Igreja Presbiteriana do Brasil
27 de setembro de 2026
3h 25min
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Nota deste sermão
91
de 100 pontos
É uma exposição forte e pastoralmente saudável de 2Timóteo 4:1-5, fiel ao evangelho e crítica à prosperidade, com pequenas imprecisões em Jeremias 15:18/20:9, na combinação de Mateus 25:21-23,34 e em algumas generalizações metodológicas.
Critérios e notas consideram a tradição Reformada / Calvinista (Igreja Presbiteriana do Brasil)
Análise gerada por IA em 02 de outubro de 2026 · entenda a metodologia e os limites →
Participe AO VIVO do Congresso APECOM 2026 (25‑27 SETEMBRO/2026, Gravatá‑PE)! Com preletores como Rev. Rosther Guimarães, Rev. Ronaldo Lidório e Rev. Lutero Rocha. Tema: “FAÇA DISCÍPULOS: Comunique o Evangelho em todo tempo e lugar” Momentos de louvor com Vitor Quevedo SÁBADO - MANHÃ Dia 27 de Junho 08:00 hs – Abertura, louvor e adoração 08:40 hs – Palestra 02 09:20 hs – Intervalo – coffee break 10:20 hs - OFICINAS - Divisão 12:00 hs – Almoço Compartilhe, inscreva‑se e ative o 🔔 para acompanhar cada transmissão e impactar sua fé na santidade! --------------------------------------------------------------- Igreja Presbiteriana do Brasil - Instagram: instagram.com/ipboficial - Facebook: facebook.com/ipb.org.br - Site: https: ipb.org.br - Multi IPB: https://multi.ipb.org.br/ #CongressoAPECOM2026 #ipb
vida nele. [música][canto] Vamos desfrutar a maravilhosa graça. [música] Louvado seja o Senhor Jesus pela sua maravilhosa graça. [música] Jesus, Senhor, [canto] me achego a ti. Tua [música] ira santa [canto] merece. O teu favor estende [canto][música] a mim. Aceita um pecador. [música] Eu venho como estou. Eu venho [música][canto] como estou. Porque [canto][música] Jesus por mim morreu. Eu venho como estou. As minhas culpas grandes são, mas tu que não [música][canto] morreste em vão, me podes conceder [música][canto] perdão. Aceita o pecador. [música] Eu venho [canto] como estou. Sim, venho como estou. Porque Jesus [música][canto] por mim morreu. Eu venho como estou. [música] Ó, vem [música] [canto] agora, Salvador, livrar-me [música][canto] por teu grande amor. Pois [música] tu, Jesus, és meu Senhor. Aceita [música][canto] o pecador. Eu venho [canto] com est. com est. Te venho [canto] como estou. [música] Porque Jesus por [canto] mim morreu. Eu venho [música] como estou. Porque Jesus por [música][canto] mim morreu. Eu venho com [música] Glórias a Deus. Amém. Irmãos, nós temos uma uma informação importante aqui para você que é pastor. Quem aqui é pastor levanta a mão. Isso. Coisa boa. Ah, ali fora você vai poder pegar exemplar desse livro aqui, ah, 0800 para você, pastor, tá? gratuitamente. É um livro de devocionais, 50 dias de oração pela família, que foi escrito por um grupo de pastores. Então, você tem aqui 50 devocionais para você eh eh poder trabalhar aí o tema da família. Ah, e você pode também adquirir isso aqui, esse livro, ah, num grande volume. Há um desconto, se você quiser levar 10, 15, 20 livros desse aqui fora. Foi organizado pelo nosso irmão Petrônio Tavares, que tá aqui conosco também. E vai, e ele estará ali fora no stand para ah você pegar com ele o seu exemplar. OK, irmãos? Sem mais eh delongas, eu quero chamar aqui à frente nesse momento reverendo Lutero, Lutero Rocha, também o presbítero Ciro. Nós vamos nesse momento ouvir a palavra do Senhor. do Senhor. Seja esse também um momento de enlevo espiritual e de edificação para todos nós. Pai de amor, a tua palavra vai ser exposta nesse momento. Nós queremos te pedir tua bção pelo reverendo Lutero e que o Senhor o use, Senhor, com grande poder, com grande força para nos trazer a tua mensagem. Que nós possamos, Senhor, ser edificados por ela, ser desafiados por ela, ser podermos colocar em prática, Pai, o que será nos falado nesta manhã. Sua a vida dele. Guarda, Senhor. É a nossa oração em nome de Jesus. Amém. >> Amém. Queridos irmãos, eu quero saudar a todos no nome precioso do nosso Senhor Jesus. Amém. >> Estamos aqui com temor e tremor, mas na dependência do Senhor. Quero agradecer muito a generosidade dos irmãos da Pecon e que privilégio meu estar com vocês. Tive o privilégio também de rever irmãos queridos, conhecer outros irmãos. E ontem à noite nós fomos tão abençoados, não é verdade? Palavra de Deus falou ao nosso coração. Fomos impactados, não é? Nós ouvimos a respeito de como nós devemos pregar, como nós devemos pregar Cristo, anunciar o Senhor Jesus. Ele, Ele, como diz o nosso querido Ronaldo Lidório, o evangelho é o Senhor Jesus, é ele suas virtudes, sua obra preciosa, gloriosa. Nós precisamos fazê-lo com humildade, na dependência do Senhor, para que a glória seja sempre dele e fazê-lo poderosamente. Ele nos abençoe nesta manhã, nos ilumine os olhos do coração e nos conduza para toda a verdade. Quero convidar você a abrir a palavra de Deus. Segunda carta de Paulo a Timóteo, capítulo 4. Segunda epístola de Paulo a Timóteo, capítulo 4. Eu eu estou com a versão naa. O título que tem aqui em é a fidelidade na pregação. É exatamente isso que nós queremos falar nesta manhã. ah, destacando aqui algumas marcas da fidelidade na pregação. E assim diz a palavra de Deus, diante de Deus e de Cristo Jesus, que há de julgar vivos e mortos, pela sua manifestação e pelo seu reino, peço a você, com insistência que pregue a palavra, a palavra, insista, quer seja oportuno, quer não, corrija. Repreenda, exorte com toda paciência e doutrina, pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina, pelo contrário, se rodearão de mestre, segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos. E ele diz mais claramente, né? Eles se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas. fábulas. Mas você Mas você seja sóbrio em todas as coisas, suporte as aflições. Faça o trabalho de um evangelista. cumpra plenamente o seu ministério. É aqui, queridos, a nossa oração é a do salmista. desvenda os meus olhos para que eu contemple as maravilhas da tua lei. Vejam que esse texto precioso nos fala da fidelidade à palavra, da excelência diante de Deus e da perseverança no ministério. E eu queria destacar aqui o texto chave que é que está aqui no verso 2. Prega a palavra. Esteja pronto a tempo e fora de tempo. Essa, esse é o chamado, queridos. Quando pastor Rosa estava pregando ontem, aquele texto precioso da carta de Paulo aos Coríntios, da primeira carta, Paulo escreveu primeiro aos Coríntios quando estava na sua terceira viagem missionária, ele ainda iria passar por muitas adversidades e tribulações. Agora Paulo está vivendo os últimos dias da sua vida. Ele é o ocaso da sua vida e é a parte final do seu ministério. E ele tem uma palavra de Deus para o seu filho na fé, o jovem pastor Timóteo, estabelecido lá em Éfeso, enfrentando muitas lutas e muitas adversidades. Alguns abandonando por conta da perseguição, com vergonha do nome do Senhor. E essa carta de Paulo é uma carta de exortação. Isso é tão maravilhoso a gente olhar pra vida do apóstolo Paulo e saber que no final da sua vida ele continua com o mesmo vigor, ele continua com o mesmo entusiasmo, ele continua aproveitando as oportunidades. Ele quando estava sendo julgado, ele não teve um advogado de defesa. Ele disse: "Ninguém foi a meu favor, mas o Senhor me assistiu e ele aproveitou ali diante daquele tribunal para dar o seu testemunho, para falar de Cristo até o último momento da sua vida, né? E nós não lemos aqui, mas a parte mais adiante, que é o versículo 6, que nós conhecemos também, né? Ele tem essa convicção. Já estou sendo oferecido por libação. O tempo da minha partida é chegado. Combati o bom combate, completei a carreira e guardei a fé. Já agora, a coroa da justiça me está reservada, a qual o Senhor reto e juiz me dará naquele dia. E não somente a mim, mas a todos quantos amam a sua vinda. É graça de Deus na vida do apóstolo Paulo. Quem nos sustenta é o Senhor. É o Senhor quem nos faz perseverar. É o Senhor quem nos dá ânimo, queridos irmãos. Então, eu queria eh estudar com vocês essa passagem bíblica e percebendo aqui o cenário dessa última exortação do apóstolo Paulo. Paulo. E há uma pergunta que fica evidente aqui quando estudamos essa epístola. A pergunta é: O meu ministério está sendo bem-sucedido? Geralmente nós perguntamos assim, mas a pergunta que conta é: Eu estou sendo fiel ao Senhor que me chamou? Antes o apóstolo Paulo já havia dito: "Tenho sofrido todas essas coisas, mas não me envergonho, porque eu sei em quem tenho crido." Louvado seja o nome do Senhor. E que nós sejamos encontrados fiéis também, queridos. o que é mais importante para nós. E temos pregadores aqui, temos presbíteros, temos líderes, missionários, evangelistas e nós temos membros das nossas igrejas que são missionários também. E a pergunta que eu faço aqui, o que é mais importante? O sucesso ou a excelência? Qual é o padrão bíblico do ministério? O sucesso, segundo os padrões humanos. a visibilidade, a influência, o prestígio, o reconhecimento, o que é importante. Mas, queridos, a excelência bíblica mede a fidelidade ao chamado de Deus e à palavra. Mesmo quando há poucos aplausos, mesmo quando não há reconhecimento, o servo de Deus, a serva de Deus são chamados não para agradar a homens, mas para agradar a Deus. E essa deve ser sempre a nossa motivação, agradar ao Senhor. Isso deve marcar o nosso reconhecimento. Aos Coríntios também Paulo escreveu: "Ora, o que se requer dos despenseiros é que cada um seja encontrado fiel. Isso é o que conta, que cada um seja encontrado fiel." E nessa pequena porção das escrituras que lemos, nós encontramos aqui oito marcas da fidelidade. E eu queria em poucas palavras destacar essas oito marcas. A primeira delas é a gravidade da comissão. Quando Paulo está exortando Timóteo, chamando Timóteo, convocando Timóteo, ele o faz com solenidade. Vejam aí o verso primeiro. Conjuro-te perante Deus. e Cristo Jesus. Aqui está a gravidade da comissão. Nós estamos diante de Deus, nós estamos servindo ao Senhor e o nosso compromisso primeiro é com o Senhor. Depois ele fala sobre o conteúdo dessa vocação e desse chamado. Prega a palavra. Não nossas ideias, não nossos conceitos, não a tendência da moda, mas prega a palavra. Diz aí o verso 2, a parte a terceira, terceira marca da fidelidade é o alcance desse chamado. Nós devemos estar prontos, corrigir e repreender e exortar com base na palavra de Deus. Quarta marca é a urgência. versos 3 e 4. Vejam a urgência dessa desse nosso ministério, porque haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina. A quinta marca é atitude. Verso 5, a parte de ser sóbrio em todas as coisas. Sexto, sexta marca é o custo desse chamado. Parte B do verso 5, sofre as aflições. aflições. E ainda uma sétima marca na parte C do verso 5, fase o trabalho ou faz a obra de um evangelista. Então, por fim, o objetivo da missão, cumpre o teu ministério. Então, vamos pensar aqui nessas marcas da fidelidade. Todos nós que estamos aqui somos servos de Deus. Fomos alcançados pela graça, fomos lavados no sangue de Jesus, selados com o Espírito Santo da promessa. promessa. Como escreveu o apóstolo Pedro, nós somos raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamarmos as virtudes daquele que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz. Queridos, esse deve ser o conteúdo da nossa mensagem, da nossa pregação, da nossa evangelização, do discipulado que nós fazemos em nome de Jesus. Então, primeiro lugar, eu queria pensar com você a respeito da gravidade desse chamado. Nós temos aqui uma ordem solene. Quando Paulo, em seus últimos momentos, está chamando Timóteo e sacudindo Timóteo e despertando, ele chama Timóteo a máxima atenção e a responsabilidade. Ele está dizendo aqui, o nosso ministério acontece diante do Senhor Deus, diante de Cristo Jesus. Nós estamos diante dele. Na segunda carta aos Coríntios, capítulo 2o, Paulo fala sobre essa verdade. Porque, queridos, o triste mercantilismo da fé não é coisa dos nossos dias. Já nos dias do apóstolo Paulo havia os mercadores da fé, os falsos mestres, assim como na antiga aliança, os falsos profetas. Mas o apóstolo Paulo diz com convicção: "Graças a Deus que em Cristo sempre nos conduz em triunfo." E ele diz mais: "Nós não estamos como tantos outros mercadejando a palavra de Deus. Antes nós falamos com sinceridade da parte de Deus e na presença do próprio Deus. O que o apóstolo Paulo está dizendo é o seguinte: é possível enganar as pessoas. É possível não ser sincero. É possível ter um discurso pronto, palavras bonitas, palavras impactantes e não ser sincero, mas é impossível esconder-se de Deus. É diz: "Nós falamos na presença de Deus e nós falamos também da parte do próprio Deus". Então, queridos, o nosso ministério tem uma dimensão eterna. e nós seremos julgados pelo Senhor. Então, é o Senhor quem avalia a nossa vida, é o Senhor quem nos conhece, é o Senhor que sabe de nossas intenções, das nossas motivações, porque fazemos determinadas coisas, é ele que conhece e nós iremos um dia prestar contas ao Senhor. Não é sem razão que Tiago, naquele capítulo três, que nós sempre identificamos como o capítulo que fala sobre o perigo da língua, mas no versículo primeiro ele trata de algo absolutamente sério. Ele diz que aqueles que ensinam, aqueles que são mestres, eles receberão juízo mais severo. Então, nossa vida, queridos, é diante de Deus. Aquela expressão latina que foi cunhada pelos reformadores, coranteu, coranteu, vivendo na presença de Deus. Nós estamos na presença de Deus e nós precisamos, nós pastores, devemos pastorear a igreja do Senhor, alimentar o povo de Deus, pregar positivamente a palavra de Deus. Nós devemos nos preparar, nós devemos trabalhar, estudar, meditar, orar, depender de Deus. E sempre que estivermos fazendo o nosso trabalho, precisamos ter essa consciência. Nós estamos na presença de Deus. Nós estamos diante do Pai, nós estamos diante do nosso Senhor Jesus Cristo. Então, guarde isso. O nosso ministério diante do olhar de Cristo. Um pregador fiel, ele se preocupa não apenas com que as pessoas conseguem ver, mas com aquilo que somente Deus consegue ver. E como nós devemos ser tomados, queridos, pelo temor de Deus. Então, motivação, motivação, integridade, santidade, preparo, fidelidade estão diante de Deus. Nós pregadores não podemos deixar que aí prepare o nosso sermão, o nosso estudo bíblico. Nós devemos nos fatigar no estudo das Escrituras Sagradas, meditar, guardar a palavra no coração, buscar a presença de Deus, orar, pedindo iluminação ao Senhor, orando pelas pessoas que nos ouvirão. ouvirão. Então, nós precisamos ser honestos diante do Deus santo, cujos olhos são penetrantes. O Deus que conhece os pensamentos, o Deus que sabe das palavras quando nem chegaram à nossa boca ainda. O Deus que nos vê. O apóstolo Paulo, no mesmo capítulo 4 de primeiro aos Coríntios, ele falou com convicção: convicção: "Aquele que me julga é o Senhor". Ele disse: "Pouco me importa ser julgado por outros. outros. Quem me julga é o Senhor. Então, a pergunta central do nosso trabalho, do nosso ministério, não é como eu fui recebido? A pergunta certa é: Eu fui fiel à palavra e eu fui fiel ao Senhor? O apóstolo Paulo foi tão agraciado por Deus que quando ele chega ao final da sua vida, queridos, e ele chegou de uma maneira tão diferente do que prega o evangelho da prosperidade, não é mesmo? Ele pede coisas tão simples. Ele pede a capa que havia deixado na casa de carpo. Ele pede os livros, especialmente os pergaminhos. Aquele homem amava a palavra de Deus. Queridos, procura viver comigo, Timóteo. Apressa antes do inverno. Assim terminou a vida daquele homem de Deus, tão abençoado pelo Senhor. Ele mesmo, se tivéssemos falando aqui diante dele, ele diria: "Não, não, não. Eu nem sou digno de ser chamado apóstolo. Eu persegui a igreja de Cristo. Eu sou o principal dos pecadores. Mas a leitura que nós fazemos da graça de Deus é que a graça de Deus alcançou aquele outrora inimigo do evangelho, aquele que queria destruir a igreja do Senhor e fez dele um pregador fiel, um mensageiro fiel, um apóstolo fiel. E ele terminou os seus dias de vida, tendo sido encontrado fiel, aproveitou as oportunidades diante do juízo romano. Ele abriu a sua boca para falar de Cristo, para dar o testemunho de Cristo. Louvado seja o nome do Senhor Cristo. Que nós sejamos encontrados fiéis também naquele dia. Como disse um velho pregador, [roncando] sucesso na vida significa terminar os seus dias. tendo aprovação de Deus e ouvir do Senhor, vinde bendito, de meu pai, entra no gozo do teu Senhor. Mas segundo lugar, queridos, o conteúdo dessa dessa nossa missão que é pregar, a ideia aqui do verbo é o de proclamar publicamente uma mensagem que tem poder e autoridade. E é bom que a gente diga isso. A mensagem não pertence a nós. A mensagem não é nossa. A mensagem é de Deus. Nós somos araltos do rei. Nós anunciamos aquilo que o rei determinou. Não são nossas palavras, mas é a palavra de Deus, queridos. Então, a exortação é prega e prega a palavra para a revelação de Deus. Nós estamos vivendo esses dias quando tem mídia, que tem muitos seguidores, está dizendo: "Nós precisamos fazer uma releitura da Bíblia". A Bíblia foi escrita em um outro tempo, em uma outra época, uma outra cultura. Os tempos mudaram. Nós precisamos fazer uma releitura da Bíblia. Mas todos nós temos essa convicção. Toda escritura é inspirada por Deus e é útil para o ensino, para repreensão, para correção, para edução na justiça, a fim de que todo homem seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra. É Cristo Jesus, o verbo encarnado, a palavra viva, é o evangelho da graça, é essa mensagem. Prega a palavra, queridos irmãos, toda a verdade das Escrituras. Quando Paulo reuniu os presbíteros de Éfesos lá em Mileto, estava subindo para Jerusalém, o tempo era escasso, por isso ele não quis ir a Éfeso, chamou os presbíteros. E ele fez uma uma síntese do seu período ali na Ásia Menor. 3 anos. Jamais deixei de vos anunciar coisa alguma proveitosa e o fiz publicamente e também de casa em casa. Jamais deixei de vos anunciar todo o conselho de Deus. Estava Estava lendo sobre Joonox, quando ele passou um período fugindo da perseguição, passou um período lá em Genebra e ele ficou tão impactado com o que estava acontecendo em Genebra e ele chegou a fazer essa afirmação que ele encontrou lá a mais impactante escola de Cristo. Cristo. depois do tempo apostólico, porque ele encontrou ali a pregação fiel da palavra de Deus. João Calvino, outros servos de Deus, foram expositores das escrituras. Quando Calvino foi expulso de Genebra, esteve aquele período em Estrasburgo, e depois ele retornou, ele retomou a série de pregações, exatamente a partir do versículo onde havia parado. Aquela igreja foi alimentada com a palavra de Deus. E eu queria fazer um chamamento aqui a todos os pregadores. Queridos, preguemos a palavra de Deus sequencialmente. Preguemos os livros da Bíblia. Nós precisamos pregar toda a Bíblia. Nós incentivamos os nossos irmãos, nossas ovelhas, para que leiam toda a Bíblia. E nós precisamos pregar toda a Bíblia. Foi assim que fez o Engleo. E foi assim. Esse é o testemunho da história que começou a reforma na Suíça na Suíça com a exposição fiel da palavra de Deus. Ele começou em Mateus, capítulo primeiro, percorreu todo o Novo Testamento, depois foi ao Antigo Testamento. Nós precisamos pregar não os nossos temas preferidos, nossas escolhas, aquilo que a congregação quer ouvir. Nós precisamos pregar todo o conselho de Deus, proclamar a palavra de Deus, a revelação de Deus. E nós sabemos muito bem, queridos, que a autoridade do púlpito não está na personalidade do pregador, mas está na palavra que ele proclama, na palavra de Deus. Então, esse é o conteúdo. E por que a palavra de Deus deve governar a pregação? Porque quando a palavra de Deus é exposta, Deus está falando e não o homem. Não são ideias dos homens, mas é a palavra de Deus. A gente lê na no Antigo Testamento os profetas de Deus. Assim diz o Senhor. Mas depois Deus falou por boca do profeta Jeremias: "Eis que sou contra esses profetas que pregam a sua própria palavra e dizem: "O Senhor disse, nada disso. O Senhor disse, nunca os enviei." Então, queridos, preguemos a palavra. palavra. Assim diz o Senhor. A exposição fiel da palavra mantém o pregador submisso à direção do Espírito Santo. Porque o Espírito Santo que inspirou a palavra é aquele que ilumina, é aquele que ensina, ele é o mestre divino. divino. Eu gosto muito daquela definição de pregação expositiva de Radam, que ele diz: "A pregação expositiva é a comunicação de um conceito bíblico, de uma ideia bíblica, de um texto bíblico em seu contexto histórico, literário e gramatical, que o Espírito Santo aplica a vida do pregador e através dele aos seus ouvintes." Por que a palavra de Deus deve governar a pregação? Porque obriga-nos a proclamar também verdades difíceis difíceis e não apenas aquelas palavras mais agradáveis, porque forma uma congregação biblicamente madura, que aprende a estudar as Escrituras Sagradas. lendo sobre o trabalho que aconteceu em Genebra, no ministério de Calvino, é que a mente das pessoas era moldada pela verdade da palavra de Deus. Mas também pregamos a palavra porque ela carrega a autoridade divina, não a persuasão humana, mas a autoridade divina. E porque a palavra de Deus é instrumento para a transformação do próprio pregador e daqueles que ouvem. Então esse é o trabalho nosso como crentes, como membros da igreja, como evangelistas, missionários, presbíteros, diáconos, pregadores, pregar a palavra, evangelizar com a palavra de Deus, pregar a palavra, ela deve governar a nossa pregação. E por isso que estou insistindo aqui na pregação expositiva, porque a pregação expositiva, ela deixa o texto falar. Ele pergunta: "O que é que o Espírito Santo está dizendo?" E então ele explica a palavra e aplica a palavra de Deus. Então é a voz de Deus. Quanto mais a pregação depende da Escritura, menos espaço haverá para opiniões pessoais. Como disse o apóstolo Paulo segundo aos Coríntios 4:5, nós não pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus como Senhor. Então, que seriedade. Estamos diante de Deus e compromisso pregar, proclamar a verdade de Deus. terceiro lugar, o alcance desse chamado aqui. Percebam, queridos, que devemos estar prontos para a urgência. O texto aqui está falando de preparo e de vigilância há tempo e a fora de tempo. Significa fidelidade, sempre fidelidade, quando é conveniente e e quando não, quando há receptividade e quando há resistência. A palavra de Deus não deve ser submetida às tendências da cultura, à popularidade, ao desejo de aprovação. Partmente, gosto muito do profeta Jeremias, né? Jeremias foi um pregador fervoroso, era humano, susceptível ao sofrimento e a dor e às dúvidas. dúvidas. Porque aquele pregador cheio da graça de Deus chegou até a perguntar ao Senhor: "Senhor, será que és para mim como ribeiros ilusórios? Porque ele sofreu dentro da sua própria casa. Ele sofreu do seu povo. Ele sofreu da parte das autoridades, mas ele foi um pregador fiel. E nós lemos lá no capítulo 20, versículo 9, Jeremias sentiu a palavra de Deus como fogo ardente encerrado nos seus ossos. E aqui, vejam o alcance da palavra de Deus. O texto diz: "Corrigir, exortar e repreender." Então, corrigir a ideia de refutar o erro, mas fazê-lo pela escritura, refutar o erro da pela escritura, refutar o erro da conduta e o erro também da doutrina, mas fazê-lo com conteúdo da palavra de Deus. Nessa mesma epístola, Paulo disse a Timóteo, capítulo segundo, não é bom que o servo do Senhor viva a contender. Antes deve ser brando para com todos, apto para instruir e paciente. Como é que vamos fazer isso? Ensinando a palavra, corrigindo com a palavra. Ele diz não apenas corrigir, mas repreender, ou seja, confrontar o pecado, de modo que o pecador ele perceba a gravidade que é pecar diante do Deus santo e depois exortar. que literalmente seria aqui aproximar-se com amor, eh, encorajar, chamar a obediência e ao ministério. Então, o ministério fiel não faz essa escolha, amor ou verdade, não. Não existe esse tipo de escolha. confronta o pecado com a verdade e ministra as pessoas com amor, com aquele desejo de ver mudança, de ver arrependimento. Efésios 5:11. Não participem das obras infrutíferas, perdão, as obras infrutíferas das trevas. Antes, porém, reprovai-a. E aqui fica evidente também, a verdade de Deus precisa ser proclamada, ensinada com paciência. Vejam, fidelidade não é agressividade, né? Por isso que o texto diz, não é bom que o servo do Senhor viva a contender. O servo de Deus deve repreender, porém fazê-lo sem perder a mansidão. E o termo que aparece aqui para paciência envolve perseverar com as pessoas que resistem, aquelas pessoas que são mais endurecidas, né? E depois o texto fala de instrução, que é exatamente mostrar a palavra de Deus, né? Nós não fomos chamados apenas para dizer as pessoas: "Você está errado". Mas nós fomos chamados para mostrar o caminho, para mostrar a a verdade de Deus, a palavra de Deus, a fim de que essa pessoa seja alcançada pelo Senhor. Romanos 2:4 Deus, queridos, como o Senhor é paciente conosco. Nós devemos tratar as pessoas com a mesma paciência daquele que é o grande pastor. Caminhando, avançando um pouco mais, queria falar sobre a urgência da comissão, né? Paulo não promete que a igreja sempre receberá bem a sã doutrina ou o campo missionário. Certamente, e sempre nós sabemos disso, que haverá resistência. Mas ele diz, "Haverá tempo em que não suportarão a verdade, não suportarão a sã doutrina, não é? Mas quando a verdade é rejeitada e as pessoas procuram alimentar os seus desejos, quando elas não querem ouvir, nós devemos aproveitar a as oportunidades, né? Porque o texto tá dizendo, haverá, chegará um tempo quando as pessoas não suportarão a sã doutrina. Queria agora destacar a atitude que nós devemos ter. Paulo diz assim: "Ser sóbrio em todas as coisas". E sobriedade aqui é manter a cabeça no lugar, literalmente. Está falando aqui de equilíbrio, de firmeza, porém com discernimento. Nós não podemos ser governados pela euforia dos aplausos e também não devemos ser governados pela frustração da rejeição. Todos nós sabemos, querido, estamos vivendo uma época de mudanças que acontecem tão rapidamente, não é? Mas nós fomos chamados, como Paulo escreveu, aos Tessalonicenses, não para agradar a homens, mas a Deus que prova o nosso coração. Nós precisamos ser encontrados fiéis, vigilantes e espiritualmente sóbrios. E aqui Paulo nos ensina, o Espírito Santo nos ensina como cultivar a sobriedade cristã e ministerial. É pela palavra, é a leitura, a meditação, a memorização, o estudo profundo e contínuo da palavra de Deus. Nós precisamos ser alimentados pela palavra de Deus. Queridos, nós estamos vivendo nessa época da tecnologia que tem uma facilidade tão grande de nos desviar, não é verdade? Quando a gente acorda, antigamente, quando não tinha essas redes sociais, a gente acordava e a primeira coisa que fazia era uma oração agradecendo a Deus pelas misericórdias renovadas, né? A tendência nossa hoje é abrir os olhos e olhar para pras redes sociais, pras mensagens, paraa agenda, pros compromissos, né? Como nós precisamos, queridos, começar com a palavra de Deus e com a verdade de Deus. George Miller, que todos nós conhecemos pelo trabalho que ele fez, cuidando de órfãos e sendo sempre sustentado pelo Senhor, experimentando a provisão do Senhor. Foi um homem de oração, chegou a a fazer uma lista de suas orações atendidas, né? Mas em um capítulo quando ele fala a respeito da meditação, ele chamou atenção. Isso me surpreendeu quando eu li pela primeira vez aquele homem de oração. Ele disse que houve ocasiões na sua vida quando ele começava o seu dia com a sua devocional. Esse às vezes passava 15 minutos, meia hora, 45 minutos, uma hora sem conseguir orar. Era como se o céu estivesse em bronze. Ele não conseguia derramar o coração diante de Deus. Até que ele aprendeu aprendeu a meditar nas escrituras antes de orar. E ele disse, eu começava lendo as escrituras. As escrituras aqueciam meu coração. As escrituras me levavam à oração. A oração me trazia de volta à escrituras. Como disse John Stort, meditação é leitura regada com a oração. Então, queridos, nós precisamos cultivar a sobriedade ministerial e espiritual, estudo contínuo e profundo as escrituras, ler e meditar, guardar no coração. A gente percebe um paralelo entre as cartas que Paulo escreveu aos Efésios e aos Colossenses. Aos Efésios ele disse: "Não vos embriagueis com o vinho, mas enchei-vos do Espírito Santo". E aos Efésios ele disse: "Habite ricamente em vós a palavra de Deus". E vejam que esse habitar da palavra produz os mesmos efeitos que uma vida cheia do espírito. Então, uma vida cheia do espírito é uma vida cheia da palavra, palavra, oração e também, queridos, algo muito importante, a autovigilância, o exame das nossas motivações, do nosso caráter, da nossa vida espiritual. Aquele que pensa estar em pé, cuide que não caia. Mas a palavra de Deus nos alenta também, nos encoraja dizendo: "Não vos sobrevei tentação que não fosse humana, mas Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças. Pelo contrário, juntamente com a tentação vos proverá livramento de sorte que a possais suportar." Então, o Senhor provê os meios. Pedro fala sobre isso no capítulo primeiro da sua segunda carta, que o Senhor já providenciou todos os meios para uma vida cristã vitoriosa. E mais, o Senhor Jesus também, diz o escrito aos Hebreus, ele foi tentado em todas as coisas à nossa semelhança. Ele sabe o que é ser tentado, mas diz também que ele é poderoso para socorrer os que são tentados. Então, queridos, nós precisamos dessa autovigilância, como cantamos há pouco, Jesus, Senhor, me achego a ti. Nós precisamos orar ao Senhor. Sonda o meu coração, prova-me, conhece-me. Vê se há em mim algum caminho mau, guia-me pelo caminho eterno. Nós sabemos, queridos, já somos salvos em Jesus. Já fomos salvos da culpa do pecado, do poder do pecado, mas ainda não nos livramos da presença do pecado. Todos nós somos susceptíveis à queda, disse o Senhor. Vigiai e orai, para que não entreis em tentação. Então, nós precisamos cultivar a sobriedade ministerial, a palavra, a oração, a autovigilância. Quais são minhas motivações? Como está a minha vida espiritual? e o meu caráter. Nós precisamos também de discernimento, distinguir a verdade, o erro, as tendências tendências e as preferências da nossa época e a perseverança, mesmo quando não vem logo uma resposta, mas perseverança. Nós não fomos chamados para converter ninguém. ninguém. Essa é uma obra do Espírito Santo que faz aplicando a palavra. A fé vem pelo ouvir e ouvir pela palavra de Cristo. Mas nós precisamos ser araltos fiéis, falar a verdade de Deus e fazê-lo com perseverança. O qual é o custo dessa nossa vocação e do nosso chamado? Vejam que Paulo não esconde de Timóteo o preço do ministério. Ele fala e ele associa aqui também fidelidade ao sofrimento. Fidelidade e sofrimento caminham juntos em um mundo caído e que rejeita e que resiste ao evangelho. O próprio Paulo estava preso. Quando você lê Segunda aos Coríntios, capítulo 6, capítulo 11, especialmente o capítulo 11, ele diz: "Fui fustigado com varas, chicoteado, apedrejado em perigos em perigos nos rios, nos mares, entre patrícios, entre estranhos, fome, perigo, frio, nudez, espada, quantas coisas ele passou. E agora quando ele escreve a Timóteo, ele está nos últimos momentos da sua vida. Ele havia experimentado tudo isto. tudo isto. O ministério fiel exige um custo. Todos quantos querem viver piedosamente em Cristo serão perseguidos. Sofrimento, ele diz isso aqui nessa carta. Capítulo 3, versículo 12. Sofrimento por causa de Cristo faz parte da nossa própria vocação. Então, nós precisamos entender. O ministério não é uma carreira de conforto. No capítulo 2 dessa epístola, verso 3, ele diz que Timóteo deveria sofrer como bom soldado de Cristo Jesus. Aqui a ideia não é preservar a imagem, mas é preservar a fidelidade. Nós não devemos temer perder a aprovação. Nós devemos temer perder a fidelidade, não é? Então Paulo queria que Timóteo pudesse dizer também um dia: "Combati o bom combate, completei a carreira e guardei a fé". E caminhando pro final, queridos, falando agora da extensão desse chamado. Paulo está dizendo aqui a Timóteo e a nós também que Timóteo não deveria restringir o seu ministério ao ensino de crentes, mas proclamar o evangelho aos perdidos. E aqui nós chegamos ao nosso ponto nesse congresso de fazer discípulos. A evangelização é parte essencial do nosso ministério. Falar do caráter de Deus, a grandeza de Deus, da santidade de Deus, do poder de Deus, destacar os atributos de Deus, mas também falar da realidade do ser humano, que ele é um pecador, né? Tava até falando dia desse lá na igreja que há um hino do nosso inário. Vou falar isso com muito respeito porque é um hino oficial do nosso inário que talvez precise ser corrigido. Eu creio que sim, quando ele fala do pecador, enfermo e quase moribundo. Mas na verdade a Bíblia diz que o pecador não está só enferme, quase moribundo. Ele está morto. Ele já morreu. Está morto em delitos e pecados. está alienado de Deus, escravizado. E o pecador precisa ser confrontado com a palavra de Deus, com a lei de Deus. Mas também na evangelização nós falamos da maravilhosa graça. Porque Paulo que diz? Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos de pecados, nos quais andastes outrora, segundo o curso desse mundo, segundo o príncipe da potestade do ar. E éramos por natureza filhos da ira, como também os demais. Ele também escreveu: "Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, estando nós mortos, ele nos deu vida. Pela graça sois salvos." Esse é o evangelho da maravilhosa graça e chama o pecador ao arrependimento e a fé e a confessar Jesus como seu Senhor e o seu Salvador. Então, queridos, o evangelho é o centro da missão da igreja e esse evangelho deve ser proclamado com clareza, com fidelidade e no poder do Espírito Santo, sem manipulação emocional, sem pressão humana, mas é preciso proclamar como ouvirão se não há quem pregue? Então, evangelização é anunciar Cristo e não manipular as pessoas. É anunciar Cristo e não fazer a oferta tentadora, né? Se você confessar Jesus como Senhor, toda a sua vida vai mudar. E aqui eu tô falando desses pregadores da prosperidade. Sua vida vai mudar materialmente, o melhor emprego, uma melhor casa e e e mais recursos e mais saúde. E queridos irmãos, esse não é o evangelho de Jesus. Esse evangelho, nós sabemos, atrai pessoas. As pessoas querem as coisas, as pessoas querem os os benefícios, né? Isso ficou claro também e foi repreendido pelo Senhor Jesus no seu ministério, quando ele multiplicou pães e peixes, primeira multiplicação, alimentando 5.000 homens, sem contar mulheres e crianças, com apenas cinco pães e dois peixinhos. O texto diz que Jesus despediu a multidão, despediu os discípulos, ficou ele só certamente para orar, como ele sempre fazia. fazia. Mas o texto diz que ele depois foi ao encontro dos discípulos e no dia seguinte a multidão veio ao mesmo local do milagre e não estavam lá nem Jesus, nem os discípulos, estava apenas o barquinho. Mas eles não desistiram, foram lá. Queridos, eu fico pensando, nós pregadores, qualquer pregador ficaria entusiasmado, não é verdade? Você pregou num dia, no outro dia vem mais gente ainda, né? Mas Jesus, que conhece o coração, olhou para aquela multidão e disse: "Vocês estão aqui não porque viram sinais e creram, creram, estão aqui por causa dos pães. Queridos, é verdade que Deus é tão gracioso que ele abençoa também. Ele dá o pão material também graciosamente, mas ele é o pão da vida. As pessoas estão precisando do pão da vida. Essa é a grande necessidade. Então, nós proclamamos a salvação, nós chamamos o povo ao arrependimento e a fé. E é o Espírito Santo quem faz o trabalho eficaz de chamar o pecador ao arrependimento. E por fim, o objetivo dessa missão, ele fala, ele usa aqui o verbo cumprir. E a ideia é levar a tarefa à sua plena medida, com perseverança, com sinceridade e com dedicação. Paulo está dizendo a Timóteo que ele deveria completar o ministério recebido do Senhor. Não copiar o ministério de Paulo, porque ele era diferente de Paulo. Ele tinha um ministério diferente de Paulo, mas ser fiel de acordo com os dons que ele recebeu, com as oportunidades que Deus deu, com as responsabilidades que Deus concedeu. Então, nós não devemos abandonar o ministério porque ficou difícil, porque ficamos impulares por causa da verdade de Deus e porque não temos visibilidade. A meta, queridos, é chegar ao fim com a consciência, pela graça, pela misericórdia. Nós servimos ao Senhor com integridade. Então aqui está resumindo resumindo o retrato da fidelidade ministerial. levar a sério o chamado a vocação, porque nós estamos diante de Deus e do Senhor Jesus Cristo. Pregar a palavra, porque a autoridade pertence ao Senhor e pela sua palavra. O mesmo Deus que disse: "Haja luz e houve luz". O mesmo Deus cuja palavra é poderosa, é esse Deus que pela sua palavra faz grandes coisas. Então, é pregar a palavra, é corrigir, repreender, exortar, mas fazer isto com instrução, com conteúdo e com paciência é permanecer pronto mesmo quando a verdade for rejeitada. Senhor Jesus experimentou isso. Então eu quero dizer a você, missionário, temos aqui missionários transculturais e é tão difícil seu trabalho, né, noutra cultura ou e língua e costumes, né? E E é uma luta grande. Eu sei, a gente tem acompanhado alguns de vocês. Jesus sabe o que é ser rejeitado. João capítulo 6, quando ele disse: "Eu sou o pão, o pão que desceu do céu." E aqueles judeus incrédulos que conheciam as escrituras, mas conheciam a letra e não perceberam que Moisés e como os profetas apontavam para Cristo. Eles retrucaram dizendo: "Mas foi Moisés quem deu o pão aos nossos pais no deserto: "Eu sou o pão da vida." E o texto diz na parte final de João capítulo 6, multidões se afastaram do Senhor dizendo: "Duro é esse discurso. Quem pode ouvir? Foram embora a multidão. E como é fácil seguir a multidão. Jesus olha para os seus discípulos e e aponta a multidão indo embora. Olha aí, todos estão indo. Vocês também não querem embora?" E Pedro, em nome dos outros diz: "Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna e nós temos crido que tu és o santo de Deus, o filho de Deus." Queridos, essa é a nossa palavra. Às vezes o discurso vai parecer duro, mas é a verdade de Deus. Outro, outra marca da fidelidade é a sobriedade. Suportar os sofrimentos. evangelizar e cumprir o ministério. E o alvo, queridos, não é construir o nosso nome, não é tornar o nosso nome célebre, mas honrar o nome de Cristo para que o Senhor e somente o Senhor seja glorificado. Que ele nos abençoe, queridos, e que sejamos pela graça encontrados fiéis. Não desanime, não. Não desanime. Quero falar você pastor, missionário, obreiro, evangelista e você cristão também. O próprio trabalho que você tem feito em casa, sua família, às vezes o campo missionário mais difícil é o da família, não é verdade? Seus amigos, não desanime, ore, chore, clame a Deus, viva com integridade paraa glória de Deus na dependência dele e persevere e tenha paciência. paciência. Espere no Senhor. Quem faz o grande milagre é o Senhor. Vamos curvar a cabeça e orar. Queria chamar aqui o nosso querido Ronaldo Lidório para fazer essa oração, rogar a graça de Deus sobre nós, a sua igreja e que nós sejamos encontrados fiéis e o nome do Senhor seja glorificado. Senhor Deus, nós amamos o Senhor, dependemos do Senhor e de fato nós olhamos nesta manhã a tua palavra pela exposição fiel das Escrituras Sagradas perante a ação do teu Santo Espírito, olhamos para os nossos próprios corações. Também precisamos, Senhor Deus, de forças renovadas. renovadas. Precisamos, ó Deus, de olhos abertos para ver as oportunidades que o Senhor nos dá. nos dá. Precisamos, Senhor Deus, como bem ouvimos, de fidelidade. Fidelidade ao Senhor, fidelidade à tua palavra, fidelidade ao chamado que o Senhor tem dado a cada um de nós, para que possamos ser sal que salga, luz que brilha perto e longe, a partir da nossa própria casa, do nosso lar, na nossa igreja, do outro lado da rua, do outro lado do mundo, onde o Senhor nos levar. Senhor Deus, que o Senhor nos ajude a nós sermos e permanecermos fiéis até o fim.Ém. fim.Ém. >> E essa é a nossa oração. Que o Senhor nos ajude, ó Deus, derramando a tua graça. E que o Senhor possa, em nome do Senhor Jesus, encharcar as nossas mentes, nossos corações com a palavra que ouvimos nesta manhã, para que preguemos a palavra que é Jesus com fidelidade até o fim. Oramos em nome do Senhor Jesus. Amém. Ó Deus, irmãos, ah, em todos os congressos da Pecom, nós temos um momento aonde nós levantamos uma oferta para a as autarquias envolvidas com a missão da nossa igreja. Então, nós temos a APECOM, que é Agência Presbiteriana de Evangelização e Comunicação, temos a JMN, que é Junta de Missões Nacionais, temos a APMT, que é Agência Presbiteriana de Missões Transculturais, temos também o PMC, que é o Plano Missionário Cooperativo, que trabalha plantando igrejas em todo o território nacional. E como que nós fazemos? nós separamos o sábado à noite, ah, e trazemos uma oferta específica aqui, aqueles que puderem, obviamente. Então, nós queremos desafiar você para hoje no nosso ah culto da noite, no nosso momento devocional à noite, você possa trazer essa oferta aonde tudo será, absolutamente tudo levantado aqui será revertido para esses órgãos missionários da nossa denominação. Além disso, uma outra informação muito importante, nós teremos agora o intervalo ah e retornaremos às 10:20, mas não retornaremos para cá propriamente dito, entenda, ah, nós seremos divididos nas quatro oficinas. Então, a teremos a oficina Como acolher famílias atípicas na igreja com reverendo Leonardo Veríssimo, que será aqui em cima no mesanino. Também teremos a a oficina Como usar as ferramentas para comunicação do evangelho. Será comigo, será aqui em cima também no mesanino. Como viver o evangelho dentro de casa com reverendo Antônio Sávio também será aqui em cima. E aqui no salão de nesse salão que nós estamos, teremos como discipular a igreja para cumprir a missão com reverendo Paulo de Tárcio Passos. OK? Então, teremos agora o intervalo e às 10:20 nós retornamos para as oficinas. Que Deus te abençoe. Até daqui a pouco. Aproveitar pedindo reverendo Lutero, né, para nos abençoar, pedir a bção de Deus sobre a o nosso momento de de ferramenta prática aqui nessa manhã. Nosso pai, em tudo nós bendizemos e exaltamos o teu nome. Damos graças ao Senhor pela bênção de estarmos presentes aqui neste congresso. E agora rogamos o teu favor sobre a vida do teu servo. abrir da sua boca, ele seja instrumento do Senhor do Senhor e sejamos aqui alimentados e também equipados, preparados para darmos continuidade a esse ministério na igreja local. Tenhamos discipuladores, vivam como cristãos, seguidores de Cristo, que levem outros a fazer o mesmo, como teu servo e abençoa-nos a todos e os outros seminários também, em nome de Jesus. Amém. Amém. Meus queridos, nós vamos, isso aqui é muito prático, nome é oficina, exatamente para que a gente entenda que não é uma palestra. OK? E nós vamos começar respondendo uma perguntinha, né? Essa essa já é uma pergunta ao tema, né? como eh discipular a igreja para cumprir a missão. Então, a missão, a gente sabe, é tornar o evangelho conhecido por meio de palavras e obras, mas como a gente dissipou na igreja. E aí a gente já vai começar a entender que discipulado não é um conceito apenas de ir receber ensino. O discipulado implica sobretudo capacitação da igreja. Uma das grandes dificuldades que a gente tem quando pensa em discipulado dentro da nossa igreja é que as pessoas entendem o discipulado apenas como receber uma carga de conhecimento teológico para viver eh a vida apenas como eh bons crentes. Mas o discipulado, acima de tudo, ele é uma capacitação para que a igreja possa cumprir seu papel. Nós temos um grande desafio na IPB. É a igreja que nós amamos, nós reconhecemos isso. É a igreja que nós sabemos que, apesar de suas dificuldades, das suas lutas normais de qualquer igreja, da de ser uma igreja composta por seres humanos, é uma igreja que tem uma santa doutrina. A maioria esmagadoras dos seus pastores têm uma boa formação. Raros são os que não têm pelo menos um mestrado, uma especialização. São pastores que procuram trilhar fielmente ali o símbolo de fé da igreja. No entanto, nós figuramos eh no IBGE como um detalhe entre outros, né? A gente nem aparece ali como igreja. Foi uma coisa que me chamou muita atenção esse ano e não é que me deixou chocado porque eu já conheço essa realidade. Eu trabalho com a Pecon desde que ela nasceu como coordenador de evangelismo. Então eu conheço bem rodo esse Brasil aí toda semana. Não não não me surpreendeu, mas me chocou o fato de ver, por exemplo, depois a reação de muitos eh diante do quadro, né, que se que foi colocado como se fosse algo absolutamente normal. Nós somos uma população no Brasil de mais de 213 milhões de habitantes e nós correspondemos apenas presbiterianos a 0,33% 0,33% da população, o que dá um total de menos de 800.000 membros, né? E a pergunta que a gente faz é o seguinte: por uma igreja tão séria, tão histórica? Nosso es é todo mês de agosto 100 e tá tá tá agora foi 167 anos evangelizando o Brasil por então a gente é uma igreja histórica, uma igreja séria, pastor qualificado, sistema de doutrina bíblico, né, totalmente comprometido, sistema de governo bíblico e a gente então não não tem não avança tanto. A pergunta, ela vai fazer com que a gente pense às vezes de maneira contrária àquilo que é geralmente o pensamento comum. Muita gente acredita que a igreja não cresce porque a santa doutrina repele. Mas não é isso que a Bíblia nos ensina. A igreja ela foi feita para crescer, para avançar. Entende? O que o fato é que a igreja ela não avança porque a sua membresia na maioria esmagadora não está envolvida com evangelismo com discipulado. O ministério está concentrado na figura do pastor. É o ministério voltado para o púlpito, para o gabinete pastoral. é uma igreja, são igrejas que caminham com manutenção, vivem satisfeita com manutenção. Ou seja, o pastor é aquele camarada que oferece resposta para todo mundo para que a pessoa viva bem, mas não desafia, na grande maioria das vezes as pessoas para trabalhar. E aí quando o pastor concentra o ministério na sua pessoa, ele então deixa de capacitar a membresia para que ela faça o seu trabalho. Essa membresia se torna consumidor, uma membresia de consumidores. consumidores são altamente exigentes. E agora a gente tá enfrentando um problema, né, gravíssimo já há um bom tempo por causa das mídias sociais. Enquanto a gente tá pregando, a gente que é simples, o cara tá checando se o Nicodemo concorda com você, entendeu? E aí ele, essas pessoas estão ouvindo reverendo Nicodemos na na internet. E aí quando você prega o camarada ele tá te avaliando a luz. Aí depois ele fala assim que se você foi bem é que ele alinhou ali com o que foi o vício. Então significa que o nosso desafio agora muito maior é o da gente se preparar o mais o máximo possível para poder atender a expectativa daquele membro exigente que não tá muitas vezes atuando a não ser dentro do próprio círculo da igreja local assim voltado para ela. Então essa pergunta fala de preparo de da discipular como capacitar para cumprir a missão. Agora essa outra pergunta aqui, vamos. E aí, como é oficina, eu queria muito que vocês pudessem pudessem partilhar dessa resposta. Qual é o impacto que o discipulado pode produzir? Na sua opinião, qual o impacto que o discipulado pode produzir na vida da igreja? O discipuladores geram novos discípulos. Então isso é um impacto de multiplicação. Que mais? Você acha que tem impacto ou não tem impacto? E qual é o impacto quando a gente tá fazendo discípulos e tem esse entendimento de produzir discípulo, vai sempre, sempre quando você produz um discípulo, aquele discípulo vai produzir outro discípulo e assim a igreja vai crescer sucessivamente. >> Mas alguém acha que tipo de impacto produz o discipulado da vida da igreja? Hã, unidade produz produz também maturidade, porque um ajuda o outro, encoraja o outro a permanecer firme e a cumprir a missão. >> Então, maturidade e aí isso e permite cumprir a missão. Queridos, o Kate Philips no seu livro A formação de um discípulo, ele deixa claro que o discipulado produz dois tipos de impactos que são fundamentais. O primeiro é que ele produz crescimento quantitativo. O discipulado ele multiplica. Porque o discipulado é não é uma sala de aula onde o pastor ou um líder da igreja transmite conhecimento para outras pessoas. seu discipulado é a transmissão de conhecimento e capacitação para que haja multiplicação de membro para membro. Então ele diz: "O discipulado produz crescimento numérico e o discipulado produz crescimento qualitativo." Igrejas discipuladoras são igrejas que tem uma qualidade muito melhor na sua membresia. Membros que oram mais, membros que têm vida devocional, membros que têm vida missional. Ou seja, aquele indivíduo que sai de casa por trabalho, mas sabendo que a qualquer momento ali no seu dia a dia, ele vai ter um encontro com alguém que Deus providenciou. E nesse encontro ele pode testemunhar a sua fé. Problema nosso é que a evangelização da de muitas igrejas, eu digo de muitas para não dizer a maioria, é que a evangelização acontece como um programa e algo sazonal. Eu se eu brinco nos treinamentos, eu digo: "Pessoal evangeliza como tempada de caça, né? Muitas igrejas evangelisam como temporada de caça. Tem a temporada de caça e algumas vezes é o aniversário da igreja, tragam pessoas ou então a Páscoa vai ter uma cantata, tragam pessoas. Aí a gente sai aquele bando de gente na rua e de porta em porta parecendo testemunho de Jeová. E aí as pessoas que batem na porta, a porta na cara de testemunho de Jeová, bate na nossa também, porque para eles não faz diferença uma igreja ou outra. Então, nós perdemos a a a sabe a noção de que a melhor forma de evangelizar através de relacionamentos no meu dia a dia com que eu convivo. Então, o o discipulado, ele nos capacita a viver o evangelismo e o discipulado como algo natural no nosso dia a dia. Então, a igreja ela precisa entender o impacto que o discipulado produz, crescimento quantitativo e crescimento qualitativo. Crescemos em número porque há multiplicação natural e crescemos em qualidade, vida devocional, compromisso missional, testemunho. As pessoas vigiam mais. Eu tava dando um treinamento em Natal alguns anos atrás, acho que uns 12 anos atrás, e eu no final [limpando a garganta] do treinamento eu pedi o pessoal para fazer uma relação de pelo menos cinco pessoas do seu ciclo de relacionamento para que eles pudessem sair dali como projeto de evangelização com aquelas cinco pessoas. E aí eu me lembro que muita gente foi compartilhando os nomes que foram colocados e um camarada falou assim: "Pastor, eu só consegui três pessoas". Ou seja, ela é ruim de relacionamento. Ele falou assim: "E nenhum da família?" Eu falei: "Prumeo que sua família seja convertida." Todo mundo falou: "Não, não é". Eu digo, "Por que que você não colocou ninguém da sua família?" Ele falou assim: "Porque a família é o grupo mais difícil da gente evangelizar". Eu falei: "Por que que você acha que é difícil eles?" porque eles conhecem a vida da gente. Então é o problema do testemunho. Então o discipulado, ele qualifica as pessoas para compartilharem a sua fé com palavras e obra, com palavras e ações. Esse é o impacto. Bom, a grande questão é sabendo que o discipulado produz e esse impacto de crescimento quantitativo e qualitativo, por que a gente não faz? Porque discipulado ainda em algumas igrejas é um tabu. Eu tô com uns três currículos de pastores, amigos meus conhecidos, né, que disseram assim: "Ó, se souber de alguém que quer um pastor que discipula, eu tô à disposição. Eu tô deixando minha igreja que meu conselho não quer saber de discipulado. Eu não consigo entender. Eu digo: "Meu Deus, que loucura. um conselho que rejeita aquilo. A única coisa que Jesus mandou fazer, a gente faz tanta coisa que ele não mandou fazer, a única ordem que ele deu, a gente diz: "Nós não queremos na igreja". Por que então a gente não faz? E se o discipulado ele fosse justamente o modelo natural de desenvolvimento da igreja? E se esse fosse o modelo natural de desenvolvimento da igreja? da igreja? Efésios, capítulo de número 4. Vamos, tá na NVI aqui 11 a 13. Ele fala de ministérios voltados para a palavra. Ele fala que Deus deu de presente à igreja homens com dons específicos, que não são dons para que eles vivam eh e eh na sua particularidade. Tem um objetivo. Vamos ler juntos. E ele designou alguns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, outros para isso, pastores e mestres. Com que objetivo? Com o fim. Esse é o objetivo do ministério pastoral. Eu passei muitos anos no meu ministério trabalhando sozinho, como se tudo dependesse de mim. Se eu fosse alguém que tinha que dar o resultado pra igreja e e por aí vai. Eu fui eu fui missionário das juntas missões alguns anos e a gente fazia tudo. Até o dia que eu li esse texto com um pouquinho mais de atenção e me arrependi de ter cometido o pecado de privar os membros da igreja de fazer seu ministério, porque eles não eram capacitados para isso. Aí depois descobri que a minha tarefa principal como pastor não era fazer o ministério meu e de todo mundo, era treinar. A minha principal tarefa era treinar a membrasia para fazer seu ministério. O fim de preparar os santos ou de capacitar os santos para a obra do ministério, ou seja, o ministério é de todos. E aí para que eh haja, né, e eh edificação no corpo de Cristo, o corpo serja edificado, até que todos alcancemos a unidade da fé. Vamos só trabalhar passo a passo isso aqui [roncando] [roncando] rapidamente. Bom, então ele designou alguns, veja, algumas pessoas recebem um dom que nem todos têm. Então, preste bem atenção. Eh, eu tava fazendo um treinamento online no período da pandemia para um sínodo. Tá aí uma um pastor, um pastor falou assim: "Pastor, desculpa, mas eu não acredito que evangelização seja uma tarefa para todo mundo". Essa tarefa para algumas pessoas. Ele leu só o versículo 11. Ele não entendeu que o versículo 11 tá dizendo que Deus separou o reverendo Lutero para que ele treinasse os santos para que eles façam o serviço deles. Aí ele disse assim: "Eu acho". E aí dentro desses ministérios tá o de evangelização. Falei: "Essa aí é de alguns." Eu acho que algumas pessoas foram Deus chamou para que eles possam ficar ali. E ele disse literalmente para eles serem edificados. Eu digo: "Meu Deus, a edificação implica também servir." E essa é a mentalidade de muita gente. E é por isso que muita gente se sente confortável apenas participando dos cultos. cultos. Então ele tá dizendo o seguinte, ele designou alguns primeiro, ver se a gente consegue passar aqui. Esses, esse alguns são líderes capacitadores. Isso mudou a minha visão de ministérios. Deus me chamou para ser líder capacitador. Não somente um líder que cuida, que que ora, que alimenta, mas alguém que tem a tarefa de treinar e capacitar a igreja para desenvolver seu ministério. Então, primeiro ele tá dizendo que ele chamou alguns que são líderes capacitadores. Então, o caminho paraa edificação da igreja, o caminho natural para que a igreja cresça, se edifique, para que ela se desenvolva, começa com líderes capacitadores. Toda a igreja bemsucedida tem líderes que capacitam, não são líderes que centralizam o ministério. Esse é o nosso problema. E aí, irmãos, a gente tem um erro de base. Há uns anos atrás, eu tava dando um treinamento paraa junta de dimensões nacionais lá em São Paulo. Tinha um obreiro, sabe aquele cara? Parecia aquela hiena. Eh, lembra? Aquela que fica, ah, vida, ó, vida. E aí esse cara, tudo era negativo para ele. Ele dizia assim, pegava a palavra, diz: "Não, tudo isso muito bonito, mas na minha realidade não funciona." Digo, "Não funciona por quê?" "Não, porque eu na minha igreja tá começando, eu só tenho cinco famílias". Eu digo, "Você só tem cinco famílias?" E tá ruim. Você não tá começando só você e sua mulher? Só tem cinco famílias. O cara é, mas assim, tem umas pessoas idosas. AT quer dizer que idoso não produz fruto, sabe? Ele o tempo todo colocando dificuldade, ou seja, ele não entendeu que cada pessoa que chega faz parte do time e precisa ser treinada para jogar. Tudo que ele precisa fazer é pegar o grupo inicial dele, capacitar e esse grupo vai se multiplicando naturalmente. Mas por quê? Ele não era um líder capacitador, ele era um líder agregador, integrador. Alguém que e recebendo quem chegava, mas ele não era capacitador, porque se ele fosse, ele ia entender que ele pode começar com uma pessoa, ele treina aquela pessoa, ele se multiplica. É isso que o Kate Philip diz no seu livro. Quando você discipula uma pessoa e não somente evangeliza para se tornar membro da igreja, você hoje você gasta, por exemplo, um ano discipulando uma pessoa, 2 anos, mas nos próximos anos não é só um, agora são dois fazendo a mesma coisa. Aí há multiplicação exponencial. Então, primeiro o o Deus chamou líderes capacitadores. Quando Paulo coloca aqui esses cinco tipos de ministérios, aí eu creio que sejam cinco, porque eu conheço pastor que não é mestre e conheço mestre que não é pastor. Só sabe dar aula e uma boa aula. Mas pastorear é cuidar de gente, é outra coisa. Às vezes o cara não sabe nem falar direito, mas ele cuida bem de pessoas. Então vamos lá. Líderes capacitadores, tá no verso 11. Depois ele diz a o caminho percorre líderes capacitadores eh formam comunidade capacitada e edificada. Esses líderes têm a o dever de eh capacitar a comunidade, a igreja local e edificá-la. Então, meu papel não é só dar conteúdo para que a igreja cresça espiritualmente, mas é capacitar a igreja para que ela possa exercer seu ministério. É para que os crentes possam produzir frutos. Então, líderes capacitadores, eles trabalham a comunidade para que ela seja capacitada e edificada, para que haja edificação. Ele fala: "Convista a perfeição". na na a versão atualizada com vista ao aperfeiçoamento dos Santos, ou seja, esse aperfeiçoamento é capacitação para o trabalho o trabalho para que eles desempenhem o seu serviço. Eles têm um serviço que precisa ser executado e eles não farão isso se eles não forem qualificados. Uma coisa que eu aprendi depois que esse texto ficou muito claro para mim, eu não tive mais coragem de cobrar a igreja para fazer algo para o qual eu não a tenha treinado. treinado. Não é honesto a gente cobrar que a igreja faça alguma coisa para o qual o qual a qual ela não foi treinada. É você produzir seguidores frustrados, elas vão tentar e não vão conseguir fazer. Chega o momento que elas se bloqueiam. Ou seja, se a, por exemplo, aconselhamento, muita gente acredita que aconselhamento é uma tarefa, uma prerrogativa exclusivamente do pastor, não é isso? Mas a Bíblia fala que elas faz parte dos 25 mandamentos recíprocos, tá? Novo testamento. Colossenses 3, né, 16. Habite ricamente em vocês a palavra de Cristo, toda a palavra de Cristo, e aconselhai-vos mutuamente. O aconselhamento é uma prerrogativa só do pastor, é é um dever de todos. Mas o que que é preciso para aconselhar? Ter conhecimento profundo da palavra de Deus. E não somente conhecimento, habitando nele. Então, crentes que são qualificados conseguem aconselhar outros. Isso diminui, irmãos, o peso sobre o pastor muito grande, porque o pastor fica recebendo, aconselhando picuinha, estressa, né? Agora, se eu quero uma igreja que tem a capacidade de aconselhar e não é a minha praia, o que que eu tenho que fazer? Procurar um pastor que tenha formação na área e oferecer uma capacitação pra igreja. Mas eu não posso dizer pros irmãos, irmãos, se aconselhem e tal, me ajudem repartir essa carga aí se ela não foi capacitada para isso. Da mesma maneira não posso exigir que a igreja discipule ou evangelize se a igreja não foi capacitada para isso. Então a minha tarefa como pastor, além de pregar e nutrir o rebanho, é treinar o rebanho para que eles possam fazer o seu trabalho, seu ministério. E aí você começa a ver gente nova chegando a cada dia, porque os irmãos vão trazendo essas pessoas. Então, a melhor maneira de se plantar uma igreja, por exemplo, se e eh revitalizar é a gente treinar o grupo que já tem, o time que tem, por menor que seja. Lembra que tem futebol de campo, né, com 11, 22 jogos, mas tem futebol salão com quatro. Então você começa, você pode ter um time grande, pode ter um time pequeno, né, com cinco, né? Isso. É porque eu não contava goleiro, goleiro, né? Beleza? Então, veja só, a gente não precisa começar grande, a gente começa pequeno. Jesus começou com 12 e chegou até nós. Então é ruim a gente ficar naquela, ah, porque o meu grupo é pequeno, tal, pois treina no seu pequeno grupo que logo logo esse grupo vai crescer. Então esse é o objetivo. Líderes que são capacitados, que capacitam a comunidade e edifica o trabalho da edificação. E uma coisa que é surpreendente nesse texto, que a edificação da igreja não está focada, centrada na figura do pastor. A edificação da igreja resultado do trabalho de toda a membresia. Todos fazem parte dessa edificação. Terceiro ponto importante desse texto é que quando os líderes capacitadores capacitam a comunidade, edificam a comunidade, há uma crescente na unidade e no conhecimento. A igreja começa a crescer em unidade, começa a diminuir as tendências de divisão de facção dentro da igreja. Que tem gente tem facção dentro de igreja. Quando eu falo facção no sentido mesmo, tem ambiente de igreja que é de briga. sociedade interna brigando com a outra por causa do espaço principal paraa reunião de sábado, entendeu? E de sociedade que peita a liderança e faz o que ela quer, não que não tem um trilho. Então isso é problema de onde não há capacitação da igreja para que ela seja redificada. Então começa a crescer unidade e também no conhecimento até que todo chega ao pleno conhecimento do filho de Deus. O discipulado produz esse pleno conhecimento do filho de Deus, porque o discipulado ensina a caminhar com Cristo. Muito bem. Bom, agora, eh, nós, eu vou ler para você, porque tá, essa essa igreja que tem líderes capacitadores, que é capacitada, edificada, que cresce em unidade e conhecimento, o próximo passo é ela avança na maturidade dos discípulos. Avança na maturidade dos discípulos. Os discípulos se tornam maduros. Aí no versículo, segunda parte do versículo 13 diz eh que esses crentes eh se tornam maduros e não são mais como meninos. Aí ele diz assim, ó, eles crescem à medida da estatura de Cristo. Significa que Cristo é o nosso alvo, é o nosso modelo a ser perseguido. Ou seja, Paulo fala da da que nós nos tornamos homens maduros, hom sentido genérico aqui, tá? Homem e mulher. A medida da estatura de Jesus, ele é o nosso padrão a ser perseguido. Então, a igreja passa a ter crentes maduros, crentes que avançam nessa maturidade, se até que eles tenham a medida da estatura de Cristo. Oi. Eu não sei se ele vai se mover porque ele tá preso ali numa numa fiação. É, eu vou lendo aqui. E aí, qual é o objetivo dessa maturidade para que sejam mais parecidos com Jesus? Jesus é o alvo até que todos cheguemos a à medida da estatura de Cristo, tá? Então, veja só, isso aqui é o que o discípulo, esse aqui é o caminho natural para o desenvolvimento da igreja. Líderes capacitadores, pense nisso. Você é pastor, você que tá aqui, você é missionário, se é obreiro. Seu papel é ser um capacitador do rebanho. você precisa e eh trabalhar para que a sua comunidade seja capacitada e edificada e que isso faça com que a sua comunidade ela cresça em unidade, seja unida no mesmo propósito, cresça no conhecimento de Jesus, que ela avance na maturidade, que que que de fato se torne torne mais parecido com Jesus. Esse é o final do discipulado, fazer discípulos parecidos com Jesus. Muito bem. Nós estamos falando do caminho discipulado. Mas veja bem, agora aqui fala do propósito. Versículo 14. O propósito é que deixemos de ser como crianças levadas de um lado para o outro pelas ondas ou jogadas de lá para cá por todo vento de doutrina, pela astúcia e pela esperteza de homens que conduzem ao erro. Antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo, em todo, cresçamos em todas as coisas, naquele que é a cabeça Cristo. Dele, todo corpo ajustado e unido pelo auxílio de todas as juntas cresce e eh edifica a si mesmo em amor, à medida que cada pessoa realiza a sua a sua função. Bom, vamos tentar aqui em cima avançar um pouquinho só. Isso aqui não é não é nem um estudo bíblico não. Isso aqui é só pra gente entender que o caminho natural para o desenvolvimento da igreja é começa com liderança capacitadora. E aí vamos enxergar o resultado disso aqui tudo. Feito o nosso trabalho, qual é o resultado que a gente vai alcançar? Primeiro, a gente alcança maturidade e instabilidade, ou seja, crentes maduros e que são estáveis, que não ficam jogados de um lado pro outro com toda vento de doutrina. Na década de 80, depois década de 90, nós vivemos assim uma enchurrada de uma invasão de doutrina. Cada cada mês tinha uma doutrina nova, né, vindo de fora. E aí os crentes não sabiam, a gente não tinha uma, sabe, uma referência. E muitas igrejas nasceram, igrejas assim neopentecostais saindo de dentro da nossa igreja. podia citar que uma dezena delas se tornaram mega igreja no Brasil saindo de dentro da IPB por falta dessa maturidade e dessa estabilidade. Então, o resultado do trabalho de discipulado é produzir maturidade e estabilidade. O discipulado também produz equilíbrio, ou seja, equaciona a verdade e o amor. A verdade, como foi pregada agora pela manhã, ela é dita dita para confrontar o erro. Mas ela feita de maneira forma amorosa que a pessoa é eh eh eh se volta para Cristo. Então isso é o resultado do discipulado. No discipulado você equilibra essa relação entre a verdade e o amor. A unidade e cooperação é outro resultado produzido. A igreja se torna unida e ela se torna uma igreja que coopera. Veja que Paulo fala que o corpo cresce quando há e a e a a toda junta está eh todos os órgãos do corpo estão ligados ali por toda junta e que há justa cooperação de cada parte. O que que acontece em muitas igrejas? Há muito tempo atrás eu li um livro que eu nem me lembro agora o autor muito antigo, não sei se é o Michael Green, uma coisa assim, ele dizendo que a igreja é como um estado de futebol. Na arquibancada tem 80.000 espectadores e no campo 22 jogadores correndo, suando a camisa e a turma da arquibancada dizendo: "Perna de pau, que que fez assim?" a turma criticando enquanto ele dizendo, nós temos 10% de líderes de pessoas que estão engajadas e o restante assistindo e criticando. Aí um outro disse assim que a igreja como uma carroça, aquela, aquela figura da carroça de americano lá da da época da colonização americana pelos ingleses. carroça com rodas quadradas, enferrujadas, sendo puxada por meia dúia de burro e e lotada de gente em cima, pá, pá, cutucando. Ele tá dizendo o seguinte: "A igreja sofre de uma carência de pessoas engajadas no processo, no trabalho, ou seja, ela continua, até hoje, a igreja continua sendo conduzida por um grupo reduzido de pessoas que ficam sobrecarregados com muitas coisas e assim perde a qualidade naquilo que faz." Então, a gente precisa de justa cooperação, mas para isso é preciso capacitar a igreja discipular para que ela possa ser unida e faça o trabalho de maneira justa. Mas também o outro resultado é crescimento e edificação. Crescimento e edificação. O verso 16, a primeira parte diz que essa igreja ela efetua seu próprio aumento, seu próprio crescimento. Ou seja, a igreja cresce, ela ela se torna um organismo vivo que cresce sem que você precise de um estrategista. Você sabe que hoje algumas igrejas elas só funcionam eh assim eh para crescer ela tem que contratar um evangelista. Não sei se você sabe disso. O evangelista tá em extinção, você sabe, né? Os caras não querem mais ser porque ele não é reconhecido e sobre ele pesa a responsabilidade de trazer gente pra igreja. Contrata um atirador de elite, um snipe da fé. E aí põe o cara para poder, esse cara aqui é o cara que vai trazer gente. Eu já trabalhei assim, já fui evangelista por muito tempo, o cara me chamava para poder produzir o crescimento da G. Falei: "Não, meu irmão, vamos treinar o povo. Não é a minha responsabilidade isso. Mas muita gente acredita nisso, que o crescimento não é resultado do trabalho conjunto de todo mundo. Então, a edificação e o crescimento é fruto do trabalho que o corpo produz. Bom, dito isso, irmãos, nós estamos aqui justificando biblicamente que o discipulado é o caminho para a o desenvolvimento natural da igreja. Mas discipulado requer intencionalidade. Discipulado não é uma coisa que acontece se der certo e a gente tenta discipulado requer intencionalidade. Você precisa ser intencional. Você precisa decidir o caminho que você quer percorrer com a sua igreja. Então, veja só, o discipulado ele é essencial paraa vida da igreja. Ele responde essas duas pergunt e o porquê da jornada da fé. Então, disciplado, o que que é discipulado? Discipulado é uma jornada na qual nós caminhamos com Cristo e avançamos cada vez mais até nos tornar parecidos com ele. Mas por quê? que nós somos chamados para reproduzir, para produzir discípulos. Então, o disciplado é essencial justamente para definir quem somos e por nós caminhamos com Cristo e por temos que caminhar com Cristo. Então, o discipulado ele é essencial, mas ele também ele é instrumental como essencial. Ele responde essas perguntas, perguntas, que é discipulado? Por que discipular? E como instrumental ele também responde outra pergunta, né? Como fazer isso? Então ele se torna instrumental à medida que ele responde como fazer. Então nós sabemos o que é que é discipulado. Precisamos saber. discipulado é uma jornada eh onde um crente mais maduro caminha com crentes imaturos numa relação de intimidade, de relacionamento, íntimo, intencionalidade, naturalidade, para que essa pessoa se torne cada dia mais parecido com Jesus Cristo. Por quê? Porque esse foi o caminho que Jesus apontou para nós. Vão e façam discípulo de todas as nações. Esse é o caminho. Mas ele na sua instrumentalidade ele aponta como fazer isso, como é que se faz. Muito bem. Opa, que foi demais. Ah, isso mesmo. Agora nós chegamos aqui, ó. Discipulado Vida é um currículo discipulado básico que foi produzido pela PECOM para a IPB. No Supremo Conselho 2018, lá em Água de Lindóia, houve lá uma controvérsia e houve uma decisão sobre discipulado. Havia lá um documento tratando sobre um grupo de igrejas no Brasil e de pastores que faziam mão, lançavam mão, faziam uso de um discipulado pentecostal eh chamado eh MA, eh MA, certo? A origem dele é um pastor americano que mora em Santarém, no Pará, chamado E UB. E ele é pentecostal e calvinista daquele arminiano daquele tipo que ele disse, eu fiquei sabendo que ele esteve aí, não vou dizer o lugar não para você não ficar curioso, mas eu estive numa capital brasileira onde o um presbitério, na verdade um sínodo, convidou o EBUB para ir lá para ministrar pro pro porque a igreja dele cresce assim muito numericamente, né? Tem mais de 60.000 membros ali na região do Pará. E ele criou esse modelo. É um negócio assim, tem água com açúcar, mas eh ele criou a o mecanismo fácil de todo mundo utilizar, mas é um conteúdo todo pentecostal, todo arminiano e é um currículo para um ano. Então cada pessoa pode discipular e deve até 12 pessoas, mas de forma individual. O cara tem que ter 12 encontros ao longo da semana. Bom, muitas igreas estavam abraçando esse modelo, somente no interior de São Paulo. Eu tive várias vezes no interior de São Paulo, os caras estavam usando esse modelo. Aí lá no supremo concílio de água lindóia foi proibido porque o cara teve lá no ensino de uma capital brasileira brasileira falando, treinando pastores presbiteriano. E ele começa dizendo: "A doutrina da eleição é diabólica. Aí como é que você vai pegar discipulado aí ensino? aí ensino? ensino prático. Aí você vai chamar um cara que não crê que Deus é soberano para eleger quem ele quer e chama de diabólico, algo que é essencial para nós. Aí a IPB tomou uma decisão no Supremo Concílio, proibiu o uso do discipulado, mas o que que você vai fazer? Você tem que criar um modelo e oferecer. oferecer. E os e aí então foi determinado que a gente fizesse o discipulado. Depois a o conselho da Pecom aprovou e determinou que fosse feito um currículo. Daí foi elaborado um currículo discipulado vida, um currículo discipulado básico para 20 encontros, tá? Vamos falar um pouquinho sobre ele aqui. Esse material eu eu eu não eu não trouxe para não pesar na bagagem, né? Um exemplar, porque são 275 páginas, né? Mas vamos tentar compreender um pouquinho o que que significa o discipulado vida. O objetivo dele é auxiliar as comunidades locais a desenvolverem discípulos maduros e missionalmente engajados num estágio fundamental da sua fé. Você já perdeu para pensar que na nossa igreja presbiteriana, dado a qualificação do pastor, a maioria dos crente tem medo de de falar até, por exemplo, no ambiente de casa, as pessoas não conseguem falar porque o pastor é muito qualificado e também a maioria dos pastores são muito desconfiados. Ele não gosta de pôr ninguém para falar porque depois ele vai ter que ir lá corrigir. Aí o cara não vai que sabe que vai ser corrigido. Então é um problema complicado. E aí o cara se converte, passa por um caso de catecúminos, se torna membro da igreja depois de 10 anos pegando aula de escola dominical. Depois que ele tem uma uma faculdade teológica, escola dominical, ele ainda não serve para falar para ninguém, ele ainda não sabe muita coisa. Aí a gente não anda. E aí os crentes que são mais apaixonados para compartilhar a sua fé, mais desejosos são aqueles que estão no início da caminhada cristã. Aqueles caras que se converteram e estão assim, descobriram o evangelho e estão querendo trazer família. Então, o discipulado vida, ele procura auxiliar as igrejas locais a no desenvolvimento de discípulos maduros, ou seja, produzir maturidade maturidade para que esses discípulos também sejam missionalmente engajados, ou seja, para que eles vistam a camisa, participem da missão já no início da sua fé. E que exemplo nós temos bíblico que prova que a gente não precisa, o cara não precisa de 5 anos de escola dominical para depois ele começar a testemunhar? E exemplo, a mulher samaritana, no momento exado que ela entendeu que Jesus era o Cristo, ela esqueceu até a água que ela foi buscar e ela correu pra cidade. Ela não dava para correr com cântro. Diz que ela correu à cidade. O texto é claro, ela foi e ela compartilhou para todo mundo. Encontrei aquele de quem a a a a Moisés falava, o Messias. E aí os homens vieram, quando fala homem, é a multidão. Ali veio ao encontro de Jesus. Depois que eles ouvem Jesus, ele diz assim pra mulher: "Agora já não é pelo que o seu testemunho, pelo que você falou". Ou seja, aquela mulher tinha, sei lá, a compreensão dela se abriu, ela já saiu e testemunhou, ela conseguiu trazer uma cidade inteira para ouvir Jesus. Por que a gente tem que esperar os clientes ficarem com couro grosso, preguiçosos para mover eles. Depois que os caras perdem o outro, depois que eles se acostumam, fica igual a todo mundo, aí a gente quer mobilizar o cara. Aí não adianta, o cara já criou já lodo. Você tem que aproveitar quando o cara tá começando. O disciplado ele é multiplicador porque aquela pessoa que recebeu a instrução, que recebeu a capacitação, que foi doutrinado, que professou a fé, mas que foi capacitado para poder viver, ele já se multiplica dentro desse estágio fundamental. O cara não é nenhum teólogo, mas ele sabe o que ele recebeu, ele pode reproduzir. Então, o outro exemplo é o gadareno, lembra? O cara era endemonhado. O cara vivia ali no submundo, no cemitério, mas aí ele é liberto por Jesus e ele toma a decisão de seguir Jesus, mas Jesus disse para ele: "Vai para tua casa". O cara não recebeu um treinamento. Como é que pode Jesus mandar o cara ir para casa e contar tudo que Deus fez por ele? como Deus salvou ele, ele não recebeu um treinamento. Porque testemunhar, irmãos, segundo Bill Bright, é o o o James Kennedy é você falar do que você viu, ouviu ou experimentou. E sabe qual é a base disso? Primeira João capítulo 1. O que temos visto e ouvido em nossas mãos apalparam com respeito ao verbo da vida. Isso nós falamos. Então, testemunha, você não precisa ser o teólogo, você só precisa falar do que você tá vendo Deus fazer, do que você tá ouvindo e que você mesmo experimentou. Foi isso que aquele cara fez, o gadarino, e ele foi pra casa dele, contou pra família, mas depois o texto diz que ele seguiu pregando, falando de Jesus. Lembra do cego de nascença? Ele só sabia que ele era. Eu não sei, só sei que eu era cego, agora vejo. Pronto, é simples assim, mas nós precisamos no discipulado vida. O crente ele é treinado. O novo crente a cada semana ele ele dá um passo na direção de trazer outro para Cristo. Ele recebe um mini treinamento a cada lição. Tem uma uma um pedaço da lição em que nós chamamos de avanço, que ali a pessoa é ele é treinado, ele é se desenvolvido para reproduzir a sua fé. Mesmo no começo. Qual é o público alvo do discipulado do vida? Primeiro, são pessoas novas na fé que foram alcançadas pela evangelização. Então, o nosso primeiro alvo é discipular pessoas novas na fé que foram alcançadas através da evangelização. Então, você compartilhou o evangelho, o próximo passo é discipular o novo convertido e integrá-lo na vida da igreja. Segundo o alvo, são adolescentes e jovens crentes que vão fazer a profissão de fé e serem batizados. Então você pode usá-lo exatamente para preparar essa turma para pública paração de fé para o batismo. Terceiro alvo, isso aqui é muito importante, qualquer pessoa que precise de um fundamento bíblico reformado para a sua jornada como discípulo de Jesus. Você sabe que nossa igreja, e graças a Deus por isso, ela tem crescido muito nos últimos tempos através de um proselitismo passivo. Sabe o que significa isso? A gente não pesca no aquário, mas o peixe vem, a gente acolhe. Tá enchendo de gente, vindo de outros. Eu dou aula no CPO da IPB lá em Patrocínio. Aí dois anos atrás, um uma dois alunos lá, eh, perguntei assim, porque às vezes tem aluno de outra igreja? Eu falei: "Tem alguém que de outra igreja que veio de alguma denominação?" Aí um, dois levantaram o dedo assim, vieram da CCB, dois. A, eu falei assim: "Vocês vieram da CCB?" É, eu digo, vocês sabem que vocês são predestinados? Sim, ele porque para sair de lá não é fácil. O cara disse: "Negócio é barra". Mas um outro falou assim: "Não, na minha congregação, ele é um evangelista, na congregação que eu trabalho, nós recebemos 47 músicos da CSB. Estamos sem saber o que que faz." Redigo, manda para mim 47 músicos. Os caras são ruim de doutrina, mas são músicos excepcionais. toca desde pequenininho. Eu falei, o cara não sabia o que fazia com 47 músico. Você sabe o que tem acontecido? A igreja recebe esse estante de gente, não discipula, a pessoa recebe por parte a doutrina reformada, não é tudo. Às vezes eles ainda são focados num governo episcopal, às vezes rejeita a doutrina do batismo infantil, a doutrina da aliança, entendeu? Eles rejeitam algumas coisas, sistema de governo e a gente recebe só, só porque o cara assim, não, agora eu abracei a fé reformada, irmão. Não é a fé reformada e a prática reformada, as duas coisas e isso depois ainda vira presbítero e vai dar trabalho, vai dar problema. Aí o que que você faz? Não, não tenha pressa. Se você acredita que o cara encontrou a Cristo, que agora ele reconhece, já tá salvo. Não tem pressa não para receber, não. Leva o cara para um discipulado. Depois de 20 semanas você avalia. Ele precisa entender nosso sistema todo. O disciplado vida, o último módulo dele são cinco estudos sobre a guerra local, compromisso da gente como membro, dízimo. Ó, você já imaginou a crise de um cara da CCB com dízimo quando ele chega? Então, muita gente tá recebendo assim na sabe, na ânsia de ter mais membro e aí de repente essas pessoas implodem a igreja, igreja, implodem. Chega uma hora que eles se unem, eles outra coisa, eles trabalham mais do que a gente. E não é só CCB, não. Eu tô falando, tem um monte de gente de outras comunidades aí que chegam paraa nossa igreja e aí não são discipulados, são recebidos. a recebe a destra de irmão, não são discipulados, tal, não se preocupe com isso. Eu recebi um presb agora, foi eleito presbítero duas semanas tarde na minha igreja, um camarada que era pastor da Assembleia de Deus, era pastor, era um cara muito culto, ele é professor da rede pública, fazia parte da CPAD, ele se tornou reformado e ele mergulhou, estudou, tal. Aí ele veio paraa nossa igreja depois de muito tempo que ele já frequentava uma congregação presbiteriana. Ele procurou a nossa igreja e ele lá na na congregação ele já pregava, ele fazia tudo. Ele chegou, eu falei aqui, ó, é bem-vindo, mas o caminho aqui é um pouquinho mais longo. Aí ele disse assim: "Não, eu tô tô disposto". Eu falei: "Vamos caminhar 20 encontros o discipulado." OK. Você precisa conhecer tudo isso para você decidir se é isso que você quer. E nós caminhamos. Passado um tempo, ele se tornou professor de escola dominical comigo. O cara cumpre a regra e foi eleito presbítero, mas ele só foi recebido depois que ele foi discipulado, depois que ele entendeu e acatou tudo, toda a nossa doutrina, nosso sistema de governo e nossa eclesiologia, sistema de culto, né? Princípio de culto que a gente tem. Então, hoje nós estamos recebendo muita gente vindo desses lugares e essas pessoas são sendo recebidas sem nenhum critério. Oi. Sim, nós não usamos o discipulado vida para discipular. Agora depois eu escolho alguns temas para Não, ele foi treinado, né? Foi devidamente treinado. Ele a gente não dá curso, né? Mas no caso dos crentes, a gente pega aquelas porque já tá no discipulado contemplado todas as doutrinas que são divergentes do que eles acreditam, né? É, vamos. Bodocó, Pernambuco. Sim. Chegando paraa igreja, vindo de outra. Sim, exatamente. É, nós estamos oferecendo uma ferramenta assim, divulgando uma ferramenta que é da ITB, tá? tá? Ó, ó, o caminho da formação, deixa eu só voltar aqui, ó. O discipulado ele oferece o chamado caminho da formação espiritual. Só uma pergunta, essa é retórica, tá? Resposta. Sua igreja possui alguma ferramenta para caminhar com as pessoas? num trilho de formação espiritual das pessoas ou as pessoas chegam e vão ficando e aí vão amadurecendo na medida que frequenta os cultos. Tem algo intencional? Qual a ferramenta que sua igreja utiliza para caminhar com as pessoas num caminho? Você lembra o caminho de Jesus? Como é que Jesus começou o ministério dele? Depois que ele fala assim: "Arrependei-vos, né?" Aí diz que ele saiu. Marcos 1:17. Ele saiu à beira do mar e foi selecionando os discípulos. Ele fala assim: "Vinde após mim e eu vos farei pescadores". Perceberam a intencionalidade dele? Ele tá dizendo o seguinte: "Não só um chamado para salvação, é um chamado para missão. Também tem um chamado duplo ali, salvação e missão. Não é só um chamado para segui-lo. Vinde após mim. É um chamado para servi-lo. Ele já aponta o objetivo dele. Sigam-me e vocês se tornarão pescadores de homem." Ou seja, e eles se tornaram. Então isso significa intencionalidade. Jesus não chamou ninguém só para andar com ele. Ele chamou pessoas que ele queria transformá-los, transformá-las em multiplicadores. A toda igreja precisa de um de uma ferramenta que trabalhe a formação espiritual das pessoas. Não é só juntar pessoas, gente, no auditório. Cada pessoa precisa ser formada. E aí o discipulado oferece o caminho da formação espiritual. Vamos entender rapidamente como é que com essa trajetória. Eh, aqui foi demais, não é? Aqui é que eu tô apertando o lugar errado aqui. O caminho começa o seguinte, ó. O caminho da formação espiritual é uma jornada em que você dá um passo de cada vez. O primeiro passo é levar uma pessoa da descrença para a crença. Então você começa a orar por pessoas não crente, amigos seus, parentes, colega de trabalho, vizinho e você vai levá-lo da descrença para crença. Esse é o primeiro passo. Para isso, você usa ferramentas de evangelismo. Se você já tem suas próprias ferramentas, então usa as que você tem. Se você não tem, acom desenvolveu ferramentas práticas, objetivas e de fácil uso até para um adolescente. Que que a gente teve que fazer? Ferramentas que os membros consigam utilizar, que há ferramentas que só o pastor consegue utilizar. Por isso os crentes se acostumaram a levar as pessoas pro pastor evangelizar. Pastor, tem um amigo meu aqui pro senhor. Ele mesmo não faz porque ele também não tem uma ferramenta que ele saiba usar. Então a a Pecon tem umas ferrament ferramentas são guias de estudo evangelístico indutivo para seis até sete semanas. Oito aqui eh a gente tirou uma lá para poder fazer uma celebração na oitava semana. Ou seja, durante seis a s semanas você tem uma ferramenta ou outra que você utiliza para caminhar como pessoas ou individualmente ou num pequeno grupo de três, quatro pessoas, no máximo para gerar entrosamento, para ter eh qualidade na no compartilhamento, onde as pessoas indutivamente estudam a Bíblia. E por que que a gente utiliza método indutivo? que é mais eficiente do que o método dedutivo. Vocês lembram que Paulo pregava lá, tava pregando e tinha uma turma, eh, qual o nome daquela igreja lá que o pessoal não confiava muito que Paulo tava falando a verdade? Pereia disse que ele era os mais nobre porque eles desconfiavam. Sabe o que significa? Eles deduziam. Esse é o estudo dedutivo. Você fala e o cara dedui se você tá certo ou tá errado. E sabe o que acontece? Muitas vezes no estudo dedutivo você tá falando pro cara com toda a convicção e aqui dentro ele não tá te falando nada, mas ele tá assim, ó. Ele tá dizendo assim, você é ele que pensa, porque não é ele que descobriu, é você que tá dizendo que você descobriu para ele. O estudo indutivo é o seguinte, o cara leva o material para casa, ele com a Bíblia, o sea, ele como estudar e ele estuda. Quando ele, ele a Bíblia ali, ele não tem para quem dizer assim, ó, ele começa a descobrir e ele vai ficando impactado quando ele chega por encontro, ele chega com a descoberta dele. facilita demais, que aí você agora pode eh eh trabalhar melhor aquela verdade que aquela pessoa já descobriu, se aprofunda mais ali, então é mais produtivo. O cara estuda duas vezes e ele descobre. Então o primeiro passo da do caminho da formação espiritual, levar a pessoa da descrença para a crença. Bom, para isso você evangelize. Depois que a pessoa creu, então você agora sabe que tem que dar o próximo passo. A pessoa creu e agora sabe o que eu fazia muitos anos atrás? Mas muitos anos. anos. Eu sempre trabalhei com evangelização e trabalhei desde 18 anos com evangelização de jovem. Fiz muito clube bíblico em faculdade e tal, mas que eu trabalhava eh e aí era orientado a gente não indicar uma igreja. E a gente assim uma ética burra, desculpe a expressão, mas era uma ética burra. Por ética você não indica uma igreja. Aí você leva o cara a Cristo, ou seja, a a que ele só entendeu o principal ali, que Cristo salva. Aí você pega uma carta, pegava uma carta assim generalizada e dizia assim, ó: "Pega essa carta aqui, procura a igreja mais perto da sua casa e aí você apresenta essa carta. Diz que você recebeu a Cristo e a gente mandava o cara". A gente nem sabia em que boca de lobo o cara caiu. Se fosse hoje, ele podia cair na mão do Valdomiro, é de Macedo. E outros vão. E aí? Testemunho de Jeová, adivintismo. E aí, porque a gente nós não podemos indicar a nossa igreja? Aí descobrimos que isso era errado. Se você levou uma pessoa a Cristo, você precisa acompanhar essa pessoa na caminhada com Cristo. Você tem que discipular, integrar ele na vida da igreja, fazer o trabalho completo. Então, uma vez que o cara creu, eu vou levá-lo agora da crença para a membresia da igreja, para integrá-lo e a sua igreja é o melhor lugar para essa pessoa aí. Aí o cara falou assim para mim lá na Penha em São Paulo, pastor, se a pessoa que eu evangelizei mora longe da minha igreja, muito longe, que que eu faço? Eu digo, você vai procurar uma igreja no Google presbiteriana, perto da casa dele e você vai falar pro seu pastor que naquele domingo você não vai, você vai faltar o culto, que você vai levar aquela pessoa e pessoalmente você vai procurar o pastor da igreja e dizer: "Isse aqui é meu amigo fulano de tal, eu evangelizei ele, ele mora aqui perto, eu queria entregar pro senhor. Pega o contato do pastor e fique ligando para ele para saber se ele tá acompanhando o cara". Mas se não tiver igreja prendo no bairro, eu digo: "Boa oportunidade para você discipular o cara e começar uma igreja na casa dele. Todo jeito você tem que acompanhar a pessoa. Tem correto? Isso caminho é se não dá para acompanhar de perto, tá acompanhando de longe. Sim, correto. Ele tá compartilhando o testemunho dele com a irmã dele, né, que ele levou a Cristo e e ela mora no outro estado e ele encaminhou ela no outro estado e ele encaminhou ela para uma igreja. Hã, certo. Opa, >> vamos pegar dica, né? Isso aqui por enquanto é só dica de como você pode investir na sua igreja. Então, vamos lá. O caminho da formação é uma caminhada, lembra? Jesus disse: "Venham comigo e eu farei de vocês." Ele tinha um alvo. Então, primeiro passo, levar da descrença para crença. Segundo passo, da crença para a membresia. O que que você vai fazer para levar uma pessoa que creu, para movê-lo da crença agora, para se tornar um membro? Você vai discipular ele no discipulado básico. O básico é aquele discipulado elementar para ele entender as principais doutrinas da fé cristã e seu compromisso como membro de igreja. Depois ele tem que continuar crescendo naturalmente. Aí você vai discipular. É aqui que a Pecom oferece. Veja só, ela oferece, ela disponibiliza, ela não obriga. Você não é obrigado a usar ferramentas da Pecom, mas a APECOM é uma agência da IPB que tá a serviço de toda a igreja. Se você quiser experimentar e usar, então você vai levar um treinamento paraa sua igra local e aí o treinamento capacita sua membresia a usar. Então nós já demos dois passos, da descrença para crença, da crença para membresia. Mas agora que o cara se tornou membro da igreja, você vai movê-lo da membresia para a maturidade. Lembra lá de Efésios? Produzir maturidade. Bom, aí você continua discipulando. Só que aqui o discipulado é um discipulado mais profundo. Ou você produz esse material, que agora aqui eticamente a gente não pode dizer, eu tenho um discipulado que eu caminho há 13 a 14 anos. Eu mas só posso dizer que eu faço, tá? São três anos cada grupo e é homem discipula homem, mulher discipula mulher, que trabalha vida familiar, vida conjugal, criação de filho. Quando você vai trabalhar num pequeno grupo, eh, vida familiar que trata da vida do casal, dá confusão, entendeu? Não ajuda, não dá confusão. E aí você não pode tratar, por exemplo, às vezes o cara tá preso em pornografia, ele vai dizer lá no grupo com a mulher que com a mulher dele presente, não diz. Então o homem discipula homem e a gente aperta, né? São três anos de caminhada. Mas há um outro discipulado que são 2 anos de caminhada, que é o discipulado da guerra coreana da Sarangue, que era cal chamado para acordar líderes, né? Mas agora virou teleios, né? né? É mesmo mesmo conceito, é porque mudou o pastor, né? Quem criou o o disciplado morreu, o cara que assumiu criou o seu usou a estrutura e botou outro nome. Mas são discipulados presbiterianos. O que a gente usa chama life on life. É da igreja perímeter, presbiteriana reformada de Atlanta. É o que a gente utiliza. Para mim, eu já eu já fiz os dois dois, mas o essa ferramenta aqui inclusive é emprestada do Life on Life. É porque ele é missional, não é um discipulado em que você forma turma, não tem formação de turma. Você capacita, treina pessoas ao longo de 3 anos para aprofundar sua caminhada com Cristo, sua maturidade, mas multiplicar depois de 3 anos. os quatro homens que eu disciplei, eles estão prontos para eles fazerem a mesma coisa que eu fiz com eles. Quanto eu vou me dedicar a mais quatro homens, cada um vai se dedicar quatro. Então há essa multiplicação e ele há uma capacitação interna em cada semana para que durante 3 anos pro cara levar ele ele evangelizando as pessoas que ele vai alcançar. Então isso aqui é uma vez membro, qual é o problema que a gente percebe na maioria das nossas igrejas? É que o alvo é a membresia. Pronto, conseguir que o cara professor a fé, tá no curral, pronto, é nosso. Aí a gente para de investir no crescimento do cara. Sabe o que que acontece? Ele se encanta por uma falsa doutrina, vai embora ou divide. Aí você precisa dar algo mais. Se você não quer nenhum desses dois que já estão pronto, você pode escolher, por exemplo, os assuntos que você quer aprofundar com essa com esse discípulo para que ele possa crescer. foi eh, teleios, teleios ou teleios. Aí os os de grego aqui ajuda aí. Eh, é lá eh da igreja Sarangue. Sarangue. A igreja Sarangue. Bom, agora nós chegamos na maturidade. Esse é o terceiro terceiro passo da caminhada, da formação. Paraa maturidade você vai discipular. Tem discipulado para 2 anos e 3 anos. Bom, agora que a pessoa chegou à maturidade, ela tem um nível de maturidade razoável, o que que você faz com alguém que tá maduro, maduro, irmão? Agora você fica aí no banco, você vai ser o cara que vai fiscalizar a pregação do pastor. É, é o que acontece hoje. Gente madura que o pastor tá falando, cara, pastor, só complementando o que o senhor tá falando aí, viu? A turma que complementa só complementando o que senhor tá falando aí. E tem sem falar daqueles que rebatem. Não, agora que o cara maduro, o que que você tem que fazer agora? Você vai levar o Maduro é para reproduzir. Agora você vai levá-lo para a liderança. Parava aqui embaixo é liderança. Da maturidade paraa liderança. Agora você vai preparar para liderar o próprio ministério dele de evangelização na igreja local. Paraa liderança, você vai fazer o quê? Você vai capacitá-lo, tá? É, deixa eu só voltar aqui porque acho que faltou um. Aí você vai capacitá-lo paraa liderança. Você pode aí você vai providenciar um treinamento para ele. O disciplado já é um treinamento. Você pode oferecer na guerra local para ele liderar porque a pessoa precisa aprender a liderar seu grupo de discipulado, seu grupo de evangelismo. Então você vai oferecer treinamento para ele, uma capacitação. A gente leva aí entre três e a dois a a três meses treinando pessoas para depois soltar. Jesus gastou um tempo treinando os homens, né, que ele recebeu. E eu fiquei pensando 40 dias depois que Pedro havia negado Jesus, Jesus disse: "Agora vão". E você confiava? Eu não confiava não. Pedro não. Mas Jesus confiou. Agora vão. Ele gastou esse tempo. Por quê? Porque Pedro caiu à ficha, né? Que ele não era lá, tanta coisa. E aí ele foi exercer uma boa liderança. Para a liderança, o desafio é você treinar a igreja. E aí a Pecon oferece as ferramentas de treinamento. A gente tá dizendo o que que a gente tem para te dar. Bom, agora que o cara está pronto para liderar, qual é o passo seguinte da jornada? Enviar. Chegou a hora de dizer assim: "Agora vamos orar, vamos, vou ajudar você a como selecionar as pessoas. Você vai alcançar, que você quer alcançar. Aí você vai levar de mais ou menos oito semanas nesse processo de orar com ele, ajudar ele selecionar pessoas e depois ele liderar o primeiro grupo de de evangelismo dele ou a primeira relação de evangelismo, porque às vezes a pessoa consegue evangelizar em grupo, às vezes ele faz de um a um. O evangelismo pode ser tanto pessoal. Que que é evangelismo pessoal? É você levar a pessoa a Cristo. Que que a liderança? O que que é evangelista de Márcia? Levar Cristo às pessoas. Você prega sobre Jesus para as pessoas. E aí o pequeno grupo é você levar algumas pessoas. Um pequeno grupo não pode ser grande. Onde há gente demais, demais, imagine Jesus treinando a multidão. Ele treinou 12. Ele pregou pra multidão, alimentou a multidão, né? Ensinou a multidão, mas ele treinou só 12, começou pequeno e com esses 12 ele alcançou o mundo. Então a gente procura fazer pequeno grupo para que haja mais tempo para compartilhar estreitamento de relacionamento para que a raízes, né? Para que as pessoas não se sintam estranhos no ambiente da igreja. Aqui você então envia a pessoa para enviar você vai treiná-lo para que ele possa fazer o trabalho dele. Então isso nós chamamos de engajamento. Você vai levar da liderança para engajamento. Então vamos contar os passos da descrença para crença, da crença para membresia, da membresia para maturidade, da maturidade para a liderança, da liderança para o engajamento. Esse é um caminho a ser percorrido com cada membro da igreja. A pergunta que eu quero fazer para você agora é o seguinte: olhando paraa sua igreja local, você consegue identificar onde cada membro está nessa nesse trilho? Você consegue? Sabe o que que acontece quando eu não sei onde onde cada um se encontra? encontra? A gente comete o erro de nivelar e cobrar que todo mundo dê o mesmo passo junto sem a pessoa dar conta. Aí você lembra daquela história de Jacó com Esaú quando eles se encontraram? Jacó morrendo de medo de morrer. E aí ele vai encontrar Isaú chega e Jacó já se se prostra, né? E aí Isa disse: "Não, vamos deu um abraço nele chorar". Falou: "Agora eu vou fica de boa que eu vou vou eu vou conduzir você. Eu vou te meu grupo vai te escortar". Ele tava com um grupo de soldados. Nós vamos aí o Jacó disse assim: "Não v o seguinte, pode ir na frente, né? Pode ir na frente que eu vou atrás no passo do gado miúdo. É no passo das crianças. crianças. Ou seja, o passo dele não era com aquele que pisava rápido, era com aqueles que eram mais tenros. Entende? Esse é o nosso desafio também. Se eu não tiver uma noção de quem é gado miúdo na igreja, eu estrupei vou estrupear todo mundo. Vou usar a linguagem do tropeiro. Eu vou estrupar. Eu vou cobrar de gente que não tem a mínima condição para acompanhar os que já t. Então eu preciso ter uma noção como pastor, quem é quem na igreja. Depois que eu aprendi essa ferramenta aqui, eu comecei a identificar cada membro da igreja e dizer assim: "Esse aqui está na crença. Esse aqui ainda é incrédulo. Ele tá aqui, mas ele ainda é incrédulo. Tem muita gente batizado mesmo da guerra que ainda é incrédulo. Esse aqui já tem uma liderança, tá precisando agora engajar. Aí você vai treinar o cara, ou seja, para cada fase você vai dar uma atenção especial. A gente, o pastor passa a ser um personal trainer que ele vai, entendeu? Você vai para uma academia seu primeiro dia, né? nunca fez um exercício na vida. chega lá, o cara já bota você para fazer o que todo mundo já faz, você morre na primeira levantada de peso. Então eu fui, eu fui para uma casa meu se foi inimigo de exercício físico, eu sou sedentário por prazer, mas eu fui obrigado a ir por causa do diabetes. Aí eu cheguei assim, eu contei minha história pro cara, o cara começou botando para poder esticar umas borrachinhas. Eu apelei com o cara, umas borrachinhas, o cara me deu, eu digo: "Mas brincadeira, vou puxar essa borracha aqui." Ele disse: "Começa por aí." Eu cheguei em casa, tava doendo tudo. Aí ele me deu uma bola assim, bora passa aquelas bola de menino brincar em piscina. Seu Paulo, senta, senta aí, põe a bola aqui, aperta. Eu fiquei ali me sentindo o cara mais pateta do mundo, fazendo aquela. Depois eu descobri que eu não cheguei em casa, eu não tava andando assim, entendeu? E agora imagina se ele me bota para puxar ferro, entende? Então veja só, você que é líder, que é pastor, você precisa ser esse personal trainer da sua comunidade. Você tem que identificar onde que cada crente se encontra nessa jornada para você saber de onde você vai morrer, mover cada um e para onde você vai mover. Cada um exige uma atenção especial. Bom, no engajamento é o cara vestiu a camisa. Bom, agora o que que o discipulado do Vida faz? Ele ajuda você a seguir esse passo. Então, algumas dicas práticas para você ao sair daqui. Primeiro, volte-se para Jesus, ou seja, releia os evangelhos observando o relacionamento de Jesus com seus discípulos. Ou seja, leia, pesquise, compartilhe sobre Jesus como o modelo que você tem. Veja bem, nós não oferecemos um modelo discipulado. O modelo é Jesus. Ele é nosso modelo de disciplor. Então, estude o que que Jesus fez com seus discípulos, que que ele trabalhou. Vocês perceberam? Eh, você sabe que a internet tá virou uma um lixo, né, assim, com todo tipo de bagulho. Tem e tem nós temos hoje uma enchurrada de teólogo da internet dizendo para você o que você te ensinar errada, viu? Te ensinar errado. Vou te dizer tal, gente descobrindo coisas novas. Então, preste bem atenção. Há muita gente oferecendo modelo, modelo, modelo. Jesus é o modelo. modelo. Dia desse, um cara falou assim: "Você precisa aprender a orar. Você ainda não sabe orar. Você precisa fazer parte daquele time que Jesus tinha, o time dos três, Pedro, Tiago e João." E ele disse: "Sabe que Jesus tinha eh eh tinha esse caminhada mais próxima com eles? que eles haviam atingido um estágio, não sei o quê, superior aos outros. Eu falei: "Meu Deus, o cara não entendeu nada". Jesus era mais próximo daqueles três, porque ele era os mais problemáticos, era exigia mais atenção, era os caras que queriam queimar uma orelha só porque não emprestou um jeg para Jesus. Era os filhos do truvão. Depois João virou coraçãozinho. É exato. Ele deu uma atenção, não era porque eles eram mais especiais. Aqueles camaradas ali foram que deram mais trabalho. trabalho. Então é uma dica para você que é pastor, né? Para mim eu descartava toda gente problemática. O cara começava a dar trabalho, eu me afastava dele. Eu digo: "Esse cara aqui quero nem conversa". E o cara quando tava dando trabalho assim mesmo. Aí minha mulher um dia me deu essa dica, disse assim: "Querido, por que que você não se aproxima dele?" Aí eu digo, aí eu quando eu vi aí o exemplo de Jesus, eu digo, é melhor eu ficar próximo do problemático que depois ele fica seu amigo e ele lhe defende tal e tal. Eu aprendi agora a caminhar com os problemáticos. Então, primeira coisa, estude a vida de Jesus. Não fique preocupado com o modelo, pois invista em pessoas. Priorize relacionamentos intencionais que possam gerar crescimento espiritual através da amizade. Lembra? Melhor maneira de evangelizar e discipular através de relacionamento de amizade. Jesus construiu um relacionamento de amizade e de intimidade com seus discípulos. Problema nosso é que nós temos uma agenda muito cheia, nós pastores, para andar com as pessoas. A gente não tem esse tempo e a gente precisa criar esse tempo. Você precisa andar com alguns poucos pelo menos. E você que é membro da guerra também precisa aprender a andar com algumas poucas pessoas para você gerar intimidade, relacionamento, investir em relacionamentos intencionais que possam gerar crescimento. Isso é discipulado. Disponha seu tempo. Além do tempo com as pessoas, busque disponibiliz disponibilidade para receber treinamento e aprimorar ferramentas. Ou seja, eh coloca o discipulado como algo importante na sua agenda. arrome tempo para investir numa capacitação, para você aprender a como fazer e e depois fazer, mas também avance na prática do discipulado, se comprometa com pessoas e com ações que tornarão o discipulado uma prática e não apenas uma teoria. E não apenas uma teoria. Então, avance na prática, começa a fazer, dê o primeiro passo. Um ditado chinês diz que uma viagem de 1000 km começa com o primeiro passo. Comece disciplando uma pessoa que se errar só foi com um. Aí você revise e depois faça com dois, faça com três. Bom, perguntas e respostas. Chegou a hora. Agora tem que ter microfone aqui pra turma responder que eu não dou conta de correr aqui dentro. Pessoal, alguma pergunta? Isso aqui é só para você entender a importância do discipulado na formação da igreja, na capção da da capacitação da igreja para que a igreja cumpra a sua missão. A igreja cumpre a sua missão com discipulado. Vou só deixar uma última palavra sobre isso. Você quer seguir uma estrutura de eh sustentabilidade? Eu vou falar duas coisas que já são feitas. feitas. Toda a igreja para serena, oração e exposição das Sagradas Escritura. Eu nós não podemos nem sugerir isso aqui. Todos pastores procuram pregar expositivamente a palavra de Deus e tem oração nas nossas igrejas, OK? Mas nem todas têm um pequeno grupo, um um uma metodologia de pequeno grupo para que as pessoas possam se edificar de maneira mais próxima, mais íntima. Nem todas têm evangelismo e nem todas têm discipulada. Você quer um tripé da sustentabilidade? inviste em evangelismo, inviste em discipulado e invista numa estrutura de pequeno grupo. Hoje muita gente não vai ao culto meio de semana porque ele não tem dinheiro para gastar com petróleo para se deslocar várias vezes. Recentemente dando um treinamento numa cidade aqui do Brasil, mas era o um prbito perguntou assim para mim: "Pastor Paulo, posso fazer uma pergunta?" Pode [roncando] esse negócio desses pequenos grupos, isso não vem atrapalhar e desanimar as pessoas que vem aqui na igreja na na terça-feira, na quarta-feira e na sexta-feira. Eu falei: "O que que tem na quarta-feira?" Estudo bíblico. E na sexta oração? Eu falei: "Quantos membros tem sua igreja?" Ele falou: "300". Falei: "Quantos dos 300 vem na quarta-feira no estudo bíblico?" Vem uns 10. Eu falei: "E na sexta, na oração 8 a 10?" Eu falei: "O senhor já fez as contas? Não seria?" O que que você acha que seria melhor ter oito num dia e 10 no outro ou ter pelo menos 200 reunidos em pequenos grupos na cidade? Pelo menos 200. Cada grupo de 10, se tiver aqui 20 grupos de 10, 200, onde terá comunhão, adoração, estudo para edificar e encerra com oração. Tem as duas coisas que tem. O que que o senhor acha que é mais produtivo? Ele não soube responder porque ele tava pegado à estrutura do tempo. Ele não entendeu que se não tiver pequeno grupo as pessoas, porque o pequeno grupo funciona perto da casa da pessoa. Ela chega no trabalho, toma um banho, bota ali uma um uma calça jeans, um chinelo e vai ao pequeno grupo. Ele tem comunhão, não é aquela estrutura, mas o cara tá preocupado. Se o cara, eu digo, não, mantenha isso aí, você não vai atrapalhar não. Então, queridos, só isso aí. Pensa nessas três coisas. Agora, pergunta e resposta. Alguém tem alguma pergunta que eu possa tentar responder? Um, >> em uma das lâminas eh que o senhor apresentou, ela ele coloca a sequência do discipulado partindo, olhando para o não crente depois. E no terceiro ponto é que aparece a igreja. Eu entendo que então seja um paradigma. A gente pode olhar também mudando a ótica. Eu poderia começar olhando pra igreja que é quem eu vou preparar para ir buscar quem está lá fora. Não teria problema nenhum. >> A ideia aqui nós estamos falando é pra igreja mesmo. Que que a igreja tem que fazer para alcançar? Nós estamos só dando o passo a passo que funciona assim. Primeiro, eh, eu alcanço o não crente, discipulo para que ele se torne membro. Agora, se tornar membro não imped até se tornar membro não impede que ele frequente a igreja. Ele tem que estar inserido na igreja, integrado ali. Só que se tornar membro, ele precisa de um tempo para professar a fé. É isso aí. Nós estamos falando que a igreja precisa percorrer esse caminho. E isso, o olhar é esse. Sim. Aí você tem que capacitar. Por isso que nós estamos oferecendo. O discipulcom oferece treinamento para igreja local, tanto para ela, ela desenvolver o ministério de evangelismo com todo mundo, como o discipulado. Aqui nós só estamos só mostrando o que o discipulado oferece, mas a guerra tem que ser capacitada para isso. É só entrar em contato com a gente, a gente manda um treinador tudo por conta da Pecon aqui, ó. chefe eh eh Presbito Marcarelli é treinador e também ele é eh da do conselho. A Pecon banca a passagem se for de avião do do treinador, a comida pelo caminho, comida de aeroporto que é caro. Agora o que ela pede é: "O cara chegou na sua cidade aeroporto, busque ele e devolve no aeroporto e dê um hospedagem para ele. Nem que seja num hotelzinho assim simples, mas que ele possa ter liberdade, privacidade e ofereça comida. Mas se não quiser pagar nem a hospedagem, nem a comida, a gente dá um jeito, entendeu? E aí tudo é de graça, inclusive o material de treinamento. Aí treina a sua igreja, a partir daí o pastor lidera o processo discipulado e evangeliza na igreja local. Lembrando que discipulado, gente, ele não é eh uma coisa separada da outra. outra. É a mesma moeda. O disciplado implica justamente essa caminhada, pegar um eh investir no incrédulo até que ele se torne um multiplicador também. Isso. O quem? O O quem? O >> é 5 horas. O treinamento é 5 horas. Ali, ali, ali, per, viu, pessoal? Treinamento discipulado de Capecon oferece 5 horas de duração, é prático e você já fica ali com um acompanhamento para de alguém, o treinador fica te acompanhando até você implementar na sua guerra local. Diga, >> apertadinho. Dá para fazer um de manhã e um à tarde, né? Num sábado. >> Isso é, dá para fazer os dois de evangelista discipulado num dia só para para economizar, tá? Reverendo, em relação à questão das reuniões em casa, aqui em Gravatá, a igreja começou. Antes tinha uma congregação que fechou. Aí depois a gente justamente começou com o reverendo William começou a fazer reuniões nas casas da pessoa e isso foi trazendo. Hoje a igreja, a congregação já está com uma quantidade até boa. >> Isso dando instruções e sempre no encontro tem um faz um >> uma alimentação. Isso tá trazendo novamente o pessoal pra igreja. Quer dizer, estamos restaurando >> ótimo isso. Então esse é um bom caminho, usar as casas, né, para poder atrair as pessoas. A casa funciona como um braço da igreja. Mais alguém quer fazer pergunta aqui à frente depois ali. Beleza, gente, nós vamos, nós tem uma tora do almoço para responder, né? >> A Pecon tem algum material de discipulado infantil? tá saindo agora numa parceria com a o secretário geral do trabalho da infância, produzindo material pré-evangelismo e ele já tá com uma cópia da de uma das lições do discipulado vida para ele criar uma estrutura para para discipular criança. >> E a outra pergunta é: como é que a gente identifica uma pessoa que quer discipulada e participa de uma igreja pentecostal que não tem disciplina, se ela de fato quer ingressar na igreja, na membresia ou se ela tá em busca de conhecimento? Bom, aí você precisa percorrer o caminho todo. Quando chegar no módulo sobre sobre membresia, ela vai ser confrontada e sobre ser membro e qual o compromisso dele como membro, entendeu? Eu geralmente não fico discipulando ninguém que fica lá e cá. Às vezes o cara vem e ele fica na igreja, então eu discipulo ele. Mas se ele fica lá na guerra dele e vem só para receber conhecimento, eu também não posso negar conhecimento. Mas eu acho muito antiico agora eu tá cuidando de ovelha dos outros. Então esse é um problema mais de ética. Você tem que ser bem honesto. Olha, eu não posso fazer isso que de repente seu pastor eh não vai gostar. É a escolha que ela fez, né? Sim. Som. >> Eh, pastor, minha pergunta é que é o seguinte. Cristo no seu, no começo do seu ministério, os parentes dele, a família, no caso dele, não cria no seu ministério, mas depois >> os seus irmãos começaram a crer nele. Inclusive dois deles, Tiago e Judas, né, escreveram dois duas cartas que hoje temos como livros sagrados. >> Uhum. Minha pergunta é o seguinte: como eh levar pessoas assim que são tão próximas de nós, né, a crença nosso Senhor Jesus Cristo? como a gente trabalha, se tem, se já tem um modelo específico que Cristo usou ali no, nos evangelhos para tratar a incredulidade dos próprios familiares dele. E outra pergunta que foi do nosso irmão Eitor aqui, como é que a gente pode conseguir esse material que o Senhor usou pra palestra de hoje? >> Beleza? Primeiro, irmãos, não tem nada assim específico. O desafio maior para quem quer evangelizar a família é você mostrar que houve transformação. Pega o exemplo do gadareno. O que que Jesus disse para ele compartilhar? Tudo que Deus fez por você. O problema é que às vezes a gente eh a gente a gente evangeliza que é de fora que a pessoa nem sabe quem a gente é, entendeu? Mas houve mudança. Primeira coisa, procure dar um bom testemunho pra família. Se era esquentadinho, fica mais manso, entendeu? E e começa a oferecer a um exemplo de que houve a mudança. Isso é muito mais interessante do que as suas palavras. Então, as duas coisas tem que caminhar junto. Palavras e obras, palavras e ações, né? Então, é esse aí. E dá e dá o testemunho de como Cristo tem mudado a sua vida da importância. Não tem outro caminho. O caminho é esse, entendeu? Não, não há assim, tipo, ó, tem uma ferramenta, não. Tem um livro que eu nem me lembro o nome dele agora que fala como evangelizar. amigos, isso inclui parente, tá? O Pop, ele que o pastor da perímetro, ele diz assim que criou o Life Life, que testemunhar é compartilhada a missão de Cristo de tornar o evangelho conhecido por meio de palavras e obras, onde você mora, casa, onde você trabalha, onde você estuda e até mesmo onde você se diverte. Você já viu que tem um pessoal aí que faz, pratica esporte, espalmente pedal e corrida, que todo dia ele presta conta no Facebook, no no e no e no Instagram, ele ele ele diz quantos quilômetros ele correu, quanto ele pedalou e tal. E ele faz isso num grupo de amigos que nem são cristãos, mas ele não posta um versículo bíblico bíblico no Instagram dele. Ele só posta o desafio dele. Tem gente que posta o prato que come todo dia, então e não posta outra coisa. Então você pode usar os seus, eu desafio. Tem um grupo de ped ais na minha igreja. Eu eu chamei de pedais na minha igreja. Eu eu chamei a atenção dos caras para isso. Falei: "Rapaz, não tem um amigo seu aqui. Todo mundo é crente não. E não tem um amigo seu aqui." Aí eu fiz um café especial, levei um cara lá para tocar uma sanfona, né? E fazer um devocional. E eles levaram esses amigos dele. De repente tava lá uma meia dúa no culto domingo à noite desses amigos do pedal. Então esse é o ponto, a gente ser intencional. Tudo tem a ver com lembra que nós começamos? É intencionalidade. O que que qual é meu projeto? projeto? OK. Mais alguém? Ah, sim. O sobre material você tá falando, isso aqui só é um para essa para essa conversa. O discipulado, você vai entrar em contato com com a nossa equipe aqui da Pecon, D para ficar ali e dá o contato que a gente faz contato e vocês podem levar o treinamento. Seu pastor, o conselho manda um ofício e a gente envia o treinador até vocês. Opa. Ainda bem que eu >> Pastor Pastor aqui duas perguntas. Eh, a primeira, existe algum treinamento já agendado ou previsto para Recife? esse ano ou próximas datas. >> Olha, eu sei que de um treinamento para Pernambuco agora, só não tem só não tem como eu eu checar agora. Tem o o o vai ter um treinamento com Igor Porfiro. Igor Porfiro é um pastor de Campina Grande de eh João Pessoa que vai dar um treinamento lá em Recife. Lá tem o Heraldo Gueiros, tá no nosso time de treinadores. Se alguém conhecê-lo, procure ele que ele agenda o treinamento para vocês. A segunda pergunta é, o senhor falou que o foco a gente tem que aproveitar quando a pessoa tá nova na fé, tá chegando na fé e já mobilizar ela desde cedo para aproveitar o potencial todo. Mas e naquele contexto em que a gente tem aqueles irmãos que já estão na igreja há muito tempo, que não foram mobilizados, que t essa dificuldade, como é que a gente bota esse povo para trabalhar? trabalhar? >> Ó, tem igreja discipulando toda a igreja primeiro. Sabe o que que muitas igrejas fizeram? fizeram? Vou dar meu exemplo. A minha igreja, eu assumi, ela tinha 18 membros. Completamos 20 anos agora. É uma igreja aprontou duas e tinha duas plantações. Aí passamos uma para uma outra igreja e ficamos com a outra. Tudo isso com evangelismo discipulado. Agora o que que eu fiz? Apesar de esse pessoal já nasceram nesse processo, eu fiz com que toda nossos homens ao pH estudasse o conteúdo por 4 meses de grupinho de quatro para e aí eles iam inserindo novos homens estavam chegando daquele grupo porque cada um conduzia um encontro por semana, cada um fez cinco encontro, entendeu? Aí, aí além deles eh eh firmaremse na doutrina, eles aprenderam a como reproduzir. As mulheres feram a mesma coisa, os jovens não fizeram e agora os adolescentes estão terminando a jornada dele. Pus toda a igreja para fazer, as crianças não dá, são pequenininha, tá sendo material agora para criança, tá? Para para 2027, pra nossa campanha nacional. Então assim, eu estudaria com todo mundo, mas aí você tem que começar como você tem que treinar um grupo de líderes em potencial para você liderar esses pequenos grupos, senão sozinho você não vai conseguir. OK? Mais alguém? Gente, eu tô por conta, não tenho dinheiro para comprar nada ali fora. Eu tô aqui, ó. quiser quiser perguntar, tudo bem. Se quiser enrolar, nós vamos terminar. Oi. Esse microfone ajuda. Então, >> em questão de família, às vezes é a timidez também do da própria pessoa, né? Eu tirei isso de dentro de mim mesmo. Isso aí, porque eu chegava na casa dos meus pais e às vezes ficava com medo de pregar a palavra para ele, falar a verdade para eles, né? Mas depois que eu disse, eu vou pedi a Cristo para tirar aquela intimidade dentro do meu coração e ele me deu. Hoje e eu chego onde tá meu pai, dou um abraço nele, dou um cheiro na careca dele, um beijo, um abraço na minha mãe e digo: "Olha, eu amo muito vocês". E hoje o meu pai se abre para mim. Ele disse: "Meu filho, uma nunca escutei ele dizer para mim assim: "Eu também te amo, meu filho. filho. >> Nunca escutei e escutei pela primeira vez dizendo isso aí. Boa forma >> e >> e pelo modo do do meu testemunho para eles, né? Ele falou para outras pessoas quem era eu." >> Uhum. >> Né? Ele disse que eu era um perdido e hoje eu sou um achado. Ele falando isso aí para outras pessoas. Então quer dizer, era a minha timidez que estava esbarrando. >> Então o discipulado ele ele capacita a gente e a gente fica mais corajoso, porque a gente o que que é que gera timidez? É a pessoa não saber como fazer. fazer. Medo de errar, a pessoa tem sa Mas quando aprende fazer, né? Pessoal, eu acho que nós vamos parar por aqui. Vocês já perguntaram, já encerraram. O Zé tá dizendo assim, já tá tá passando e taxeador de avião, né?
Uma vida cheia do Espírito é uma vida cheia da palavra.
Doutrina: Pneumatologia e santificação
Tensão: A afirmação expressa uma relação bíblica importante entre Efésios 5:18 e Colossenses 3:16, mas pode soar como se a plenitude do Espírito se reduzisse ao estudo bíblico.
Correção sugerida: Dizer que o Espírito enche e governa o crente por meio da Palavra, produzindo também oração, adoração, comunhão, santidade, gratidão e obediência.
Fidelidade e sofrimento caminham juntos.
Doutrina: Providência, sofrimento e ministério
Tensão: A fidelidade pode envolver sofrimento e perseguição, conforme 2Timóteo 3:12, mas a fórmula pode parecer universalizar todo sofrimento como consequência direta da fidelidade.
Correção sugerida: Afirmar que a fidelidade pode envolver oposição e sofrimento em um mundo caído, enquanto Deus também concede alegria, provisão, fruto e períodos de descanso.
Preguemos a palavra de Deus sequencialmente. Preguemos os livros da Bíblia.
Problema: A pregação sequencial é uma estratégia expositiva sólida, mas 2Timóteo 4:2 e Atos 20:27 não a estabelecem como o único formato legítimo de pregação fiel.
Risco pastoral: Pode produzir julgamento indevido sobre sermões temáticos ou sobre outras formas responsáveis de exposição bíblica.
Sugestão: A pregação sequencial é um meio privilegiado para expor todo o conselho de Deus, mas o critério bíblico decisivo é a fidelidade ao texto e ao evangelho.
Sucesso na vida significa terminar os seus dias tendo aprovação de Deus e ouvir do Senhor: vinde, benditos de meu Pai.
Problema: A frase transforma a aprovação final, que pertence ao contexto escatológico de Mateus 25, em definição geral de sucesso ministerial.
Risco pastoral: Pode sugerir que a aprovação final depende do desempenho ministerial, em vez de ser recebida pela graça mediante a união com Cristo.
Sugestão: O verdadeiro êxito ministerial é perseverar fielmente pela graça; a aceitação diante de Deus repousa na obra de Cristo, não em resultados ou méritos pessoais.
O sucesso ou a excelência? A excelência bíblica mede a fidelidade ao chamado de Deus e à palavra.
Equilíbrio bíblico: Manter a primazia da fidelidade, mas acrescentar que a Escritura também reconhece fruto, crescimento e avaliação comunitária. Nenhum resultado numérico, por si só, prova aprovação divina; da mesma forma, poucos resultados visíveis não provam fracasso.
Uma vida cheia do espírito é uma vida cheia da palavra.
Equilíbrio bíblico: A Palavra é instrumento essencial da ação do Espírito, mas a plenitude do Espírito também aparece em oração, adoração, gratidão, comunhão, santidade, serviço e obediência.
Nós não fomos chamados para converter ninguém. Essa é uma obra do Espírito Santo.
Equilíbrio bíblico: A conversão eficaz pertence a Deus, mas a igreja é realmente chamada a anunciar, persuadir, chamar ao arrependimento e fazer discípulos. A soberania divina não diminui a responsabilidade evangelística.
Fidelidade e sofrimento caminham juntos em um mundo caído.
Equilíbrio bíblico: A fidelidade pode trazer perseguição, mas a Bíblia não ensina que todo sofrimento seja perseguição nem que a ausência de sofrimento indique infidelidade. Deus também provê sustento, alegria, descanso e fruto.
Nós precisamos pregar toda a Bíblia.
Equilíbrio bíblico: É saudável expor livros inteiros e evitar temas preferidos, mas sermões temáticos ou evangelísticos também podem ser fiéis quando explicam e aplicam corretamente os textos usados.
A exposição possui unidade textual e uma estrutura clara de oito marcas derivadas de 2Timóteo 4:1-5.
E nessa pequena porção das Escrituras nós encontramos aqui oito marcas da fidelidade.
Impacto: Ajuda ouvintes e ministros a acompanhar o argumento e relacionar cada aplicação ao texto principal.
A mensagem enfatiza corretamente a autoridade e a suficiência funcional das Escrituras.
A autoridade do púlpito não está na personalidade do pregador, mas está na palavra que ele proclama.
Impacto: Combate personalismo, modismos e dependência de carisma ministerial.
Há uma crítica explícita e biblicamente responsável à teologia da prosperidade.
Se você confessar Jesus como Senhor, toda a sua vida vai mudar materialmente. E queridos irmãos, esse não é o evangelho de Jesus.
Impacto: Protege a igreja contra promessas que reduzem o evangelho a emprego, casa, recursos ou saúde.
O sermão preserva a centralidade da graça e apresenta o pecado em termos bíblicos.
Ele está morto em delitos e pecados, está alienado de Deus, escravizado. Mas Deus, sendo rico em misericórdia, estando nós mortos, nos deu vida.
Impacto: Evita tanto o moralismo quanto a ideia de que o pecador pode salvar-se por esforço próprio.
A mensagem equilibra confronto doutrinário e pastoralidade.
O ministério fiel não faz essa escolha, amor ou verdade; confronta o pecado com a verdade e ministra as pessoas com amor.
Impacto: Oferece um modelo saudável de correção que busca arrependimento, e não humilhação.
O sofrimento ministerial é apresentado sem triunfalismo e sem promessa de prosperidade.
O ministério não é uma carreira de conforto. Aqui a ideia não é preservar a imagem, mas preservar a fidelidade.
Impacto: Prepara pastores e missionários para perseverar sem medir a aprovação de Deus por conforto ou visibilidade.
A aplicação final mantém Cristo como centro da missão.
O alvo não é construir o nosso nome, não é tornar o nosso nome célebre, mas honrar o nome de Cristo.
Impacto: Redireciona o ministério da autopromoção para a glória de Cristo.
Compare as dimensões nas barras abaixo. Valores maiores indicam melhor desempenho.
Fidelidade Bíblica
A exposição de 2Timóteo 4:1-5, 2Timóteo 4:6-8, 2Timóteo 3:16-17, Atos 20:20,27, 2Coríntios 2:14-17, Efésios 2:1-5 e João 6:22-27 é substancialmente fiel. As principais ressalvas são a localização imprecisa de Jeremias 15:18 em relação a Jeremias 20:9, a combinação de Mateus 25:21-23 com Mateus 25:34 e algumas ampliações de aplicações.
Hermenêutica
O pregador acompanha o fluxo de 2Timóteo 4:1-5 e aplica corretamente os verbos pregar, corrigir, repreender, exortar, suportar e cumprir. A hermenêutica é menos precisa quando transforma a pregação sequencial em conclusão quase normativa de Atos 20:20,27 e quando aplica a ordem específica de 2Timóteo 4:5 indistintamente a todos sem distinguir o encargo de Timóteo.
Precisão Teológica
A mensagem é teologicamente ortodoxa, afirma a graça, a autoridade das Escrituras, a necessidade de arrependimento e fé, a soberania do Espírito na conversão e rejeita explicitamente o evangelho da prosperidade. As formulações sobre sucesso final, plenitude do Espírito e vida cristã vitoriosa precisam apenas de maior qualificação.
Compreensão Contextual
O sermão compreende bem o contexto de despedida de Paulo, a oposição à sã doutrina, o custo do ministério e a tensão entre fidelidade e aprovação humana. A precisão contextual diminui na combinação de Mateus 25:21-23,34, na referência cruzada entre Jeremias 15:18 e 20:9 e na transformação de uma recomendação ministerial em princípio universal.
Aplicação Prática
As aplicações são concretas e pastorais: estudo e meditação bíblica, oração, autovigilância, preparação, paciência, perseverança e rejeição da manipulação. O principal cuidado necessário é não transformar sofrimento, método expositivo ou ausência de crescimento numérico em métricas absolutas de fidelidade.
Clareza do Evangelho
Como se trata de uma exposição de edificação dirigida a crentes, o critério principal é coerência com o evangelho e conexão apropriada do tema com Cristo, não a exigência de um apelo evangelístico completo. O sermão apresenta Efésios 2:1-5, fala de pecado, morte espiritual, graça, arrependimento, fé e senhorio de Cristo, além de rejeitar a promessa de prosperidade material. Por isso, o evangelho permanece claro e não é obscurecido.
Risco de leitura imposta ao texto:
Quanto menor, melhor. Não há invenção de significados lexicais, fórmulas de declaração criativa ou uso de textos como slogans de campanha. As poucas extrapolações concentram-se em fazer da pregação sequencial um padrão quase obrigatório e em usar Mateus 25 como definição geral de sucesso ministerial.
Risco de conflito com doutrina essencial:
Não foram identificadas violações centrais de Nível 1, negação de doutrinas essenciais, atribuição de poderes criativos ao ser humano ou transação entre oferta e bênção. Pelo contrário, o sermão critica diretamente a prosperidade transacional e reafirma graça, juízo, Cristo e autoridade bíblica.
Abra apenas a parte que deseja consultar.
Tema principal:
Fidelidade na pregação e no cumprimento do ministério segundo 2Timóteo 4:1-5.
Tom pastoral:
Solene, pastoral e exortativo; chama pastores, missionários, líderes e membros a servirem diante de Deus, pregarem fielmente a Palavra, suportarem sofrimentos e proclamarem o evangelho sem manipulação.
O ministério cristão é exercido com gravidade porque acontece diante de Deus e de Cristo, que julgará vivos e mortos.
Suporte: Conjuro-te perante Deus e Cristo Jesus; o pregador deve preocupar-se mais com a aprovação divina do que com aplausos humanos.
O conteúdo essencial do ministério é a Palavra de Deus, e não ideias pessoais, tendências culturais ou a personalidade do pregador.
Suporte: Prega a palavra; a autoridade do púlpito está na Palavra proclamada, não na personalidade do ministro.
A Palavra deve ser proclamada com correção, repreensão e exortação, combinando verdade, paciência, instrução e amor.
Suporte: O pregador deve confrontar erro e pecado sem agressividade, mostrando também o caminho da obediência.
Existe urgência na pregação porque pessoas podem rejeitar a sã doutrina e procurar mestres que confirmem seus desejos.
Suporte: Haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; por isso, a fidelidade não deve depender da receptividade imediata.
Textos:
O ministro deve manter sobriedade, equilíbrio, vigilância espiritual e estabilidade diante de aplausos, rejeição e mudanças culturais.
Suporte: Seja sóbrio em todas as coisas; a sobriedade é cultivada por meio da Palavra, oração, autovigilância e discernimento.
A fidelidade ministerial pode envolver sofrimento e perseguição, e não deve ser confundida com uma carreira de conforto ou reconhecimento.
Suporte: Sofre as aflições; o pregador relaciona fidelidade com a experiência de Paulo e com a promessa de perseguição aos piedosos.
O ministério inclui a proclamação do evangelho aos perdidos, chamando pecadores mortos em delitos a arrependimento e fé em Cristo.
Suporte: O pregador rejeita a promessa de prosperidade material como evangelho e afirma que a necessidade central é o pão da vida.
O objetivo é cumprir plenamente o ministério recebido, perseverando até o fim e buscando a glória de Cristo, não a construção do próprio nome.
Suporte: Cumpre plenamente o teu ministério; a meta é terminar pela graça com integridade e fidelidade.
Uso Contextual
Usado corretamente como texto principal e como uma exortação final de Paulo a Timóteo.
Leitura Sugerida
O texto deve continuar sendo lido no contexto de 2Timóteo 3:10-17 e da ameaça de falsos mestres.
Uso Contextual
Usado corretamente para mostrar a perseverança de Paulo e a esperança escatológica ao final de sua carreira.
Leitura Sugerida
A coroa deve ser entendida como esperança concedida pelo justo Juiz, não como prêmio meritório por desempenho ministerial.
Uso Contextual
Aplicação adequada da experiência de Paulo, que, mesmo abandonado por outros, afirma que o Senhor esteve com ele para que a mensagem fosse proclamada.
Questões Exegéticas
A identificação específica com um tribunal romano é uma inferência histórica plausível, mas não é detalhada pelo texto.
Leitura Sugerida
O foco deve permanecer na presença sustentadora de Deus em meio ao abandono e à oposição.
Uso Contextual
Usado adequadamente para enfatizar confiança pessoal no Deus em quem Paulo crê.
Leitura Sugerida
A confiança de Paulo está fundamentada no caráter e na capacidade de Deus de guardar o depósito confiado a ele.
Uso Contextual
Usado corretamente para contrastar fidelidade diante de Deus com avaliação humana e reconhecimento público.
Leitura Sugerida
O contexto trata da avaliação dos ministros como servos e despenseiros dos mistérios de Deus, sem eliminar a necessidade de avaliação eclesiástica legítima.
Uso Contextual
Usado corretamente, especialmente o contraste entre falar com sinceridade diante de Deus e mercadejar a Palavra.
Questões Exegéticas
A aplicação aos pregadores da prosperidade é pertinente, embora o contexto imediato trate mais amplamente de falsos obreiros e da integridade apostólica.
Leitura Sugerida
O texto deve ser aplicado a qualquer forma de corrupção, autopromoção ou exploração do ministério da Palavra.
Uso Contextual
Usado corretamente para lembrar que mestres estão sujeitos a juízo mais severo.
Leitura Sugerida
A advertência deve ser relacionada ao poder da língua e à responsabilidade de ensinar corretamente a comunidade.
Uso Contextual
Usado corretamente para destacar a simplicidade, a humanidade e o apreço de Paulo pelos livros e pergaminhos.
Leitura Sugerida
O pedido pessoal de Paulo não deve ser transformado em regra sobre padrão econômico ministerial, mas pode ilustrar sua perseverança e amor pelo estudo.
Uso Contextual
Usado corretamente para evidenciar a humildade de Paulo e a centralidade da graça.
Leitura Sugerida
A autodescrição de Paulo deve ser lida junto com a realidade do perdão e do chamado apostólico recebido pela graça.
Uso Contextual
Aplicação legítima para mostrar que Paulo reconhecia sua indignidade e dependência da graça.
Leitura Sugerida
O texto não diminui a autoridade apostólica de Paulo, mas enfatiza que seu ministério foi fruto da graça.
Uso Contextual
Aplicado como imagem da aprovação final do Senhor.
Questões Exegéticas
O sermão combina a fórmula entra no gozo do teu Senhor, de Mateus 25:21-23, com vinde, benditos de meu Pai, de Mateus 25:34. Além disso, o contexto é o juízo final, não uma definição direta de sucesso ministerial.
Leitura Sugerida
A aplicação deve afirmar que a aprovação final é recebida pela graça e está ligada à união com Cristo, não a resultados visíveis ou mérito ministerial.
Uso Contextual
Usado corretamente para fundamentar a vocação proclamadora de todo o povo de Deus.
Leitura Sugerida
A proclamação das virtudes de Deus deve ser entendida como vocação comunitária da igreja, sem apagar distinções entre dons e ofícios.
Uso Contextual
Usado corretamente para defender inspiração, suficiência funcional e utilidade da Escritura para equipar o povo de Deus.
Leitura Sugerida
A passagem sustenta a centralidade da Escritura, mas deve ser conectada ao seu propósito de formar pessoas para toda boa obra.
Uso Contextual
Usado corretamente para mostrar a abrangência do ensino de Paulo em Éfeso.
Questões Exegéticas
O texto apoia o ensino abrangente do conselho de Deus, mas não prescreve exclusivamente a pregação sequencial de todos os livros bíblicos.
Leitura Sugerida
A pregação sequencial pode ser uma excelente estratégia expositiva, mas o critério apostólico é não omitir o conselho de Deus.
Uso Contextual
Aplicação correta contra profetas que atribuem a Deus palavras que ele não pronunciou.
Leitura Sugerida
O contexto condena falsos profetas que enganam o povo por meio de mensagens inventadas, sonhos falsos e pretensa autoridade divina.
Uso Contextual
Usado corretamente para afirmar que a pregação cristã deve ter Cristo como Senhor e não o pregador como centro.
Leitura Sugerida
O texto também inclui a dimensão de serviço: os ministros são servos da igreja por causa de Jesus.
Uso Contextual
A imagem dos ribeiros ilusórios pertence a este texto e ilustra adequadamente a crise espiritual de Jeremias.
Questões Exegéticas
A expressão foi apresentada próxima da referência a Jeremias 20:9, mas a imagem dos ribeiros ilusórios está em Jeremias 15:18.
Leitura Sugerida
Distinguir Jeremias 15:18, sobre a sensação de Deus como ribeiro enganoso, de Jeremias 20:9, sobre a palavra como fogo.
Uso Contextual
Usado corretamente para mostrar a compulsão profética de anunciar a Palavra apesar do sofrimento.
Leitura Sugerida
O fogo nos ossos expressa a tensão entre o desejo de silenciar e a impossibilidade de abandonar a vocação profética.
Uso Contextual
Usado corretamente para equilibrar correção doutrinária e mansidão.
Leitura Sugerida
A correção deve buscar o arrependimento e o conhecimento da verdade, não a vitória retórica do ministro.
Uso Contextual
Usado corretamente para fundamentar a reprovação das obras infrutíferas das trevas.
Leitura Sugerida
A reprovação deve ser feita de acordo com o contexto de andar na luz, sabedoria e pureza.
Uso Contextual
Aplicação legítima da bondade e paciência de Deus como modelo para o trato pastoral.
Leitura Sugerida
A paciência divina não é tolerância indiferente, mas bondade que conduz ao arrependimento.
Uso Contextual
Usado corretamente para reforçar que o ministro busca agradar a Deus, que examina o coração, e não aos homens.
Leitura Sugerida
O versículo deve ser lido no contexto da integridade apostólica e da ausência de engano, impureza e lisonja.
Uso Contextual
Usado legitimamente para relacionar plenitude do Espírito com uma vida governada por Deus.
Questões Exegéticas
A passagem não define a plenitude do Espírito exclusivamente como estudo bíblico, embora o contexto inclua cântico, gratidão e submissão.
Leitura Sugerida
A vida cheia do Espírito envolve a Palavra, mas também oração, comunhão, gratidão, santidade e obediência.
Uso Contextual
Usado corretamente para mostrar a centralidade da Palavra de Cristo na formação comunitária.
Leitura Sugerida
O texto enfatiza ensino mútuo, adoração, sabedoria e gratidão como frutos da habitação da Palavra.
Uso Contextual
Usado corretamente para convocar à vigilância e destacar a fidelidade de Deus nas tentações.
Leitura Sugerida
A promessa de livramento não significa ausência de luta, mas provisão divina para perseverar sem ceder ao pecado.
Uso Contextual
Usado adequadamente para afirmar que Deus concede recursos espirituais para uma vida piedosa.
Questões Exegéticas
A expressão vida cristã vitoriosa pode ser entendida de modo triunfalista se não for definida como crescimento em piedade, e não como ausência de sofrimento.
Leitura Sugerida
O texto fala de provisão para vida e piedade, em meio à luta contra a corrupção do mundo.
Uso Contextual
Usado corretamente para afirmar que Cristo é capaz de socorrer os que são tentados.
Leitura Sugerida
A ajuda de Cristo decorre de sua verdadeira identificação com a condição humana, sem pecado.
Uso Contextual
Usado corretamente para mostrar a compaixão de Cristo como sumo sacerdote tentado em todas as coisas, sem pecado.
Leitura Sugerida
A passagem conduz à confiança para aproximar-se do trono da graça, não apenas à admiração pela resistência de Cristo.
Uso Contextual
Usado corretamente como oração de autovigilância e exame do coração.
Leitura Sugerida
A oração une conhecimento divino, confissão e disposição para ser conduzido pelo caminho eterno.
Uso Contextual
Usado corretamente para relacionar vigilância e oração na luta contra a tentação.
Leitura Sugerida
O texto também evidencia a fraqueza humana e a necessidade de dependência contínua de Deus.
Uso Contextual
Usado legitimamente para ilustrar o custo e as aflições do ministério apostólico.
Leitura Sugerida
O sofrimento aparece junto com pureza, conhecimento, paciência, poder de Deus, tristeza e alegria.
Uso Contextual
Usado corretamente para descrever os sofrimentos concretos enfrentados por Paulo.
Leitura Sugerida
O texto não glorifica o sofrimento em si, mas evidencia o custo da fidelidade apostólica em um mundo hostil.
Uso Contextual
Usado corretamente para afirmar que a piedade cristã pode envolver perseguição.
Questões Exegéticas
A afirmação deve ser mantida no sentido de oposição por causa da fidelidade a Cristo, não como explicação automática para todo sofrimento.
Leitura Sugerida
Distinguir perseguição por causa da justiça de dificuldades comuns da vida ou de consequências de decisões imprudentes.
Uso Contextual
Usado corretamente como metáfora de perseverança e disposição para sofrer como soldado de Cristo.
Leitura Sugerida
A imagem militar deve ser lida junto com a disciplina, lealdade e obediência, não como incentivo à agressividade.
Uso Contextual
Usado corretamente para apresentar a condição do pecador como morto em delitos e a salvação como ação misericordiosa de Deus.
Leitura Sugerida
O texto deve culminar na graça, na união com Cristo e na nova vida para boas obras, e não somente na descrição da depravação.
Uso Contextual
Usado corretamente para defender a necessidade da proclamação audível do evangelho.
Leitura Sugerida
A sequência inclui envio, pregação, ouvir, crer e invocar o Senhor; portanto, evangelização envolve conteúdo e resposta de fé.
Uso Contextual
Usado corretamente como pano de fundo para a multiplicação dos pães e para a atração inicial da multidão pelo milagre.
Leitura Sugerida
O sinal deve ser interpretado como apontando para a identidade de Jesus, e não como simples demonstração de provisão material.
Uso Contextual
Usado corretamente para mostrar que a multidão buscava Jesus por causa do pão e que ele a confrontou quanto às suas motivações.
Leitura Sugerida
O texto contrasta o alimento perecível com o alimento que permanece para a vida eterna e conduz à fé naquele que o Pai enviou.
Uso Contextual
Usado corretamente para afirmar que Jesus é o pão da vida e a necessidade central do ser humano.
Leitura Sugerida
A metáfora deve ser conectada à fé em Cristo e à satisfação escatológica que ele oferece.
Uso Contextual
Usado corretamente para ilustrar que a verdade de Cristo pode ser considerada dura e provocar abandono.
Leitura Sugerida
A dureza do discurso não justifica comunicação rude; refere-se à exigência e à exclusividade da palavra de Jesus.
Uso Contextual
Usado corretamente para apresentar a confissão de Pedro de que somente Jesus tem palavras de vida eterna.
Questões Exegéticas
A formulação do sermão combina a expressão Santo de Deus com Filho de Deus, mas isso não altera o sentido central da confissão.
Leitura Sugerida
A passagem deve ser lida como confissão de fé perseverante diante da deserção de muitos discípulos.
Preservar a estrutura expositiva de 2Timóteo 4:1-5 e a centralidade da Palavra.
Corrigir a distinção entre Jeremias 15:18 e Jeremias 20:9 em futuras exposições.
Apresentar Mateus 25:21-23,34 como textos de juízo e recompensa escatológica pela graça, evitando defini-los simplesmente como medida de sucesso ministerial.
Qualificar a relação entre plenitude do Espírito e habitação da Palavra, incluindo oração, santidade, comunhão e obediência.
Distinguir claramente ordens específicas dadas a Timóteo de aplicações gerais para todos os crentes e ministros.
Continuar rejeitando explicitamente a teologia da prosperidade e conectar ainda mais a fidelidade ministerial à morte, ressurreição e senhorio de Cristo.
Resumo em uma frase:
É uma exposição forte e pastoralmente saudável de 2Timóteo 4:1-5, fiel ao evangelho e crítica à prosperidade, com pequenas imprecisões em Jeremias 15:18/20:9, na combinação de Mateus 25:21-23,34 e em algumas generalizações metodológicas.
🤿
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