ADVEC
25 de setembro de 2026
1h 24min
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Nota deste sermão
68
de 100 pontos
A mensagem oferece uma exortação pastoralmente útil e em grande parte ortodoxa sobre uma vida comunitária de oração, mas precisa de maior precisão exegética e de correções nas afirmações sobre milagres, bênção, postura corporal, quantidade de oração e missão de Cristo.
Critérios e notas consideram a tradição Pentecostal Assembleiana (Assembleia de Deus Vitória em Cristo)
Análise gerada por IA em 02 de outubro de 2026 · entenda a metodologia e os limites →
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Mateus, >> beleza. >> Ah, pode ir. pode ir. Ô, Ô, Claudinei Claudinei e e เอ Brad Fidel >> Claudine quando tu falar Ok, pode ir. Amém. Paz de Cristo, meus irmãos. Nós estamos aqui na nossa escola Beriana hoje aqui num horário excepcional por conta da nossa reunião do GVV, Grupo de Vida Vitoriosa, que vai acontecer daqui a pouco, às 19:30. Nós vamos encerrar o nosso trimestre da revista O Ministério da Oração, que foi estudada durante todo esse período do terceiro trimestre de 200026. Vamos nos colocar de pé, vamos fazer uma breve oração pra gente eh iniciar a nossa escola Beriana. Amém. Pai, queremos louvar o Teu nome. Queremos render a Ti, Senhor, adoração, louvor e gratidão, Senhor. Obrigado por esse dia. Obrigado pela tua boa mão, Senhor, sobre as nossas vidas, pela tua graça, pela tua misericórdia. Obrigado, Senhor, pela vida daqueles que aqui já estão, aqueles que se disponibilizaram mesmo num horário atípico para aqueles que vêm do trabalho. Obrigado, Senhor, porque nós vamos aqui compartilhar a tua palavra e assim pedimos a tua graça, Senhor, a tua benevolência sobre a minha vida, para que esta aula possa fluir no coração de cada uma aqui presente. Também alcança a vida dos daqueles que nos nos assistem pela internet e que de igual modo eles possam ter bom proveito desta aula. é o que nós oramos a ti nesta noite. Desde já te agradecemos em o nome de Jesus. E todos digam: graças a Deus. Pode tomar o seu lugar. Como havíamos falado, nós estamos chegando ao término desse nosso terceiro trimestre da Escola Bereiana e hoje nós vamos trabalhar um assunto importante que ele diz respeito à concretização de tudo que nós conversamos durante o trimestre. Mas antes eu queria deixar aqui um anúncio eh importante. Agora no mês de agosto eu tive o prazer de lançar o livro Idinai, a missão de todo discípulo de Cristo. E eu trago esse anúncio aqui para dizer para você que também acompanha pela internet, se você quiser adquirir esse livro, esse livro ele é importante porque ele é mais do que uma instrução acerca do ensino bíblico. Ele é uma conscientização acerca da sua participação na grande comissão de Cristo. Jesus deixou uma ordenança. Essa ordenança tem a ver com a formação de discípulos. E não há como discipular alguém sem que o ensino seja um fundamento. Para você discipular alguém, você precisa ensinar e viver a palavra. Então, no livro de Ensinai a missão de todo discípulo de Cristo, eu trago um pouco dessa perspectiva em que você vai se encontrar nessa responsabilidade. Uma responsabilidade que não é somente para mestres, não é somente para pastores, não somente para líderes, mas é para você que é discípulo de Cristo. Você que tá na internet, se você quiser adquirir o livro, você pode acompanhar pelo meu Instagram, @edivanefernandes, lá no link da bio, você pode adquirir o livro com frete grátis para todo o Brasil. E você que tá aqui na escola Beriana, caso você deseje adquirir o livro, você pode adquirir conosco no final que a gente busca um exemplar para você, tá bom? é um livro de uma instrução muito importante, principalmente para esse tempo que a igreja aponta um projeto tão genuíno da igreja, que é o grupo de vida vitoriosa, onde nós vamos trabalhar a comunhão como igreja, mas acima de tudo o alcance de outras pessoas por intermédio de um convívio através do ensino da palavra, tá bom? Então fica aí a dica para você. Sou suspeito a falar sobre o livro. Hoje a lição de número 13, ela trata sobre desenvolvendo uma cultura de oração. Desenvolvendo uma cultura de oração. Isaías 56:7 traz algo aqui interessante. Eu diria que Isaías 56:7 é um manifesto da vontade de Deus para o seu povo em relação à sua casa. O versículo que nós temos como base para poder pensar um pouco a lição de hoje. E diz assim: "Também os levarei ao meu santo monte e os alegrarei na minha casa de oração". Veja que a menção do profeta fala sobre minha casa de oração. Provavelmente na sua versão você vai ter a percepção que casa de oração consta com letras maiúscula. Os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos no meu altar, porque a minha casa será chamada casa de oração para todos os povos. Há uma redundância nesse versículo, quando o profeta trabalha aqui essa perspectiva sobre a interação do povo de Deus com ele. E a menção dupla aqui de minha casa de oração fala sobre um pressuposto muito claro biblicamente de que o aspecto de viver em comunidade de fé, o aspecto do lugar do templo, o lugar da comunhão da igreja de Cristo tem um valor muito grande dentro da missão que Deus eh designou ao seu povo. A gente às vezes tem um pouco de dificuldade de entender isso no Antigo Testamento, porque geralmente a gente pensa, igreja a partir de uma premissa de Atos dos Apóstolos, porque a partir dali os discípulos eles começam a ter, vamos dizer assim, uma missão eh específica que Jesus dá como designação. A gente tratou isso aqui quando eu apresentei o livro. E nos esquecemos que, na verdade, em toda a história da humanidade, Deus trabalha a propagação de uma vontade sua. Essa vontade de Deus, na verdade, representa o estabelecimento do reino de Deus na terra. Então veja, mais do que nós pensarmos, igreja enquanto aspecto institucional, e ela é instituição no sentido de organizar a conjuntura de participação dos santos de Deus, isso é daqueles que compõem o corpo de Cristo, porque a igreja também trafega num âmbito transcendental. O que que seria isso? Basicamente, apesar da igreja se reunir no aspecto pessoal de comunhão, de interação, a igreja, ela é também um organismo espiritual na Terra. Então veja, assim como Deus instituiu a família como um instrumento de propagação da sua vontade e dos seus princípios, é uma coisa que vocês precisam eh entender. Deus ele estabelece sua vontade e ele fundamenta a sua vontade pelo estabelecimento de princípios. Veja bem, se a família inserida na Terra como uma célula mat, isso é a célula matriz, a célula mãe para propagação e difusão da criação de Deus, não somente a criação de Deus, mas a coroa da criação de Deus, a gente pensa que há aqui um princípio. E a gente às vezes lê e parece ser tão simples entender os princípios bíblicos, mas a gente precisa eh repetir isso. Então, veja, por exemplo, a família ela é composta de homem, mulher, que gera uma prolle, gera fruto. E através disso a humanidade é propagada. A gente sabe que na história da humanidade nenhuma civilização que eh se opôs a esse princípio subsistiu na história. Então, isso é um princípio. Que que é princípio? O princípio não se desfaz por conta de uma narrativa. O princípio não se desfaz por conta de uma teoria. simplesmente um princípio ele se estabelece na história. O que mais pode acontecer em relação a um princípio são as narrativas tentarem ofuscar aquilo que Deus criou, aquilo que Deus estabeleceu. Dentro dessa conjuntura, a igreja, a comunidade de fé, a chamada aqui casa de oração, representando não somente o ambiente onde as pessoas se encontram, mas onde as pessoas adoram a Deus. E também a representação desse corpo místico de Cristo há nela um poder muito grande relacionado aos anseio de Deus para o seu povo. Veja que o o o versículo ele trata também os levarei ao meu santo monte e os alegrarei na minha casa de oração. Nós estamos falando sobre uma projeção da vontade de Deus, um estabelecimento de Deus em relação ao seu povo. e diz: "Os seus holocaustos, os seus sacrifícios serão aceitos no meu altar, porque a minha casa será chamada", aí a redundância do versículo, enfatizando uma ideia, será chamada casa de oração para todos os povos. Então, vamos lá. A gente falou aqui que a lição ela trabalha eh o desenvolvimento de uma cultura de oração. Então veja, se Deus enfatiza tanto o ambiente aonde há a comunhão dos santos, dos membros do corpo de Cristo como casa de oração, a menção de que isso será chamada em uma referência para todos os povos. aquilo que eu faço, aquilo que você faz em relação a esses princípios estabelecidos por Deus, vai apresentar aqui uma ideia muito clara. Basicamente, o que nós atribuímos como hábitos dentro da igreja vai ser uma mensagem, não somente para nós que estamos na igreja, mas uma mensagem para aqueles que estão fora do ambiente igreja. O que isso representa na prática? Se as pessoas não olharem para a gente e conseguirem perceber que o que nós fazemos é um exemplo em relação aquilo que elas podem agregar para a vida delas, nós estaremos caminhando contra a perspectiva de Deus em relação à igreja. Eu tenho dito que as pessoas geralmente dentro da igreja elas têm sido muito influenciadas por uma cultura que nós chamamos uma cultura secular. Nós já vamos trabalhar um pouco disso ainda dentro da introdução. O que seria essa percepção? Bom, geralmente nós estamos importando eh hábitos, nós estamos importando comportamentos do mundo para o nosso cenário. Então, veja, dentro do cenário igreja, eu diria que tudo isso é enfeite. Tudo isso é apenas eh algo que pode parecer eh legal. pode parecer atrativo, mas não é o fundamento. Eu gosto de pensar da seguinte forma: se a igreja tem princípios e dentro dessa ideia aqui de Deus, de ser uma casa de oração, pense no seguinte: a igreja enquanto corpo, nós precisamos pensar o seguinte: o que que faz com que um corpo se mantenha de pé? Aí, não sei se tem alguém aqui da área da saúde ou alguém que pelo menos estudou. Eh, eh, a Cíntia tá aqui, depois pode falar. A Cíntia talvez vai falar de coisas de de tão pequena expressão física dentro do corpo, mas que representa uma composição. Mas eu diria que se nós olharmos paraa estrutura do corpo humano, nós vamos pensar em duas coisas importantes que mantém o nosso o nosso corpo de pé. A primeira é a ideia do próprios dos próprios ossos. O esqueleto humano é uma estrutura para o corpo. Ainda essa estrutura, ela não subsiste por si só. Então nós temos o quê? Carne. Então geralmente nós falamos assim: "Ah, a estrutura do corpo humano é carne e meu Deus do céu, ninguém. [risadas] Desse jeito eu vou vou fazer igual os pregadores. Desse jeito eu vou embora. Ninguém tá entendendo aqui. Então, a estrutura do corpo humano é carne e ossos. Então, veja o que sustenta uma estrutura, na verdade, o que o que sustenta um corpo é a sua estrutura. Agora, eh, uma camisa faz parte da estrutura do corpo, sim ou não? Não, mas ela não está agregada ao corpo. Então, uma roupa, ela pode mudar um conceito, pode mudar um aspecto de tendência ao longo da história, né? Quem quem aí gosta também de moda, as mulheres que gostam de coisas de moda, vai perceber que as modas elas têm uma variação ao longo do tempo. E tem até uma ideia que às vezes uma moda que era de 20 anos atrás às vezes volta com uma outra eh eh tendência de uma outra maneira, mas isso tudo é apenas vestimenta. Na igreja não é diferente. Na igreja, se nós pensarmos a igreja como corpo de Cristo, nós temos uma estrutura. E dentro dessa estrutura que nós aqui atribuímos como carne e osso dentro da igreja, você pode levar isso em conta dentre alguns fatores. Eu diria que se nós fôssemos pensar o que seria carne e osso para a estrutura do corpo, eh, igreja, vamos pensar em duas coisas importantes. Palavra, que seria para a edificação. Então, edificação tem a ver com o corpo, tem a ver com a estrutura óssea, aquilo que dá sustentabilidade. E aí poderíamos pensar em carne aqui no sentido eh metafórico que estamos fazendo como a oração. Então, palavra e oração dizem respeito a uma estrutura básica para a vida da igreja. a vida da igreja enquanto o corpo místico de Cristo e como irmãos que convivem em comunhão. Então, a roupa que nós vamos usar, isso pode ser apenas algo pueril e é de fato. Então, ao longo dos anos, a gente tem aí, o pastor Fernando pode eh trazer um pouco dessa história pra gente. Nós tivemos, principalmente nas Assembleias de Deus, algumas décadas passadas, uma ênfase muito grande com aquilo que nós chamamos de costumes. aonde que colocaram os costumes em algumas situações, até como parâmetro de doutrina, o que é um grande equívoco, porque doutrina é fundamento. Então isso é é algo que é transcendente, perpassa o tempo e ultrapassa o tempo. Então isso permanece já pensar em costumes, nós estamos falando de algo que é transitório. Então, há há algum tempo atrás não era tão difícil de você encontrar alguém dentro do âmbito do do pentecostalismo que pudesse atribuir equivocadamente, não por uma questão bíblica, mas por uma questão de costume, que uma irmã da igreja precisaria estar com um coque, porque o tipo de penteado do cabelo dela diria sobre a vida espiritual dela. Há um tempo atrás, se uma irmã não estivesse com uma saia uma saia que fosse até o tornozelo e fosse uma saia jeans, não representaria uma irmã da Assembleia de Deus. Isso tudo é o quê? Roupagem. Isso é costume. Isso não é estrutura. Então veja, os costumes têm a possibilidade de gerar uma cultura. Sim ou não? O que que você acha? Sim. Então, olha que que sutileza e como nós precisamos tomar cuidado em relação a isso. As roupas que nós usamos, olha que que é, é uma alusão ao que nós estamos conversando. Espero que vocês entendam. As roupas que nós estamos usando, a a aquilo que não necessariamente é estrutura, isso vai mudar ao longo do tempo. E não é isso que define o que nós somos enquanto igreja. igreja. Mas quando nós nos habituamos a que os costumes tenham mais valor do que aquilo que é princípio, essa relação de costume passa a ter uma relação de cultura. Então, se eu falar para você, ah, porque o Brasil é considerado o país do futebol, que já é uma coisa que nem deveríamos levar em conta, mas assim atribuímos por muito tempo. Porque existe um costume que virou uma cultura no Brasil em relação àquilo que a população gosta de assistir, gosta de conversar, gosta de fazer. E por si só, a cultura do do povo brasileiro é uma cultura relacionada ao futebol, ao samba. Então, olha só como que o costume você falar assim: "Ah, não, o samba e o futebol é algo estrutural para o Brasil?" Não, outras coisas são estruturais para o Brasil. Então, ah, não, aqui é um país tropical, aqui nós temos uma grande área de vegetação, nós temos a Amazônia. Aqui nós somos um grande produtor disso, aquilo e tal. Olha, essas coisas são estruturais para o Brasil. Agora, o que diz respeito aos costumes, podem ser transitórios e podem perpassar de maneira diferente em épocas. Então, por que eu digo isso para você? Nessa introdução, eu queria que você pensasse no seguinte. Se a gente falou que na estrutura da igreja nós temos aqui a palavra como fundamento e a oração como fundamento, tudo aquilo para além disso ou para além das questões estruturais, elas são poeris. Elas são como jogar eh cofete, né, numa festa. É só coisa para poder dar uma sensação e não necessariamente uma estrutura. Aí nós vivemos agora um tempo e aí entramos naquela ideia do que que é secular. Então, secular é é coisas relacionadas a este século. A Bíblia trata, e o apóstolo Paulo trata algumas coisas nesse sentido, justamente para poder desvincular a vida do cristão com as influências de filosofias, de práticas, de coisas pagãs que são apresentadas no ambiente que nós vivemos. Então nós temos um tempo agora que ele está associado a alguns parâmetros aqui interessantes, que é o seguinte: olha, as pessoas estão dadas a um determinado tipo de comportamento de autosatisfação. Diga comigo, autossatisfação. Então essa autossatisfação, ela vai denotar não aquilo que é uma cultura de oração na igreja, mas vai denotar aquilo que é o comportamento humano de pessoas que podem estar sim dentro da igreja. Então, veja, não sei se você já ouviu falar, mas nós temos eh uma uma história relacionada ao hedonismo, que isso era na Grécia antiga uma doutrina que propagava a busca pelo prazer de maneira inconsequente. O que que seria buscar o prazer de forma inconsequente? não se mede os resultados pela busca do prazer, mas busca isso única e exclusivamente pelo resultado do prazer. Então é o chamado prazer pelo prazer. Então, na Grécia antiga tinha relações com algumas eh comportamentos humanos e tudo mais, só que agora naquilo que o autor da revista trata como pós-modernidade, isso é apresentado de outra maneira. Então, como que a gente pensa o hedonismo na pós-modernidade? Então, o a pós-modernidade apresenta o hedonismo da seguinte forma. Bom, a o prazer pelo prazer aqui não tá vinculado eh somente a a questões eh infames do do da pessoa, não somente a questões sexuais, não somente a a questões banais, mas principalmente a superficialidade com que nós buscamos o prazer sem atentar para o que é princípio. Então veja, por exemplo, o hedonismo hoje ele vai se dar seguinte forma: "Ah, antes de eu buscar fazer aquilo que eu entendo que é a vontade de Deus, eu acabo me deixando levar pelas influências desse século." Então, a ideia de secularização tem a ver com isso. Logo, nós somos tendenciosos a manter uma cultura de vida, porque reiteramos alguns hábitos que vão nos levar a uma cultura diferente daquilo que foi estabelecido por Deus. Então, quando nós pensamos isso no cenário igreja, olha, desenvolver uma cultura de oração. Essa cultura de oração dentro da igreja, ela não começa exclusivamente pela agenda de programações de oração que a igreja tem. Então, já tivemos aí um grande problema, porque teoricamente falar assim: "Ah, não, a igreja que ora é a igreja que tem consagração, tem o culto de intercessão, o culto de busca pelo Espírito Santo." Bom, aí eu queria dizer que desenvolver uma cultura de oração dentro da igreja não perpassa somente por isso. Isso é uma parte da qual eh a igreja precisa conscientizar os membros, mas isso vai muito além. Então, construir uma ideia de cultura, de oração, é você pensar no seguinte: seguinte: o que é uma igreja? O que uma O que uma cultura o que é uma cultura de oração dentro da igreja? Então, vamos lá. A cultura, ela vai ser formada por hábitos que são reiterados. Então, aí quando que começa essa ideia de oração dentro da igreja? não começa com todo mundo aqui se reunindo antes da Escola Beriana para poder orar 10, 15 minutos. Então, basicamente é o seguinte. E aí é onde que a gente sente a nossa dificuldade pessoal e que nós temos que eh de alguma forma lutar eh em favor de implantar uma cultura de oração na igreja. Então essa cultura de geração, ela comeeta da maneira com que nós compreendemos a nossa responsabilidade como ser criado por Deus, que precisa se relacionar com o seu pai. Então, olha só, a conjuntura de instituir um hábito de oração é muito mais do que as programações da igreja, é muito mais daquilo que alguém vai falar para você fazer. Então, as programações te ajudam, quem te impulsiona ajuda. Mas, a bem da verdade, para que nós constituamos uma cultura como igreja, essa estrutura, este corpo místico de Cristo, nós vamos precisar trabalhar na unidade em relação a esse pensamento. Bom, a oração é realmente algo estrutural, então isso vai precisar ser um parâmetro prioritário pra vida individual dos membros do corpo de Cristo. Então, olha aí, Deus não vai medir a espiritualidade da igreja pela quantidade de culto de oração que vai fazer. Então, apesar de os eventos de oração, os congressos de oração, a os ambientes de de que se chama de consagração, serem todos benéficos, todos propícios para poder desenvolver esse alerta. O que Deus vai entender como igreja de oração é no aspecto da quantidade de unidades que trafegam nessa mesma conjuntura. Eu há pouco tempo, Bruno e Marcela, estiveram comigo. A gente esteve na Assembleia de de Pilares e nós tínhamos lá no evento da sociedade bíblica eh um quadro que apresentava o mapa mundi e eles conseguiam eh mostrar no mapa Mundi como uma luzinha que se acendia nos lugares aonde tinha o aplicativo da Bíblia online em que as pessoas instalaram. E aí era interessante porque em algumas localidades você tinha uma uma imagem que compunha eh muito mais iluminada com a maior quantidade de pessoas que instalaram aquele aplicativo. Nós tínhamos em outros lugares alguns ambientes que tinha uma luzinha aqui e outra ali. Então dentro do aspecto da cultura da oração, talvez vai ter um lugar que tenha apenas uma luzinha ali sendo acendida nessa área como cultura. Isso às vezes vai ser o suficiente para poder propagar um aumento individual dessa cultura no local. Então essa conscientização ela precisa acontecer no sentido de quê? Primeiro, eh, eh, a cultura de oração, ela fala sobre uma ideia de dependência de Deus em tudo. Pedi aí que o Bruno possa ler Segunda Coríntios, capítulo de número 3, versículo de número 5, pra gente trabalhar um pouco isso. Segunda de Coríntios, capítulo de número 3, versículo de número 5. Não que sejamos capazes por nós de pensar alguma coisa como de nós mesmos, mas a nossa capacidade vem de Deus. Então veja, a dependência de Deus em relação à oração é um caminho paraa construção dessa cultura de oração. Por se nós não dependemos de Deus, nós vamos ter uma dependência na nossa própria força. E vamos ser sincero, com a quantidade de influência que a gente tem desses outros cenários, nós somos tendenciosos a escapar, OK? daquilo que seria o necessário paraa nossa vida. Então, dentro desse sentido, a gente começa a criar um aspecto chamado de autossuficiência. Então, a gente produz uma ilusão acerca de que tá tudo certo. Então, eu diria para você assim, eh, vou narrar aqui para você uma concepção que eu tenho sobre essa ideia de cultura de oração. Eu entendi que a cultura da oração, ela tem a ver com relacionamento com Deus. Logo, se tem a ver com relacionamento com Deus, isso fala como que nós lidamos no contato com Deus. Agora, imagina o seguinte, isso envolve eh concepção de paternidade. Eu tive conversando com uma pessoa e falei assim: "Você imagina, se você for conversar com o teu pai, você tiver medo dele, que tipo de diálogo você vai transparecer?" Nenhum. Se o teu pai eh tiver dificuldade de conversar com você, que tipo de relacionamento o filho vai ter? Mais difícil. Agora, não confunda isso com personalidade, ok? Nós como filhos, temos personalidade também. Então, uma pessoa que tem, né, um tipo de temperamento, ela tem uma maneira de se expressar, ela tem uma maneira de lidar com a relação, com a intimidade. Aí eu tô falando isso aqui porque é interessante. Veja, eh, uma, como eu falei para vocês, uma narrativa pessoal para você entender. Uma das maiores dificuldades para mim em relação a esse entendimento de relacionamento com Deus está justamente da maneira com que meu pai concebeu a minha a minha interação com ele. Hoje mesmo tive mandando mensagem pro meu pai. Aí é interessante que aí eu mando mando áudio para ele aí. E aí, como é que o senhor tá? E tudo mais. Aí é interessante que ele eh escuta o áudio como uma mensagem estanque. Eh, mas assim, caramba, ele me mandou uma mensagem, que legal, pô. Que alegria. Mas, ah, eu não vou desdobrar o assunto não, porque ele pode estar ocupado, né? A cabeça da do de hoje. Ele tá presumindo que eu mandei uma mensagem correndo só para poder dar um alô. Não, na verdade eu tô me dando em relacionamento. Tipo, o que que se eu tenho para falar? Conta alguma coisa daí e tal e tudo mais. Aí, interessante, eu mando cinco áudios para ele. Se ele me responder quatro áudios, nos quatro áudios, na parte final do áudio, ele meio que se despede da conversa, tá? Ah, tá OK, não sei o quê. Ah, Deus abençoe e tal. Aí eu vou mando outro áudio. Aí todo áudio que ele retorna, ele conversa comigo, mas sempre termina o contato. Aí por quê? É, foi da criação dele. Então foi isso que ele teve comigo. Aí quer dizer, a para eu vencer essa história de relação com o pai, OK? Eu preciso ter uma ideia de interação contínua, porque o pai terreno nem sempre ele vai se dar em relacionamento na dimensão que você deseja de intimidade, mas Deus não. Deus ele sempre se dá em relacionamento. Então é como se Deus ele estivesse sempre com as portas abertas para que você pudesse adentrar. Eu tive falando essa semana, né, e e e dizendo assim, né, a as portas eh chamada oportunidades, elas às vezes são abertas, só que às vezes a gente não quer entrar pelas portas. Então, às vezes é por inocência ou por ingenuidade, a gente não identifica portas aí, como o pastor Silas fala aqui, só que oportunidades elas têm uma velocidade. Então, a dependência de Deus aqui dentro desse cenário é o seguinte: a retirada da autossuficiência vai fazer com que haja dependência. Então, é basicamente o seguinte: eu não posso, eu não consigo determinada coisa, então me coloco em dependência. ainda um olhar voltado para as coisas do alto. Eu tenho um primo meu, ele fez parte de uma denominação eh muito conhecida no Brasil e ele congregou lá por muito tempo e ele eh gostava muito, né, do do ambiente, tal e tudo mais. E ele sempre foi muito, ele sempre foi muito dado a leitura bíblica, a tentar estudar mais a palavra, tudo mais. E aí, depois de muitos anos lá, ele começou a achar que destoava um pouco sobre essa ideia aqui. Basicamente o seguinte, quando nós colocamos o nosso coração no aspecto das coisas terrenas, nós perdemos a direção do reino. É como se nós colocássemos os nossos corações num ambiente onde não se sustentasse. Então ele começou a falar assim: "Eu tô com dúvida se o pessoal lá da igreja, se aconteceu arrebantamento e eles pudessem de alguma forma escolher subir ou não, é uma metáfora que ele tava fazendo. Eu tenho muitas dúvidas porque acho que tem gente que gostaria de ficar aqui na terra, porque eu vejo eles tão presos às coisas que eles estão tentando conquistar, porque aquilo que seria a maior conquista para eles já está sendo desprezado. Então, já não vão mais pra igreja porque eles querem ter um tempo de adoração a Deus, querem ter um tempo de serviço à obra de Deus. Não, eles estão ali porque eles querem conquistar alguma coisa que presumidamente a igreja está oferecendo. Então ele brincava, né? Pô, acho que então se tiver o arrebatamento e aí eh as pessoas eh tiverem a noção disso, elas vão falar: "Não, por favor, não me leva não, senhor. Me deixa aqui porque eu não vou deixar aqui meu carro, não vou deixar aqui meu apartamento, não vou deixar aqui a o meu relógio, não vou deixar aqui uma porção de coisa, porque eu quero ficar aqui." Então isso fala sobre o quê? coração fincado nas coisas do mundo e não fincado nas coisas do alto. Então o Bruno vai ler Colossenses 3 1 e 2. 2. Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está sentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima e não na e não nas que são da terra. Então veja, às vezes a necessidade em relação às urgências terrenas nos tiram das coisas transcedentes e eternas e isso vai turbando aquilo que é a necessidade de compreensão sobre a cultura de oração. Ainda quando nós falamos que um único ambiente de oração dentro da igreja não é o único fator que gera eh a cultura de oração dentro dela, a gente tem que pensar o seguinte. E aqui veio a chave que o pastor discerniu em Deus, que é o seguinte: criar uma cultura de oração na igreja envolve não somente uma programação, duas programações da igreja, envolve toda a a agenda da igreja. Então, quando o pastor eh não sei se você percebeu, mas o pastor instituiu 2026 como ano da oração e de maneira pronta, ele colocou a oração como um dos pilares da igreja. Então, ela, lembra da estrutura que eu falei para vocês? Então, não é porque antes não tinha o pilar da oração da navec que aec a igreja que orava, não é isso? Então, a ideia dos pilares é uma ideia de apresentação institucional para que todo membro da denominação e participante do corpo de Cristo possa entender os parâmetros de estrutura da igreja. Então, o pastor, opa, calma aí. Então, a gente tem visão, a gente tem autoridade, a gente tem eh a unidade, a gente tem a palavra de Deus. Opa. Mas também temos a oração. Então isso aqui é fundamento, isso aqui é pilar, isso aqui é o que dá sustentabilidade. Então quando a gente pensa que a oração dentro da igreja precisa se tornar uma cultura, o que a gente precisa entender? Olha, isso agora não vai permear somente uma programação, isso vai permear toda a agenda da igreja. E vê se não é isso que a gente tem buscado fazer. Olha, há alguns anos atrás nós falávamos sobre isso. A gente falava assim: "Caramba, as pessoas entram na igreja, não se ajoelha mais para orar". a gente não vê as pessoas conversando sobre oração. Ninguém mais trata sobre isso. Isso virou um assunto assim quase que eh desnecessário entre o povo. Aí quer dizer, o pastor deve ter entendido. Isso aqui não é um contexto eh exclusivo denominacional. Isso é um um contexto daquilo que nós estamos falando do todo. Por isso que eu falei do hedonismo, falei da da secularização, falamos sobre a influência do mundo nesse sentido. Então, veja, quando a igreja ela entende que a necessidade, na verdade, que a a oração seja um fundamento para toda a agenda, aí que que passa a acontecer? Olha, não vai ser, né? Nós temos aqui a pastora Sônia, liderando dessa área aqui, que vai resolver tudo porque amanhã vai ter uma uma conferência de intercessão e aí amanhã todo mundo vai ser conscientizado acerca disso. Não. Agora quando a igreja entende o seguinte, olha, todo culto antes de começar nós vamos ter aqui um tempo de oração. Então, opa, calma aí. Aí já até melhorou, porque aí você começa até, caramba, de fato, infelizmente a gente tem visto uma uma situação assim um pouco estranha que a um uma questão é a pessoa ter dificuldade e é normal que nós tenhamos dificuldade. Agora, indiferença tem sido muito triste ver a indiferença em relação a isso. Fala, pastor. Pastor Divanei, dentro desse disso que você está falando aí sobre a questão do envolvimento da igreja na oração, oração, quando a gente olha o momento crucial da história da humanidade que antecedeu ao Calvário, que foi aquele momento em que Jesus está no Getsêmane, Getsêmane, vocês nós podemos perceber claramente que Jesus chama os discípulos para oração, oração, não é verdade? Jesus não chamou os discípulos para oração. Jesus estava vivendo um momento crucial, né? E a igreja tava que estava ali sendo formada também. Então, nós precisamos entender que o Senhor Jesus está sempre nos chamando para oração. E o Senhor trabalha muito no aspecto daquilo que está dentro do nosso interior. interior. E veja, logo que Jesus chamou os discípulos paraa oração, logo depois de algum de um pouco tempo, o que aconteceu? Hã? Hã? Todo mundo o quê? dormiu. >> Dormiu. Por que dormiu? Estavam cansados, eles não foram ensinados a orar. Afinal, Jesus, ele sempre deu o exemplo de >> oração. >> Então, a grande luta da igreja é uma luta espiritual no que se refere à questão da oração e trabalhar aquilo que é interno dentro do coração e não aquilo que é superficial. Às vezes, conforme o pastor Idvani falou, a igreja se preocupa muitas vezes com aquilo que é externo. É muito parecido com aquilo que aconteceu quando o homem pecou. Quando o homem pecou, que que ele fez? Ele pegou o quê? Folhas, não foi? Para se cobrir a cultura criou. Ele estava, ele está, o homem tava ali substituindo uma cultura do reino pela sua própria cultura, quando ele pega e se cobre, né? E aí Deus falou assim: "Não, não é assim desse jeito. Não é essa a cultura que eu quero. Eu quero a cultura que é lá do céu. E a cultura do céu implicava naquilo que já tinha sido realizado antes da fundação do mundo, que foi o quê? quê? O sacrifício do cordeiro, né? Então Deus tira do homem aquela perspectiva superficial de uma cultura criada por ele para tentar maquiar uma situação e pega e dá o quê? a cultura do alto. E Deus faz vestes próprias de pele de cordeiro. Ele tava dizendo assim: "A cultura que eu quero que vocês tenham é do meu reino e não a sua cultura. A cultura de que de de alguém que um dia vai vai dar a vida por vocês, ele deve ser sim a nossa prioridade. A nossa cultura sempre será a do reino. Há uma tentativa de Satanás de querer impor a sua cultura na igreja, a sua cultura. E ela vem de diversas formas, como você já colocou aqui. E nós temos que resistir espiritualmente a isso. E uma das formas de resistir é nós tornarmos a cultura do reino, que é a cultura que Jesus quis implantar por meio da oração. Isso é interessante. No eu anunciei aqui meu livro, no final vou anunciar de novo. Eh, no meu livro eu trato Jesus não somente como mestre dos mestres, mas apresenta uma perspectiva sobre aquilo que ensinou. Então, obviamente, Jesus aplicou boa parte do seu ministério ao ensino. E eu trato que uma das matérias mais apresentadas por Jesus foi justamente os ensinos do reino. E aí eu fiz uma uma pesquisa, obviamente na no livro você encontra isso, em que eu apresento que boa parte das parábolas elas são vinculadas aos ensinos do reino. Então, basicamente o que Jesus veio fazer aqui na terra foi ensinar. Segundo, o que que ele ensinou sobre a implantação do reino, o estabelecimento da sua vontade e do seu conceito social através do reino. Vou pedir pro Bruno ler aqui Efésios 6:18 pra gente avançar nesse tópico que trata sobre a oração envolvendo toda a agenda da igreja, >> orando em todo tempo com toda oração e súplica no espírito e vigiando nisso com toda perseverança e súplica por todos os santos. Então veja aí em todo o tempo. Então isso fala sobre continuidade. Lembra que eu falei? O hábito se estabelece através de uma constância. O hábito que ele é constante, ele se torna uma cultura. Então você faz hoje, amanhã você busca fazer de novo, depois de amanhã você busca fazer de novo. Obviamente, como eu falei, >> mas não é não é uma cultura baseada na superficialidade. >> Sim. >> Algo que é de cima para baixo, né? Você vê que quando Jesus fala sobre oração e a Bíblia fala, ela dá exemplos sinceros daquilo que Deus vê dentro de nós. nós. >> Sim, >> né? Deus não olha a aparência do homem. Deus não olha a questão mecânica. Uma cultura deve ser algo que não imposta à força, força, >> mas algo que nasce de um coração quebrantado e conclito e reconhecimento de quem nós somos diante de Deus. E Jesus, e a Bíblia deixa bem claro isso naquela parábola do publicano e do fariseu, quando os dois entram para fazer a fazer uma oração. É, não é? >> Sim. Todos dois oram, mas Jesus deixou bem claro quem é que saiu ali justificado. Enquanto um orou de uma forma superficial, um usou aquelas palavras que marcam os o evangelho de maneira assim delével, né? Senhor, tem misericórdia de mim, que sou pecador, né? Quer dizer, Deus não olha a aparência, Deus olha aquilo que tá dentro de nós. >> E essa cultura da oração tem que ser feita de forma lá no coração, do nosso coração. É é nós sentimos a a as nossas misérias, as nossas necessidades e nos colocarmos diante de Deus da forma como nós somos, né? Eu vi a palavra da da pastora a Karen, né? A Karen quando falou aqui sobre oração. >> Sim. >> Quando ela falou que Deus não Deus não ouve personagens. >> Essa palavra foi tremenda, cara. Aqui na escola Deus não ouve personagens, né? É aquilo, é o caso aqui da parábola, né? O fariseu era um personagem que achava que tava sendo ouvido de pelas suas palavras bonitas, mas havia alguém que que estava ali totalmente nu diante de Deus, né, reconhecendo aquele a quem ele estava orando como Deus verdadeiro e o Deus que que certamente tinha misericórdia. Nó vamos tratar já sobre utilitarismo, né, como um dos problemas aí para pra cultura de oração que tem relação com o que o pastor falou. Então, a gente vai eh fechar esse tópico número um falando sobre a maneira com que a oração ela vai afetar, né, essa cultura de oração afetar todas as áreas da vida. Então, veja, o efeito da cultura de oração não é um efeito só organizacional. O que que eu quero dizer com isso? O fato de estabelecer uma direção acerca desse cenário da oração, não necessariamente vai ter um efeito somente no aspecto da organização. Tem a ver com o que o pastor Fernando falou. Não significa que se todo mundo tiver fazendo aquilo que o pastor tem direcionado, a igreja enquanto o corpo de Cristo estará de fato eh sendo afetada em todas as áreas da vida por intermédio da oração. Veja que a o a maneira com que Deus trabalha isso daqui envolve tanto a singularidade de cada membro do corpo, quanto a unidade entre esses que decidiram viver essa vida. A gente tem falado muito sobre isso, mas é algo assim tão tão interessante. Semana passada eu dei aula a aqui pro pros adolescente do Trainir. Aí eu entrei na sala e falei com eles, ó, eh já sabia mais ou menos do histórico dos meninos, né? São eles são uma bênção até no sentido de ter muita vontade de participar da aula. Então eu falei assim, ó, vou aqui dar uma direção para eles que é o seguinte: olha a aula vai começar. Eu não vim aqui para competir com vocês, eu vim aqui para dar aula e eu estou ansiando em ouvi-los. Mas para que eu possa ouvi-los, nós vamos estabelecer aqui um parâmetro. Quando você quiser falar, você levanta o seu braço, eu vou enxergar. Você baixa seu braço e na hora certa eu vou te dar a palavra para você participar. E aí estabelecemos isso. E aí porque eu tô falando isso aqui para para vocês, que eu expliquei para eles o seguinte: "Olha, imagina se vocês viessem a aula e vocês não estivessem eh pr predispostos a entender o que eu estou falando e concordar com o que eu estou falando. Essa aula poderia ser fantástica, mas não ia dar certo porque vocês não estão concordando com o que eu falei, vocês não estão entendendo as regras que a gente tá aqui estipulando pra aula acontecer." Aí eu falei para eles, agora se vocês estiverem aqui, vocês concordarem com o que eu estou estipulando como regra, podem até achar que eu não dou a aula muito bem, mas se a gente tá ministrando a palavra, tenha certeza, vai alcançar o seu coração e a aula vai ser uma bênção, porque aonde há essa concordância, Deus vai ordenar a bênção. Deus vai fazer com que haja aqui uma um um resultado eh satisfatório que nós estamos fazendo. Então isso fala sobre concordância. Então, quando cada indivíduo ele abarca isso de coração, como o pastor Fernando falou, a gente começa a ter uma mudança. Você não se pergunta, por exemplo, porque temos tantos evangélicos no Brasil e estamos vivendo o que estamos vivendo? Não é uma pergunta que nós deveríamos fazer. Bom, se a igreja tem poder naquilo que liga na Terra, por que vivemos o que vivemos? Será se Deus tá só tratando em relação a juízo com os homens iníquos da sociedade ou se Deus tá tratando com a igreja dele também? Eu não sei você, mas eu faço essa pergunta. Porque será se adianta ter quantidade se nós não tivermos vida com Deus? Então, a gente não tá falando aqui, né, da hipocrisia de se parecer alguma coisa, mas Deus está vendo o quê? o coração da igreja dele. Então, a a oração e a cultura, ela precisa permear todas as áreas da vida. Então, a oração, ela se torna um princípio que o eh organiza a existência da igreja na Terra. Então, isso vai fazer com que haja naturalmente uma expansão e uma validação do propósito pela qual Deus instituiu a sua igreja. Deus não instituiu a igreja para viver de uma maneira monótona. Pelo contrário, a igreja, como eu falei aqui para você, é um organismo vivo, então ela transcende o aspecto organizacional. E aí a gente avança pro pro ponto dois, os desafios da pós-modernidade e a cultura da oração. Como nós tratamos aqui já um pouco sobre isso, eu vou ser um pouco mais sucinto em cada um desses subtópicos, porque nós conversamos algumas coisas sobre isso. Vou pedir pro Bruno ler Primeira de Coríntios, capítulo de número 12. Primeira de Coríntios, capítulo de número 12, versículo 25 ao 27. pra gente tratar sobre o individualismo e a autonomia. Primeira Coríntios, Primeira Coríntios 127. Para que não haja divisão no corpo, mas antes ten os membros igual, cuidando um dos outros. De maneira que se um membro padece, todos os membros padecem com ele. E se o membro é honrado, todos os membros se regogizam com ele. Ora, vós sois corpo de Cristo e seus membros em particular. Então veja, se nós vivermos dentro da igreja uma busca pela exaltação do eu, do seu próprio ego, dos seus próprios interesses, nós estamos, na verdade, enfraquecendo aquilo que é a ideia estrutural da igreja. Então, a a ideia de individualismo, de autonomia dentro do conceito igreja é um fator que vai gerar um desafio para essa conjuntura de oração. Então, vamos ser bem bem claro aqui. Eu já dei esse exemplo para vocês e disse que vocês provavelmente percebem isso e talvez se sentem assim constrangidos. Então veja, se a gente tá tendo um momento de oração, pense no seguinte, eh, se ajoelhar para orar nada mais é do que uma atitude de reverência, ok? Você não se torna mais santo porque você ora de joelho, mas a oração de joelhos é um ato de reverência. Então, olha só, aí o pastor começa a oração e diz: "Meus irmãos, nós vamos ter um tempo de oração. Se você é aqui da igreja e se você não tem nenhum problema de saúde e assim puder, se ajoelho que nós vamos orar, ok? Isso eu tô falando, gente, no dia de EDP, domingo de manhã, porque é um momento que em regra você falar assim: "Bom, a boa parte dessas pessoas que estão aqui, elas são eh membros da igreja". Então, se a pessoa ela tem uma indisposição a fazer aquilo que o pastor está designando, isso não é por um problema de saúde ou por uma impossibilidade, opa, calma aí. Fica uma coisa assim em que o meu individualismo e a minha autonomia de decisão está sobrepondo uma direção do pastor, já começa por aí, e outra uma indisposição em relação a essa reverência a Deus. Então, há de se preocupar preocupar e até da unidade, como o pastor Fernando está falando. Então, é basicamente o seguinte: olha, as minhas atitudes, elas também são meios para que seja demonstrado diante da igreja uma concordância acerca da criação dessa cultura. Então, a cultura ela não acontece de maneira autônoma somente. Lembra que eu falei para você? O fato de você individualmente cumprir esse princípio, você coopera para o todo. Ao mesmo tempo que individualmente você não cumpra esses atos de reverência, você está diretamente trabalhando uma ideia de autonomia e de individualismo em relação à à conjuntura de construção da cultura de oração. Então, olha só, a ideia é vencer nessa pós-modernidade essa ideia de individualismo e a ideia de autonomia, para que a gente possa ter o quê? uma concordância e de maneira mútua em relação aos componentes do corpo de Cristo, uma prática relativa à oração. Ainda o pragmatismo e o utilitarismo. Bruno vai abrindo aí, Tiago, capítulo 3, versículo 3. Então, veja, numa cultura que mede tudo pela eficiência, a oração corre risco de virar um mero instrumento. Quer dizer, olha, nós não podemos mecanizar aquilo que deve ser conscientizado. Eu gosto de falar o seguinte, seguinte, o pragmatismo, ele precisa ter uma ideia aqui que é o seguinte: quando ele não se desdobra numa conscientização, ele vira apenas uma imposição. Não sei se você entende. Olha, se eu gerar uma conscientização através de algo que é pragmático, então tô despertando o quê? Consciência. Tô dando o quê? Possibilidade as pessoas terem uma noção e um discernimento acerca da importância daquilo ali. Quando esse pragmatismo não gera consciência, ele fica no parâmetro o quê? Do pragmático e ineficiente, porque ele não gera nenhum tipo de consciência. Eu gosto de pensar da seguinte forma: nós amadurecemos conforme tomamos consciência acerca daquilo que devemos fazer. Nós amadurecemos conforme tomamos consciência daquilo que nós devemos fazer. E geralmente para gerar consciência existe um confronto. Então quando você vive no pragmatismo, você se aparta do confronto porque você se estabiliza numa região de conforto e não enxerga as tuas próprias debilidades em relação a isso. Então isso é um fator desafiador pra cultura de oração. Então veja só, se você para amadurecer precisa ter consciência, você precisa se dar, por exemplo, ao confronto. Ou a palavra vai te confrontar, ou alguém vai te confrontar, ou você está numa situação de mornidão em relação a alguma coisa. Então assim, tem coisas que a gente vai fazer um um parâmetro de análise nas nossas vidas que vai doer, inclusive, mas às vezes é pra gente tomar o remédio adequado. Então o pragmatismo aqui é o seguinte: faz apenas porque tem que fazer. Então isso vira um mero instrumento de busca por eficiência ou eficácia. Então, o problema do utilitarismo é o seguinte, foi o que eu conversei e deu testemunha aqui. Ah, não, eu tô aqui na igreja, eu só venho orar porque hoje é o culto da vitória e eu tô participando da campanha, porque se eu não vier orar no culto da da vitória, não tem vitória. Tá entendendo que a motivação aqui não é a questão de você participar de uma campanha, mas é o que você está se valendo pela fé, é utilitarismo. Então, o culto da vitória pode ser um fator que gera consciência acerca de busca. Sim ou não? Sim. Caramba, vou vir sanas. Que que a gente falou aqui? Vou instituir um hábito de maneira constante. Ele pode se tornar uma cultura. Então, pô, se eu tô precisando de uma mudança na trajetória da minha vida e eu quero usar um caminho para me disciplinar, culto da vitória. Então, vou vir aqui, vou buscar Deus. Isso vai ser um parâmetro para que eu continue, não um parâmetro para que eu viva o utilitarismo da fé. Agora, isso é uma motivação muito pessoal. Quem sou eu? Quem é você? Para falar o porquê a >> Dá pro pastor aí. >> Sim. Então aí o pastor tá falando sobre a a escolha de qual culto participar. OK. depende de cada pessoa em relação às motivações para isso. Aí como eu falei, o âmbito do julgamento não é no não tá no nosso campo, então é mais pessoal do que propriamente uma acusação, mas temos que ter cuidado com essa ideia. Tiago 4:3, por favor, Bruno, >> pedis e não recebeis, porque pedis mal para o guardard em vossos deleites. Então, olha aí, a relação que Thago está falando sobre pedir mal é em relação ao quê? aos interesses do próprio ou a pessoa quer a busca só pela pelo interesse próprio, pela própria satisfação. Então assim, os deleites seus são mais do que as vontades de Deus. Então você pede mal. Por quê? Porque você tá pedindo pelos seus deleites e não pela vontade de Deus. Eu acho que um grande desafio da vida cristã é a gente conseguir entrar na dimensão da vontade de Deus, não é? Então, a essa ideia da vontade de Deus, ela depende muito da nossa relação com Deus. O irmão aqui quer falar, Bruno, por favor. Ali, aqui, ó. >> O interessante, ô pastor Giivanei, é que eu sempre falo com os irmãos, com o pessoal que eu que eu trabalho também, que é a questão do devocional. Cada pessoa tem que ter intimidade com Deus e criar o seu relacionamento. Independente, é claro que o apelo do pastor é fundamental, ele incentiva a igreja, é importante. Mas quando cada um de nós estamos nos envolvendo para um crescimento espiritual, você todos os dias vai criar o hábito de ler a palavra, de orar, às vezes até cantar um hino. Eu sempre faço isso lá em casa. Eu mesmo canto o hino quando eu tô só, quando tô com a minha esposa, com a minha filha, a gente criou esse hábito, entendeu? entendeu? >> Sim. >> Então isso é uma coisa tão profunda que a pessoa aonde quer que vá, ela consegue eh contagiar outras pessoas. Então a questão do individualismo também está relacionado ao interesse de também querer crescer. Hoje não vou dizer a nossa igreja, mas tem muitas igrejas aí que não se preocupa com a leitura bíblica, não se preocupa com uma vida devocional. Eles vão paraa igreja, participa do culto e vai e no caminho esqueceu tudo que foi dito. Tá entendendo? Então, ter uma igreja com o compromisso, com a palavra, com uma vida devocional é muito importante e produz aquilo que Colossenses diz: "Buscai as coisas que são de cima e não as que são da terra". da terra". >> Maravilha. Então, a até aqui pensando no que foi dito aqui, um das menções também dos desafios da pós-modernidade em relação à cultura da oração, as distrações e as sobrecarga de informações. Isso aqui a gente não precisa nem eh trazer muita abrangência, mas o fato é que hoje nós temos muitos atrativos, eh coisas que estimulam. Eu falei lá pro pessoal do Treni, é o seguinte, eh, o corpo ele gera dopamina por alguns meios e a dopamina te traz uma satisfação. O problema é que tipo de dopamina a gente gera e como que a gente gera dopamina. Então, uma coisa é tu botar um tênis e sair para caminhar e correr e ter uma satisfação ali gerada pela corrida. Outra coisa é tu só satisfazer por dopamina barata. Então assim, a realidade hoje é excesso e sobrecarga de informações que gera distração. Então é óbvio que isso vai ser uma contracultura em relação à oração. Então, a a gente tem que buscar meios de entender como que nós funcionamos dentro desse desse cenário para poder a gente, vamos dizer assim, pegar na curva aquilo que nos distrai em relação a à oração, em relação ao aprendizado da palavra, em relação à leitura. É de fato que tá falando aqui, são desafios, desafios que a gente precisa eh levar em conta e lutar para vencê-los. Ainda nós falamos já sobre isso, secularização e o relativismo. Seularização, nós falamos coisas desse século. Então tudo que nós usamos aqui, principalmente nesse último subtópico, as distrações, a sobrecarga das informações, é uma coisa secular, no sentido de ser uma inserção dentro deste século que atrapalha o relativismo. para você ter o aqui a a ideia é o seguinte, você colocar num plano de menor importância aquilo que é essencial. Então, relativizar é colocar algo que tem muita importância num plano de superficial, é você deixar de dar importância àquilo que de fato é essencial. Geralmente esse relativismo ele acontece por uma narrativa. Então o a cultura deste século, OK? Até usando aqui uma uma terminologia bíblica, a cultura deste século, ela de fato nos cega ou tenta nos cegar. A única maneira de nós não sermos eh cegados pela cultura deste século é nós mantermos os olhos nos princípios da palavra de Deus. Então é basicamente isso, porque a cultura deste século está exposta diante de nós. Então, se a gente internaliza tudo aquilo que nós vemos e absorvermos da cultura secular, vai trazer um aspecto de relativismo para nossas vidas. Terminando esse subtópico, esse tópico aqui, a falta de paciência e o imediatismo. Veja, eu falei aqui para vocês, né? Contei aqui uma uma narrativa pessoal. Eu não posso eh trabalhar contra a aquilo que foi imputado como uma vivência ou experiência se eu não reformular o significado disso. Então veja, falta de paciência e mediatismo. Nada do que diz respeito ao aprendizado bíblico e a cultura de oração acontece num estalo. Geralmente dou esse exemplo, né? As pessoas são tendenciosas a achar que elas vão conseguir um conhecimento bíblico no imediatismo. Então veja, ah, não, porque eu admiro tal pastor, caramba, ele ministra assim de uma forma que, pô, me encanta, tal e tudo mais. Aí, ok, vou começar a estudar a Bíblia por causa disso. Fator positivo, você tá estudando a Bíblia porque alguém deu um parâmetro de motivação para você ou você se esperou em alguém. Aí, qual o grande problema? O problema é que você acha que aquilo que a pessoa construiu em 30 anos, você vai construir no mês que vem. [risadas] Aí, aí dá problema, porque a a construção ela tem percalços, a construção ela tem desafios. A a construção de alguém que você olha e faz alguma coisa não é só assim não, ó. Tá? A construção é assim, ó. Tá? Aí o o que você tenta é sempre manter a ascendência. Então, é tentar manter a ascendência. E para tentar manter a ascendência é você fazer o quê? Com constância. A vida de oração é assim. Aí eu vou conversar com alguém que tem uma jornada eh e uma transformação vivida nessa área que tem 30 anos de caminhada nessa área da oração. Aí eu vou comparar comigo que tô vencendo algumas coisas, entendendo algumas coisas nesse nesse parâmetro aqui. Opa, calma aí. Vai devagar, como o pessoal fala, vai devagar com esse fubá aí, né? Vai. Porque você vai aprendendo, se eu achar que não, amanhã até contar aqui uma coisa interessante. Eu falei para algumas pessoas aí, eu vou falar isso aqui no final. De vez em quando eu me sinto eh eu falo que Deus ele não nos tenta, mas Deus nos provoca, né? Vive nos provocando. E aí eu eu tento, né, essa ideia da cultura de oração e eu tô a quem daquilo que eu imagino que Deus quer de mim. E aí eu fico vendo Deus me provocando com esse negócio da oração da madrugada. E aí eu já tive algumas eh experiências que são muito prazerosas no sentido dessa entrega, desse momento de de de silêncio, desse momento de busca de uma instância relacionada a isso. Aí eu fico vendo, né, eu vou até falar aqui alguns homens no final que entregaram suas vidas muito voltadas para esse momento de oração na madrugada e de tempos assim, eh, que para nós hoje seríamos, não, mas isso é tempo excessivo, não é tempo de investimento. Eles entendiam dessa forma. Aí eu fico falando assim, pô, acho que às vezes eu fico fingindo que não tô escutando Deus falar isso comigo. Eu falo assim, pô, eu quero me entregar para Deus, quero fazer mais, quero e viver aquilo que ele tem para mim como plenitude. E às vezes eu entendo assim, Deus tá me chamando para esse nível porque ele quer tratar algumas coisas comigo e que só vai tratar nesse nível de intimidade. Aí eu fico fazendo aquela vista grossa. Será se Deus tá falando isso mesmo comigo? Aí eu fico assim: "Meu Deus do céu, como é que vai ser essa essa história?" Por quê, quê, né? Então aí a gente quer o quê? Não, eu quero resultados maravilhosos, sem ter paciência, sem viver o processo de como eu adquiro essa cultura de oração. Pra gente finalizar, pilares pra gente construir uma cultura de oração. Veja bem, nós vamos aqui apresentar algumas ideias com base naquilo que o apresenta na sua revista e também no livro. Vamos lá. Primeiro, liderança que modela e prioriza. Então, a cultura de oração, ela ganha corpo quando a liderança primeiro encarna isso. Então, é basicamente o seguinte. Lá no meu livro eu trato sobre a pedagogia do exemplo. Lembra que eu falei para discipular você tem que ensinar e tem que dar exemplo. É basicamente o seguinte: eu faço, te ensino como faz e te chamo para fazer comigo. Aí funciona. Na cultura de oração não é diferente. Então a gente tenta conscientizar e a gente tenta fazer. E aí isso funciona da seguinte forma, né? Algumas pessoas aqui têm proximidade comigo e elas vêm eu de maneira muito enfática tratar sobre esse assunto, mas o o que eles nunca vão ver é o seguinte, eh eu me colocar como super homem dessa desse assunto. Pelo contrário, aquilo que eu trabalho de conscientização é no reconhecimento das minhas próprias necessidades. Então não é o seguinte, olha, vou falar para você, não, você tem que estudar a palavra, você tem que estudar mais, ok? Porque eu estou reconhecendo que eu também preciso fazer isso. Falar para você, você tem que orar mais. Vamos orar mais. Vamos cumprir isso aqui. Vamos fazer isso aqui. Vamos ter mais relacionamento com Deus. Vamos colocar isso aqui como prioridade. Por quê? Porque eu também entendo que isso para mim é uma realidade. Então, às vezes quem ensina eh está encorajando, mas também está sendo encorajado. Então, esses assuntos aqui de do que trata sobre fundamento da igreja é basicamente o seguinte. Todo mundo tem que reconhecer que tem um telhadinho de vidro. botar humildade no no cenário e falar: "É com esse caminho aqui que eu vou começar a alçar um pouco de de cumprir a vontade de Deus". Então, a liderança ela modela porque ela prioriza isso. Então, se a liderança coloca isso não somente como uma fala, mas como uma atitude, o negócio começa a ficar mais claro e compreensível. O discípulo precisa disso. Ele precisa olhar para alguém e ver que alguém ensina sobre algo e que vive algo sem ser super homem. Tem debilidades, tem dificuldades, tem, mas ele também tá buscando praticar aquilo dali. Esse é o caminho. Ainda o ensino eh consistente, inspirador sobre oração. Olha que maravilha. A gente fecha a tampa aqui dessa parte pensando no seguinte. O pastor apresentou a ideia do ano da oração. Nós estamos tendo um término de trimestre agora que nós estudamos 13 lições sobre oração. Isso é é um ensino consistente, inspirador, constante acerca de um assunto. Então, alguns assuntos precisam ser ensinados literalmente. Nós temos falado muito sobre isso no na EDP, oração, comunhão, partir do pão, OK? É o poder de Deus, o fervor. Por quê? É ensinar com constância, ensinar de maneira inspiradora para que a gente possa ver a criação dessa cultura. aqui, interessante, oportunidades diversificadas para oração. A gente já aqui há muito tempo eh já tem esse hábito de ter um momento de oração. Eu não sei se vocês já perceberam, mas não é incomum quando a gente inicia a oração aqui, geralmente eu dou microfone para alguém que não necessariamente é um dos pastores ou alguém aqui da equipe. Não sei se vocês já repararam isso, né? Então isso já foi pensado exatamente nessa ideia. Olha, a oportunidade de orar é para todo mundo. Olha que interessante. Você vai orar por alguém ou vai apresentar alguma causa diante de Deus. Que maravilha. Então, é basicamente o seguinte: olha, você também está embuído naquilo que é a construção de cultura da igreja. E, principalmente a tua oração, ela não tem menor valor porque você não é pastor ou porque você também não tá com microfone para orar. Olha que interessante. Então, olha, olha que valor Deus dá a isso. Então, a gente gerar oportunidades e de espaços para intercessão é muito interessante. Então, a gente já tem momentos de intercessão na igreja com programações específicas, mas passou a ter em todas as programações. Então, veja, por exemplo, a gente instituiu dentro da escola da palavra um momento de consagração para os professores. Nós temos a consagração da igreja. Bênção, maravilha, oportuno. Tá bom? Mas a gente tá aqui trabalhando nesse espaço aqui. Será se dá pra gente ter um momento aqui também pra gente se consagrar voltado para esse pessoal aqui? OK. Então, maravilha. Então, você está no todo e você também está em parte. Então, não adianta você vir na Beriana e pensar que só tem oração no culto que é de intercessão. Não. Na beriana também tem que ter um momento de oração. Então, essa ideia de quê? de gerar espaços, oportunidades diversificadas. Por fim, caminhando aqui pro final, a remoção de obstáculos e a perseverança comunitária. Colossenses 4:2, Bruno, Colossenses 4:2, pra gente entender que é necessário a gente enfrentar com lucidez esses obstáculos que vão aí tentar de alguma forma impedir a concretização da cultura de oração. >> Perseverar em oração velando nela com ação de graças. >> Então, olha só. Perseverai. na oração e o quê? >> Velando nela com ações de graças. >> Com ações de graças. Então, olha só que interessante. Eu eu entendo nesse nesse versículo aqui que a perseverança na oração, ela é sucedida de gratidão, ela é sucedida de alegria. Então, é basicamente o seguinte, eu entendo que a igreja em Atos dos Apóstolos, ao mesmo tempo que eles oravam e viam milagres, né? A a Bíblia relata lá, por exemplo, com Pedro na prisão e os irmãos em oração. Então, é basicamente assim, tem momentos que nós vamos estar orando, intercedendo por causas que a pessoa não tá nem sabendo e Deus tá dando resultado sobre aquilo. E momentos que nós vamos estar junto com os nossos irmãos, orando em gratidão, regozijando diante de Deus e estabelecendo uma ação de graças pela oportunidade de nós nos relacionarmos com Deus. de dá aí pro pro pastor aí, o Bruno, por favor, fala a hora aí >> dentro dessa perspectiva, né? Eh, >> o interessante, né? Pedro e João caminharam para a oração, mas no trajeto o milagre aconteceu. >> É bênção >> do coxo, né? Quer dizer, quando se cria uma uma cultura de oração, o milagre vai acontecer. >> Glória a Deus. >> Nós podemos estar caminhando para oração e Deus tá operando milagre enquanto estamos caminhando. >> É esse essa essa passagem aí é fantástica, né? Eu é interessante que o eh Pedro fala com autoridade, né? ele tem uma uma convicção e a e ali inclusive ele traz ali uma perseguição sobre a vida dele por causa do do resultado, né, da realização de de um milagre, né? >> É, então, maravilha. Pra gente concluir, nós queremos dizer que desenvolver uma cultura de oração é muito mais do que fortalecer uma prática devocional. Veja bem, é a gente responder a um chamado de Deus. Então, foi tratado aqui sobre a questão do estabelecimento eh de devocional. Eu acho até que se criou uma maneira muito mercadológica acerca da cultura do devocional. Para algumas pessoas foi benéficas, para outras apenas superficialidade. Então veja que mais do que entender uma prática devocional é você responder a um chamado de Deus, um chamado para o relacionamento. Dentro dessa ideia de cultura de oração, tem algumas coisas que precisam ser tomadas de decisão na maneira institucional e na maneira individual. Tem uma uma igreja que é a Casa Internacional de Oração em Kansas, nos Estados Unidos, que é do pastor Michael Bacle. A igreja dele é marcada justamente por essa cultura de oração. A igreja tem um ministério de intercessão que trabalha 24 horas, 7 dias por semana. Eles estão desde 1999 desde 1999 trabalhando essa cultura. É óbvio que não são as mesmas pessoas. Quando fala de um grupo ou um ministério de oração, entenda, não é porque somente quem tem um chamado específico para essa área participa disso. Lembre-se que ministério tem a ver com servir, tem a ver com serviço. Então isso aqui são membros da igreja que se dispõem a participar de um grupo que de maneira ininterrupta estão orando 24 horas por dia, 7 dias por semana, desde 1999. Então vamos botar aqui na na devega que você pensar. Não é só a pastora Sônia e a equipe dela que precisa orar sem cessar. Somos nós que devemos orar sem cessar e devemos entender o compromisso que temos em relação a isso. Jesus, ele dá muitos exemplos pra gente acerca da oração. Quando a gente vê, por exemplo, a ideia de Jesus se apartar e ficar durante 40 dias no deserto, é uma ideia de consagração, é uma ideia de entrega em relacionamento com o pai. E aí eu falei para vocês, a gente tem algumas eh informações bíblicas, por exemplo, Salmo 557, 557, a gente tem uma noção de que Davi orava pelo menos três vezes ao dia. A gente olha para Daniel, Daniel orava três vezes ao dia. Aí nós vemos a história da igreja, vamos ver homens como Martinho Lutero, por exemplo. Vamos ver homens como John Wesley, por exemplo. Esses homens oravam pela madrugada e oravam pelo menos 3 horas por dia. Algumas histórias relatam que eles diziam que nos dias de maior dificuldade de tempo, era o dia que eles entregavam mais tempo em oração, porque eles entendiam que as dificuldades do dia que eles teriam seriam resolvidas na quantidade de tempo de entrega de intimidade com Deus. Então, segundo livro de Crônicas, capítulo 7, versículo 14, tão conhecido, diz que se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus e perdoarei seus pecados e sararei a sua terra. Talvez na nossa nação seja o tempo mais oportuno para que nós, enquanto igreja, cada um aqui como membro de Cristo, possa constituir uma cultura de oração. E que Deus abençoe a sua vida em nome de Jesus. [aplausos] Eu anunciei no início, eu não desci com os livros, mas se alguém tiver o interesse de adquirir o livro, o livro trata de algumas coisas que eu falei aqui, obviamente é influenciado aqui, não só pelo que eu escrevi, mas por aquilo que eu tenho buscado viver, tá bom? Se você desejar adquirir o livro, é 4972 e aí você sinaliza no final que a gente busca lá o livro para você que tá aqui na sala. da EDP. Amém. Vamos nos colocar de pé. Pastor Fernando, faça uma oração para terminar. Glória a Deus. Quantos foram abençoados nesta noite? É mais do que falar de oração. Nós temos que orar, né, meus irmãos? Mais do que falarmos, temos que orar, entendendo que é através da oração que nós chegamos ao nosso Pai Celestial. Jesus deu exemplo de oração, ensinou a orar. Eu acho que tudo que se refere à oração tá na palavra de Deus. E quando nós recebemos lições como essa aqui, nós nos lembramos aquilo que Paulo falou aos Efésios, capítulo 4, que o corpo de Cristo, ele tem que ter provisão e organização. Diz assim: "Todo povo provido e organizado vai crescendo. Quando há provisão de palavra e a palavra unida a oração, nós não temos nenhuma nenhum tipo de preocupação em saber se Deus vai abençoar. Não, Deus vai abençoar, porque esta é a vontade de Deus. Provisão de palavra, provisão de oração e o nosso testemunho pessoal para ganharmos almas para Jesus. Amém. Obrigado, pastor Divane, uma bênção. Que o Deus continue te abençoando, te usando. usando. Ser amado de Deus. Pai querido, como é bom estarmos na tua presença. Nós não éramos dignos, Senhor. Nós éramos estrangeiros. Mas o Senhor nos alcançou pela tua graça, pela tua misericórdia, meu Deus. O Senhor nos olhou e nos resgatou das trevas para a luz, para o reino do filho do seu amor, para que nós, Senhor, nos pareçamos com Cristo. Cristo. Senhor, é muito difícil isso. E é por isso que nós precisamos orar, Pai, para que ao nos aproximarmos de Ti, nós nos aproximemos pela fé. do filho de Deus. E nós temos a certeza que quando nós nos aproximamos pela fé, por meio da oração, oração, tu se inclina para nós, Senhor, e ouve a oração, como aquela oração daquele publicano, meu Deus, que entrou naquele templo, meu Deus, e orou. e orou. Ó Deus, tem misericórdia de mim, que sou pecador. >> É assim que nós nos colocamos nesta noite, Senhor, ansiosos pela tua presença, meu Deus, para vivermos uma vida de oração, Senhor, porque tu não olhas para a nossa aparência, não, Senhor. Tu viste os filhos de Samuel, os filhos de Jessé, passar um a um. E o Senhor falou para Samuel: "Não é este, não é este e não é este". Mas quando Davi, Senhor, aquele moço simples, ruivo, humilde, se apresentou diante do profeta, o Senhor falou: "É este que o Senhor olhe para nós nesta noite e diga: "É este, é este, é este, Pai querido, que nosso coração ame a oração, ame a santidade. Nós temos perdido muito tempo, meu Deus, com aquilo que não tem nenhum valor, com frivolidade, com coisas passageiras, quando nós deveríamos nos colocar mais na tua presença e buscarmos a tua face. que o teu espírito nos fortaleça no nosso homem interior para rompermos todo tipo de barreira que nos leve a uma maior intimidade contigo. Muito obrigado por essa escola beriana, pela vida do teu servo, Senhor. Abençoando a sua vida, unindo ele com teu Espírito Santo, capacitando, suprindo todas as suas necessidades, Senhor. e a cada um dos teus servos que vieram aqui nesta noite. Não vieram com seus próprios pés, vieram porque foram guiados pelo teu espírito para ouvir aquilo que foi ministrado aqui nesta noite. E eu sou um deles, meu Deus. Muito obrigado. Nós te agradecemos. continua nos abençoando. Aqueles que irão para os seus lares, levem em paz, nos dá uma noite abençoada e aqueles que irão, Senhor, aqui está na reunião do G, que o Senhor abençoe, que uma reunião abençoada e produtiva para honra e glória do teu nome. Nós oramos e te pedimos as tuas bênçãos em nome de Jesus. Amém. >> Deus abençoe e até a próxima.
Se a pessoa tem uma indisposição a fazer aquilo que o pastor está designando... fica uma coisa assim em que o meu individualismo e a minha autonomia de decisão está sobrepondo uma direção do pastor.
Doutrina: Autoridade pastoral, liberdade cristã e natureza da reverência.
Tensão: Ajoelhar-se pode expressar reverência, mas o Novo Testamento não transforma essa postura em requisito universal de unidade ou submissão pastoral. A recusa, quando não há impedimento físico, não prova por si só individualismo ou irreverência.
Correção sugerida: A liderança pode convidar a congregação a ajoelhar-se, mas deve respeitar consciência, saúde, idade e diferentes formas legítimas de reverência, sem medir espiritualidade por postura corporal.
Basicamente o que Jesus veio fazer aqui na terra foi ensinar.
Doutrina: Cristologia e evangelho.
Tensão: Jesus ensinou o reino, mas sua missão inclui também encarnação, obediência, morte expiatória, ressurreição, reconciliação e senhorio. A formulação reduz o centro da missão de Cristo ao ensino.
Correção sugerida: Dizer que Jesus ensinou e inaugurou o reino, chamou discípulos e realizou a redenção por sua morte e ressurreição, sendo a oração uma resposta ao seu senhorio e à graça recebida.
Quando se cria uma cultura de oração, o milagre vai acontecer.
Doutrina: Soberania divina, oração e milagres.
Tensão: A frase, proferida por outro ministro e aprovada no fluxo da ministração, soa como garantia universal de milagre vinculada à criação de uma cultura de oração.
Correção sugerida: A cultura de oração coloca a igreja em dependência e expectativa diante de Deus; Deus pode realizar milagres, mas responde soberanamente e nem toda oração resulta no milagre específico esperado.
A gente sabe que na história da humanidade nenhuma civilização que se opôs a esse princípio subsistiu na história.
Problema: A afirmação transforma uma convicção teológica sobre a família em uma regra histórica universal sem apresentar evidência bíblica ou histórica suficiente.
Risco pastoral: Pode produzir simplificações sociológicas, desprezo por pessoas e famílias em situações complexas e uma associação indevida entre preservação social e um único modelo cultural.
Sugestão: Dizer que a Escritura apresenta a família como uma instituição importante para a vida humana, evitando declarar que toda civilização que não se conformou a uma formulação específica necessariamente desapareceu.
Deus faz vestes próprias de pele de cordeiro... a cultura que eu quero... de alguém que um dia vai dar a vida por vocês.
Problema: A aplicação cristológica pode ser tipologicamente sugerida, mas o texto de Gênesis não menciona cordeiro, sacrifício expiatório ou uma explicação explícita sobre a cruz.
Risco pastoral: Pode ensinar detalhes não presentes no texto como se fossem exegese direta e enfraquecer a distinção entre sentido original e desenvolvimento tipológico posterior.
Sugestão: Dizer que Deus providenciou cobertura para a vergonha humana e que, em uma leitura canônica posterior, essa provisão pode apontar para a redenção em Cristo.
Aonde há essa concordância, Deus vai ordenar a bênção.
Problema: A frase pode sugerir que a concordância humana obrigue Deus a conceder bênção, embora apareça dentro de uma analogia sobre o funcionamento de uma aula.
Risco pastoral: Pode alimentar uma compreensão mecânica da unidade, como se o consenso ou a obediência externa produzissem automaticamente a ação divina.
Sugestão: Formular assim: a unidade e a disposição para obedecer favorecem a edificação da igreja, mas Deus abençoa soberanamente segundo sua vontade e graça.
Eles entendiam dessa forma... que as dificuldades do dia que eles teriam seriam resolvidas na quantidade de tempo de entrega de intimidade com Deus.
Problema: A frase é apresentada como relato de outros homens, não necessariamente como uma lei explícita, mas sugere uma relação proporcional entre horas de oração e solução das dificuldades.
Risco pastoral: Pode gerar culpa em pessoas que não conseguem manter longos períodos de oração e insinuar que problemas não resolvidos resultam de insuficiência quantitativa.
Sugestão: Dizer que períodos prolongados de oração podem ser uma disciplina legítima para alguns, mas não compram respostas de Deus nem estabelecem uma relação automática entre duração e resultado.
Momento de ministração
Por que dormiu? Estavam cansados, eles não foram ensinados a orar.
Quem falou: Outro ministro/pastor participante, nome não identificado
Problema: O texto de Mateus 26:40-41 atribui o fracasso dos discípulos à tristeza e à fraqueza da carne, não afirma que a causa foi falta de ensino sobre oração.
Momento de ministração
Deus faz vestes próprias de pele de cordeiro... o sacrifício do cordeiro... realizado antes da fundação do mundo.
Quem falou: Outro ministro/pastor participante, nome não identificado
Problema: A interpretação acrescenta ao relato de Gênesis detalhes que o texto não fornece. A conexão com Cristo pode ser uma leitura canônica ou tipológica, mas não deve ser apresentada como o significado explícito de Gênesis 3.
Momento de ministração
Quando se cria uma cultura de oração, o milagre vai acontecer.
Quem falou: Outro ministro/pastor participante, nome não identificado
Problema: Transforma uma narrativa de cura em uma promessa geral. Isso pode levar ouvintes a concluir que a ausência de milagre decorre de uma cultura de oração insuficiente.
Isaías 56:7 é um manifesto da vontade de Deus para o seu povo em relação à sua casa.
Equilíbrio bíblico: Além da oração, Isaías 56:3-8 enfatiza a inclusão de estrangeiros e a abertura da casa de Deus para todos os povos. A aplicação à igreja deve preservar essa dimensão missionária e inclusiva.
Quando se cria uma cultura de oração, o milagre vai acontecer.
Equilíbrio bíblico: A oração deve ser feita com fé e expectativa, mas a Escritura não garante um milagre específico em toda situação. Deus pode curar e intervir extraordinariamente, mas também pode responder de outras maneiras, como mostram Jó, Paulo e o próprio ensino apostólico sobre a soberania divina.
Se a pessoa tem uma indisposição a fazer aquilo que o pastor está designando... isso é uma indisposição em relação a essa reverência a Deus.
Equilíbrio bíblico: Ajoelhar-se é uma forma bíblica de reverência, mas não é a única nem um teste infalível de espiritualidade. A liderança deve convidar sem transformar uma prática corporal em critério de fidelidade.
As dificuldades do dia... seriam resolvidas na quantidade de tempo de entrega de intimidade com Deus.
Equilíbrio bíblico: A perseverança é bíblica, mas duração, madrugada ou número de horas não funcionam como moeda espiritual. A maturidade deve ser avaliada pela fé, obediência, amor, perseverança e submissão à vontade de Deus.
Deus faz vestes próprias de pele de cordeiro.
Equilíbrio bíblico: Pode-se desenvolver uma leitura canônica que veja a necessidade de cobertura e redenção apontando para Cristo, mas sem afirmar que Gênesis 3:21 menciona literalmente um cordeiro sacrificial.
Basicamente o que Jesus veio fazer aqui na terra foi ensinar.
Equilíbrio bíblico: O ensino do reino deve ser relacionado à cruz, à ressurreição, ao perdão dos pecados e ao senhorio de Cristo. A oração cristã não é apenas busca por intimidade, mas resposta à reconciliação realizada por Jesus.
O sermão distingue uma cultura real de oração de uma simples agenda de eventos.
A cultura de oração... não começa exclusivamente pela agenda de programações que a igreja tem.
Impacto: Evita reduzir espiritualidade a campanhas, congressos ou reuniões específicas e incentiva uma vida contínua de relacionamento com Deus.
Há boa crítica ao utilitarismo religioso.
O culto da vitória pode ser um fator que gera consciência acerca de busca... não um parâmetro para que eu viva o utilitarismo da fé.
Impacto: A oração é apresentada como comunhão e dependência, não como mecanismo para obter resultados ou negociar com Deus.
A ênfase na humildade e na sinceridade da oração é biblicamente saudável.
Deus não ouve personagens.
Impacto: Confronta a religiosidade performática e direciona a comunidade à confissão, à dependência e à integridade diante de Deus.
A liderança é chamada a modelar aquilo que ensina.
Eu faço, te ensino como faz e te chamo para fazer comigo.
Impacto: Promove discipulado por exemplo e reduz a distância entre exortação pastoral e prática pessoal.
A proposta inclui oportunidades diversificadas para que toda a comunidade participe da oração.
A oportunidade de orar é para todo mundo.
Impacto: Valoriza a participação dos membros e evita concentrar toda a responsabilidade de intercessão em pastores ou líderes.
Compare as dimensões nas barras abaixo. Valores maiores indicam melhor desempenho.
Fidelidade Bíblica
O sermão usa de modo substancialmente adequado Efésios 6:18, Colossenses 3:1-2, Colossenses 4:2, Tiago 4:3, Lucas 18:9-14 e 1 Coríntios 12:25-27. A nota é reduzida pelo uso estreito de Isaías 56:7, pela aplicação genérica de 2 Coríntios 3:5, pela referência inadequada a Tiago 3:3, pela extrapolação de Gênesis 3:21, pela garantia associada a Atos 3:1-10 e pela aplicação pouco delimitada de 2 Crônicas 7:14.
Hermenêutica
A estrutura temática e a aplicação exemplar à vida da igreja são legítimas em Isaías 56:7, Efésios 6:18, Colossenses 4:2 e 1 Coríntios 12:25-27. Contudo, a abordagem perde precisão em Tiago 3:3, Gênesis 3:21, Mateus 26:36-46, Salmo 55:17, Daniel 6:10 e 2 Crônicas 7:14, especialmente quando relatos ou práticas pessoais são transformados em padrões gerais.
Precisão Teológica
A teologia da dependência de Deus, da oração sincera, da unidade e da rejeição do utilitarismo é saudável. A precisão é comprometida pela frase sobre Deus ordenar a bênção mediante concordância, pela garantia de milagre associada à cultura de oração, pela sugestão de que a quantidade de oração resolve dificuldades e pela redução da missão de Jesus ao ensino.
Compreensão Contextual
O pregador compreende adequadamente o contexto pastoral de uma igreja pentecostal e aplica bem Efésios 6:18, Colossenses 4:2, Lucas 18:9-14 e Tiago 4:3. A compreensão contextual é mais fraca em Isaías 56:7, 2 Coríntios 3:5, Gênesis 3:21, Atos 3:1-10 e 2 Crônicas 7:14.
Aplicação Prática
A mensagem oferece aplicações concretas: oração individual, perseverança, liderança pelo exemplo, ensino constante e oportunidades comunitárias de intercessão. A nota é reduzida pela pressão em torno da postura de ajoelhar-se, pela possibilidade de uma espiritualidade quantitativa e pela promessa de milagres associada à cultura de oração.
Clareza do Evangelho
Como se trata de uma exortação para crentes, o critério principal é verificar se o conteúdo permanece coerente com o evangelho, não exigir uma apresentação evangelística completa. A mensagem enfatiza dependência, humildade e relacionamento com Deus, mas obscurece parcialmente o evangelho ao dizer que Jesus veio basicamente para ensinar e ao permitir que bênção e milagre pareçam vinculados ao desempenho comunitário. Não há, contudo, uma condicionalidade central por oferta, campanha ou ritual.
Risco de leitura imposta ao texto:
Quanto menor, melhor. A maior parte das aplicações é temática ou exemplar, não propriamente eisegética. Os casos mais problemáticos são a identificação das vestes de Gênesis 3:21 como vestes de cordeiro sacrificial, o uso de Tiago 3:3 para falar de utilitarismo, a transformação de Atos 3:1-10 em garantia de milagre e a aplicação pouco delimitada de 2 Crônicas 7:14.
Risco de conflito com doutrina essencial:
Não há negação explícita da Trindade, da divindade e humanidade de Cristo, da ressurreição, da autoridade bíblica ou da salvação pela graça. O risco permanece baixo, mas não nulo, por causa da linguagem localizada que pode sugerir uma fórmula de bênção por concordância, uma garantia de milagres pela cultura de oração e uma relação quantitativa entre horas de oração e resolução de problemas.
Abra apenas a parte que deseja consultar.
Tema principal:
Desenvolvimento de uma cultura de oração na igreja por meio de relacionamento com Deus, dependência, perseverança, unidade e hábitos comunitários e individuais.
Tom pastoral:
Aula-exortação pastoral, pedagógica e participativa, com incentivo à disciplina espiritual, à humildade e à participação comunitária. Em alguns momentos, assume tom corretivo e normativo.
A oração, juntamente com a Palavra, constitui uma estrutura fundamental da vida da igreja, e não apenas uma atividade periférica ou um costume transitório.
Suporte: Palavra, que seria para a edificação... e oração... Então, palavra e oração dizem respeito a uma estrutura básica para a vida da igreja.
Uma cultura de oração não nasce apenas de programações, mas de hábitos constantes de dependência, relacionamento com Deus, oração individual e unidade comunitária.
Suporte: A cultura de oração... não começa exclusivamente pela agenda de programações da igreja.
O individualismo, o utilitarismo, a distração, a secularização e o imediatismo desafiam a formação de uma vida perseverante de oração.
Suporte: Se nós vivermos dentro da igreja uma busca pela exaltação do eu... nós estamos, na verdade, enfraquecendo aquilo que é a ideia estrutural da igreja.
A liderança deve modelar a oração, ensiná-la com constância, criar oportunidades de intercessão e perseverar comunitariamente.
Suporte: A cultura de oração ganha corpo quando a liderança primeiro encarna isso.
A oração deve ser vista como chamado ao relacionamento com Deus, mas o crescimento espiritual não deve ser transformado em uma fórmula baseada na quantidade de horas oradas ou em garantias de milagres.
Suporte: Eles entendiam dessa forma... que as dificuldades do dia que eles teriam seriam resolvidas na quantidade de tempo de entrega de intimidade com Deus.
Uso Contextual
Aplicação temática legítima, mas com estreitamento do contexto original.
Questões Exegéticas
O texto trata da restauração de Sião e da inclusão de estrangeiros na adoração, culminando na declaração de que a casa de Deus seria casa de oração para todos os povos. O sermão aplica corretamente o tema da oração à comunidade, mas enfatiza a estrutura da igreja sem desenvolver a dimensão da inclusão das nações.
Leitura Sugerida
Ler Isaías 56:3-8 e relacioná-lo, com cautela, à aplicação de Jesus em Marcos 11:17. A igreja pode ser chamada a cultivar oração e acolhimento, sem transformar o versículo em fundamento direto de toda a programação institucional.
Uso Contextual
Aplicação devocional coerente, mas não corresponde diretamente ao argumento contextual principal do texto.
Questões Exegéticas
Paulo está tratando da suficiência para o ministério da nova aliança, em contraste com a confiança em capacidade humana, e não formulando diretamente uma doutrina sobre a cultura de oração.
Leitura Sugerida
Aplicar o princípio da dependência de Deus à oração, mas explicar que o contexto imediato trata da capacitação divina para o ministério e da obra do Espírito.
Questões Exegéticas
Nenhum problema relevante. O texto foi usado coerentemente para exortar os crentes a orientar a mente para as realidades de Cristo.
Leitura Sugerida
A leitura deve incluir os versículos seguintes, que mostram que buscar as coisas do alto não significa desprezar responsabilidades terrenas, mas viver nelas sob o senhorio de Cristo.
Questões Exegéticas
Nenhum problema relevante. A ênfase em orar em todo tempo, no Espírito, com perseverança e intercessão corresponde ao texto.
Leitura Sugerida
Ler o versículo dentro da seção sobre a armadura de Deus, observando que a oração acompanha a resistência espiritual e a perseverança, não funciona como fórmula de controle dos resultados.
Uso Contextual
Aplicação comunitária adequada, com uma extrapolação posterior.
Questões Exegéticas
O texto trata da unidade, do cuidado mútuo e da interdependência dos membros do corpo de Cristo. Ele sustenta a dimensão comunitária da oração, mas não estabelece que a recusa de uma postura física específica seja necessariamente individualismo ou desobediência.
Leitura Sugerida
Usar o texto para incentivar cuidado, participação e solidariedade entre os membros, distinguindo unidade espiritual de uniformidade gestual.
Questões Exegéticas
Nenhum problema relevante. A distinção entre a oração autojustificadora do fariseu e o clamor humilde do publicano foi apresentada de modo coerente.
Leitura Sugerida
Manter o foco original da parábola: Jesus confronta os que confiavam em sua própria justiça e desprezavam os demais. A sinceridade é importante, mas não deve ser reduzida a um estilo emocional específico de oração.
Uso Contextual
Aplicação aparentemente inadequada ou referência deslocada.
Questões Exegéticas
Tiago 3:3 usa o exemplo do freio na boca dos cavalos para introduzir o ensino sobre o poder da língua. O versículo não trata diretamente de pragmatismo, eficiência ou utilitarismo da oração.
Leitura Sugerida
Para tratar de pedidos egoístas e utilitarismo espiritual, Tiago 4:3 é a referência apropriada. Tiago 3:3 deveria ser usado apenas no contexto do controle da fala.
Questões Exegéticas
Nenhum problema relevante. O texto foi corretamente associado à motivação egoísta dos pedidos e à busca dos próprios deleites.
Leitura Sugerida
Evitar ampliar o texto para sugerir que todo pedido por necessidades pessoais é inadequado. O problema em Tiago são desejos dominadores e egoístas, não a apresentação legítima de necessidades a Deus.
Questões Exegéticas
Nenhum problema relevante. Perseverança, vigilância e ações de graças são elementos presentes no texto.
Leitura Sugerida
Manter juntas as três dimensões do versículo: constância, vigilância espiritual e gratidão.
Uso Contextual
Exemplo narrativo legítimo, mas com risco de transformar um relato de intervenção específica em garantia geral.
Questões Exegéticas
A igreja orou por Pedro e Deus o libertou de modo extraordinário. O texto demonstra que Deus pode responder à oração com milagres, mas não promete que toda oração comunitária resultará em livramento semelhante.
Leitura Sugerida
Apresentar Atos 12 como testemunho da soberania e do poder de Deus, mantendo espaço para respostas diferentes, perseverança e submissão à vontade divina.
Uso Contextual
O relato foi descrito corretamente, mas a conclusão aplicada ao texto é excessiva.
Questões Exegéticas
Pedro e João realmente se dirigiam ao templo na hora da oração quando o homem coxo foi curado. Entretanto, o texto não ensina que a criação de uma cultura de oração produzirá necessariamente um milagre em cada situação.
Leitura Sugerida
Dizer que o episódio encoraja a igreja a orar com expectativa, sem afirmar uma garantia automática de milagres.
Uso Contextual
Aplicação tipológica possível, mas com detalhes acrescentados ao texto.
Questões Exegéticas
Gênesis 3:7 menciona folhas de figueira e Gênesis 3:21 menciona vestes de pele feitas por Deus. O texto não identifica a pele como pele de cordeiro, não descreve explicitamente um sacrifício expiatório e não afirma que esse ato seja a execução histórica de um sacrifício realizado antes da fundação do mundo.
Leitura Sugerida
Afirmar que Deus providenciou cobertura para a vergonha humana e, à luz do restante da revelação bíblica, fazer uma conexão tipológica cuidadosa com a redenção em Cristo, sem apresentar o cordeiro ou o sacrifício como detalhes explícitos de Gênesis 3:21.
Uso Contextual
Aplicação parcialmente correta.
Questões Exegéticas
Jesus de fato chamou os discípulos a vigiar e orar, mas o texto explica o sono também pela tristeza e pela fraqueza da carne. A afirmação de que eles dormiram porque não haviam sido ensinados a orar vai além do texto.
Leitura Sugerida
Destacar o exemplo de Jesus, a necessidade de vigilância e a fragilidade humana, sem reduzir o fracasso dos discípulos a uma simples deficiência pedagógica.
Uso Contextual
Aplicação exemplar possível, mas a referência foi apenas aludida e não desenvolvida.
Questões Exegéticas
Os quarenta dias de Jesus no deserto estão associados ao jejum, à provação e à vitória sobre a tentação. O texto não estabelece uma quantidade normativa de horas de oração nem uma escala universal de intimidade espiritual.
Leitura Sugerida
Usar o episódio para falar de dependência, obediência e preparação espiritual, não como medida obrigatória de maturidade.
Uso Contextual
Uso histórico adequado, mas não normativo.
Questões Exegéticas
O salmista declara que ora à tarde, pela manhã e ao meio-dia. Isso descreve sua prática de lamento e dependência, mas não institui uma regra de que todos os crentes devam orar três vezes ao dia.
Leitura Sugerida
Apresentar a regularidade de Davi como exemplo de disciplina possível, sem transformá-la em requisito espiritual.
Uso Contextual
Uso histórico adequado, mas não normativo.
Questões Exegéticas
Daniel orava três vezes ao dia como expressão de fidelidade a Deus em contexto de perseguição. O texto não ensina que três momentos diários constituam o padrão universal de espiritualidade.
Leitura Sugerida
Enfatizar a fidelidade perseverante de Daniel e a prioridade da oração, distinguindo exemplo narrativo de mandamento geral.
Uso Contextual
Aplicação à igreja e à nação possível como princípio, mas insuficientemente delimitada pelo contexto da aliança.
Questões Exegéticas
O texto foi dado a Israel no contexto da dedicação do templo e das condições da aliança mosaica. Aplicá-lo diretamente como promessa de cura automática para uma nação contemporânea ou como fórmula nacional de avivamento exige uma argumentação tipológica que não foi apresentada.
Leitura Sugerida
Explicar o contexto de Israel e, depois, aplicar o princípio de humildade, arrependimento e oração à igreja, sem garantir que uma nação moderna receberá uma restauração política ou social específica.
Reexpor Isaías 56:7 considerando o contexto de Isaías 56:3-8 e a inclusão de todos os povos, além de explicar melhor a aplicação à igreja.
Corrigir o uso de Tiago 3:3 e separar claramente textos usados diretamente de aplicações ilustrativas ou tipológicas.
Retirar garantias como 'o milagre vai acontecer' e explicar que a oração é expressão de dependência, não mecanismo que obriga Deus a responder de uma maneira específica.
Substituir a pressão pela postura de ajoelhar-se por um convite pastoral que respeite consciência, limitações físicas e diferentes formas de reverência.
Evitar vincular horas de oração, orações de madrugada ou frequência de práticas a uma escala automática de intimidade, bênção ou solução de problemas.
Apresentar a conexão entre oração e Cristo incluindo não apenas os ensinos do reino, mas também sua cruz, ressurreição, mediação e senhorio.
Manter os pontos fortes da mensagem: oração além de eventos, liderança pelo exemplo, combate ao utilitarismo e participação de toda a igreja.
Resumo em uma frase:
A mensagem oferece uma exortação pastoralmente útil e em grande parte ortodoxa sobre uma vida comunitária de oração, mas precisa de maior precisão exegética e de correções nas afirmações sobre milagres, bênção, postura corporal, quantidade de oração e missão de Cristo.
🤿
Continue o estudo com reflexões da nossa biblioteca para aprofundar o que você ouviu.
Três lentes acessíveis — contexto textual, histórico e teológico — para interpretar as Escrituras com fidelidade, mesmo sem formação acadêmica.
9 min de leitura
Entenda a analogia da fé e por que cada versículo deve ser interpretado à luz do conjunto coerente das Escrituras.
6 min de leitura
Ouvir uma pregação também exige responsabilidade: atenção, reflexão e comparação fiel com as Escrituras.
5 min de leitura