Igreja Batista da Lagoinha
30 de setembro de 2026
40min
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Nota deste sermão
82
de 100 pontos
Sermão carismático e pastoralmente sensível que aplica 1 Reis 17 à intercessão e restauração em Cristo, sem violações centrais de Nível 1, mas com extrapolações tipológicas e referências que pedem correção.
Critérios e notas consideram a tradição Batista Renovada / Carismática (Igreja Batista da Lagoinha)
Análise gerada por IA em 05 de outubro de 2026 · entenda a metodologia e os limites →
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Abra a sua Bíblia comigo no segundo livro dos Reis, na verdade, primeiro primeiro livro dos Reis, capítulo [música] 17. Primeira de Reis, capítulo 17. Eu quero ler com você do versículo 17 até o versículo 24. Primeira de Reis, capítulo 17, do versículo 17 até o versículo 24. Eu farei leitura na versão NVI, a nova versão internacional. Talvez a sua Bíblia esteja um pouquinho diferente. É só uma [música] questão de tradução. Ao final, creio eu, o Espírito Santo vai nos conduzir a um claro entendimento da palavra. Texto diz assim, Primeira Reis, capítulo 17, a partir do verso 17. Algum tempo depois, o filho da mulher, dona da casa, ficou doente. doente. A situação dele se agravou tanto que finalmente parou de respirar. Então, a mulher reclamou a Elias: "O que você tem contra mim, ó homem de Deus? Viestes para lembrar-me do meu pecado e matar o meu filho? Dê-me o seu filho", respondeu Elias. Ele o apanhou dos braços dela, levou-o para o quarto de cima, onde estava hospedado, e o pôs em sua própria cama. Então clamou ao Senhor: "Ó Senhor meu Deus, trouxeste também desgraça sobre essa viúva viúva em cuja casa estou hospedado, fazendo morrer o filho dela?" Então ele se deitou sobre o menino três vezes e clamou ao Senhor: "Ó Senhor, meu Deus, faz voltar a vida a este menino". O Senhor ouviu o clamor de Elias e a vida voltou ao menino e ele reviveu. Então Elias pegou o menino e o levou para a parte de baixo da casa, entregou à sua mãe e disse: "Veja, o seu filho está vivo". Então a mulher disse a Elias: "Agora sei que tu és um homem de Deus e que a palavra do Senhor que vem da tua boca é verdade. Feche seus olhos por um instante. Pai, essa é a tua palavra, Senhor. Nós estamos reunidos aqui como tua igreja, Espírito Santo. Fale o nosso coração de maneira graciosa. Estamos aqui, Pai, talvez com um filho morto nos braços, com um projeto morto nos braços, com a nossa vida, Pai, sendo sufocada nos nossos braços. Hoje nós estamos aqui para abrir mão disso e colocar nos teus braços, Senhor. Devolva a vida. Devolva a vida pra gente cansada. Devolva a vida pra gente sobrecarregada. Devolva a vida pra gente culposa. Devolve a vida, Senhor, dos sonhos que morreram. Nós cremos que essa é uma noite de ressurreição. Jesus, fale conosco, Espírito Santo. É o que nós te pedimos em nome de Jesus. Amém. O tema que eu quero compartilhar o coração dos irmãos é no andar de cima. Mas antes de eu pregar, deixa eu perguntar de praxo. Tem algum crente pentecostal aqui hoje? Glória a Deus. >> Aleluia. Então, os pentecostalis vêm marchando. Amém. Os batistas também pode dar glória. Os presbiteriano da glória também. Já tá na igreja que avivada da glória. Aleluia. Irmãos, esse texto é um convite, porque Elias, um mortal como nós, nos ensina por meio de um discipulado. Coisas práticas que nós podemos fazer no andar de baixo, a morte, no andar de baixo, a tragédia, no andar de baixo, há muita coisa dando errada. É o que acontece nessa casa. Elias nos convida a sair um pouco do andar de baixo e começar a caminhar pro andar de cima. a começar a caminhar pro andar de cima, porque no lugar de cima há avivamento, no lugar de cima há ressurreição, no lugar de cima há milagre, no lugar de cima há transformação, meu irmão. E fato é que muitos de nós vive preso demais no andar de baixo. E o andar de baixo é uma confusão, nada. O convite do Senhor Jesus hoje pegando a sua mão é: "Vem cá, sobe aqui, fica no andar de cima, porque no andar de cima você consegue [música] ver que eu ainda tô no controle de todas as coisas. Vamos subir o nível da nossa espiritualidade hoje, irmão. Nós vamos subir para andar de cima da casa. Amém! Elias é um profeta que Deus chama para um período muito desafiador da história de Israel. Era um período de crise. A nação havia se perdido. Havia uma divisão intrínseca entre o povo. Havia um reino chamado Judá e outro reino chamado Israel. Esses dois reinos, um dia, eram um reino só, que caminhavam de maneira unísona, mas o pecado os dividiu. Agora, a partir dessa briga, dessa cisão, eles caminhavam por caminhos diferentes. Deus então levanta profetas para convidar esse povo ao arrependimento. No tempo de Elias, num tempo de crise, Elias profetiza ao rei Acabo a respeito de uma crise hídrica que estava por vir. 3 anos a chuva acessaria. Irmão, imagine para nós que temos uma tecnologia muito avançada, 3 anos sem chuva é muita coisa. A gente já tá no mês de setembro aqui e um calor absurdo. De vez em quando dá um ventinho assim, você fala: "Ó, podia dar uma chuva escadinha", né? Porque já ajuda. Agora imagina isso numa sociedade extremamente movida pela agricultura e agropecuária. Uma crise hídrica num lugar já deserto que dependia das chuvas para encher os rios era sinal de crise econômica. Um povo movido pela chuva, que regava a terra, que alimentava e saciava os animais. É um povo que não vai ter o que plantar. Não tem o que plantar, não tem o que comer, não tem como viver. Elias vem nesse tempo e é difícil pregar em cenário de crise, porque como que você prega esperança para um povo que não consegue ver a esperança? E aí que tá a beleza da fé, irmão. Porque fé não é quando você vê dando certo. Fé quando você continua acreditando que vai dar certo, mesmo sem que nada aconteça para que isso dê certo. certo. Deus levanta profetas em tempo de crise. Enquanto as pessoas normais estão dizendo: "Vai ficar muito tempo sem chover". Os profetas continuam dizendo: "Mas tem um povo que clama e quando um povo clama chove. Tem nuvem pequena, é sinal de chuva. Eu não preciso de sinal grande. Sinal pequeno para mim já é suficiente, porque eu já tenho um Deus grande que é capaz de fazer qualquer coisa. Eu não sei, irmão, qual tipo de cenário de crise que você tá vivendo, mas eu sei que existe um Deus que é capaz de fazer um milagre mesmo nos cenários de improbabilidades. Elias então sai, vai pro riacho do querite. Quando o riacho seca, ele vai para um lugar chamado Sarepta. Lá Deus manda ele encontrar uma viúva. E é engraçado porque na lei de Moisés, Deus estabeleceu que as viúvas e os órfãs, e os pobres deveriam ser cuidados pela nação. A viúva e órfão não trabalhavam, então era a própria nação que cuidava deles. E quando Elias chega, Elias é um profeta que é Deus quem cuida dele. Deus manda ele paraa casa de uma viúva que não tinha o que comer, iria morrer de fome. É como se Deus tivesse dizendo assim: "Olha, era obrigação da monarquia cuidar do órf e da viúva, mas como eles não estão cuidando, sou eu quem vou cuidar deles. Eu vou enviar o meu profeta pra casa de quem tá precisando de ajuda." Porque, irmãos, quem precisa de cuidado, quando falta o cuidado do Estado, quando falta o cuidado da religião, quando falta o cuidado da sociedade, é Deus quem cuida pessoalmente desse indivíduo. [música] Deixa eu te dizer, talvez você tá aqui nessa noite se sentindo desamparado, se sentindo desamparado pelo estado, se sentindo desamparado talvez até pela igreja, se sentindo desamparado por pai, por mãe. Deixa eu te dizer, é Deus quem cuida de você. Eu tô falando para alguém aqui nessa noite. É Deus quem cuida de você. Não interessa se alguém foi embora. Não interessa se te abandonaram, não interessa se te deixaram de lado. Deus está cuidando de você, meu irmão. Aleluia. Acontece um milagre sobrenatural. Elias chega lá e reconhece que nessa mulher tinha um pouquinho de azeite e um pouquinho de farinha, mas ele multiplica aquilo. aquilo. De repente, aquela mulher que vivia num cenário de escassez vê, experimenta a provisão de Deus. Deus multiplicou a farinha na panela. Deus multiplicou o azeite na botija e agora ela está vivendo uma estação aonde o próprio Deus tá cuidando dela, aonde Deus tá sendo o marido que tinha falecido, falecido, tá cuidando da viúva, tá cuidando do órfão. Mas a questão é que o tempo passa. Repita comigo. Tempo passa. Tempo passa, irmão. E com o tempo passando, algumas agruras chegam na nossa vida. Olha o que o texto diz. Algum tempo depois, o filho dessa mulher, da dona dessa casa, ficou doente na casa que tinha experimentado milagre também. Agora tá experimentando um filho doente, uma tragédia. A situação dele que parece ter se arrastado por algum tempo, ela foi se agravando, ou seja, houve uma degradação na saúde dele, até que finalmente ele parou de respirar. É uma doença que tirou a força desse jovem. Um jovem que é símbolo de vigor, um menino que é símbolo da idade onde se existe mais força, agora tá vendo o ar indo embora, está perdendo a força, o vigor. E aí essa mulher vai para Elias quando vê o seu filho morto. Ela disse: "O que que você tem contra mim, homem de Deus? Vieste para lembrar do meu pecado e matar o meu filho?" Primeiro ponto que eu quero trazer é que no andar de baixo, a culpa pode sufocar a nossa fé. Irmãos, coisas ruins acontecem até na casa onde se tem um profeta. Ele está ali e de repente aquela mulher tem no filho a prospecção de futuro, a prospecção de sustento, a prospecção de trabalho adoecendo. Uma viúva não tinha mais o marido. Naquela cultura não era as mulheres que trabalhavam, logo ela não poderia trabalhar. Era o filho dela que garantiria o sustento. A viúva tava marcada. Uma pessoa que perdeu o marido, de alguma maneira, ela tem uma marca, uma maldição. Deus está exercendo juízo sobre a vida dela. Ela já se sentia culpada por ser viúva, por não seguir o fluxo natural das coisas, mas ela tem um filho. Aquele menino poderia trabalhar, aquele menino poderia ajudar em casa, aquele menino poderia trazer sustento, logo ela teria a garantia de sustento dela até a morte. Mas ao invés da vida seguir o fluxo natural natural de um filho enterrar a própria mãe, a Bíblia diz que essa mulher que já havia perdido o marido, agora perde o filho. É uma mãe tendo um filho morrendo. Mas não era só um filho morrendo, era o futuro dela morrendo. morrendo. Não era só o futuro dela morrendo, era o sustento dela morrendo. Não era só o sustento dela morrendo, era o nome da família morrendo. Eles não poderiam se postergar na história. Era uma família sendo condenada a morrer no esquecimento. Uma tragédia aconteceu naquela casa. A morte bateu naquela [música] casa. Irmãos, isso aqui fala para nós muita coisa, muitas coisas. Não é porque você experimentou milagre um dia um dia que a farinha que você experimentou milagrosa vai impedir de crises acontecer na sua casa. Não é porque o azeite foi multiplicado um dia que a multiplicação do azeite vai impedir que coisas ruins aconteçam na sua casa. Deixa eu te dizer, o tempo passa e para cada estação é preciso de um novo milagre. O milagre de ontem não é mais suficiente para hoje, porque o problema de hoje é um problema diferente do problema de ontem. ontem. Anos atrás, o problema dessa mulher era escassez. Anos atrás, o problema dessa mulher era abrir a prateleira e não ver farinha e não ver azeite. Anos atrás, a provisão de Deus foi multiplicar a farinha e multiplicar o azeite. Talvez o coração dela, ela tava dizendo: "Agora eu nunca mais vou ter problema, porque tem farinha de sobra, tem azeite de sobra". Mas agora parece que a morte pegou o bem que ela mais amava. Irmão, o que que é não ter farinha e azeite [música] comp? As dores são muito maiores, mas para cada dor grande também tem um remédio maior ainda da parte de Deus. O problema é que quando essa mulher viu o filho morto, ela jogou a culpa para Deus. Deus. De alguma maneira enfrentar essa crise distorceu a visão que ela tinha respeito de Deus, porque para ela, ela vira pro profeta e ela fala pro profeta: "Que que você tem contra mim? Você veio me lembrar do meu pecado e matar o meu filho?" na cabeça dessa mulher é como se o pecado que ela tinha cometido no passado, porque até então a gente não sabia que ela era uma mulher que tinha cometido algum tipo de pecado, mas ela tá confessando, ela tá dizendo: "Você veio até aqui, profeta, para me lembrar do meu pecado e lembrando-me do meu pecado, você veio matar o meu filho". Irmãos, a crise dela tá sufocando a visão que ela tem de Deus. Irmão, não permita que o seu problema distorça a identidade de quem Deus é para você. Não permita que os lutos da sua vida distorçam quem Deus é, irmão. Porque o fato dela ter um filho morto não mudava a realidade que Deus é bom [música] o tempo todo. Deus é gracioso o tempo todo. Deixa eu te lembrar, irmão. Não é porque essa estação é dolorosa. Não é porque as coisas estão dando errada, que Deus está punindo você. Você acha que Deus tem prazer em ver você sofrendo? Não, meu irmão. Que tipo de Deus é esse que nós criamos que é um [música] ranzinza, que tá com uma espécie de raio na mão querendo punir aqueles que erram? Não. Você acha que se Deus fosse punir todos seus pecados, você estaria vivo aqui agora? agora? Ele conhece a palavra antes dela vir a sua boca. Você tava no trânsito hoje, quando você xingou o motoboy que passou no corredor, ele já sabia que você ia xingar antes da palavra sair na sua boca. Ó, Deus revelando aí. Deus conhece, Deus sabe, Deus ouve, Deus vê. A questão é que o sofrimento torna a nossa visão de Deus milp. Essa mulher tá pondo a culpa em Deus. por algo que ela tá sofrendo. V te dizer, irmãos, Deus não é o seu problema. problema. Deus é a solução dele. Deus não é a morte do seu filho. Deus é a vida do seu filho. Deus não é o castigo que você acha que tá sofrendo. A gente acha que é assim, porque tropeçou, porque errou alguma vez na vida. Qualquer coisa que dá errado, é Deus que tá me punindo porque eu fiz. Não, irmão, tira isso da sua cabeça. Quem tá fazendo isso é o diabo. É ele que tá achando que o que você fez lá no passado precisa ser lembrado o tempo todo. todo. Deus tá fazendo um trato com você nessa noite. Pega todos os seus erros. Pega tudo que você já fez no passado. Hoje nós vamos colocar num saco de lixo azul. azul. Nós vamos amarrar bem fechado aqui. Nós vamos chutar e jogar atrás desse led. Amanhã o caminhão de [música] lixo vai levar, porque se Deus não te condena, nós também [música] não te condenamos. Vai e não peca mais, meu irmão. Vá viver sua vida livre desse peso. No andar de baixo é morte. No andar de baixo é confusão. No andar de baixo é desespero. No andar de baixo a visão é milp. No andar de baixo nós não compreendemos. Porque no andar de baixo a dó fusca a nossa visão. Mas olha o que o texto bíblico diz no verso 19. Dê-me o seu filho respondeu Elias. Ele o apanhou dos braços dela e levou pro quarto de cima, aonde ela estava hospedado, e pôs na sua própria cama o segundo ponto, leve o que está morto para o andar de cima. Bom, olha que interessante, essa mulher tá acusando Elias de ter sido a causa da morte do filho. Elias poderia ter gastado tempo defendendo o ministério dele para ela, dizendo: "Ó, se eu não tivesse aqui, você já estaria morta, porque ia faltar farinha, ia faltar azeite. Mas só porque eu estava aqui, o Senhor multiplicou para você. Então, não sou eu a causa dessa desgraça na sua casa. Eu não sou a razão. Não me culpe." Mas Elias não fala nada. Elias vira para ela e fala assim: "Me dá seu filho morto". Ao que parece no texto, ela não quer dar modo que ele apanha dos braços dela. Ao apanhar nos braços delas, ele sobe pro segundo andar da casa, ele vai pro quarto. É o chamado quarto do profeta, aonde a viúva hospedava Elias. Ele sobe de nível. Agora, deixa eu aplicar isso aqui para você. Porque talvez tem coisa que você tá culpando [música] Deus e tá morto na sua mão e ele tá dizendo: "Abre mão "Abre mão e coloca na minha mão que eu vou levar para andar de cima para reviver para você". você". Porque talvez você tá culpando Deus e tá chorando, tá aqui, tá no braço, o casamento tá morto. Ele tá dizendo: "Para de tentar resolver, coloca na minha mão, eu sou melhor em resolver que você". Talvez você tá aqui com projeto empreendimento morto na mão e ele tá dizendo: "Para de carregar peso morto, coloca na minha mão, porque quem [música] pode vencer a morte sou eu. Deixa eu lhe dar para você." Porque talvez você tá com a culpa, a morte do passado carregando na mão e ele tá dizendo: "Para de carregar coisa morta no braço, no braço, irmão, porque a gente não consegue lidar com a morte. Você não consegue lidar com o fracasso. Você não consegue lidar com as coisas que estão erradas. Nós não somos preparados para lidar com a frustração. Ou vai falar comigo que depois que você recebe um diagnóstico médico contrário, você fica feliz. Você vai falar comigo, você investe a vida inteira para abrir uma empresa e depois fale se você fica feliz. Hoje você vai falar comigo que ama tomar algum tipo de remédio. Não, nós não estamos preparados. Mas Deus tá dizendo, você sabe qual que é a melhor solução? é parar de segurar o que tá [música] morto e colocar na minha mão que eu vou cuidar para você. Você tá entendendo o convite de Deus? Para de segurar o que tá morto na sua mão e coloca o que tá morto na minha mão, porque quem pode dar vida sou eu. Quem pode ressuscitar sou eu. Quem pode tocar com graça sou eu. Deixa eu ilustrar isso aqui, pegar três voluntários. Um bem leve. Vem cá, Ricardo. Você vai ser o filho morto. Você é leve para carregar. Vem cá, Cris. Você também, [música] João. Não. Fica aqui embaixo. Aqui, ó. É melhor. Ô, Cris, pega ele [música] no colo aí. Fe que tá morto, Ricardo. Mas é morto assim. Morre de verdade, filho. Vai. Isso. Interpretação. Fica aqui, João. Esconde um pouquinho. O Cris aqui é você, ó. Vai andando para um lado e pro outro. Cris, você tá morto, Ricardo. Tá tentando andar na vida, mas não consegue andar porque tá pesado. Acordou hoje de manhã e falou com Deus: "Deus, eu não tô aguentando demais. Tá pesado. Tô aguentando nada. Tá pesado. Tá pesada a consciência. Vai andando para um lado e pro outro. Finge que você tá andando na vida. Aí, filho, eu perguntei se tava com a academia em dia. Tá pesado, Deus. Tá pesado de culpa. Tá pesado de frustração, tá pesado da angústia. Morre, Ricardo. Tá pesada a dor. Eu não tô tendo fé mais. Parece que a vida tá pesada demais. Aí, sabe qual é o convite do profeta? O convite do profeta é assim, ó. Abre mão do que você tá tentando resolver e já tá morto há muito tempo e coloca no meu braço. braço. Tá mais leve agora, Cris? Então, mostra que tá mais leve aqui. Dá uma corrida aqui que tá mais leve. Meu Deus, mas como que ele ficou leve depois que ele abriu mão do peso morto? Ficou leve, não ficou? Agora sabe o que o profeta vai fazer? O profeta vai tirar a discussão do andar de baixo, que é o andar da medicina, que é o andar do banco, do empréstimo, que é o andar das coisas naturais. Sabe para onde ele vai levar? Ele vai levar pro andar de cima. Sai da frente, deixa o profeta levar para andar de cima. Não atrapalha o profeta não. Agora, agora deita ele no chão aqui, ó, na cama, no lugar de descanso. Coloca o peso morto aí. Deus Deus tá morto, né? Agora no andar de cima, sabe como que a gente resolve as coisas? No andar de cima? No andar de cima a gente vai resolver é com Supremo Tribunal [música] Celestial, meu irmão. A gente vai colocar a causa impossível diante de quem pode resolver [música] as causas impossíveis. Fica aí, João. Não sai daí, não. Fica morto aí, Ricardo. Deixa Deus tirar o peso morto da sua mão. Deixa arrancar o peso morto da sua mão e resolve levar isso pro andar de cima. Resolve levar isso pro lugar da intercessão. Resolve levar isso pro lugar do clamor. Porque chegando nesse lugar, olha que interessante. Fica aí, ô Ricardo. Ressuscita agora. Não, chegando lá no andar de cima, olha o que que Elias fez. Então Elias clamou ao Senhor. Senhor. Ô Senhor meu Deus, o Senhor trouxe desgraça sobre essa viúva em cuja casa estou hospedado, fazendo morrer o filho dela. Então ele se deitou sobre o menino três vezes e clamou ao Senhor: "Ó Senhor meu Deus, faz voltar à vida este menino". menino". Terceiro ponto é que o andar de cima é lugar de mais oração e menos murmuração. Elias podia ter ficado com aquela mulher no andar de baixo. Vamos discutir aqui na razoabilidade humana. Você só reclama. Se eu não tivesse aqui, você tava morto. Vamos tentar resolver então. Esse menino também era um cara de calco. Tinha que morrer mesmo. Fazia nada dentro de casa, servia para nada. Vamos discutir. Mas Elias não gasta discussão no andar de baixo. Ele leva a discussão pro andar de [música] cima. Irmão, e o Hernâes Lopes disse que se a gente orasse mais, a gente reclamaria menos. Se orássemos mais, nós discutiríamos menos. [música] Se orássemos mais, nós veríamos mais milagres. Elias pega o que tava morto, leva paraa cama e lá na cama ele deita e começa: "A partir de agora eu não resolvo mais nada, mas eu coloco na patente mais alta que pode resolver para mim. Senhor, o Senhor sabe que esse sonho é teu, mas tá morto. O Senhor conhece esse menino, mas tá morto. Eu não posso devolver a vida, mas o Senhor pode devolver a vida. Você tá vendo esse menino morto aqui, ó? Isso aqui pode ser seu sonho. Você tá vendo esse menino morto aqui, ó? Isso aqui pode ser o projeto da sua vida. Você tá vendo esse menino morto aqui, ó? Isso aqui pode ser sua alegria. Você tá vendo esse menino morto aqui, ó? Isso aqui pode ser a sua vitalidade que tá deitada. Você vai ficar olhando e reclamando: "Ó céu, ó terra, eu não tive a melhor oportunidade, eu não nasci na melhor família. A minha vida é essa desgraça mesmo, você vai ficar reclamando ou você vai levar para andar de cima, dobrar o seu joelho e dizer: Deus, o Senhor pode devolver a vida ao meu casamento. [música] O Senhor pode devolver a vida aos meus negócios. O Senhor pode devolver a vida meu coração. O Senhor pode devolver. Porque quem ora não tem tempo para reclamar, irmão. Quem ora não tem tempo para ficar reclamando da vida. Porque quem ora não tem tempo para ficar observando as tragédias. [música] Quem ora tá colocando o que tá morto na mão de quem pode fazer alguma coisa. É engraçado que Elias é um exemplo para nós de oração. Fica aí, João. Sai tipo Elias. Elias. Vai levantar só quando o menino ressuscitar e vai demorar a ressuscitar, tá, Zé? Avisando aí. Bíblia diz que Elias colocou o peito no peito do menino e orou por três vezes. Deus ressuscita. Deus o respondeu na primeira. Ele pediu na segunda, Deus ressuscita. Deus não respondeu [música] na segunda. Ele orou pela terceira vez. Deus ressuscita. Deus respondeu só na terceira vez. Porque oração de verdade insiste. Oração de verdade é perseverante. [música] Oração de verdade é contínua. O nosso problema é que a gente ora uma vez e acha que Deus tem que responder de primeira. Se ele não responder [música] de primeira, ora a segunda. O problema é que a gente ora duas vezes e já tá cansado. Deus não tá nem ouvindo. Irmão, sua crise não muda o caráter de Deus. O fato é, ele ouviu de primeira. >> [música] >> Ele não tá com os ouvidos tapados, não ouvindo a sua oração. Não é isso não. Ele tá testando a sua resiliência, a sua dependência dele. [música] Porque quem ora uma vez só, irmãos, não ora de verdade. Agora, quem [música] vive a vida orando tem uma vida de dependência do Senhor. E Elias não tem só esse exemplo, não. Tem um outro. Elias ora para chover. orou uma vez, não choveu duas, não, três, orou sete. E é só na sétima que ele vai ter o sinal. sinal. Mas de uma coisa ele sabia que existia um Deus que ouvia a oração de Elias. Você sabe qual a boa notícia dessa noite, Lagoinha? Você sabe qual a boa notícia dessa noite, Cutufé? é que o mesmo Deus que ouvi a oração de Elias Elias é o mesmo Deus [música] que também ouve a nossa oração. [música] Ele não muda, [música] irmãos. É o mesmo ontem. é o mesmo hoje e será o mesmo eternamente. [roncando] Ele fez no passado, ele pode fazer hoje e ele continuará fazendo. Meu irmão, você crê que ele [música] pode pegar seus sonhos mortos e ressuscitá-los hoje? Você crê que [música] ele pode pegar uma família quebrada e ressuscitar ela hoje? Você crê, meu irmão? [grito] Então, tudo que você tem que fazer é colocar na mão daquele que pode dar vida ao que tá morto, na mão daquele que pode ressuscitar ao que tá morto, meu irmão. Oh, Jesus, ele tá aqui nessa noite com fé. fé. Versículo 22 diz: "O Senhor ouviu o clamor de Elias, meu Deus! Deus! E a vida voltou ao menino e ele reviveu. Ressuscita ainda não, Ricardo? Continua aí. aí. Então Elias pegou o menino e o levou pra parte de baixo da casa e entregou a sua mãe e disse: [música] "Veja, o seu filho está vivo". O quarto ponto é que no andar de cima, a vida pode vencer a morte. Tem coisa que a gente não resolve no andar de baixo, [música] tem coisa que a gente resolve no andar de cima. E no andar de cima resolvido, a gente desce de novo, porque a vida tem que continuar. Elias está lá, tá clamando, Senhor, ressuscita o menino Mas [música] Elias tá orando com paixão, porque Elias é pentecostal, é o profeta do fogo. Senhor, ressuscita o menino, ressuscita esse menino, Senhor. E Elias tá orando, tá orando até que [música] tá orando, tá orando até que [música] chega a parte do texto que eu gosto. E Deus ouviu a oração de Elias e o menino voltou a viver. Eu gosto porque Deus ouviu a minha oração e alguma coisa [música] morta voltou a viver. Deus ouviu a oração de alguém aqui nessa noite e alguma coisa morta [música] voltou a viver. Ouviu a oração de alguém ali, ouviu a oração de alguém aqui, ouviu a oração da irmã ali, ouviu a oração do irmão ali. E de repente o menino que tava morto, pode voltar a viver, rapaz. Ele tá voltando a viver, cara. Ele tava morto, cara. Você tá vivo aí. Sabe o que que o profeta faz? Pega no colo que tá morto o profeta. Aleluia. Você vai devolver o [música] peso para quem é dele. Tá vendo esse problema aqui? Problema seu. Mas agora você não precisa carregar ele? Porque agora [música] seu problema anda com as próprias pernas. Agora solta ela aí. Era peso, não era? Agora não [música] é peso mais. Sabe o que é agora? Agora é companhia. Os dois podem caminhar junto. Tava morto, mas ressuscitou. Era peso e tinha carregar. Agora anda com a própria perna e tá ajudando a viúva. Olha que coisa maravilhosa. É uma bção, viu, rapaz? Pode sentar lá. Glória a Deus. Você acredita acredita que o que antes era fruto de lágrima, de desespero, de caos na sua vida, Deus pode tocar [música] de uma maneira tão graciosa que vai se transformar no motivo da alegria, no sorriso mais largo, no pulo mais [música] alto, na festa mais barulhenta. Você acredita nisso? Porque é exatamente isso que Cristo faz, irmão, conosco. Você tá aqui hoje, deixa eu te dizer, você é o testemunho vivo da oração de [música] alguém no andar de cima. Tem gente aqui que tinha alguém que todo dia ia pro quarto no andar de cima, dobrava o joelho e falava: "Ah, Senhor, pega a Diane na curva, Senhor. Você tava longe, tava morto nos seus delitos [música] e pecados. E por conta da oração de alguém, Deus foi lá ressuscitar você aonde você tava. Agora você tá me perguntando, pastor, tá bom? Eu entendi, eu sou a viúva, eu entendi. Eu tenho um filho morto no colo. Mas quem é o meu Elias? Quem que eu vou pegar? [música] Quem é o profeta que eu vou colocar nos braços o que tá morto para ele cuidar? Quem vai ser esse que vai orar clamando [música] por mim? Irmão, olha que coisa maravilhosa. Hebreus 7:25 diz que nós temos alguém que intercede por nós à destra de [música] Deus. Nós temos alguém que é maior que um profeta. No mundo da transfiguração. Esse Elias apareceu pros discípulos e ele disse: "Ouça-no, porque ele é maior que o profeta. Sabe quem é o nosso mediador? É Cristo Jesus. É ele quem [música] pega os nossos filhos mortos. E ele não leva pro andar de cima, ele leva pra [música] casa do pai, pro andar mais alto que existe. E lá à direita de Deus, ele clama: "Senhor, ressuscita! Senhor ressuscita! Senhor Moisés [música] tinha profetizado. Deuteronômio 18:22. Está para chegar [música] um profeta maior que eu. Ouçam-no, porque ele é digno de confiança. O tempo passa, [música] Moisés não tá mais aqui. mais aqui. Chega Elias. Elias opera sinais, milagres, prodígios. Meu Deus, é Elias o profeta de qual Moisés falava, porque Moisés representava a lei. Agora Elias é o representante dos profetas. Não, Moisés não tava falando de Elias. Moisés estava falando de Cristo. Elias não é um profeta. É lá no mundo a transfiguração que aparece Moisés e aparece Elias. E eles estão conversando, apontando. Olha, a lei aponta para Jesus. Os profetas apontam para Jesus. Até que um grande estrondo vem no céu e diz: "Esse [música] é o meu filho em quem eu tenho prazer. Vocês devem ouvir ele. Ouçam o que Cristo tem a dizer." E deixa eu te dizer, a mulher assim como nós, ela não quis entregar o [música] que tava morto para Elias. Sabe o que que Elias fez? Elias tomou o que tava morto da mão [música] dela e falou: "Essa causa não é sua, essa causa é minha. Eu vou levar diante de Deus". Quem tá morto, irmão, tem como fazer nada. Tá morto. Quem tá morto não sonha. Quem tá morto [música] não ama. Quem tá morto não deseja. Quem tá morto tá morto. Morto só sabe feder. Você vai fazer o quê? Quem é que vai orar três vezes? Quem é que vai insistir por você? Você não tem ninguém para te segurar no colo. Nós temos [música] Cristo. E ter Cristo é melhor do que ter Elias, porque Cristo entra [música] na sepultura da nossa morte. Efésios capítulo 2. Vocês estavam mortos [música] em seus delitos e pecados, mas pela graça sois salvos. Isso não vem de vós. É dom de Deus. Cristo entrou dentro da sua sepultura. Ele não orou um dia, [música] dois dias, durante três dias. Ele estava lá no mundo dos mortos, arrancou-nos de lá e nos trouxe pra vida. [música] Agora a morte não tem mais a palavra final. Agora nós somos o povo da vida. Porque Cristo nos ressuscitou. Meu irmão, quantos recebem [música] essa palavra?
Um alerta doutrinário indica possível conflito com um ponto essencial da fé cristã. Confira o trecho e as Escrituras antes de formar uma conclusão.
Alerta doutrinário
Deus Deus tá morto, né?
Ponto essencial em risco: A vida eterna e a soberania de Deus
se Deus não te condena, nós também não te condenamos. Vai e não peca mais
Doutrina: Justificação, graça e santificação
Tensão: A ênfase na não condenação está correta, mas pode ser lida como ausência de disciplina ou consequências
Correção sugerida: Manter Romanos 8:1 e João 8:11, acrescentando Hebreus 12:6 para mostrar que a graça não elimina a disciplina amorosa de Deus nem o chamado à nova vida.
Quem tá fazendo isso é o diabo.
Doutrina: Providência, sofrimento e tentação
Tensão: Reduzir toda culpa ou dor a ação diabólica pode ser simplista
Correção sugerida: Reconhecer que a consciência, o pecado, o mundo caído e a tentação podem atuar juntos, sempre à luz da Escritura.
Elias é pentecostal, é o profeta do fogo.
Doutrina: Hermenêutica e anacronismo
Tensão: Linguagem experiencial da tradição, mas pode parecer anacrônica
Correção sugerida: Usar como ilustração, mas explicar que Elias é exemplo de fé, oração e dependência de Deus, não um pentecostal no sentido histórico.
No andar de cima a gente vai resolver é com Supremo Tribunal Celestial
Doutrina: Oração, mediação de Cristo e trono da graça
Tensão: Metáfora jurídica pode soar transacional ou legalista
Correção sugerida: Usar 'trono da graça' ou 'casa do Pai', mantendo que Cristo intercede e Deus responde segundo sua vontade.
no lugar de cima há avivamento, no lugar de cima há ressurreição, no lugar de cima há milagre, no lugar de cima há transformação
Problema: O texto original não ensina que o andar de cima é um nível espiritual superior capaz de garantir milagres; é uma aplicação tipológica legítima, mas pode ser lida como hierarquia espiritual
Risco pastoral: Pode gerar culpa em quem está em crise, como se sua dor fosse sinal de estar no 'andar de baixo' ou de ter espiritualidade insuficiente
Sugestão: Dizer: 'Assim como Elias levou o menino ao lugar de oração, somos convidados a entregar a Deus o que nos mata, confiando na soberania dele, não no nosso nível espiritual.'
Deus o respondeu na primeira. Ele pediu na segunda, Deus ressuscita. Deus não respondeu na segunda. Ele orou pela terceira vez. Deus ressuscita. Deus respondeu só na terceira vez.
Problema: A transcrição está confusa e extrapola o texto: 1 Reis 17 não diz que Deus respondeu apenas na terceira oração
Risco pastoral: Pode criar expectativa de que milagres dependem de repetição exata ou de um número de orações
Sugestão: Dizer: 'Elias orou com perseverança, e Deus ouviu seu clamor. A Escritura não nos dá uma fórmula de quantas vezes orar, mas nos ensina a depender de Deus.'
Quem ora não tem tempo para reclamar
Problema: A oração bíblica inclui clamor, lamento e honestidade diante da dor
Risco pastoral: Pode silenciar sofrimentos legítimos e fazer o crente sentir que reclamar é pecado
Sugestão: Dizer: 'Quem ora transforma a reclamação em clamor. A fé não nega a dor; ela a apresenta diante de Deus.'
Ele tá testando a sua resiliência, a sua dependência dele
Problema: Nem toda dor ou demora na resposta é explicitamente um teste divino
Risco pastoral: Pode atribuir a Deus uma explicação que o texto não fornece e banalizar sofrimentos complexos
Sugestão: Dizer: 'Às vezes Deus permite que a espera fortaleça nossa dependência, mas a Escritura não afirma que toda dor seja teste; nem tudo tem explicação imediata.'
Você crê que ele pode pegar seus sonhos mortos e ressuscitá-los hoje?
Problema: A pergunta é pastoralmente válida, mas precisa ser acompanhada da soberania de Deus para não virar promessa automática
Risco pastoral: Pode ser lida como garantia de que sonhos serão ressuscitados se houver fé
Sugestão: Dizer: 'Deus pode ressuscitar sonhos, projetos e vidas, conforme sua soberania e sua palavra. Nossa fé se apoia nele, não na garantia de um resultado específico.'
Ele tá testando a sua resiliência, a sua dependência dele
Equilíbrio bíblico: Deus pode usar a espera para fortalecer a dependência, mas nem toda dor é teste; Jó, Paulo e Jesus mostram que sofrimento pode permanecer mistério sob a soberania de Deus
no andar de cima há milagre
Equilíbrio bíblico: Deus ouve e age segundo sua soberania e graça, não segundo um nível espiritual humano; a oração é confiança, não mérito
Quem ora não tem tempo para reclamar
Equilíbrio bíblico: A oração bíblica inclui lamento sincero, como nos Salmos; o objetivo não é reprimir a dor, mas apresentá-la a Deus
Você crê que ele pode pegar seus sonhos mortos e ressuscitá-los hoje?
Equilíbrio bíblico: Afirmar que Deus pode e quer fazer todas as coisas, sem garantir resultados específicos que a Escritura não promete
Correção da teologia da culpa automática
Você acha que Deus tem prazer em ver você sofrendo? Não, meu irmão.
Impacto: Ajuda a comunidade a não interpretar toda tragédia como punição divina, preservando a bondade e a graça de Deus
Centralidade de Cristo na aplicação
Nós temos alguém que intercede por nós à destra de Deus... Cristo entrou dentro da sua sepultura.
Impacto: Evita que Elias se torne mediador final e reconduz a esperança à obra de Cristo
Ênfase em graça e salvação como dom
Vocês estavam mortos em seus delitos e pecados, mas pela graça sois salvos. Isso não vem de vós. É dom de Deus.
Impacto: Reforça o evangelho sem obras, sem ritual e sem transação
Realismo pastoral diante do sofrimento
coisas ruins acontecem até na casa onde se tem um profeta
Impacto: Consola sem negar a dor e prepara os crentes para crises que não anulam a presença de Deus
Ausência de manipulação financeira ou ritual
O convite do Senhor Jesus hoje... é parar de segurar o que tá morto e colocar na minha mão
Impacto: A bênção não é condicionada a oferta, campanha ou evento, mantendo a liberdade da graça
Compare as dimensões nas barras abaixo. Valores maiores indicam melhor desempenho.
Fidelidade Bíblica
O texto-base de 1 Reis 17 é usado de forma central e respeitosa, com aplicação pastoral coerente. Há fidelidade ao apontar Cristo como intercessor e a graça como fundamento. Perdas ocorrem por referências numeradas erradas, extrapolações tipológicas e formulações sobre oração que não estão explicitamente no texto.
Hermenêutica
A hermenêutica é majoritariamente legítima dentro da tradição carismática: usa narrativa bíblica, aplicação exemplar e conexão cristológica. Porém, o 'andar de cima' como nível espiritual, a ideia de resposta apenas na terceira oração e a atribuição imprecisa de algumas referências pedem maior precisão exegética.
Precisão Teológica
Não há negação de doutrinas essenciais. O sermão mantém graça, salvação como dom, intercessão de Cristo, soberania divina e chamado ao arrependimento. As imprecisões são menores e não configuram heresia.
Compreensão Contextual
O pregador compreende bem o cenário de crise, a viúva, a morte do filho e a função narrativa de Elias. A aplicação tipológica é aceitável, mas pode perder nuance ao transformar o quarto de cima em categoria espiritual quase universal.
Aplicação Prática
Aplicações saudáveis: entregar a Deus, orar, não se condenar, confiar em Cristo. Porém, algumas frases podem gerar culpa, expectativa de milagre automático ou dificuldade com lamento. Precisa maior equilíbrio entre fé, sofrimento e soberania.
Clareza do Evangelho
Critério: sermão de edificação para crentes, não evangelístico completo. Avaliei coerência com o evangelho e conexão com Cristo. O sermão apresenta graça, morte espiritual, ressurreição, intercessão de Cristo e arrependimento. Não condiciona bênção a oferta, campanha ou ritual, portanto obscurece pouco o evangelho.
Risco de leitura imposta ao texto:
Quanto menor, melhor. Há algum eisegesis ou extrapolação, especialmente ao importar a ideia de 'andar de cima' como nível espiritual e ao detalhar a sequência da resposta divina. Não é eisegesis grave porque a aplicação permanece coerente com o texto e com a tradição tipológica.
Risco de conflito com doutrina essencial:
Risco baixo. Não há violação central de Nível 1, negação de doutrina essencial, manipulação transacional ou promessa garantida de prosperidade. A frase ambígua 'Deus tá morto' parece erro de transcrição ou interpelação sobre o menino, não asserção doutrinária.
Abra apenas a parte que deseja consultar.
Tema principal:
O 'andar de cima' como imagem de intercessão, dependência de Deus e restauração em Cristo
Tom pastoral:
Consolador, exortativo e de expectativa pela ação soberana de Deus
No andar de baixo, a culpa e a dor podem distorcer a visão de Deus e sufocar a fé
Suporte: A viúva atribui a morte do filho a um juízo divino por pecado, mas o pregador corrige essa leitura afirmando que Deus não é o problema, e sim a solução
Textos:
É preciso entregar a Deus aquilo que está morto e não conseguiríamos resolver
Suporte: Elias toma o menino da mãe e o leva ao quarto de cima, aplicando a imagem de entregar o peso morto a Deus
Textos:
O andar de cima é lugar de oração perseverante, não de murmuração
Suporte: Elias clama ao Senhor, e a aplicação insiste em oração, dependência e ausência de reclamação
Cristo é o mediador maior que intercede e traz vida ao que está morto
Suporte: O pregador conecta Elias a Cristo, citando Hebreus 7:25, Efésios 2 e a transfiguração
Uso Contextual
Texto-base usado corretamente como narrativa de dor, intercessão e ressurreição; a aplicação tipológica do 'andar de cima' como lugar de oração é legítima, desde que não se torne chave exclusiva do sentido original
Questões Exegéticas
Há extrapolação ao tratar o 'andar de cima' como nível espiritual superior e ao sugerir que Deus respondeu apenas na terceira oração; o texto diz que Elias orou três vezes e o Senhor ouviu, sem especificar demora ou condição
Leitura Sugerida
O quarto de cima é local físico onde Elias estava hospedado; a ênfase original é a oração do profeta, a compaixão de Deus e a soberania divina. A aplicação como intercessão é válida, mas deve ser explicitada como analogia, não como alegoria obrigatória.
Uso Contextual
Usado como exemplo de perseverança na oração, embora não esteja no texto-base
Questões Exegéticas
A aplicação é legítima, mas pode reforçar a ideia de que toda demora na resposta é teste ou falta de insistência
Leitura Sugerida
Use a narrativa como exemplo bíblico de oração perseverante, sem transformá-la em regra universal para todo sofrimento ou toda resposta não imediata.
Uso Contextual
Usado corretamente para apresentar Cristo como intercessor permanente
Leitura Sugerida
Mantém a conexão cristológica adequada: Elias é tipo menor, Cristo é o mediador definitivo.
Uso Contextual
O pregador cita a referência para falar do profeta maior que Moisés
Questões Exegéticas
A numeração está errada: Deuteronômio 18:22 trata da identificação de falso profeta; o conteúdo desejado corresponde a Deuteronômio 18:15-19
Leitura Sugerida
Corrigir para Deuteronômio 18:15-19, onde Deus promete levantar um profeta como Moisés.
Uso Contextual
Usado corretamente para falar de morte espiritual, graça e salvação como dom de Deus
Questões Exegéticas
A mistura de versículos sem numeração exata não compromete o conteúdo, mas poderia ser mais precisa
Leitura Sugerida
Citar Efésios 2:1-5 e 2:8-9 para distinguir claramente a condição de morte em pecado, a ressurreição em Cristo e a salvação pela graça mediante a fé.
Uso Contextual
Usado para apontar que a lei e os profetas testemunham de Cristo e que devemos ouvi-lo
Questões Exegéticas
A transcrição atribui a Elias a fala 'Ouça-no', quando no texto a voz é do Pai, mandando ouvir o Filho
Leitura Sugerida
Corrigir: na transfiguração, a voz divina diz 'Este é o meu Filho amado; a ele ouvi' (Mt 17:5).
Uso Contextual
Aplicação de perdão, não condenação e chamado à nova vida
Questões Exegéticas
Pode ser lido como ausência total de disciplina ou consequência, embora o contexto seja de graça
Leitura Sugerida
Manter a verdade de que não há condenação para os que estão em Cristo, sem negar a santificação, a disciplina amorosa de Deus e as consequências práticas do pecado.
Corrigir a referência de Deuteronômio 18:22 para Deuteronômio 18:15-19 ao falar do profeta maior que Moisés.
Evitar afirmar que Deus respondeu apenas na terceira oração; o texto diz que Elias orou três vezes e Deus ouviu, sem especificar demora.
Explicar que 'andar de cima' é aplicação tipológica, não nível espiritual que garante milagres.
Incluir o lamento bíblico como parte legítima da oração, evitando dizer que quem ora não reclama.
Manter a soberania de Deus ao falar de sonhos ressuscitados, para não transformar fé em garantia automática.
Corrigir a transfiguração: a voz que manda ouvir o Filho é do Pai, não de Elias.
Reforçar que graça e não condenação não eliminam disciplina, santificação e consequências práticas do pecado.
Resumo em uma frase:
Sermão carismático e pastoralmente sensível que aplica 1 Reis 17 à intercessão e restauração em Cristo, sem violações centrais de Nível 1, mas com extrapolações tipológicas e referências que pedem correção.
🤿
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