênçãos da nossa comunidade de discípulos foi ver duas gerações crescerem juntos. Hoje nós somos pastores juntos. Nós éramos os meninos daquela época lá na reunião de oração do Erasmo. Hoje nós somos os pastores e apóstolos da igreja. Glória ao Senhor Jesus. E vimos nossos filhos crescerem uns com os outros, cercados de amor, de comunhão, de relacionamento, uns discipulando os outros. O discipulado do meu filho André, não, claro que eu como pai fazia, mas era um outro jovem um pouquinho mais velho que ele, que acompanhava, que levava para casa, que cercou, que amou, né, que que libertou tudo aquilo. Irmãos, isso é igreja. Por isso Jesus disse enfaticamente, onde estão dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles. Aleluia! Glória ao Senhor Jesus. Ali estou. Mateus 18, 19 e 20. Em verdade vos digo que se dois entre vós dois aqui fala muito do número dois, irmãos. Sabe o que que é isso? Porque a igreja é um lugar de concordância. E para ter concordância tem que ter dois. Por isso que Deus estabeleceu o casamento, homem e mulher. Nós vamos ver na aliança com a família duas pessoas para ver concordância. Família é igreja. Família não é só você se reunir com alguém e casar por prazer. Não. Hoje o casamento parece que virou um prazer, que pode ser de qualquer forma, mas para Deus não. É um lugar onde a igreja se perpetua, tanto biologicamente quanto espiritualmente, como nós vamos quanto espiritualmente, como nós vamos ver na sequência. Mas aqui, irmãos, igreja um lugar que Deus nos deu para ser um lugar genuíno, verdadeiro, de comunhão. Comunhão. Comunhão. E se não tiver comunhão, irmãos, está perdendo muita coisa. Uma igreja que não realça a comunhão. É uma igreja que fica fria. Ela fica vazia de coração, ela fica vazia de afeto. E a igreja, Deus quer que seja um lugar de afeto, ternos afetos de misericórdia. Aleluia. Por isso a palavra fala em Colossenses 3:14, acima de tudo isto, porém esteja o amor, que é o vínculo da perfeição. E Primeira Pedro 1:22 diz: "Tendo purificado a vossa alma, pela vossa obediência à verdade, tendo em visto o amor fraternal não fingido, amai-vos de coração uns aos outros ardentemente." Pegue a palavra ardentemente. Sabe como a gente tem que se amar? ardentemente. Às vezes nem o casamento fica mais com ardentemente, nem a paternidade fica com ardentemente. Quanto mais a igreja que se torna um lugar impessoal, um lugar materialista, um lugar mundanizado, um lugar raso, mas não pode ser raso no amor, irmãos. Nosso amor tem que ser não fingido e tem que arder no coração. Tem que ser um lugar que arde. Tem que ser algo que arde no nosso coração. O amor que nós temos uns pelos outros, amor que temos pelos nossos irmãos, pela igreja e nos encontrar em termos relacionamento, comunhão. Glória ao Senhor Jesus. Deus quer que seja dessa maneira, porque só assim nós vamos cumprir o segundo papel da igreja, que é o papel do serviço. Nós temos que entender, irmãos, que o amor na vida da igreja não é para ser um amor sentimento, é um amor mandamento que explode em serviço, em eu querer servir. E eu louvo a Deus que o ministério que Deus me deu, irmãos, não foi um ministério para ser servido. Eu aprendi a amar a igreja de tal maneira que nunca exijo serviço, nunca exijo primazia, nunca exijo nem alimentação, nada, nada. Hotel cinco estrelas, nem três estrelas, nem duas estrelas. Pode ser a caminha no fundo da igreja, como eu já dormi inúmeras vezes num quartinho. Não. E não, e não tem nenhum problema, irmãos, porque o servo é aquele que reage como servo quando é tratado como servo. E eu quero ser um servo assim. Quando sou tratado como servo, vou reagir como servo e quero que vocês sejam assim. Aprendam servido de coração. Às vezes não tem mais nada. tem que ser você para servir. Eu lembro uma vez que eu estava no Oriente Médio, num congresso de adoradores árabes. Nós fizemos 15 congressos de adoradores árabes no Oriente Médio, onde eu aprendi cantar em árabe e falar um pouquinho também. E lá teve um dia que era sexta-feira e o e alguém veio ao meio-dia dizendo: "Olha, os banheiros estão em estado precário, precário, não tem quem limpe, não tem os funcionários da instituição e todos os empregados que estavam trabalhando aqui são muçulmanos e eles não trabalham sexta-feira. É o dia santo dos muçulmanos e todo mundo foi embora hoje. Trabalharam na quinta, na sexta não tinha ninguém. Os banheiros entraram em estado de calamidade. Daí quando terminou a discussão, quem vai limpar? Ah, nós vamos ver se conseguimos alguém lá da igreja que vem para cá. Mas assim que dispersou, o Espírito Santo disse: "Vai tu, Azaf. Eu nunca tinha limpado o banheiro naquele estado há muito tempo, porque os da minha casa não ficam naquele tempo, naquele estado, nem da casa da minha mãe, nem da casa da minha sogra, que são os banheiros que eu tenho acesso. Mas o Espírito Santo disse: "Pega o balde, pega o rodo, pega o detergente." Eu fui, procurei por lá, achei onde estava as coisas, foi todo mundo pro almoço e eu fui para limpar o banheiro dos homens e o banheiro das mulheres. Quando voltaram tava tudo limpo. E eu não fiz aquilo para ser ser testemunho de pregação, não, irmãos. Eu fiz aquilo compungido pelo Espírito Santo, que que aquela era a minha hora de fazer aquilo para Deus, que não era cantar louvores, não era est nenhum palco, aquilo ali era um altar diante de Deus. Serviço, irmãos, é um dos lugares que a gente realmente encontra as pessoas do altar. Gente que é verdadeiramente do altar, Igor, a gente encontra servindo pelas nações da terra. A gente vai por aí. Aa, as pessoas que realmente estão dando o couro pelo projeto missionário são as pessoas, não que são viajantes missionários, mas é gente que fica em algum lugar servindo, limpando, ajudando, colaborando, gravando, produzindo e fazendo a obra do Senhor e levando a palavra do Senhor e montando igreja e assim por diante e discipulando pessoas e assim por diante. Irmãos, as pessoas que realmente estão fazendo diferença nesse mundo são os servos. Aleluia. Aleluia. >> Os servos e igreja tem que ser um lugar de serviço. >> Igreja tem que ser um lugar de serviço. Você aprender a servir os seus irmãos. Aprender a servir os seus irmãos. Eu esses dias levei uma família, a irmã do João Oto, que vocês conhecem aqui do cafezinho, a irmã dele. Assim como o João Oto tem cinco filhos, o João também tem cinco filha. O João tem cinco filhos, a irmã tem cinco filhas. E eu levei aquela família de meninas, uma fábrica de bonecas praia. pensando, né, que ia ser um trabalhão para mim, para Rosana receber uma família de sete pessoas. pessoas. Irmãos, aquela família entrou na casa. Antes deles irem paraa caminha ou irem pra beira da praia, aquelas meninas pegaram e limparam toda a casa, limparam todo o pátio. Todos os dias de manhã elas acordavam, faziam um café da manhã para todo mundo, lavavam a louça, elas ajudavam a mãe dela, que é uma excelente cozinheira, a cozinhar e depois lavavam a louça e faziam isso com a maior naturalidade. conversando com aquele pai. Daí ele disse: "A única maneira de se ter cinco filhos e não ser pesado é ensinando os filhos a servir. >> É ensinando os filhos a servir. Mas sabe como a gente ensina os filhos a servir, irmãos? Servindo. Servindo. Glória ao Senhor Jesus! Aleluia! Aleluia! Glória ao Senhor Jesus! Paulo diz que nós temos que ser servos. uns dos outros pelo amor pelo amor e a gente serve por amor. Amém, igreja? >> Amém. >> S de serva os dos outros pelo amor. Aprenda a servir esta obra que Deus quer fazer na sua casa. Sabe aqui é um lugar de serviço. Eu estava dizendo pro Douglas que eu fui durante 24 anos líder de da célula na minha casa, mesmo viajando, mesmo tendo ministério, mesmo gravando, produzindo e assim tendo estúdio, gravadora, publicadora, tudo. Eu ainda tinha célula na minha casa fielmente porque eu treinei líderes, quando eu não tava, os líderes tomavam conta, mas era sempre da minha casa, que era uma casa grande que aquela igreja podia est. Mas, irmãos, a coisa mais maravilhosa foi aprender servir aqueles irmãos. Como trouxe bênção, como trouxe bênção. Assim como a arca que ficou na casa de Obed e de Edom trouxe bênção para aquela casa, uma célula na sua casa vai trazer bênção, porque vai ser a própria presença da construção de Deus dentro da sua casa. E eu lembro quando eu fui chamado pelo meu pastor, eu estava no início do meu sucesso ministerial, as primeiras músicas, né? sendo gravadas, produzidas e indo longe. E o pastor chamou Azaf, nós estamos começando a se mover aqui na igreja de grupo caseiro, nós precisamos da tua casa. Eu disse: "Amém, glória a Deus". Eu nem sabia o que que era direito, viu, irmãos? Eu fui aprendendo, porque daí os líderes foram sendo treinados e a gente ia repassando, né? E aquilo foi se tornando o a respiração da igreja e foi se tornando uma coisa normal. Mas o que eu lembro, principalmente daquilo, foram as vidas que foram sendo transformadas, irmãos, pelo amor e serviço que Rosane e eu dedicávamos à aquele trabalho, um amor, um trabalho de amor e serviço. A obra de Deus, irmãos, tem que ter essas duas conjunções, amor e serviço. Ah, mas eu sou líder de louvor. Amor e serviço. Ah, mas eu faço isso. Amor e serviço. Ah, mas eu vendo cafezinho. Amor e serviço. Porque, irmãos, tudo que é regado com amor prospera. >> Tudo que é regado por amor, com amor, prospera. Pode ser uma casinha simples, como como da irmã Geni lá em Porto Alegre, uma casa muito simples. Ela abriu a casa, mas aquele lugar, um lugar tão simples, tão simples, né? mas que era tão cheio de amor que as pessoas não queriam ir embora daquela casa. Ela disse: "Eu tenho que tocar o pessoal embora porque já é meia-noite. Eles querem ficar aqui, ficam aqui. Sabe o que, irmãos? Amor e serviço. E a casa, a obra de Deus na casa, uma aliança com a igreja que nós temos dentro do nosso lar. Aliança com a igreja não é uma coisa grandiosa de multidões, deoscópia assim grandiosas, né? de megalomania, não é uma coisa de simplicidade, irmãos, que Deus coloca para dentro da tua casa e depois quando todo mundo vai embora, você encontra chiclé debaixo da cadeira, encontra uma criança que riscou com um batom a lateral do sofá, né, do sofazinho que você comprou novinho para aquela célula e tá ali o risquinho do batom, né? E eu disse, Rosana, faz parte, né? e tenta limpar de tudo quanto é jeito e não sai. Fica ali como uma marca do amor e do serviço. Glória ao Senhor Jesus. Glória a Deus. Aleluia. E essa é a vida da igreja, irmãos. uma vida de amor, porque também, irmãos, é uma aliança que tem que ter envolvimento e sacrifício. A obra de Deus, aliança com a igreja não se não se faz mediaticamente vocês nos abençoarem, mas eu logo tratei de conhecer vocês, o labr de perto e foi uma bção conhecer o Gu e o Igor, né? Glória ao Senhor Jesus. Mas pela internet funciona e você sabe muito bem porque esse ministério é mediático e o nosso ministério lá também, né? Tem tem toda essa parte de geração de conteúdo. Hoje em dia é muito fácil mandar as coisas para longe, mas, irmãos, envolvimento é outra coisa. Envolvimento é isso aqui, ó. É olho no olho, abraço no abraço, é coração no coração, irmão. Se não tiver isso, a igreja morre. Se não tiver isso, não se faz isso, né? Via satélite não se faz. Ah, mas eu tenho tantos seguidores. Seguidor no mundo de hoje, irmãos, não é nada. São números. Sabe o que é seguidor? É alguém que consegue seguir as tuas pegadas de perto. Isso é seguidor. E o justo tem uma característica. Ele é fácil de ser seguido. E a gente só consegue fazer isso na vida da igreja. Aleluia. Você quer saber quantos seguidores tem? Olhe para trás e veja quem você consegue abraçar, quem você consegue encontrar, quem você sabe o nome. Esses pode ser teu seguidor, Douglas, pode ser como você é do seu pai, como nós podemos ser uns dos outros no relacionamento de amor, como vocês seguem a minha vida há tantos anos, mas tá aqui pertinho. Glória ao Senhor Jesus. Nós temos que ser assim com as pessoas que estão perto de nós, irmãos. Aleluia. A o grande comprometimento da igreja é você se tornar alguém que pode ser verdadeiramente seguido, seguido, viu? viu? Seguido que tem pegadas. Eu escrevi um cântico que diz: "Quem vê de longe não sabe, não sabe o quanto eu chorei". Quem vê de longe não sabe, não sabe o quanto eu andei. Quem vê de longe não sabe o caminho estreito no qual passei para seguir as pegadas de Cristo, o rastro de quem me amou. A gente vai seguindo Jesus de perto e alguém vai nos seguindo. Esses são teus seguidores. Mas para isso exige sacrifício, irmãos. Para ter pegadas limpas na vida da aliança com a igreja. Aleluia. Você tem que ter cuidados, muitos cuidados que nós vamos ver no final. A terceira aliança, irmãos, tenha uma aliança com a sua família. Amémória a Deus. a Deus. >> Tem aliança com a família. >> E quando eu falo em família, eu é tudo aquilo que representa a família. Aliança com a minha casa paterna. Sabe como se expressou, irmãos? Eu não descansei enquanto não vi meus irmãos um a um sendo salvos. Eu fui lá, eu fui lá bater, pescar, insistir e bater e buscar e amar e servir e ali e cantar para eles. E minha irmã em depressão na porta e eu cantando louvor na porta dela até ela se converter. Aleluia! Glória a Deus! Glória ao Senhor. Aliança com a família é isso. Aliança com a família foi as mágoas que eu tinha como com meu pai, um homem alcólatra, violento. Nós vivemos violência doméstica toda a minha infância e aquilo me levou pras drogas. Com 13 anos de idade, eu e a minha irmã fomos direto pro mundo e quase ali nos perdemos totalmente no mundo. E quando eu voltei, me converti uma experiência grandiosa com Deus, fui baixado com o Espírito Santo. Um dia o Espírito Santo disse: "Você tem que perdoar o teu pai". Daí eu fui lá, contei pro pastor, ele disse: "Tá bom, então vamos aqui. Você vai perdoar o seu pai". Aí eu orei: "Pá, Senhor, perdoa o meu pai por tudo que ele fez." E fui lembrando as coisas que ele fazia com a minha mãe. Jogava bule de café quente na no rosto da minha mãe, jogava as roupas pela janela da família, tudo na rua. Era uma um escândalo atrás do outro. Eu fui perdoando, perdoando, perdoando. Poucas semanas depois eu chegava, eu fui chegar em casa, como eu sempre fazia, e ali tava o meu pai estendido na entrada da casa. E eu e os meus irmãos, como tínhamos nos acostumado a fazer aquilo, a gente pulava por cima dele e pronto. 2 3 horas da manhã ele se acordava do porre, subia as escadas cambaleando, deitava na porta lá, dormia e de manhã batia e entrava na casa de manhã cedo. Essa era a rotina do meu pai depois que o exército o o aposentou. aposentou. E era uma vida miserável. Mas naquela noite eu cheguei e ia pular por cima, o Espírito Santo disse: "Não, hoje você não vai pular por cima. Hoje você vai levantá-lo e vai ajudar a subir. Você perdoou? Você vai ajudar, você vai servir, você vai amar." E eu peguei pela primeira vez na vida, meus irmãos. Eu tinha 16 anos ainda, tava no início do meu ministério, mas eu levantei meu pai e nunca mais deixei meu pai caído no chão. >> Sabe por quê, irmãos? Aliança, restauração da aliança com a família passa pelo perdão, passa em perdoar. Muitas vezes bem bem-aventurado, bendito é aquele que tem a família sadia, mas muitos de nós, assim como eu, você também teve sua família cheia de perrengue, cheio de coisas ruins, tanto pai quanto mãe ou irmãos ou tios ou avós, gente que incomodou, gente que maltratou, gente que abusou, gente que bateu, que foi violento. Irmãos, a aliança com a família tem que ter perdão. Eu quero ministrar perdão nessa tarde aqui na vida de qualquer pessoa que precise perdoar. Perdão, irmãos, é uma via de uma mão só. A gente pensa que é de duas mãos, não é de uma mão só. Eu perdoo. Ponto final. Sabe o que é? Quando eu eu perdoo, eu não tô esperando nada em troca. Nada em troca. não precisa ter a outra mão. E eu fui e estendi aquele perdão pro meu pai. E sabe o que aconteceu? Começou uma restauração total com os meus irmãos acerca do pai. Eles começaram me ajudar a subir o pai, a deitar o pai, a quando estava urinado a limpar e assim por diante. Meu pai faleceu pouco tempo depois disso. Faleceu muito, muito jovem, com 55 anos de idade por coisas decorrentes dessa vida, apesar de que ele parou de beber e se converteu no finzinho da vida, irmãos, viu? Glória a Deus. Porque Deus é fiel. Mas tudo isso foi um caminho de aliança com a família. Isso tem que vir, irmãos. Sabe para onde eu trouxe essa aliança? Paraa minha casa, pro meu casamento. Porque a aliança que Deus me ensinou ter de perdão com meu pai e ensinar meus irmãos a perdoar. Eu e a Rosana já nascemos com isso. Sabe o que que como firmamos nosso casamento? Nós vamos firmar no perdão. Nós falamos isso no dia do nosso casamento. Nós vamos firmar nossa aliança, não como dizem no amor, não. Nós vamos firmar no perdão, que o amor vem de Deus. E resolvemos a nossa vida nesses 44 anos de casados, sempre no perdão. É um perdão atrás do outro. Ela teve que perdoar mais do que eu, viu, irmãos? muito mais do que eu. Mas a gente aprendeu a respirar perdão. Aliança com a família é respirar perdão. Casamento que subsiste é um casamento que respira perdão. Respira perdão. Que não tem listas negativas. Sempre coloca as listas no altar de Deus e toca fogo sempre. Não deixa nada para trás. E eu quero ministrar perdão na sua vida, na sua casa, no seu casamento, na sua vida familiar, em todos os laços da sua vida. haja perdão para que isso vá longe. Irmãos, eu tô falando de coisas que nos levam para longe. Eu poderia falar um monte de coisas sobre alianças que para nós administrarmos hoje, mas estou falando de coisas que nos catapultam para um longo patamar de vida em todos os relacionamentos, no relacionamento com Deus, no relacionamento com a igreja. Por que eu consigo estar na minha igreja até hoje, irmãos, junto com os meus colegas de ministério, com os meus amigos de infância, que hoje são pastores e nós estamos ali juntos ainda. Já já tá na hora, né? Eh, não, não posso. Vou, irmãos, dá aí. Já tá me perdoando ali. Consigo, consigo ir longe. Sabe por quê, irmãos? A gente aprendeu se perdoar. A gente viu coisas no ministério uns dos outros e ainda vemos coisas que eu não gostaria de ver na vida uns dos outros e dos meus próprios colegas. Um dia eu vi de longe um dos meus colegas pegando meu filho pequeno, abrindo a porta e pondo meu filho para pra rua, para fora, porque tava aprontando dentro da casa dele. Daí eu olhei de longe e disse: "Eu nunca faria isso com o filho dele". Daí aquilo já veio no coração, mas na mesma hora eu já disse, mas tá perdoado em nome de Jesus. Não deixa crescer não. Isso é aliança, irmãos. Aliança na família quando vem a coisinha no casamento e já perdoa em nome de Jesus e não deixa aquilo crescer. E com os filhos também você tem muitas vezes a gente tem que perdoar os filhos, viu, irmãos? E os filhos têm que perdoar o pai e a mãe e não deixar crescer mágoa, rancor, ressentimento. Como eu tinha no meu coração raiz, eu tinha raiz de amargura e daquelas grossa que Deus teve que tirar aliança com a família. É tirar toda a raiz de amargura. E Deus, o Espírito Santo faz isso hoje em nome de Jesus aqui neste lugar. Em nome de Jesus, sai toda a raiz de amargura da do coração dos meus irmãos no casamento, esposa e esposo, raiz de amargura, aleluia, que podem ter ficado no teu coração. Hoje o Espírito Santo está retirando, está trazendo luz sobre isso na tua vida e está dizendo: "Isso não é para você. Aleluia! Esse casamento é para ir longe, >> sem raiz de amargura, sem ressentimento, em nome de Jesus. Aleluia! Glória a Deus. Tem aliança com a sua família. Irmãos, primeira coisa da família, então, é um lugar de perdão, porque Deus fez para ser um lugar de vida. A família do jeito de Deus, a gente não precisa falar da família do jeito do mundo. Temos que só realçar na igreja a família do jeito de Deus. Deixará o homem, pai e mãe. E se unirá a quem? A sua mulher. E os dois serão uma só carne. Amém. E aquilo que Deus ajuntou, não separe o homem. É assim, segundo Jesus, foi assim que Jesus ensinou, irmãos. Aleluia. É assim que tem que ser a família na vida da igreja. Aleluia. Glória ao Senhor Jesus. Assim nasce a família, dois seres perfeitos, homem e mulher, que vivem para a glória de Deus. E assim forma-se a família do jeito de Deus. É um lugar de vida, vida biológica. Por isso todos nós estamos aqui. Todos nós nascemos de um pai, de uma mãe, de um macho, de uma fêmea, de um homem, de uma mulher. Ah, foi assim que Deus escreveu e que Deus fez. Mas não é só para servida biológica a família também, irmãos. E eu vou dizer aqui para um ambiente cristão, para um ambiente de discípulos de Jesus, é um lugar de transmissão de bênção. Sabe porque você tá aqui? Recebeu bênção. Sabe porque eu estou aqui? Eu recebi bênção, uma mãe cristã, uma avó cristã, uma mãe que chorava atrás da porta pela vida do filho, que eu estava lá drogado na boca de fumo, ela ia lá, meus irmãos, me buscar e me pegava pela mão chorando e me tirava de lá e trazia para casa. No outro dia eu voltava, ela ia lá me buscar chorando e gemendo e urrando de dor por um filho drogado numa boca de maconheiro, de drogado, fumando e cheirando tudo. Ela ia buscar. Sabe por quê, irmãos? Porque ela entendia que antes de eu nascer, Deus lhe deu um nome, Azaf. Aleluia! Aleluia! >> E o Azaf tava lá jogado na rua, mas ela ia lá buscar o Azaf. Ela ia lá buscar porque ela sabia no seu espírito que tinha algo celestial ali. Irmãos, aliança com a família é quando você entende que na vida dos seus filhos não é só coisas naturais, mas coisas espirituais e sobrenaturais. Aleluia! é um lugar de transferência de vida espiritual e vida de poder que realmente vai gerar a vida de Deus na vida de uma pessoa, de um discípulo, de um homem, de uma mulher, do menino, de uma menina. vão receber eles querendo ou não. Ah, mas meu filho tá longe do Senhor, longe de Deus, longe do Senhor. Ah, por causa disso, por causa daquilo, também com o pai que ele teve. Com o pai que ele teve. Um dia apareceu na minha casa uma senhora que foi abandonada pelo marido com duas crianças pequenas. começaram a frequentar a nossa célula, mandado para uma outra irmã. E poucos anos depois, aquele menino adolescente já tava totalmente perdido, totalmente entregue no mundo, longe de Deus. E hoje o testemunho desse moço é que ele tinha algo no coração que fazia sentir saudade de Deus. Sabe o que é isso, irmãos? Uma mãe que ora. Não importa se o pai foi assim, se o pai fez isso ou aquilo, ou se não teve pai ou mãe, mas esse moço hoje é uma bênção, é um servo do Senhor. Eu não vou dizer o nome porque é uma pessoa que vocês conhecem, muito querido. Porque sabe por, irmãos, houve uma transferência espiritual de bênção através de pai e mãe. mãe. Quando é o pai e a mãe que transfere isso, melhor. Mas pode ser uma mãe que transfere: "Eu só recebi da mãe, irmãos. Eu só recebi da avó que era velhinha, que tava lá e orava pelos seus netinhos, um mais torto do que o outro. Todos foram se convertendo, todos um a um, um a um. E Deus vai e resgata. Você é você é um resgatador da sua família. Eu lembro há um tempo atrás, eu tive a oportunidade de ir em Minas Gerais. Eu nasci em Minas Gerais, na cidade de Coronel Fabriciano, aonde eu tenho meus primos e tios, família numerosa em Coronel Fabriciano, Timóteo, naquela região. E o eu tive a oportunidade de ministrar em Ipatinga e disse: "É, eu vou lá procurar minha família". e procurei, entrei em contato com uma tia e essa tia e essa tia disse: disse: "Ô, meu sobrinho, Jesus também me alcançou. A senhora tia Perpétua, o nome dela é Maria do perpétuo Socorro. Olha da onde ela veio. Tia perpétua, a senhora é crente?" "Sim, sou crente. Todos meus filhos já são crente também". Eu disse mesmo, tia? Então, vamos fazer um culto na sua casa. convida todo mundo que não é crente da nossa família, todos os primos, tios. Irmãos, fizemos um culto de evangelismo na casa da tia Perpétua. Eu preguei o evangelho, contei meu testemunho, todo mundo se converteu. Eu comecei profetizar pros meus tios, irmãos do meu pai e profetizar a graça de Deus e o amor. E todo mundo foi entregando a vida pro Senhor e palavra profética para cá e para lá. Irmãos, aliança com a família é quando você entende: "Eu sou um instrumento de bênção para minha casa. Aleluia! >> Eu sou um instrumento de bênção e eu vou transmitir bênção para minha casa. Eu vou transmitir bênção para os meus filhos. Aleluia! E a gente tem feito isso, irmãos, principalmente com a nossa filha especial. Nosso filho é convertido. Vocês conhecem, é o que toca violino comigo, participa do ministério. Mas a aurora, irmãos, parecia que não tinha condição de receber coisa nenhuma, mas ela recebeu a bênção. Você conhece Aurora, você vai ver o que essa menina é cheia de amor e cheio do amor de Jesus na vida dela. Uma moça amorosa, cheia do Espírito Santo, da graça do Senhor. Sabe por quê? Porque família é um lugar de transferência, de bênção. O Salmo 128 diz: "Bem-aventurado aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos. Do trabalho das tuas mãos comerás, feliz serás e tudo te irá bem". Aqui a palavra está dizendo que na casa do justo, tua casa é um lugar de bênção, onde vai ter provisão, onde vai ter felicidade e onde vai ter prosperidade. Aleluia! Diga: "Eu recebo." >> Eu recebo. >> Vai ter provisão. Não vai faltar o pão, vai ter felicidade. Sabe o que é felicidade, irmãos? É você poder deitar no travesseiro e dizer: "Obrigado, Senhor, como eu sou feliz." poder andar, ter um ministério dizendo para Deus: "Obrigado, Senhor, tudo isso é bênção. Eu estando num lugar assim, eu digo: "Senhor, obrigado, obrigado por essa missão de transferir a palavra, Senhor, de levar a palavra. Não tem coisa mais maravilhosa. Eu sou feliz, tenho um casamento feliz, tenho filhos felizes. Glória a Deus! Tenho um ministério, uma igreja feliz. Glória ao Senhor. E ministro pra gente feliz >> e pra gente onde tudo vai bem. Não tem mau tempo na igreja, irmãos. Sabe por quê? Porque todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, que são chamados segundo seu propósito. Romanos 8:28. Glória a Deus. E o propósito de Deus é muito claro em nos fazer ir bem, fazer que todas as coisas cooperem para o bem. Às vezes a coisa é tão encrencada, tão truncada, mas depois você vê, cooperou pro bem. Deus é muito fiel. Um dia, irmãos, eu eu estava no Rio de Janeiro e entrei sem querer numa rua que antes subia, mas agora que antes descia, mas agora só subia. E não me avisaram em Porto Alegre. Eu sempre ia naquela rua, na estrada da Boa Vista, que que era de mão dupla, depois ficou só a subida. Daí eu, como eu ia sempre na casa desse irmão, eu desci e peguei a ditua na contramão, na primeira curva, já bati de cara num golzinho e com uma caminhonete grande, diesel, estraçalhei o gol. Daí o rapaz saiu de dentro do gol e quando eu fui socorrer ele, que o carro dele ficou todo quebrado, ele olhou para mim: "Tu é o Azaf Borba?" Eu disse: "Eu sou, infelizmente, eu sou, infelizmente." Deus disse: "Me perdoa, irmão." Pois é, irmão. Pois é, que coisa triste. Daí já veio o guarda e a gente tava abraçado orando. Quando o guarda chegou, nos abraçamos ali orando e a gente começou a cantar: Deus é fiel. E o guarda chegou. Ah, vocês são evangélico? Daí a gente diz: "Sou, ah, eu sou desviado. Então vem para cá, seu guarda, que não vai mais ser desviado." E já impusei a mão no guarda e começamos a orar pelo guarda. O guarda me liberou. O senhor faz a volta aqui, né? O, a sua caminhonete ainda está andando, que eu montei em cima do golzinho assim, né, irmão? E aquela caminhonete grande destruiu o golzinho. Esperamos o guincho chegar para socorrer o gol. E foi o golzinho embora. Um mês depois, irmãos, eu recebi uma carta do rapaz do gol que eu dei meu endereço, telefone, tudo, né? Coloquei à disposição seguro, liguei pro seguro, pro seguro socorrer aquele carro inteiramente. Daí ele disse: "Irmão Azaf, eu queria só te dar o testemunho que aquele acidente foi uma bênção." Eu disse: "Bênção, sim." Ele escreveu sim, porque eu tava tentando vender aquele gol e eles e só pagava 50% da FIP. O seu seguro pagou 100%. E eu pude comprar um carro zero. Feliz serás e tudo te irá bem. >> Mesmo quando você não compreende, Deus está no controle. >> E a família é um lugar onde a gente vê com toda a clareza que Deus está no controle. Amém, irmãos. a quarta aliança. E eu vou terminar nessa quarta porque o resto vocês vão ler no livro, viu? Vai lá, pega o seu livrinho, ajude a abençoar nosso ministério. Bção. Depois eu vou ficar até lá, vou ficar lá assinando para quem quiser, tá? A última aliança é aliança com, não é a última, porque a última é aliança com o chamado, mas não tem tanto a ver com comunhão, seria mais sobre um chamado, que depois eu venho faço só um seminário do chamado aqui. Então eu vou terminar. Tem uma aliança com seus pastores e líderes. Isso foi algo primordial na minha vida ministerial. Se eu não tivesse pastoreio, liderança, se eu não tivesse aprendido o que fala, irmãos, em Hebreus 13:17, obedecei os vossos guias e sede submissos para com eles. Se eu não tivesse aprendido essa verdade, se isso não fosse uma verdade na minha vida ministerial, eu já teria degringolado há muito tempo. Porque como o meu querido Bravo falou aqui que foi abençoado, eu fui, irmãos, eu fui muito disciplinado e Deus me deu graça para acatar a disciplina. Eu nunca rejeitei a disciplina na minha vida, em vários aspectos da minha vida. como solteiro, depois como noivo, depois como casado, como um bom pai, como um pai não tão bom assim, né? Que tinha que ter correções. No ministério, então nem se fala, eu tive que ser muito corrigido, tive que aprender como me portar, como agir, como ministrar, como abençoar, como pregar. Muitas vezes em coisas práticas eu tinha que ter correção. Eu gostava daquele violão alto, né, da guitarra rasgando e daquela voz gritando e o meu pastor levantava imediatamente subia no púlpito, vinha no meu ouvido, dizia: "Não grita e abaixa o teu violão". E eu caí melancolia quando ele aprendeu aonde abaixava o violão. Foi um dia de muita tristeza para mim, porque ele nem me falava mais, ele já ia direto e punha no volume que ele queria. Mas foi assim que eu fui forjado. Mas isso me ajudou, irmãos, a obedecer e ser submisso. Liderança na na igreja, ela requer de nós um coração obediente e sumisso. Isso me trouxe muita bênção, muita bênção prática. Eu lembro quando eu já tinha uma certa estatura ministerial, eu sempre fui discipulado por esses mesmos irmãos. Eles sempre estavam no meu cangote a minha vida inteira, né? E depois nós moramos juntos 30 anos no mesmo prédio. Então eles viam tudo, eles ouviam tudo, né? E escutavam tudo quando o Azaf tava feliz cantando e quando o Azaf tava brabo e revoltado e irado e brigando com as crianças. E quando tava disciplinando em casa, ele batia na porta, o pastor batia na porta. Um dia ele entrou a porta dentro, né? porque queria saber o que tava acontecendo realmente, né? Ele ia com aquele espírito de amor e correção. E nós tínhamos essa liberdade, um discipulado verdadeiro, irmãos, discipulado verdadeiro é totalmente diferente de ter vida independente. É quando você deixa alguém interagir com a sua vontade. É quando alguém está liberado a interagir com a sua vontade. Não é apenas interagir com decisões. Pastor, eu tô pensando comprar um carro. Ah, vamos orar, meu filho. Já tenho dinheiro, já tenho, pastor. Então vai e compra o carro. Não é interagir com a sua vontade, com as coisas que estão falando com o seu ego. Eu lembro quando um grande ministério do Brasil veio para mim e disse: "Af, eu já ministrava louvor nesse nesses eventos, desse ministério. Por quase 10 anos eu era o ministro de louvor desses eventos. E chegou esse pastor, que era uma eminência no Brasil e chegou e disse: "Queremos alguém como você no nosso ministério, você vai ser diretor de comunicação." Eu sou formado em jornalismo, já trabalhei em televisão, já trabalhei em rádio, mesmo no ministério, né? Eu me formei como jornalista, gestor em comunicação e o e eu recebi esse esse esse convite e era um convite irrecusável. aquilo ia mostrar o quanto eu tinha crescido, desenvolvido, era importante, né? Para aquele ministério, eu cheguei pro meu pastor, disse: "Pastor, eu recebi o convite assim, assim e e e eu e a Rosana estamos sentindo que é de Deus uma coisa que vai nos capultar. Lá tem rádio, lá tem televisão, lá tem editora, lá tem gravadora, lá tem isso, lá tem aquilo, lá tem 12 andares de prédio e é tudo maravilhoso. Estão nos recebendo de braços abertos, vai ter salário, vai ter casa, vai ter isso, vai ter aquilo. Ele olhou para mim nos olhos e disse: "Af, nós vamos primeiro orar para buscar a boa, perfeita e agradável vontade de Deus. Se você quer viver debaixo desta nuvem da boa, perfeita e agradável vontade de Deus, como ouvimos de manhã, faça com oração. Não faça em oração. E ali, naquele processo, eu descobri uma coisa muito importante pro ministério, irmãos. Mais importante do que o chamado é o envio. E eu quero que você anote isso no seu coração. Mais importante do que um chamado é o envio. É você ter a bênção de alguém estar te enviando. Não apenas estar chamando. Chamado a gente tem de tudo quanto é lugar. Aqui posso ficar aqui, vou ter inúmeros chamados, né? Eu fui por esse mundo afora, sendo chamado para tudo quanto é canto, igreja, denominação, disso, daquilo. Mas, irmãos, neste dia eu, n, nesse processo desse convite, eu descobri a bênção do envio. E 40 dias depois, aproximadamente, os pastores e todo o presbitério da igreja me chamou e disse: "Ó, Azaf, nenhum de nós tem paz. Nós podemos orar por você. Mas nenhum nem ninguém no presbitério teve paz em você ir te associar a esse ministério. E eu fui para casa, né, com o rabo entre as pernas, meuruca, jururu. Vou ter que ligar pro irmão. Primeiro sentei com a Rosana pálido, disse: "Rosana, ninguém na igreja, nenhum dos líderes, nem do presbitério, ninguém teve paz na nossa mudança. Ela é tão relevante para nós, vai nos colocar no outro patamar". E uma vozinha no meu ouvido dizia: "Ó, tão tentando apagar o teu ministério, tão tentando te pôr para baixo, ó, tão com inveja, isso e aquilo e bá bá, aquelas vozinha que a gente ouve. Mas meus amados, cada vez mais tinha uma outra voz: voz: "Vá quando for enviado, tenha em qualquer envio da sua vida a bênção do envio." E aquilo definiu aquele convite, irmãos. E a história, eu não preciso contar, não preciso dizer nomes, mas tudo aquilo ruiu em pouco tempo e se acabou. E eu estaria envolvido, assim como irmãos estiveram envolvidos em tudo quanto é tipo, né, de problemas, inclusive financeiros, de patrimônio disso e daquilo. Eu estaria no meio de tudo aquilo, porque eu sou um homem que me entrego. Eu vou em um lugar, eu me entrego completamente. Nem o horário eu consigo cumprir, viu? Porque eu me entrego completamente. Eu ficaria aqui ministrando esse assunto, viu, Douglas? Eu me entrego completamente, nem o horário eu consigo cumprir, viu? Por qu, irmãos? Por quê? E eu teria me entregue totalmente, mas por causa da obediência e da submissão, eu fui salvo. Tem muitos outros assuntos da minha vida pessoal, particular, inclusive casamento, relacional, que eu poderia falar aqui que a autoridade, ser pastoreado, me livrou absolutamente de ter um um ministério num outro patamar. E o ministério que Deus me deu foi num outro patamar. Um dia os meus pastores sentaram comigo e disseram assim: "Olha, você tá começando esse ministério itinerante de igreja em igreja, de porta em porta, de cidade em cidade, de nação em nação." Mas nós queremos te dizer uma coisa, os dois falaram isso na minha frente. Nunca cobre pelo seu ministério, não ponha preço no seu ministério. Aquilo foi uma lança no meu espírito. Da eles disseram assim: "O verdadeiro homem de Deus não recebe de homens, recebe de Deus". >> E eu poderia fazer um seminário sobre provisão, um seminário do que foi o ministério Life todos esses anos, no que diz respeito à provisão, sem cobrar cachê, sem cobrar nada de ninguém. Deus nos trouxe até aqui com prosperidade. Deus nos trouxe até aqui com patrimônio, com estúdio, com produtora, com editora, com tudo que tem direito, com mais de 2 milhões de discos vendidos pelo mundo afora em nove línguas, em 20 nações diferentes, produzindo, gravando e cedendo música para todo mundo. Ai, eu não cobro por música também. Eu dou minhas músicas de graça para todo mundo. Todo mundo que quiser gravar. Ontem, ontem, ontem ele ligou o cara de uma grande gravadora. Olha, nós estamos interessados no teu catálogo, isso aquilo, aquilo e oferecendo não sei quantos mil ou milhões pelo meu catálogo. Daí eu disse: "E como que é para outras pessoas gravar?" Eu disse: "Eu quero que todo mundo continue tendo acesso para gravar de graça as minhas músicas. É, para isso a gente vai ter que fazer um contrato especial." Eu disse, qualquer linguagem que eu entendo é essa. É de graça receber, de graça dai. Mas isso eu aprendi, irmãos, no discipulado verdadeiro. >> No discipulado verdadeiro. E eu deixo esses quatro pilares e espero que vocês levem esse conteúdo paraa sua casa, pra sua vida, pro seu ministério. São os pilares que sustentam a minha vida e o ministério nesses 50 anos. E que Deus abençoe vocês. Aleluia.