Assembleia de Deus Belém
26 de julho de 2026
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Exposição fiel e exortativa de Daniel 4 que adverte contra o orgulho, celebra a paciência de Deus e conclama à humildade diante da soberania divina.
Análise baseada na tradição Pentecostal Clássico · Assembleia de Deus
Analisado em 30 de julho de 2026 · como funciona a análise →
CULTO DA FAMÍLIA COM ESCOLA DOMINICAL - CULTO 7H30 | 26/07/2026 TEMPLO CENTRAL DA ASSEMBLEIA DE DEUS EM BELÉM-PA ESTUDO 3
Mas está bem [música] muito mais >> do que o outro. Melhor que a vida é teu amor maravilhoso, admirável, é é >> tão sublime, muito além, >> glorioso tua presença. Bom dia, meus irmãos. A paz do Senhor. Tempo de anunciar Jesus a todas as pessoas. Fiquemos de pé nesta manhã. Vamos louvar o Senhor com o hino de número 491 da nossa arpa cristã. Vai, vai. O teu pecado [canto][música] tu queres deixar. No sangue [música][canto] há poder. há poder. Sim, há poder. Queres [música][canto] do mal a vitória ganhar. ganhar. Seu sangue [música][canto] tem este poder. Há poder, [música] [música] poder, [canto] força e vigor. Sangue Sangue [música] [música] de Jesus. A poder, [música] poder do bom Salvador. [música] [canto] Confia no Cristo na cruz. >> [música] >> Queres os vícios [canto][música] abandonar? No sangue há poder. [música][canto] Sim, há poder. Confie em Cristo [música] para [canto] te curar. te curar. Meu sangue [música][canto] tem este poder. Há poder, Há poder, poder. [música][canto] Euou neste sangue [música] de Jesus poder, [música] poder. [canto] Salvador. Só confia Só confia no [música] teo da cruz. Ó [música][canto] paralítico, queres andar [música][canto] nos border? Se [música][canto] amer para fazerte também caminhar. [canto][música] Teu sangue tem este poder. O teu poder, poder, fora e [música][canto] vivor neste sangue de Jesus. Amor, [música] poder poder do Salvador [música][canto] confia no Cristo da cruz. [música] >> [música] >> Queres [canto] pureza [música] para o teu coração sangue a poder. [música] Sim, há [canto] poder. Mais lealdade, [música] mais consagração. Meu sangue [canto][música] tem esse poder. Há poder, poder, força e vigor. Este sangue [música] [música] de Jesus a poder, [música] poder [canto] do bom Salvador. Confia Confia no [música][canto] Cristo da cruz. Queres [canto] Cristo [música] a mensagem levar? >> [música][canto] >> poder. Há poder. Há poder. Queres com os anjos [canto] a [música] glória cantar? Teu sangue [canto] tem este poder. Há poder. [música][canto] Poder usa e vigor. Sangue de Jesus. [canto] [música] Há poder, Há poder, poder [canto] [música] do Salvador. Confia [música][canto] no Cristo da cruz. [música] >> [música] >> Há poder, [música][canto] poder, poder, força e vigor. Neste sangue [música][canto] de Jesus há [música] poder, [canto] poder no [música] Salvador. Ó confia no Cristo [canto] da cruz. Ó confia [música][canto] no Cristo da cruz. cruz. Ó confia Ó confia [música] [música] no Cristo no Cristo da cruz. da cruz. [canto] Aleluia! Aplauda ao Senhor Jesus nessa manhã. manhã. Você está feliz em estar na casa de Deus? Você pode levantar as suas mãos aos céus e honrar ao Senhor pela vida, pelo fôlego de vida, pela oportunidade que temos de bendizer ao Senhor. Quantas vezes as lutas vêm para tentar nos fazer parar, para tentar tirar o nosso foco de Jesus. Mas que eu e você venhamos nos lembrar nesta manhã que sofrer com Cristo é melhor, muito melhor do que estar sem ele. Então, independente das lutas, das tribulações, que os nossos olhos estejam no Senhor, que mesmo com lágrimas nós [música] não venhamos parar de caminhar, porque a recompensa virá. Amém. Aleluia. Ô Deus, Ô Deus, aleluia, Jesus. Aleluia! Ergue a sua voz nessa manhã e cante assim, ó. com gemidos que palavras não podem [canto] explicar. Ele leva ao Pai as minhas intercessões. [canto] Quando dobro os meus joelhos em [música] meio às tribulações, diga: "Ele ouve, ele ouve [música] o gemido [canto] do meu coração. Ó Jesus, a [música] ti confesso, [canto] não dá para viver. Você pode dizer [música] isso, ó, sem sentir a tua presença [canto] no meu [música] ser. Sou eterno, dependente, ser humano [canto][música] tão carente. Estou de novo aqui e quero teu [canto] poder. >> Você pode erguer a [música] sua voz e dizer isso nesta manhã. [canto] Ainda quer Ainda quer para [música] te servir, Jesus, [canto] eu venho aqui chorar. [música] Te servirei porque comigo estarás. [canto] [canto] Sofrer contigo é bem melhor [música] do que [música] perdoa-me porque às vezes [música] não consigo nem falar. [música] Logo as lágrimas meus olhos vem olhar. olhar. Aleluia. [música] Como sinão que tu estás neste lugar? [música] [canto] Jesus a ti confesso. Diga [canto] isso. Não dá para viver sem sentir [canto][música] a tua presença presença no meu ser. [música] Eu sou eterno, [canto] dependente, ser humano tão carente. [canto][música] Estou de novo aqui e quero o teu [música][canto] poder. Quantos desejam do poder dele para serem renovados? Diga ainda [música][canto] que para te servir, Jesus, eu tenho que chorar. [música] Te servirei porque comigoarás. [música] [canto] Sofrer contigo é bem melhor do que perdoa [canto][música] porque às vezes não consigo nem falar. [música][canto] Logo as lágrimas meus olhos vem [música][canto] como sinal, Jesus, como sinal que tu estás neste lugar. Você pode levantar [música] as suas mãos nessa manhã aos céus e dizer isso para ele. Diga ainda [música] que [canto] [canto] para te servir, Jesus eu pega a sua voz e diga [música] isso para ele. Servirei porque comigo aleluia. [música] Diga: "Sofrer comigo é bem melhor". Oh Jesus, aleluia. Diga, perdoa-me, [música] porque às vezes não consigo nem falar. Logo as lágrimas [música] olhos vem. olhos vem. Diga para ele como sinal que tu estás. [canto] Oh, você vai dizer assim conosco, ó. O choro dura [música][canto] uma noite, mas a alegria ela vem [canto] pela [música] manhã. Eu creo, eu creio. Quantos acreditam que a alegria virá? Diga isso. Choro dura [música] uma noite, mas [canto] alegria ela vem pela [música] manhã. Eu creio. Eu creio. [canto] [canto] Diga o choro. O choro [música] dura uma noite, mas a alegria [canto] ela vem [música] pela manhã. Eu creio, eu creio. O choro, o choro dura uma [música] noite, mas alegria [canto] ela vem pela manhã. [música] Eu creio, eu creio. E [música] [canto] ainda que a figueira não florçar [canto] e não haja fruto da [música] que o produto da viveira declare, todavia eu me alegrarei. Todavia eu me [música] alegrarei. Todavia me alegrarei. [música] Ainda [canto][música] que a figueira não força e não haja fruto [música] na e o produto da [canto] vida. Todavia eu me alegrarei. [música] >> Nós nos alegraremos em ti, Jesus. Que a nossa alegria, [música] a nossa esperança estejam no Senhor. Você pode dizer isso? O choro [música] dura. O choro dura uma noite, mas alegria [canto] [canto] diga: "Ela vem [música] pela manhã". Eu creio, eu creio. Nós acreditamos nisso, Jesus. Jesus. Choro dura uma noite, mas alegria ela vem pela [música] manhã. Eu creio, eu creio. Ainda que a peneira não [música] floresta floresta e não haja fruto na vi o produto da oliveira [música] me todavia me alegrarei. Eu me alegrar. [música] >> Aleluia. Ensina-nos Jesus alegrar. Que a nossa alegria, a nossa esperança estejam no Senhor. [canto] Ainda que a figueira [música] não florça não florça e não haja fruto na [canto] vida que o produto da oliveira [música] me todavia me alegrarei. Todavia me alegrarei. [música] Eu quero ouvir a igreja declarando isso. Declare ainda. Diga [música] que a figueira não haja uma haja uma e o produto da oliveira. [canto][música] >> Todavía eu me alegrarei. >> Todavía me alegrar. >> Somente em ti, [música] Jesus. >> Todavía me alegrar. Nosso coração esteja no Senhor. Todavia [música][canto] me alegrarei. Todavia me alegrarei. Ainda que a figueira [música] não florça [canto] [canto] e não haja bruto na vida, oliveira. [música][canto] Todavia me alegrarei. Todavia me [música][canto] alegrarei. Todavia me alegrarei. [canto][música] Todavia me alegrarei. Todavia me [canto] alegrarei. Aplaude [música] e glorifique ao Senhor Jesus. Aleluia. Glória a Deus. Aleluia. A paz do Senhor Jesus, meus irmãos. >> Glória a Deus. Queridos, eu quero convidá-los a abrirem as suas Bíblias no livro de Daniel e na ocasião estaremos lendo Daniel capítulo 4. Daniel Daniel capítulo 4. Hoje nós estudaremos o capítulo 4 do livro do profeta Daniel. E para esse capítulo nós temos um tema específico. Falaremos sobre o orgulho de Nabuco do Nozor, né? Hoje é o nosso estudo quatro da lição. Portanto, estudaremos Daniel capítulo 4. O nosso texto áuro está em Daniel, capítulo 4, versículo 37, que diz: "Agora, pois eu, Nabuco do Nozor, louvo e salço e glorifico ao rei do céu, porque todas as suas obras são verdadeiras e os seus caminhos justo, justos e pode humilhar aos que andam na soberba. soberba. A nossa verdade prática diz: Deus resiste aos soberbos e exalta aqueles que se humilham diante da sua soberania. A leitura bíblica com todos está em Daniel, capítulo 4, como já havia adiantado aos irmãos. E nós leremos a partir do versículo de número ah 19. Do 19 ao 37. Faremos aquela leitura já conhecida de todos os irmãos. Eu leio um versículo, os irmãos o outro após mim, até nós terminarmos toda a leitura sugerida. Daniel, capítulo 4, versículo 19 ao versículo 37. Eu começo lendo os irmãos continuam até nós terminarmos toda a leitura. Vamos lá. Então, Daniel, cujo nome era Beltas, esteve atônito por algum tempo e os seus pensamentos o turbavam. Então lhe falou o rei e disse: "Belazar, não te perturbe o sonho, nem a sua interpretação". Respondeu Beltas e disse: "Senhor meu, o sonho seja contra os que têm ódio e a sua interpretação para os teus inimigos." Os irmãos >> cuja folhagem era formosa e o seu fruto abundante e em quem para todos havia sustento, debaixo da qual os animais do campo achavam sombra e em cujos ramos as aves do céu faziam morar. Os irmãos o 22 chega até o céu da terra da >> quanto a ao que viu o rei, um vigilante, um santo que descia do céu e que dizia: "Cortai a árvore e destruí-a, mas a cepa com as raízes deixai-a na terra. atenta para a atada para com as cadeias de ferro e de bronze na erva do campo seja ela molhada do orvalho do céu e a sua poção seja com os animais do campo até que passem sobre ela sete tempos e este virá virá >> assim e será expulso de entre os homens, e a tua morada será com os animais do campo, e dar-teão a comer ervas como os bois, e serás molhado do orvalho do céu, e passar Sião sete tempos por cima de ti, até que conheças que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens e o dá a quem quer. 26 Todos os irmãos que foi dito depois que conhecido o seu dom. Portanto, ó rei, aceita o meu conselho e põe termo pela justiça em teus pecados e em tuas iniquidades, usando de misericórdia para com os pobres e talvez se se prolongue a tua tranquilidade. O 28. Ao cabo de 12 meses, passeando sobre o palácio real da cidade de Babilônia, os irmãos o 30. Falava ainda o rei quando desceu uma voz do céu: "A ti se diz, ó rei Nabuco do Nozor, já passou de ti o reino". os irmãos. No mesmo instante se cumpriu a palavra sobre Nabuco do Nozu, e foi expulso de entre os homens e passou a comer erva como os bois, e o seu corpo foi molhado do orvalho do céu, até que lhe cresceram os cabelos como as penas da águia e as suas unhas como as da aves. os irmãos. O moradores da terra são por ele reputados em nada. E segundo a sua vontade, ele opera com o exército do céu e os moradores da terra. Não há quem lhe possa deter mão, nem lhe dizer que fazes o 36 meu Deus estabelecida >> todos nós. Versículo 37. Agora, pois eu, Nabuco do Nozor, louvo, exalso e glorifico ao rei do céu, porque todas as suas obras são verdadeiras e os seus caminhos justos, e pode humilhar aos que andam na soberba. Glória a Deus. Os irmãos podem assentar-se glorificando e exaltando ah ao nome do Senhor. Eu quero louvar a Deus, né, pela grata oportunidade e esse privilégio que ele me dá de hoje poder ministrar eh esse capítulo do livro de Daniel. Eu comento sempre com amigos meus que para mim o livro de Daniel é no Antigo Testamento uma das literaturas mais difíceis de interpretar. E talvez eu até troque a palavra difícil por desafiadora, que para mim o livro de Daniel, o que nele está contido, é bem desafiador a sua interpretação, porque é necessário nós termos um conhecimento básico, pelo menos básico, da história de Israel, ter um conhecimento básico do panorama profético de Israel e também ter um um conhecimento básico do exílio babilônico. Porque Daniel ele eh necessariamente vai exercer o seu ministério atravessando pelo menos dois grandes impérios. O primeiro império babilônico e o último império é o império medo persa, né? Então, Daniel, ele é um profeta cujo a sua atuação profética foi eh considerada uma atuação profética extensa. Portanto, Daniel é reconhecido no rol dos profetas, ele é identificado como eh sendo participante dos profetas maiores. E os profetas maiores são eh Isaías, Jeremias, Ezequiel e Daniel. Eles são chamados de profetas maiores por diversos motivos. E um dos motivos é exatamente a a a necessariamente o tamanho, né, ou quanto durou o seu ministério, a extensão do seu ministério. Então, Daniel, ele é um dos profetas da Bíblia cujo os anos de seu ministério foram bem longos. Então, por isso reconhecido também como profeta maior. Nós já lemos algumas coisas sobre Daniel que são necessariamente fantásticos. Primeiro, a sua decisão quando ainda jovem ali na Babilônia de não se contaminar com o manjar do rei. Depois nós vimos de maneira miraculosa, né, como Daniel interpretou um sonho do rei Nabuco do Nozô. E esse sonho era bem desafiador. Nabuco dozô sonhou uma noite, mas ele não lembrava o que sonhou. E a missão era bem básica, falar o sonho de Nabuco do Nozô e dar a sua interpretação. Então isso era extremamente difícil. E Daniel, ele pela pelo poder de Deus dá tanto o sonho quanto a sua interpretação. Já vimos também a forma miraculosa como Deus livrou a os amigos de Daniel, Sadraque, Mesaque e Abednego da força ou do poder do fogo. E agora nós chegamos em um momento no livro Daniel que é muito interessante, porque aqui nós encontramos o Senhor eh necessariamente humilhando um grande rei, talvez um dos maiores imperadores da história da humanidade, que é exatamente o rei Nabuco do Nozor. E o capítulo 4ro, ele é um capítulo relativamente longo. Há 37 versículos nesse capítulo. Se você for observar, e creio que você observou que os versículos do capítulo 4, a maioria deles não são pequenos, são um pouco extenso, tornando assim a leitura desse capítulo um tanto que demorada. Então aqui no capítulo 4ro nós temos diversas informações, mas a gente não tem tempo para trabalhar exaustivamente, né, todas as informações do capítulo de número quatro. Então o que que nós vamos fazer? Como já é de prá, nós temos aqui um mapa que são as nossas revistas da Escola Bíblica Dominical que nos auxiliam a entender o texto bíblico. Então nós dividimos, como já é do conhecimento dos irmãos e nossas lições, dividimos o capítulo de número quatro em três tópicos principais. E cada um desses tópicos, neles contém três subtópicos. No primeiro tópico, eh, necessariamente nós vamos analisar o orgulho que antecede a queda. No segundo tópico, nós vamos, eh, analisar Daniel, que interpreta o sonho do rei Nabuco do Nozô. E por fim, o último tópico, falaremos sobre a restauração após o arrependimento. Bom, como nós temos aqui algum tempo, mas esse tempo não é tão é grande, eu quero aqui pedir ao Rubish que coloque uma das imagens que eu enviei para ele. É uma espécie de mapa mental do capítulo 4 do livro de Daniel. Então o que é que nós temos no capítulo de número quatro? Nós teremos um prólogo, ou seja, um início que vai necessariamente do versículo 1 ao versículo 3. E nesse prólogo, o que que nós temos? Nós temos um decreto real, Nabuco do Nozor chamando, conclamando todas as nações para que louvem ao Senhor. Nós temos o próprio Nabuco do Nozor louvando ao Senhor e preparando assim a narrativa toda do capítulo de número quatro para falar a respeito de sua experiência com Deus. Nós temos também aqui o sonho de Nabuco do Nozu, que vai do versículo 4 até o versículo de número 18. Sonho começa com o rei tranquilo, o sonho é perturbador e novamente acontece aquilo que aconteceu no capítulo de número dois. Os sábios, eles fracassam na interpretação do sonho. Daniel é chamado para resolver a situação e o sonho é necessariamente da buco do Nozô contempla uma grande árvore, né, que fazia sombra para toda a humanidade e servia de alimento para todos os animais da terra. E no sonho e o rei Nabuco do Nozor vê um vigilante descendo do céu. E esse vigilante a maioria dos teólogos interpretam como sendo o próprio anjo do Senhor. Um anjo do Senhor que carregava juízo, uma sentencia para ser aplicada na vida de Nabuco do Nozô. Mas no sonho e nas na fala do próprio rei, ele chama esse anjo de um vigilante do céu que desce com a sentença dizendo que era para cortar a árvore, mas não era para exterminar, era para deixar o seu tronco no chão, né? Aí nós temos do versículo 19 ao versículo eh de 27 a interpretação, né? Daniel fala que a árvore é Nabuco do Nozô. O corte, a ordem para mandar cortar a árvore é o juízo divino. O toco é aquilo que resta, aquilo que é dito no sonho para que ninguém toque. É simbolizava a esperança. Novamente Nabuco do Mozô, depois de se arrepender, seria restaurado ao seu reinado, né? sete tempos é o período em que o rei Nabuconzo eh iria perder a sua sanidade mental e depois ser restaurado com o chamado ao arrependimento. Nós temos também o cumprimento desse sonho que vai do versículo 28 ao versículo 33, né? 12 meses depois, ou seja, um ano depois, o sonho se cumpre. O rei está olhando toda a Babilônia, seus jardins suspensos, a glória da cidade e o vasto império que está sobre as suas mãos. E ele se orgulha disso, né? Então, ele tem Babilônia como objeto de seu orgulho. Tanto é que em um desses versículos ele faz uma pergunta para si mesmo. Não é esta a grande Babilônia? E nesse momento se cumpre o sonho, porque vem uma voz do céu trazendo a sentencia ao rei soberbo. Então ele perde a visão e passa a viver como um animal, né? Aí nós temos a parte final do capítulo de número 4ro, que vai do versículo 34 ao versículo 37, que é a restauração, né, do rei do do rei Nabuco do Nozô. Tudo começa com seus olhos fitos ao céu. O entendimento é novamente restaurado. O reino é restaurado. Ele louva ao Senhor e reconhece a soberania divina. Então, esse é o capítulo de número quatro, apresentado de uma maneira bem rápida, talvez um pouco mais didática para que nós possamos entender esse capítulo. Como eu disse, capítulo de número quatro é um capítulo bem denso, é um capítulo narrativo, histórico, portanto eu acho que a gente precisava ter mais ou menos uma visão panorâmica de todo esse capítulo para que nós possamos necessariamente entender a mensagem de Deus para os nossos corações nesta manhã. Bom, a temática do nosso estudo, agora tendo já a visão de todo o capítulo de número quatro, ela gira em torno de duas coisas. Primeiro e que é a temática principal, que é exatamente o orgulho do rei Nabuco do Nozou. E a segunda, que eu chamo de temática secundária, necessariamente tão importante quanto a principal, é eh o momento em que o rei se arrepende de sua soberba. e é restaurado ao Senhor. Mas por que que nós partimos então necessariamente da temática que a gente entende como a temática principal, o orgulho eh do rei Nabuco do Nozô? Porque nós temos aqui um relato histórico que se você for pesquisar em outro lugar fora da Bíblia, né, em outros documentos, talvez em outros registros históricos, eh, a respeito do reinado dos babilônios ou do império babilônio, você não encontrará em nenhum outro registro histórico fora da Bíblia a informação de que o rei Nabuco do Nozô, passou algum tempo sem a sua sanidade mental, você não achará isso, né? Então, alguns críticos, por não acharem a algum outro documento fora da Bíblia que comprove a veracidade do que está registrado no texto sagrado, eh tecem algumas críticas, colocando esse capítulo e a sua informação como sendo um capítulo de fábula, né? um capítulo fabuloso necessariamente. Mas essa crítica, ela não se sustenta diante do fato de que a Bíblia é também considerada um registro histórico, verídico, mas não necessariamente de todos os povos, mas do povo hebreu. Isso é fantástico, porque se por um lado era costume dos reis do tempo antigo não publicarem, não anunciarem seus registros oficiais, algum caso vergonhoso do seu reinado, nós temos também outras nações documentando tais registros. E o exemplo bem clássico disso é que nós temos na Bíblia, que é um documento histórico que conta a história especialmente do Antigo Testamento, do povo hebreu, nós temos um registro histórico, bíblico, portanto verídico. Então, essa história de que esse texto é fabuloso porque não se encontra nas crônicas dos reis do império babilônico, isso aqui é um argumento um tanto que falido em si, porque a Bíblia, como eu disse, já tem essa autoridade histórica, porque conta a história do povo hebreu e narra a história também do ponto de vista do povo hebreu. Portanto, não tem o que duvidar das informações que estão registradas nesse capítulo, no capítulo de número quatro. Então, o que que nós vemos aqui? Nós temos um edito real. As palavras que estão contidas aqui no capítulo 4 do livro de Daniel são palavras do próprio rei Nabuco do Nozô. Se você for observar a estrutura desse capítulo, você perceberá que na estrutura desse capítulo, nós temos aqui exatamente as próprias palavras palavras do rei Nabuco do Nozô, eh, que está que está demonstrando ou narrando a sua experiência com Deus, né? E ele conta desde o início, ele conta o seu sonho, conta a respeito da sua soberba e conta também a respeito da sua restauração. Mas é interessante nós nos determos necessariamente na questão do próprio orgulho, né, ou da soberba do rei Nabuco do Nozô. Irmãos, quando a gente fala de orgulho na Bíblia, especialmente nas páginas da Bíblia Sagrada, uma definição religiosa, né, necessariamente teológica, quando se fala sobre o orgulho, nós estamos falando necessariamente eh de um sentimento ou necessariamente, talvez de uma postura que alguém tem em relação a Deus, em relação ao outro, porque todo orgulho é necessariamente quando está relacionado à soberba, ele gira em torno do fato de que tal pessoa se sente o centro de todo o ambiente onde ela está. Isso é necessariamente o orgulho. Eh, a pessoa se sente o centro da sociedade, o centro das relações. Então, nós temos aqui necessariamente em Nabuco do Nozor essa definição bem prática, porque o seu orgulho é demonstrado pelo fato de que ele olha para a Babilônia, para o império babilônico, para a cidade necessariamente da Babilônia, que toda a sua arquitetura, os jardins suspensos da Babilônia, que eram reconhecidos como uma das sete maravilhas do mundo antigo. que ele tem, né, necessariamente a a a o disparate de dizer que esse era o reino dele, esse era o poder dele e esse era a glória dele. Então, Nabuco do Nozô, ele se sente sim o centro necessariamente de tudo. Ele se sente o centro nesse contexto histórico do mundo. Então, a soberba de Nabuco do Nozu é tão grande que ele se endeusa, né? Ele se sente um próprio Deus. Então, Nabuco do Nozor mostra como a humanidade sem Deus chega a loucura de se achar autossuficiente e de achar que não depende de Deus. Então, sobre a loucura do rei Nabuco do Nozote se achar maior ou igual ou semelhante a Deus, eu também trouxe aqui aos irmãos, reuni aos irmãos algumas informações para passar. Rubis, olha só, não sei se vai ter toda a se vocês vão conseguir ler perfeitamente, mas aqui é mais uma informação sobre a soberba do rei Nabuco do Nozô, registrada no capítulo de número quatro. Que é que nós temos? Nós temos aí a raiz da soberba, né? Nabuco do Nozor se acha autossuficiente. Ninguém é mais poderoso do que ele. Ele tem um domínio do mundo. Nabuco do Nozor tem necessariamente eh além da autossuficiência, o próprio rei ele encontra nessa nessa raiz, né, da sua soberba, ele se acha e para que eu possa melhor ler aqui e me situar, porque a a a leitura não está tão tão próxima de mim, né? Ele tem uma alta exaltação. A raiz da soberba parte também da sua alta glória e da sua independência de Deus, né? Fazendo assim com que o seu orgulho, né, comece a deixar de depender de Deus. Então essa é a soberba ou a raiz da soberba do rei Nabuco do Nozô. E como essa soberba se manifestou? Essa soberba se manifestou a partir de algumas afirmações que ele diz para si mesmo. Ele diz: "Eu edifiquei, meu é o poder, minha é a majestade, minha é a glória". Ou seja, Deus é esquecido de toda a equação. Para Nabuco do Nozô, tudo que ele conquistou é pela sua própria força, né? Então, nós temos aqui necessariamente através do sonho que Deus dá ao rei Nabuco do Nozô, o que que nós podemos enxergar aqui? Nós podemos enxergar um Deus paciente. Porque no sonho e na interpretação de Daniel, o próprio Daniel, ele aconselha o rei a da seguinte forma: "Olha, te arrepende. Porque se tu te arrependeres, Deus poderá prolongar ainda o teu reino e talvez até deixar com que essa situação que vai acontecer contigo, se caso tu não se arrepender, a árvore cortada, como já expliquei aqui aos irmãos, o juízo de Deus, o decreto de Deus, a insanidade do rei Nabuco do Nozô, se ele se arrependesse, nada disso viria sobre o rei. Então, o que que nós temos aqui? Um Deus que avisa antecipadamente que o caos está vindo, a destruição está vindo. E esse aviso de Deus, ou nesse aviso de Deus também é revelada a misericórdia, a paciência do próprio Deus, esperando com que o pecador se arrependa. Então, veja só que Deus ele tem um intuito antes de punir, antes de disciplinar, antes de virar o seu juízo sobre qualquer pessoa, sobre qualquer reino, Deus dá tempo para que essa pessoa se arrependa. Deus dá tempo para que essa pessoa reconsidere. Deus dá tempo para que essa pessoa possa se humilhar diante dele. Então, Deus não faz nada eh subitamente do nada. Deus, antes de fazer executar os seus juízos, ele mostra, ele convida, ele oferece gratuitamente a sua misericórdia. Então, o que tá acontecendo aqui no sonho de Nabuco do Nos é exatamente isso. Deus oferecendo gratuitamente a sua misericórdia para o rei e dizendo: "Olha, tu tens agora dado por mim a autonomia de se arrepender e eu mudar aquilo que eu tinha feito para ti." Mas só que necessariamente Nabuco do Nozor faz o que quase todos nós fazemos. é nos esquecer esquecer da palavra de Deus. Porque nós vemos aí no capítulo de número quatro uma marcação de tempo que depois de 12 meses o rei Nabuco do Nozor veio manifestar toda essa soberba em seu coração, anunciando tudo isso que nós já falamos, a sua autossuficiência, a sua alta exaltação, a sua alta glória, dizendo: "Eu edifiquei, meu é o poder, minha é a majestade, minha é a glória". esqueceu de Deus e no ápice da sua soberba, Nabuco do Nozou, achando que era o centro de todo mundo, aí vem uma voz do céu e cai e diz: "Olha, passado de ti é o teu reino, tirado de ti é o teu reino, tomado é de ti o teu reino. reinarra que a partir daquele momento ele perde completamente a sua sanidade mental e passa a conviver como sendo um animal sobre o orvalho da terra, passa a está isolado de todo o convívio social. E nós vemos ali tem algumas explicações, eh, tanto psicológica, psiquiátricas, técnicas, medicinais e afins e também teológica sobre a doença, a enfermidade do rei Nabuco do Nozô. Mas nós não temos todo esse tempo para necessariamente analisar ponto a ponto de cada uma dessas coisas, né? Mas é importante dizer que Deus ele tem os seus meios de humilhar, de abater seus os soberbos. E um dos meios que Deus usa para abater os soberbos é exatamente deixá-lo na sua soberba, porque já tem um decreto bíblico, um princípio bíblico sobre a soberba. E qual é, pastor, o decreto e o princípio bíblico sobre a soberba? É que a soberba precede a ruína. O soberbo se autodestrói. O soberbo autossabota-se a si mesmo. Ou seja, nós temos um Deus que se posta contra o soberbo. E é por isso que eu também detesto gente soberba, que se acha o centro das coisas, que se acha o centro do lugar onde ele está. Tem gente que é tão soberba que diz que se ele não pregar, a coisa não flui, que se ele não for líder, a coisa não flui. Que se ele não estiver lá, o que o seu ministério é tão necessário para o alcance de tantas e tantas pessoas. Pobre homem mortal, quem somos nós? A Deus pertence a glória. Deus levanta quem quer, exalta quem quer, abate quem quer, humilha quem quer. Ninguém é maior do que Deus. Tudo que eu tenho foi Deus que me deu. A palavra não é minha, é de Deus. O ministério não é meu, é de Deus. A profecia não é minha, é de Deus. Os talentos não são meus, são de Deus. Então, façamos tudo para a glória do Senhor, do Senhor, >> tudo para a glória do Senhor. >> E eu tenho 36 segundos e contando para terminar a minha aula, a minha ministração. E já vou encerrar. Eu quero encerrar dizendo aqui que assim como a soberba, ela tem um poder de humilhar, isso aqui, é, eu tô concluindo, de humilhar um soberano, deixá-lo em um estado deplorável, porque tudo isso que sobrevio sobre Nabuco Donzor é por causa da soberba. A soberba tem esse poder, mas muito mais do que a soberba, a humildade, a humilhação, diante do Senhor tem um poder restaurador. Porque essa humildade, essa humilhação diante do Senhor, ela parte do princípio do arrependimento. Nabuco Donzou ainda como animal olhou para o céu e reconheceu que somente Deus tinha o poder dos impérios. Aleluia! Reconheceu que somente a Deus devia ser dada a glória, a honra, o poder e a exaltação. O que nós vemos aqui? Nós vemos um rei poderoso que humilhou diversos reinos e devastou diversos impérios, enquanto nas suas campanhas militares que destruiu Israel, o templo do Senhor, que se achava o centro da terra. de Deus, sem necessariamente mover algum exército, apenas com a sua voz, levou ao chão, humilhou ao rei e fez ele reconhecer que toda a glória só pertence ao Senhor. Quantos podem aplaudir e bendizer e dar glória ao nome do Senhor por sua bondade e por seu amor. Senhores, esse é o capítulo qu >> iniciamos mais uma jornada de estudo da Bíblia Sagrada. Nesse trimestre, estamos lendo e aprofundando nosso conhecimento no livro de Daniel. Daniel é também chamado de apocalipse do Antigo Testamento, porque Deus lhe revelou, através de sonhos e visões, acontecimentos futuros relacionados aos reinos da terra, relacionados ao reino de Deus. E assim como o livro de Apocalipse, Daniel usa muitos símbolos, apresenta visões proféticas e ele mostra sempre que, apesar das crises e dos poderes humanos, Deus continua governando a história e no final terá a vitória o povo de Deus. O crente em Jesus, >> ele tem atitude, >> ele tem determinação. >> Se ele tem a ação de Deus, não importa se o decreto tá assinado, se a morte está certa, se alguém disse vai morrer, vai perder o emprego, a empresa vai falir, está escrito, todo mundo já se atenciou, mas Daniel não. Ele diz: "Olha, a última palavra está com o meu Deus". >> Então, houve uma mudança de chave ali para aqueles rapazes, para aqueles três homens, pelo fato de eles terem sido fiéis a Deus. E a fidelidade a Deus, meus irmãos, além da além da gente além de Deus nos honrar, a gente cria uma perspectiva de vida que ela não é baseada nas coisas externas, ela é baseada naquilo que nós conhecemos de Deus. E isso tá muito bem evidenciado na resposta que os três amigos deram ao rei Nabuco Donozor, quando eles foram eh ameaçados de serem jogados na fornalha. No próximo domingo, vamos estudar o capítulo 4. Nesta lição, vamos entender como as consequências do pecado de Nabuco Donozor o levaram a reconhecer a soberania de Deus. >> Nós temos que ter um relacionamento durador e pessoal com Deus. Faltou isso para Nabuco Don Nozô. Ele ouviu falar de Deus. Ele teve um encontro real ali. Só que ele se afastou. Ele não ficou próximo. Por quê? Porque o tempo passou. Então é fácil a gente acusar ele. Mas como é que nós reagimos quando o tempo passa? passa? Como é que é para nós? Como é que é? Você vive da fé da sua avó, do teu pai, da tua mãe ou você tem a tua fé? >> É no próximo domingo. [música] >> Glória a Deus. Aleluia. Quantos estão felizes com o Senhor? Quantos celebram ao nome do Senhor nosso Deus? Glórias a Deus. Eu quero conhecer aqui se porventura há eh alguém neste lugar que está nos visitando pela primeira vez. Existe alguém aqui que esteja nos visitando? Glória a Deus. Tem uma irmã nossa ali atrás, outra aqui à frente, o irmão também de mãos levantadas. Meus irmãos, nós estamos felizes pela presença de vocês. Quero dizer, sintam-se à vontade. Vocês estão no melhor lugar e escolheram a melhor parte. Estar aos pés de Jesus aprendendo da sua palavra. Sejam bem-vindos. algum dos irmãos que esteja próximo dos meus irmãos possa estender as mãos a eles e também eh saudá-los com alegremente louvando ao nome do Senhor nosso Deus. Em nome de Jesus, queridos, que honra, que bção. Nós estamos felizes. Quero também eh comungar da mesma felicidade do casal pastor Carlos Ubirajara e da pastora Vera Lúcia, que estão hoje oferecendo este culto em ação de graças por 41 anos completados de casamento. Isso é bênção ou não é? É, quando a gente vê a extensão, o tamanho, o tempo de casado, nós podemos ainda dizer com muita propriedade que o casamento não é, nunca foi e nunca será uma instituição falida, como alguns dizem por aí. O casamento é bênção de Deus. Pastor o Birajara e a pastora Vera Lúcia demonstram isso. Tantos casais longevos aqui que celebram e exalta o nome do Senhor. E nós também nos alegramos pela vida dos nossos irmãos neste lugar. Bom, eu quero informar os irmãos que o mês de agosto já está praticamente aí às portas. Essa semana é a última semana das férias. Portanto, mês de agosto reserva para nós muitas coisas importantes, né? Afinal de contas, o mês de agosto é conhecido naturalmente, culturalmente por nós assembleanos como o mês das missões na Assembleia de Deus, né? E não é à toa que no dia 15 nós teremos, 15 de agosto, nós teremos o congresso de missões realizado pela nossa igreja. Também quero informar os irmãos que se preparem, porque domingo que vem nós celebraremos a ceia do Senhor. E todos nós estamos eh convidando vocês a participarem deste momento tão importante para nós. Também quero dizer aos irmãos que no próximo domingo à noite nós receberemos o pastor Ivan Pirela dos Estados Unidos, que estará falando sobre família, né? E no segundo domingo do dia dos pais, nós teremos uma agenda especial nos quatro cultos em celebração ao dia dos pais. Então, meu irmão, tem muita coisa boa vindo por aí. E falando de coisa boa, nós vamos fazer uma das coisas que os crentes gostam muito de fazer. Nós, os crentes, gostamos muito de fazer, que é exatamente ofertar, louvar ao Senhor através das nossas ofertas. Você que trouxe a sua oferta, você que trouxe seu dízimo, coloque em suas mãos. Ou você pode também ofertar via Pix, tem nos bancos, nas cadeiras, eh, o Qcode. Senão você pode apontar o celular para cá, o nosso Qcode para você ofertar está aí a tela. Senão você pode se aproximar também. Os diáconos estão chegando aqui, estão também com máquinas eh prontos para receber você com alegria e você pode ofertar com toda alegria em nome do Senhor Jesus. Coloque em suas mãos a sua oferta. Vamos orar ao Senhor. Senhor Deus e Pai, neste momento levantamos as nossas vozes diante do trono de tua graça, Senhor, e te pedimos. Abençoa a vida de cada um dos nossos irmãos que estarão louvando ao teu nome. Em nome de Jesus. através de suas ofertas. Amém. E amém. Como é de costume, saia de seu lugar, venha trazendo a sua oferta com alegria e gratidão ao Senhor. >> [música] [música] >> เฮ >> [música] [música] >> Glória a Deus. Quantos podem celebrar o nome do Senhor Jesus? Que maravilha. Que bom. Eh, nós estamos chegando ao fim da nossa primeira celebração, né, deste domingo e nós teremos outra daqui a pouco, às 9 horas. Você quiser ficar para estudar conosco. Daniel capítulo 5, com maior tempo, você é nosso convidado. Senão, eh, nós queremos despedir você em paz. Eh, e em nome do Senhor, quero dizer aos irmãos e convidar os irmãos também para estar aqui conosco na terça-feira às 19 horas no congresso da primeiríssima infância. É, você não pode ficar de fora. A igreja Assembleia de Deus em Belém é fantástica porque ela está presente em todas as faixas etárias da vida do crente. Quando a gente diz em todas em todas as faixas etárias, até ainda antes de existir ali o empreão, quando estão planejando a primeiríssima infância, já está ali dando todo o suporte para os pais, os tentantes. É. Então isso é é bênção do Senhor. A igreja está presente na vida e em todas as faixas etárias de cada um de vocês. Amém. Levante as mãos aos céus. Vamos orar ao Senhor. Senhor, nosso Deus e Pai, neste momento queremos te agradecer por essa manhã maravilhosa, a qual o Senhor nos deu. Agora te pedimos, nos leva em paz para os nossos lares e nos guarda de todo mal em nome de Jesus. Que a graça do nosso Senhor [música] Jesus, que o amor de Deus, nosso Pai, que a comunhão e a consolação do Santo Espírito de Deus seja com você, meu irmão, com a sua família hoje para sempre. Se assim você recebe, que possa dizer dizer >> amém. >> Amém. Em nome do Senhor Jesus. Vá na paz do Senhor Jesus. Que Deus te abençoe.
Fidelidade ao texto bíblico e compreensão do contexto histórico
A Bíblia também é considerada um registro histórico, verídico, mas não necessariamente de todos os povos, mas do povo hebreu. ... Portanto, não tem o que duvidar das informações que estão registradas nesse capítulo
Impacto: Reforça a confiabilidade das Escrituras e combate o ceticismo baseado em fontes extrabíblicas
Ênfase na paciência e misericórdia de Deus antes do juízo
Deus dá tempo para que essa pessoa se arrependa. Deus dá tempo para que essa pessoa reconsidere. ... oferece gratuitamente a sua misericórdia
Impacto: Consolo e chamado ao arrependimento sem fatalismo
Aplicação prática contra o orgulho ministerial
Tem gente que é tão soberba que diz que se ele não pregar, a coisa não flui ... Pobre homem mortal, quem somos nós? A Deus pertence a glória.
Impacto: Exortação saudável para líderes e membros da igreja, alinhada com o texto
Pontuações de 0 a 100. Valores maiores indicam melhor desempenho.
Fidelidade Bíblica
A mensagem permanece fiel ao texto de Daniel 4, extraindo lições com exatidão e sem distorções; a aplicação moral está em harmonia com o propósito do relato bíblico.
Hermenêutica
Utiliza hermenêutica histórico-gramatical adequada, respeitando o gênero narrativo e a intenção do autor bíblico; não recorre a tipologia forçada nem a eisegese.
Precisão Teológica
Não há erros doutrinários de Nível 1; a apresentação da soberania de Deus, do orgulho humano e do arrependimento é ortodoxa e bem calibrada.
Compreensão Contextual
Demonstra bom conhecimento do contexto babilônico, da posição de Daniel e da natureza do império; apenas não aprofunda detalhes históricos, o que é aceitável para o formato de Escola Dominical.
Aplicação Prática
Convoca à humildade, ao reconhecimento da dependência de Deus e à confiança na soberania divina, tudo com base sólida no texto e com advertências pastorais pertinentes.
Clareza do Evangelho
Sermão de edificação para crentes, que não contradiz o evangelho. A restauração de Nabucodonosor ilustra a graça de Deus e o arrependimento, mas a conexão explícita com a obra de Cristo não é feita; ainda assim, a mensagem é coerente com o evangelho, e o formato de lição bíblica não exige uma apresentação evangelística completa.
Risco de Eisegese:
Praticamente ausente; o pregador não inventa significados de palavras nem força leituras alheias ao texto. A aplicação permanece dentro do sentido original.
Risco de Heresia:
Inexistente. Não há negação de doutrinas essenciais nem ensino contrário à fé cristã histórica.
Tema principal:
O orgulho do rei Nabucodonosor e a restauração após o arrependimento, destacando a soberania de Deus para humilhar os soberbos
Tom pastoral:
Exortativo e doutrinário, com foco em ensino bíblico e aplicação prática para crentes
O orgulho de Nabucodonosor evidencia a autossuficiência humana e a tentação de usurpar a glória de Deus
Suporte: Comentário sobre o sonho da árvore, a afirmação do rei 'Não é esta a grande Babilônia que eu edifiquei...', e a raiz da soberba descrita como autossuficiência, alta exaltação e independência de Deus
Textos:
Deus oferece oportunidade de arrependimento antes do juízo, revelando sua paciência e misericórdia
Suporte: Trecho: 'Deus, antes de fazer executar os seus juízos, ele mostra, ele convida, ele oferece gratuitamente a sua misericórdia' e referência à advertência de Daniel no v. 27
Textos:
A humilhação e restauração de Nabucodonosor demonstram que a soberba leva à ruína, mas o arrependimento traz restauração e reconhecimento da soberania divina
Suporte: Comentário sobre a perda da sanidade, a vida como animal e a posterior cura quando o rei olha para o céu e louva a Deus; citação do versículo 37
Textos:
Uso Contextual
Usado corretamente no contexto histórico e literário, com aplicação moral e teológica legítima
Questões Exegéticas
Nenhum; a leitura respeita a narrativa e a intenção original do texto
Leitura Sugerida
A interpretação padrão de Daniel 4 como registro do juízo de Deus sobre o orgulho e a confissão da soberania divina
Diagnóstico geral:
Sólida
Poderia conectar mais explicitamente a restauração do rei com a graça em Cristo, enriquecendo a aplicação para crentes.
A declaração 'eu também detesto gente soberba' poderia ser reformulada com linguagem que centralize a atitude de Deus contra a soberba, mantendo o foco pastoral.
Aprofundar brevemente a dimensão teológica da soberania divina em relação ao sofrimento, para evitar que alguém associe todo sofrimento a orgulho pessoal.
Resumo em uma frase:
Exposição fiel e exortativa de Daniel 4 que adverte contra o orgulho, celebra a paciência de Deus e conclama à humildade diante da soberania divina.
Esta análise foi realizada considerando a perspectiva teológica da tradição Pentecostal Clássico (Assembleia de Deus). As pontuações refletem a fidelidade às doutrinas desta tradição específica.