Igreja Presbiteriana do Brasil
12 de setembro de 2026
2h 31min
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Nota deste sermão
83
de 100 pontos
Congresso confessionalmente reformado cujas duas ministrações — a exortação de Pedro Dutra sobre leitura missionária da cultura popular e o sermão expositivo de Ligon Duncan em Esdras 7:10 — são doutrinamente sadias, exegeticamente honestas e pastoralmente edificantes, sem qualquer violação de Nível 1, restando apenas imprecisões pontuais de paráfrase e ilustração factual.
Critérios e notas consideram a tradição Reformada / Calvinista (Igreja Presbiteriana do Brasil)
Análise gerada por IA em 14 de setembro de 2026 · entenda a metodologia e os limites →
Participe do 10º Congresso Cultura Cristã e Conferência CPAJ, de 11 a 13 de Set/2026 no Mackenzie, SP. Celebre os 25 anos de parceria do CPAJ com o RTS com preletores como Dr. Ligon Duncan e Dr. Valdeci Santos. Seminários, oficinas e brinde exclusivo aguardam você neste Congresso Cultura Cristã! - Igreja Presbiteriana do Brasil ● Instagram: https://shre.ink/cDFd ● Facebook: https://shre.ink/cDFS ● Site: https://shre.ink/cDtY ● Multi IPB: https://shre.ink/cDt6 ---------------------------------- - Direitos autorais: ● Isenção de responsabilidade de direitos autorais de acordo com a seção 107, da Lei de Direitos Autorais de 1976, a permissão é feita para "uso justo" para fins como crítica, comentários, reportagens, ensino, estudos e pesquisa. ● Para questões relacionados a direitos autorais, entre em contato conosco. Todos os direitos reservados ao canal IPB Oficial (IPB) Ⓡ Lei nº 9.610/98.
[música] Eu falei que era ele, >> [música] >> Muito boa noite a todos. É um prazer enorme, seu presbítero José Inácio Ramos, superintendente da editora Cultura Cristã. Estamos juntos com Centro de Pós-Graduação Andre Jumper, fazendo juntos em conjunto esse 10o congresso Cultura Cristã, cujo título é o que temos aí, ministério em foco. O meu desejo, a minha oração é que seja de bênçãos intensas a cada um dos queridos que se deslocaram suas casas, uns mais próximos, outros mais longe, outras cidades, outros estados, para estarmos juntos aqui hoje, amanhã e no domingo pela manhã, certos de que o nosso bondoso Deus há de nos ajudar, de nos abençoar, de que ao final estejamos todos regozijantes, alegres, felizes por tudo o que vimos e aprendemos. e exercitamos a nossa comunhão. Eu dou as boas-vindas a todos e rogo a Deus que o bom Deus abençoe rica e poderosamente a vida de cada um dos queridos irmãos. Nós vamos convido a todos para se passarem de pé. Vamos abrir as nossas Bíblias ou seus aplicativos. Apocalipse 5, capítulo 5, versículos 13. E nós vamos ler juntos a uma voz o que o texto bíblico está a nos abençoar nesta noite. Apocalipse 5, capítulo 5, versículo 13. Leiamos a uma só voz, atentos o que a palavra do Senhor nos ensina e nos traz nesse momento. Leiamos. Então ouvi que toda criatura que há no céu e sobre a terra, debaixo da terra e sobre o mar, e tudo o que neles há, estava dizendo: "Aquele que está sentado no trono e ao cordeiro seja o louvor e a honra e a glória e o domínio pelos séculos dos séculos." Que Deus acrescente a sua bênção ao texto lido. Oremos. Bondoso Deus e Pai, louvamos o teu nome porque o Senhor é bom, a tua misericórdia dura para sempre e é uma alegria estarmos reunidos aqui para iniciarmos em conjunto com Jamper o nosso 10º congresso. Esteja abençoando cada parte desse congresso, desse encontro, os seminários, as palestras, a palavra do Senhor que será aberta, lida e explicada. falha aos nossos corações em todas as partes, que exercitamos a exercitemos a comunhão entre nós, nos conhecendo mais uns aos outros, contando ao outro a bênção com que o Senhor tem nos alcançado. Fale aos nossos corações e agora no momento de louvor que estaremos adorando o nome do Senhor com toda a beleza e santidade que o teu nome merece. receba como fruto nosso agradável ao Senhor e que seja agradável ao Senhor o fruto dos nossos lábios, o nosso louvor e a nossa adoração. Abençoe-nos em todo o percurso deste congresso. Nós oramos agradecidos por estarmos juntos aqui novamente e o fazemos em nome de Jesus. Amém. Vamos assentar e vamos passar para o nosso momento de louvor com a equipe da igreja de São Bernardo, primeira igreja de São Bernardo, sobre a direção do nosso querido seminarista Carlos, sobinarista Carlos, vamos louvar com a equipe da primeira igreja de São Bernardo. Deus abenço >> Boa noite, meus irmãos. Eu convido você que se coloque de pé mais uma vez. Nós vamos louvar ao Senhor com alegria, cantar ao Senhor com todo o nosso vigor, com toda a nossa força, com com gratidão ao Senhor pelo que ele tem feito por nós. Vamos cantar ao Senhor. [música] Cantar. Ao [canto][música] Senhor um cântico novo. Cantai [música] [canto] ao Senhor. Todas as terras cantai [canto][música] ao Senhor, bendizei o seu nome, proclamai a sua [canto][música] salvação. Anunciai entre as [música] nações [canto] [canto] a sua glória entre todos [música] os [canto] povos. as suas maravilhas. Porque grande é o Senhor, [música] muito digno de ser louvado, mais temível [canto] do que falsos deuses. deuses. Glória e [música][canto] majestade estão diante deles. Vossa formosura [canto] [canto] no seu santuário. [música] Glória e [canto] majestade estão diante dele. Vossa [música][canto] formosura no seu santuário. Cantai ao Senhor um cântico [música][canto] novo. Cantai ao Senhor todas as terras [música] cantai [canto] ao Senhor, bendizei o seu nome, proclamai a [canto][música] sua salvação. Anciai entre as nações [música][canto] a sua glória, entre [música][canto] todos os povos, as suas maravilhas. Porque grande [música] é o Senhor, [canto] muit digno de ser louvado. Mais temível [música] do que falsos deuses. Glória [música] e majestade estão [canto] diante dele. e formosura no seu santuário. Glória e [música][canto] majestade estão diante dele. Vossa [música] formosura [canto] no seu santuário. Glória e majestade [música][canto] estão diante dele. Vossa e formosura no seu santuário. Ora e [música] majestade estão diante dele. >> [música][canto] >> Formosura no seu santuário. [música][canto] De todas as [música][canto] tribos, povos e raças, muitos virão [música][canto] te louvar. De tantas culturas, línguas e nações, no tempo e [música] no espaço virão te adorar. >> [canto] >> Bendito [música] seja sempre o cordeiro, filho de Deus, [música] raiz de Davi. Bendito seja o seu santo nome. Cristo Jesus [canto] presente [música] aqui. Os comprados, [música][canto] grande multidão, muitos irão [canto][música] te louvar. Todo escolhido, teu reino e nação no tempo e no espaço [música][canto] virão te adorar. Bendito seja sempre [música] o cordeiro, filho de Deus, raiz de Davi, bendito [música] seja o seu [canto] santo nome. Cristo Jesus presente [música] aqui. E a nossa só nos cabe [música][canto] tudo dedicar. Oferta suave ao [canto][música] Senhor. Dons e talentos queremos consagrar. [música] E a vida no [canto] teu altar para teu louvor. [música] Bendito seja sempre o cordeiro, [canto] filho de Deus, raiz [música] de Davi. Bendito seja o seu santo nome, Cristo Jesus. >> [música] >> aqui. [música] Bendito seja sempre o cordeiro, [canto] filho [música] de Deus, raiz de Davi. Bendito seja [música][canto] o seu santo nome. Cristo Jesus [música] presente aqui. Amém. Bendirei ao Senhor em todo tempo. [música] Bendirei Bendirei ao Senhor [música][canto] em todo tempo. Meu louvor [canto] nos meus [música] lábios estará. O Senhor [música][canto] a minha alma então se toará. [música][canto] Os humildes ouvirão e se alegrarão. Bendirei ao [canto] Senhor em todo tempo. [música] Meu louvor [canto] nos meus lábios estará. [música] O Senhor a minha [canto] alma então [música] se gloriará. Os humildes [canto] ouvirão ouvirão e se alegrarão. O seu anjo se acampa ao [música][canto] meu redor de qualquer [música][canto] veio sempre me vem guardar. [música] Ó provai [canto] e vende que o Senhor é bom. Temei a [música][canto] Deus vos seus santos. Temei a Deus, pois aos tem [música] [canto] nenhum lhes faltará. >> [música] >> Bendirei [canto] ao Senhor em todo tempo. Seu louvor [canto] nos meus lábios [música] estará. No Senhor [canto][música] a minha alma então se gloriará. Os humildes [música][canto] ouvirão ouvirão e se alegrarão. O seu [música][canto] anjo se acampa ao meu redor. De qualquer ferido, sempre [música][canto] me vem guardar. [música][canto] Que o Senhor é bom. Temei [canto] a Deus, os seus santos. Temei a [música] Deus, pois ao [canto] rei nenhum lhes faltará. [música][canto] Cante. Te amo, Deus. Tua graça nunca falha. Todos os dias eu estou em tuas mãos. Desde quando me levanto até eu me deitar, eu cantarei da bondade de Deus. És fiel em todo tempo. Em todo [canto] tempo, [música] tu és tão tão bom. Com todo o fôlego [canto][música] que tenho, que tenho, eu cantarei [canto][música] da vontade de Deus. Tua doce voz [canto][música] que me guia endeu ao fogo. [música][canto] Escuridão, tua presença [música][canto] me conforta. >> Eu sei que és meu pai [canto] [canto] e que amigo [música] és. Eu vivo na bondade [música][canto] de Deus. És fiel. És fiel. [música] És fiel [canto] em todo tempo. [música] >> Em todo [canto] tempo, tu és tão tão bom [canto][música] com todo fôlego que [música] tem. Eu cantarei [canto] da bondade [música] de Deus. És fiel, [canto] és fiel, és fiel [música] em todo tempo. [música] >> Em todo [canto] tempo, tu és tão [música] tão bom com todo [canto] fôrego [música] que tem. Eu cantarei [canto][música] da bondade de Deus. Tua bondade [música][canto] me seguirá. Me seguirá, Senhor. [música][canto] Tua bondade me seguirá. Me seguirá, Senhor. [canto] [música] Eu me rendo a ti, te dou o meu ser. Entrego tudo [música][canto] a ti. Tua bondade me seguirá. Me seguirá, [música][canto] Senhor. Tua bondade me [música] seguirá. [canto] Me seguirá, Senhor. Tua bondade [canto][música] me seguirá. Me seguirá. Senhor, eu me rendo a [música][canto] ti. Se dou o meu ser. Entrego tudo a ti. Tua bondade me seguirá. [música][canto] Me seguirá, Senhor. [música] >> És fiel em todo tempo. Em todo tempo, tu és tão, tão [canto] bom. [música] Com todo fôlego [canto] que tenho, que tenho, eu cantarei [canto][música] da bondade de Deus. de Deus. Eu cantarei da bondade de Deus. Só as mulheres. >> Meu Jesus Salvador, outro [canto][música] igual não há. Todos [canto] os dias quero louvar. As maravilhas [música][canto] de teu teu amor. amor. >> Os homens com sono, abrido, força [música][canto] e refúo é o Senhor com todo o meu ser, por tudo que sou. Sempre te adorarei. [música][canto] [canto] Todos cantem. [música] Acame ao Senhor a terra e cantemos. Poder, [música] majestade, [canto] louvores louvores ao rei. ao rei. Montanhas se [música][canto] prostem. ao [música] de teu nome. [música] Alegre logo por Deus grandes tempos estarei. Sempre te amarei. [música][canto] Incomparáveis são tuas promessas. [música] para mim. Consolo, abri. Força e refúgio é o Senhor com todo [canto] o [música] meu ser, com tudo o que sou, sempre te adorarei. [música] [música][canto] ao Senhor toda a terra e [canto] cantemos poder, [música] majestade, louvores [canto] [música] ao rei. Montanhas se prostrem [música][canto] e rus aos mares, ao sol ao sol de teu nome. [música] Alegre te louvo por teus grandes reitos. Firmado [canto] [música] estarei sempre te amarei. [música] Incomparáveis são tuas [canto][música] promessas para mim. Glória, Glória, glória, glória, [música] [música] glória glória ao altor [canto][música] da minha fé. [música] Glória, glória [música] ao autor [canto] da minha fé. A Deus seja glória [canto] [canto] a [música] Deus seja glória [canto] a Deus seja a glória [canto] pelas bênçãos [música] de mim. Conção e lavou. [música] Seu poder está nome [música] a Deus seja a glória para sempre. [música][canto] Amém. Amém. Louvado seja o nome do Senhor. Os irmãos podem se sentar. Boa noite, meus irmãos, minhas irmãs. É uma alegria imensa recebê-los aqui para esse 10º congresso. Alguns irmãos vêm nos acompanhando ao longo dos anos e hoje nós temos o privilégio de começar esse congresso, um congresso que nós estamos fazendo em parceria com Under Jump. Quantos anos Jump tá comemorando? Não, não, não é comemorando, não. É uma parceria. 25 anos de parceria. >> 25 anos de parceria. O reverendo Valdeci, que é o diretor do Andum, vai explicar isso direitinho para nós. Todos são muito bem-vindos. Nós queremos agradecer ao Maquense por nos dar essa acolhida. O ano passado nós tivemos que fazer um congresso no auditório menor por algumas questões que inviabilizaram naquela ocasião, mas hoje nós estamos aqui bem acomodados e somos muito gratos ao maquenz e agradecemos assim na pessoa do Zé Paulo que está presidindo a instituição nesse momento. Que Deus possa derramar bênção sem medida sobre todos nós. Que os irmãos sejam nutridos pela boa palavra de Deus que será ministrada aqui. Que Deus nos abençoe ricamente. Represent Valdec. >> De fato, o Centro Presbiteriano de Pós-Graduação e a Editora Cultura Cristã já trabalham em parceria há anos. Nós escrevemos e publicamos na cultura cristã. Nós utilizamos o material que a cultura cristã publica e traduz e divulga pelo Brasil todo nas nossas salas de aula, no encaminhamento para os nossos alunos e assim por diante. Nós já trabalhamos há anos na produção de algumas revistas de escola dominical, que a cultura cristã abençoa a nossa igreja com as mesmas. Trabalhamos na produção do jornal Brasil Presbiteriano, então nós já trabalhamos em parceria e tem tudo a ver. E a nossa tentativa nesta nesse 10º congresso da cultura cristã e a primeira conferência do Centro Presbiteriano de Pós-Graduação é mostrar pra nossa amada igreja que instituições podem trabalhar juntos e podem fazer eventos como esse conjuntamente. Nós pregamos sobre discipulado, pregamos sobre unidade cristã e agora temos esta oportunidade para o CPAJ. É importante esse evento porque nós celebramos 25 anos de uma parceria com uma instituição americana que é o seminário teológico reformado em Jackson, Mississippi. Mas também é marcante porque hoje nós iremos assinar uma outra parceria com uma outra instituição americana, trazendo para o Brasil e para a igreja brasileira algo que nós não tínhamos aqui, um doutorado, um PhD, um doutorado acadêmico. agora com o Westminster Theológico Seminary. Mas como nós não iniciamos nenhum evento na nossa igreja sem buscarmos a graça, a direção e a bênção de Deus sobre nós, nós iremos iniciar este momento com uma oração. O reverendo Joariz Marcondes, presidente do Supremo Concílio, está conosco e ele vai nos conduzir a Deus em uma oração nesse momento e depois nós daremos o seguimento da esse evento. Posto-nos em pé, irmãos. A ti louvamos, a te bendizemos, ó Senhor, por esta ocasião bem fazerja, em que nos encontramos reunidos em congresso. E aqui temos uma certeza, a tua presença conosco, presença real, presença espiritual, presença que renova, que entusiasma, que desafia os nossos corações. Entregamos a ti este congresso que hora é aberto e cada um dos seus eventos que terão lugar hoje, amanhã, domingo, para que em tudo, ó Deus, o teu nome seja bendito, seja exaltado, a tua igreja edificada e os atos que tiverem lugar aqui possam representar o nosso anseio do incremento da tua obra, do teu reino em toda a face da terra. Obrigado pela vida do da nossa casa editora presbiteriana, o conselho de publicações que dirige esta instituição e o nosso Centro Presbiteriano de Pós-Graduação, Andrew Jumper, que em parceria tem realizado esse trabalho para o louvor do teu nome. Abençoa-nos, guarda-nos em Cristo Jesus te pedimos e agradecemos. Amém. >> Podem sentar. Nós somos muito gratos a todos vocês que estão participando conosco. A nossa oração é que o Senhor Deus seja glorificado, que vocês sejam edificados e a igreja do Senhor Jesus Cristo se beneficie de um evento como este. Nós iremos tirar alguns instantes para uma cerimônia de assinatura desta nova parceria. Eu gostaria de convidar algumas pessoas para comporem a mesa. É uma cerimônia rápida, mas eu gostaria de convidar algumas autoridades aqui. Em primeiro lugar, o reverendo Dario Cardoso, vice-diretor do Centro Presbiteriano de Pós-Graduação, um amigo, alguém que me ajuda e tem me apoiado grandemente na liderança ao longo desses anos. Em segundo lugar, o reverendo Roberto Brasileiro, vice-presidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil, alguém que foi o presidente do Supremo Concílio ah em anos passados e que nos ajudou também muito e nos apoiou nesta nesta parceria. Teremos também o Dr. José Paulo, presidente do Instituto Presbiteriano Maquenze, que tem apoiado, que tem acolhido o Centro Presbiteriano de Pós-Graduação como a unidade estratégica do Mackenze, possibilitando que o CPAJ ofereça cursos de mestrado e doutorado para os pastores da Igreja Presbiteriana do Brasil. Teremos também a, eu perdi minha lista aqui agora, não foi? Ah, Reverend Alfredo. Perfeito, Reverendo Alfredo. Eu eu [limpando a garganta] fiz de memória, mas depois a memória falhou. Temos reverendo Alfredo, que é ótimo quando você tem duas memórias, uma chamada Andressa e a outra chamada celular, ajuda bastante. Reverendo Alfredo é o presidente da Junta de Educação Teológica da Igreja Presbiteriana do Brasil e a junta foi aquela que autorizou, firmou este esta parceria e ele participará conosco da assinatura do mesmo. Eh, já falei do Dr. José Paulo. Dr. O reverendo Joarez Marcondes, presidente do Supremo Consílio da IPB, que falará conosco logo depois da assinatura desta parceria um pouquinho sobre a importância desta parceria para a IPB. Nós temos o Dr. Colman do Westminster Theological Seminary, é o chief academic office daquela instituição. Alguém que no início conversou comigo, sonhou juntamente comigo, traçamos alguns ah passos para esta parceria, fizemos um deliamento de todo esse programa e temos trabalhado juntamente, conjuntamente nisso. E depois Dr. Carner, presidente, novo presidente do Westminster Theological Seminary, também alguém que um grande amigo e tem apoiado e muito essa nossa parceria neste instante. Então, sem mais delongas, eu gostaria ah de You may be seated. Thank you so much. Eu gostaria de, sem mais delongas, dar a palavra ao Dr. partner do Westminster para falar para nós um pouquinho do que que essa parceria representa para Westminster nesta missão que o Westminster tem de fortalecer as igrejas por meio de uma teologia reformada ao longo de tantos anos e agora numa parceria com o Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper. So gner would you please come to theum and deixe começar dizendo que é um grande prazer estar com vocês aqui nesta tarde. Eu agradeço a Deus pela igreja presbiteriana do Senhor aqui mesmo no Brasil. >> A sua história e o seu testemunho tem sido um grande testemunho da graça de Deus. E é um grande prazer para nós do seminário teológico Westminar nesse processo de colaboração, oferecendo um programa de PhD. Teremos o prazer de ter alguns de vocês que estão dedicandos, dedicados ao Ministério Acadêmico, como os nossos alunos. ali no seminário teológico de Westmin. Um dos grandes frutos desse tipo de colaboração são os benefícios mútuos provenientes dela. A missão, a declaração de missão do Westminster é que nós estamos comprometidos com a igreja global. things are uma das coisas pelas quais temos orado por para que por meio dessa colaboração não apenas o Westmin possa abençoar a igreja no Brasil, mas que a igreja do Brasil possa abençoar o Westminster, seus professores, seus alunos por meio da interação. Todas as vezes que vocês nos enviarem os seus estudantes, seus alunos, nós teremos a oportunidade de ter esses mesmos alunos impactando a nossa comunidade nos Estados Unidos. Então, à medida que nós assinamos de forma formal essa parceria nessa noite, eu peço que você se una a mim para orar e pedir ao Senhor Jesus Cristo que faça mais do que aquilo que temos pedido ou pensado por meio desta parceria. Que Deus abençoe. Ah, eu gostaria de convidar neste momento momento o Dr. o Dr. Garner e o Dr. Colman, bem como o Dr. Alfredo para oficialmente assinarmos este documento que é um memorando de entendimento entre as duas instituições no oferecimento de um PhD, doutorado e ministério em estudos históricos e teológicos. A ideia, queridos, é que já neste ano de consigamos enviar os primeiros alunos neste PhD. A maneira como nós temos trabalhado e elaborado esta parceria é que este PhD poderá beneficiar não apenas a nossa o Centro Presbiteriano de Pós-Graduação, pensando na próxima geração, também os seminários da Igreja Presbiteriana do Brasil e por que não até mesmo a Universidade Presbiteriana Mackenzi, uma vez que esses candidatos, que esses futuros doutores terão seus diplomas reconhecidos e poderão ministrar até mesmo na nossa universidade. O sonho é que um programa como esse impacte não apenas a nossa igreja, mas também a nossa sociedade. Então, nesse nosso memorando, eu vou poupá-los da leitura do mesmo. Nós temos a definição de qual que é o propósito desta parceria, deste PhD. Nós temos a estrutura do programa descrita, as instituições responsáveis, Westminster Theological Seminary, que é uma instituição sólida, reconhecida no mundo todo, o Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper, que é conhecido de muitos de vocês e, pela graça de Deus tem sido o instrumento para abençoar a igreja de Cristo. Aqui fala sobre o relacionamento dos docentes de ambas as instituições. o processo de admissão dos alunos que será feito não no CPAJ, mas diretamente no Westmin. Então, se você quiser estudar, você vai ter que passar no processo seletivo deles, o que para mim é é é uma grande é uma grande bênção. Nós temos a descrição do que que vai acontecer com toda a propriedade intelectual, os recursos financeiros, a duração deste desta parceria que será de 10 anos iniciais. Se você considerar que nós teremos dois alunos por ano e 10 anos, a Igreja Presbiteriana do Brasil, a Igreja Brasileira poderá ter 20 novos doutores. E aí eu te faço a seguinte pergunta, que é a pergunta que normalmente tem estado na minha cabeça, uma pergunta feita por João Calvino. Por que que a igreja precisa de mestres e doutores? E a resposta é fantástica. para que a igreja dos nossos netos não fique desprovida de recursos. Os livros que os seus netos lerão serão escritos por mestres e doutores. A revista de escola dominical que eles estudarão serão escritas por mestres e doutores. E, portanto, precisamos de orações, precisamos de investimento nesse sentido. Ah, Dr. Garner, Dr. >> Ya, tô com a versão inglês aqui, olha só. só. >> Ah, sim. Dr. Garner, Dr. Colman, I invite you to sign the Portuguese version of MOU and then after that, Dr. Alfredo Souza. Eu [aplausos] gostaria, antes de prosseguirmos, pedir que os professores do Centro Presbiteriano de Pós-Graduação ficassem todos de pé. por favor. Esses são irmãos com quem eu tenho tido alegria de trabalhar diariamente, pessoas que têm pastoreado o meu coração, pessoas que têm sustentado as minhas mãos. Muito obrigado pelo trabalho e pelo a o coleguismo de vocês. Podem sentar. Reverendo Alfredo Souza, reverendo Joariz Marcondes, eu entrego à Igreja Presbiteriana não um problema, mas aquilo que nós entendemos ser uma grande solução. Eu gostaria de convidar o reverendo Joarez para falar neste momento pela Igreja Presbiteriana sobre a importância dessa parceria. Dr. Valdeci, Dr. Gardner, Dr. Colman, reverendo Alfredo, Dr. José Paulo, reverendo Roberto, reverendo Daril, esta estimada mesa que compõe o presente ato em nome do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil, muito me honra participar desse ato solene que marca uma parceria muito especial. Para não perder o cacuete pastoral, vem à minha mente duas passagens bíblicas. João, evangelho, capítulo primeiro, versículo 18. Ninguém jamais viu a Deus. O Deus unigênito que está no seio do Pai, quem o revelou. E segunda carta de Paulo a Timóteo, capítulo 3, versículo 16, toda a escritura é inspirada por Deus. A igreja existe para tornar Cristo conhecido de todos os homens, conforme as escrituras. Nós estudamos as Escrituras, nós pregamos as escrituras para que Cristo seja conhecido de todos, porque ele é o revelador de Deus. E devemos fazê-lo com qualidade, com dedicação, com excelência. A história da Igreja Presbiteriana do Brasil é marcada pela preocupação com a formação dos seus obreiros. no seu famoso sermão Simon apontando cinco realidades que deveriam marcar a trajetória de desenvolvimento da Igreja Presbiteriana nesse país, incluiu entre estes cinco elementos a criação de um seminário em terras brasileiras para formar a mão de obra nacional. E ele mesmo no ano em que faleceu, em 1867, ele poôde dar início ao chamado seminário primitivo, que teve uma duração curta, mas os frutos se fizeram acontecer daqueles quatro primeiros pastores formados em terras brasileiras. Primeiro sinodo brasileiro que inaugura efetivamente a Igreja Presbiteriana do Brasil acontecido em setembro de 188. Entre tantas deliberações, decidiu criar um seminário em terras brasileiras. Esta última reunião do Supremo Conselho acontecido há pouco mais de 30 dias tomou a deliberação de estender este projeto educacional para 15 seminários espalhados em todo o território nacional. E para prover professores, mestres, pessoas qualificadas para o exercício da formação dos obreiros, dos pastores, a ideia de termos um centro de pós-graduação foi gestada desde os anos 60, 70 do século XX, até que nos anos 80 isso se tornou possível. E a partir de um centro de pós-graduação aqui no Brasil, que veio dar então seguimento ao nosso querido Jumper, nós temos visto o avanço da educação teológica neste país a partir dos esforços da nossa igreja. Hoje não é mais apenas um centro voltado para dentro, ele é presbiteriano, ele está atrelado à nossa junta de educação teológica, mas ele hoje amplia os seus horizontes para fornecer a mentalidade brasileira, a visão reformada, de tal sorte que muitos dos nossos alunos sequer são ligados à nossa denominação, mas são influenciados pelo nosso nossa visão. nossa cosmovisão e reformada. De tal sorte que a assinatura deste acordo, deste convênio, desta parceria nesta noite dá passos largos na direção do desenvolvimento, do crescimento desse projeto. Nós ficamos muito animados com isso e queremos aqui parabenizar a Junta de Educação Teológica que acolheu a possibilidade da realização dessa parceria, ao Andrew Jumper, que abraçou a causa, que foi atrás de todos os entendimentos, e ao WTS, que aqui representado por esses ilustres amigos e irmãos, vem aqui firmar essa parceria. A nossa oração diante de Deus é que nós possamos ver esta sementeira prosperar para sua honra e para sua glória. Que Deus assim possa abençoar a nossa igreja presbiteriana do Brasil e especialmente a educação teológica que ela patrocina. E eu queria convidar o presidente da Junicação Teológica, reverendo Alfredo, para nesse ato proferir uma oração de gratidão a Deus e de súplica ao Altíssimo para que abençoe o projeto Hora Iniciado. Vamos colocar-nos em pé. Bendito Deus e Pai todo- poderoso, louvamos o teu santo nome porque aprove a ti nos escolher amar, nos salvar por meio de Cristo Jesus e assim providenciar para que a tua noiva continue a sua marcha triunfal sobre essa terra. E nós te louvamos porque a ela fora revelado o mistério do evangelho. E como a tua palavra mesmo diz, esta igreja, ela se torna coluna e baluarte da verdade, que é a verdade de Cristo. Por isso, nós louvamos o teu santo nome, porque não apenas conhecemos, mas temos o desejo de preservar a sã doutrina para que esta possa dirigir-nos numa vida de piedade, santidade e evangelização. Ó Deus, abençoa este acordo e que de fato muitos irmãos sejam preparados, meu Pai, não só para serem alicerce, mas também coluna, não apenas para preservar a sã doutrina, mas divulgá-la, meu Senhor. E assim o evangelho se espalhando, o teu nome será glorificado. Nós te rendemos graças, meu Senhor, por esta oportunidade. Nós agradecemos pelas instituições envolvidas e já te agradecemos de antemão pela fidelidade com que conduzirão este processo. E que em tudo, absolutamente tudo, sejas glorificado por meio de Cristo Jesus, no nome de quem nós oramos. Amém. Meus irmãos, dentro em breve nós já vamos ter a nossa primeira palestra. Antes vamos ter uns avisos que vai ser passado para nós, para vereador Eduardo, é um dos nossos editores e que tá coordenando todo esse congresso. Antes, porém, eu queria que os irmãos pudessem conhecer conhecer a o nosso conselho que é do CESCEP, Conselho de Educação Cristã e Publicações da Igreja Presbiteriana do Brasil. É esse conselho que faz o link entre a Igreja Presbiteriana e a Casa Editora Presbiteriana. Eh, nós temos como vice-presidente o reverendo Misael Batista. Ele esteve presente em nossa reunião hoje de manhã até à tarde e teve que retornar por alguns compromissos na sua igreja local. Temos o presbítero anísio, tá presente, reverendo presanío, suba aqui, por favor, pra gente pessoal conhecer o irmão. O reverendo Hermes também é um dos membros, é um dos conselheiros. Ele está ministrando num seminário em uma região aí do Nordeste, não poôde comparecer. Presbí João Jaime queira vir aqui à frente. Presíder, o novo membro do CESP, vereador Manuel Delgado, e reverendo Mário Sérgio. Nesse conselho de educação cristã, nós temos, a partir dele, e são os mesmos membros e a mesma diretoria, nós temos o conselho deliberativo da editora. Então, esse conselho deliberativo já é um órgão da editora e tem a mesma formação, são os mesmos membros, a mesma diretoria, mas tem ainda a presença do reverendo Roberto Brasileiro, que tem assento ao nosso Conselho Deliberativo como representante do IBEL, que é associado da editora. Roberto tá ali. Então esse é o nosso conselho. Estamos aí procurando servir a nossa igreja da melhor maneira possível. Que Deus possa continuar derramando muitas bênçãos sobre todos nós e sobre a nossa igreja. Reverendo Eduardo, os avisos. Meus irmãos, boa noite. É uma alegria imensa para todos nós recebê-los e poder desfrutar desses momentos de comunhão, de edificação, de louvor ao Senhor. E nós temos aqui alguns avisos importantes em relação à nossa dinâmica. Eh, meu nome é Eduardo Assis, eu estou na coordenação do evento, então eu quero dizer que qualquer dificuldade, qualquer necessidade, você pode me procurar ou procurar qualquer um da nossa equipe da editora Cultura Cristã, está com o colete de staff da equipe do CPAJ. Estamos à disposição para ajudá-los e tentar resolver os problemas que, porventura, surjam da melhor maneira possível. Eu quero lembrá-los da importância do uso da pulseirinha que você recebeu no credenciamento. Se você não fez o seu credenciamento, você pode fazer no final da nossa atividade ou deixar para fazer amanhã pela manhã, mas é importante o uso da pulseira paraa identificação a e a movimentação interna aqui no Instituto Presbiteriano Mackenzie. Em relação aos nossos standes, você pode encontrar não só os livros da nossa editora, mas também uma variedade de parceiros que estão conosco, nos ajudando, nos abençoando para a realização deste evento ali também. Mas nós pedimos que durante as nossas atividades no plenário e nos seminários, que você foque atenção nessas atividades e depois dedique no tempo próprio a um tempo para estar ali nossos standes. Eh, nós vamos ter ainda hoje, né, uma coisa que eu sei que vocês quase não gostam, né, R$ 15, R$ 80, R$ 80, R$ 160, R$ 160, né? São o sorteio dos vouchers. Então nós vamos ter hoje ainda, amanhã em alguns momentos, sorteio de vouchers para você poder usar no stand da nossa amada editora. Amanhã nós temos os seminários e aqui preste atenção porque é muito importante, né? O reverando Timóteo depois vai projetar em hora oportuna a lista dos seminários. Nós teremos 17 seminários de oficinas, né? Ministrado pelos professores do Andre Jumper, ministrados por autores da nossa editora. Eh, e o nosso desejo é que você use este momento para edificação. Ah, não se preocupe com a chuva caso aconteça. Todo o seminário, todos os seminários oficinas serão realizados aqui, o prédio ao lado, anexo ao auditório prédio 19. Eh, só você subir a escada quando você sai aqui à esquerda e nós vamos ter as identificações na porta da sala. São 17 salas para você poder aproveitar. você terá oportunidade de participar de dois seminários, um pela manhã e um no período vespertino. Como é que vai funcionar? Não tivemos inscrição prévia, nós vamos ter eh essa distribuição no momento. Você chega e entra na sala, mas claro, toda e qualquer sala aqui nós vamos encontrar e esbarrar o a o problema da capacidade. Então, lotou a sala, nós vamos pedir para você se dirigir, né? Nossa equipe vai orientar você se dirigir a um outro seminário para que você possa participar. Seminários foram divulgados no início da semana por meio do e-mail de vocês que forem foram cadastrados no ato da da inscrição, mas nós vamos depois projetar um link aqui para você também baixar essa lista e ter acesso. Então estão aqui os nossos pré-eleores, né? E eu peço que você ore por eles para que Deus os abençoe e use cada um deles no direcionamento da ministração das suas dos seus seminários e suas oficinas. E não menos importante, amanhã nós temos a alegria de fazermos o lançamento de cinco livros inéditos publicados pela nossa editora e a reedição de um outro livro do professor reverendo Daniel Santos, eh, sobre o livro de Joia Integridade. Apesar de tudo, os livros já estão disponíveis no stande e nós teremos um momento aqui onde nós, nosso editor, reverendo Cláudio Marra, falará um pouco sobre essas obras. Nós temos as obras dos nossos pré-eletores e nós vamos ter na sequência um momento de autógrafo. Como é que vai funcionar esse período de autógrafo? Preste atenção que isso é muito importante. Nosso tempo é limitado e a gente não consegue atender todos e nós precisamos de uma organização para atender o máximo possível daquilo que vocês querem. Então, ao comprar o livro, nós estamos já dando a senha. Se você comprou um dos lançamentos eh que está sendo projetado e não pegou sua senha, vá ainda hoje lá no stand e peça ao pessoal de vendas a sua senha para garantir a sua oportunidade de receber o autógrafo desses irmãos tão preciosos que têm labutado na área do ensino. Então vai funcionar por meio das senhas. Não conseguir pegar a senha, não tem problema. ao longo do dia, esses irmãos estarão aqui também e poderão atendê-los na medida da disponibilidade deles fora dos horários dos seminários. Então você pode procurá-los também. Para isso funcionar bem, nós precisamos também pedir para vocês o cuidado em relação às fotos. Se todo mundo for parar para tirar foto, nós vamos atender um número muito pequeno. Nós pedimos que você deixe a foto para um segundo momento nos intervalos e nos bastidores. Então, são esses os avisos que nós temos para hoje. E nós, sem mais delongas, gostaríamos então de dar sequência aqui ao nosso programa. E começando com a nossa primeira plenária, nós queremos convidar a a vir aqui à frente o reverendo Pedro Dut, pastor da Igreja Presbiteriana de Maranata. Reverendo Pedro é um dos nossos colaboradores na editora, faz parte do Conselho Editorial, é um irmão que tem trabalhado aí, labutado conosco na área de apreciação das obras que são publicadas, indicação de obras, produção de material de escola dominical e tantas outras coisas. e tem nos atendido também prontamente sempre que nós o convidamos para estar conosco aqui. Reverendo Pedro está acompanhado da sua esposa Carol, os seus dois filhos, a Ana e o Benjamim. Muitos conhecidos também aí pelas postagens e publicações nas redes sociais, né? os bastidores da família, que a gente se diverte bastante e que muito também nos nos abençoa. Que Deus o abençoe. Nós vamos orar pedindo que o Senhor abençoe este momento de instrução na palavra e rogando que o Senhor fortaleça e direcione os passos do reverendo Pedro. Deus bendito, te agradecemos porque ao longo da história da tua igreja, o Senhor tem levantado homens santos, tementes ao teu santo nome, devotos ao Senhor, que tem se dedicado arduamente na área do ensino. E porque aqui temos o privilégio de estarmos rodeados por estes homens. Rogamos que o Senhor nos abençoe agora na instrução que procede da tua palavra. abençoe ao reverendo Pedro, que gentilmente se dispôs a estar aqui conosco, que se dedicou na preparação e que por meio dele nós sejamos instruídos e direcionados à luz da tua santa palavra e que assim o Senhor fortaleça e prepare a tua igreja para o trabalho. É o que nós oramos ao Senhor em nome de Jesus. Amém. Deus abençoe, viu? Graç e paz, meus irmãos. Grande privilégio estar com vocês aqui essa noite para você passar os slides, tá? tá? >> Tá bom? Eu queria começar agradecendo, claro, eh, a nosso presbítero José Inácio, na pessoa do José Inácio, a toda a cultura cristã, reverendo Valdeci também por esse convite de estar aqui. Me sinto muito lisongeado e gostaria de compartilhar com vocês hoje algo que me foi pedido para fazer, me foi pedido para falar baseado num dos lançamentos da editora, que é o Salvin Leonardo, que é um livro da Nense Piercing, que foi um trabalho considerável pela editora Cultura Cristã, dado a quantidade de imagens e a o trabalho gráfico do livro, que era muito rico paraa proposta que ele tinha de ser uma tanto uma abordagem de cosmovisão e apologética cultural. E nós temos ali a maturidade da Nense Pierce, que há muito tempo tem falado sobre esses dois temas, mas eu entendo que o que ela apresenta ali para nós é de extrema importância. Mas eu sei também que o Congresso tem um foco específico no ministério e eu sei que muitos aqui são pastores, professores e pais. de jovens e que muitas vezes o nosso ministério esbarra nessas nossas ovelhas mais jovens e na relação delas com a cultura. Então, é um pouco sobre isso que eu quero falar com vocês essa noite, como a gente pode ler narrativas da cultura contemporânea e promover o que nós chamamos de encontros missionais, o evangelho indo ao encontro dessas narrativas, renarrando essas narrativas e apresentando então o evangelho de uma maneira que os contemporâneos entendem. Então vocês vão ver que eu vou usar muita cultura popular aqui. Eh, a gente não vai discutir tanto se elas estão certas ou se elas estão erradas, mas a qualidade estética muitas vezes delas é o que a a Nense pede para fazer no livro, porque a gente sabe que tem várias que estão distantes daquilo que nós numa cosmovisão bíblica acreditamos ser o ideal para uma obra de arte. Mas eu quero que a gente construa um raciocínio aqui sobre essa leitura das narrativas. Eu queria começar com essa turma aqui. Vocês devem conhecer, todos conhecem. Tem alguém aqui que não sabe quem são essas quatro pessoas? Levante a mão, confesse seus pecados e encontre perdão. É possível. Nós temos ali no meio a J. Rowling, a autora do Harry Potter e os três principais atores do filme, né? o Daniel Redcliff, a Emma Watson, eh eles jovens ali nos primeiros nos primeiros anos de gravação. gravação. Mas eu não sei se você sabe, esse grupo tem se desentendido na rede social por questões ideológicas. Eu separei também um post de um fã da série. série. Já não tá funcionando aqui porque já é boicote. Pronto. F. Passou mais de um. Pronto. A a JK Rowin tem sido atacada por suas defesas defesas contra a um tipo de ideologia de mulheres trans, assumindo posturas, lugares, lugares, espaços que outrora isso estava reservado a mulheres SIS e que isso tem colocado ela em rota de colisão, claro, com uma série de pessoas, mas com os próprios atores da série, principalmente com a Ema Watson ali é um fã fã dela eh falando na no X com ela no no falecido Twitter, eh dizendo que ele ele tinha segurança de que ela iria se arrepender daquilo quando a Ema e o Dan, né, o Daniel Headcliff falassem com ela. E ela continua dizendo que não, não tava segura disso, não, que queria se arrepender, porque é um movimento que tem erodido o trabalho, as grandes vitórias da dos direitos das mulheres. E aí vai todo o trabalho dela. e ela, uma autora conservadora norte-americana, tornou-se então alvo de uma série de escândalos. Se você pesquisar eh escândalo entre eh JK Rowing e Emma Watson, você vai achar muita coisa na internet. Eu separei só mais um aqui. A Ema Watson eh falando, ela ignora quanto ela é ignorante. Ah, o tom da discussão já tá nesse sentido, numa premiação recente, em 2022, quando a Emma Watson foi chamada ali, ovacionada, ela que assumiu um papel feminista muito forte na cultura americana. H, ela foi em defesa de todas as bruxas e ela menciona menos uma e é um claramente ela se referindo a JK Rollen que tem sido um desafeto. Por que que eu tô contando essas fofocas de Hollywood para vocês? Porque isso aqui é exatamente o que a Nancy P chama de um conflito de cosmovisões. Aconteceu algo muito semelhante com o que ela começa a narrar no seu livro de um outro autor, o John Ericson, autor de um desenho clássico lá nos Estados Unidos, que ele percebeu o que tinha acontecido na vida dele e a JK Rolling também percebeu. havia sido pego no fogo cruzado de cosmovisões conflitantes. Mesmo que eles estivessem no mesmo projeto cultural, mesmo que a JK Rowing estivesse ali dialogando com aqueles jovens atores, ensinando aquilo que eles deveriam fazer, como eles deveriam encarnar os personagens que ela pensou, de repente ela descobriu que eles poderiam ter cosmovisões diferentes das suas e subverteu isso pelas forças da do politicamente correto, da correção política. Temas como casamento, isso é uma armadilha para mulheres. Família, isso é uma instituição obsoleta e opressora, filhos é um impecílio para as nossas aspirações profissionais. Isso vez por outra acontece. Eu poderia multiplicar os exemplos aqui. E a própria Nen Pir faz isso no livro, só que o ponto dela é escrever para nós. E se eu conseguir passar, tem algum lugar que eu devo? Pronto. Ixe, passei demais. Pronto. O grande ponto para ela é o seguinte. E quanto a nós, a mim e a você, pastores, professores, pais, como é que a gente está nesse conflito de cosmovisões? A gente tem ferramentas necessárias para detectar as ideias que competem pela lealdade do coração das nossas ovelhas, dos nossos filmes, dos nossos filhos, através de filmes, livros didáticos, noticiários e até mesmo desenhos animados de no sábado de manhã. Será que a gente tá preparado para isso ou nós somos presas fáceis? Os nossos filhos são presas fáceis desse tipo de narrativa? Porque todo o trabalho do livro dela é um trabalho muito técnico de reconstrução de história das ideias, de história da arte, mas é para mostrar que os artistas são os grandes promotores de cosmovisões dentro de uma sociedade. E eu queria chamar sua atenção para algumas coisas. Quem quem também não sabe o que são esses três e filmes e séries aqui? Talvez você caiu hoje de para-quedas no planeta Terra e não conhece. Eu peço desculpas porque sempre são referências de crianças porque eu não vejo filmes de adultos mais. Eu só assisto filmes de crianças por causa dos meus filhos. Mas ali a gente tem a Bluey, que é uma série muito celebrada pelos pais hoje em dia, porque ela é uma série de baixo estímulo, não há cenas muito violentas, muita ação, só que sutilmente tem uma série de insinuações, hora menos diretas, horas mais diretas, sobre concepções familiares alternativas ao padrão bíblico. A gente tem Zootopia, um filme que a gente tem inclusive o segundo, eu me lembro de quando eu assisti a primeira vez ele com a Carol, com os meninos, eu falei assim: "Não se assiste esse filme aqui em casa mais de tão ideológico que eu achei". Basicamente, sem spoilers, tá? Porque são preciosos para você ver um pouco como é que anda a nossa cultura. É um filme que conta uma sociedade entre predadores e presas convivendo numa cidade com os limites, com leis que eh guardariam os limites dessa convivência. Só que por todo o filme há uma ideia de subverter isso, de que ser um predador, comer carne é mal, é não é louvável, não é moral, não é autêntico. E a gente tem que subverter isso. O prefeito da cidade é um leão, ele é acusado de um crime. Imagina, temos um leão como o prefeito, ele não nos protege, ele quer nos devorar. E aí tem um turning point interessante, mas você sai do filme querendo virar vegetariano. Falei: "Não é possível um negócio desse". desse". Eu coloquei em ordem de irritação pessoal. Flow. Flow é um filme, desculpem, Flow é um filme muito recente que chamou atenção quando foi eh divulgado, porque ele foi um filme feito totalmente por animação de computador e inteligência artificial. É um filme, na minha opinião, eu o classifiquei como eh antihumanista. Não é nem um filme humanista, ele é antihumanista. Não há um ser humano no filme, mas a toda narrativa conta desse gato não tem nenhum diálogo, não tem linguagem no filme e conta a ruína da civilização humana e os animais passando por ela, como se ela fosse paisagem natural. E os animais protagonistas dessa própria história, eh, dominada por instintos. Tem nada demais. O filme ele é absolutamente antihumanista. Não há vestígio da humanidade ali. Não há a menor sinal da doutrina da criação, a imagem semelhança divina. Agora, o pior de todos é cara de um focinho do outro. Esse para mim é terrível, porque não tem nem linha narrativa. É um filme de uma hora e pouco que a cada 15 minutos há uma quebra na narrativa, não tem continuidade. foi feito por uma geração que está acostumado a ficar rolando feed de Instagram, TikTok com estímulos muito rápidos, sem nenhuma compromisso com uma narrativa duradoura, desenvolvimento de um personagem, jornada de um herói, nada. Tudo isso está em filmes infantis. Eu não tô apresentando para vocês aqui os filmes clássicos que há N P apresenta no livro Clube da Luta, Pup Fiction. Não, eu peguei os que eu tô dominando no assunto no momento agora da minha vida e os que estão muito próximos de nós. Blue, ela tem tantas horas assistidas na Disney Plus, é um desenho de 20 minutos que ultrapassa três vezes mais toda a as horas assistidas da série Marvel. Todos os filmes de todos os heróis da Marvel foram vistos três vezes menos do que Blue. Para vocês verem o tamanho da dessa influência. E aí a gente poderia pensar que não, Pedro, a gente tem alternativas cristãs de boa qualidade. Temos a a série de Davi, é uma série muito bonitinha, os meninos lá em casa assistem. Estrela de Belém, muito bonitinha. Eh, Rei dos Reis, muito bonitinho. Ovelhas detetives. Quem assistiu Ovelhas Detetives? muito legal com Volverini, excelente. Volverine é pastor de ovelhas. Só que o que eu quero com vocês hoje aqui é um passo além e a gente se perguntar como é que nós podemos assistir séries que não são tão diretamente ligadas a uma cosmovisão bíblica. E aí vocês viram também que tem uma preferência aí com a cultura japonesa, né? Naruto, que apesar de demônios ninjas e coisas do gênero, é um é uma série de 700 episódios sobre amizade muito boa, em que virtudes são apresentadas. Por que que você fala isso, Pedro? Porque eu assisti a 700 episódios com Benjamim. tá ali, não me deixa mentir. Se você multiplicar por horas, dá quase uma pós-graduação, estrito senso. Não satisfeitos, tem o Boruto, que é sobre o filho do Naruto. É um filme excelente para falar sobre relação de família, porque o Naruto não é um bom pai quando ele cresce. Ele era órfão na série dele e quando ele se torna pai, ele é um péssimo pai. Nos primeiros episódios, o Benjamin levantou essa questão comigo e falou assim: "Naruto não é um bom pai, ele é um pai ausente." Eu falei: "Meu garoto, é isso aí". Vamos falar sobre isso. Pokémon é uma série de 30 anos. Quando o Pokémon surgiu, tinham 150 Pokémons que a gente aprendeu a decorar os nomes. Hoje são 10000. Há um há um negócio inteiro em torno de cartas de Pokémon sendo vendidas a preços milionários. Eu tô querendo mostrar um impacto cultural disso. Ou por exemplo, o estúdio Gibly. Eu vi o filho do reverendo Allen tá aqui com uma camiseta do Once. Os nossos filhos vêm, leem essas coisas. Os colegas deles vem, leem essas coisas no na escola. na escola. a gente consegue olhar e enxergar, fazer uma análise com cosmovisão cristã de criação, queda e redenção, olhar aquilo que tem diálogo com a fé cristã, aquilo que precisa ser rejeitado e aquilo que tem possibilidade de ser renarrado segundo o evangelho, porque esse é o trabalho. A Nense Pir falando sobre principalmente os jovens e a cultura jovem que nós temos diante de nós, ela vai dizer: "Olha, o secularismo global, ele é uma cosmovisão com a qual nós precisamos interagir." Existem muitas cosmovisões aí, só que tem uma que todos nós somos obrigados a interagir, que é o secularismo global. A gente vive numa espécie de Mac World, ou seja, uma cultura global homogênea. Por quê? Porque os mercados precisam que a cultura seja cada vez mais homogênea para eles poderem vender mais em outros lugares. Eles exigem uma linguagem comum para produzirem comportamentos de um tipo que é gerado por uma vida cosmopolita em qualquer lugar. E aí é por isso que o Matias e o Benjamin estão assistindo a mesma coisa, mesmo um morando em Goiânia e o outro em Barretos. e eles têm que conversar entre eles, porque e isso traz uma transformação nos nossos jovens que às vezes a gente não percebe. E eu e esse parágrafo aqui eu vou ler eh todo para vocês. Os nossos jovens são muito facilmente atraídos hoje em dia. adolescentes em cidades muito pequenas, muitas vezes tem mais em comum com adolescentes de cidades grandes do que com seus pais, pastores e professores, porque eles fazem parte dessa cultura global e aumenta o fço cultural entre pastores, pais e professores deles e stão muito mais conectados entre eles estão muito mais conectados entre pessoas de cidades muito diferentes da deles. O que isso significa em termos práticos? Significa que um jovem em Ioa ou mesmo no México estão se tornando mais parecidos com os jovens em Los Angeles e Nova York do que com os adultos do lugar aonde eles moram. Os nossos jovens se tornam muito mais parecidos com os jovens das grandes metrópoles do que com os pastores de jovens das nossas igrejas locais pequenininhas. A a séria implicação disso é que os adultos, os pastores, os ministros desses lugares precisam se atualizar quanto a cultura metropolitana que desejam, se desejam comunicar com seus próprios filhos. Esse é o desafio. É sobre isso que eu quero falar com vocês essa noite. Vamos lá. Eh, qual que é a pergunta? Como é que a gente capacita os nossos alunos, os nossos filhos, as nossas ovelhas para identificar e confrontar cosmovisões seculares na cultura popular? Geralmente dizem que os presbiterianos só falam de três pontos. Eu vou trazer quatro pontos para vocês. Um ponto a mais. Errei, né? Deveria ter trazido só três. Todos eles baseados no livro Danense. Vocês vão ver que são em momentos diferentes dos livros. no na na notinha de rodapé tem a a página para você ver que o argumento dela é um argumento grande e ela vai repetindo isso. E a primeira coisa que ela já deixa de cara presente para nós é que a gente precisa renarrar a história da redenção. Com isso, essa renarrativa não é reconstruir, ressignificar, nada disso. É só contar de novo. É só narrar de novo pros nossos filhos e para aqueles que estão hoje nesse mundo contemporâneo. Por quê? Por que que tem que renarrar a Pedro? Ela explica. O processo de assimilação do cristianismo, ele foi tão bem-sucedido que os próprios cristãos não reconhecem a sua herança mais na cultura. Uma vez que o cristianismo foi uma cosmovisão predominante na cultura ocidental, durante quase dois milênios, muitos dos seus princípios vieram a ser considerados senso comum. Ninguém acha mais que direitos fundamentais da pessoa humana não é uma secularização da doutrina da imagem e semelhança divina, porque virou um senso comum. O papel ficou como uma espécie de papel de parede no qual ninguém mais repara. Em decorrência disso, o que que acontece? Um dos passos mais importantes para resgatar uma cosmovisão cristã existe consiste em reconhecê-la, reapoçar-se dela e religar as suas raízes bíblicas. É preciso fazer esse trabalho. Parece óbvio, mas é necessário fazer esse trabalho óbvio. Às vezes a gente pensa que os nossos filhos, que os nossos alunos, que os novos membros das nossas igrejas, por simplesmente estarmos numa cultura cristã, eles têm domínio daquilo que é mais fundamental de uma visão de mundo bíblica, mas não é. precisa ser narrado de novo nas categorias que fazem sentido para eles a partir das dos artefatos culturais que lhe são comuns. Ela continua dizendo: "E qual que é a melhor maneira da gente fazer isso? Você que tá com lidando com o ministério de jovens, com o ministério de adolescentes, crianças na sua igreja, qual que é a melhor maneira de garantir que os jovens estão preparados?" E ela fala que ela não está convencida que é memorizar quadros como método. Isso aqui é muito interessante vindo dela. Por quê? Porque a N P tem um ministério de décadas falando e escrevendo manuais de cosmovisão, de filosofia cristã, de teologia cristã, que muitas vezes eh reduzem essa análise cultural a isso, a grandes quadros, materialismo, naturalismo, o existencialismo. Esse autor aqui é o representante dessa linha. Esse autor é o representante dessa linha. Ela fala: "Esse não é o melhor método." Não adianta a gente colocá-los numa sala e apresentar isso para eles. Por quê? Porque trata uma cosmovisão como um segmento muito isolado, desconexo e desprovido de contexto histórico, reduzidos a breves resumos para serem memorizados em vez de conceitos para serem verdadeiramente compreendidos. A gente tem que ensinar os nossos jovens a compreenderem realmente o que que tá por trás de chegar e falar assim: "Olha, você viu Flow? é um filme antihumanista. Ele vai olhar e falar assim: "O que é isso?" E aí você vai explicar para ele o que é. que é. Pior ainda é o fato de que o consumo desse tipo de material pré-formatado e pré-digerido pode incentivar orgulho intelectual e preguiça. E isso é verdade. Quando a gente vai lidar na esfera pública com gente que fez esse trabalho cultural, professores universitários, artistas, intérpretes e produtores culturais, e eles sabem o que que é uma filosofia existencial, um naturalismo, um materialismo, e a gente chega com os nossos esqueminhas muito empobrecidos, isso pode soar arrogante, porque a gente não leu o Kirkegord, a gente viu num manual que ele é o pai do existencialismo ou a gente não leu o Darwin, a gente viu lá que ele é o pai da teoria da evolução. A Nen Pir conta que uma vez uma criança foi visitar, um adolescente da igreja, foi visitar a casa dela, foi ao banheiro e voltou rindo. E aí ela sabia por, mas ela perguntou: "Por que que você voltou rindo?" Ela falou assim: "Tem um livro de marxismo lá no banheiro". Ela falou: "Eu leio essas coisas quando eu tô lá no banheiro". O estudo de cosmovisões e apologética, ele pode se deteriorar se a gente transformar num jogo no qual a coisa mais importante é vencer a discussão. Já viu a definição de apologética? Sim. Apologética fica parecendo que é um quebra-cabeça e intelectual. Ah, Deus é um ser toderoso e ele pode criar uma pedra tão pesada que ele não pode levantar. Nossa, eu tenho uma preguiça quando a pessoa chega assim para mim na universidade é muito isso. É um puzzle, é um quebra-cabeça. Apologética não é isso. Apologética é evangelização, discipulado, pastoreio. O ministério ao qual nós somos chamados, ele não diz respeito a esses quebra-cabeças intelectuais. Por quê? Porque essas questões não vêm isoladas, elas não vêm destituídas de contexto, de instituições sociais, de tradição. E aí você deve estar pensando assim: Pedro, muito complicado isso aí. Por que que a gente só não prega o evangelho? Eu eu fui pro seminário, eu tô querendo ir pro doutorado lá no Westmin para pregar o evangelho. Por quê? Ela fala: "O que que há de errado em simplesmente pregar a palavra de Deus? Não seria melhor apenas pregar o simples evangelho?" A resposta é que o objetivo final disso é pregar o evangelho. No entanto, o evangelho ele não é simples para aqueles cujo histórico os impede de entendê-lo. O Francis Schfer, que foi professor da SP, ele sempre se dizia, ele fala: "Olha, eu sou um evangelista". A gente não pensa no Shefer como um evangelista. Ou a gente não pensa num evangelista e vem a imagem do Shaifer para nós, mas ele fala: "Eu só evangelizo de um jeito diferente, com arte, com música, com pintura, mas o que eu faço é um trabalho de evangelização." A cultura secular global hoje criou um labirinto de barreiras mentais até mesmo contra a possibilidade de considerar a mensagem bíblica. O objetivo, então, da gente fazer esse tipo de análise é derrubar barreiras, destruir fortalezas, como disse o apóstolo Paulo, para que a palavra de Deus possa ser ouvida em sua plenitude. Nesse trecho que eu recortei, ela cita Gran Maen, o um dos fundadores do Westminster, onde ele diz que o principal obstáculo para o evangelho são ideias falsas. Falsas ideias são os principais obstáculos para as pessoas poderem encarar o evangelho como racionalmente coerente, coerente, existencialmente autêntico. E na nossa cultura, por isso que ela fala, não adianta a gente ficar criando os esqueminhas. O que que a gente tem que fazer? A arte. A gente tem que olhar pra produção artística. Se a arte reflete a cosmovisão de uma cultura, o que tudo isso diz respeito à cosmovisão secular dos nossos dias é que os artistas são como barômetros da sociedade. Eles são sensíveis às novas ideias conforme elas se infiltram na atmosfera cultural. Eles têm talento para expandir uma ideia usando histórias e imagens. Você vê um filme desse, não, não é como um documentário que a pessoa vai explicando, não é, não é um filme panfletário. Blue não é panfletária, flow não é panfletário. Finho de um, cara do outro não é panfletário. Mas os criadores de artefatos culturais, eles conseguem pegar uma ideia, transformar num mundo e chamar a gente para aquele mundo. Um artista cria um mundo imaginário e depois nos convida a entrar nesse mundo. Os nossos filhos entram, eles brincam disso, eles ficam o tempo todo raciocinando a partir disso, as nossas ovelhas, os nossos alunos, fruto de um trabalho de um artista. Isso não é só da nossa época. Basta você acompanhar toda a construção de análise eh artística que a Aden Spirits vai fazer, seja na escultura de geometria grega, na arte bizantina, no início da renascença ou no início da modernidade. Nós sempre tivemos arte que não é neutra de maneira nenhuma. Ela é religiosamente orientada por seus compromissos últimos e nós termos essa capacidade de narrar pros nossos filhos, alunos e ovelhas o evangelho, pregar o evangelho para eles para isso, para que a gente faça o quê em seguida? para que a gente possa renarrar as narrativas culturais. Porque depois que eles têm clareza do evangelho, da mensagem bíblica, eles então terão mais ferramentas para poder enxergar as narrativas aonde eles estão e recontar a história da Blue, do Naruto, do One Piece, do Flow, do Harry Potter, a partir daquilo que eles sabem da Bíblia, renarrando aquilo, sabendo aonde que tem ressonâncias criacionais. aonde que tem clara evidência dos efeitos da queda naquela produção artística e onde aquilo antecipa, sinaliza, aponta ou deseja, espera pela esperança do do evangelho. Só dá para fazer isso, renarrar essas narrativas se a gente conhece a história da redenção e se a gente está vendo essas narrativas acontecendo. E aí a Neps para explicar, ela diz: "Olha, usando uma metáfora bíblica, os cristãos são chamados para serem missionários. responsáveis para aprender a linguagem da sociedade, as quais eles se dirigem. E dentro das nossas fronteiras, da nossa própria terra natal, é possível que a gente não enfrente barreiras eh literalmente de linguagem, mas a gente enfrenta uma barreira de cosmovisão. O Francis Schfer, no prefácio da morte da razão, ele diz que aquilo se compara, o trabalho de um apologeta se compara a alguém que vai morar no exterior e que não só aprende a linguagem, mas as formas de pensamento. É necessário a gente aprender as formas de pensamento, encarar o nosso trabalho como um missionário. É um missionário urbano, é um missionário autóctony, mas é um missionário. E ele tem que ter essa capacidade capacidade de enfrentar essa barreira nas formas de pensamento, as barreiras de cosmovisão. E a gente precisa de treinamento para transpor isso. O missionário, como eu já tinha dito aqui, baseado nela, ele deve penetrar cuidadosamente na cultura nativa. Então, ele não pega só um esqueminha de um livro, de um manual, ele tá presente na cultura. Ele vai decidindo quais aspectos da sociedade podem ser redimidos e quais devem ser rejeitados. Olha, isso aqui não tem condição. Isso aqui é é queda pura, é puro desvio da palavra de Deus. Isso aqui não. Isso aqui tem ecos da estrutura criacional. E assim desde é assim desde a igreja primitiva, quando os primeiros cristãos enfrentavam uma cultura greco-romana altamente desenvolvida. Algumas partes dessa cultura eles rejeitaram como antibíblicas, porém outras partes que eles consideravam consistentes com o ensino bíblico foram adaptadas e adotadas. Tanto que desde então a cultura ocidental consiste em uma mistura de herança clássica e cristã. É por isso que as pessoas, os estudiosos da literatura antiga, sem compromisso teológico, eles olham pros escritos do apóstolo Paulo e pensam assim: "Como era um autor emulando o comportamento, a linguagem, o raciocínio dos filósofos históicos. Paulo em vestes históicas." Mas é claro que Paulo era um filho do seu tempo. Ele escrevia como as pessoas liam naquela época. Mas você vê que não é o puro estoicismo ali, que os compromissos que um históico tinha, ele não tinha. O que elementos que a teologia cristã dispunha alcançar aquilo que os históicos queriam, estão presentes no apóstolo Paulo. Não estão presentes em Marco Aurélio, não estão presentes em Epicuro, nos nos históricos, nos epicureus. É, é interessante, inclusive, isso daria um outros grandes exemplos, como a cultura contemporânea, principalmente a cultura empresarial, tem fascínio pelos estóicos. Você já foi numa livraria de aeroporto e viu lá assim: "Diário de um estoico, seja um estoico, o pai estóico, café com Deus pai estóico". Por que essa coisa do estoicismo? uma busca de você mesmo encontrar em você os elementos para alcançar a ataraxia, para alcançar a sua resiliência a qualquer circunstância. Isso dentro da linguagem corporativa faz muito sentido. O apóstolo Paulo trata desses temas, usa determinados conceitos do Novo Testamento que ele retira de lá, mas dá outro significado. Sempre foi assim. Só que o que acontece, principalmente com os jovens, e eu selecionei um trecho aqui que eu também quero ler ele inteiro para vocês. Infelizmente muitas igrejas refletem a cultura popos jovens, a cultura que eles já estão imersos. Quando os nossos filhos eram mais novos, frequentavam escolas bíblicas de férias, a gente ficava decepcionado com as programações que ofereciam, porque ofereciam pouco ensino. Em vez disso, tentavam atrair crianças usando música num volume alto, encenações bobas, brincadeiras com paintball e chantilly. Não há nada de errado com diversão saudável, mas o impacto de experiências puramente emocionais não preparará os jovens para lidar com as ideias com as quais se depararão ao sair de casa e enfrentar o mundo sozinhos. Jovens cuja fé são emocionalmente, jovens cuja fé é mais emocional tem maior probabilidade de mantê-la apenas enquanto lhes dá felicidade. Assim que surge uma crise difícil, ela evapora. Parece a história de muitos jovens que a gente conhece, não é? Criados em programações emotivistas que incentivavam entretenimento e pouco ensino, pouca capacidade de formá-los para entender por inclusive que ele gosta dessas coisas da cultura onde ele tá inserido. A gente tem que saber de algo que a a Nense também coloca. Nós vivemos numa sociedade, a os grandes centros urbanos hoje, eh, muito avançados, globalizados, não é mais possível permanecermos cristãos por tradição. As culturas tradicionais entre os sociólogos, eles chamam de sociedades tradicionais, as sociedades que são por atribuição. Você nascia numa família de artesãos cristãos, eh, ali na Espanha. Muito provavelmente você morreria ali com a profissão do seu pai, com a religião do seu pai, morando ali naquela cidade aonde você nasceu com os seus pais. Hoje em dia a gente tem muitas possibilidades. O contraste com as sociedades modernas é que elas são sociedades de realização em que os indivíduos fazem as próprias escolhas a respeito de quais empregos aceitar, com quem eles vão se casar e no que que eles vão crer. É por isso que a metodologia que ela defende o livro todo é a gente explorar as questões dos nossos filhos. é fazer com que os nossos filhos perguntem mesmo, coloquem suas dúvidas, os seus questionamentos, interajam com a cultura. Isso não vai enfraquecer a fé deles, a menos que eles façam isso sozinhos. É porque dá muito mais trabalho assistir 700 episódios de um desenho animado com uma criança. Precisa ficar lá o tempo inteiro vendo oportunidades para falar ou não deixar determinadas coisas acontecerem e deformarem a criança. E esse trabalho às vezes a gente não quer. E não adianta terceirizar pra igreja, pra escola cristã. A maior probabilidade, existe maior probabilidade de tratarem compromissos de cosmovisão como algo que eles procuram, que eles investigam, pesam, comparam, adotam com uma questão de envolvimento muito pessoal. Esse é o segundo ponto, a gente renarrar a cultura. Terceiro, caminhando pro final, é trabalhar até que se perguntem em todos os lados por que todos os melhores livros, os melhores filmes são cristãos. Isso é uma ideia do CS Lewis que a que a Nense pega no livro dela. Ela fala: "Olha, eh, os cristãos estão pagando o preço pela adoção de uma mentalidade de fortaleza do século passado, não prestando atenção às perguntas que as pessoas estão fazendo." O CS Lewis disse que os cristãos devem pensar muito mais profundamente e serem muito mais criativos do que os artistas da nossa sociedade. Até que as pessoas se perguntem por que os melhores livros e os melhores filmes são de cristãos. Por que aquele manual de biologia, o melhor que tem, o que foi adotado por todas as escolas, ele é de um cristão? Por que que aquele filósofo cristão tá sendo chamado para dar entrevista nos melhores canais? Porque que ele é bestseller? Esse é o ponto. Agora, a pergunta que ela faz é: "Onde que estão essas pessoas? Onde que estão esses esses artistas?" a música de qualidade que expressam verdades bíblicas de maneiras tão eloquentes e convidam as pessoas a embarcar numa busca por Deus. Os cristãos eles têm que ir além da crítica, além do boicote. Eu fiz muita crítica aqui a Blue, a cara de um focinho do outro, ao Flow, mas a gente também tem que arregaçar as mangas e começar a trabalhar em soluções positivas, porque a única maneira que a gente tem de expulsar uma cultura má é com uma cultura boa, é produzindo também coisa boa. As artes não podem ser encaradas pros cristãos como vitrines das mensagens didáticas, ou seja, ilustrações. é uma arte que ilustra só eh uma verdade bíblica ou ilustra só um material bíblico. A arte não precisa de justificativa, como dizia o Hans Hookmer, ela é um modo de expressão autêntico de um cristão servir ao Senhor aonde ele o colocou. Agora, por outro lado, a gente também tem um um outro erro, que uma arte cristã, ela pode ser solidamente bíblica em conteúdo, mas ela não tem nenhum mérito artístico. Isso acontece, é raro, mas acontece. Os cristãos se permitem e desenvolver julgamentos estéticos assim desleixados. E ela conta, quando eu era criança, a arte religiosa típica exibida era do sentimentalismo vitoriano, piegas, que igualava o cristianismo ao açúcar. Olha isso aqui. Quem conhece isso? Quem que é crente aqui há mais tempo conhece esse primeiro quadro aqui, pessoal? Assim da quando a P começou há 90 anos atrás. Conhece os dois caminhos? Lembra aí, ó, os dois caminhos aí. Do lado esquerdo, tudo que é bom do mundo e do lado direito, tudo que é difícil. Martírio, a portinha estreita. Olha, olha as as pinturas de Jesus. Esses dois caminhos é meu. Os os de Jesus é da Nense Pierce. Veja a imagem de Jesus. O Jesus bonzinho, o Jesus açucarado, ela vai dizer inofensivo. Eu sei que nós temos eh visões diferentes quanto a representar Jesus quebrando ou não o segundo mandamento. Não vamos discutir isso aqui, mas eu quero só mostrar a diferença artística, por exemplo, da obra do Ivan Crscoy, do Senhor Jesus. Eh, sendo tentado no deserto é bem diferente, não é? O que ela comunica, atenção, a cena? a cena? É disso que a gente tá falando. E aí ela pergunta: "Como é que a igreja retratará esse Jesus na sua arte?" O paralelo de hoje do vitorianismo, incluindo são as músicas de louvor que espelham um emocionalismo egocêntrico insípto da cultura pop. Certa vez eu visitei uma igreja, eu fiquei surpreendido a ouvir uma congregação cantar versos como: "Você é todo o meu desejo, quero sentir o calor do seu abraço." A letra não menciona Deus, Jesus, nenhuma referência à salvação, a justificação, qualquer outro tema teológico, nada para sugerir que a música não passava de uma canção de amor por um namorado. É. Aí ela fala: "Jesus é minha namorada". é o é o é o é o mote desse tipo de canção. A gente conhece algumas assim. E por que que os evangélicos gostam disso? Por que que eles são atraídos por esse tipo de emocionalismo tão superficial? Porque eles vivem uma vida dividida entre sagrado e secular. A igreja se torna aquele lugar sagrado em que eu pulo pro andar de cima e esqueço dos meus problemas, da cultura, da de onde eu estou para lidar com a minha tristeza, com os meus conflitos, com a minha falta de esperança, sendo que a igreja não é isso. E eu quero terminar lembrando, o quarto ponto é sobre a igreja. A igreja como obra de arte. as últimas páginas do livro da anse é a igreja como obra de arte. E ela vai falar que os sociólogos eles costumam dizer que toda cosmovisão precisa de uma estrutura de plausibilidade. O que que é esse conceito? É que a gente precisa, quando a gente fala de uma cosmovisão marxista, naturalista, existencialista, a gente precisa de uma estrutura institucional, social que mostre que essa cosmovisão é plausível. Isso são estruturas de plausibilidade. E qual que é a estrutura de plausibilidade do evangelho? A igreja. A igreja é a estrutura de plausibilidade. A vida em igreja, a vida corporativa da comunidade cristã. Os forasteiros são atraídos quando virem a beleza do dos relacionamentos marcados pela graça e pelo perdão. A beleza da justiça aos oprimidos, a beleza da criatividade em todos os campos do esforço humano. É isso que a gente chama contemporaneamente nos departamentos de teologia mais avançados que a gente tem de apologética cultural. criaram um centro lá nos Estados Unidos que é o Team Keller Center paraa apologética cultural, mostrando que apologética, as questões, elas nunca vem boiando no espaço, elas precisam de estrutura de plausibilidade na cultura. E a estrutura de plausibilidade do evangelho é na igreja. A gente não pode achar que esse trabalho vai prescindir da igreja local, do ministério, do pastoreio. Agora, por outro lado, também tem o outro lado dessa moeda que é a o evangelho também ele é mais facilmente desacreditado pela igreja. O que que acontece quando os incrédulos ouvem os pregadores proclamarem a importância da família, mas vem as igrejas chei de pais viciados em trabalho e com pouco tempo com seus filhos? Quando eles vem relações de poder tão exploratórias como em qualquer outro lugar, quando eles vêm os cristãos presos nos mesmos vícios sexuais que os que o resto da sociedade, quando eles vem as celebridades evangélicas usando as mesmas táticas desonestas de distorção e manipulação de informação no mundo da publicidade secular, secular, os cristãos eles podem pregar apaixonadamente sobre a necessidade de uma cosmovisão bíblica, mas a menos que ele se submeta a um processo contínuo de santificação, não terão poder de viver essa cosmovisão e desacreditarão a própria mensagem que eles estão procurando comunicar. Apologética se faz na igreja, na igreja local, ali, ó, cuidando uns dos outros, discipulando, aconselhando uns aos outros. Como Denis Holigan coloca, a própria igreja, ela é a melhor apologética. Os pós-modernos, eles podem entender melhor os nossos filhos, os nossos alunos, os os nossos as nossas ovelhas mais jovens, eles vão entender melhor um Deus de graça, santo, amoroso, justo e perdoador, quando vem uma comunidade santa, amorosa, justa e perdoadora e vivificante, fundada na graça de Deus. A comunidade cristã, ela é a realidade concreta, onde a realidade transcendente do evangelho é manifesta. Ela é uma expressão visível e comunitária da nossa cosmovisão cristã. Não adianta a gente pensar que vai ser possível fazer isso só escrevendo um livro, botando um post na internet, gravando um vídeo. É preciso demais do que isso. Deus sempre reuniu seu povo, o povo da aliança, para viver essa nova vida e ser uma luz para todas as nações. E o princípio é sempre o mesmo. Era isso que eu tinha para vocês. Muito obrigado pela paciência. >> [aplausos] >> Rapidamente, reverendo Domingos tá vindo aqui me autorizando a sortear os tickets. Reverendo Domingos é o presidente do nosso conselho. Na verdade, ele autorizou ticket de 18, 20, 22 e R$ 26. Eu propus 100, 200, 300 e 400. Ele não autorizou. Então nós vamos sortear mesmo aqueles tickets mais baixos. Mas antes eu tenho uma informação muito interessante. O mês que vem é o mês da >> da reforma. Exatamente. E nós temos no nosso estante da editora Cultura Cristã, comentários bíblicos da reforma, porque eh Crônicas, Samuel, os livros bíblicos que que abordam tópicos da reforma, os livros aqui abordam sobre Samuel, o que se falou sobre reforma. Todos os livros da Bíblia vocês vão observar que há sim fundamentação paraa reforma do jeito que ela foi feita. E nós estamos numa campanha promocional e super especial, porque o mês da reforma está chegando. Então nós imaginamos que como o livro tem uma grossura significativa, é muito bem feito, é é interessante pro momento da reforma, nós estabelecemos um valor de compra que se você comprar daquele valor para cima, você pode ir lá escolher um dos livros da reforma gratuitamente. Então nós pensamos que esse preço seria R$ 11150. Se quem comprasse R$ 11150 de livros da cultura, ganharia um comentário bíblico da reforma. Mas nós repensamos, então nós decidimos que é só R$ 200. Quem comprar R$ 200 de livro vai ganhar um comentário bíblico da reforma. É a promoção de hoje até domingo após o almoço. Tito isso, reverendo Domingues vai sortear os ticket de R$ 18. >> Todos os dias de 15 que tá aqui, viu? Você tá aumentando, diminuiu mais ainda. Deixa eu ver se tem de Não, tem maiores. Tem de 20, de 30 também e de R$ 80. Esse foi o meu. Meus irmãos, esses ticket que vão ser sorteados, vocês devem usar e só pode usar aqui durante o evento. Você vai lá, compra a sua obra ou troca pelo valor que você tem ou acrescente mais alguma coisa. Lembrando que todos os dias nós vamos sortear um pacotinho desse e é bom que você já providencie a providencia a a aquisição do seu livro, porque para nós é importante fazer isso pra gente ter uma noção do que tá acontecendo, tá bom? Então nós vamos começar o sorteio sem mais delongas. Pode começar Timóteo, né, que tá aí, Be Ramon e Uri de Souza. O Ramon tá aí, >> tem que ser rápido. Ramon tá aí ou não? >> Próximo. Então, perdeu. >> Sortear todos agora. Todos esses >> é todos. >> Nícolas tem que ser bem rápido, gente, para tomar tempo da palestra. Nícolas não. Vamos embora. Rodrigo >> Jane Teixeira pulou rápido rápido enquanto a Jane tá vindo. Pode ser o próximo. >> Maon. Maon tá aí. Estamos aqui. >> Pode pular. Michael não apareceu. José Carlos Valim >> tá aí. >> Corra, >> corra. Próximo. >> Damares. Animou. >> Lucas tá aí. Pode vir. Próximo. Roseli. Roseli, cadê você? Pode ir embora. Perdeu. João Gabriel. José, >> Josué Francisco, >> Aline, vamos passar para os de R$ 20. >> Aline, >> mais um de 15. >> Mais um de 15 ainda, Adriana. Próximo. Gabriela Castro. Gabriela foi embora. Vamos embora. Pode ir. Pode ir. Gustavo Lopes, gente, só sorteio quem não tá aqui. Lavinha dois, vei dois, vem dois. Roberto William, Fabiana, França, França, vamos embora. Não teve reação nenhuma. Nós vamos seguir. >> Patrícia Martins. Henrique Rezende. Rezende. >> Nada. Bora >> aí. >> Venha, venha. Renan de Oliveira, >> cadê o Renan? Tá ali. Vamos passar pro de 30. Tá subindo >> Rodrigo Pinheiro. É o de 30 para ele. Tânia Marques. Tânia Marques tá aí. Vamos paraa frente. João Gustavo. João Gustavo tá aí. Tá aí Cristiano Camilo. Cristiano Camilo tá aí. >> Jurandi de Souza Júnior. Aquele grupo ali tá animado, ó. sem quebrar. Você vai parar depois, né? Rafael Murilo tá ali. LHC. Será isso? Meu Deus. [risadas] É a Mônica. Dariel, Dariel não tem. Cibelle Correa. >> Cibell foi >> Lucas dos Santos. Acho que é Cib que vem correndo ali. >> Cbele Lucas. Atenção, atenção. Agora temos o primeiro de R$ 80. Edson tá aí, já chegou de 80. Gostei de falar, viu? Vanderlei Carvalho. Vanderlei tá aí próximo. Luciana, cadê Luciana? Ah, tá ali. Atenção, atenção. R$ 160. Eliseu Ribeiro, cadê o Eliseu? Eliseu, Eliseu, cadê você? Tá aí, não é? Esse Eliseu tá ali, rapaz. Vai comprar a editora toda. R$ 160. O último da noite também de R$ 160. Vamos ver quem é o ganhador. Murilo dos Santos. Cadê o Murilo? Murilo não tá aqui. Pra frente. Vamos embora. embora. Mais uma chance, hein? Ana Paula Monteiro. [aplausos] Cadê Ana Paula? Tá vindo. >> Então esses amanhã tem mais. Se você não ganha hoje, quem sabe amanhã voltaremos. Eduardo, >> pode vir. Nós vamos então, irmãos, paraa nossa segunda palestra da noite. O Éber Júnior vai ser o tradutor e vai apresentar o pregador. Deus abençoe, viu? Boa noite, queridos irmãos. Como me foi pedido pelo reverendo Domingos, eu vou fazer breve apresentação do Dr. Ligan Duncan. Ele é o chanceler do seminário teológico reformado, né? lá nos Estados Unidos é chamado Reform Theological Seminary, que tem vários ah h várias localidades. Hoje ele tava expressando num encontro à tarde para professores que esse seminário responsável por 2/3 dos alunos em instituições reformadas nos Estados Unidos estudam no seminário teológico reformado. Portanto, Deus tem dado ao Dr. e e a toda a equipe de professores que estuda, que ensina debaixo a a dos cuidados dele, a uma influência muito grande no cenário norte-americano e nós louvamos a Deus pela vida do Dr. Duncan e pela oportunidade de ouvi-lo trazer a palavra de Deus hoje. >> É um prazer estar com vocês hoje à noite. Nosso tema é ministério em foco. E é apropriado nós irmos à palavra de Deus à medida que nós olhamos pro foco do nosso ministério. Então, se você tiver sua Bíblia, peço que você abra em Esdras, capítulo 7. Esdras, para quem não sabe, tá depois de segundo livro de Crônicas e antes de Neemias e Ester. A gente vai olhar pro capítulo 7 de Esdras, verso 10. É um dos textos mais fantásticos da Escritura. Se você já ouviu o livro de Esdra sendo pregado, você deve se lembrar que Esdras não aparece nos primeiros seis capítulos. Você foi passeou por metade do livro e Esdras não apareceu. E finalmente ele aparece no capítulo 7. E a o segredo do fruto e e da produtividade do seu ministério está ali descrito no verso 10. Então vamos ouvir esses versos, esse verso conjunto juntamente, porque Esdras tinha disposto o coração para buscar a lei do Senhor e para a cumprir e para ensinar em Israel os seus estatutos e os seus juízos. Amém. E assim encerra a leitura da palavra inspirada e inerrante de Deus. Que Deus escreva a sua verdade eterna em nossos corações, para ter o nosso ministério em foco para servir a igreja. Nós precisamos de corações que busquem a lei do Senhor e cumprir esta palavra em nossas vidas e ensiná-la a outros. Então, o pastor ideal, o cristão que serve no ministério ideal, ele é um estudioso da Bíblia, ele é um seguidor da Bíblia e ele é um mestre da Bíblia. O meu encorajamento para você hoje à noite é o seguinte. A independência humilde da graça do Espírito Santo, a resolva a estudar a estudar e viver e viver e ensinar a palavra. Resolva isto é, disponha, estude, viva e ensine. Esse é o nosso esboço de quatro pontos do nosso verso hoje à noite. E a primeira coisa que eu quero que você veja de Esdras hoje à noite, ele Esdras e resolveu, dispôs o seu coração a ser um homem da palavra. A escritura diz que ele dispôs o coração para buscar a lei do Senhor e à luz das misericórdias do Senhor em nossas vidas, a luz da sua graça gratuita sobre nós na salvação, à luz da obra salvadora de Jesus em nosso favor, E independência de Deus, o Espírito, nós precisamos nos dispor a sermos gente da palavra, gente do livro. A vida cristã exige resolução, colocar o nosso coração nas coisas mais importantes. Atletas e músicos precisam resolver, se dispor a serem excelentes naquilo que fazem. Eu lembro um amigo meu que queria ser um pianista. Ela era uma amiga pequena com mãos muito pequenas. E quando ela estava é no ensino médio, disseram para ela: "Você tem uma mão muito pequena para ser uma excelente pianista". E ela resolveu treinar, treinar, treinar até chegar a um nível de excelência enquanto pianista. E hoje ela toca muito bem o piano e dirige corais em igrejas, mas isso exigiu dela se dispor, resolver se tornar uma uma mulher mais competente no piano. Se atletas e músicos precisam dispor o coração, intencionalmente colocar os seus corações em alguma coisa. Nós que queremos ministrar na igreja não devemos fazer nada diferente. Nós devemos resolver, dispor sermos gente do livro. A gente deve colocar o nosso coração em sermos gente da palavra. Nós devemos colocar o nosso coração em crescer no conhecimento da palavra. É a primeira coisa que a gente vê sobre Esdras. Esdras. Ele dispôs o coração, ele se devotou, dedicou a isso. Ele resolveu ser um homem da palavra. A segunda coisa que eu quero que você veja, em particular, ele se dispôs a estudar a lei do Senhor. Ele queria entender a lei do Senhor. Ele se dispôs a estudar toda a palavra de Deus. E nós precisamos resolver estudar toda a palavra de Deus, sermos estudiosos da Escritura. Há centenas de anos atrás, um famoso teólogo holandês fez proferiu uma palestra e o nome dele era Hermanus. Ele era um teólogo sistemático e a sua palestra era intitulada sobre o caráter de um verdadeiro teólogo. Ele não tava falando só de professores, ele tava falando para pastores. tava falando pra gente que verdadeiramente crê na palavra de Deus e quer servir na igreja. E ele disse o seguinte: Ele diz: "Ninguém ensina bem que não tenha primeiro aprendido bem". É por isso que Esdras se dispôs a estudar a escritura. ser um estudioso da Escritura para que ele pudesse ajudar o povo de Deus, para que ele pudesse ensinar o caminho da salvação. Alguns de vocês talvez conheçam o nome de Sinclair Ferguson. Ele provavelmente é um dos três maiores teólogos escoceses do século 20 e ele é um dos meus pregadores favoritos no mundo. Depois de ter pastoreado por 40 anos, ele escreveu um artigo num periódico teológico chamado Temélios. E ele intitulou esse artigo o decálogo do pregador, os 10 mandamentos do pregador. E o primeiro mandamento era o seguinte: "Conheça a sua Bíblia melhor". Aí ele prosseguiu dizendo o seguinte: "Eu eu sempre pensei que eu seria mais útil ao povo de Deus se eu tivesse conhecido melhor a escritura". E eu lembro que eu li isso dele e eu pensei assim: "Mas esse é o meu herói". Oler Ferguson ele tá ensinando a Bíblia há 40 anos. Se ele acha que ele tem que conhecer mais a Bíblia, eu preciso conhecer melhor a Bíblia. Se o sinc f precisa conhecer melhor a Bíblia, todos nós precisamos conhecer melhor a Bíblia. A gente vai, a gente vai ensinar a escritura melhor se nós conhecermos a escritura melhor. A Esdras resolveu estudar a palavra de Deus. Ele queria saber o que que a escritura ensinava para que ele pudesse ensinar. Ah, hoje durante o dia o pastor Elias Medeiros estava compartilhando no nosso encontro sobre um pregador muito famoso no Brasil e vocês devem conhecê-lo, >> o Hernandes Dias Lopes. E aí ele estava compartilhando sobre quando ele foi ao seminário e e como o seminário acabou moldando a sua vida. sua vida. E uma das maneiras pelas quais ele foi moldado foi no estudo, na prática do estudo da palavra. Ele voltou do tempo lá no seminário estudando a palavra mais profundamente e isso impactou a sua pregação. Ele já era um bom pregador quando ele foi a este seminário lá nos Estados Unidos, mas estudar a palavra de Deus mais profundamente o fez um pregador ainda melhor. E agora ele já pregou praticamente quase toda a Bíblia inteira e escreveu comentários sobre quase todos os livros da Bíblia. Onde é que isso começou? como estudioso da palavra. Ele dispôs o seu coração a conhecer a palavra de Deus. Terceira coisa que eu quero que você veja, nós não temos que apenas estudar a palavra de Deus, nós precisamos praticá-la. A gente precisa vivê-la. Nós temos que obedecê-la. Lembra que Jesus falou de líderes religiosos que diziam crer na palavra de Deus, mas não viviam o que estava na palavra de Deus. E o que que Jesus diria quando estava criticando eles? Ele dizia para eles assim: "Vocês são ouvintes da palavra, mas não praticantes dela". Em outras palavras, eles ouviam a palavra, palavra, eles estudavam a palavra, mas eles não obedeciam a palavra. Na verdade, ele os chamou de hipócritas. Porque os seus lábios e suas vidas contavam duas histórias distintas. Isso não era o que Esdras se dispôs a fazer. Esdras se dispôs a estudar a escritura e a viver a escritura. Ele viveu a verdade da palavra de Deus. Ah, quando eu estava no ensino médio, a gente teve que ler um livro intitulado Os Contos de Canterbury, por um autor famoso da Inglaterra chamado Jeffre Cher. Se você já leu esse livro, você sabe que ele é muito crítico de figuras religiosas. Ele considera esses líderes religiosos todos hipócritas, mas tem um líder religioso que ele sobre o qual ele escreve que pelo qual ele tem algum respeito. Ele tem respeito. Ele chama esse homem de um ministro pobre, humilde. Ele diz que essa pessoa verdadeiramente ama o seu povo e e fielmente pregando o evangelho a eles. Mas eu acho que o maior elogio que o Choser dá a essa pessoa é o seguinte. Ele disse assim: "Este homem primeiro ele praticava, depois ele ensinava". Entende o que ele tá dizendo? Ele não dizia, o pregador lá não dizia simplesmente para você fazer coisas, ele fazia essas coisas. Ele vivia a verdade da palavra e aí ele ensinava a palavra ao seu povo para que eles então seguem o seu exemplo. Ah, o apóstolo Paulo faz isso, não faz? Ele diz: "Sede meus imitadores como eu sou de Cristo". Eu lembro de um dos professores de seminário que eu tive. É um homem chamado Palmer Robertson, famoso estudioso do Antigo Testamento. Ele era um homem de oração. A gente amava ouvi-lo orar. Então, a gente chegava na classe mais cedo para ouvir suas orações. E aí um dia lá na capela, ele pregou sobre oração. E aí ele nos convocou a aprender a orar a escritura. Ensine a orar a escritura de volta para Deus. E aí ele compartilhou algumas formas nas quais ele cresceu em oração ao longo da sua vida. E aí ele fechou o sermão dizendo assim: "Faça como eu faço". A gente ficou estatelado, parado, né? A gente nunca tinha ouvido um pregador dizer assim: "Faça como eu fiz". Mas Esdas podia ter dito isso porque ele praticava aquilo que ele pregava. Ele não somente estudava a palavra, mas ele obedecia a palavra. Então, para que as pessoas então seguem o seu exemplo, se a gente quer que o ministério esteja em foco, em foco, se a gente quer ajudar o povo de Deus, a gente precisa resolver ser povo do livro. livro. A gente precisa estudar a palavra de Deus. A gente precisa viver a palavra de Deus. Mas por último, a gente também tem que ensinar a palavra de Deus. Esdra 7:10 diz que Esdras dispôs o seu coração para ensinar em Israel seus estatutos e os seus juízos. Esdras não ia ensinar suas próprias ideias. ideias. Ele ia pregar a palavra de Deus. Ele queria ensinar os estatutos do Senhor. Ele queria ensinar todo o conselho de Deus, Deus, de capa a capa, livro por livro, verso a verso. Você lembra que o apóstolo Paulo diz a Timóteo em segunda Timóteo, capítulo 4, prega a palavra. É exatamente isso que Esdras fez. Ele ensinou a palavra, ele pregou a palavra, ele explicou a palavra. Esdras ensinou a palavra de Deus paraa edificação do povo de Deus. Lembra de Neemias? Ele auxiliou a reconstrução das da dos muros de Jerusalém. Os muros de Jerusalém haviam sido destruídos destruídos e precisavam ser reconstruídos. E Neemias fez isso. Mas o povo de Deus também também também tinha que ser reconstruído. E é isso que Esdras tinha como missão fazer. fazer. Como é que ele cooperou paraa construção desse povo com a palavra de Deus? Ah, meus amigos, o HB Charles é um dos meus pregadores favoritos. E alguns anos atrás, um sermão, ele disse o seguinte: "É a vontade de Deus que o Espírito de Deus use a palavra de Deus para fazer o povo de Deus. Se parecer com o filho de Deus. Escute novamente. É a vontade de Deus que o Espírito de Deus use a palavra de Deus para fazer o povo de Deus se parecer com o filho de Deus, conformar-nos a imagem do seu filho. E qual é o meio da sua graça? a palavra de Deus. E Esdras ensinou a palavra de Deus. E se você ensinar a palavra de Deus, o que que você vai ensinar? E Paulo explica para você lá em segunda Timóteo 3, a partir do verso 14 até o 17. Se você ensinar a palavra de Deus, você vai ensinar o caminho da salvação, que é pela fé em Jesus Cristo. E a palavra de Deus vai equipar você para toda boa obra. Isto é, se você ensinar todo o conselho de Deus, você vai ensinar o caminho de salvação, que é pela graça somente, mediante a fé somente, em Cristo somente. E você vai ensinar a vida cristã. Você Você vai ensinar justificação e santificação. Você vai ensinar graça e vida cristã. E Esdra sabia disso. Então ele ensinou a palavra de Deus. Queridos, se nós queremos que o nosso ministério esteja em foco, nós temos que resolver, isto é, depois fixar o nosso coração para estudar a palavra, viver a palavra e ensinar a palavra. Que Deus abençoe a todos vocês à medida que vocês fazem isso. Vamos orar. Deus bendito, suscita outros esdras em no Brasil, Senhor. Que eles sejam encontrados em todos os púlpitos de igrejas que creem na tua palavra. Sejam eles presentes em toda sala de escola dominical e em toda sala, em todo, em toda aula, em todo estudo bíblico. haja cristãos que se dispuseram a estudar sua palavra, a viver a tua palavra em suas vidas e a ensiná-la a outros para tua glória e o bem-estar do teu povo. povo. Oramos em nome de Jesus. >> Amém. Eu [aplausos] gostaria de agradecer mais uma vez você que veio, a você que se dispôs e minha esperança, minha oração é que você retorne agora ou paraa tua casa ou para o hotel onde você está. Que Deus continue te abençoando. Amanhã pela manhã temos mais. Amanhã 9 horas temos mais palestra. Todos vocês que vieram aqui, eu entendo, estão envolvidos no ministério na sua igreja local, ministério na sua igreja nacional e o nosso objetivo é que esta conferência de fato te equipe para servir melhor o Senhor nosso Deus. Ah, >> vamos ficar de pé, irmãos, encerrar com oração. Convido o reverendo Roberto Brasileiro para que venha aqui à frente nos despedir com oração e com a bênção. >> Amanhã nós teremos uma palestra pela manhã, depois nós teremos um tempo para lançamento de livros. Você vai poder visitar ali, conhecer alguns desses lançamentos que a cultura cristã eh tem realizado. Logo depois, nós teremos alguns seminários. você vai também poder participar, escolher pelo tema aquilo que eh lhe ajuda melhor. E finalmente à tarde, a tardezinha mais outras duas palestras no plenário. Então, nos conduza numa oração. Quebranta-nos, ó Pai, quebranta-nos. nos ensina a sermos mais dependentes do Senhor e andarmos de acordo com a tua graça e o teu poder. Que nós possamos, ó Pai, sair daqui como estudiosos da tua palavra, gastarmos tempo para ler, estudar e aprender mais, ler cada vez mais, ó Pai, e saber a tua palavra e saber que as tuas misericórdias e a tua fidelidade é que dirige as nossas vidas. Firma o nosso coração no Senhor neste congresso congresso para a glória do Senhor em nome de Jesus. Amém. >> Amém. E agora, amados e queridos irmãos, e de paz, que a graça do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, o amor de Deus Pai e a comunhão do Deus espírito esteja com todo o povo de Deus, com toda a família do Senhor, na graça, na misericórdia e no poder do Senhor para todo sempre. Amém. >> Amém. >> Boa noite, irmãos. Obrigado, viu? Os enfermos que ressuscita os mortos, liberta os oprimidos.
Eu sei que nós temos visões diferentes quanto a representar Jesus quebrando ou não o segundo mandamento. Não vamos discutir isso aqui.
Doutrina: Segundo mandamento / representação de Cristo em imagens
Tensão: Questão secundária (Nível 2) dentro do mundo reformado (posição majoritária confessional westminsteriana versus leitura mais estrita do mandamento); o pregador optou por não confrontá-la e usou o exemplo apenas para comparar mérito estético.
Correção sugerida: Nenhuma correção necessária: adiar a disputa secundária e focar no ponto em comum foi postura prudente e caridiosa, coerente com a instrução de não penalizar posições denominacionais defendidas legitimamente.
Por todo o filme há uma ideia de subverter isso, de que ser um predador, comer carne é mal... você sai do filme querendo virar vegetariano. Falei: não se assiste esse filme aqui em casa mais de tão ideológico que eu achei.
Problema: A leitura ideológica de Zootopia é plausível, mas é apresentada como fato indiscutível, sem admitir leituras alternativas da obra; o tom retórico transforma hipótese interpretativa em veredito.
Risco pastoral: Baixo a moderado: pode treinar os ouvintes a suspeitarem de qualquer produção cultural por associação, alimentando a mentalidade de fortaleza que o próprio pregador critica mais adiante.
Sugestão: Apresentar a leitura como hipótese ('uma leitura possível do filme é...') e demonstrar o método criação-queda-redenção passo a passo, reconhecendo graça comum e mérito estético onde houver, antes do veredito.
E ela, uma autora conservadora norte-americana, tornou-se então alvo de uma série de escândalos.
Problema: Imprecisão factual: J.K. Rowling é britânica; a frase possivelmente funde o caso dela com o do autor conservador norte-americano John Erickson, citado por Pearcey (a transcrição confusa pode ter contribuído).
Risco pastoral: Baixo: deslizes factuais em ilustrações públicas reduzem a credibilidade do argumento junto a ouvintes atentos.
Sugestão: Verificar dados biográficos e fontes das ilustrações antes do uso em plenária; distinguir claramente os dois casos narrados por Pearcey.
Flow é um filme... feito totalmente por animação de computador e inteligência artificial... foi feito por uma geração que está acostumada a ficar rolando feed de Instagram, TikTok.
Problema: Atribuição causal especulativa sobre as intenções dos criadores ('foi feito por uma geração...') e caracterização técnica discutível (a produção de Flow em Blender sem IA generativa é ponto contestado publicamente).
Risco pastoral: Baixo: conclusões sobre motivações de terceiros sem evidência explícita podem soar arbitrárias e ensinar os ouvintes a julgarem por aparência.
Sugestão: Distinguir claramente descrição formal da obra, inferência sobre intenções dos criadores e avaliação da cosmovisão — três níveis que exigem graus diferentes de evidência.
Não se assiste esse filme aqui em casa mais de tão ideológico que eu achei
Equilíbrio bíblico: O discernimento é bíblico (1 Ts 5:21-22; Fp 4:8), e Dutra mesmo manda ir 'além da crítica, além do boicote'; explicitar a graça comum (Sl 19:1-4; Mt 5:45) ao reconhecer beleza e verdade parciais em produções não-cristãs evita ensinar o povo a temer a cultura. Não se trata de suavizar o erro, mas de aplaudir o que é bom enquanto se renarra.
Nós devemos resolver, dispor sermos gente do livro
Equilíbrio bíblico: Duncan já ancorou a resolução 'à luz da sua graça gratuita' e na dependência do Espírito; nas reaplicações do sermão e nas orações que o seguiram, manter juntas Esdras 7:10 e a oração contínua (Cl 4:2-4; Ed 8:23, onde Esdras mesmo proclama jejum e oração) para que a ênfase em 'dispor o coração' não seja ouvida como esforço autogerador.
É fazer com que os nossos filhos perguntem mesmo... assistir 700 episódios de um desenho animado com uma criança
Equilíbrio bíblico: Pastores bi-vocacionais e líderes de igrejas pequenas podem ouvir o método como carga inviável; oferecer caminhos escaláveis (discutir o que os jovens já consomem, mentorias em pares, revisão de narrativas em grupos) deixa claro que o princípio é presença e discernimento, não consumo exaustivo obrigatório.
Sermão cujo esboço nasce da própria sintaxe do texto e não de moldura externa
Esdras tinha disposto o coração para buscar a lei do Senhor e para a cumprir e para ensinar em Israel os seus estatutos e os seus juízos
Impacto: Modela para pastores e seminaristas o que prega: exposição que brota do texto, reforçando a autoridade da Escritura sobre o púlpito.
Alta declaração doutrinária sobre a Escritura
E assim encerra a leitura da palavra inspirada e inerrante de Deus
Impacto: Afirmação pública e clara de inspiração e inerrância, âncora doutrinária saudável para um congresso de formação ministerial.
Conexão explícita do ensino bíblico com o evangelho da graça
Você vai ensinar o caminho de salvação, que é pela graça somente, mediante a fé somente, em Cristo somente
Impacto: Impede que a ênfase no estudo e ensino da Palavra soe como mero ativismo intelectual; liga o ofício ministerial à mensagem central.
Equilíbrio entre estudo da Palavra e vida prática (anti-hipocrisia)
Este homem primeiro ele praticava, depois ele ensinava
Impacto: Protege o público de obreiros contra o perigo real do saber sem obediência; a crítica a líderes que 'contavam duas histórias distintas' tem aplicação pastoral direta.
Apologética eclesial: a igreja como estrutura de plausibilidade do evangelho
A própria igreja, ela é a melhor apologética... quando vem uma comunidade santa, amorosa, justa e perdoadora
Impacto: Desloca a apologética do individualismo argumentativo para a vida comunitária visível, com forte implicação para santidade e testemunho das igrejas locais.
Discipulado cultural encarnado e anti-emotivismo barato
Assisti a 700 episódios [de Naruto] com Benjamim... experiências puramente emocionais não prepararão os jovens para lidar com as ideias
Impacto: Oferece um modelo concreto de presença paterna/ministerial na cultura dos jovens e alerta contra programações de entretenimento sem formação, evitando tanto o isolamento quanto o emotivismo superficial.
Compare as dimensões nas barras abaixo. Valores maiores indicam melhor desempenho.
Fidelidade Bíblica
Avaliação por referência: Esdras 7:10 foi exposto com fidelidade à própria sequência do texto (buscar-cumprir-ensinar) por Duncan; 2 Timóteo 3:14-17 usado corretamente (salvação pela fé em Cristo; Escritura que equipa para toda boa obra); 2 Timóteo 4:1-2 aplicado legitimamente ao ofício de ensinar; 1 Coríntios 11:1 ilustrado adequadamente; 2 Coríntios 10:5 e Atos 17 bem empregados por Dutra. Única imprecisão: a paráfrase que funde Tiago 1:22 com a crítica de Jesus aos hipócritas (Mateus 23), sem dano doutrinário — daí o desconto de 10 pontos.
Hermenêutica
Duncan demonstra leitura literária e histórica correta: nota que Esdras só aparece no capítulo 7, articula os três infinitivos de 7:10 como estrutura exegética e distingue as tarefas complementares de Neemias (muros) e Esdras (povo). Dutra aplica o método criação-queda-redenção a artefatos culturais e lê o paralelo paulino com os estoicos sem rotular Paulo de estoico — manejo honesto. Descontos: a paráfrase combinada Tiago 1:22/Mateus 23 e o fato de a primeira palestra apoiar-se mais em citações autoridade (Pearcey, Lewis, Schaeffer, Machen) do que em exposição textual direta, aceitável no gênero temático, mas menos robusta hermenêuticamente.
Precisão Teológica
Nenhuma violação de Nível 1. Afirmativas sólidas e bem formuladas: 'palavra inspirada e inerrante de Deus'; salvação 'pela graça somente, mediante a fé somente, em Cristo somente'; o Espírito usando a Palavra para conformar o povo 'à imagem do seu Filho' (citação de HB Charles, coerente com Rm 8:29); igreja como estrutura de plausibilidade do evangelho; crítica simétrica tanto à arte cristã piega e didatista quanto a cristãos que 'pregam cosmovisão' sem santificação. Posição sobre imagens de Cristo corretamente tratada como questão secundária adiada.
Compreensão Contextual
Duncan situa Esdras com precisão no pós-exílio e entende a função do livro dentro do cânon e da história (narrativa de reconstrução do povo após os muros de Neemias). Dutra demonstra compreensão sociológica sofisticada do contexto missionário atual (secularismo global, 'sociedades de atribuição versus realização', estruturas de plausibilidade, geração de fluxo rápido) com exemplos pertinentes ao público de pais e pastores de jovens. Pequeno desconto pelas imprecisões factuais pontuais nas ilustrações (nacionalidade de Rowling; caracterização técnica de Flow).
Aplicação Prática
Aplicações concretas, dirigidas corretamente ao público de obreiros: resolução deliberada de estudar, viver e ensinar a Palavra (Duncan); prática de orar a Escritura (Palmer Robertson); co-visão com os filhos das narrativas que consomem, com renarração do evangelho (Dutra); rejeição de programações de jovens puramente emotivas; produção de arte cristã de excelência; vida comunitária como apologética. Tudo aplicável sem exageros; pequeno desconto porque algumas aplicações exigem tempo/recursos que nem todos os obreiros possuem (ver balanceNeeded).
Clareza do Evangelho
Critério usado: sermão de edificação para crentes (obreiros) — avaliou-se coerência com o evangelho e conexão apropriada do tema a Cristo, sem exigir apresentação evangelística completa. Duncan conecta explicitamente o ensino da Escritura ao 'caminho da salvação... pela graça somente, mediante a fé somente, em Cristo somente' (2 Tm 3:14-17) e ao propósito de conformidade a Cristo; Dutra vincula evangelho, igreja e cultura sem obscurecer a graça, inclusive afirmando que o alvo final é 'pregar o evangelho'. Nada condiciona bênção a rituais, ofertas ou campanhas. Nota alta, não máxima, porque Cristo permanece mais como meio e fim do ministério do que como conteúdo explicitamente proclamado nos textos centrais.
Risco de leitura imposta ao texto:
Quanto MENOR, melhor. Eisegeze mínima: o esboço do sermão deriva da própria sintaxe de Esdras 7:10; nada é inventado no texto (não há 'no hebraico isso significa'); as citações de apoio funcionam como ilustrações, não como prooftextos forçados; a leitura de cultura por criação-queda-redenção é aplicação, não eisegese. Leves imprecisões que impedem nota maior: paráfrase que mistura Tiago 1:22 com Mateus 23 atribuída diretamente a Jesus, e juízos interpretativos sobre filmes (Zootopia, Flow) apresentados com mais certeza do que a evidência comporta.
Risco de conflito com doutrina essencial:
Quanto MENOR, melhor. Zero violações de Nível 1: não há promessas indevidas, prosperidade transacional, usurpação da soberania divina, 'pequenos deuses' nem negação de doutrinas essenciais. Ao contrário, há afirmações positivas de inerrância, salvação somente pela graça mediante a fé em Cristo, obra conjunta Palavra-Espírito e benção trinitária ao final (fórmula de 2 Co 13:13). Conteúdo confessionalmente reformado de ponta a ponta; risco residual apenas pelo tom retórico em ilustrações culturais.
Abra apenas a parte que deseja consultar.
Tema principal:
O ministério centrado na Palavra (Esdras 7:10: buscar, praticar e ensinar) e o engajamento missionário do cristão com a cultura popular contemporânea para alcançar e formar as novas gerações
Tom pastoral:
Pastoral-exortativo e acadêmico: encorajamento de pastores, seminaristas, professores e pais ao estudo, vivência e ensino da Escritura, e ao discipulado culturalmente consciente; tom didático, afetuoso e congressista
[Duncan] O ministro deve resolver/dispor o coração para ser homem da Palavra (devotação).
Suporte: Esdras tinha disposto o coração para buscar a lei do Senhor; a vida cristã exige resolução, como atletas e músicos.
Textos:
[Duncan] O ministro deve resolver estudar toda a Escritura (estudioso da Bíblia).
Suporte: Citação de Witsius ('ninguém ensina bem que não tenha primeiro aprendido bem'), 'decálogo do pregador' de Ferguson ('conheça a sua Bíblia melhor') e exemplo de Hernandes Dias Lopes.
Textos:
[Duncan] O ministro deve viver/praticar a Palavra que estuda (seguidor da Bíblia).
Suporte: Elogio de Chaucer ao pároco ('primeiro ele praticava, depois ele ensinava'); exemplo de Palmer Robertson ('faça como eu faço'); Paulo como imitável.
[Duncan] O ministro deve ensinar a Palavra, não opiniões próprias (mestre da Bíblia).
Suporte: Esdras ia ensinar os estatutos do Senhor; paralelo com 2 Timóteo 4 ('prega a palavra'); citação de HB Charles sobre o Espírito usar a Palavra para conformar o povo ao Filho; 2 Timóteo 3:14-17.
[Dutra] Vivemos um conflito de cosmovisões; o secularismo global molda os jovens mais do que os adultos de suas próprias comunidades.
Suporte: Caso JK Rowling/Emma Watson; citação do livro de Pearcey ('Mac World'); 'jovens de cidades pequenas... mais parecidos com os jovens de Los Angeles e Nova York do que com os pastores de jovens das igrejas locais'.
[Dutra] É preciso renarrar a história da redenção e renarrar as narrativas culturais, como missionários que aprendem a linguagem da sociedade.
Suporte: O cristianismo virou 'papel de parede' na cultura; crítica aos manuais de cosmovisão memorizáveis; paralelo com Paulo e os estoicos; método criação-queda-redenção aplicado a Bluey, Zootopia, Naruto, Flow.
[Dutra] Cristãos devem produzir cultura de excelência até que se perguntem por que os melhores livros e filmes são cristãos, evitando tanto a arte piegas quanto a arte meramente didática.
Suporte: Ideia de C.S. Lewis; Hans Rookmaaker ('a arte não precisa de justificativa'); crítica ao sentimentalismo vitoriano e às músicas de 'Jesus namorado'.
[Dutra] A igreja é a estrutura de plausibilidade do evangelho; a própria igreja é a melhor apologética.
Suporte: Conceito de estrutura de plausibilidade; 'os forasteiros são atraídos quando virem a beleza dos relacionamentos marcados pela graça'; alerta de que o evangelho 'é mais facilmente desacreditado pela igreja' quando sua vida contradiz a mensagem.
Uso Contextual
Usado corretamente no contexto
Questões Exegéticas
Nenhum relevante. A tríplice sequência (buscar - cumprir - ensinar) é a própria sintaxe do versículo, e o esboço de quatro pontos deriva dela, não é imposto. A observação literária de que Esdras só aparece no capítulo 7 é exata.
Leitura Sugerida
Relacionar explicitamente com Esdras 7:6, 9-10 (o 'escriba versado na lei de Moisés' e a 'boa mão' de Deus sobre ele), mostrando que a resolução de Esdras é ela mesma fruto da graça — movimento que Duncan apenas insinua ao abrir o sermão.
Uso Contextual
Usado corretamente no contexto
Questões Exegéticas
Nenhum. A leitura de que a Escritura ensina 'o caminho da salvação, que é pela graça somente, mediante a fé somente, em Cristo somente' é fiel à expressão paulina 'sabedoria que conduz à salvação pela fé em Cristo Jesus' (v. 15).
Leitura Sugerida
Manter a ênfase do contexto imediato: Timóteo deve 'permanecer no que aprendeu' — a ligação entre doutrina e persistência pessoalmente recebida.
Uso Contextual
Paralelo legítimo
Questões Exegéticas
Nenhum. 'Prega a palavra' é aplicado corretamente ao dever ministerial de ensinar os estatutos do Senhor, não opiniões próprias.
Leitura Sugerida
Poderia acrescentar o 'com toda paciência e doutrina' (v. 2), que qualifica o modo do ensino.
Uso Contextual
Ilustração correta
Questões Exegéticas
Nenhum. Usado para ilustrar coerência entre vida e ensino, tema do terceiro ponto.
Leitura Sugerida
Sem ajustes necessários para o uso feito.
Uso Contextual
Paráfrase que combina textos distintos
Questões Exegéticas
A expressão 'ouvintes da palavra, mas não praticantes dela' é de Tiago 1:22, não de Jesus diretamente; Jesus critica quem 'ouve estas palavras minhas e não as pratica' (Mt 7:26; Lc 6:46-49) e chama os líderes religiosos de hipócritas em Mateus 23. O conceito é bíblico e a fusão não causa dano doutrinário, mas a atribuição direta a Jesus merece precisão.
Leitura Sugerida
Citar separadamente Tiago 1:22-25 (praticante e não somente ouvinte) e Mateus 23:2-3 (dizem e não fazem), que juntos sustentam exatamente o mesmo ponto com mais força.
Uso Contextual
Aplicação apologética legítima dentro da tradição reformada
Questões Exegéticas
Nenhum relevante. 'Derrubar barreiras, destruir fortalezas' aplica o vocabulário paulino ao trabalho apologético-cultural; o contexto original (argumentos exaltados contra o conhecimento de Deus) sustenta bem essa aplicação, padrão em Schaeffer/Pearcey.
Leitura Sugerida
Ao citar, explicitar o v. 5 completo (todo pensamento 'preso à obediência de Cristo'), para manter o alvo apologético christocêntrico.
Uso Contextual
Uso histórico-exegético correto, ainda que sem referência numérica
Questões Exegéticas
Nenhum. A observação de que Paulo escreve/fala como filho de seu tempo, usando categorias estoicas mas preenchidas com conteúdo cristão (não 'puro estoicismo'), é exegese honesta e bem calibrada; Dutra explicitamente evita o erro de rotular Paulo como estoico.
Leitura Sugerida
Nomear Atos 17:16-34 e citar os poetas estoicos que Paulo cita (Arato/Cleanthes, v. 28) para ancorar o paralelo no texto.
Nas predicações, citar por extenso os textos parafraseados (Tiago 1:22-25; Mateus 7:24-27; Mateus 23:2-3) sempre que afirmar o que 'Jesus disse', preservando precisão.
Ao avaliar produções culturais, apresentar as leituras como interpretações e demonstrar o método (criação-queda-redenção) passo a passo, reconhecendo graça comum e mérito estético onde houver, para não alimentar mentalidade de fortaleza.
Verificar dados factuais das ilustrações (nacionalidade de autores, características técnicas de filmes) antes do uso em plenária.
Manter explícita, a cada reaplicação de Esdras 7:10, a dependência da graça e da oração (Ed 8:23), para que a ênfase em 'dispor o coração' nunca soe como moralismo autogerador.
Oferecer versões viáveis do método de engajamento cultural para líderes com pouco tempo e recursos (igrejas pequenas, pastores bi-vocacionais).
Ancorar ainda mais a exortação cultural em textos bíblicos diretos e nomeados (1 Co 9:19-23; At 17:16-34; 1 Pe 3:15), sustentando exegéticamente o método de renarração que hoje repousa fortemente em Pearcey, Lewis e Schaeffer.
Resumo em uma frase:
Congresso confessionalmente reformado cujas duas ministrações — a exortação de Pedro Dutra sobre leitura missionária da cultura popular e o sermão expositivo de Ligon Duncan em Esdras 7:10 — são doutrinamente sadias, exegeticamente honestas e pastoralmente edificantes, sem qualquer violação de Nível 1, restando apenas imprecisões pontuais de paráfrase e ilustração factual.
🤿
Continue o estudo com reflexões da nossa biblioteca para aprofundar o que você ouviu.
Entenda a analogia da fé e por que cada versículo deve ser interpretado à luz do conjunto coerente das Escrituras.
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