Bom dia. >> Tudo bem? Vamos lá. Casa cheia. Vou procurar ser bem breve porque tem bastante gente em pé hoje. Eh, peço desde já as suas orações para que Deus possa nos dar uma casa maior. [risadas] >> Amém. [suspirando] Eu creio nisso. Ô, gente, eh, rapidamente, hoje eu estou muito feliz. Eh, todo dia eu tô, mas hoje eu tô um pouquinho mais. >> [suspirando] >> Eh, eu estive, queria colocar aqui a imagem, se você puder, eu estive com a minha amada esposa, Vívia. A gente foi na Suíça há um tempo atrás, a gente foi pregar em Lausani e na volta a gente passou em Genebra e conhecemos alguns lugares, inclusive a igreja onde que Calvino e, né, pregavam e alguns outros. E eu lembro que entrou um grupo de pessoas, né, jovens e ali uma pessoa, né, guiando eles e contando sobre aquela comunidade, a igreja, mas muito raso, não contando nada sobre eh tudo aquilo que houve ali, os acontecimentos, a palavra do Senhor ali. Mas era muito raso mesmo. E eu lembro que a Vívia, ela comentou algo até sobre o esfriamento e muita coisa ali, mas ela disse uma coisa que é fato, que uma geração não contou para a outra os grandes feitos de Deus. E por isso que a eu comecei a pensar sobre isso, de que maneira nós podemos ensinar os nossos filhos, as gerações sobre grandes homens e mulheres que mudaram a sua história, que mudaram realidades. E por isso eu comecei a escrever algumas coisas. Então eu escrevi quatro biografias curtas, mas são de homens e mulheres que marcaram muito a minha vida, a minha caminhada. E então, a hoje eu estou aqui oficialmente lançando esses quatro livros. [aplausos] Rapidamente sobre eles, Dra. Helen Rosenver trabalhou 40 anos no Congo, aonde uma mulher solteira, médica, ela pôde, em meio ao sofrimento e a dor ali daquele país, estava vivendo uma grande guerra civil, ela poôde ser a boca do Senhor, as mãos do Senhor ali e ela poôde transformar a história de milhares de pessoas ali. Dout. Helen Rosev. Eu conto bastante aqui a história dela. A Sofia Emiler foi uma missionária também, uma mulher que nasceu em Nova York e teve um chamado simples de Deus. Ela estava lendo a Bíblia e ela leu aquele versículo que a gente lê aqui no final aqui do culto, aonde o Senhor nos manda ir. E ela obedeceu, ela veio paraa selva amazônica, onde ela dedicou mais de quatro décadas ali pregando o evangelho, ensinando pessoas, plantando igrejas e também centenas e centenas de pessoas teve sua vida transformada pelo poder de Deus. Traduziu a Bíblia e tantas outras coisas. da história da Sofia Emília é fantástico. Eh, temos também o Charles Stud ou Charles Stud, que ele era um bilionário jogador de cricket, era o Cristiano Ronaldo do Cricket. E esse homem, ele pegou toda a fortuna dele e doou paraas organizações missionárias e foi fazer uma fortuna eterna. Esse homem e a casa dele foram para África, foram para Ásia e para outras localidades, levaram o evangelho. E ele plantou uma das maiores organizações missionárias do mundo, que é a WSC, aonde ela tem feito um trabalho fantástico no mundo inteiro, está mais de 90 países hoje pregando o evangelho do reino de Deus. E o Jean Elliot é uma das minhas histórias prediletas. Esse cara viveu 26 anos, mas ele deixou um legado incrível. Ele foi pra selva do Equador, aonde ele, mais quatro amigos, eles foram martirizados ao chegar ali numa tribo. E o interessante é que as suas famílias não pararam ali. As suas esposas voltaram para aquela comunidade, pregaram o evangelho ali, a tribo inteira se converteu ao Senhor e o assassino do marido dela foi o mesmo que batizou o filho dela. uma história de redenção e uma história aonde nós conhecemos um evangelho que pode transformar a vida de qualquer pessoa. Então, a esses quatro livros ele lançou o volume um, depois a gente vai lançar o volume dois. E então a gente está aqui, a Ângulo está a tá aqui fora. Se você quiser eh adquirir o desconto hoje de lançamento, então se você quiser, passa ali. Amém. >> Amém. Vamos pra palavra de Deus, então. Abre a sua Bíblia comigo lá em Lucas, no Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas, Lucas, capítulo 24. É uma história bastante conhecida, mas quando eu estava pensando sobre esse tema que é a série que nós estamos aqui trabalhando sobre uma guerra, a frieza espiritual, e eu lembro que quando a gente começou a falar sobre isso na nossa igreja caseira, eu trouxe um questionamento ali que era pra gente olhar para dentro de nós. o que existe dentro de nós que precisa ser transformado. Porque quando nós falamos de algo, nós tendemos a generalizar e talvez sempre colocar a culpa no outro. É sempre o outro, pecado do outro, problema do outro. Mas às vezes nós não paramos para analisar a nossa própria vida. E nós temos alguém que pode nos ajudar a analisar a nossa vida, ver aonde existe falhas, vê aonde existe brechas, que é o Espírito Santo de Deus. A Bíblia diz que Jesus ele foi assunto aos céus, mas ele enviou o seu espírito. E esse espírito, o mesmo que é o consolador, é aquele que vai nos guiar em toda a verdade. Então o espírito, ele nos ajuda a gente analisar, a ver o que existe também em nós e trazer aquele santo incômodo no coração para ver aonde nós estamos em falha com o nosso Deus. E hoje eu quero trazer uma história bastante conhecida, mais de dois homens que eles estavam tendo uma experiência com o Senhor de alguma forma, mas eles não conseguiram perceber que era o Senhor na sua caminhada. E hoje eu peço ao Senhor que ele venha nos aproximar ainda mais da presença dele. Se tem algo que eu tenho orado esses dias é: "Senhor, nos dê fome e nos dê sede da sua presença." Eu não quero me contentar com as histórias do passado. Eu não quero me contentar do momento aonde eu abria a Bíblia e chorava na presença de Deus. Eu quero continuar derramando as minhas lágrimas na presença de Deus. Eu quero que o Senhor venha mudar os nossos olhos secos, sabe? Molhar os nossos olhos, sabe? e e trazer de volta a paixão dos primeiros dias, trazer de volta a é a paixão que ardia no coração, aquela qual nós bastava apenas uma música, uma canção, uma nota musical e nós nos derramávamos na presença de Deus. Mas nós não queremos viver somente e eh revisitando essas histórias. É necessário que venhamos a prosseguir como uma igreja apaixonada pela presença de Deus. Lucas 24, a partir do versículo 13, vamos falar sobre Emaús, o caminho de Emaús. Versículo 13. Naquele mesmo dia, dois deles estavam indo para um povoado chamado Emaús, a 11 km de Jerusalém. E no caminho conversavam a respeito de tudo que havia acontecido. Enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou e começou a caminhar com eles, mas os olhos deles foram impedidos de reconhecê-lo. E eles lhes lhes perguntou: "Sobre o que vocês estão discutindo enquanto estão caminhando?" E eles pararam com os roços entristecidos. E um desses chamado Cléupas perguntou-lhe: "Você é o único visitante em Jerusalém que não sabe do que aconteceu durante esses últimos dias?" E ele respondeu: "Que coisas? O que aconteceu com Jesus de Nazaré? Respondeu eles. Ele era um profeta poderoso em palavras e também em obras diante do nosso Deus e de todo o povo. O chefe dos sacerdotes e as nossas autoridades o entregaram para serem condenados à morte e o crucificaram. E nós esperávamos que era ele que iria trazer a redenção a Israel. E hoje é o terceiro dia desde que tudo isso aconteceu. E algumas das >> E alguma das mulheres entre nós nos deram susto hoje. Foram de manhã cedo ao sepulcro e não acharam o corpo dele. Voltaram e contaram sobre uma visão de anjos que disseram que ele está vivo. E algum dos nossos companheiros foram a o sepulcro e encontraram tudo exatamente como as mulheres haviam dito, mas não viram. E ele respondeu: Como vocês custam a entender e demoram a crer em tudo que os profetas falaram? Não devia o Cristo sofrer tudo isso para entrar na glória? E começando por Moisés e os profetas, explicou o que que estava constando dele em toda a escritura. e se aproximaram do povoado pelo qual estavam indo. E Jesus fez como quem ia adiante. Mas eles insistiam muito: "Fique aqui conosco, pois a noite vem e o dia já está quase terminando." Então ele entrou para ficar com eles e quando estava à mesa, tomou o pão e deu graças e partiu e entregou a eles. Então, os olhos deles foram abertos e o reconheceram, e ele desapareceu da vista deles. E perguntaram uns aos outros: "Não estava queimando o nosso coração enquanto ele nos falava no caminho e nos expunha as escrituras até aqui?" Esse é um texto que pode falar muito a nossa vida. Nós estamos tratando aqui e vamos ficar até em outubro tratando desse mesmo tema que é a frieza espiritual. E quando nós olhamos para esse texto, nós podemos tirar daqui muitos ensinos, muitos ensinamentos que podem nos ajudar não somente a perceber o que é frieza espiritual em nós, mas também traz remédios para que não venhamos mais a viver neste lugar chamado frieza. Mas de que maneira nós podemos mudar esta situação? De que maneira nós podemos nos aproximar mais? De que maneira nós podemos conhecer mais? Ou seja, existe um caminho. E o interessante é que a frieza espiritual espiritual ela não chega de uma vez só, é um processo. Ela vai se instalando lentamente enquanto a nossa vida cristã continua normal. Frequentamos a igreja, servimos, oramos, estamos vivendo a nossa vida comum, mas talvez o coração em algum momento para de responder o que a gente está fazendo. Às vezes pode ser a nossa fé cansada, às vezes pode ser o cansaço, a rotina e tantas outras coisas, mas o problema está exatamente quando a paixão começa a diminuir, quando a admiração já não é mais a mesma, quando o nosso coração não arde mais, quando não há mais paixão. E foi justamente isso que aconteceu com aqueles homens que estavam caminhando para um povoado chamado Emaús. Eles conheciam Jesus, ouviam os seus ensinamentos, acompanhavam os milagres, mas naquela tarde caminharam com o próprio Cristo, mas não reconheceram a ele. Eu fico imaginando por Eu fico imaginando porque talvez essa para mim é uma das cenas mais inquietantes que tem no Novo Testamento. Como assim eles caminharam com ele? Eles viram ele? viram ele? Como assim eles não perceberam o que estava acontecendo para não perceber? E sabe o que que inquieta o meu coração? É porque é possível estar próximo das coisas do Senhor, congregando em uma igreja local, envolvido no ministério, conhecendo a Bíblia, mas ao mesmo tempo espiritualmente distante. Não sei se em algum momento essa realidade vai parecer com a sua ou não. Mas o interessante e o bom é que ninguém entre nós entre nós viva como aqueles dois homens que estavam caminhando para aquele lugar. A ideia é que o Senhor ele venha nos comunicar, até porque Lucas, ele vai nos mostrar como Jesus, mesmo a gente estando com coração distante, ele se aproxima de nós. Mesmo quando estamos com os nossos olhos impedidos, mesmo quando nós nós de alguma forma perdemos a percepção, ainda que nós venhamos a perder a paixão pela presença, Cristo está no mesmo lugar. Cristo precisa ocupar o centro da nossa vida, meus irmãos. É isso que eu tenho orado ao Senhor. Isso não é uma realidade apenas de um ou de outro. é uma realidade também nossa. Ele precisa voltar a aquecer 100% do nosso coração. E é isso que eu tenho perguntado. Eu quero ser muito vulnerável hoje. Não é porque a gente tem um determinado conhecimento, não é porque a gente talvez tem anos caminhando com Deus que a gente não pode passar por momentos assim. E eu quero te dar uma boa notícia para você pensar hoje. Recomeçar não é um sinônimo de fraqueza, é um privilégio. Nós podemos recomeçar de novo, mas não da mesma forma. Nós podemos recomeçar com o nosso coração aceso diante de Deus. E o contexto aqui de Lucas do no 24 acontece no domingo da ressurreição. Em meio a uma confusão em Jerusalém, dois discípulos deixaram a cidade de Jerusalém rumo ao povoado de Emaús. Não era apenas uma mudança de lugar, endereço, mas ali eles estavam caminhando para um lugar chamado desistência. Eles estavam saindo do lugar da promessa. Ele estava saindo do lugar da comunhão com seus irmãos. estava caminhando para uma outra localidade. Jerusalém, meus irmãos, aqui era o lugar onde Deus estava fazendo, Deus estava agindo, Deus estava eh eh movendo algo. Ele pediu para que eles pudessem permanecer em Jerusalém logo após. Então, a gente vê o cumprimento das promessas acontecendo. Mas ainda assim, aqueles dois homens discípulos estavam indo embora, estavam se afastando daquilo que Deus está fazendo. E a frieza espiritual, ela causa isso no coração. Nós não conseguimos ver o que Deus está fazendo. Nós nos agarramos nas pequenas coisas, nas pequenas falhas, nos pequenos erros, mas deixamos de ver a grandiosidade dos feitos e das maravilhas de Deus. Os nossos olhos ficam ofuscados e temos um hiper foco no problema, é no escândalo de fulano, é naquilo que fulano fez. E nós deixamos de ver a beleza, a majestade de quem ele é. Eu quero te dar mais uma boa notícia. Deus não perdeu a mão da nossa história. >> Deus não perdeu a mão da sua igreja. Deus está trabalhando, meus irmãos. O nosso Deus não é um Deus estático, não é um Deus morto, não é um Deus que está pregado no madeiro. Ele está no seu trono e ele reina soberanamente. >> Não há 1 centímetro sequer da nossa história que Deus não tem o domínio dela. >> Nós acreditamos na soberania de Deus, mas também acreditamos na responsabilidade humana, na nossa responsabilidade. Nós paramos em pequenas coisas e deixamos de desfrutar de grandes coisas. Isso acontece em tudo. Acontece no casamento, nas nossas amizades, em tantas coisas. E nós esfriamos o coração e saímos do lugar de contemplação para ir pro lugar da murmuração. Deixamos de contar para os nossos filhos o que Deus está fazendo e conversamos nas nossas casas sobre as mazelas e os nossos filhos crescem e passam a detestar a igreja e depois nós gastamos tempo orando para que eles venham voltar. Conte para os teus filhos, para os teus amigos os milagres de Deus, os testemunhos daquilo que Deus está fazendo. Aí o nosso coração começa a voltar pro lugar certo. Não é passar mão para pecado, não. Não. Nós somos uma igreja que levamos isso a sério. Nós tratamos o pecado. Quando o pecado é percebido ou quando chega, a gente trabalha, a gente está ali. Nós vamos para ganhar o irmão, mas nós vamos para o confronto. Mas nós não podemos perder os olhos daquilo que Deus está movendo, porque isso nos paralisa. E talvez aqueles dois que estavam indo embora, estavam indo ali pro caminho, talvez estavam desistindo disso, mas Cristo estava ali para reacender novamente aquilo que estava perdido no coração deles. Então eu quero ler com vocês rapidamente três sintomas da frieza espiritual. Se você quiser, anota ou se quiser, anota no teu coração mesmo. O primeiro sintoma ali no versículo 21, os discípulos disseram: "Nós esperávamos que fosse ele quem havia de redimir a Israel." A esperança, meus irmãos, desses irmãos estava focado apenas em uma lembrança. Muitos ainda e eh talvez entre nós vivemos dessa forma, como se a gente esperássemos por algo que iria acontecer e não vai acontecer mais. De repente, o Senhor já nos deu palavras, palavras, talvez o Senhor já nos falou sobre coisas que iriam acontecer, mas no primeiro obstáculo a gente parou. Talvez na primeira coisa que aconteceu, que fugiu do nosso escopo, a gente parou. Nós desanimamos, nós paramos. E aqui diz: "Nós esperávamos". Provérbios 13:1 diz: "A esperança que se adia, adia, ela faz adoecer o coração. O coração adoecido, meus irmãos, ele esfria a nossa vida espiritualmente falando. Por isso que muitas vezes o esfriamento não começa com pecado escandaloso. Geralmente ela ela vai acontecer por uma expectativa que foi frustrada. Talvez ela aconteceu com uma dor que nós não permitimos Deus tratar. Talvez ela acontece por uma oração que não foi respondida. Talvez o esfriamento acontece por uma decepção decepção ou por uma porta que fechou que nem Deus queria que aquela porta abrisse. Talvez foi uma perda na caminhada que mudou a nossa visão das promessas e do plano de Deus. O sofrimento ele não vai fugir da nossa vida. Não é porque nós estamos com o Senhor que nós não vamos sofrer, meus irmãos. O sofrimento da nossa vida, ele vai acontecer. Jesus não nos prometeu alguma coisa diferente disso. Ele disse que no mundo teríamos muitas aflições, mas tende bom ânimo, eu venci, diz o Senhor. O sofrimento, ele não pode destruir a nossa fé. O sofrimento não pode fazer com que as promessas de Deus venham parar ou diminuir da nossa vida. Eu estava falando com vocês sobre a história da Dra. Helen Rosenver. A Dra. Helen, ela com seus 26 anos, ela recebeu uma palavra para poder morar no Congo. Ela tinha se formado em medicina, aplicou ali o doutorado dela, passou no doutorado, terminou o doutorado e ela recebeu uma palavra para ir morar no Congo. E essa mulher, ela foi morar no Congo Congo e a sua comunidade local em parceria ali, organização missionária, enviaram ela para trabalhar no Congo. O Congo estava vivendo uma guerra civil. Estou falando de mais de 70 anos atrás. Muitas pessoas estavam sendo mortas, os radicais entrando na cidade, matando as pessoas, mutilando as pessoas. E muitas pessoas ali morriam porque não tinha uma enfermeira, não tinha um médico para poder cuidar deles. A Dra. É então chega lá e olha toda aquela todo aquele caos e talvez se sentindo impotente e falou: "Senhor, o que que eu faço agora? Olha o mar de gente doente. Olha o mar de gente aqui mutilado. O que que eu faço? Então ela orou ao Senhor e o Senhor deu uma estratégia para ela treinar novas enfermeiras. E ela treinou 100 novas enfermeiras para poder ajudar ela num trabalho. E ela viu que não tinha hospital de qualidade. Então, ela orou ao Senhor e alguns irmãos na Inglaterra enviaram dinheiro. Ela construiu um lindo hospital e eles começaram então as enfermeiras a curar pessoas, a pregar o evangelho, a salvar pessoas aqui nessa terra, no reino vindouro. E começou ali uma parte do plano da salvação de Deus. A Dra. Helen conta que o trabalho estava maravilhosamente bem. Até que um dia os radicais entraram ali naquele hospital e perguntaram: "Cadê a Dra Helen Rosen? Ela está aqui no ela estava ela ela eh estava fazendo uma cirurgia. Então os radicais entraram lá na sala, tiraram ela, arrastaram ela cab eh pegaram ela no cabelo, arrastaram ela e botaram ela em uma caçamba. levaram ela até um lugar onde que ela ficou presa. Então ali ela dizia que ela foi muito humilhada, humilhada, ela estava presa, batiam nela e eles humilhavam ela com palavras e ela só perguntava: "Por que Deus, por que que está acontecendo isso?" Então ela conta que numa sexta-feira à noite, eu vou contar com muito dedo porque temos crianças entre nós, ela foi à noite do terror dela. Ela aonde que cinco homens entram lá e violentam ela da forma que você possa imaginar. E ela disse que estava sofrendo muito, os olhos estavam fechando. Ela achou que ela iria morrer ali. E quando ela olha pelo lado de fora, de onde que estava a cela, ela viu Jesus. E Jesus estava de braços abertos. E ela olha nos olhos de Jesus e pergunta: "Por quê?" E Jesus, ele fala com ela e diz: "Helen, esses não são somente os seus sofrimentos, esses são os meus sofrimentos". E ela ali compreendeu que ela estava passando ali também era sobre a dor de todas as mulheres que estavam vivendo ali no Congo. E ela então desmaia ali. Quando ela acorda, ela está na mão de soldados ingleses que entraram lá, resgataram ela e levaram ela de volta à Inglaterra. A Dra. H fica 3 meses em coma e mais 9 meses internada ali, aonde ela passa por diversas cirurgias. E no final, depois de um ano ali internada, o médico chegou e falou assim: "Helen, toma aqui a alta, pode voltar e fazer uma festa, tomar um chá, encontrar os seus amigos." A Dra. Helen sorri para ele e fala assim: "Eu já sei para onde que eu vou. E ela volta a sua comunidade local e diz: "Eu quero voltar ao Congo". E os pastores, os amigos falam: "Vocês estão louca, como que você quer voltar ao Congo? Como que você quer entregar sua vida ali naquele lugar? Você não sabe o que que houve lá? Esqueceu?" Ela disse assim: "Eu sei de detalhes, eu sei de tudo, mas Deus me deu aquelas vidas, eu vou gastar até o último dia para salvar as pessoas". pessoas". E eles oraram então e enviaram a Dra. Helen de volta para o Congo. A Dra. Helen volta ao Congo. A guerra civil continua da mesma forma e ela volta ali para aquele lugar. O hospital estava destruído. Então ela novamente junto com seus amigos reconstruíram aquele hospital. Não treinou só mais 100 novas enfermeiras, mas centenas de novas enfermeiras. E ela ficou 40 anos trabalhando no Congo, salvando vidas, mudando realidades. Plantaram centenas de novas igrejas através do trabalho dela. E quando ela estava já lá com seus 60 e poucos anos, ela queria aposentar e parar. O Senhor, ele fala para ela, Helen, agora a sua missão aqui terminou, mas agora você vai rodar o mundo inteiro despertando jovens missionários para sua obra. E ela gasta até o último dia da vida dela pregando o evangelho do reino de Deus. Meus irmãos, o sofrimento não pode nos parar. O sofrimento não pode colocar uma pedra nos planos de Deus na nossa vida. Talvez é tempo de falar: Deus, o que eu não estou conseguindo ver? O que eu não estou conseguindo enxergar? Porque o primeiro sintoma é quando a esperança deixa de ser uma convicção presente e vira apenas uma memória do passado. O segundo sintoma, versículo 15 e 16, o próprio Jesus se aproximou e ia com eles, e os seus olhos, porém, estavam como impedidos de o reconhecer. Jesus estava presente. O problema aqui era a incapacidade deles de percebê-lo. O problema aqui não era a ausência de Jesus. O problema era a incapacidade deles de percebê-lo. Por isso que a frieza espiritual não significa que Cristo está ausente, mas que nós perdemos a sensibilidade. Nós perdemos a sensibilidade de percebê-lo. Estamos ocupado com tantas coisas. Estamos com tantas coisas na nossa mente que nós deixamos de perceber o Cristo presente. Não é que ele foi embora, é que o nosso coração se afastou dele. É que nós não somos mais intencionais em dedicarmos tempo com ele. é que nós não temos talvez mais fome, mais sede, porque a frieza espiritual, eu estava tentando comparar alguma coisa, eu escrevi aqui que ela é comparado a uma neblina. O que que é uma neblina? A gente tá dirigindo. A neblina ela não vai remover a paisagem, mas ela nos impede de ver com clareza. Tá lá, a paisagem continua no mesmo lugar. É como Cristo, ele continua no mesmo lugar, fazendo as mesmas coisas, mas a gente está com a nossa visão turva. turva. É como a mi pia, a forma tá lá, mas nós não conseguimos ver com nitidez. Por quê? Porque as promessas, mais uma vez elas não são de mentira, elas são verdadeiras. Mas os nossos olhos ficam obsescurecidos. Os nossos olhos ficam como se fosse com uma visão realmente turva por quantas vezes de cansaço, até mesmo da incredulidade. Porque quando o coração esfria, tudo aquilo que antes produzia temor e alegria, como por exemplo, a oração, a Bíblia, o culto, agora passa a ser tratado como rotina. Isso é um perigo, meus irmãos. Quando as nossas orações não passam a ter sinceridade, agora são apenas um rito religioso. religioso. É como se fosse em uma academia e dá o cheque lá, ó, paguei hoje, está tudo pago. pago. Precisa ser um relacionamento de intimidade, de paixão. Quando nós amamos alguém, nós queremos estar juntos. Quando a gente ama alguém, eu lembro que antigamente, né, eh, a gente ligava um pro outro e quando tinha um relacionamento através de telefone, você ficava lá, desliga você, não, desliga você, desliga você. Por quê? Porque a gente queria de alguma forma estar próximo, mesmo que a distância você está ouvindo a voz. Eu vou te dizer que tinha gente que dormia com telefone aqui do lado por querer essa proximidade. Eu quando eu comecei a namorar, né, a Vivia, ela morava em Cabo Frio, eu morava em Xerém. Xerém, meus irmãos, pode vir alguma coisa boa de xerém, pode. E eu lembro que eu saía, é lógico, eu preferia muito ir pra cidade dela, porque tinha porque tinha praias lindas, né? né? Mas eu queria estar perto. Então eu lembro que eu pegava ônibus, eu contava os dias a ponto de eu me mudar para lá. Por que que eu me mudei para lá? Foi muito mais caro fazer isso. Eu fui morar numa kitnete do lado da casa dela. Por que que eu fiz isso? Porque eu queria estar perto. Eu queria estar perto porque quando a gente ama, a gente quer estar perto. E quando a gente está perto, mesmo que às vezes faltem as palavras, nós vamos procurar palavras. Por quê? Nós queremos diálogo. Nós queremos ouvir a voz do outro. outro. Por quê? Porque existe paixão em nós. Quando nós tratamos o a relação como rito religioso, a paixão não aumenta em nós. Passa apenas ser um ato da rotina. Assim como eu preciso tomar um café de manhã. O nosso relacionamento com Deus precisa ser além da nossa rotina, >> precisa ser ser algo supremo. Mais do que a comida, mais do que a água, mais do que qualquer outra coisa, não pode nos faltar a presença de Jesus. >> É por isso que quando Davi peca, ele fica desesperado. Ele fala: "Não retires de mim o teu espírito". Ele não disse: "Não retires de mim o palácio, não retires de mim o ouro, a prata." Não. Ele disse: "Não retires de mim o teu espírito, porque é mais do que algo vital paraa nossa vida. faz parte de nós. O Espírito de Deus, ele precisa fazer parte de nós. Os discípulos que estavam caminhando ali, eles sabiam muitas coisas acerca de Jesus. Eles eles descreveram ele como um profeta poderoso em obras e palavras, mas não discerniam a sua presença. Falavam sobre Cristo enquanto caminhavam com Cristo. Meus irmãos, isso é muito forte. Nós podemos estar conversando um com os outros, falando sobre Cristo, mas sem Cristo. >> Nós podemos ensinar as pessoas sobre Cristo, nós podemos pregar sobre Cristo, mas qual Cristo a gente está pregando? De qual Cristo a gente está falando? Por isso que o segundo sintoma aqui é a presença de Cristo continua real, mas nós perdemos a capacidade de reconhecê-lo e de nos maravilharmos nele. Porque nós começamos a nos maravilhar em outras coisas. Nós deixamos o grande amor por pequenos amores. [roncando] Nós deixamos a satisfação por momentos de satisfação. Nós deixamos a água que jamais nos dará sede por uma água que nós voltaremos a ter sede. Nós deixamos a comunhão real por uma comunhão genérica. O terceiro sintoma, os discípulos estavam deixando Jerusalém. Eles estavam deixando o lugar da promessa e indo para um lugar chamado Emaús. E é isso que acontece, meus irmãos. A frieza espiritual sempre muda a direção dos nossos passos. Primeiro, nós perdemos a alegria de estar com os nossos irmãos. Não é assim? Quando começamos a esfriar o coração, nós não temos mais alegria em fazer parte da nossa igreja caseira, por exemplo. Começamos a ver defeito em tudo. É o sofá que eu não gosto mais de sentar, é o cachorro que late, é a criança que fala. Nós começamos a colocar defeito em tudo, porque não é o sofá o problema, não é o cachorro que late o problema, o problema é o nosso coração que está frio. O problema é que nós não queremos mais comunhão com os nossos irmãos. E sabe qual é o próximo passo? A gente se isola totalmente, diminuímos o envolvimento e passamos a ter uma fé voltada somente para os nossos problemas. Nós ficamos fechados somente no nosso mundo. Não permitimos mais que as pessoas vejam o que está acontecendo na nossa vida. Meus irmãos, existe cura na comunhão, existe aquecimento de coração na comunhão. A Bíblia diz que é melhor serem dois. Às vezes eu chego desanimado, a gente não é todo dia que a gente acorda e está super animado. Eu sempre falo que tem dia que a gente acorda querendo salvar o mundo, mas tem dia que alguém tem que ir lá e nos salvar. Aí quando eu encontro alguém e esse alguém está com coração aquecido, ele aquece o meu coração. Ele diz assim: "Rapaz, você não sabe o que Jesus está fazendo". É por isso que eu quero encorajar vocês a partir de hoje não mais guardar para vocês mesmos os feitos de Deus. Não guarde mais os testemunhos. Testemunhe. encontra alguém e fala assim: "Meu irmão, o seguinte, cara, Deus tem me abençoado. abençoado. Por que que nós sempre procuramos as pessoas para contar problemas? >> Eu chamei ali agora ali a eh eu chamei, né, os mentores nossos, chamei, né, o conselho e é interessante como os irmãos já vem com uma cara assim, qual é o problema, né? É interessante porque geralmente a gente conta para a gente chama para poder contar o problema. E eu fui contar sobre algo maravilhoso que a gente vai viver. Eu não posso contar agora as mulheres que vão ficar com coração, mas mas eu vou contar no momento certo. A gente vai viver algo maravilhoso como comunidade fé. E eu fui contar lá para eles e no final assim eu tive aquela percepção, mas não contei nenhum problema porque nós estamos acostumados a fazer isso. Os missionários, meus irmãos, nós nós só vamos nas igrejas para contar os problemas. problemas. É, sempre mostra a foto da criança no chão morrendo e um corvo, um urubu, alguma coisa pronta ali a a pegar a criança. E trabalhamos o marketing negativo disso para que as pessoas tenham pena e ofertem na obra que a gente está fazendo. Eu detesto isso por nós precisamos mostrar as pessoas esperança. Precisamos mostrar o que Deus está fazendo. Precisamos mostrar os feitos de Deus, meus irmãos. Porque quando as pessoas olham uma cena dessas tem pena e elas vão dar esmolas. A verdade é essa. Mas quando eu acredito em algo, eu vou construir junto. >> E o Senhor pode mudar a nossa realidade através disso. [aplausos] Mas sabe qual é o problema? O nosso coração frio sempre vai procurar uma Emaús. O nosso coração frio sempre vai procurar um lugar de refúgio. Maicel, mas eu fui de uma igreja que eu fiquei frustrado. E agora você vai se isolar, isolar, agora você vai se retrair, agora você não vai procurar comunhão com seus irmãos, agora você não vai mais e eh ouvir dos seus irmãos o que Deus está fazendo. fazendo. Então, nós vamos mudar um pouco a nossa linguagem. Nós precisamos eh eh não mais ir para um lugar aonde vai reduzir as nossas expectativas. Nós vamos voltar a ver o que Deus está fazendo eergir nisso. O que Deus está fazendo entre nós. Quais são as maravilhas daquilo que Deus está fazendo entre nós. Eu lembro de uma pessoa que é bastante assim, é o Thiago. Cadê Thiago? Tá aqui. Cadê o Thiago? Thiago Marques. Cadê o Thiago? Tá aí. Tá aí, né? O Thaago é um cara que sempre quando a gente senta com Thago, o Thiago tá sempre indo para lá animado. Ele sempre está contando sobre o que que Deus está fazendo. E é muito legal isso, porque e e a gente anima o coração. É muito ruim andar com pessimista o tempo todo, meus irmãos. Precisamos andar com pessoas também que vão nos apontar o lugar, que vão alegrar o coração, que vão nos ajudar a sair do lugar onde que nós estamos. É ver o que a gente não consegue ver. A nossa visão é limitada, mas talvez tenha alguém que está vendo o que Deus está vendo. E quando eu fico impedido de ter a comunhão por causa do meu isolamento, eu também deixo de ver o que Deus está falando, o que Deus está fazendo. Volte paraa comunhão. Volte pra comunhão, Maicel. Mas eu não quero ninguém colocando o dedo lá na minha vida. Meus irmãos, volte para comunhão. Não existe lugar mais íngreme, mais excelente do que a coinonia de estar com os seus irmãos. Não existe um lugar melhor. A frustração não pode transformar alegria em isolamento. Não pode. Nós precisamos caminhar caminhar porque isso vai ajudar sarar o nosso coração e tirar essa frieza também de dentro de nós. A pergunta é, nós estamos nos aproximando ou hoje nós estamos nos afastando da comunhão e da missão do nosso Deus? Aonde que nós estamos nessa história? Nós estamos indo para Emaús ou nós estamos voltando para Jerusalém? Aonde que nós estamos indo? Talvez você podia até estar hoje caminhando para Emaús, mas o espírito está nos comunicando, volte para Jerusalém, volte para o lugar aonde nós estamos com essa expectativa que Deus irá nos responder com a sua presença, presença, >> aonde nós seremos cheios do espírito. Porque o terceiro sintoma é justamente esse. Começamos a caminhar longe da comunhão, do propósito e da missão de Deus. Quando nós estamos caminhando para longe, é necessário abrir os nossos olhos e voltar para o lugar. Rapidamente, três remédios para o coração voltar a aquecer o primeiro deles. Precisamos permitir que Cristo reorganize a nossa visão pelas escrituras. Precisamos voltar os nossos olhos à palavra de Deus, meus irmãos. Jesus poderia ter revelado a identidade dele imediatamente. Enquanto estavam caminhando ali, ele poderia ter falado assim: "Gente, sou eu, não tá, não tá vendo, sou eu". Mas Jesus, ele não fez isso e antes de abrir os olhos, ele abriu diante deles a escritura. Por que que ele fez isso? Porque o problema deles não era somente emocional, era uma interpretação errada dos fatos. Eles estavam interpretando a escritura de uma forma errada. Por isso que Cristo começa corrigindo a visão pela palavra. E é isso que ele quer fazer. Ele quer corrigir a maneira com que a gente vê. Ele quer corrigir a maneira com que nós lemos a palavra. Porque a Bíblia, de uma forma, eu lendo ela de uma forma equivocada, isso pode me impedir de ver aquilo que Deus fez, aquilo que Deus faz, aquilo que Deus irá fazer. Mas Cristo, ele sempre está nos, ele sempre está no caminho para nos lembrar que a palavra é fiel. A palavra não tem sombra de variação. A palavra continua de uma forma intacta. E o que o Senhor está fazendo é isso, meus irmãos. Ele está mudando a maneira com que a gente enxerga. Os discípulos estavam vendo tragédia. As escrituras revelavam a redenção. Eles viam o túmulo, mas as escrituras anunciavam a ressurreição. Eles estavam presos como se Deus tivesse falhado. Quero te dar uma outra boa notícia hoje. O meu Deus e o seu Deus, ele não falhou na sua história. A nossa história é uma história de redenção. redenção. A nossa é uma história de ressurreição. A nossa história é uma história de vida eterna. >> A Bíblia diz que o coração deles começou a arder enquanto Cristo explicava a palavra. Meus irmãos, não existe avivamento longe da palavra. Todo o avivamento histórico voltou o coração do povo à escritura. Por quê? para corrigir visão, para alimentar a paixão, para aquecer o coração. Quanto mais eu conheço de Deus, mais eu sou apaixonado por ele. Quanto mais eu conheço, mais eu quero estar perto. Quanto mais eu conheço, mais eu quero que o meu coração esteja aceso. Por isso que o coração deles começou a arder. arder. Porque meus irmãos, fogo sem palavra é apenas emoção passageira. Muitos estão buscando fogo de Deus, mas sem a palavra passa. Isso pode ser pura empolgação. E nós aqui nessa casa, nós não queremos empolgação. Nós queremos uma chama que venha acender e venha permanecer. Um fogo contínuo, alimentado de oração, de devoção, de comprometimento com a palavra, de comprometimento com a vida dos nossos irmãos. Nós queremos crescer nisso porque Cristo está aqui. >> Cristo está em nós. E quando o coração está nesse lugar frio, nós precisamos voltar a ouvir a voz de Deus. Segundo remédio, remédio, voltar a desejar e cultivar a comunhão com Cristo. Porque perto de Emaús, os discípulos falaram: "Fica conosco, porque é tarde". O coração começou a arder com a palavra, os olhos se abriram na mesa, mas quando Jesus partiu o pão, alguma coisa aconteceu. A palavra que aqueceu o coração, mas a comunhão que abriu os olhos. Olha que coisa interessante. A palavra de Deus sempre vai aquecer o coração, mas a comunhão abre os nossos olhos. A frieza não se vence apenas aumentando a atividade religiosa. Porque se fosse assim, a gente colocaria culto segunda, terça, quarta, quinta, sexta, sábado, domingo. domingo. Mas não é sobre um ativismo religioso. Nós podemos assumir compromissos, nós podemos pregar mais, trabalhar mais e continuar frios. Nós podemos viver assim, mas o remédio não é fazer mais coisas para Jesus, é voltar a estar com Jesus. Nós tínhamos um projeto no sertão chamado projeto Thaago, que cuidava de ovos e viúvas. Eu lembro que numa semana a Vívia tinha ido para poder ganhar bebê e eu falei assim: "Essa semana eu vou eu vou visitar as viúvas." E eu fui de casa em casa visitando as viúvas e lendo a Bíblia com elas. E eu lembro quando foi numa sexta-feira, eu entrei no quarto e falei: "Senhor, obrigado. Obrigado porque o Senhor me deu o privilégio de servir as viúvas, cumprindo que está lá em Tiago 1: 27, que também está em cuidar dos fos e viúvas, guardado da corrupção do mundo. Senhor, obrigado por estar vivendo a verdadeira religião." E eu lembro quando eu acabei de falar isso, o Espírito Santo de Deus ministrou meu coração dizendo: "Você fez muitas coisas, mas eu não estava em nada disso". disso". Eu falei: "Como assim? Eu estava cumprindo o que está escrito e o Senhor falou: "É a primeira vez na semana que você fala aqui comigo nós podemos substituir o ativismo pela doce palavra de Jesus. Nós podemos substituir os muitos afazeres pela presença gloriosa de Jesus. E talvez nós estamos tão ocupados com muitas coisas que nós deixamos de cultivar a nossa comunhão com Cristo. Se você quiser voltar a ter o seu coração aceso, volte à comunhão com Cristo. E aqui está uma grande diferença, não é gastar a vida para buscar as mãos de Jesus? Porque, infelizmente, hoje estamos vivendo uma cultura de consumismo. As pessoas só querem as mãos de Jesus, aquilo que Jesus ele pode dar. Mas como na verdade o que ele deseja de nós é que venhamos a buscar a sua face, comunhão e intimidade é o corandeu. É estar diante da face de Deus. É não sair desse lugar. Senhor, não estou aqui por aquilo que você pode entregar, meus irmãos, tudo aquilo que Jesus, ou melhor, tudo aquilo que Deus poderia fazer por cada um de nós, ele já fez. A Bíblia diz que ele deu o seu único filho. Você sabe o que que é o único? tudo. tudo. Ele deu o seu tudo para que eu e você, acreditando, crendo não venhamos a perecer, mas que através disso tenhamos a vida eterna. João 3:16. Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu único filho para todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Jesus quando estava naquela cruz, ele disse: "Está consumado." Ou seja, tudo que eu tinha que fazer por vocês, eu já fiz. É como se o veredito daquilo que ele fez na cruz foi para de fato nos dar uma nova vida nele. E essa vida nele tem todos os suprimentos que nós precisamos paraa nossa vida. Por isso que ele precisa voltar a ser suficiente para nós. Mas ele só vai voltar a ser suficiente quando nós desejarmos e cultivarmos uma comunhão com a presença dele. dele. Amém. Amém. >> Amém. >> Por último, terceiro remédio, levantar-se e voltar para a comunhão com os irmãos. e para a missão de Deus. Ao reconhecerem Jesus, os discípulos disseram: "Porventura não nos ardia o coração?" E na mesma hora levantaram-se e voltaram para Jerusalém. O encontro com Jesus produziu arrependimento, movimento e retorno. Antes eles estavam fugindo, agora eles estão sendo enviados. Antes eles falavam de derrotas e de tantas coisas que aconteceram. Agora eles estavam celebrando o cumprimento da promessa. Nós precisamos mudar a nossa rota, porque um coração aquecido sempre retorna à comunhão. O coração aquecido sempre retorna à missão. missão. Nós voltamos a nos alegrar em participar daquilo que Deus está fazendo durante esses muitos anos, Deus fez fez muitas coisas aqui nessa casa, meus irmãos. Quantos que estão aqui entre nós, que conheceram Jesus aqui nessa casa, levanta a mão para mim assim. Quantos que estão aqui [música] que conheceram o Senhor? Olha que maravilha. Nós temos testemunhos a contar. Nós poderíamos ficar aqui vigílias e vigílias contando os testemunhos de Deus, aquilo que Deus está fazendo. É por isso que nós precisamos voltar [música] para este lugar chamado comunhão e missão. Porque a missão também faz parte da cura. Quando a fé se volta inteiramente para os tipos de problemas que a gente tem, o coração tende a esfriar. Mas quando nós voltamos a testemunhar e a servir, nós [música] somos lembrados que a nossa história pertence uma história muito maior. E voltamos a celebrar. O coração aquecido não fica contemplando o próprio fogo. O coração aquecido volta para Jerusalém. [música] O coração aquecido volta para esse lugar. Por isso que os discípulos eles não receberam apenas uma explicação de Jesus, eles reencontraram com a presença dele. Eu, a gente não está aqui para dar mais informações acerca de Cristo. Nós estamos aqui para desfrutar da presença dele. Quando você sair da sua casa nos próximos cultos, lembrem disso. Vocês não estão vindo aqui para receber alguma coisa, mas para desfrutar da comunhão em Cristo. É trazer o seu coração acedo, completamente aceso. E há mais uma boa notícia aqui. Qual é a boa notícia? A melhor delas. Jesus está aqui. [música] >> Jesus está aqui. Meus irmãos. >> [risadas] >> Essa é a boa notícia. É por isso que a oração daqueles dois homens no caminho precisa ser a nossa oração, dizendo: "Senhor, fica conosco. Fica comigo, Jesus. Eu não posso prosseguir a minha vida sem você. você. Eu não posso mais voltar a fazer as coisas que eu fazia sem você. Eu não posso mais criar os meus filhos, criar a minha família sem você. Jesus, fica aqui, fica conosco. Nós não queremos apenas conhecer coisas sobre você. Nós queremos te conhecer. Não apenas trabalhar para ti. Queremos estar contigo. Queremos e desejamos essa comunhão. Nós não queremos resultados, Senhor. Nós não queremos oportunidades. Nós queremos sensibilidade. [música] >> Sensibilidade, Senhor. E sabe o que que acontece? Jesus que está aqui, está aqui, ele continua se revelando através da Escritura, ele continua se revelando através da comunhão. Ele continua se revelando através da missão. E sabe de algo, ele ainda faz o coração arder. arder. Ele pode fazer. Talvez você chegou aqui nesse lugar com apenas uma pequena fagulha no seu coração. E eu quero te dar esperanças se existe uma pequena fagulha. O Senhor nessa noite ele pode injetar combustível no nosso coração [música] e fazer essa pequena fagulha acenderem uma grande chama em nós. E essa chama que eu falo é é de amor, é de paixão, é de compaixão. Não.