Igreja Verbo da Vida Montes Claros
05 de outubro de 2026
1h 49min
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Nota deste sermão
81
de 100 pontos
Uma exposição sólida e pastoralmente rica de Romanos 5-6 sobre a graça, justificação e libertação do domínio do pecado, com boa aplicação de Mateus 19 e celebração significativa da Ceia, que precisa de nuances na aplicação da cura física à expiação e no equilíbrio entre a nova natureza santa e a realidade da santificação progressiva.
Critérios e notas consideram a tradição Palavra da Fé (Ministério Verbo da Vida)
Análise gerada por IA em 05 de outubro de 2026 · entenda a metodologia e os limites →
CULTO DE DOMINGO (MANHÃ) - 04/10/2026
Nós sairemos desse lugar diferente de como entramos nessa manhã, porque essa palavra é uma palavra que transforma. Essa palavra para quem recebe é uma palavra que produz vida. Ô pai, nós oramos, nós oramos pelo pregador dessa noite, dessa manhã, por tudo aquilo que ele irá trazer, trazer, por tudo aquilo que ele irá falar, que seja o Senhor usando a vida dele para para trazer essa palavra para nós. Em nome de Jesus, nós oramos pela música, pelas todas as canções que serão entoadas aqui. Que sejam canções do coração da tua igreja para o Senhor, Pai, em nome de Jesus. Nós oramos pelas crianças, nós oramos, Pai, pelos professores do departamento infantil. Nós oramos por tudo, Pai, que irá acontecer aqui neste lugar. Tudo fluindo, Pai. todos os departamentos acontecendo para que o seu espírito tenha a liberdade de fluir, para que nós não precisemos preocupar com nada, Senhor. Mas que o Senhor venha nessa manhã trazer um refrigério, trazer um renovo, trazer uma transformação para as nossas vidas. Nós não queremos sair daqui da mesma forma que nós entramos, Pai. E nós queremos, Pai, ser transformados pela tua palavra, pelo teu espírito, em nome de Jesus. Em nome de Jesus. Aleluia. Nós somos o povo mais feliz dessa terra. Amém. >> Você está feliz nessa manhã? Amém. >> Então, vamos louvar o Senhor com alegria, com unção, com ousadia. Amém. Aleluia. Louvado seja o teu nome, pai. Nós celebramos a Cristo. Aleluia. Celebrai com júbilo a Cristo todos os povos, tribos e nações. Exaltai a Jesus, o Cristo, perfeito redentor, amado Salvador. Celebrai com júbilo a Cristo todos os povos, tivos e nações. Exaltai a Jesus, o filho, perfeito, redentor, amado, salvador. Justiça e sabedoria de Deus. ser adorado Cristo Jesus e eterno, sumo sacerdote da nossa fé e adoração. Deus, Deus que habita em nós, imagem perfeita do Pai. Inspiração e vida eterna em nossos corações. corações. Inspiração e vida eterna em nossos corações. Inspiração e vida eterna em nossos corações. Salvação para todos os homens. Luz, luz para as nações, nome sobre todo nome, Jesus. >> Vamos declarar novamente salvação. >> Salvação para todos os homens. Cruz para as nações. Nome sobre todo nome Jesus. Nós te celebramos, Pai. Seja adorado. Declare: "Celebrai, celebrai com júbila, Cristo todos os povos, tribos e nações. Exaltai a Jesus, o filho, perfeito, redentor, amado salvador. Celebrai, celebrai com júbilo a Cristo todos os povos, tribos e nações. Exaltai a Jesus, o filho, perfeito, redentor, amado, salvador. Justiça, sabedoria de Deus, ser adorado. Cristo Jesus, rei eterno, sacerdote da nossa fé e adoração. Deus que habita em nós. Nós somos a imagem dele, querido. >> Ele é inspiração. Inspiração e vida eterna em nossos corações. Inspiração e vida eterna em nossos corações. corações. Inspiração e vida eterna em nossos corações. Salvação para todos os homens. Luz para as ações, nome sobre todo o nome Jesus. Sua igreja declare salvação. Declare salvação para todos. Luz Luz para mais uma vez, declare: salvação. Salvação para todos os homens. Luz para as nações, nome sobre todo nome, Jesus. Ele é o Deus que habita em você. Amém. Deus que habita em nós. Imagem perfeita do Pai. Inspiração Inspiração e vida eterna em nossos corações. Inspiração e vida eterna em nossos corações. corações. Inspiração e vida eterna em nossos corações. Salvação. Salvação. Salvação para todos os homens. Luz para as nações. Nome sobre todos os nomes. Jesus. Para terminar, salvação. Salvação para todos os homens, nos para as nações. Nome sobre todo nome, Jesus. Ele é um nome sobre todo nome. Aleluia. Aleluia. E a graça dele é que nos mantém de pé. graça dele que nos permite estar aqui. Amém. Louvando a ele com liberdade. Você tem liberdade nessa manhã? Amém. Nós somos um povo feliz, um povo que celebra ele com alegria. Amém. Aleluia. Maravilhosa graça. Então, ouve com alegria, com palmas. Nós te adoramos, Senhor. Você tem motivos para adorar a ele. Amém. Você tem motivos para celebrar o cordeiro santo de Deus. Aquele que morreu por mim, aquele que morreu por você naquela cruz. Aleluia. Declare: "Quem tem poder sobre o pecado, o seu amor é poderoso, o rei da glória, o poderoso Deus. A terra treme com sua voz o que nos deixa maravilhado. O rei da glória. Ele é o Deus todo poderoso. Se é verdade, então declare isso, querido. Maravilhosa graça, teu amor que não falha. Tomou o meu lugar. Levou, levou a minha cruz. >> Teu sangue, teu sangue me salvou. Minha dívida pagou. Jesus, eu canto porque nós temos liberdade. Amém. Aleluia. Ele é quem traz paz. Amém. É quem traz paz ao caos dos homens. É escudo É escudo aos indefesos. O rei da glória, um poderoso Deus. Reina em justiça sobre as nações. A luz que brilha na escuridão, o rei da glória, o poderoso Deus. Declare isso, querido. Maravilhosa graça, graça, teu amor, teu amor, >> teu amor que não falha. >> Aleluia. >> Tomou no meu lugar, levou a minha cruz. Teu sangue me salvou. >> Toda dívida me apagou. Jesus, eu canto porque hoje livre sou. Nós somos livres para celebrar, nós somos livres para cantar. Nós somos livres para dançar, querido. Antes mesmo que aconteça, nós já celebramos porque nós já temos a certeza da vitória. Nós já temos a certeza das coisas boas que o Senhor vai nos dar. Oh pai, nós nascemos para reinar em vida. Nós nascemos para ter vida em abundância, saúde, paz, alegria. Isso é o que o Senhor tem para você nessa manhã. Se é verdade, celebre, declare que digno é o cordeiro de Deus. Aleluia. Digno é o cordeiro de Deus. Digno é o cordeiro que a morte venceu. Digna é o cordeiro de Deus. Digno é o cordeiro. Suas vozes a bateria declare digno. >> Digno é o cordeiro de Deus. >> Aleluia. >> Digno é o cordeiro que a morte venceu. Digno é o cordeiro de Deus. Divino é podido é o cordeiro de Deus. Digno é o cordeiro que é o morte venceu. Digno é o cordeiro de Deus. Ele é digno. Maravilhosa graça, teu amor que não falha. O meu lugar, >> ele levou, >> levou a minha cruz. O sangue me salvou. >> E a dívida atacou. Jesus, eu canto porque eu te livre sou. Então declare digno, digno, digno. Digno é o cordeiro de Deus. Digno é o cordeiro que a morte venceu. Digno é o cordeiro de Deus. Digno é o cordeiro que a morte venceu. Digno, Digno é o cordeiro de Deus. Digno é o cordeiro que a morte venceu. Dignou, tu és digno, maravilhosa graça. Teu amor, >> teu amor que não falha. Tomou o meu lugar, levou a minha cruz. O sangue mevou. Me dá pagou. Jesus eu canto o que hoje livre sou. Hoje livre sou. Aleluia! Nós somos livres. Amém! >> Aleluia! Você pode glorificar o nome dele, dizer que ele é santo, que ele é digno. Ele é o motivo da nossa adoração. Ele é o motivo da nossa devoção. E a devoção e afeições e afeições pertence a ti. A gratidão e as mais belas canções devolva a ti a devoção e afeições. a gratidão. E eu sou teu e tu és meu. Eu sou do meu amado. O meu amado é meu e eu sou teu. E tu és meu. Eu sou do meu amado. O meu amar é meu. Minha devo você e afeições e afeições pertencem a ti. Gratidão as mais belas canções. Vou a ti, minha devoção e aflições e aflições pertence a ti. >> A gratidão >> as mais canções >> as mais canções devolvo a ti, rei. E eu sou Deus. Tu és meu. Eu sou do meu amado. O meu amado é meu. Eu sou Deus. Eu sou adorado, meu amado. Tua bondade eu provei do tua glória. Glória revelou-se a mim. Minha face brilhou. O amor me pegou e me transformou. Tua bondade eu provei tua glória revelou-se a mim. Minha face brilhou. Me pegou e me transformou. Tua bondade, tua bondade eu provei e a tua glória, Senhor, invadiu as nossas vidas, mudou a nossa história, Pai. Por isso temos gratidão, por isso temos amor pelo Senhor. Pai, amor me pegou. Declara essa verdade. Tua bondade, tua bondade eu prometi tua glória revelou-se a mim. A faceou, A faceou, o amor me pegou e me transformou. Sou do meu amor. Sou Ah. Queridos, continue com essa mesma intenção de adoração, de entrega ao Senhor. Essa música fala muito sobre isso, sobre vocês consagrar. Eu sou do meu amado e o meu amado é meu. Você esteve diante de uma situação onde quando você entendeu o amor dele, tudo mudou. Tudo mudou. E eu tenho certeza que tem muitas coisas para você agradecer, para você colocar diante do Senhor nesse dia, como sempre tem. Mas eu queria que você se colocasse diante do Senhor. Pai, eu estou aqui. O Senhor é o meu amado. Eu estou aqui. Eu estou aqui. Eu estou aqui completamente entregue ao Senhor. Porque naquele dia, Pai, que o Senhor me alcançou, tudo mudou na minha vida. Tudo mudou na minha vida. Meu Deus. que tu és meu. Eu sou do meu amado. O meu amado é meu. E eu sou teu e tu és meu. Eu sou do meu amado, do meu amado é mim. Tua bondade eu provei. eu provei. >> Cante essa verdade. Sua bondade eu proví. Revelou-se a mim. Minha paz brilhou. O amor me pregou e me transformou. Tua bondade eu provei e vi. Tua glória revelou-se a mim. Minha face brilhou. O amor me pegou e me transformou. Pai, nós nos consagramos ao Senhor nesse dia. Ah, paizinho, o que aconteceu de mais importante, mais precioso na nossa vida, foi o dia que nós entendemos o seu amor. Ah, Pai, tudo se fez novo, tudo se transformou. E o desejo do nosso coração, Pai, é fazer exatamente aquilo que o Senhor nos orientar, que o Senhor nos guiar, que o Senhor nos dirigir. Entregue-se a Ele. entregue-se a ele aquilo que você ah, talvez só você sabe, só você sabe a seu respeito. Entrega isso para ele. Senhor, eu deposito em suas mãos o mais íntimo do meu ser. Pode ser algo que você tinha até medo de falar, mas querido, o Senhor sabe. O Senhor tem planos para você que são melhores do que qualquer coisa que você poderia imaginar ou pensar. O Senhor é aquele que sabe. O Senhor é aquele que tem algo para você que é específico da parte dele. O sonho que ele tem para você é muito melhor e maior do que o que você sonhou para você mesmo. Não tenha medo de se entregar. Não tenha medo de se consagrar ao Senhor. Não tenha medo de depositar a sua vida nas mãos dele. Ele sabe o que é melhor para você. Ele sabe exatamente o que o que foi que por que ele te criou. Ele sabe. Não tenha medo, Pai. Nós te rendemos graças porque o Senhor sabe exatamente porque o Senhor nos criou. Nós te rendemos graças, Pai, porque é um privilégio, Senhor, sermos chamados os seus filhos e filhas. Nós te rendemos graças, Pai, porque o Senhor derrama graça sobre graça em nossas vidas. Nós te rendemos graças, Senhor, por estarmos aqui em comunhão, em família. Ah, paizinho, obrigada por cada oportunidade que temos de ouvir, de entender, de receber a sua palavra, de que esse amor nos transforme cada vez mais. Obrigada, Pai, no nome de Jesus. Amém. Bom dia, querido. Graça e paz. Pode se sentar. Pode colocar o, por favor. >> Olá, igreja. Eu sou Gustavo Queiroz e esses são os nossos avisos. A nossa programação começa aos domingos com dois cultos, um às 10 da manhã e um às 19 horas. E simultâneo ao culto das 19 horas, temos também o culto do Se liga no auditório 2 para os adolescentes de 12 a 15 anos. Nas quartas-feiras acontece a nossa escola de oração às 19 horas. Vem orar com a gente. Na quinta-feira acontece o nosso culto do Espírito Santo às 20 horas. Você é nosso convidado e eu te espero aqui. Todo primeiro domingo do mês, nós celebramos a ceia do Senhor. Vem celebrar esse momento maravilhoso com a gente. E no último domingo do mês acontece o nosso culto da família, um tempo precioso para aprendermos mais sobre ser família. Ô Marcelo, vem cá, vem cá, vem cá, vem cá. Ó, é o seguinte, a partir desse mês, a programação para os jovens mudou, viu? Então, no primeiro e no terceiro sábado tem culto para vocês às 19:30. E na última terça-feira do mês também tem culto, que é o terça fas, Marcelo? >> Às 19:30. >> Ah, é isso aí. Vem para cá, >> vem. >> Ô Zão, mano, eu acho que você pode arrumar uma namorada para você, velho. >> Cara, você acha? >> Acho, mas tem que ser do jeito certo. Ou Marcelão tem razão. E mais você que quer saber sobre relacionamento, sexo e namoro, tem que fazer malado. Passar agora. >> Olá, queridos. A graça e a paz. Eu sou a Carol, diretora do Rema Montes Claros e tenho um convite para você. No dia 17 de outubro, um sábado, às 16 horas, teremos o nosso seminário com o tema Honra e Juízo Eterno, com o nosso queridíssimo professor Paulo Pimenta. Esse evento faz parte do Eu amo Semear e todo o recurso arrecadado com a venda dos ingressos será destinado aos alunos do segundo ano que vão ministrar a palavra e estão precisando de um apoio financeiro. Então exerça sua generosidade e venha ser edificado por essa palavra maravilhosa. Agora fique com as indicações do Verb Shop. Shop. >> Olá igreja, meu nome é Jennifer e essas são as indicações do Verbo Shop para essa semana. O primeiro livro é O poder disponível no louvor do Kenneth Wiga. Esse livro vai te mostrar que o louvor não é só cantar e tocar bem. Esse livro vai te mostrar que o louvor ele está disponível como um ato de fé. O segundo livro é O amor, o caminho paraa vitória do Kenneth Erreiga. Esse livro vai te mostrar que nem sempre é fácil e andar e praticar o amor, mas que é sempre necessário fazer isso. E essas são as indicações. Passa aqui no webshop e garanta o seu. >> Com certeza foram indicações maravilhosas, não é mesmo? Ao final do nosso culto, não se esqueça de passar no verbo Café para comer aquele lanchinho maravilhoso e ter um tempo de comunhão com seus irmãos. E também não se esqueça de nos seguir nas nossas redes sociais para ficar por dentro de tudo que acontece por aqui. Te vejo no próximo culto. Tchau. >> Aleluia. Gente, quero reforçar só algumas informações. Ah, amanhã, dia 5, a gente começa então mais uma nova edição do Centro de Cura aqui na nossa igreja. Você que tá nesse momento passando por alguma situação de enfermidade ou conhece alguém que precisa receber essa palavra, entender que o Senhor é aquele que nos livrou de toda dor, doença, enfermidade, e a gente precisa receber isso por meio da fé. Traz essa pessoa para cá, procura Jana, Gabi, meninas do Centro de Cura, manda mensagem para elas e faz sua inscrição. E o Centro de Cura, gente, ele é gratuito, tá? Então é só vir receber a palavra e ser plenamente curado. curado. Ah, outra coisa, amanhã também, segunda-feira chegou com tudo, nós vamos começar uma nova matéria no Rema, >> gente. A matéria vida de louvor tá aí, >> ó. Vai agora com o professor Ramon Oliveira. Ah, você que já teve aula com ele esse ano, sabe que o negócio é bom. Então vem dia do amigo, é a oportunidade de você convidar alguém para conhecer a escola, para conhecer o rema. Sabe aquela pessoa que você fala assim: "Nossa, essa pessoa tinha que estar aqui fazendo rema comigo?" Essas oportunidades são para você trazer essa pessoa que você ama tanto. Amém? Então é só chegar, trazer um monte de gente. A quantidade de cadeiras é essa aqui. Então traz o seu amigo. Ah, nós temos também um lançamento aqui maravilhoso para você nessa manhã. a nossa conferência Alinhamento e Visão desse ano. Gente, já temos data, já temos ministros convidados, tudo confirmado, só esperando chegar o dia. E eu quero já te incentivar a também gerar isso com a gente. Nossas conferências têm sido maravilhosas, uma bção. Quem fica de fora depois se arrepende, então não fica de fora. Na próxima semana, no dia 11, a gente vai abrir as inscrições pro primeiro lote. Essa conferência esse ano, pastor Paulo, já plenamente inspirado pelo espírito, como sempre, ele tá trazendo um ministro, uma ministra convidada que ela é psicóloga, ela trabalha com isso no nosso ministério. Meu Deus, quem tá precisando aí entender mais sobre isso? Saúde mental. Ô glória, gente. Isso é para todo mundo, viu? E a nossa igreja entende que isso é necessário. Então, já viu que não dá para perder? >> Então, faça a sua inscrição assim que abrir o nosso primeiro lote no domingo que vem. Tô te avisando agora que é para você já se preparar. Amém. >> Amém. >> Pronto. Maravilha. Ah, avisa os dados. Abra sua Bíblia, por favor, lá em Mateus, no capítulo 19. Acho que a maioria das pessoas conhecem esse texto. E eu quero trazer para você um pouquinho, né, do que o Senhor compartilhou comigo nessa manhã para esse momento de direção de culto. Eu vi esses dias um story do Gui e agora ele sumiu. Zorro tá por aí. O menino do vídeo, gente, dos jovens. Pois é. Procurando o namorado. Tá aí. Eh, ele tá lendo o livro que eu li de CS livros. É um livro maravilhoso. Eh, eu às vezes eu erro o nome dele porque é o título é grande, mas é cartas de um diabo pro seu jovem aprendiz ou pro seu aprendizo. Uma coisa assim, CS livros. Esse livro ele vai trabalhando a como que Satanás ele faz para poder enredar, para poder tentar, para poder seduzir as pessoas que já estão na igreja. E aí às vezes a gente pensa assim: "Nossa, porque eu tô na igreja, nada vai acontecer comigo". O Senhor não prometeu isso para ninguém. Amém. O que ele prometeu é que o maior que é ele, ó, acabei de falar dele, tá voltando ali, o maior habita em nós. Ah, e que no mundo a gente vai ter aflição. Mas não se preocupem, tenham um bom ânimo. Eu venci o mundo. E se nós estamos em Cristo, nós também já vencemos. E aí tem uns trechos lá que ele fala e ele vai falar sobre assuntos que são muito relevantes e reais na vida do cristão. Tem um momento que ele fala sobre a sedução do dinheiro. E aí ele traz isso em algumas cartas, mas tem uma que me chamou muita atenção, eu acho que é a carta 25, se eu não me engano, e ele fala assim que ah, tá tudo certo, a pessoa aí na igreja, tá tudo bem. O negócio é que ele não pode deixar com que essa pessoa, ela esteja lá de coração. Se ela tiver só de corpo, tô só indo, tá tudo bem. Isso não é um problema para Satanás, não. Agora, se ela tiver de coração, aí ele perdeu, aí é um problema. Ele faz uma brincadeira com as palavras e ele, né, tá escrevendo uma carta para um um outro diabo, né, um aprendiz. Ele tá ensinando como é que ele seduz as pessoas e ele trata Deus como se fosse um opositor. Ele fala assim: "Aquele ah, criou eles com uma capacidade ou um desejo por mudança." Então, esse negócio de que a gente não pode mudar, que a gente não consegue, é uma mentira. Porque o Senhor nos criou com capacidade para a conseguir compreender e conseguir mudar a rota sempre que necessário. >> Amém. Ponto. E aí ele fala isso, que ele aproveita disso, dessa situação que já é original de fábrica nossa, para poder a tirar algo para ele, para nos desviar do propósito do Senhor. Ele fala assim: "Olha, o negócio é você manter eles entretidos com novidades, muitas novidades. Por quê? Eh, o desejo por mudança, por querer algo diferente, por querer algo novo, já existe em nós. E isso é bom. Não tem problema com isso. O Senhor não tem problema nenhum com essas coisas. Agora, se eu vou me manter distraído daquilo que é para eu fazer no Senhor e ficar plenamente envolvido com as paixões do mundo, olha só o que acontece. Vou ler com você esse texto. Mateus 19, Mateus 19, a partir do verso 16. Eis que alguém se aproximou de Jesus e lhe perguntou: "Mestre, o que farei de bom para ter a vida eterna?" Respondeu-lhe Jesus: "Por que você me pergunta sobre o que é bom? Há somente um que é bom. Há somente é há somente um que é bom. Se você quer entrar na vida, que a gente que vai ver se tá certo? Se você quer entrar na vida, obedeça os mandamentos. Quais?", perguntou ele. E Jesus respondeu: "Não matarás, não adulterarás." E aí ele vai falando, né? Honra teu pai, tua mãe. Aí esse jovem falou assim, ó, tudo isso já tem obedecido. É alguém que conhece a lei, conhece os princípios. Eu já tô fazendo. Se a gente for colocar num contexto aqui, né, agora, século XX, e aí você tá de repente conversando com o Senhor e fala: "Então, o que que eu preciso?" Aí ele, ó, vai na igreja, participa das coisas, obedece os mandamentos da Bíblia. que não é muito diferente não. Aí você fala assim com ele: "Senhor, mas eu tô fazendo. Eu tava lá, eu fui no culto, eu vi a menina falando sobre dinheiro. É isso. Ah, aí esse jovem falou: "Tô fazendo tudo isso. O que que me falta? Tem mais alguma coisa?" Eu fico pensando que esse menino também ele não tava sentindo muito completo não, porque ele foi buscar algo que tava incomodando ele no Senhor. Ah, Jesus respondeu: "Se você quer ser perfeito, vá, venda os teus bens e dê o dinheiro aos pobres e você terá um tesouro no céu. Depois vem e siga-me." Ouvindo isso, o jovem afastou-se triste, porque tinha muitas riquezas. E aqui no versículo seguinte, né, a gente ah vê aquele esse ensinamento de Jesus que é visto de jeito muito errado em muitos lugares, em muitas igrejas. E aí Jesus fala assim: "Olha, dificilmente um rico entrará no reino dos céus". E aí as pessoas ficam assim: "Meu Deus do céu, não posso ser rico, então e ser do Senhor". Não, não é isso que ele falou. Ele falou nesse contexto e a única vez que ele fala isso é para esse jovem. Por quê? De repente eu conheço tudo, eu tô fazendo tudo que a Bíblia manda, mas o meu coração não está no Senhor. O meu coração não é seu. Ou seja, o que é mais importante, aquilo que eu precisava te dar, eu não te dou. Eu vejo que no meio cristão a dificuldade não é as pessoas dizimarem, ofertarem, não, não é não. A gente entende, a gente faz isso logo. Agora, há mesmo um cuidado, uma, eu acho mesmo que uma força, né, diabólica para que as pessoas não entreguem o coração de fato verdadeiramente ao Senhor. E aí quando isso não acontece, quando chega um momento desses que você vai perguntar pro Senhor: "Senhor, tô fazendo tudo isso e agora? Tem tem mais alguma coisa? Alguma coisa me falta e o Senhor vai te responder, porque se você perguntar, ele vai responder." E aí ele fala: "Olha, eu tô vendo que seu coração tá completamente nisso aqui e ele tinha que tá em mim. Então vai e resolve isso. Qual é a nossa atitude? É nesse momento que às vezes eu vejo as pessoas e cada uma é tentado segundo a sua cobiça, né? Mas o Senhor também vem falar que não tem tentação, que a gente não possa suportar. Então, que coisa maravilhosa, a gente consegue vencer a tentação. tentação. E aí é quando as pessoas ficam às vezes ah balançadas, meu Deus do céu, eu vou dar o dízimo, eu não vou. Esse mês foi apertado, se eu der vai faltar. Ou então esse mês foi demais. Eu tô achando que é muito esse dízimo. Acontece. Tem pessoas que são encantadas, né? Setas passam na cabeça nesse sentido. Mas e aí? Se o seu coração tiver completamente entregue ao Senhor, você, querido, não vai sofrer com essa tentação, porque você já entregou o que você é, o que você tem, você já entregou tudo. É um absurdo a gente pensar que a gente entrega ao Senhor a nossa saúde, a nossa família. Senhor, toma conta, por favor, me ajude. Quando chega a hora de ah da gente devolver ao Senhor aquilo que é digno dele, aquilo que é por honra, por gratidão, a gente fica pensando: "Ah, não sei, eu acho que isso aqui é só meu". Não, não funciona assim. Olha só a sedução, olha só o enredo de Satanás. Pode ir na igreja, mas na hora que te falar para poder ofertar, para ser generoso, para fazer isso, não faz não. E às vezes as pessoas estão achando: "Tá tudo bem porque eu tô na igreja". Será que tá tudo bem? Então é a gente se entregar de fato inteiramente tudo que nós somos, o nosso coração pro Senhor. E aí esses momentos eles ficam cada vez mais leves e agradáveis. Você pega esse momento de dízimos de ofertas e fala assim: "Ó, eu tô aqui alimentando a semente que já está plantada no meu coração e eu não vou me esquecer dessa verdade." É esse exercício que eu faço no momento de dízimo de ofertas. Eu estou aprendendo mais a lidar com recurso financeiro. Eu estou atenta à direção do espiritual hoje é para fazer isso, para fazer aquilo. É isso que a gente faz nesse momento. Não é o momento da gente pensar assim: "Ah, será que eu vou fazer ou não?" Não. Eh, Senhor, é para eu fazer a mais do que eu já tinha me organizado. Senhor, o que eu posso fazer por alguém >> nesse momento? É essa a atitude de quem entregou o coração pro Senhor. Amém. Então, com essa convicção, com esse ensinamento, com isso que você é grato ao Senhor, vamos ficar de pé, vamos fazer esse momento com alegria, porque a gente sabe, gente, eu comecei falando isso hoje, isso hoje tá bem latente em mim mesmo. O Senhor sabe que é melhor pra gente. As coisas que ele nos orienta fazer não são à toa. Amém? Se você quiser dizimar, ofertar por espécie, atrás das cadeiras tem um envelope. Você pode fazer isso. Nesse envelope também tem um CR. O Godc também tá aparecendo aqui para quem é como eu, que tem várias contas da igreja salvo no aplicativo. O a você vai fazer, né, dízimos e ofertas no que é o CNPJ da igreja, tá bom? Banco do Brasil. Senhor, nós te rendemos graças, Pai, por tudo aquilo que o Senhor coloca no nosso coração. E nessa manhã, Paizinho, nós te entregamos de fato tudo aquilo que nós somos, tudo que nós temos. Nós não queremos, Senhor, que nada do mundo concorra com o seu lugar na nossa vida. Nós te agradecemos, Pai, porque o Senhor nos supre, porque o Senhor aumenta a semente, aquele que semeia, porque o Senhor faz coisas que nós estamos pedindo, o Senhor faz além. Por isso, nós somos gratos no nome de Jesus. Você que quer trazer o seu dízimo, sua oferta, pode trazer. Pessoal que vai começar o discipulado hoje, acompanha o Luí e Carla. Vocês vão lá pro circo da história. Digno é o cordeiro de Deus. Digno é o cordeiro que a morte venceu. Digno é o cordeiro de Deus. Digno é o poder que a morte venceu. Digno é o cordeiro de Deus. Digno é o cordeiro que a morte venceu. Digno é o cordeiro de Deus. >> Aleluia. Te adoramos, Jesus. Você é digno de toda adoração, de toda honra, glória e louvor. Obrigado, Pai, por um povo próspero, por uma igreja generosa. Pai, não nos falta nada. O Senhor tem cuidado de nós. Obrigado por essa manhã, por essa mesa, por esse memorial onde nós celebramos aquilo que Jesus fez por nós. Obrigado por essa graça maravilhosa que nos alcançou. Eu te agradeço, Pai. Creio em olhos do entendimento aberto, compreensão da sua palavra chegando a cada coração, pai, de maneira clara a respeito da sua vontade, do evangelho de Cristo, que é o poder de Deus para salvação. Te agradeço, te reconheço, Pai, no nome de Jesus. Amém. Bom dia. Você pode se assentar. Obrigado, pessoal. pessoal. Glória a Deus. Hoje é um dia especial. Eu não tô falando nem é por causa da eleição, não, tá? Porque hoje nós celebramos a ceia do Senhor. Amém. Amém. >> Essa ceia, ela é carregada de significado, de valor para nós. E nós precisamos fazer isso, porque Jesus nos ordenou, nos ensinou isso, que sempre que nós comemos este pão e bebemos este cálice, nós estamos anunciando a morte do Senhor até que ele venha, >> Jesus vai voltar. Amém. >> Amém. E é maravilhoso que a Bíblia ela nos ensina que a esse pão ele foi dado em favor de nós. Favor é graça. Amém. >> Que o sangue de Jesus foi derramado em nosso favor. Corpo e sangue em nosso favor. Deus é maravilhoso e cheio de graça, de verdade. Jesus revelou perfeitamente o caráter de Deus e nos mostrou o que Deus idealizou para nós, o que Deus pensou paraas nossas vidas. Pode ser visto em Jesus através da sua obra. Ele nos justificou, ele veio para nos libertar do pecado. Ele veio para nos dar uma vida em abundância. E nós precisamos estar conscientes disso constantemente. A palavra de Deus vai mostrar que o evangelho ele é esse poder de Deus paraa salvação de todo aquele que crê. E no evangelho de Cristo é revelado a justiça de Deus. Uma justiça, como diz a NVI, que do princípio ao fim é pela fé. Amém. Nós estamos aqui pela fé, porque cremos na palavra, porque cremos que quando recebemos essa palavra, nós somos fortalecidos no Senhor. Então, nós nos tornamos justos através da justiça de Cristo Jesus e podemos andar na presença de Deus. Amém. >> Sabe, irmãos, quando você olha paraa sua Bíblia, você vai ver aí Antigo Testamento, Novo Testamento, ou eh também pode ser compreendida a antiga aliança e a nova aliança. E a nova aliança é o tempo que você está vivendo hoje. hoje. >> Amém? A Bíblia diz que essa aliança que nós vivemos no Senhor é uma aliança que é superior, porque ela está fundamentada em promessas que são superiores. Amém. Se no Antigo Testamento um cordeiro era sacrificado e oferecido diante de Deus, ele dava um perdão eh por um tempo às pessoas, a Bíblia diz que Jesus é o cordeiro de Deus que nos livra do pecado. Nós somos libertos do pecado. Amém. Amém. >> Então a ceia ele não é um memorial de condenação, de culpa. Na verdade é um memorial da justiça de Deus, daquilo que Jesus fez por nós. Eu quero te perguntar, nesses dias, você tem andado mais consciente do pecado? ou consciente da justiça de Deus. Amém. >> Porque nós somos justos em Cristo Jesus. >> Talvez você possa perguntar: "Pastor, mas o que que é uma pessoa justa? É alguém que paga suas contas em dia? Eh, que presta, eh, um bom serviço à à sociedade?" Não. Justo é aquele que foi purificado pelo sangue de Jesus. Amém. >> Justo é aquele a quem o Senhor não atribui a ele iniquidade nenhuma. O justo é aquele que consegue se aproximar diante da presença de Deus, sem medo, sem culpa, sem complexo de inferioridade, chamando Deus de Pai como se o pecado nunca tivesse existido. >> Essa é a boa notícia do evangelho. Essa é a boa notícia da graça de Deus. Quando você olha pra carta que o apóstolo Paulo escreve aos Romanos, ele vai colocar bem firme, bem detalhado os fundamentos dessa justiça. Ele diz que nós somos salvos através do evangelho, mas ele nos mostra do que nós somos salvos. Somos salvos do pecado. Todos nós pecamos. Todos fomos destituídos, separados da glória de Deus. Mas essa mensagem ela não para aí. Amém. Romanos 3:23 fala mesmo que todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus. Mas o verso 24 ele diz que nós somos justificados gratuitamente pela sua graça. A graça de Deus nos declarou justos, nos colocou numa contição aceitável diante de Deus. Em Romanos 5, a Bíblia vai dizer que sendo justificados, pois, pela fé, nós temos paz com Deus. Você tem desfrutado de paz com Deus? >> Amém. E o que te proporciona essa paz diante de Deus? Crer naquilo que Jesus fez, na obra dele. Você foi declarado justo por aquilo que Jesus fez. Então você tem paz com Deus e pela fé você tem acesso a essa graça. E esse acesso descrito na palavra não é simplesmente uma porta que se abriu, é alguém que te tomou pelas mãos e te levou à presença de Deus. Amém. >> Jesus, ele é o cordeiro, mas ele também é esse e esse sacerdote, esse sumo sacerdote que entrou de uma vez por todas naquele lugar santo e obteve para nós uma eterna redenção. Amém. Esse é o nosso lugar. De maneira que a Bíblia vai dizer que aqueles que recebem a abundância da graça e o dom da justiça, eles podem reinar em vida. E esse reinar em vida é reinar sobre o pecado. O pecado não pode mais te dominar. dominar. Você é livre. Então, o apóstolo Paulo, quando ele escreve a igreja, a carta aos Romanos, ele ainda não tinha chegado a essa cidade. Ele escreve aos romanos, ele tinha o desejo de ir lá, ele desejava pregar o evangelho na Espanha, então era algo próximo. Ele pretendia passar em Roma. a palavra já estava sendo pregada ali. Normalmente as cartas elas eram escritas por Paulo por lugares que ele já tinha passado, mas nesse caso ele ainda não tinha ido. Então, quando você observa a carta que Paulo escreve aos Romanos, ele levanta perguntas e traz com ela respostas, afirmações a respeito daquilo que é a vontade de Deus. Então, a mensagem da graça, da justiça de Deus, ela vai sendo exposta de uma forma tão maravilhosa. Uma boa notícia que diz: "Você é livre, o preço do pecado já foi pago. Jesus pagou o preço em nosso lugar. Ele gratuitamente te deu a salvação. Ele mostra que nós não estamos mais debaixo da lei de Moisés, >> que era consistida em mandamentos, em ordens. Mas ele disse, "Nós estamos em uma nova aliança onde é revelada a justiça de Deus". E sendo uma carta, Paulo não estava junto dos irmãos de Roma para explicar as possíveis perguntas que surgiriam. Então, provavelmente alguém que estava ouvindo a mensagem: "Olha, o preço foi pago, você foi liberto do pecado através da obra de Cristo. Se você recebeu a Cristo, você não é mais um pecador." Amém. >> Amém. É interessante que esse ensino foi fundamentado há mais de 2000 anos atrás e ainda a gente vê crente falando: "Eu não passo de um pecador". Mas quando você olha pra revelação da palavra de Deus na nova aliança, Jesus pagou o preço pelo seu pecado. >> Agora, alguém escutando essa mensagem poderia pensar como muitas pessoas pensam até hoje. Talvez alguns aqui estejam pensando, como eu não sou pecador se eu ainda tenho falhas, se eu ainda cometo pecados? Como eh eu não sou um pecador se eu ainda erro. Ou alguém poderia pensar o seguinte: "Já que eu fui livre do pecado, que eu não sou mais um pecador, eu vou viver à vontade no pecado". pecado". >> Mas é maravilhoso que essa carta ela traz o ensinamento completo a respeito da graça, da justiça de Deus. Eu queria que você abrisse sua Bíblia em Romanos 5. 5. Romanos capítulo 5. Amanhã tem aula aberta do Rema. Amém. Amém. Amém. >> E essa verdade que eu tô ensinando para vocês, eu aprendi no Centro de Treinamento Bíblico Rema. >> Um dia eu cheguei nessa escola tão condenado, tão cheio de medo de Deus, achando que Deus fazia coisas que ele não faz, me vendo diferente daquilo que Deus me criou para ser. Mas um dia numa sala de aula, eu ouvi alguém ensinando, dizendo: "Aquele que não conheceu o pecado, Deus o fez pecado por nós, para que nele fôssemos feitos justiça de Deus". Deus". >> Essa mensagem caiu como uma bomba, destruindo toda fortaleza de medo, de condenação que me separava de Deus. Mas aqui em Romanos 5, no verso 20, a Bíblia diz assim: "A lei foi introduzida para que a transgressão fosse ressaltada". Em algumas versões diz para que a voltasse a a ofensa, para que fosse colocada em destaque. A lei foi dada para que a transgressão fosse ressaltada. Entretanto, onde foi ressaltado o pecado, ou como diz outras versões, onde abundou o pecado, superabundou a graça de Deus. >> Onde houve muito pecado, o que a graça fez, ela transbordou, ela superabundou. Para quê? para que o pecado, para que como o pecado reinou na morte, assim a graça reine pela justiça para conceder vida eterna por meio de Jesus Cristo, o nosso Senhor. Amém. O que que o pecado fez? O pecado fez com que a morte reinasse. O pecado fez com que as consequências destruidoras, que Deus não nos criou para viver nelas entrasse no mundo. Mas a Bíblia diz que da mesma forma que a morte reinou por causa do pecado, por causa da justiça de Deus, a vida reina. Amém? A graça de Deus, ela reina em nossas vidas. E a gente precisa ter essa compreensão, porque muitas vezes você vê pessoas presas na consciência de Adão caído. Ah, se o homem não tivesse pecado, se eles não tivessem falhados, falhado, a gente não tava vivendo assim. a vida seria melhor, as coisas seriam melhores. De fato, Deus não idealizou paraa humanidade uma vida de pecado, de doenças, de miséria, de maldição, de destruição. Mas sabe de uma coisa? Jesus já veio e ele venceu o pecado. Amém? Então, a nossa consciência hoje pode ser uma consciência de cura, pode ser uma consciência de prosperidade, de paz, de vida abundante, de comunhão com Deus, de que somos libertos de fato do pecado. Mas veja, isso aconteceu para que de fato a gente pudesse viver essa essa vida sem ser sem ser dominado pelo pecado. Mais em Romanos 6, nós vamos ler alguns versículos, talvez o capítulo todo de Romanos, capítulo 6. Então, deixe sua Bíblia aberta aí no verso um diz assim: "Que diremos então?" Por que ele tá dizendo que diremos então? Uma vez que você foi exposto à mensagem de que o sangue de Jesus te justificou, que a graça de Deus te alcançou, que se você recebeu a Cristo, você não é mais um pecador, o que você vai dizer então? Continuaremos no pecado para que a graça transborde. Uma vez que Jesus foi lá e pagou o preço e e obteve para mim uma eterna redenção, que nós vamos dizer: "Eu vou continuar no pecado para que a graça transborde seja maior". A Bíblia afirma: "De maneira nenhuma nós, os que morremos para o pecado, como ainda viveremos nele?" nele?" Então, a mensagem da graça de Deus, a mensagem da justiça de Deus, não é uma mensagem que fortalece o pecado. Pelo contrário, a mensagem da justiça de Deus é a mensagem que faz com que o pecado perca a sua força. Amém. Amém. >> Se você olha aí para todo lado, tudo que você vê pecado, pecado, pecado, pecado, o que você vai reproduzir é pecado, pecado. Mas se você entende, um pecado, pecado. Mas se você entende, um preço tão alto foi pago em meu lugar. Jesus pagou o preço pelo meu pecado. Ele me libertou, ele mudou a minha natureza, você vai entender que o pecado não é mais o seu lugar. >> Não é o lugar que você deve estar. Não é a vida que Deus tem para você. O pecado foi o que te separou de Deus, que me separou de Deus, que trouxe coisas terríveis para o mundo. Então, uma vez que eu entendo que em Cristo Jesus eu me tornei justo, eu vou continuar no pecado para que a graça seja maior. Agora, há um motivo para que Paulo estivesse ensinando dessa forma, porque algumas pessoas, o Judas vai falar sobre isso em sua carta, que transformam a graça de Deus em algo para o pecado, como se, ah, eu posso viver de qualquer forma. E não é assim. A graça de Deus, ela vai transformar as nossas vidas. Nós não somos justos apenas de uma maneira nominal, nós somos de fato. E o pecado não tem domínio mais sobre as nossas vidas. É o que a palavra de Deus vai dizer. Eu vou continuar no pecado de maneira nenhuma. Jamais. Não é o meu lugar. Por que eu não vou continuar mais no pecado? Nós, os que morremos para o pecado, como ainda viveremos nele? Como alguém vai viver para algo se ela já morreu? Amém. >> Amém. >> Nós vivemos em Cristo, nós temos uma nova vida e para o pecado nós morremos. Já não faz mais parte da nossa vida. E é esse aspecto que nós precisamos compreender da palavra. Existe algo que Jesus fez por nós, mas precisa existir em nós uma resposta de fé ao que Jesus fez. É o que o apóstolo Paulo vai ensinar em Colossenses, no capítulo 3. Ele vai dizer: "Já que vocês ressuscitaram com Cristo, busque as coisas do alto. Pense nas coisas do alto". Mas ao mesmo tempo, em Colossenses 3, ele vai dizer que nós devemos fazer morrer as nossas paixões, o desejo pecaminoso. Veja, eu tenho vida em Cristo. Em relação a Cristo, eu estou vivo, mas para o pecado, eu estou morto. Já não mais faz parte da minha vida. E esse é o olhar, é a consideração que nós precisamos ter em relação ao pecado. Como eu vou viver ainda no pecado? Não é normal para alguém que nasceu de novo viver no pecado, dizer que anda na justiça, dizer que é filho de Deus e se portar como um pecador? João vai dizer na sua primeira carta que quem faz isso é mentiroso, porque uma vez que recebemos da graça de Deus, o pecado não deve ser mais o nosso estilo de vida, porque temos uma nova vida em Cristo. Amém. Amém. >> Então ele vai fazer algumas afirmações, algumas perguntas, mas na verdade são perguntas retóricas. Ele diz assim no verso 3: "Ou vocês não sabem que todos os que fomos batizados em Cristo fomos batizados na sua morte? Portanto, fomos sepultados com ele na morte por meio do batismo, a fim de que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também vivamos uma vida nova. >> Você tá vivendo uma vida nova? >> Amém. >> Ou vive como vivia antes. Nós estamos vivendo uma vida nova. Porque nós que recebemos a Cristo, nós fomos batizados em Cristo. E ser batizado em Cristo aqui não diz respeito apenas ao batismo nas águas. Na verdade, o batismo nas águas é um testemunho público da nossa fé. É um testemunho exterior de algo que aconteceu no seu interior. Uma vez que você eh creu no seu coração, que você nasceu de novo, você testemunha publicamente a sua fé, mas o que vai evidenciar mesmo que você recebeu a nova vida em Cristo não é apenas a água que você se submeteu para ser submerso nela, mas uma nova vida. A sua vida mudou. Não é apenas um rito. Você foi imerso em Cristo. Batismo fala a respeito disso. Imersão, Imersão, mergulho. Você foi mergulhado em Cristo. E quando você está mergulhado nas águas, o que mais se vê é a água. Amém. Quando alguém olha para nós, e essa é a tipologia, o significado que o batismo pode trazer, precisa ver mais da água do que de nós mesmos. Amém. >> Precisa ver mais do Cristo do que nós mesmos. Porque esse essa imersão ela também fala de um sepultamento. Eu morri. Eu preciso compreender isso. Eu não posso viver como eu vivia antes, falando da mesma forma, agindo da mesma forma, pensando da mesma forma, porque eu recebi uma nova vida em Cristo. Ou vocês não sabem disso, que todos que foram batizados em Cristo Jesus, fomos batizados na sua morte. Porque Jesus morreu, mas nós fomos identificados com ele. Então, o velho homem do pecado foi morto em Cristo, foi sepultado com ele. Mas a verdade do evangelho é que também foi ressuscitado com ele. Amém. >> Você ressuscitou com Cristo. >> Amém. você tem uma nova vida nele. É isso que a palavra de Deus está dizendo. O verso 5 diz: "Se pois nos tornamos unidos na semelhança da sua morte, certamente o seremos também na sua ressurreição, pois sabemos que o nosso velho homem foi crucificado com ele para que o corpo pecaminoso seja destruído, de modo que deixemos de ser escravos do pecado." Talvez você tenha enfrentado desafios. Todos nós somos tentados, mas uma coisa que nós precisamos entender é que eu não sou mais escravo do pecado. Amém. Um escravo, ele não consegue viver de acordo com a sua vontade. Ele é dominado, ele é governado por outro. Ele é totalmente influenciado por um senhor que determina: "Você vai viver assim, você vai trabalhar por tanto período, você vai dormir um período mais curto, o que você tem para comer é isso." Então eu não posso olhar para essa nova vida que eu tenho em Cristo e uma tentação que chega paraa minha vida e dizer: "Ah, eu não consigo mudar, eu não consigo melhorar". E aí entra aquilo que nós temos sido ensinados. Eu não consigo ou eu não quero. Isso precisa ser bem claro pra gente, porque se nós jogarmos com a verdade, se nós trabalharmos com a verdade, vai ser mais fácil de nós sermos livres. Amém. >> Reconhecendo. Não, eu é porque eu não quero mudar. Mas sabe por não querer mudar? Se eu já fui morto, já não é mais a minha vida, eu ressuscitei com Cristo. Agora isso precisa cair como revelação na sua vida, uma verdade para o seu coração. Porque o que vai fazer com que você viva uma vida santa, uma vida que agrada a Deus, é compreender a obra de Cristo Jesus. Não é a sua força. Antes de Jesus chegar, já tinha lei, já tinha mandamento. Não faça, não toque, não prova, não manuseia. Leis para todo tipo de ações cerimoniais, civis, religiosas. tinha todo tipo de de de lei para o povo, mas a lei que foi dada, ela não foi capaz de tornar ninguém santo de verdade. O que a lei fazia era mostrar para o homem que ele estava no pecado. É como alguém que chega diante do espelho e se depara com uma sujeira no seu rosto. A lei não era responsável por ter sujado a pessoa, mas ela só conseguia mostrar a sua condição. Você é um pecador, essa é a sua condição. É como se o espelho dissesse: "Eu não tenho condições de te limpar". A graça de Cristo não veio para fazer isso, não veio para te mostrar os seus pecados. Ela veio para mostrar, existe uma nova vida. vida. >> Quando você olha pra graça, o que você enxerga nela não são seus pecados. Quando você olha pra graça, você enxerga Cristo. E é essa imagem de Cristo que você precisa refletir. A Bíblia diz que Jesus, ele é a imagem do Deus invisível. Ele é o primogênito de toda a criação. Quando nós olhamos para Jesus, esse é o padrão que Deus tem para mim. E não é um padrão apenas a ser admirado, é um padrão para ser seguido. Eu posso olhar para ele e eu posso ser como ele é. >> Eu posso olhar para ele, eu posso imitá-lo, porque a minha vida está misturada com a vida dele. Eu estou imerso em Cristo. É ele que vai ser visto na minha vida. Então, o corpo pecaminoso, Jesus fez isso para que ele fosse crucificado, destruído. Para quê? Para deixarmos de ser escravos do pecado. Quando essa boa notícia chegou em nossa nação de que foi assinado algo que os escravos deveriam ser livres, no dia seguinte ou no dia que foi assinado, todos os escravos legalmente estavam livres. livres. Mas isso levou algum tempo para que as pessoas deixassem de viver como escravas, porque enquanto o conhecimento não chega, você permanece de baixa escravidão. Enquanto o engano ainda permanece, você permanece como escravo. E se você vive ou viver uma religião que a vida toda, tudo que você olha é pecador, pecador, eu não presto, sou miserável, eu não consigo vencer o pecado, homem é assim mesmo, meu temperamento é assim mesmo, minha família é assim mesmo, eu nunca vou ser diferente. Se é isso que você acredita, é assim que você vai viver. Porque viver como justo é algo que você vive pela fé. >> Você olha pra palavra e diz: "É isso que a palavra diz, é isso que eu sou e é assim que eu vou andar." >> Amém. >> Eu não vou apenas falar: "Eu sou justo". Isso vai ser visto em toda a minha maneira de ser, em todo o meu proceder, porque Deus me criou para ser assim. O verso 7 diz: "Pois quem morreu foi justificado do pecado". Alguém aqui morreu? Amém. >> Então, se você morreu, você foi justificado do pecado. Pastor, eu acho incorreto. Eu não não entendo esse negócio de falar que eu não sou mais pecador, eu recebi Jesus. Mas a Bíblia diz que esse ter recebido a Cristo significa que você morreu pra velha vida. E quem morreu está justificado do pecado. O verso 8 diz: "Ora, se morremos com Cristo, cremos que viveremos com ele também. Não estamos identificados apenas na sua morte, estamos identificados também na sua vida. Nós vivemos com Cristo, pois sabemos que tendo sido ressuscitados dentre os mortos, Cristo não pode morrer outra vez. A morte não tem mais domínio sobre ele. Você sabia que a morte não pode mais eh matar Jesus? >> Jesus se entregou para morrer em nosso lugar. Amém. Ele disse: >> "Ninguém tem poder para tirar a minha vida. Eu dou e tenho poder para reaver. >> Jesus venceu a morte. É o terceiro dia." >> Então o que Paulo está dizendo? Que a Bíblia tá dizendo, olha, Jesus não pode morrer mais. Amém. Foi uma única vez quando o verbo se fez carne, ele morreu, ressuscitou, recebeu um corpo glorificado. Ele não pode morrer mais. E o que isso tem a ver com a minha vida? Bem, o verso 9 que diz: "Pois sabemos que tendo sido ressuscitado entre os mortos, Cristo não pode morrer outra vez. A morte não tem domínio sobre ele. No que se refere à morte, morreu para o pecado de uma vez por todas. No que se refere à vida, vive para Deus. Assim vocês também se considerem, como você deve se considerar de fato mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus. Qual a sua relação com o pecado? Como que você deve se considerar em relação ao pecado? Como alguém que já morreu? >> Amém. Se a sua consciência constante é uma consciência de pecado, você não olha para o pecado como alguém que já morreu. E essa deve ser a sua consideração. Você sabe como um morto reage diante de alguma coisa? Já Já alguém que sabe como o morto reage? Ele não reage. Amém. >> Amém. >> Não tem mais a ver com a nossa vida. É isso que a gente precisa ser identificado nele quando as coisas dessa vida nos chamar, as tentações no chamarem, porque esse corpo ainda há de ser transformado, mas ele ainda não foi. Existem tentações, vontades de ir contra a vontade de Deus, mas você não é mais um escravo. Você é alguém livre, você é alguém morto para o pecado. Você ressuscitou com Cristo, você tem uma nova vida. E a comparação é do mesmo jeito que a morte não alcança mais Jesus, da mesma forma o pecado não pode mais nos dominar. >> Tão certo que a morte não vence mais o nosso Senhor, tão certo que se nós quisermos, o pecado não vence mais a nossa vida. E a mentalidade que Satanás vai querer nos envolver nela é: "Não tem jeito, você não vai conseguir se superar. Você não vai conseguir superar isso. Você não vai conseguir ser alguém diferente. Por que que você não desiste? Por que que você não cede para o pecado? Todo mundo é assim, todo mundo falha, todo mundo erra. É normal? Bem, Bem, você se sente mal, sente desconfortável, mas pensa, quem é que pode viver livre do pecado? A Bíblia vai nos mostrar alguém que pode viver livre do pecado. Aquele que foi imerso em Cristo. Amém. >> Glória a Deus. O verso 12 diz assim: "Portanto, não permitam que o pecado reine no corpo mortal de vocês, levando a obedecer aos desejos malignos dele. Não ofereçam os membros de vocês como instrumentos de injustiça para o pecado. Antes, ofereçam-se a Deus como quem saiu da morte pra vida. Ofereçam os membros do corpo de vocês como um instrumento de justiça para Deus. Assim, o pecado não deve ter domínio sobre vocês, porque vocês não estão debaixo da lei, mas debaixo da graça. O verso 12 diz: "Não permita que o pecado reine". Quem não vai permitir? Eu. Você. É você que não vai permitir. Ah, Deus me liberta do pecado. Ele não vai fazer. Ele já fez. Amém. >> A questão é agora, você não permite mais o pecado reinar. Você tem essa decisão, esse poder de escolha. Então, todas as vezes que eu peco, todas vezes que eu falho, eu peco porque eu quero. Eu pequei porque eu quis. Porque se eu não quiser pecar, eu não vou pecar. Porque a Bíblia diz, não permita que o pecado reine no corpo mortal de vocês a vontade do pecado vai ser de reinar sobre você. O pecado não quer te fornecer prazer. O pecado quer te dominar. Ele oferece prazer como uma forma de te subjulgar, de te prender. Agora, quem não vai permitir? Eu não vou permitir. Existe um único rei sobre a minha vida e ele não vai ser o pecado. >> Veja, é uma escolha, >> é uma decisão. Não permita que o pecado reine no seu corpo mortal, porque ele vai te levar a obedecer desejos que são malignos. E ele fala: "Não pega os membros do seu corpo e ofereça ele para o pecado. Mas veja nessa nova vida que os membros do seu corpo sejam instrumentos paraa justiça de Deus. de Deus. >> Se você pecava com os lábios, se a sua língua era um instrumento de pecado, a sua língua agora precisa ser um instrumento de justiça. >> Amém! Amém. >> Se você era uma pessoa que murmurava, agora você é uma pessoa que vive agradecendo. >> Se você era alguém que amaldiçoava, agora você é alguém que abençoa. >> Amém. >> Se você era alguém que mentia, agora você só fala a verdade, porque os seus membros agora estão oferecendo pra justiça. justiça. >> Se você pecava com suas mãos, agora elas não são mais usadas para o pecado. Elas são usadas para curar os enfermos. >> Existe uma nova vida em Cristo Jesus. A justiça de Deus nos colocou nesse lugar. Então, eu não vou permitir mais, eu não vou deixar o pecado reinar. >> E não se pode ter dois reis em o mesmo lugar. lugar. Se o pecado tá reinando sobre você, Jesus não está sendo o rei na sua vida. Não adianta eu dizer que Jesus é o é o meu rei e quem determina as minhas ações, os meus pensamentos é o pecado. Se eu tô vivendo assim, quem tá reinando sobre a minha vida não é Jesus, é o pecado. Mas eu não preciso permitir isso mais. Amém. Eu não preciso oferecer os membros do meu corpo como instrumento de pecado, mas um instrumento de justiça. O verso 14 é muito forte. Assim, o pecado não deve ter domínio sobre vocês, porque vocês não estão debaixo da lei, mas debaixo da graça. >> Amém. >> Alguém poderia pensar, não, é a lei que ajuda as pessoas a não pecarem. Na verdade, irmãos, o que a lei faz é deixar você consciente de que você precisa de um salvador. A lei te mostra, isso é pecado, mas ao mesmo tempo ela revela sua insuficiência em obedecer. Mas a graça de Deus em Cristo Jesus, ela te liberta do pecado. >> A questão não é se é mais fácil, mais difícil a nova aliança. Acontece é que na nossa carne seria impossível mesmo. E a graça de Deus que tornou isso possível. E nós podemos desfrutar disso porque não estamos mais debaixo da lei, mas debaixo da graça. O verso 15 diz assim: "Então, vamos pecar porque não estamos debaixo da lei, mas da graça de maneira nenhuma." A mesma coisa que ele diz no início. Por que ele tá respondendo isso? Porque se você ler Romanos do 1 ao 5, irmãos, é maravilhoso que a palavra vai dizer. O evangelho de é o poder de Deus para nos salvar. A lei mostrava os nossos pecados, que ninguém era justo, que todo mundo estava separado de Deus, mas que a graça nos justificou e que agora o amor de Deus foi derramado em nosso coração e que eu sou livre do pecado. Eu não sou mais inimigo de Deus. Eu sou amigo de Deus. Deus provando o seu amor por nós, em que Cristo morreu por nós quando nós ainda éramos pecadores. É o que você vai ver de Romanos 1 até Romanos 5. Mas a mensagem ela traz um aspecto prático. Não adianta dizer que eu sou e não andar em linha daquilo que eu sou. Então ele vai dizer novamente: "Então vamos pecar porque não estamos debaixo da lei, mas da graça de maneira nenhuma. Vocês não sabem?" Mais uma vez ele diz, vocês não sabem quando se oferecem a alguém como escravos obedientes, são escravos daquele a quem obedecem. Quer escravos do pecado que leva à morte, quer escravos da obediência que leva à justiça. justiça. Ele vai trabalhar essa expressão, essa terminologia de escravidão mesmo. O pecado ele vem para dominar pessoas. Então ele fala a respeito, vocês não sabem que quando alguém se oferece como escravo, mas você poderia perguntar quem poderia se oferecer como escravo, né? Que a Bíblia conta a história um povo ao seu redor. O império romano eh era muito comum a questão da escravidão. A cidade de Corinto, por exemplo, estima que 1/3 da cidade era composta por escravos. E havia pessoas que se tornaram escravos por causa de guerra, ser um prisioneiro de guerra. ou ela nasceu numa família onde havia essa questão da escravidão e ela nascia nesse contexto também, mas havia também aquelas pessoas que se ofereciam ofereciam para ser escravos de alguém. Quem faria isso? Quem não queria morar na rua? Miserável, pobre, não tinha nada. Então era melhor viver como escravo do que viver na sarjeta. Não havia planos de assistência de governo. Então algumas pessoas se ofereciam para viver como escravos. Algumas pessoas se tornavam escravos porque caíram em alguma dívida e não conseguiam pagar. E o que Paulo tá dizendo para esse povo? Olha, vocês sabem, gente, que quem se oferece como escravo de alguém vai ter que obedecer aquele a quem ele se ofereceu. Que a Bíblia tá dizendo: "Quando eu me ofereço como escravo ao pecado, o pecado vai se tornar o meu Senhor e vai ditar as regras da minha vida." E deixa eu te falar uma coisa, não é nada agradável a vida de um escravo. Deus não nos criou para ser assim. >> A ilusão é: te ofereço prazer, mas você é meu. Eu te domino, te ofereço alegria na sexta-feira à noite, noite, mas eu te visito na ressaca do dia seguinte. E eu nem tô falando da ressaca física, física, ressaca moral, vergonha, porque é isso que o pecado faz. prejuízo disfarçado de lucro. Nós não fomos criados para viver assim. Não tem a ver mais com a nossa nova natureza. O pecador ele conta vantagem depois na na segunda-feira, depois do carnaval, final de semana foi daquele jeito. Me entreguei para tudo, fui dominado, me não uso essa expressão, né? Mas eu fiz tudo. Tava do jeito que o diabo gosta. e se sente, é isso mesmo, a vida. Mas de repente você nasce de novo e Jesus vem e quebra essa escravidão e te torna livre. Quando você se vê envolvido no pecado, aquilo te dói, te incomoda e precisa ser assim. >> Perde-se o prazer, a alegria do pecado, porque a sua natureza foi transformada. Pecado não é mais para você, é um sofrimento. Ser um filho de Deus, entender que o sangue de Jesus te purificou, que ele mudou a sua natureza e ainda se entregar o pecado não combina mais com você. Briga não combina mais. Se sente mal. Antigamente você se sentia mal se você Não, eu eu não dei a última a última palavra tinha que ser minha. Eu eu tinha que brigar. E se eu pudesse humilhar mais a pessoa? É, esse era o meu lugar. Mas agora que você nasceu de novo, alguém te faz mal. E se você reage de uma maneira que alguém poderia considerar aceitável, para você ainda te incomoda, porque aquilo não é mais a sua natureza, >> não é mais vantagem para você, seja qualquer gênero de pecado, não vou ficar dando nomes a pecado, mas não tem mais a ver com sua vida, porque você se tornou justo diante de Deus. Deus. >> Amém? >> A sua natureza é uma natureza santa. Agora, e você precisa, nós precisamos andar nessa novidade de vida, porque vocês não sabem quem se oferece como escravos obedientes são escravos daqueles a quem obedece. Mas graças a Deus, versículo 17 diz: "Porque embora tenham sido escravos do pecado, nós fomos, todos nós em outro tempo tenham sido escravos do pecado, vocês passaram a obedecer de coração a forma de ensino que lhes foi transmitida. Havia um tempo que eu era escravo do pecado, pecado, mas agora a minha obediência é uma obediência de coração. E é por isso que eu tenho escolha, mesmo tendo essa nova vida, eu posso viver do jeito certo ou eu posso escolher andar errado. Mas a minha obediência, ela precisa ser de coração. >> Eu quero agradar o Senhor. Ele libertou a minha vida. Eu tava morto e ele me ressuscitou. Eu era um escravo e agora eu sou livre. Eu era dominado pelo pecado e hoje o pecado não me escraviza mais. Graças a Deus, embora tenha sido escravos do pecado, vocês passaram a obedecer de coração a forma de ensino que foi transmitida. De fato, vocês foram libertos do pecado e tornaram-se escravos da justiça. E se tornar escravo da justiça não é trocar seis por meia dúzia. Porque agora quem governa nesse reino de justiça é Jesus. Amém. >> Que diferença faz servir a Jesus ou servir o pecado? Toda a diferença. >> Ele transformou a nossa vida. A obediência que ele requer de nós é uma obediência que nasce do coração. E é por isso que ele não vai forçar você para vir para os caminhos dele na base da chicotada, na base da doença. Ou você vem para mim ou eu coloco uma doença em você, ou você vem para mim e eu faço tragédia chegar na sua vida. Ele não vai fazer isso. Quem faz isso é o pecado. E se eu escolho andar no pecado, eu estou andando fora da proteção de Deus. Mas quando eu ando na justiça, eu estou guardado em um Senhor que é bom, que reina sobre a minha vida com amor, que me serviu primeiro antes que eu pudesse servir a ele. Verso 19 diz: "Falo isso em termos humanos por causa das limitações humanas de vocês. Como ofereceram os membros do seu corpo em escravidão a impureza, que leva mais e mais à iniquidade, assim se ofereça em escravidão a justiça que leva à santidade. santidade. O pecado nos leva mais e mais para um lugar ruim. A justiça de Deus nos leva à santidade, a uma vida leve, livre de culpa, >> livre de condenação, >> livre de medo. >> Salmista vai dizer já na antiga aliança que o justo ele é usado como um leão. Sabe, meus irmãos, o pecado é uma desgraça. Pecado tira de você convicção, tira de você ousadia, te coloca com medo de ser descoberto, de alguém saber o que tá acontecendo com você. você. A vida dá errado. Se você tá andando na justiça, um problema chega na sua porta, você fala assim: "Satanás, você não tem lugar aqui." >> Mas se você tá vivendo uma vida de qualquer jeito, você olha pro problema e fala assim: "Então, eu acho que eu fiz para merecer, né? Eu acho que >> e nisso até a doutrina entra em risco de ser abalada na sua vida. Será que não é Deus que tá tratando comigo? Será que não é Deus que que tá fazendo eu perder as coisas? A gente se esquece lá do beabá que nós aprendemos quando chegamos na palavra. Deus é luz e nele não há trevas. Quem mata, rouba e destrói é o ladrão. Mas o pecado vai bagunçar o entendimento de justiça na sua cabeça. >> E daqui a pouco você se acha que é pecador. Daqui a pouco você tá querendo ouvir as músicas que você ouvia antes. E eu não tô falando do forró, tô falando daquelas músicas que diz que você não vale nada, mas Jesus gosta de você. Começa a ouvir, sou humano, só sei errar. >> Eu sou assim, pobre, pecador. Pecado vai querer bagunçar sua doutrina. Você vai ter coragem de cantar que você é justo diante de Deus, como nós cantamos, cantamos, >> vivendo uma vida no pecado. Mas ainda assim, a verdade da palavra é que você é justo. >> Mas o pecado vai querer bagunçar aquilo que você crê. Você vai olhar, tudo é possível. É o que crê, é o que a Bíblia diz. Mas, mas para mim eu não mereço isso, não. Nós somos livres. Amém. >> Livres. O verso 21 diz assim: "Que fruto colheram então das coisas das das coisas agora que você se envergonha? O fim dessas coisas é a morte." Então que ele tá mostrando, gente, pecado não compensa. Qual que é o fruto? Porque a nossa ação é como uma semeadura e é um princípio estabelecido para tudo. Deus não se zomba, Deus não se deixa escarnecer. Tudo que o homem plantar, o homem também vai colher. Mas qual que é o fruto? Que colheita que o pecado dá? Coisa que traz vergonha. Eu acho que a gente pode pensar nisso diante das tentações. Essa é a atitude minha. Isso vai me trazer paz ou vai trazer vergonha? Eu não quero isso, irmãos. Eu eu não sei se você já deve ter passado por isso naquela situação de tá sendo tentado em alguma área da sua vida que você ainda não superou ou que superou por um tempo e agora tá com dificuldade e de repente tá aquela pressão, sabe? Ah, não vou conseguir. Não vou conseguir. Eu vou vou cair. Não vai ter jeito. Perde o prazer. E eu não tô falando só no depois, eu falo no durante. É uma, é um negócio de escravidão mesmo. Eu não sei se você já pecou tendo nojo de você mesmo. Assim, por que que eu tô envolvido nisso? Ou depois de ter caído, fala assim: "Meu Deus, por que que eu errei? O pecado traz vergonha. Mas o contrário disso também é verdade. Você passar por aquela pressão, tentação, negócio querendo explodir você e você resiste. >> Quando passa aquele momento, você fala assim: "Graças a Deus que eu não caí". >> Jesus quando foi tentado, né, por pelo diabo, ele disse: "Você é filho de Deus, transforma esses pães em pedra". E era uma tentação mesmo, irmãos. Tentação é sentir vontade de fazer uma coisa. Se não tivesse vontade ali envolvido, né? Talvez essa sugestão tenha vindo na mente de Jesus, né? 40 dias ali jejuando, ele olha para um pão, isso dá uma pedra, ó. Isso dá, olha pra pedra e fala: "Se dá um pão, né? Se dá um pão. Se eu for filho de Deus mesmo, vou testar." Mas o pai tinha acabado de dizer para ele, você é meu filho amado em quem eu tenho prazer. Mas sabe, quem se antecipa e entrega ao pecado, pecado, acaba acaba comendo pedra no lugar de pão. >> Não compensa. >> Amém. >> Não compensa. Sabe quando quando o pecado chamar você, olha para ele, fala assim: "Não vale a pena não, não compensa. Isso aqui não é para mim. Eu eu não quero me afastar de Deus. Eu não quero me afastar da comunhão. Eu não quero. Eu quero orar com ousadia. Eu quero amar as pessoas. Eu quero viver intensamente a minha família, o plano de Deus, o propósito de Deus. Pecado é uma coisa que vem para enfraquecer a gente. Eu não quero isso. É algo que vai me trazer vergonha. É o que ele diz. Que fruto vocês escolheram das coisas que agora se envergonham? O final dessas coisas é morte. Você é justo, você não é mais um pecador, você não é mais um escravo, você agora é alguém que é livre. Mas não compensa voltar para esse lugar mais, porque voltar para esse lugar é caminhar paraa morte. O verso 22 diz: "Agora, porém, que vocês foram libertos do pecado e se tornaram escravos de Deus, o fruto que colhem leva à santidade e o seu fim é a vida eterna". Existe um final. de vida e de morte. E você escolhe. Senhor disse ainda para o povo de Israel: "Olha, eu coloco diante de vocês a vida e a morte, a bênção e a maldição". E o Senhor ainda diz: "Escolhe a vida para que você possa viver". É uma escolha. Então, entenda, diante de tentações, de dificuldades, de desafios para não obedecer de coração ao Senhor, diz: "Olha, eu quero um fruto e esse fruto que eu quero não é o fruto que vai me levar pra morte. Eu quero aquilo que vai me levar pra vida, pra santidade, para aquilo que agrada a Deus. >> Porque o salário do pecado é a morte. Existe um pagamento, né? original que traz uma ideia de pagamento mesmo, não apenas salário, mas de pagamento. pagamento. Só recebe pagamento quem faz por merecer. Não é assim? Então, não é injusto quando se recebe morte porque trabalhou no pecado. O salário do pecado, o pagamento pelo pecado é a morte. Mas existe algo que Deus ele nos concede. E a linguagem não é pagamento, é presente. Amém. É o dom. O dom gratuito de Deus é a vida. a vida. É a vida. Deus tem esse presente para para as nossas vidas. Eu já recebi, tem a vida de Deus. Eu não sou escravo do pecado. O domínio do pecado foi quebrado em minha vida. Eu estou debaixo da graça, não debaixo da lei. Um dos teólogos mais famosos da história da igreja, Agostim, ele conta que viveu uma vida muito perdida, muito depravada até antes de se converter. E ele conta que quando ele entra para essa vida essa vida cristã, cristã, ele muda de cidade e em um determinado momento ele volta para o lugar onde ele viveu a maior parte da sua vida. E um dia ele tava andando na rua e uma mulher que o conheceu na vida pregressa dele começou a a chamar ele. Agostinho, Agostinho. E ele não respondeu. E aí ela foi até a ele. Você não lembra mais de mim? E ele disse para ela: "Olha, aquele Agostinho que você conheceu, ele morreu. Ele não existe mais. pecado vai continuar chamando. Mas cabe a nós dizer: "Eu não te respondo mais. Eu não sou mais escravo. A coleira do pecado foi quebrada. Eu sou livre. Eu sou filho de Deus. Eu não vou fazer algo que vai me trazer vergonha, que vai envergonhar o nome daquele que me chamou. Eu não vou responder mais. Eu tenho essa vida para viver. Eu sou justo. Eu sou filho de Deus. A graça me purificou. Eu sou amigo de Deus. Coisa boa. Pensa, amigo de Deus. Você é amigo de Deus. Ele ele nunca te deixa sozinho. Ele te ensina, te mostra o caminho. Ele te ama Ele te ama de uma forma tão amigo de Deus. Você é amigo, você é filho de Deus. Então o pecado não vai mais se dominar porque você tá debaixo da graça. O que eu faço para viver livre? Seja consciente da graça de Deus. Ama o que Deus ama. Comece a detestar aquilo que Deus odeia. Algumas pessoas se sentem desconfortáveis diante da palavra. Quando o pregador começa a falar de coisas que é nosso caráter precisa ser mudado, mas a coisa mais inteligente a se fazer é se unir à mensagem. Não ficou ofendido porque alguém, a mensagem tá corrigindo a sua forma de falar. se una à mensagem. A mensagem do evangelho detesta aquilo que é mal. que é mal. Você não você não tá numa igreja que vai te fazer sentir tão confortável, na maioria das vezes não vai. Para mudar a nossa vida. Amém. >> Para mudar, pra gente viver uma vida que agrada a Deus. Não é assim, tá me expondo, não. Tá expondo a mensagem. E a mensagem tá expondo o pecado. E eu não quero o pecado. É essa mensagem que pode me limpar. Brigar com o mensageiro é como uma pessoa suja, fedorenta, lutando contra a água e o sabão. Não, não mexe aqui. Gosto de ficar fedorento. Não faz sentido. A mensagem ela vem para nos transformar, irmãos. Irmão, esse ano tem sido um ano de tanto crescimento, tanto crescimento. Há uma inspiração tão forte sobre a vida do pastor Paulo. Não que não que faltasse em algum tempo, mas cada culto, cada mensagem, não apenas o pastor, né, mas o nosso pastor, que eu falo, Senhor, preciso melhorar, preciso ser um crente de verdade, sabe? Não meia boca, mais ou menos o que o povo acha do que é ser cristão, mas ser de verdade mesmo, sabe? Essa mesma mensagem que nos confronta, confronta, irmãos, ela tem um fruto que leva a santidade. Ela deixa a gente cheio de alegria, alegria, deixa a gente leve, sabe? Com ousadia, amigo de Deus, querendo conhecer a Deus. Isso é tão bom, tão bom. É a vida que Deus tem para nós. Amém. Nós vamos celebrar a ceia juntos, sem culpa, sem condenação, sabendo que nós não somos escravos do pecado. O pecado não pode nos dominar. Queria que você ficasse de pé. >> Os ministros de música vão cantar. Enquanto diaconato distribui a ceia, eu queria que você aproveitasse esse tempo mesmo, sabe? Para falar com o Senhor, para reconhecer que você não é mais o mesmo, que você tem uma nova vida em Cristo. Amém. Eu encontrei o meu tesouro. Eu encontrei o bem mais precioso. Eu encontrei o meu tesouro. Eu encontrei o bem mais precioso como Maria como Maria estava a teus pés e dissestes a ela essa é a boa parte que nunca será tirada como Maria que está teus pés e dissestes a ela Essa é a boa parte que nunca nunca será tirada. Eu encontrei o meu tesouro. Eu encontrei o bem mais precioso. Eu encontrei o meu tesouro. Eu conheiro precisou precisou como Maria como Maria estava e dissestes a ela é a boa parte nunca será tirada como estava a seus pés É, essa é a boa parte nunca, nunca, nunca será tirada. >> Aleluia! Glória a Deus! Amém! Amém! Em Primeiro Coríntios 11, no versículo 23, está escrito assim: "Porque eu recebi do Senhor o que transmitia a vocês, que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, pegou o pão, deu graças, partiu e disse: "Isto é o meu corpo dado em favor de vocês. Façam isso em memória de mim". Da mesma forma, depois de ter comido o pão, ele pegou o cálice e disse: "Este cálice é a nova aliança no meu sangue. Façam isto sempre que o beberem em memória de mim, porque sempre que comerem deste pão e beberem deste cálice, vocês anunciam a morte do Senhor até que ele venha." Amém. E ele vem. Nós vamos participar da ceia com essa consciência. Amém. Esse pão fala sobre isso, sobre o corpo de Jesus que sofreu em nosso lugar, que foi entregue em nosso lugar. A Bíblia diz que ele foi moído por causa das nossas transgressões, mas o castigo que nos traz paz estava sobre ele. Por causa das feridas em Jesus, nós fomos sarados. Amém. Você não vai ser curado. Você foi curado em Cristo Jesus. Ele já fez. Então, enquanto nós participamos da ceia, você pode receber em seu corpo a manifestação daquilo que Jesus já fez. Nele você já é curado. Amém. Nós podemos comer desse pão com essa consciência em nome de Jesus. Amém. Da mesma forma quando nós tomamos esse cálice, nós não cremos que que esse cálice é o sangue de Jesus. Amém. É um memorial. Ele não se transforma em sangue de Jesus em nosso corpo. Bem como o pão também não faz isso, mas é um memorial. Memorial é algo que te faz lembrar de algo. algo. É uma lembrança daquelas que você não pode se esquecer nunca. O sangue de Jesus foi derramado para teorificar. Em Cristo você tem uma nova vida. Em Cristo você é amigo de Deus. Então, quando bebermos esse cálice, você vai se lembrar disso e deixar o seu coração se encher de gratidão, porque o sangue de Jesus nos libertou de todo pecado. Ele não apenas nos perdoou, ele nos libertou, ele nos redimiu. Amém. Você pode participar do cálice? Eu encontrei o meu tesouro. Eu encontrei o bem mais precioso. Eu encontrei o meu tesouro. Eu encontrei o precioso. Aleluia! Que manhã maravilhosa, queridos. Eu imagino que assim como eu, você tá saindo aqui assim gigante com essa verdade, com lembrar essas coisas ou até mesmo se eu viu isso hoje pela primeira vez e isso entrou no seu coração como uma flecha certeira no mal. Ah, queridos, como o Senhor é bom. E tudo isso que foi dito, né, pastor Marcos ministrou eh de um jeito muito claro a respeito da justiça do Senhor, da graça dele revelada a nós, de que o pecado não tem lugar na nossa vida. E para que você possa viver essa vida de fato abundante em graça, que você possa resistir à tentação, ao pecado, você só precisa de uma coisa. uma coisa. que é estar imerso em Cristo, que essa é a primeira coisa pra vida com o Senhor. Eu quero saber se tem alguém aqui nessa manhã que ainda não fez do Senhor, o seu Senhor e Salvador, que ou que estava afastado que precisa se reconciliar. Queria que você levantasse sua mão, nós vamos orar com você. Não deixe passar essas oportunidades. Não deixe para fazer isso em outro culto. culto. Faça agora. Não fique tempo longe do Senhor. Todo mundo salvo? Amém. Aleluia. Tem alguém que entrou aqui com algum sintoma, alguma doença, alguma dor? Luizão lá atrás. Minha mãe ali, ó. A vai, gente, põe as mãos. Nós vamos orar. Alguém, Senhor, nós rendemos graças porque nós sabemos que a sua obra é completa. Nós declaramos agora cura sobre o corpo dos nossos irmãos em nome de Jesus. Uma cura agora imediata, livrando de toda dor, todo malestar, todo e qualquer sintoma. Você não pode permanecer no corpo daqueles que entregaram sua vida para Cristo. Nós te agradecemos, Pai, em nome de Jesus, pela manifestação da cura imediatamente sobre os nossos irmãos. Amém. Obrigada, Senhor. E quero saber também se tem alguém que está aqui nessa manhã e que ainda não ora em outras línguas e quer conhecer, quer saber um pouco mais sobre isso. Nós temos um tempo depois que o culto termina para explicar você, para te mostrar os textos e que você possa então ser batizado no Espírito Santo. que é a muito central nessa nova aliança que o pastor Marcos ministrou, falou aqui hoje. Então você não pode viver nesse tempo e não ser batizado, não ser revestido com esse poder que vem do alto. E a evidência disso é oração em línguas. Então, se você não ora em línguas ainda, esse momento é para você. Tem alguém? Quero só te conhecer. Se você quiser, a gente vai te instruir melhor assim que o culto acabar. Todo mundo ora em línguas. Amém. Glória a Deus. Tem alguém que nos visita hoje pela primeira vez? Acho que conhece todo mundo. Bom, nós temos então a mais um culto hoje. Graças a Deus, você vai vir, vai trazer mais alguém, vai convidar uma pessoa para estar aqui às 19 horas. Amém. Então, seja abençoado praticando essa palavra. Até mais. Eu encontrei o meu tesouro. Eu encontrei o bem mais preciso. Eu encontrei o meu tesouro. Eu encontrei o bem mais precioso. Oh.
A sua natureza é uma natureza santa.
Doutrina: Santificação progressiva vs. perfeccionismo
Tensão: A afirmação, no contexto de Romanos 6, é teologicamente correta quanto à nova natureza (2 Co 5:17). Porém, o pregador não distingue claramente entre a nova natureza (espírito regenerado) e a carne (corpo mortal ainda sujeito à tentação – Rm 7:22-25; 8:10-13). Isso pode ser lido como perfeccionismo ontológico.
Correção sugerida: Equilibrar: 'Sua natureza em Cristo é santa – o velho homem morreu. Mas enquanto habitamos neste corpo mortal, a carne ainda puxa para o pecado. A santificação é andar na realidade da nova natureza, não negar a luta. É por isso que Paulo diz 'façam morrer' (Cl 3:5) – há algo a fazer, não apenas a declarar.'
Se você tá andando na justiça, um problema chega na sua porta, você fala assim: 'Satanás, você não tem lugar aqui.'
Doutrina: Soberania de Deus e teodiceia
Tensão: A formulação pode sugerir que problemas/sofrimento são exclusivamente de origem satânica e que a justiça do crente os repele automaticamente. Jó era justo e sofreu. Paulo tinha espinho. Jesus sofreu. A Escritura não ensina que justiça = imunidade a problemas.
Correção sugerida: Reformular: 'Quando o inimigo tenta usar o pecado para acusar e paralisar, você responde pela autoridade da Palavra: o sangue de Cristo me purificou, o pecado não me domina. Mas nem todo problema vem do diabo – Deus é soberano, pode permitir provação (Tg 1:2-4), e a cruz nos ensina que sofrimento não é sinal de pecado oculto.'
Se eu não quiser pecar, eu não vou pecar.
Problema: Simplificação retórica do argumento paulino. Romanos 6 fala da quebra do domínio (kyrieuein) do pecado, não da impossibilidade de falhar. 1 João 1:8 ('se dizemos que não temos pecado, enganamo-nos') e a experiência de Paulo (Rm 7:14-25) mostram que a luta contra a carne persiste até a glorificação. A frase, isolada, pode gerar perfeccionismo ou culpa em quem falha.
Risco pastoral: Crentes que pecam podem interpretar a falha como 'não quiseram o suficiente', gerando condenação e vergonha – o exato oposto da mensagem de libertação do sermão.
Sugestão: Reformular: 'O pecado perdeu o domínio sobre a sua vida. Você não é mais escravo. Quando falha, isso não define quem você é – você é justo em Cristo. Mas diante da tentação, você tem poder pela graça para dizer NÃO, porque o pecado não é mais seu senhor.' Isso preserva a ênfase da liberdade sem negar a realidade da luta.
Você não vai ser curado. Você foi curado em Cristo Jesus. Ele já fez. Nele você já é curado.
Problema: Aplicação da expiação à cura física como fato consumado, sem qualificação escatológica. A tradição Palavra da Fé legitima essa conexão, mas a formulação absoluta ('você já é curado') contradiz a experiência de Paulo (espinho – 2 Co 12:7-9), Timóteo (gastrite – 1 Tm 5:23) e a própria narrativa bíblica de crentes fiéis que não foram curados.
Risco pastoral: Quem não recebe cura imediata pode sentir que 'não tem fé suficiente' ou que Cristo não é fiel – o que inverte a mensagem de graça do próprio sermão.
Sugestão: Manter a ênfase denominacional com nuance: 'A expiação de Cristo é a base e a garantia de toda cura. Na Ceia, participamos dessa realidade. Deus é fiel e cura – hoje, amanhã, ou na glorificação. Sua fidelidade não depende do nosso timing.' Isso honra a tradição sem criar uma fórmula que contradiz a soberania divina.
Momento de ministração
Nós declaramos agora cura sobre o corpo dos nossos irmãos em nome de Jesus. Uma cura agora imediata, livrando de toda dor, todo malestar, todo e qualquer sintoma. Você não pode permanecer no corpo daqueles que entregaram sua vida para Cristo.
Quem falou: Pregador principal (pastor Marcos) ou líder de ministração
Problema: Declaração de cura 'imediata' e 'total' como fórmula, condicionada à entrega de vida a Cristo. Isso flerta com a teologia da prosperidade (garantia de saúde como direito do crente) e pode gerar frustração e culpa em quem não é curado. A expressão 'você não pode permanecer no corpo' trata a cura como automática pela declaração verbal, o que se aproxima de 'declare e será estabelecido'.
Momento de ministração
Todo mundo ora em línguas. Amém.
Quem falou: Pregador principal (pastor Marcos) ou líder de ministração
Problema: Afirmar que 'todo mundo ora em línguas' como evidência universal do batismo no Espírito Santo é uma posição denominacional (Nível 2 – Palavra da Fé/Pentecostal). Exegeticamente, 1 Coríntios 12:30 pergunta 'Todos falam em línguas?' e a resposta esperada é 'não'. A tradição pode defender a evidência inicial, mas a formulação 'todo mundo' como fato universal é empírica e biblicamente questionável.
Momento de ministração
O Senhor é aquele que nos livrou de toda dor, doença, enfermidade, e a gente precisa receber isso por meio da fé. [...] é só vir receber a palavra e ser plenamente curado.
Quem falou: Líder de ministração (anúncio do Centro de Cura – fora da pregação, mas no contexto do culto)
Problema: Anúncio que condicionar a cura à participação no 'Centro de Cura' e à 'palavra' recebida ali. Embora gratuito, a estrutura 'venha receber a palavra e seja plenamente curado' cria um vínculo entre evento e resultado que se aproxima de rito como mediador da graça. Não é transação financeira (é gratuito), mas é transação espiritual (participar do evento = cura).
'Você não vai ser curado. Você foi curado em Cristo Jesus. Ele já fez. Nele você já é curado.'
Equilíbrio bíblico: A tradição Palavra da Fé legitima a conexão entre expiação e cura. Porém, a Escritura apresenta a cura como já inaugurada mas não consumada: Paulo tinha espinho (2 Co 12:7-9), Timóteo tinha problemas estomacais (1 Tm 5:23), e a redenção do corpo é escatológica (Rm 8:23). Formulação equilibrada: 'A expiação é a base e a garantia de toda cura. Deus cura – hoje, amanhã, ou na glorificação. Sua fidelidade é certa, mesmo quando a manifestação não é imediata.' Isso preserva a ênfase denominacional sem criar uma fórmula que contradiz a soberania divina e a experiência bíblica.
'Se eu não quiser pecar, eu não vou pecar.' / 'A sua natureza é uma natureza santa.'
Equilíbrio bíblico: A nova natureza é santa (2 Co 5:17), mas a carne ainda habita (Rm 7:14-25; 8:10-13). Paulo distingue o domínio do pecado (quebrado) da presença do pecado (ainda ativa). Formulação equilibrada: 'O pecado perdeu o domínio. Você não é mais escravo. Mas a luta continua. A santificação é andar na realidade da nova natureza, não negar a existência da carne. Quando falhar, não se defina pela falha – defina-se pela justiça de Cristo.' Isso evita tanto o perfeccionismo quanto a banalização do pecado.
'Se você tá andando na justiça, um problema chega na sua porta, você fala assim: Satanás, você não tem lugar aqui.'
Equilíbrio bíblico: Nem todo sofrimento vem do diabo ou é consequência de pecado. Jó era justo e sofreu. Jesus sofreu. Paulo sofreu perseguições. A Escritura ensina que aflições fazem parte da vida cristã (Jo 16:33; Tg 1:2-4; 2 Co 4:8-11). Formulação equilibrada: 'Quando o inimigo tenta usar o pecado para acusar, você responde pela autoridade da Palavra. Mas nem todo problema é ataque satânico – Deus é soberano, pode permitir provação para crescimento, e a cruz nos ensina que sofrimento não é sinal de pecado oculto.' Isso evita a teologia da retribuição invertida.
Exposição genuína e progressiva de Romanos 5-6
O pregador segue a argumentação paulina de forma lógica: justificação pela graça (Rm 5:20-21) → pergunta retórica sobre antinomianismo (Rm 6:1-2) → identificação com Cristo na morte e ressurreição (Rm 6:3-11) → exortação prática (Rm 6:12-14) → escravidão ao pecado vs. à justiça (Rm 6:15-23).
Impacto: Crentes saem com uma compreensão bíblica sólida da graça que não é licença para pecar, mas poder para viver em santidade. Isso combate tanto o legalismo quanto o antinomianismo.
Analogia do espelho para a função da lei
'A lei não era responsável por ter sujado a pessoa, mas ela só conseguia mostrar a sua condição. Você é um pecador, essa é a sua condição. É como se o espelho dissesse: Eu não tenho condições de te limpar.'
Impacto: Ilustração pastoralmente poderosa que distingue a função da lei (revelar pecado) da função da graça (transformar). Ajuda crentes presos em legalismo a entenderem que a lei nunca foi meio de santificação.
Contextualização histórica da escravidão em Roma/Corinto
'A cidade de Corinto, por exemplo, estima que 1/3 da cidade era composta por escravos. E havia pessoas que se tornaram escravos por causa de guerra, ser um prisioneiro de guerra... ou caíram em alguma dívida.'
Impacto: Ancora a metáfora paulina na realidade dos primeiros leitores, mostrando que 'escravidão' não era abstração. Isso aprofunda a compreensão do texto e valoriza a hermenêutica histórico-gramatical.
Aplicação pastoralmente saudável de Mateus 19 ao dízimo/oferta
'A dificuldade não é as pessoas dizimarem, ofertarem, não, não é não. A gente entende, a gente faz isso logo. Agora, há mesmo um cuidado, uma força diabólica para que as pessoas não entreguem o coração de fato verdadeiramente ao Senhor.'
Impacto: Evita o legalismo ('dizime ou será amaldiçoado') e a transação ('dê para receber'). Enfatiza a entrega do coração como raiz da generosidade, alinhando-se com 2 Coríntios 9:7.
Testemunho pessoal integrado à exposição
'Um dia eu cheguei nessa escola tão condenado, tão cheio de medo de Deus, achando que Deus fazia coisas que ele não faz, me vendo diferente daquilo que Deus me criou para ser.'
Impacto: Humaniza o pregador, mostra a aplicação existencial da teologia, e valida a mensagem com experiência concreta de libertação da condenação.
Correta apresentação da Ceia como memorial
'Não cremos que esse cálice é o sangue de Jesus. É um memorial. Ele não se transforma em sangue de Jesus em nosso corpo.'
Impacto: Evita tanto a transubstanciação quanto o misticismo ritual, mantendo a centralidade da obra de Cristo e a função proclamativa da Ceia (1 Co 11:26).
Uso criativo e legítimo de ilustrações (C.S. Lewis, Agostinho, abolição da escravidão)
A referência a 'Cartas de um diabo ao seu aprendiz' para ilustrar a estratégia de Satanás de manter crentes na igreja sem coração; a história de Agostinho e a mulher na rua.
Impacto: Ilustrações bem escolhidas, culturalmente relevantes, que iluminam o texto sem substituí-lo. Mostram erudição pastoral e criatividade na comunicação.
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Fidelidade Bíblica
A exposição de Romanos 5-6 é genuinamente bíblica, progressiva e fiel ao argumento paulino. A aplicação de Mateus 19 é legítima e pastoralmente saudável. A Ceia é corretamente apresentada como memorial. As referências a 2 Coríntios 5:21, Colossenses 3 e 1 João são bem usadas. O ponto de menor fidelidade é a aplicação de Isaías 53:5 à cura física como fato consumado ('você foi curado'), que, embora dentro da tradição denominacional, extrapola o contexto imediato de 1 Pedro 2:24 e ignora a qualificação escatológica da cura (Rm 8:23). Também a frase 'se eu não quiser pecar, eu não vou pecar' simplifica o argumento paulino. No entanto, a maioria das referências (10+) foi usada corretamente, e a exposição geral é sólida.
Hermenêutica
Boa hermenêutico-gramatical: o pregador segue a progressão lógica de Romanos 5→6, contextualiza historicamente (escravidão em Roma/Corinto), usa analogias legítimas (espelho para a lei, abolição da escravidão), e distingue indicativo (o que Cristo fez) de imperativo (o que devemos fazer). A aplicação exemplar/tipológica do batismo como identificação com Cristo é legítima (Rm 6:3-4). A referência a C.S. Lewis como ilustração, não como texto, é bem manejada. A menor qualidade hermenêutica está na aplicação de Isaías 53 à Ceia, que não segue a exegese histórico-gramatical do texto original (contexto vicário de Israel) nem o uso neotestamentário em 1 Pedro (contexto de libertação do pecado). Pontuação: 82.
Precisão Teológica
A exposição da graça, justificação, nova vida em Cristo, e libertação do domínio do pecado é teologicamente sólida e alinhada com a ortodoxia cristã. O pregador evita tanto o legalismo quanto o antinomianismo, equilibrando a posição em Cristo com a responsabilidade prática. A referência a Agostinho e a compreensão da santificação como 'revelação' são adequadas. Os pontos de tensão teológica são: (1) a aplicação da cura física como fato consumado na expiação, que pode contradizer a soberania divina e a experiência bíblica de crentes fiéis não curados; (2) a frase 'se eu não quiser pecar, eu não vou pecar' que flerta com perfeccionismo; (3) a ausência de menção à graça como fundamento da perseverança (o crente pode cair? como a tradição Palavra da Fé lida com isso?). Dentro da tradição, esses são pontos de debate legítimo, não heresia. Pontuação: 78.
Compreensão Contextual
O pregador demonstra boa compreensão do contexto histórico de Romanos (escravidão romana, função da lei, situação de Paulo ao escrever aos romanos sem ter visitado a cidade). A aplicação ao público crente é adequada: combate a consciência de condenação, a mentalidade de 'sou assim mesmo', e o legalismo. A analogia da abolição da escravidão é culturalmente relevante. A referência a C.S. Lewis é acessível ao público. O menor ponto é a aplicação de Isaías 53 à cura na Ceia, que não considera o contexto original da profecia (sofrimento vicário do Servo de Israel). Pontuação: 80.
Aplicação Prática
A aplicação prática é um dos pontos fortes do sermão. O pregador oferece conselhos concretos e pastoralmente úteis: 'Ama o que Deus ama. Comece a detestar aquilo que Deus odeia.' 'Briga não combina mais com você.' 'Quando o pecado chamar, olhe para ele e diga: Não vale a pena.' A analogia da abolição da escravidão ('enquanto o conhecimento não chega, você permanece como escravo') é pastoralmente poderosa. A aplicação ao dízimo/oferta como exercício de entrega, não transação, é saudável. A referência a Agostinho ('aquele Agostinho que você conheceu, ele morreu') é uma ilustração prática de identidade em Cristo. O menor ponto é a aplicação da cura na Ceia, que pode gerar frustração se não houver cura. Pontuação: 85.
Clareza do Evangelho
Critério usado: sermão de edificação para crentes. Avalia-se se o conteúdo é coerente com o evangelho e conecta o tema a Cristo. O evangelho está central e claro: justificação gratuita pela graça (Rm 5:24), obra consumada de Cristo na cruz e ressurreição (Rm 6:3-11), nova vida em Cristo (2 Co 5:17), libertação do domínio do pecado (Rm 6:14), Ceia como proclamação da morte do Senhor até que Ele venha (1 Co 11:26). O pregador conecta Romanos 5-6 explicitamente ao evangelho: 'O evangelho é o poder de Deus para salvação.' A mensagem não contradiz nem obscurece o evangelho. A ênfase na graça sem antinomianismo é equilibrada. O menor ponto é a aplicação da cura física, que pode desviar a atenção da cruz para o benefício presente, mas não obscurece o evangelho. Pontuação: 88.
Risco de leitura imposta ao texto:
Quanto menor, melhor. A eisegese é mínima. A exposição de Romanos 5-6 segue o texto, não impõe ideias externas. A aplicação de Mateus 19 é legítima. A analogia da escravidão é extrapolação ilustrativa, não exegese. O principal ponto de eisegese é a aplicação de Isaías 53:5 à cura física como garantia consumada ('você foi curado'), que importa um significado (cura física universal como direito do crente) que o texto original não sustenta de forma absoluta. Também 'se eu não quiser pecar, eu não vou pecar' é uma simplificação que impõe uma lógica ao texto que não está lá. No entanto, são extrapolações pontuais, não um padrão de eisegese generalizada. Pontuação: 28.
Risco de conflito com doutrina essencial:
Quanto menor, melhor. Não há violação de Nível 1. As doutrinas essenciais estão presentes e corretas: Trindade implícita, divindade de Cristo, obra expiatória, justificação pela graça mediante a fé, autoridade das Escrituras, nova vida em Cristo, Ceia como memorial. Não há negação de doutrina essencial, não há transação com Deus, não há atribuição de poderes divinos a humanos, não há 'pequenos deuses'. Os pontos de atenção (cura na expiação, perfeccionismo, autoridade sobre Satanás) são questões de Nível 2 dentro da tradição Palavra da Fé. O risco herético é baixo. Pontuação: 15.
Abra apenas a parte que deseja consultar.
Tema principal:
Justificação pela graça, nova vida em Cristo e libertação do domínio do pecado (Romanos 5-6), com aplicação pastoral sobre a entrega do coração ao Senhor (Mateus 19:16-24) e celebração da Ceia do Senhor.
Tom pastoral:
Exortativo, encorajador e formativo. Busca libertar os crentes da consciência de condenação e pecador, conduzindo-os a uma identidade em Cristo como justos, livres e amigos de Deus. O tom é de revelação progressiva ('isso precisa cair como revelação na sua vida').
O coração não entregue ao Senhor é a raiz da tentação financeira e espiritual, ilustrada pelo jovem rico (Mateus 19:16-24).
Suporte: A pregadora usa a analogia de C.S. Lewis ('Cartas de um diabo ao seu aprendiz') para mostrar que Satanás tolera a presença física na igreja, mas teme a entrega do coração. Aplica ao dízimo/oferta como expressão de entrega total, não como transação.
Textos:
A justiça de Deus em Cristo nos declara justos gratuitamente, e essa revelação destrói toda fortaleza de medo e condenação.
Suporte: Exposição de Romanos 5:20-21: 'Onde abundou o pecado, superabundou a graça.' O pregador testemunha como essa verdade o libertou de uma consciência de condenação. Aplica 2 Coríntios 5:21 como 'bomba' que destrói fortalezas.
Quem morreu com Cristo está justificado do pecado e não pode mais ser dominado por ele; a graça não é licença para pecar, mas poder para viver em santidade.
Suporte: Exposição de Romanos 6:1-14: batismo como identificação com morte e ressurreição de Cristo; analogia do espelho para a lei; 'Não permita que o pecado reine'; a graça liberta onde a lei apenas expõe.
A nova identidade em Cristo transforma a consciência: de pecador condenado a justo, livre, amigo de Deus, com natureza santa que detesta o pecado.
Suporte: Romanos 6:15-23: escravidão ao pecado vs. escravidão à justiça; fruto que leva à santidade e à vida eterna; analogia da abolição da escravidão; referência a Agostinho; 'O salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna.'
A Ceia do Senhor é memorial da obra consumada de Cristo, não rito de condenação, e nela participamos da realidade da justificação e da cura já realizada na expiação.
Suporte: 1 Coríntios 11:23-26: pão e cálice como memorial; 'Este cálice é a nova aliança no meu sangue'; Isaías 53:5 aplicado à cura; 'Você foi curado em Cristo Jesus. Ele já fez.'
Uso Contextual
Usado corretamente no contexto. A pregadora identifica o problema central do jovem rico (coração preso às riquezas) e aplica de forma legítima à entrega do coração, sem transformar o texto em mandamento universal de pobreza.
Questões Exegéticas
Nenhum problema exegético significativo. A aplicação ao dízimo/oferta é ilustrativa e pastoralmente saudável: 'o que é mais importante, aquilo que eu precisava te dar, eu não te dou.' O texto original é sobre a dificuldade de quem confia nas riquezas entrar no Reino, não sobre uma obrigação de vender tudo.
Leitura Sugerida
Leitura adequada. Poderia enriquecer mencionando que o convite 'vem e segue-me' era específico àquele jovem, evitando que a congregação interprete como comando universal.
Uso Contextual
Usado corretamente no contexto. A função da lei (ressaltar a transgressão) e a superabundância da graça são expostas com fidelidade ao argumento paulino.
Questões Exegéticas
Nenhum. O pregador evita a armadilha antinomiana ('vamos pecar para que a graça aumente?') e a responde com Romanos 6:1-2, mostrando coerência exegética.
Leitura Sugerida
Leitura sólida. O pregador conecta bem o argumento de Romanos 5 ao de Romanos 6, respeitando a progressão lógica do texto.
Uso Contextual
Usado corretamente no contexto. A exposição do batismo como identificação com a morte e ressurreição de Cristo, a analogia do espelho para a lei, e a exortação 'não permitam que o pecado reine' seguem fielmente o texto.
Questões Exegéticas
Nenhum problema exegético grave. A expressão 'se eu não quiser pecar, eu não vou pecar' é uma simplificação retórica do argumento paulino. Paulo não ensina perfeccionismo absoluto (cf. 1 João 1:8), mas sim que o pecado perdeu o domínio (kyrieuein) sobre o crente. O pregador equilibra reconhecendo tentações ao longo do sermão.
Leitura Sugerida
Para maior precisão, poderia distinguir entre 'domínio do pecado' (o pecado como senhor, kyrios) e 'presença do pecado' (a carne ainda presente até a glorificação). O texto paulino fala da quebra do domínio, não da ausência total de tentação.
Uso Contextual
Usado corretamente no contexto. A analogia da escravidão (pecado vs. obediência) é bem contextualizada historicamente (império romano, Corinto com ~1/3 de escravos). O fruto que leva à santidade e à vida eterna é exposto com clareza.
Questões Exegéticas
Nenhum. A referência à abolição da escravidão como analogia pastoral é legítima e criativa. O uso de Agostinho como ilustração é apropriado.
Leitura Sugerida
Leitura sólida.
Uso Contextual
Usado corretamente no contexto da Ceia. O pregador apresenta o pão e o cálice como memorial, rejeitando explicitamente a transubstanciação ('não cremos que esse cálice é o sangue de Jesus'). A conexão com a nova aliança e a anunciação da morte do Senhor é fiel ao texto.
Questões Exegéticas
Nenhum problema no uso do texto da Ceia em si.
Leitura Sugerida
Leitura adequada.
Uso Contextual
Aplicação da expiação à cura física: 'Por causa das feridas em Jesus, nós fomos sarados. Você não vai ser curado. Você foi curado em Cristo Jesus. Ele já fez. Nele você já é curado.'
Questões Exegéticas
Esta é uma questão denominacional (Nível 2 – tradição Palavra da Fé). O texto de Isaías 53:5 e sua citação em 1 Pedro 2:24 ('pelas suas feridas fostes sarados') são frequentemente aplicados à cura física em tradições carismáticas/pentecostais. Exegeticamente, o contexto imediato de 1 Pedro 2:24 fala de libertação do pecado ('para que, mortos para os pecados, vivamos para a justiça'), e a cura física é uma extensão possível mas não unânime entre os intérpretes. A formulação 'você foi curado' como fato consumado, sem qualificação escatológica (a cura plena é na glorificação – 1 Co 15:54-57; Rm 8:23), pode gerar frustração pastoral em quem não experimenta cura imediata.
Leitura Sugerida
Uma formulação mais equilibrada dentro da própria tradição: 'A expiação de Cristo é a base de toda cura, física e espiritual. Participamos da Ceia lembrando que em Cristo já temos provisão para a cura, embora a manifestação plena aguarda a glorificação. Confie na fidelidade de Deus, que cura segundo Sua soberania.' Isso preserva a ênfase da tradição sem criar uma garantia absoluta que contradiz a experiência de Paulo (espinho na carne – 2 Co 12:7-9) e de outros santos.
Uso Contextual
Mencionado corretamente: 'Já que vocês ressuscitaram com Cristo, busque as coisas do alto' e 'fazer morrer as nossas paixões'. Usado como complemento ao argumento de Romanos 6.
Questões Exegéticas
Nenhum. O pregador equilibra a posição em Cristo (indicativo) com a resposta prática (imperativo), evitando antinomianismo.
Leitura Sugerida
Leitura adequada.
Uso Contextual
Citado como revelação libertadora: 'Aquele que não conheceu o pecado, Deus o fez pecado por nós, para que nele fôssemos feitos justiça de Deus.' Usado corretamente como fundamento da justificação.
Questões Exegéticas
Nenhum. O texto é aplicado com fidelidade ao contexto paulino.
Leitura Sugerida
Leitura sólida.
Uso Contextual
Mencionado implicitamente ao dizer que 'quem diz que anda na justiça e se porta como pecador é mentiroso'. Alude a 1 João 1:6 e 2:4.
Questões Exegéticas
Nenhum problema significativo. O uso é pastoralmente adequado no contexto de exortação à coerência entre identidade e prática.
Leitura Sugerida
Leitura adequada.
Ao aplicar Isaías 53/1 Pedro 2:24 à cura física na Ceia, incluir a qualificação escatológica: a cura é inaugurada na expiação mas consumada na glorificação (Rm 8:23; 1 Co 15:54-57). Isso preserva a ênfase denominacional sem criar uma fórmula que contradiz a soberania divina e a experiência bíblica de Paulo e Timóteo.
Reformular 'se eu não quiser pecar, eu não vou pecar' para 'o pecado perdeu o domínio sobre a sua vida; você não é mais escravo; quando falhar, não se defina pela falha, defina-se pela justiça de Cristo.' Isso evita o perfeccionismo e a culpa excessiva em quem luta com pecados recorrentes.
Ao usar 'Satanás, você não tem lugar aqui' como resposta a problemas, distinguir entre ataque satânico e provação soberana de Deus (Tg 1:2-4; Jó; 2 Co 12:7-9). Nem todo sofrimento é do diabo, e nem toda justiça repele automaticamente todos os problemas.
No momento de ministração/apelo, evitar a fórmula 'declaramos cura imediata e total' como se a declaração verbal garantisse o resultado. Manter a ênfase na soberania divina: 'Pedimos cura, confiamos na fidelidade de Deus, que cura segundo Sua vontade e tempo.' Isso evita a teologia da prosperidade transacional.
Aprofundar a distinção entre indicativo (o que Cristo fez – você é justo, livre, morto para o pecado) e imperativo (o que você deve fazer – não permita, ofereça os membros, faça morrer as paixões). O sermão faz isso bem em Romanos 6, mas poderia explicitar que a santificação é sinérgica: a graça capacita, o crente responde.
Incluir uma menção à perseverança e à graça como fundamento da segurança do crente. O sermão fala muito de 'você não é mais pecador', mas poderia abordar o que acontece quando o crente falha – a resposta não é 'você não quis' mas 'a graça é maior, o sangue continua purificando (1 Jo 1:9), e Deus é fiel para restaurar.'
A aplicação de Mateus 19 ao dízimo/oferta foi pastoralmente saudável. Manter esse tom: a generosidade como expressão de entrega do coração, não como fórmula de proteção espiritual ou garantia de bênção financeira.
Resumo em uma frase:
Uma exposição sólida e pastoralmente rica de Romanos 5-6 sobre a graça, justificação e libertação do domínio do pecado, com boa aplicação de Mateus 19 e celebração significativa da Ceia, que precisa de nuances na aplicação da cura física à expiação e no equilíbrio entre a nova natureza santa e a realidade da santificação progressiva.
🤿
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