ADVEC
27 de setembro de 2026
1h 15min
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Nota deste sermão
70
de 100 pontos
A mensagem oferece uma exortação pastoralmente saudável sobre oração comunitária e submissão à vontade de Deus, mas precisa corrigir alguns usos eisegéticos de Gênesis 2:15, João 15:5, Salmo 91:15, Gênesis 46:1-4 e Oséias 2:14, além de moderar promessas de provisão e direção.
Critérios e notas consideram a tradição Pentecostal Assembleiana (Assembleia de Deus Vitória em Cristo)
Análise gerada por IA em 02 de outubro de 2026 · entenda a metodologia e os limites →
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dos corações temerosos, duvidosos muitas vezes de algumas questões da tua palavra e até questionando e duvidando, mas tu és aquele que está sempre ao nosso redor. Louvamos e glorificamos a ti. Se estamos de joelho, Senhor, é porque nós reconhecemos a tua glória, reconhecemos o teu poder. E ele está entranhado em nós a cada momento que nós vamos para a tua casa e ouvirmos a tua palavra e podemos até nos alimentar de uma maneira tão profunda. Fala, Senhor, aqueles corações que estão vazios nesta manhã para que eles possam entender o teu poder e a maneira que tu estás agindo em cada um de nós. Em nome de Jesus. Amém. Senhor Deus e Pai, pai amado e pai querido, em concordância com a oração que já foi feita, eu quero pedir perdão dos meus pecados, erro, faltas e falhas. Eu quero te agradecer por esta grande oportunidade nessa manhã de domingo, Senhor, estar aqui para poder te render graças, te bendizer, te enaltecer, porque o Senhor tem sido bom, a sua misericórdia dura para sempre. Sem o Senhor nós não podemos fazer nada. Ó Deus, a tua mão tem nos guiado, nos fortalecido, nos sustentado. Então, estamos aqui nesta manhã, Senhor querido, para pedir a tua proteção, a tua ajuda, o teu livramento, porque tu és o nosso pastor, tu és o nosso senhor, tu és o nosso advogado, tu és o nosso ajudador, tu és aquele que conhece-nos por dentro e por fora, como disse o teu filho na oração, nós somos necessitados de ti. a tua mão esteja conosco, nos guiando, nos conduzindo, que a tua palavra seja lâmpada para os nossos pés e luz para o nosso caminho. Que possamos trilhar um caminho de obediência, um caminho de dependência, que cada área da nossa vida esteja sendo governada por ti. Não deixa, Senhor, que a autossuficiência, que a arrogância, que a soberba, que a altivez tome conta das nossas vidas. Não, não, não. Que possamos nos humilhar na tua presença e reconhecer, Senhor, que sem ti nada podemos fazer. Estamos no ano, Senhor, da oração. É claro, Senhor querido, que é uma temática para nos lembrar que a oração não pode ser desprezada. que a oração não pode ser esquecida, que precisamos, Senhor querido, estar em todo tempo buscando a tua face, buscando a tua orientação, buscando sabedoria para tomar nossas decisões. Nos lembra, Senhor, que não temos uma vida compartimentada, ou seja, essa área, eu pergunto ao Senhor, mas essa área e essa área eu faço do meu jeito? Não, não. Que nós possamos, Senhor, ó Deus, ser um sacrifício vivo, santo, puro e agradável ao Senhor. Que a nossa vida seja um culto racional. Nos ajuda, Senhor. Toma aqueles que estão se dirigindo a este local. Livra de todo mal, de tudo aquilo que não provém da tua parte. Ajuda eles a chegar neste lugar. Ó Deus, dá força, dá graça, trabalha na mente, no coração, ó Deus querido, Deus amado, que todo levante caia por terra, que toda a fúria do adversário seja repreendida em nome de Jesus. Ó Deus querido, se alguém está desanimado, entristecido, angustiado, que o Senhor venha trazer paz ao coração. Se alguém está com algum problema de ordem financeira, que o Senhor venha trazer, Senhor, a provisão, como eu trouxe na casa da viúva de Sarépta. Ó Deus querido, tu és um Deus que muda a circunstância. Se alguém está com problema de enfermidade, que haja cura, Senhor, em nome de Jesus. visita essa pessoa que está doente ou familiar que está enfermo. Eu quero pedir saúde nesta manhã, ó Deus querido, Deus amado, continua nos ajudando. Toma a vida do nosso pastor presidente, ó Deus querido. Ajuda teu filho, sustenta ele. Eu sei que a pressão é grande, ó Deus. Nós não temos a menor ideia dos embates que os teu que o teu filho enfrenta. Nós vemos, Senhor, ó Deus querido, o exterior, mas tu vê o interior. Ajuda ele, dá força, dá graça. Ó Deus, toma a vida da sua esposa, pastora Elisete, ó Deus querido. Toma suas emoções, sustenta ela com mão forte, capacitando, ó Deus querido, a cada dia, ó Deus, toma a vida do pastor Silas Filho, a pastora Raquel, ó Deus, seus filhos, ó Deus, ajuda também cada pastor, pai querido, pai amado, ó Deus de filial, cada pastor auxiliar, tomos obreiras, as obreiras, os voluntários que estão aí trabalhando hoje, ó Deus querido, que estão sempre trabalhando, ó Deus, toma toda nossa nossa igreja, toma projetos. Senhor, eu quero te apresentar a nossa nação nessa manhã, Deus. Tu sabe que daqui a uma semana nós temos aí uma responsabilidade. Nos ajuda, Senhor. Visita cada canto desse Brasil, a região norte, nordeste, centro-oeste, ó Deus, suleste, onde estamos, ó Deus, nos dá consciência também. aqueles que estão fora do Brasil, que também estarão votando, nos dá uma consciência, Senhor, que venham, Senhor querido, ter entendimento, que não sejamos levados por paixão, que sejamos levados pela orientação do que estamos vendo, Senhor, principalmente nós cristãos, que não venhamos, Senhor querido, eleger, ou seja, escolher alguém que é contrário àquilo que nós acreditamos, porque senão, como diz o nosso pastor, a nossa Nossa oração é inóqua. O que adianta, Senhor, orar para um Brasil melhor se estamos escolhendo representantes que não querem, ó Pai querido, pai amado, obedecer os valores ou pelo menos ter um pouco de equilíbrio nas decisões, Senhor, em nome de Jesus, caia por terra toda opressão do mal que se levanta para trazer opressão à nossa nação. Nós precisamos de refrigério. Nós precisamos do teu socorro. Visita a igreja também nos quatro cantos dessa nação. Nos dá uma consciência, Senhor. Nos ensina a ser dependente de ti. Como diz segundo Crônicas 7:14, se o meu povo que se chama pelo meu nome se humilhar, orar, buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei do céu, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra. Deus nos ajuda, Senhor, toma no primeiro lugar da nossa vida. Toma a escola da palavra, toma o culto que será oferecido. Que o Senhor receba o nosso culto em nome de Jesus. >> Glória a Deus. Pai nosso que está nos céus, santificado seja o teu nome, venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dá hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores. Não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal. Porque teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Pai bondoso, Pai bendito, santo, glorioso, exaltado seja sempre o teu nome. Te agradecemos por tudo, Senhor, que tu tens feito em nossas vidas, pela semana abençoada. Quantos escapes, quantos livramentos o Senhor tem nos concedido, aqueles que aqueles que vimos, aqueles que também não presenciamos, mas, Senhor, a tua palavra diz que o teu anjo acampa ao redor daqueles que o temem e os livra. E o Senhor tem nos guardado, tem nos protegido, tem nos livrado de todos os males. E é por isso que vencemos mais uma semana. Chegamos no dia de hoje, denominado o primeiro dia da semana. Ó pai, tivemos uma noite de sono abençoada, uma noite tranquila, porque a tua palavra diz que nós deitamos, dormimos e acordamos, porque o Senhor nos sustentou. E nós somos gratos a ti, Senhor, pelo privilégio de acordar e poder estar na tua casa, buscando a tua face, oferecendo a ti o nosso louvor, a nossa gratidão por tudo que o Senhor tem feito por nós. Abençoa a vida de cada um dos teus filhos que presentes estão, aqueles que estão a caminho, traga na tua paz, livra de todos os males. aqueles que não poderão chegar aqui acometido de um mal, de uma enfermidade, de um problema que os impediu de chegarem, mas que esta causa, que este problema, ó Pai, que esta enfermidade seja curada, ó Deus, seja mudado e os teus filhos possam, Senhor, na próxima oportunidade estarem na tua casa, oferecendo a Ti louvor e a gratidão. Abençoa, Senhor, a vida do nosso pastor. Mais uma vez entregamos o nosso pastor em tuas mãos. Cuida, Senhor, da saúde física, Deus, >> saúde espiritual, saúde mental para estar, Senhor, à frente desta obra, nos embates desta vida, Senhor. O Senhor tem guardado, tem protegido, assim como a pastora Elisete, pastor Silas Filho, nosso pastor vice-presidente, pastor local, pastora Raquel, toma sua casa, sustenta cada dia mais também da saúde física, saúde espiritual, saúde mental, sabedoria cada dia mais para estar nos guiando, Senhor, no teu caminho, abençoando também os pastores das filiais, os demais pastores auxiliares, como já foi orado pelos obreiros, voluntários, aquele Senhor que incansavelmente estão, ó Deus, a dispor da tua obra. Que os teus filhos também sejam abençoados de uma forma gloriosa e especial. Visita os hospitais, aqueles que estão hospitalizados nos seus lares enfermos. Restaura cada dia mais. Abençoa a nossa nação. Mais uma vez entregamos sobre os teus cuidados. A tua palavra diz que feliz é a nação cujo Deus é o Senhor. E o Senhor é dono de tudo, porque foi o Senhor quem criou. A tua palavra diz que do Senhor é a terra, ó Deus, o mundo e todos aqueles que nele habitam. é do Senhor. Pai, continua nos abençoando. Abençoa o momento que estaremos estudando a tua palavra na EDP, o momento também do culto de celebração. Que tudo, Senhor, que vai ocorrer aqui nesta manhã seja para glória e louvor do teu nome. as vidas que entrarem aqui que ainda não te aceitaram como salvador, aqueles que estão afastados, que a tua palavra, os teus, os louvores possam falar profundamente no seu coração. E o que teu Espírito Santo, que a tua palavra diz que é ele que, ó Deus, faz a mudança no ser humano, ó Pai, convence do pecado, da justiça e do juízo. Venha falar os seus corações e no momento do convite, Senhor, eles venham te entregar as vidas a ti, aceitando como Senhor, retornando à tua presença. Oramos agradecidos por tudo em o nome de Jesus. Amém. Em alguns instantes vamos dar início aqui a nossa DP. que os >> Olá, queridos. Bom dia. Paz do Senhor para todos. Vamos ficar de pé. Vamos agradecer ao Senhor por este dia, né? Grande e soberano Deus, louvamos o teu nome, Senhor. Te adoramos, Senhor, por estar aqui na tua casa, Senhor. Te adoramos, ó Deus, pela tua grande salvação, Senhor, pelo teu amor incondicional por nós, Senhor. Muito obrigado por este dia, Senhor. Te louvamos por estar aqui na tua casa, na tua presença, para aprender aqui no teu santuário. Que tu possa, Deus, abençoar este dia, que esse dia seja um dia maravilhoso, Senhor, na tua presença. Enquanto estamos aqui, ó Deus, te adorando e te servindo, cuida, ó Deus, dos nossos familiares, dos nossos bens, dos nossos haveres, Senhor, daquilo, ó Deus, que deixamos, Senhor, nas tuas mãos, Senhor. Que possamos aqui, ó Deus, oferecer para ti um culto de louvor, um culto de adoração, Senhor, que seja memorável, Senhor. Que esta manhã fique marcada nas nossas vidas, Senhor. Que os ensinamentos obtidos aqui, Senhor, possam fazer parte, Senhor, da nossa vida. Nos guiar, Senhor, nos conduzir, ó Deus, para vivermos, Senhor, cada vez mais em santidade e justiça perante a tua face. Muito obrigado, Deus pela palavra que será ministrada, pelos louvores que serão entoados, por tudo, ó Deus, quanto iremos realizar aqui, Senhor, nesta manhã. Te agradecemos, ó Deus, por tudo, no nome soberano e poderoso de Jesus. Amém. Meus irmãos, nós estamos na lição 13. É a última lição lição desse trimestre, rapaz. O ano passa muito, muito rápido mesmo, né? mesmo, né? E hoje E hoje vamos falar sobre desenvolvendo uma cultura de oração. Eu tava pensando aqui naquela mentalidade de quinta série. Eu tava pensando aqui, o pastor eh determinou, olha gente, 15 minutos antes dos cultos, né? Um joelho, joelho. 15 minutos antes. E eu vi que tem alguns irmãos que estão cumprindo isso de maneira 15 minutos antes. É joelho, coxinha. Ada Ada 15 minutos antes de lá na cantina, né? Mas vamos lá, sem censura, sem censura, sem aborrecer ninguém. Lição 13. O nosso texto áureo está lá em Isaías, capítulo 56, versículo 7, e diz o seguinte: "Também os levarei ao meu santo monte. Os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos no meu altar, porque a minha casa será chamada casa de oração para todos os povos. O nosso texto bíblico básico se encontra em Atos 2:42 ao 44 e 6, os versículos 2, 4 e 7. Vamos lá, vamos juntos. e perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão e no partir do pão e nas orações. orações. Em cada alma temor e muitas maravilhas e sinais seamos apóstolos. >> Todos os que criam estavam juntos e tinham tudo em comum. diserados que não deixamos a palavra de Deus e >> Escolhei, pois, irmãos, dentre vós sete varões de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, aos quais constituamos sobre este importante negócio. >> Mas nós precisaremos a oração e o ministério da palavra >> todos juntos. E crescia a palavra de Deus. E em Jerusalém se multiplicava muito o número dos discípulos e grande parte dos sacerdotes obedecia a fé. Pode se sentar, por favor. Vamos eh aqui proceder na nossa no envio das nossas classes, classes de jovens jovens e de adolescentes lá no templo auxiliar, lá no 1191. as classes regulares de discipulado, discipulado um e dois, eh, vou falar vou falar discipulado um e dois, as classes de manuseando a Bíblia, eh, e também as classes especiais que nós temos de surdos e alfabetização através da Bíblia, estão funcionando hoje normalmente aqui no pré prédio anexo e aqui na sala do Una está ali pronto para receber vocês. Você que pela primeira vez e está vindo à igreja após se ter o seu encontro pessoal e transformador com o Senhor Jesus, quer conhecer um pouco mais sobre o caminho, quer conhecer um pouco mais sobre a igreja que você escolheu para eh viver a sua nova caminhada de festa? Ali o pastor Abraão ali nas na escada, né? Ele hoje Ele hoje está ali disfarçado de Beto Peira, né? Dos incríveis. Até a Julinha, filha dele, diz que ele parece, né? Olha a foto e vê: "Ah, papai, vê como como >> hoje é aniversário de Abraão." Parabéns, Abraão. Deus abençoe. Ninguém diz que ele tem essa idade, né, gente? Eu não sei que idade que é, eu não sei, mas ninguém diz. Eh, então, quem está vindo pela primeira vez, por favor, vai lá parabenizar o pastor Abraão. Vai lá comer o bolo lá vai ter bolo, vai ter velhinha, vai ter festa. Primeira vez, então você, novo crente, seja bem-vindo à nossa igreja e vai receber ali como do pessoal do Una ali o acolhimento, a recepção, as boas-vindas. Também nós temos a classe de novos membros na sala 309. Classe de novos membros na sala 309. novo membro é aquele que veio de uma outra comunidade de fé, de uma outra igreja, já tinha aceitado a Cristo como salvador, já era um cristão e que agora resolveu eh junto de nós aqui, aqui nessa igreja eh continuar a sua caminhada. Você que está vindo de outra igreja, então de outra denominação, que já foi recebido aqui, você pode ir na sala 309, vai encontrar lá o pessoal arrumado, eh, disposto para ensinar um pouco mais a você sobre a nossa igreja, né? Estrutura, funcionamento, divisão, como é que o que que é a DEVEC um pouco por dentro para você conhecer melhor o lugar que você escolheu para servir ao Senhor. Bom, vamos lá. Esperando a ter um pouco mais de deslocamento. Vamos bater nesse pessoal que tá chegando só 10 horas, né, gente? Bater no bom sentido, né? Bater no bom sentido, não é espancar violentamente, não, né? Não é agredir, não, né? Mas eu às vezes fico 10 horas, a gente sai aqui, aí tem um bocado de gente chegando ainda, né? Custa acordar um pouquinho mais cedo, né? Receber uma instrução poderosa da palavra de Deus. Vamos lá falar com os nossos irmãos. Irmãos, né? Vocês perderam, né? administração da da EDP tem sido sempre muito maravilhosa e hoje certamente não será diferente porque teremos aqui o homem que mudou São Gonçalo, que botou São Gonçalo no mapa do Brasil, o marido da Graciele, o querido da igreja da Devec, o nosso querido Ronald Gustavo, né, pastor Ronald Gustavo, por favor, É, honra é toda minha. Minha honra é toda minha. Quando quando me confundo é você o Ronald, não sou Ronaldo. É diferente, né? >> Graça e paz. Bom dia, meus irmãos. >> Amém. Que bom a gente poder estar aqui. Agradeço a Deus pela vida do pastor Silas, meu amigo pastor Silas Filho, pastor Ronaldo, toda a liderança da DP, todos os nossos irmãos e amigos que estão aqui, estão me assistindo nesse momento. A turma da mídia que tá vai me dar uma força, obrigado, meu amigo, vai me dar uma ajuda aqui na mídia. Hoje nós estamos na nossa última lição, essa lição importante, eh essa lição eh brilhantemente comentada pelo nosso querido pastor Jarmonte Jordão. É uma lição sobre oração, que é o tema da nossa igreja nesse ano. E durante 13 aí lições, nós aprendemos um pouco sobre oração, sobre a importância da oração. E hoje a gente vai falar sobre o como se fosse um fechamento, né, uma síntese. Pastor Jarmute aqui na última lição, ele vai fazer uma síntese. Ele fez um uma abordagem das 12 lições. Você que acompanhou toda a trajetória das 12 lições, você vai ver perceber que o pastor Jarmute vai fazer uma síntese, ele vai fazer um resumão agora de tudo e vai colocar aí na lição de número 13. Deixa eu passar aqui o slide pra frente aqui enquanto vou colocar aqui só nos objetivos das lições pra gente poder o slide aqui é mais para uma ajuda minha, né? pra gente poder fazer essa leitura. Objetivos da lição, compreender que uma cultura de oração vai além de reuniões específicas. Diz respeito a uma igreja cuja vida comunitária é moldada pela busca de Deus. identificar os principais obstáculos que se levantam contra a formação dessa cultura, especialmente no contexto da pós-modernidade. Isso é extremamente importante que o pastor Jarmut vai colocar aqui para nós e reconhecer os pilares necessários para que a oração se torne visível. Isso é interessante, se torne visível, constante e estruturante da vida da igreja local. Porque ainda que a oração seja do ponto de vista nós fazendo para Deus, a oração é uma forma abstrata do nosso contato com Deus, que ela não tem uma forma, mas esse modelo da gente dobrar o joelho aqui, 15 minutos, isso que que a gente tá fazendo? A gente tá colocando a oração como parte visível e constante da estrutura da igreja. A gente tá disciplinando o corpo a perceber, poxa, eu vou chegar no culto ali 15 minutos antes de uma oração. Exatamente isso aqui que o pastor Jarmute coloca como objetivos da lição, colocar de uma forma estruturante da vida local, que a igreja local venha perceber isso de maneira tangível e comportamental do ponto de vista de horário e e de toda uma estrutura que ela venha fazer parte da nossa vida. a nossa introdução. Tudo que tá aqui no slide, eu tô utilizando aí na na faz parte da revista. Uso os slide só para pra questão da facilidade. Ao longo desse trimestre, refletimos sobre dimensões da oração. Nessa lição final, porém, não trataremos apenas de sua prática, mas no desenvolvimento de uma cultura de oração na igreja. Abra a sua Bíblia, por gentileza, no livro de Gênesis, capítulo 2, verso 15. Vou destacar uma palavra importante que Deus vai falar para Adão. Gênesis 2:15. Gênesis capítulo 2, verso de número 15. Eu tô usando aqui como um bom assembleano a revista corrigida. Gênesis 2:15 diz assim, ó: "E tomou o Senhor Deus, o homem o pôs no jardim do Éden para lavrar e o guardar". Em algumas versões está assim: "E pôs no jardim do Éden para cultivar e guardar". A palavra cultura, ela vem exatamente daí. A palavra cultura no latim é colere, que é cultivar e cuidar. Quando o pastor Jarmute propõe desenvolvimento de uma cultura, cultura, ele tá dizendo exatamente isso. O que que é cultura? Essa palavra colere, cultivar. cultivar. Implantar uma cultura demora. O que que é o cultivo? Conversa com quem trabalha com terra, um lavrador. Ele vai dizer para que que você tá cultivando? Ah, tô cultivando milho, soja. É fácil. Ele vai falar: "Não, é difícil. Eu tenho que arar a terra. Eu tenho que tirar o empecílio, as pedras, tirar as ervas dainha. Eu tenho que pôr, abrir ali os sucos na terra, pôr as sementes. Tem que ter horário, pastor Ronaldo, tem que ter o clima correto. Então, quando você fala de cultivo de oração, cultura de oração, você tá dizendo de trabalho. Vai dar trabalho, irmão. Vai dar calo no joelho, bico de papagaio. a gente esquece, demora, mas vai crescer, vai dar fruto em nome de Jesus vai crescer e aquilo que era trabalhoso para nós vai se tornar prática. E o solo já não vai ter mais pedra, já vai tá pronto, que a próxima geração que vier já vai encontrar o solo preparado, porque a geração que veio já tirou toda a pedra do caminho. Então, a próxima geração só lança no solo. Então, a ideia de cultura, quando Deus fala para Adão, ele tá dizendo assim: "E lavrar a terra é cultiva, impõe uma cultura". Então, qualquer coisa que você ponha na sua vida, na igreja, nos seus relacionamentos, que envolva cultura, vai envolver trabalho. Leitura envolve cultura, comportamentos e oração, pastor Ronaldo, como disse o pastor Jarmute aqui, desenvolvimento de uma cultura. Então, nós como da DEVEC aqui, nós estamos fazendo eh uma implementação de uma cultura. Estamos lavrando a terra, mas com certeza o seu filho vai encontrar a terra que você arou e ele já não vai ter mais essa dificuldade. Ele vai dizer assim: "O meu pai arou e eu vi ele fazendo. Agora só vou manter a semente da oração plantada". Então, é exatamente isso que o pastor Jarmus tem propondo para nós. Vamos seguir aqui no nosso primeiro ponto. Tópico um diz: "Cultura de oração tem a ver com a dependência de Deus em tudo." Jesus ensina que assim como os ramos não vivem e nem frutificam desligados da videira, também nós nada podemos realizar separados dele. Esse é um dos textos assim extremamente bonitos. Quero abrir. Abre comigo lá João capítulo 15. Vidir os ramos, né? Esse é o texto aqui extremamente poderoso. São os versículos que eu brinco, que eu falo que os versículos do temor forte. Eu sou a videira verdadeira e vós as varas. Quem está em mim e eu neles dá muito fruto, porque sem mim nada podeis fazer. Rapaz, isso é muito forte. Então Jesus está dizendo exatamente isso, ó. Se você tiver em mim, se você tiver em mim, tudo vai dar certo, porque dele por ele aí ele sejam dado a todas as coisas. Mas se você tiver fora de mim, nada que você tente fazer, você vai conseguir, porque sem mim nada podeis fazer. Então, a cultura de oração tem a ver com dependência de Deus em tudo. Por isso que um dos nomes do de Deus do Antigo Testamento, dos 72 nomes, é o Jirê. Tem um livro, anota aí para você. Anota aí. Pega a caneta aí para você anotar. Vou te dar uma dica de literatura. Tem um livro do professor Edson. Edson. Edson Queiróis. Edson Queiróz é um hebraísta, trabalha na sociedade bíblica do Brasil. Ele tem um livro chamado Nome Teutônimos e Nome Sacra. Ele trabalha todos os nomes de Deus do Antigo Testamento. Eu preguei uma mensagem aqui em 2020, quando eu falo sobre Jeová Shalom. Eu aprendi a ideia do Jeová Shalom eh a partir de uma ideia que o professor Edson colocou lá. E nesse livro ele vai falar sobre como o o o nome Jirê foi desenvolvido na cultura judaica. É um livro maravilhoso. O pastor não tem dinheiro. Olha pro seu lado. Esse irmão vai te dar um de presente. Ele vai abençoar o teu ministério. Não, pastora Sônia, minha esposa é café com leite. Ela não vale. Ela tá fora. Ela tá fora. Gracielia tá fora. É outra história. história. Então, eh, ele vai falar sobre Gir. O, o Girê é é o nome que vai surgir exatamente na necessidade do povo, né? Por que que eu vou falar de dependência? Que que é o girê? É o Deus da providência, meu amigo. É o Deus da providência. Então, Deus da providência só se manifesta quando o povo precisa de quê? Providência. Então, quando nós cantamos canções aqui, o girê vai se manifestar. Você tá pedindo Deus, eu quero que o girê se manifeste. Para isso, você tem que passar escassez. Aí não tem glória, né? né? Porque o direito só se manifesta na escassez. Mas a graça do texto é exatamente isso. Se você passar escassez, ele é o seu gerê, ele é o Deus da providência. Como orou nosso irmão aqui, o nosso pastor tava orando aqui sobre a viúva de Sarepta. Então Jesus está ensinando exatamente assim. A cultura de oração tem tudo a ver com a dependência. Quanto mais dependentes formos de Deus, mais oramos. Então a oração é exatamente esse esse link absoluto com a eternidade. É você demonstrar que você é dependente do Pai. Tem muitas pessoas que, infelizmente, querem escapar dessa dependência achando que o dinheiro vai fazer ele não ser dependente de Deus. Tem muitas, não, pastor, se eu tiver dinheiro, eu resolvo tudo. Então, tem muita gente querendo até muita riqueza. Não é para ele ficar bem, é porque ele não tem essa ter essa dependência, essa questão do joelho dobrado. Então, e Deus é maravilhoso por causa disso, porque aonde tiver o seu coração, ali estará o teu tesouro. Então, tem pessoas que Deus, enquanto você não aprender a dependência, enquanto você não compreender que tudo que você e eu temos é Deus que dá, aí ele começa a dar só o pingadinho, o maná diário. Mas quando você entende que tudo que Deus te dá é ele que vem que tá na sua mão, é Deus que te dá. Então ele abre as janelas dos céus. Então quando você cria a dependência divina, Deus ele te leva para outros lugares. Moisés ele vê a sarça vê a sarça brilhando, pastor Silas, em Êxodo 3, mas a glória só em Êxodo 33. Demorou 30 capítulos para ele ver a glória. Porque ninguém vê a glória de primeira. tem que aprender devagarinho. Então, às vezes ele vai fazendo isso, cada vez mais ele vai te pondo dep quando você reconhece essa dependência, essa essa essa importância e você, poxa, eu preciso de fato, a oração precisa ser na minha vida essa essa ligação com Deus, essa importância de depender. Eu dependo dele. Você depende de Deus, irmãos? Vamos pro segundo ponto. 1.2, a cultura de oração e um olhar voltado para as coisas do alto. A cultura de oração devolve à igreja a consciência de que sua vida é governada por ele. Exatamente. É o primeiro ponto, segundo e a mesma ideia. Era de uma vida focada na eternidade. Abra a sua Bíblia. Gênesis capítulo 46. Gênesis Gênesis 46. 46. Eu Eu gosto muito desse texto. Gênesis 46 verso 1. Esse texto é esse texto foi vai pastor Alfredo, pastor Ricardo Galindo. Uma vez eu conversei com esse, com ele sobre esse texto, Gênesis 46, pastor Alfredo, tem uns amigos que sentam, deixa eu ver, pastor Wesley, tem uma turma, cara, que já conversei muito sobre esse tex, esse texto é maravilhoso. Gênesis 46. Jacó aí, qual a ideia do texto? Gênesis 46:1. 46:1. Jacó, ele recebe a notícia que José tá vivo. 13 anos ele não vê o garoto. Descobre que o menino é zona sul agora, mora no Leblon. Ele tá lá em Canaã, tá na vida seca. Ele sabe que o garoto dele tá bem, bem de vida. Ele quer ir embora, só que ele não pode largar a terra da promessa porque ele já manca de uma perna. Ele sabe que Deus que que o pai dele teve um relacionamento muito sério com Deus a respeito do cutelo lá da de Isaque. E Jacó já encontrou Deus com 97 anos. Ele manca. E ele lá no final do versículo 45 aí da sua Bíblia, olha aí no capítulo 45, no último verso, no verso 28, diz assim: "Israel disse: "Basta, ainda vive meu filho José e eu verei antes que eu morra". Então ele a dopamina lá no alto, não vou ver meu guri, vou largar isso aqui tudo e vou lá pro Leblon, vou lá pra zona sul. Eu meu filho tá bem a baça da vida. Chega no no 46, a dopamina cai porque ele tá mancando. O pastor Ronaldo, ele bota a mão lá no nervo ciático, que é o nervo Deus toca, né? Na juntura da costa, é o nervo ciático. Quando se o seu nervo ciático tiver doendo, é porque Deus te tocou. É, eu tô andando muito com o pastor Ronaldo, eu não resisto essas coisas. Então, o o Aí o que que acontece? Ele pai, ele vai parar em Berceba. Berceba é a última fronteira para ir pro Egito. E é de Dan Berceba. Quando ele para em Berceba, ele cai, ele fala: "Rapaz, eu não posso largar a terra da promessa, rapaz. Já tô mancando de uma perna. O Deus que eu trabalho é o Deus do cutelo. Para ele pegar o cutelo e cortar outra perna é fácil. Aí que que ele faz, ó? E partiu Israel com tudo que tinha. veio a Merced oferecer o sacrifício ao Deus do seu pai, Isaque, repara que é o Deus do seu pai, é o Deus do cutelo. Ó o termo plural, sacrifícios. Que que Jacó tá dizendo? Eu só posso ir pro Egito se Deus mandar. Eu amo meu filho, mas a minha filha não pode andar segundo a minha parentela. Minha vida anda segundo Deus. Isso é muito sério. Ele tá disposto a abrir mão da vida do filho se Deus dizer não, disser não. Então, deixa eu dizer uma coisa. Cultura de oração é compreender olhar pro alto. Quando você anda com Deus do cutelo, você entende que nada na sua vida é seu. Tudo é de Deus. Tudo que você faz é Deus que fala. Então, deixa eu te falar uma coisa. Fica tranquilo que o vento do espírito vai soprar e vai te dar direção para onde você deve ir. O eu e você caminhamos olhando pro alto e não paraa terra. Então a nossa vida é uma dimensão celestial e não terrena. Então, uma cultura de oração é olhar voltado para as coisas do alto. É qualquer dúvidas da vida perguntar a Deus, meu irmão, ele é vivo. Ele vai te responder exatamente na dúvida do teu coração. Sonho, visões através do pastor, através da palavra de alguém, de um sinal. Fica tranquilo que Deus vai te dar a orientação certa para onde você ir. Amém. ir. Amém. Cultura de oração envolve toda a agenda da igreja. Aí eu coloquei aí primeira Tessalonicenses 5:17, orai sem cessar. Ontem eu tive aqui o privilégio de estar aqui no trabalho aqui de intercessão liderado pela pastora Sônia, um trabalho maravilhoso ontem e fiz essa citação pequena ontem na mensagem aqui. Orai sem cessar. Paulo aqui, o apóstolo Paulo, ele não facilitou pra gente orar e sem cessar. Mas como é que faz isso? Paulo não disse quando termina e quando começa. Paulo tá dizendo assim: "Orai sem cessar". Ele não tá dizendo assim: "Não, você vai orar no quarto, não é orai sem cessar". A graça desse texto tá atrelado exatamente ao v rasgado. Porque os judeus iam ao templo até hoje lá em Jerusalém. Eu tive o privilégio na caravana do pastor e eu creio que na próxima você vai. >> Amém. Quem deu amém deu. Quem não deu vai ver você por foto no Instagram. Então é assim, lá lá lá lá em Jerusalém eles vão ao muro das lamentações, né? E eles ficam ali orando em movimentos pendulares e pêndulo, né? Naquela oração. Então eles vão lá para orar. Eles vão nessa nessa direção. Quando Cristo rasga o vé, quando Deus rasga o vé de alto a baixo, é é uma ideia exatamente que ele vai dizer pra mulher de Samaria quando ela pergunta: "Senhor, qual é o lugar correto do encontro com a eternidade? Aonde o ser divino mora? E qual é o horário que o ser divino nos atende? Porque vocês, judeus, é lá em Jerusalém a casa desse Deus. Nós compreendemos aqui no Jerizinho. Aí Jesus pegou a liturgia e rasgou. Jesus disse assim: "Não é lá nem aqui, é em qualquer lugar. Aonde tiver um coração adorador, o Pai vai estar junto com ele." >> Aleluia. >> Ele rasgou a liturgia. Então ele tá dizendo que esse encontro com Deus no nível de adoração e oração é em qualquer lugar, no seu quarto, no banheiro, no carro, no estacionamento, como eu falei ontem na ministração aqui, no banco, você e eu não precisamos mudar a roupa para falar com Deus. Tomando banho, você fala e Deus fala com você. Aonde tiver um adorador e um coração sincero, o céu vai est aberto para ouvir o seu clamor. Então, você e eu somos aquele que entendemos que a cultura de oração envolve em toda a agenda da igreja, ou seja, ela não tem um dia específico. Todos os departamentos oram, todos os níveis da igreja oram, do pastor ao obreiro, né, das irmãs, aos homens, das crianças, aos jovens. Então, a agenda de oração é toda e orar e sem cessar em todo tempo. Então, não existe um tempo certo para orar. O tempo para orar é todo dia e toda hora. Ainda que você não possa talvez dobrar o seu joelho, mas a nossa vida em tudo que a gente faz, a gente vai falando com Deus, né? Vai pro trabalho falando com Deus, porque Deus está com você, Deus está comigo. Eh, Deus está sobre mim e sobre você. Por exemplo, abra a sua Bíblia. Salmo 91. Eu falei esse texto aqui recentemente na Taquara. Salmo 91, verso 15. Salmo 911:15. Tô lendo a corrigida. Ele me invocará ali, eu lhe responderei. Estarei com ele na angústia, livrá-lo e eu e o glorificarei. Eu vou usar o termo a mesma coisa que eu fiz na Taquara. Eu vou fazer a interpretação aqui. A palavra invocar aí eu vou usar a interpretação em latim. Invocar em latim é invocar, pôr para dentro. dentro. Abre um aspo aí no sua na sua Bíblia, bota assim: invocarem, pôr para dentro. Então, se eu fizesse a interpretação a nível de latim, eu diria: "Ele me invocará". Ou seja, quando você põe Deus dentro, Deus te responde. Quando Deus está dentro de você, ele responde você. Aí o texto diz: "Estarei com ele na angústia". Deus não disse: "Eu vou tirar você da angústia". Ele vai estar com você aonde? Na angústia. Então, a oração envolve toda a agenda da igreja. Exatamente isso. Deus, ele está com você todos os dias, na angústia ou fora dela, em todo momento. Deus tá sempre ouvindo o nosso clamor. >> Os ouvidos dele estão sempre inclinados. Amém. >> Vamos seguir. 1.3, 1.4, melhor dizendo. A cultura de oração afeta todas as áreas da vida. Todas as áreas da vida. Paulo ensina que não devemos viver inquietos antes devemos apresentar a ele todas as nossas petições. Exatamente. Todas as nossas petições é pó diante de Deus. É exatamente o que o salmista vai dizer. Entrega o teu caminho ao Senhor. Confia nele, mas em tudo fará. ou como diz na Bíblia, a mensagem Eugri Peterson, envie a sua vida ao Senhor como um pacote. Envie, embalar, embale e mande pelo correio. Entregue o teu caminho. Por isso a ideia de entregar. Eini Peterson faz a paráfrase, não é uma uma tradução. Ele fala assim: "Envie como pacote a sua vida. Pega tudo na sua vida, põe dentro de uma caixa, põe um laço e fala assim para Deus. Toma aleluia! E o mais ele fará. Aleluia! Então Paulo ensina que a gente não deve ficar inquiet antes devemos apresentar ele todas as nossas petições. É tudo. Põe tudo na mesa, joga as cartas, põe lá seus desafios, seus medos, dramas, traumas, angústias. Por isso que ontem eu falei da oração do Pai Nosso. Eu ministrei aqui ontem sobre o Pai Nosso, fiz uma reflexão pequena, curta, que Cristo nos ensina a chamar Deus de Pai. Ainda que Deus tenha tantos nomes no Antigo Testamento, mas é pai, é o grande nome de Deus no Novo Testamento. E Jesus nos ensina a chamar Deus de pai antes na cruz do Calvário. Jesus insere os discípulos na comunidade fraterna fraterna como filhos e irmãos antes da cruz, antes do sangue. Jesus está nos colocando diante do Pai como filhos. Então, a nossa oração a Deus é uma oração de filhos e não de líderes religiosos. Por isso que quando você ora a Deus, você não tem que orar com a armadura da religião, mas com a armadura de filho. Porque o pai conhece o filho e o filho conhece o pai. Quando o filho fala pro pai as suas debilidades e necessidades, o pai não vai rir, o pai vai ouvir. Seu filho tem um problema. Pai, eu quero falar algo sério com o senhor. Se você vai fechar a porta do quarto, você vai ouvir. Assim é Deus. Deus quer oração, a a as nossas orações para ele em todos os níveis. Senhor, guarda meu trabalho, toma minha vida, toma minha filha, toma minha família, Senhor, tira meus traumas, meus medos, minhas angústias. Por isso que o Pai Nosso trabalha com três tempos. Ele trabalha com presente, passado e futuro. Senhor, que o pão nosso presente, o passado perdoa as nossas dívidas e não nos deixes cair presente, passado e futuro. A oração é exatamente isso. Senhor, toma conta de hoje, Pai. me liberta do meu passado maligno, Senhor, e abençoe o meu futuro para que a vitória seja nossa. >> A oração, exatamente Deus quer isso, as nossas minúcias da vida, a nossa dependência, por exemplo, eu tenho visto, pastor Silas, filho, eu tava antigamente as pessoas que pastor Ronaldo antes de sair aí de casa ali o horóscopo, não é? Aí, pô, Vênus tá na linha de Plutão, Plutão, né? Exatamente. Aí, povênus está nem de Plutão. Eh, não saia com roupa amarela, né? Tem um negócio desse. Hoje eu tava lendo uma matéria, hoje não tem um tempo, que as pessoas agora estão usando chamado horóscopo online pela IA. A pessoa vai na Iá, você não vai fazer isso em casa, não. A poder no sangue, hein? Em nome de Jesus, hein? E, e, e assim, tão falando para irá se pode sair, não, se é um bom dia para sair. Esse é o nível que o ser humano tá. O ser humano, desde quando rompeu com Deus, ele tem a necessidade de ter um pastor, de ter alguém para guiá-lo. Por isso que Deus se revelou em Cristo e ele disse: "Pode falar comigo que eu vou guiar vocês". Então, a cultura de oração, ela afeta todas as áreas da nossa vida. Tudo que você for fazer, fale com Deus e Deus vai te responder. Você crê nisso? A Andre Mury vai dizer: "Observa que quando a convicção da eficácia da oração se estabelece no coração, a vida se torna de fato uma vida de oração." Ou seja, ela ela acaba sendo inserida, ela acaba fazendo parte. E é como ar que a gente respira. É de uma maneira muito natural. Os desafios da pós-modernidade e a cultura de oração. Isso é um desafio. Isso é um desafio grande. A cultura de oração não floresce espiritualidade privatizada. Exige povo, pertencimento, mutualidade e vida compartilhada. Abra em Atos 2:42, por gentileza, a estrutura, a estrutura da igreja. Aí são os pilares da igreja, né, que a gente chama os os pilares, os marcos, eh, que a igreja vai fazer. Você vai ver exatamente quatro quatro pilares aí perseveravam na doutrina dos apóstolos. Bíblia, comunhão, cominonia, partir do pão, eucaristia, ceia e nas orações. orações. Então aqui ele tá colocando exatamente a estrutura da igreja. A igreja, se ela tiver, se ela tiver doutrina e não tiver comunhão, é curso. Igreja só com ensino, sem comunhão, é curso. Igreja só com comunhão, sem ensino, é recreio. Igreja tem que ter doutrina e comunhão. Tem que ter Bíblia, mas também tem que ter daqui a pouco alguém vai pagar o seu almoço. Tem glória a Deus. Aí, irmãos. Eu senti um calor no estômago. Aleluia. E o partir do pão é a ceia, é o memorial, é aquilo que a gente mentaliza, mentaliza, é aquilo que faz a gente lembrar da importância do sacrifício do Senhor. Como nós estamos na escola da palavra, eu posso dizer, por que que nós cultuamos domingo? Se tem uma pergunta que chega sempre no meu Instagram, é essa, pastor, por que que a gente vai pra igreja domingo? Vamos lá. O mundo antigo, o primeiro mundo que Deus cria começa domingo. No princípio criou Deus os céus e a terra. Que dia que era? Domingo. Porque no sétimo ele vai descansar. É sábado. Então o mundo do Antigo Testamento é domingo. E o mundo do Novo Testamento começa domingo. O novo mundo começou domingo. Jesus ressuscitou domingo. Se o mundo de Adão era causa e desordem, no mundo de Jesus é ressurreição e vida. Aleluia! >> É o novo Adão é ressurreição e vida. Atos 2 foi domingo. Dia de Pentecoste foi domingo. Domingo pentecostal. Quem sabe hoje, nesse domingo, o céu vai abrir, o fogo desce e nós seremos cheios do Espírito Santo. Você pode aplaudir Jesus essa manhã? Por isso que a gente vem a igreja domingo, porque domingo é um dia extremamente importante no texto sagrado. E a a Bíblia tá recheada de versículos. Primeira Coríntios 16, Paulo vai falar lá no primeiro dia da semana, quando fui a ter voz e for fazer a coleta, a igreja já se reunia domingo sempre a partir dessa perspectiva. Então, quando o desafio individualismo e da autonomia, o que Cristo tá dizendo para nós aqui através da narrativa de Lucas, o seu ensinamento, é que perseverava na doutrina dos apóstolos, comunhão partindo o pão nas orações. As orações fazem parte da igreja como um dos pilares, mas ela tá atrelada a doutrina, bíblia, ensino, como nós estamos fazendo aqui, ó, pedagogia, sentar para ouvir, estudar o texto, a questão do beriano, não é? Na comunhão e no partir do pão. Por isso a importância, a ceia é importante como a gente faz aqui. E a cultura de oração, ela não floresce em espiritualidade privatizada. Anota aí um termo para você estudar. Anota aí. Nós estamos na pós-modernidade. A próxima é hipermodernidade. Anota aí, escreve aí na sua, no seu bloquinho aí de do Google. estuda hipermodernidade, é a próxima modernidade, pós-modernidade, agora é hipermodernidade. A gente já tá, os filósofos já estão trabalhando o o qual é o conceito da hipermodernidade, pastor Ronaldo, que é um professor universitário, já deve est até falando muito isso, é é um conceito extremamente individualista. Se recentemente eu vi uma academia americana e chinesa lá no na China, nos Estados Unidos. Colocando baia, pastor Silas, baia na na nas esteiras de corrida, baia, para que a pessoa não pudesse olhar pro lado, para que ela pudesse correr só olhando pra frente, sem se incomodar com ninguém, colocando bai. Um negócio assim, é um negócio é absurdo. Carros autônomos, o Tesla, né, que não precisa de um motorista Uber, né, Tesla, ela uma pessoa entra no carro e não tem motorista, ela tem um carro só para ela. O que que é isso? Isso é um conceito. Isso é um conceito já do que o ser humano quer. Cada vez espaços mais individuais. Igreja é gente. Pastor não gosta de gente, não vem pra igreja, filho. Aqui você abraça todo mundo, aperta a mão de todo mundo, todo mundo fala com você e pensa num povo que termina culto e não vai para casa. Ontem eu fiz aqui, né? Ah, terminou aqui. Eu falei com a pastora Sônia, terminou. E as irmã vieram aqui, tiraram foto, cantaram, entregaram revelação, oraram por outro, ficaram um monte de gente ali comendo. O que que é isso? Isso é igreja, irmão. Igreja é vida. Igreja é relacionamento. Igreja é cura. Aleluia. É na igreja que eu vejo que o meu problema é muito menor diante do problema do meu irmão, que ele tem um problema maior, mas ele tá dando mais glória a Deus do que eu. Enquanto eu tô reclamando, tem gente aqui passando bem pior, mas tá aqui dizendo: "Deus é bom. Deus é maravilhoso, Deus é bondoso, Deus é eterno, Deus é glorioso. É na igreja que a gente aprende isso. Então, o desafio é exatamente isso. A oração é exatamente isso. É esse desafio. Vamos seguir. O desafio do pragmatismo e do utilitarismo é uma cultura orientada por eficiência, resultado, funcionalidade. A oração corre risco de ser tratada como instrumento. Exatamente isso. como um mero instrumento de ajuste, como se fosse um parafuso, algo apertar. Deixa eu te contar um segredo. Quando você diz, "Seja feita a tua vontade", eu preguei aqui uma mensagem. Esse ano, 18 de janeiro, eu preguei aqui domingo, falei sobre João 3:16, o evangelho do Evangelho, tem no YouTube e eu falei sobre o desafio da igreja de alguns cristãos, não de todos, é claro, de compreender que fato de Deus ser vivo, ele tem uma vontade. E às vezes a vontade dele não é a sua e a minha vontade. Às vezes o que você quer vai bater de frente com o que ele quer. Então vai ser bater ali. E tem pessoas que oram a Deus: "Senhor, eu quero a porta amarela". Aí Deus, maravilha, mas eu vou te dar roxa. Não tem nada a ver com a sua fé ou com a minha. minha. Não tem a ver com a sua busca ou com a minha. Não é que você e eu oramos errado. É porque a vontade que Deus queria para você e para mim era diferente da nossa. Jesus quando dobra o joelho no Getsêmane e Jesus conhecia o caminho, Jesus, se for possível para de mim teu cálice. Que que Jesus está nos dizendo? Que no fim sempre prevalece a vontade do Pai, porque ele é vivo. Então o desafio do pragmatismo hoje é que algumas pessoas falam assim: "Não, fulano tem uma oração forte e quando ele ora acontece". Isso é muito perigoso. É você atrelar isso aí a uma ideia de instrumento. Se oração não, pastor, fulano tem oração forte. Então o que que é oração forte? É a que grita e a que fala forte. Porque Ana não falou nada. E Deus respondeu. Qual foi a oração de Daniel na cova? A gente não sabe, mas Deus enviou um anjo. Aleluia. Oração forte. A oração verdadeira é aquela oração que compreende: "Seja feita a tua vontade assim na terra como no céu." É compreender que a cultura de oração é para uma vida e não para uma uma manipulação do divino, para uma barganha, fazer uma troca. Exatamente o que Mica vai fazer lá em Juízes 17. Ele vai, ele vai comprar um sacerdote, vai contratar um cara e ele vai falar assim: "Agora Deus vai fazer o que eu quero". O texto é maravilhoso. Lê em casa. Anota aí, ó. Juízes 17:1, leu os dois capítulos, ele contrata um cara pastor, ele fala assim: "Não, agora Deus vai fazer o que eu quero no final vai ser roubado os o vai ser tudo roubado da casa dele. Ele vai perder o sacerdote, vai perder o Éford, vai perder tudo." E ele fala assim: "Cabou tudo, porque tem pessoas que acham que podem, irmãos, seja feita a vontade dele, porque a vontade dele é boa, perfeita e agradável". Aleluia. Então, a o desafio do pragmatismo é exatamente isso, é o resultado de funcionalidade da oração, cor risco de ser tratada como instrumento. Não vamos ali que ele porou, irmãos, tem a ver com a vontade de Deus. Não existe. Eu sempre falo isso. Se tem uma oração sincera de um pai desempregado, de uma mãe que tá passando necessidade com garoto, um menino, uma criança, criança, um pai que precisa de um emprego, uma mãe que tá desesperado porque seu filho tá nas drogas. Oração extremamente sincera. Oração de uma mãe, de uma esposa, de um marido que enfrenta uma doença, uma enfermidade, não tem oração mais sincera do que essa. É uma oração extremamente sincera. Mas se Deus não der, que que a gente faz? E aí, como é que a gente faz? Para onde nós iremos, Senhor? Se só tu tens, >> aleluia, para quem nós iremos se só tu tens a palavra de vida eterna? Então, fica tranquilo que tudo que acontece na sua vida e na minha não é o diabo que faz, é Deus que tá no controle de todas as coisas. as coisas. Descansa o seu coração. Descansa o seu coração. Não fique desesperado por algumas coisas que você escuta e por alguma coisa que você assiste. O desafio das distrações e o da sobrecarga de informações. Nunca foi tão fácil acessar informação e talvez nunca tenha sido tão difícil sustentar o silêncio e foco da interioridade. Existe uma coisa que eu já falei aqui algumas vezes. Cansei de falar isso aqui, mas é sempre bom a gente falar, como o pastor Sila sempre nos ensina, a pedagogia, a repetição é pedagógica. Existe um termo chamado lexo divino, a capacidade de esvaziar mente e ler o texto. Você tem que esvaziar sua mente para você dobrar o seu joelho, sabe? Dobrar o seu joelho. Pastor, o senhor falou que pode orar em qualquer lugar, sim. Mas existem momentos que você tem que ter um encontro com Deus. Aquele dia que você precisa se encontrar com o pai, isso é esvaziamente. Por que que antigamente as pessoas iam, vou te explicar, no texto de Osés, ele diz assim: "E eu atrairei o deserto e lá falarei contigo". Por que que a maioria das vezes que Deus queria falar, ele levava pro deserto? Porque na cidade tem muito barulho, mas no deserto só escuta a voz dele. >> Então, às vezes, quando a gente não escuta na cidade, Deus nos leva pro deserto, deserto, porque lá no deserto ninguém fala, só ele fala e você escuta. >> Então, às vezes Deus quer nos falar algo e a gente não presta atenção que a gente tá tão envolvido com Instagram, informações. É, Deus não vai me ouvir não, meu filho. Vou enviar um mistério para você aí, ó. um deserto. Vou enviar um negócio para você, para você me escutar. Por exemplo, abre a sua Bíblia aí. Ontem as irmãs que quem tava ontem aqui à noite aqui, ali, as irmãs que oram já vão saber o que que eu vou falar. Jonas capítulo 1, verso 1. Foi o texto que as irmãs mais falaram comigo ontem. Pastor, aquela de Jonas, pastor, abre aí livro do profeta Jonas. Ele é vizinho de Miqueias, mora do lado de Miqueias aí. Mas tá aí na Bíblia aí, irmão. Fui eu fui uma vez, pastor, pastor C, eu fui, eu fui, eu lembrei aqui, eu fui dar aula, eh, fui dar aula uma vez na época do Betel brasileiro, eu fui dar aula. Aí o menino, eu lembrei disso agora, eu tô um diário para lançar a nota das provas, né? Aí né? Aí ó o cabôclo, pastor Ronaldo. Aí eu tinha esquecido as provas em casa. Eh, e eu falei assim: "Olha, eu quero pedir as notas a vocês e lançar aqui no diário aqui para eu poder lançar as notas do diário. Tinha dado prova de Romanos, introdução a Romanos para eu lançar prova de Aí um cabouco" falou assim: "Não, pastor, nós tiramos oito". Eu falei: "Pô, mas a prova individual meu filho, que nós não. Eu quando eu falo nós, pastor, eu e o Espírito Santo, eu falei: "Pera pera aí, você tá falando que o Espírito Santo tirou oito em Romanos." Romanos." Falei: "Você tá de brincadeira comigo, né, meu filho?" Aquela coisa não. Nós fomos lá, né? Ele usou nós, eu falei nós que eu e o Espírito Santo. Falei misericórdia. Lembrei disso aqui por causa do do texto de Jonas, cara, que foi o um dos temas que a gente falou. Por exemplo, Jonas capítulo primeiro, aí no verso primeiro, você vai ver que e Jonas é alguém que Deus chama, ele toma decisões e não fala com Deus. Ele é um homem que não gosta de orar. Jonas não gosta de orar. Todo capítulo um de Jonas não tem uma linha de oração de Jonas orando. Quem ora são os marinheiros. Eles que oram, Jonas não. No verso de número, número, no verso de número, por exemplo, lê comigo, ó, no verso 14, os marieiros vão falar assim: "E clamaram ao Senhor. Eles clamam ao Senhor. Senhor, nos ajuda, nos ajuda aí, porque estamos aqui com problema, estamos perecendo por causa da vida desse homem. Os marinheiros estão clamando todo capítulo primeiro aí, inclusive os marinheiros pedem a a a Jonas que ele venha orar. Verso de número seis. O mestre do navio chegou e disse assim: "Por que tens dormente? Levanta-te e invoca o teu Deus." O marinheiro deu numa exortação. "Rapaz, tu vai orar, pá. Tu dorme no barco, não ora, levanta e não ora." Jonas não ora em momento nenhum. Aí, pastor Silas, olha o verso primeiro do capítulo dois aí. Leê comigo aí, ó. Capítulo 2, verso 1. Jonas aí, ó. Orou Jonas ao Senhor Deus aonde? Aonde? Aonde? >> Aonde, irmãos? >> Do ventre do peixe. Se o lado de fora do peixe fede, imagina dentro. Que que é isso, pastor? Que tem gente que quando tá do lado de fora não ora, mas quando tá na entranha da tribulação quer orar. quer orar. Que que Deus está dizendo assim? Ou você ora e aprende a encontrar lugar de silêncio no meio da cidade, ou eu vou te levar para um lugar de silêncio aonde você vai ouvir minha voz. >> O desafio das distrações da sobrecarga de informações é essa. A gente quer orar com o celular do lado, com a televisão ligada. Irmão, tem que ter um tem que ter algum um um momento na sua vida. Ah, pastor, é muito difícil. Eu sei que é, mas é o desafio. Vamos seguir. 2.4. O desafio da falta de paciência e do imediatismo. Aí eu coloquei ali o o texto de Jacó quando diz assim: "E partiu Israel com tudo o que tinha e vinho a Berceba e ofereceu sacrifício ao Deus do seu pai Isaque." Eu queria pegar o verso dois, por isso que eu coloquei o texto para lembrar que eu já tinha falado lá no início. E falou Deus a Israel em visões de noite e disse: Jacó, Jacó, ele disse: "Eis-me aqui". Jacó oferece sacrifícios e Deus não responde. Mas o texto diz: "E Deus falou em visões de noite". Ou seja, Jacó passou assim, ele ficou o dia inteiro na churrasqueira do altar abanando para fazer fogo e ele e Deus vai falar: "Não, e Deus não falou". Mas à noite, quando a a fogueira do altar apagou e ele foi dormir, Deus falou: "Isso aqui é maravilhoso. A o a nossa vida tá tão atrelada em informação, chama o Uber, demora 3 minutos, você quer dar quatro estrela pro cara". pro cara". O iFood demora, é ruim o lanche. O Wi-Fi não conecta, o Wi-Fi deu uma estabilizada, não para cobrar conta, eles são rápidos. E o pessoal reclama de deu não deu uma conexão, a coisa não carregou, demorou um pouquinho, a gente reclama. A nossa vida tá muito atrelada, informação rápida. A nossa vida é Wi-Fi, mas a oração é sarça. Demora, não é do dia paraa noite. Demora a acender, mas acende. O fogo desce, Deus se revela, Deus fala. Aleluia. Mas demora, não é do dia paraa noite. Então a oração ela tem que ter paciência. Paciência tem que ser assim com calma, de maneira paulatina. Pilares para construir uma cultura de oração. E entramos aqui na reta final dos nossos tópicos. tópicos. A liderança que modela e prioriza. O autor de Hebreus exorta: "Lembrai-vos dos vossos pastores e da fé dos quais imitai, atentando para sua maneira de viver. Há um pedagogia silenciosa no exemplo. Você quer que seu filho ore? Deixa a porta do teu quarto aberta e deixa ele ver você de joelho. >> Deixa ele ver você de joelho. Ora antes das refeições. Criança, ela ela ela é acostumada na doutrina da repetição. Ela vai fazer o que o adulto faz. Você quer que ele ore? Mostra para ele que tá orando. Deixa ele perceber que você levanta de madrugada para orar. O jeito que você ora. Daqui a pouco você vai ter ele lá do seu lado e ele vai orar junto com você. Exat a liderança. Exatamente isso é o que o pastor Silas faz aqui com a gente orando. Déver e Alexander afirmam que pela maneira como um pastor conduz o tempo de oração pública, ele ensina a igreja a orar bem ou mal ou não orar. Por isso que nós oramos aqui 15 minutos antes dos cultos. cultos. para dar um modelo, um exemplo, uma pedagogia, uma cultura. Não, meu pastor tá lá, é a esp a pastora, a liderança, os pastores sentam, os obreiros, aquela irmã. Então, e existe uma cultura, ele tá mostrando a partir de um exemplo. Por isso que o pastor Jarmute aqui no 3.2, ele diz: "O ensino consistente inspirador sobre oração." A cultura de oração não se estabelece apenas por imitação, mas ela exige também uma formação bíblica. Através do texto sagrado, você percebe que Jesus era um homem de muita oração. Moisés, todos os grandes homens, Elias, todos os profetas, o apóstolo Pedro, apóstolo Paulo, todos eles, eles tinham um exemplo, como nós lemos aqui em Atos 2:42 2:42 sobre perseveravam na doutrina dos apóstolos, na comunhão, no partido do pão e nas orações. Ou seja, faz parte, tá atrelado ao texto bíblico. Você olha pra Bíblia, você vê a oração. Você olha o texto sagrado e existe um ensino da pedagogia da oração. 3.3. Oportunidades e diversificadas para oração. A cultura de oração também requere espaço concreto para ser praticado. Isso aqui é a ideia de concreto que o pastor Jarmut quis propor. É se qual é o lugar da sua casa onde você dobra o joelho e você sabe, eu preciso chegar lá para falar com Deus. Ainda que eh tem que ter na nossa mente um lugar específico que você sinta a saudade daquele lugar. Então eu dobro o joelho lá e Deus lá fala comigo e lá a graça de Deus é revelada. Tem que ter esse lugar na sua mente, mas também no espaço concreto, seja na sua sala. Ah, pastor, eu moro de favor, eu não tenho lugar. Mas você sempre, sempre aquele lugar, aquele momento você vai tomar um banho, vai no banheiro, tem lá um lugar no seu trabalho, no vestiário, tem que ter algum lugar que você se sinta confortável em você dobrar o joelho e encontrar Deus lá. Tem que ter esse lugar concreto da oração, esse esse lugar específico da oração para nós, pra gente poder ter esse encontro com a eternidade. E o nosso último ponto aqui, antes de ir paraa conclusão, remoção de obstáculos e perseverança comunitária. Orar é batalhar contra oposições. Somente quando a igreja persevera em oração, a comunidade se torna influência em seu meio, em vez de serem influenciadas por ele. Eu creio no poder da oração. Você crê nisso? >> Eu creio que Deus através das nas nossas orações, tem mexido nessa nação. E assim, eu posso até até um pensamento um pouco infantil de alguns, mas quando eu olho pro Rio de Janeiro do jeito que tá, eu falei isso lá em São Paulo, em uma igreja, eu falei assim para para um pastor, ele falou: "Rona, de um Rio de Janeiro tá muito violento." Falei: "Mas era para ter pior, era para est bem pior". Ele: "Por que que não tá?" Porque tem uma igreja que ora. Você não tem uma igreja naquelas comunidades orando, aquilos ali já era muito pior. Mas a igreja tem orado e Deus tem dado livramento a muita gente nessa cidade. O sal aqui nessa cidade é muito forte. Há uma cultura de oração aqui na nós aqui do Rio de Janeiro somos muito muito conhecidos por isso. Tá lá uma igreja que ora, uma igreja que tem profeta, tem revelação. Porque muita gente quando nos estados que eu viajo pergunto isso. Por que que o Rio de Janeiro é assim? Por que que é Baixada e assim? Eu falei, vive num ambiente de violência que a gente não vive lá. tenta viver naquela cidade sem oração para ver como é que é. Então o reflexo da vida que nós temos, ou seja, o mundo lá fora nos oprime, mas a oração faz a gente vencer. Por isso que nós estamos de pé. Você pode aplaudir Jesus nessa manhã? Aleluia. Aleluia. Vamos ler lá comigo lá a conclusão pra gente encerrar essa essa trimestre maravilhoso sobre oração. Ao longo dessa lição, dessa lição, vimos que desenvolver uma cultura de oração é mais do que fortalecer uma prática devocional. é responder ao chamado de Deus para sua casa e volte a ser a casa de oração. Vimos também que isso exige visão espiritual, discernimento, intencionalidade pastoral. A oração não pode permanecer à margem da igreja, precisa voltar ao centro e tornar-se elemento estruturante de sua existência. Quero aqui agradecer a Deus pelo privilégio, parabenizar o meu querido pastor Jarmut por essa brilhante lição que ele comentou e que a partir disso, irmãos, a gente continue colocando em vida e prática a oração. Estude a lição, mesmo que depois do trimestre, porque vale muito a pena. E com certeza continue arando a terra na sua casa, porque os seus filhos vão continuar plantando a semente de oração que você ará essa terra. Que Deus abençoe a sua vida em nome de Jesus. Obrigado, meu chefe. Glória a Deus. Trimestre muito abençoado, um trimestre que fala de um assunto vital para nossa saúde espiritual. Irmãos, a cultura de oração ela é extraordinária, porque na cultura de oração se realiza o maior desejo de Deus. Deus. Na cultura de oração, não é nenhum momento, mas na cultura de oração, na prática, na constância de oração, se realiza o maior desejo de Deus, que é relacionamento, só através da oração. Que Deus nos abençoe e que eu e você possamos valorizar cada vez mais a cultura de oração. Em alguns minutos nós daremos início aqui ao nosso culto de celebração dessa manhã.
“Tudo que acontece na sua vida e na minha não é o diabo que faz, é Deus que tá no controle de todas as coisas”.
Doutrina: Providência divina, sofrimento e responsabilidade moral.
Tensão: A soberania de Deus é uma afirmação bíblica, mas a frase pode ser ouvida como se Deus fosse o autor moral direto de todo mal, violência ou tragédia.
Correção sugerida: Afirmar que Deus permanece soberano e pode permitir o sofrimento, sem atribuir a ele a prática do mal nem presumir a causa específica de cada acontecimento.
“Só através da oração” se realiza o maior desejo de Deus, que é relacionamento.
Doutrina: Relacionamento com Deus, graça e mediação de Cristo.
Tensão: A oração é um meio essencial de comunhão, mas o relacionamento com Deus não nasce exclusivamente da oração; ele é estabelecido pela graça, mediante Cristo, e envolve fé, Palavra, Espírito e vida obediente.
Correção sugerida: Dizer que a oração é um dos principais meios pelos quais os filhos desfrutam da comunhão com o Pai, em Cristo.
“Ele vai te responder exatamente na dúvida do teu coração”.
Doutrina: Direção divina e revelação.
Tensão: Deus pode guiar e responder, mas a Escritura não promete uma resposta específica, imediata e discernível para toda dúvida individual.
Correção sugerida: Dizer que o crente pode buscar sabedoria e direção em Deus, aguardando com humildade e avaliando a orientação pela Escritura e pela sabedoria cristã.
“A palavra cultura, ela vem exatamente daí” — depois de Gênesis 2:15.
Problema: A etimologia latina de cultura, colere, não é o significado original do texto hebraico de Gênesis 2:15. O sermão converte uma analogia etimológica em fundamento exegético.
Risco pastoral: Pode ensinar a congregação a buscar significados doutrinários em associações linguísticas que o texto não estabelece.
Sugestão: Dizer: “A ideia bíblica de cultivar e guardar pode servir como uma ilustração útil para pensar na formação de uma cultura de oração, embora o texto não trate diretamente da igreja atual”.
“Se você tiver em mim, tudo vai dar certo” e “quando você cria a dependência divina, Deus ele te leva para outros lugares”.
Problema: João 15:5 fala de permanecer em Cristo e produzir fruto, não de uma garantia geral de sucesso ou avanço circunstancial.
Risco pastoral: Pessoas fiéis que enfrentam fracasso, desemprego, doença ou perdas podem concluir que não estão suficientemente ligadas a Cristo.
Sugestão: Substituir por: “Permanecer em Cristo nos capacita a produzir fruto e a atravessar tanto a abundância quanto a adversidade em dependência dele”.
“O Jirê só se manifesta na escassez” e “quando você entende... ele abre as janelas dos céus”.
Problema: A formulação transforma a providência de Deus em uma sequência condicional: escassez, aprendizado da dependência e posterior abertura de bênçãos.
Risco pastoral: Pode sugerir uma relação causal entre desempenho espiritual e aumento de provisão material, ainda que o sermão não formule uma campanha financeira.
Sugestão: Afirmar que Deus pode prover em tempos de necessidade, mas sua providência é soberana e não funciona como recompensa automática por determinado nível de dependência.
“Sonho, visões através do pastor, através da palavra de alguém, de um sinal... Deus vai te dar a orientação certa”.
Problema: A linguagem apresenta sonhos, visões e sinais como meios esperados de resposta para cada dúvida, sem explicitar critérios de discernimento e submissão às Escrituras.
Risco pastoral: Pode estimular dependência de revelações subjetivas, líderes ou coincidências, enfraquecendo sabedoria, conselho e exame bíblico.
Sugestão: Dizer que Deus pode usar diferentes meios, mas toda suposta direção deve ser examinada à luz das Escrituras, da sabedoria, do caráter cristão e da comunidade madura.
“Vou enviar um deserto para você, para você me escutar”.
Problema: A aplicação de Oséias 2:14 transforma uma imagem de restauração de Israel em uma promessa geral de que Deus enviará sofrimento ou isolamento ao crente distraído.
Risco pastoral: Pode levar pessoas traumatizadas ou enfermas a interpretar sua dor como uma punição ou intervenção divina certa.
Sugestão: Dizer que períodos de silêncio podem ser aproveitados para buscar a Deus, sem afirmar que todo deserto foi enviado por Deus ou possui uma causa espiritual identificável.
“Era para ter pior... porque tem uma igreja que ora”.
Problema: A afirmação estabelece uma causalidade específica entre a oração da igreja e o nível de violência de uma cidade, sem base verificável apresentada na mensagem.
Risco pastoral: Pode produzir triunfalismo comunitário ou insinuar que regiões mais violentas são menos protegidas por falta de oração.
Sugestão: Dizer que a igreja deve interceder, agir com justiça e servir o próximo, reconhecendo que não é possível atribuir com certeza cada nível de violência a uma única causa espiritual.
“Se você tiver em mim, tudo vai dar certo.”
Equilíbrio bíblico: Permanecer em Cristo produz fruto e sustenta o crente em toda circunstância, mas não garante sucesso terreno, riqueza, saúde ou ausência de fracasso.
“O Jirê só se manifesta na escassez” e “ele abre as janelas dos céus”.
Equilíbrio bíblico: Deus pode prover e abençoar, mas sua providência não é uma fórmula transacional. Escassez não é requisito para a manifestação de Deus, e abundância não é prova automática de maior fé.
“Sonho, visões... palavra de alguém, de um sinal.”
Equilíbrio bíblico: A tradição pentecostal pode reconhecer dons e direção espiritual, mas toda experiência precisa ser julgada pelas Escrituras, pela sabedoria e pelo caráter de Cristo.
“Vou enviar um deserto para você, para você me escutar.”
Equilíbrio bíblico: Deus pode sustentar e transformar o sofrimento, mas a Escritura não permite concluir que toda doença, crise ou perda foi enviada por Deus como treinamento espiritual específico.
“Tudo que acontece... é Deus que tá no controle.”
Equilíbrio bíblico: Confessar a soberania de Deus sem atribuir a ele a autoria moral do mal, nem presumir que se conhece a razão divina para cada tragédia.
“Só através da oração” se realiza o relacionamento com Deus.
Equilíbrio bíblico: A oração é central na comunhão cristã, mas deve ser apresentada como resposta à graça recebida em Cristo, não como o meio que compra ou estabelece o acesso a Deus.
Rejeição explícita da oração como mecanismo de barganha ou manipulação.
“A cultura de oração é para uma vida e não para uma manipulação do divino, para uma barganha, fazer uma troca.”
Impacto: Protege a congregação contra uma visão transacional da oração e preserva a soberania de Deus.
Reconhecimento de que Deus pode não conceder o pedido e de que a oração deve permanecer submissa à vontade divina.
“Mas se Deus não der, que que a gente faz?... Para quem nós iremos, se só tu tens a palavra de vida eterna?”
Impacto: Oferece uma resposta pastoral mais madura para o sofrimento e para as orações não respondidas como desejado.
Boa compreensão da dimensão comunitária da igreja.
“A igreja só com ensino, sem comunhão, é curso. Igreja só com comunhão, sem ensino, é recreio.”
Impacto: Ajuda a integrar doutrina, comunhão, Ceia, oração e discipulado em vez de reduzir a igreja a uma experiência individual.
Aplicações práticas para a formação espiritual familiar.
“Você quer que seu filho ore? Deixa a porta do teu quarto aberta e deixa ele ver você de joelho.”
Impacto: Encoraja coerência entre ensino verbal e exemplo cotidiano, especialmente na formação espiritual de crianças.
Ênfase saudável na perseverança e na paciência.
“A oração é sarça. Demora, não é do dia para a noite. Demora a acender, mas acende.”
Impacto: Combate o imediatismo e ajuda a cultivar uma espiritualidade paciente, sem exigir resultados instantâneos.
Compare as dimensões nas barras abaixo. Valores maiores indicam melhor desempenho.
Fidelidade Bíblica
A mensagem é fiel em Atos 2:42-44, Atos 6:2,4,7, 1 Tessalonicenses 5:17, Filipenses 4:6-7, Mateus 26:39, Hebreus 13:7 e João 6:68. A nota diminui pelas extrapolações em Gênesis 2:15, João 15:5, Gênesis 46:1-4, Salmo 91:15 e Oséias 2:14, além das afirmações excessivas sobre domingo em Gênesis 1, Atos 2 e 1 Coríntios 16.
Hermenêutica
Há boa leitura temática de Atos 2, Atos 6, Filipenses 4, Mateus 6 e Mateus 26, mas a interpretação é enfraquecida pela etimologia aplicada a Gênesis 2:15, pela leitura de “invocar” em Salmo 91:15, pela mistura de Gênesis 22, 32 e 46 e pelo uso de Oséias 2:14 como promessa individual.
Precisão Teológica
A teologia dominante é ortodoxa: dependência de Deus, submissão à sua vontade, centralidade de Cristo, oração comunitária e rejeição de barganha espiritual. A precisão diminui por promessas localizadas de direção garantida, pela associação entre dependência e abertura de provisão e pela formulação pouco cuidadosa sobre Deus estar por trás de tudo o que acontece.
Compreensão Contextual
O sermão compreende bem o contexto comunitário de Atos 2:42-44, a prioridade de oração e Palavra em Atos 6:2-4, a submissão de Jesus em Mateus 26:39 e a perseverança de João 6:68. Mostra compreensão mais frágil em Gênesis 2:15, Gênesis 46:1-4, Salmo 91:15 e Oséias 2:14.
Aplicação Prática
As aplicações sobre oração familiar, perseverança, culto comunitário, liderança exemplar, disciplina e resistência ao imediatismo são concretas e pastoralmente úteis. A nota é reduzida pelos riscos de obrigar um lugar específico de oração, interpretar crises como desertos enviados por Deus e incentivar dependência de sinais subjetivos.
Clareza do Evangelho
O critério aplicado é o de uma mensagem temática de edificação para crentes, não o de um sermão evangelístico completo. O sermão é coerente com o evangelho ao mencionar salvação, Cristo, a vontade do Pai e a palavra de vida eterna. A clareza é parcialmente prejudicada quando o relacionamento com Deus é atribuído “só através da oração” e quando a linguagem de sucesso e provisão pode deslocar a confiança da graça de Cristo para resultados espirituais ou circunstanciais.
Risco de leitura imposta ao texto:
Nesta dimensão, quanto menor melhor. Há eisegese localizada e recorrente, especialmente na derivação de cultura a partir de Gênesis 2:15, na explicação de “invocar” em Salmo 91:15, na ideia de que Deus envia necessariamente um deserto com base em Oséias 2:14 e na transformação de João 15:5 em promessa geral de sucesso. Contudo, a mensagem também contém várias aplicações legítimas e não usa os textos como slogan de campanha.
Risco de conflito com doutrina essencial:
Não há negação da Trindade, da divindade ou humanidade de Cristo, da ressurreição, da autoridade bíblica, da graça ou do juízo final. Também não há campanha, oferta transacional ou fórmula de manipulação. As frases sobre provisão, sinais e causalidade divina são arriscadas, mas não constituem heresia essencial nem violação central de Nível 1.
Abra apenas a parte que deseja consultar.
Tema principal:
Desenvolvimento de uma cultura comunitária de oração como expressão de dependência de Deus, vida compartilhada, perseverança e formação espiritual.
Tom pastoral:
Exortativo, didático, pastoral e bem-humorado, com forte ênfase na oração comunitária, na dependência de Deus e na formação de hábitos espirituais.
Uma cultura de oração nasce da dependência contínua de Deus e precisa ser cultivada ao longo do tempo.
Suporte: “Cultura de oração tem a ver com a dependência de Deus em tudo” e “vai dar trabalho, irmão. Vai dar calo no joelho”.
A oração deve orientar todas as áreas da vida e manter o crente voltado para Deus, inclusive em tempos de angústia.
Suporte: “Tudo que você for fazer, fale com Deus” e “Deus não disse: ‘Eu vou tirar você da angústia’. Ele vai estar com você na angústia”.
A cultura de oração é comunitária e não pode ser reduzida a uma espiritualidade individualista ou privatizada.
Suporte: “A cultura de oração não floresce em espiritualidade privatizada” e “Igreja tem que ter doutrina e comunhão”.
A oração não deve ser tratada como mecanismo de controle de Deus, mas como submissão à vontade divina.
Suporte: “A oração verdadeira é aquela oração que compreende: ‘Seja feita a tua vontade’” e “não para uma manipulação do divino, para uma barganha”.
Uma cultura de oração é construída por liderança exemplar, ensino bíblico, espaços concretos de prática e perseverança comunitária.
Suporte: “Você quer que seu filho ore? Deixa a porta do teu quarto aberta” e “a cultura de oração também requer espaço concreto para ser praticada”.
Uso Contextual
Aplicação exemplar legítima, embora simplificada: o texto apresenta a casa de Deus como casa de oração no contexto da inclusão de estrangeiros e da adoração das nações.
Questões Exegéticas
O sermão não desenvolve o contexto da inclusão dos povos, concentrando-se apenas na dimensão da oração.
Leitura Sugerida
Ler Isaías 56:1-8 e aplicar o texto à igreja como comunidade acolhedora e intercessora, sem reduzi-lo à ideia de um prédio destinado a reuniões de oração.
Uso Contextual
Usado corretamente para mostrar a integração entre doutrina, comunhão, partir do pão, oração, prioridade do ministério da Palavra e crescimento da comunidade.
Questões Exegéticas
A identificação do partir do pão exclusivamente com a Ceia é possível, mas não exaustiva, pois Atos também pode incluir refeições comunitárias.
Leitura Sugerida
Ler Atos 2:42-47 e Atos 6:1-7, observando que oração, Palavra, serviço, comunhão e missão aparecem integrados.
Uso Contextual
Aplicação analógica parcialmente legítima: o cuidado diligente do jardim pode ilustrar a necessidade de cultivar hábitos espirituais.
Questões Exegéticas
O sermão transforma a etimologia latina de cultura, colere, em uma derivação direta do texto bíblico. O hebraico de Gênesis 2:15 fala em cultivar/servir e guardar, não em estabelecer uma teoria da cultura eclesial.
Leitura Sugerida
Usar Gênesis 2:15 como analogia homilética, deixando claro que a definição latina de cultura não é o significado original do versículo.
Uso Contextual
O texto é corretamente usado para enfatizar permanência em Cristo, dependência e produção de fruto.
Questões Exegéticas
A frase “se você tiver em mim, tudo vai dar certo” amplia “sem mim nada podeis fazer” para uma promessa geral de sucesso. O contexto trata principalmente de fruto espiritual e permanência no discipulado.
Leitura Sugerida
Afirmar que, separados de Cristo, não produzimos fruto espiritual duradouro; isso não equivale à garantia de sucesso, saúde, riqueza ou ausência de sofrimento.
Uso Contextual
Alusão ao episódio de Abraão e à expressão Yahweh-yireh para falar da providência divina.
Questões Exegéticas
A afirmação de que Jireh só se manifesta na escassez e de que esse nome funciona como princípio geral de provisão não é ensinada pelo texto. Em Gênesis 22, a provisão ocorre no contexto específico da prova de Abraão.
Leitura Sugerida
Apresentar Yahweh-yireh como testemunho da provisão soberana de Deus em uma narrativa específica, sem transformá-lo em fórmula ou promessa automática.
Uso Contextual
Aplicação legítima quanto à busca da direção de Deus antes de uma decisão importante. Jacó realmente oferece sacrifício e recebe orientação divina.
Questões Exegéticas
O sermão mistura Gênesis 46 com Gênesis 22 e Gênesis 32 ao falar do “Deus do cutelo” e da possibilidade de cortar outra perna. Além disso, Gênesis 46 registra Deus autorizando Jacó a ir ao Egito, não apenas deixando a decisão indefinida.
Leitura Sugerida
Enfatizar que Deus conhece o temor de Jacó, autoriza sua ida ao Egito e promete acompanhá-lo; a aplicação deve destacar direção e presença, não uma imagem especulativa de ameaça.
Uso Contextual
Usado corretamente como chamado à perseverança e à continuidade da vida de oração.
Questões Exegéticas
A expressão não exige oração verbal ininterrupta, mas uma postura contínua de dependência, integrada à alegria, à gratidão e à vida cotidiana.
Leitura Sugerida
Ler 1 Tessalonicenses 5:16-18 para interpretar “orar sem cessar” dentro do conjunto de práticas cristãs contínuas.
Uso Contextual
Aplicação teológica plausível: o rasgar do véu pode ser relacionado ao acesso a Deus mediante a obra de Cristo.
Questões Exegéticas
A expressão “Jesus rasgou a liturgia” é retórica e pode obscurecer que o véu rasgado aponta para a inauguração do acesso redentivo a Deus, não simplesmente para a abolição de toda forma litúrgica.
Leitura Sugerida
Relacionar Mateus 27:51 a Hebreus 10:19-22, destacando acesso a Deus por meio do sangue e da mediação de Cristo.
Uso Contextual
Aplicação parcialmente adequada: Jesus desloca a discussão de um local geográfico exclusivo para a adoração em espírito e em verdade.
Questões Exegéticas
A frase “aonde tiver um coração adorador, o Pai vai estar junto” pode reduzir o texto à sinceridade subjetiva. João 4 enfatiza a revelação de Deus em Cristo e a adoração conforme a verdade.
Leitura Sugerida
Enfatizar que a adoração não está presa a Jerusalém ou ao monte, mas é definida pela verdade revelada por Cristo e pela ação do Espírito.
Uso Contextual
O texto é usado corretamente ao destacar a presença de Deus com o aflito, mas a explicação lexical apresentada é inadequada.
Questões Exegéticas
A afirmação de que invocar em latim significa “pôr para dentro” é uma falácia etimológica. O hebraico qara significa chamar, clamar ou invocar. O texto também não promete que toda angústia será imediatamente removida.
Leitura Sugerida
Ler o versículo como promessa da presença, resposta e cuidado de Deus em meio à angústia, sem construir doutrina sobre uma suposta etimologia de invocar.
Uso Contextual
Usado de modo coerente para ensinar que as petições devem ser apresentadas a Deus com oração, súplica e ações de graças.
Questões Exegéticas
O texto promete a paz guardadora de Deus, não uma resposta afirmativa a cada pedido nem a realização de todos os desejos apresentados.
Leitura Sugerida
Manter a ênfase na apresentação confiante das necessidades, acrescentando a submissão à vontade de Deus e a paz que pode coexistir com circunstâncias difíceis.
Uso Contextual
Aplicação legítima da confiança e entrega do caminho ao Senhor.
Questões Exegéticas
A paráfrase de Eugene Peterson foi identificada como paráfrase, o que é positivo. Ainda assim, “ele fará” não deve ser entendido como garantia de qualquer resultado desejado.
Leitura Sugerida
Ler o versículo dentro do Salmo 37, que contrasta a confiança no Senhor com a aparente prosperidade dos ímpios e chama à espera paciente.
Uso Contextual
Usado adequadamente para mostrar que a oração envolve santificação do nome de Deus, reino, vontade, provisão, perdão e proteção.
Questões Exegéticas
A organização do Pai Nosso em passado, presente e futuro é uma construção homilética útil, mas não é a estrutura explícita do texto.
Leitura Sugerida
Manter a estrutura temporal como aplicação, sem apresentá-la como o sentido exaustivo da oração ensinada por Jesus.
Uso Contextual
A defesa da reunião no domingo é compatível com a prática cristã histórica e com a tradição assembleiana.
Questões Exegéticas
Gênesis 1 não chama o primeiro dia de domingo, Atos 2 não formula explicitamente uma doutrina semanal do domingo, e 1 Coríntios 16:2 menciona uma coleta no primeiro dia, não necessariamente um mandamento universal sobre o dia do culto.
Leitura Sugerida
Apresentar o domingo como prática cristã historicamente fundamentada na ressurreição e na reunião da igreja, sem tratá-lo como conclusão direta de Gênesis 1 ou como requisito que invalide outras leituras cristãs.
Uso Contextual
Usado corretamente para mostrar que a oração de Jesus inclui submissão real à vontade do Pai, mesmo diante de sofrimento.
Leitura Sugerida
Ler também Mateus 26:36-46 para unir a angústia de Jesus, sua oração perseverante e sua obediência.
Uso Contextual
Aplicação adequada para encorajar a permanência em Cristo quando Deus não concede imediatamente o que foi pedido.
Leitura Sugerida
Usar o texto para mostrar que a fidelidade cristã repousa na identidade e na palavra de Jesus, não na obtenção de resultados imediatos.
Uso Contextual
Aplicação teológica legítima ao denunciar a instrumentalização religiosa e a tentativa de controlar Deus por meio de objetos e ministros.
Questões Exegéticas
A afirmação de que Mica diz explicitamente “agora Deus vai fazer o que eu quero” é uma paráfrase interpretativa, não uma citação. O texto descreve idolatria, sincretismo e a desordem espiritual de Israel.
Leitura Sugerida
Ler Juízes 17:6 e 21:25, que fornecem a chave interpretativa: cada um fazia o que parecia certo aos próprios olhos.
Uso Contextual
Aplicação forçada quando usada para afirmar que Deus necessariamente enviará um “deserto” pessoal a quem está distraído.
Questões Exegéticas
O contexto trata da restauração de Israel após a infidelidade pactual, usando a imagem do deserto como lugar de renovação do relacionamento. Não é uma promessa geral de que Deus causará sofrimento ou isolamento para tornar cada indivíduo mais atento.
Leitura Sugerida
Apresentar Oséias 2:14-23 como promessa de restauração de Israel e, no máximo, fazer uma aplicação pastoral cautelosa sobre silêncio e renovação espiritual.
Uso Contextual
A observação de que os marinheiros oram em Jonas 1, enquanto Jonas ora explicitamente em Jonas 2:1, é textualmente válida.
Questões Exegéticas
A aplicação de que Deus levará necessariamente o crente a uma “entranha de tribulação” para ensiná-lo a orar extrapola o texto e pode interpretar sofrimento como método divino garantido.
Leitura Sugerida
Usar Jonas para enfatizar a seriedade da desobediência e a misericórdia de Deus, sem prometer que toda crise seja uma intervenção pedagógica direta de Deus.
Uso Contextual
Usado adequadamente para defender liderança exemplar e imitação da fé observada na maneira de viver.
Leitura Sugerida
Ler Hebreus 13:7 no contexto da lembrança dos líderes, da observação de sua conduta e da centralidade imutável de Jesus Cristo.
Uso Contextual
A referência implícita à vontade “boa, perfeita e agradável” está de acordo com o texto.
Leitura Sugerida
Relacionar a vontade de Deus à renovação da mente e ao discernimento, não apenas a uma aceitação passiva de qualquer circunstância.
Corrigir a explicação de Gênesis 2:15, distinguindo a etimologia latina de cultura do significado original do texto hebraico.
Substituir promessas como “tudo vai dar certo” por uma teologia de permanência em Cristo, produção de fruto e fidelidade em qualquer circunstância.
Apresentar Yahweh-yireh como testemunho da providência soberana de Deus, não como fórmula condicionada à escassez ou à intensidade da dependência.
Corrigir a falsa etimologia de “invocar” em Salmo 91:15 e evitar usar sonhos, sinais e visões como respostas garantidas para toda dúvida.
Reinterpretar Oséias 2:14 em seu contexto de restauração de Israel, sem afirmar que Deus necessariamente envia sofrimento para disciplinar pessoas distraídas.
Manter a forte rejeição à barganha espiritual e conectá-la ainda mais explicitamente à graça, à mediação e à suficiência de Cristo.
Apresentar a soberania divina junto com uma distinção cuidadosa entre Deus permitir acontecimentos e Deus ser o autor moral de todo mal.
Resumo em uma frase:
A mensagem oferece uma exortação pastoralmente saudável sobre oração comunitária e submissão à vontade de Deus, mas precisa corrigir alguns usos eisegéticos de Gênesis 2:15, João 15:5, Salmo 91:15, Gênesis 46:1-4 e Oséias 2:14, além de moderar promessas de provisão e direção.
🤿
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