Assembleia de Deus Belém
16 de julho de 2026
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Uma exortação pastoral sólida que ensina a confiar na bondade e soberania de Deus mesmo quando Ele responde com 'não', fundamentada biblicamente e sem desvios doutrinários.
Análise baseada na tradição Pentecostal Clássico · Assembleia de Deus
Analisado em 16 de julho de 2026 · como funciona a análise →
VOZ MULHER - APRESENTAÇÃO PRª. REBEKAH CÂMARA | 15/07/2026
A paz do Senhor a todos vocês ligados com a gente na Boas Novas. Este é o Voz Mulher. Estamos ao vivo dos estúdios da Boas Novas em Belém do Pará. Que bom que você tá ligado com a gente, não só na Boas Novas, mas nas plataformas, porque você pode compartilhar o programa agora com alguém numa cidade que é Boas Novas não está no ar. Estamos ao ar no ar no YouTube, no Facebook. Você pode depois ouvir o podcast do programa lá no Spotify @vozprogramozmulher. No Spotify é programavozmulher. Procure que você vai poder ouvir. E é muito legal também a gente dar um alô para todo mundo ligado com a gente na Boas Novas FM, porque estamos em cadeia. Então aquele momento em que nas estradas, nos furos, nos rios, nos lagos, aqui no entorno de Belém do Pará, muita gente tá ligado com a gente. Então, a paz do Senhor para todos vocês. Gratidão a todos vocês que são semeadores da Boas Novas, que sustentam a Boas Novas nesses últimos 33 anos que ela existe. Quem sabe existe alguém que durante todo esse tempo já é semeador. Eu sou uma dessas pessoas e cada um de vocês, então, é bem-vindo. Quem ainda não é se tornar um semeador. Eu sempre aproveito esse momento porque a gente tá muito na tela identificado com a catedral, né? Então a gente agradece todo mundo que tá ofertando e orando pela catedral lá no Rio de Janeiro, porque a marcha ela prossegue, embora que hoje eu esteja aqui em Belém do Pará. E agradecer também ao Ramon e a Rute do Ramon Hair Clube, que, ó, cuidam do meu visual. Vocês são 1000, tá aí o contato deles na tela, Instagram e WhatsApp. Realmente eles são maravilhosos e a gente super recomenda. Hoje nós temos um testemunho de vida e um testemunho que vai mexer, mexeu muito comigo. É um testemunho que eu tive assim a graça e a oportunidade de acompanhar a a a digamos assim, se não todo ele, boa parte dele, né? os últimos 15, 16 anos dessa história, eh, Deus me deu o privilégio de acompanhar. E hoje eu tenho a alegria de receber uma serva do Senhor, uma levitaão, líder de louvor aqui da região norte lá, pastor Araújo, não é isso? >> Isso. >> Do pastor Araújo, do templo ali. Eh, como é o nome ali agora do templo? Que eles mudaram o nome >> lá é Augusto Montenegro. Augusto Montenegro, porque antigamente tinha um outro nome, mas aí quando adquiriram e às vezes o apelido, mas é Augusto Montenegro, o tempo da Augusto Montenegro, pastor Araújo, pastora Rejane e eu tenho a alegria de receber a Mara Silva. Mara, bem-vinda. Enfim, conseguimos fazer esse programa algum tempo já a gente planeja, mas a Mara também tem uma agenda bem inclusive, gente, o contato dela tá na tela peg do contato da Mara. Então, coloca na tela pra gente, de modo que se alguém quiser convidar ela para ministrar, para testemunhar, para pregar, porque realmente Deus tem feito coisas maravilhosas na vida dela. Vamos lá, Mara, aliás, bem-vinda, Mara. Vamos começar conversando contigo primeiro. Tô tão empolgada com o testemunho. Como é que você tá? Tudo bem? >> Eu estou bem, graças a Deus. A paz do Senhor, senhora, e a todos que estão nos assistindo nessa manhã abençoada. Sim, sim. É uma alegria muito grande poder estar aqui. >> Quem sabe alguém esteja nos assistindo também na representação que é a noite. Então, bom dia, boa noite, né, gente? Bom dia, boa dizer noite. >> Qualquer horário que você vê isso, o Senhor seja contigo. >> Vamos lá, gente. O testemunho da Mara está estreitamente relacionado naquilo que ela vai compartilhar aqui hoje com a construção do centenário centro de convenções. Como o centenário centro de convenções? Epa, opa. O centenário, centro de convenções. Só um minutinho aqui. Meu relógio resolveu dar um um tilt aqui. OK. Pronto. Pronto. A construção do centenário centro de convenções eh se deu no ano de 2011, 2010 para 2011. ali uns 8, 9 meses começou a construção antes do centenário. Então, como centenário foi em junho, então realmente a construção, os trabalhos começaram em 2010. E para quem é de fora, o centenário foi aquela festa linda que impactou a todos nós também, né, no Mangueirão, as reuniões que tivemos no centenário cent já já a gente vai ver algumas matérias que vão nos fazer relembrar aquele momento, mas paraa igreja em Belém, o centenário e para muitos no Brasil também. Porque a Boas Novas levou, né, eh, essa essa caminhada diária que a gente empreendeu. Da mesma forma que a gente tá fazendo a marcha da catedral, a gente fez a marcha da construção do centenário. Por isso que a gente faz aquilo com tanta fé, porque já são algumas caminhadas que a gente fez desse jeito. E uma delas foi a construção do centenário de convenções que recebeu a festa do centenário. Mara, eu vou deixar, vou vou passar já a bola um pouco para você, porque eu quero que você conte a medida, né? A gente vai chegar no que hoje, mas vamos voltar um pouquinho. Que que era a tua família, então? O que que vocês faziam? como era a vida de vocês, porque algo assim tremendo aconteceu que impactou a todos nós, nós, >> mas muito mais, claro, vocês que eram da família do irmão Jesuino, conta pra gente. gente. >> Bom, quando o nosso pastor Samuel Câmara nos lançou o desafio da construção do centro de convenções, parecia loucura. Era algo assim muito louco. Só que Deus ele gosta de uns crentes louco e o crente ele é louco. E eu me lembro perfeitamente, nós estávamos em uma segunda-feira, que toda segunda-feira tinha as reuniões pastorais e após as segunda-feiras tinha os cultos. E nós estávamos em um daqueles cultos e o nosso pastor pregando e ministrando e falou: "E o meu pai, eu gostaria de enfatizar que meu pai não tinha 10% dos pulmões. Ele era desenganado pela medicina, tinha câncer de pulmão. Eh, e quando o pastor disse que nós precisávamos fazer algo pro Senhor, meu pai olhou para mim, eu estava lá >> mesmo naquela condição pra igreja. É normal. normal. >> E é normal. Às vezes alguns irmãos nos levavam, nós não tínhamos uma condição financeira excelente, então ir de ônibus era muito dispendioso, era muito cansativo para ele. Então, alguns irmãos nos levavam, às vezes nosso pastor e o pastor Samuel Câmara disse: "Nós precisamos fazer algo pro Senhor". E ele lançou um desafio de 1 m², custava R$ 1.000 na época da doação do Centro de Convenções. E ele olhou para mim e ele disse: "Eu preciso fazer alguma coisa." E eu disse, "Nós precisamos". E ele disse: "Nós vamos fazer". >> Que idade você tinha? Então >> eu tinha 15 anos. >> 15 anos. >> Eu tinha de 14 para 15 anos de idade. >> 14 para 15 anos. >> E ele disse: "Nós vamos fazer uma loucura". E eu disse: "Pai, o que que nós vamos fazer?" E naquele mesmo momento, o pastor falando, ele disse: "Nós vamos comprar um isopor e nós vamos começar a vender cremosinho". E eu parecia coisa de louco. Um cremosinho na época era acho que 25 a 50 centavos. E eu disse: "Pai, como é que nós vamos conseguir juntar R$ 1000 com todas as suas limitações físicas?" E ele disse: "O mesmo Deus que nos deu a ideia é o mesmo Deus que vai me dar força e fôlego". E nós saímos daquela segunda-feira na terça-feira. Eh, e isso aqui é algo extraordinário, porque na terça-feira nós tínhamos apenas o dinheiro para comprar o almoço. E ele disse: "Eu não vou comprar o almoço". Eu disse: "Senhor, vai comprar o quê?" Ele disse: "Eu vou comprar o isopor". E eu disse, "Nós vamos almoçar o quê?" E ele disse: "O Senhor proverá para nós." E nós saímos de manhã, fomos na feira, compramos o isopor. Ele passou numa na época era um cyber de um irmão da igreja, pediu pro irmão imprimir a o emblema do cremosinho do centenário. Ele colou no isopor e ele disse: "O nosso o nosso meio de arrecadar eh o recurso está pronto". E um cremosinho ainda. Só tinha tinha o cremosinho, só o isopor adesivado. >> E aí não tinha, tinha o isopor e na saída do cyber não tinha o almoço. >> Hum. >> Porque nós tínhamos comprado >> o isopor. E quando foi é algo extraordinário hoje do Senhor, porque quando nós saímos do cibe, o irmão do CB disse pra gente: "Irmão Jesuíno, irmão Jesuo, o Senhor tá tudo bem na sua casa?" casa?" >> Tá aí, ó. A ele em pé. Exato. >> Com o isopor, >> o isopor do cremosinho. E quando nós saímos do cyber, o irmão disse: "Irmão Jezino, tá tudo bem na sua casa?" E ele disse: "Tá tudo bem". Ele disse: "Tá faltando alguma coisa?" E meu pai disse: "Não". Na hora me deu assim uma ira santa, porque eu olhei para ele, como que não tá faltando nada, que não tem nenhum almoço? E o irmão disse assim: "Olha, passe lá no meu supermercado e diga que eu mandei liberar uma cesta básica e dois frangos pro senhor. E aí nós saímos do cyber com o isopor pronto, o emblema colado, pegamos a cesta e os dois frangos e de fato o Senhor proveu para nós naquele dia. E a partir de então nós começamos a fazer isso. Nós vendíamos em uma parada de ônibus ali na Augusto Montenegro um irmão que morava na rua da nossa casa. Como ele não podia andar e o sol era muito forte, o irmão botava ele na garupa e levava ele pra parada e eu ia andando atrás. Você sabe que eu acho interessante e a gente vai já dar uma paradinha aqui na fala para ver essa matéria porque queira ou não, por exemplo, uma coisa interessante, a gente não pode presumir que todo mundo acompanhou o que foi a construção do centenário centr de fato acompanhou, como você vivenciou muito de perto, eu também, mas por exemplo, a produtora do programa Tamires, ela tinha 9 anos na época, ela tá contando aqui pra gente. Então, quando ela viu a matéria, ela ela se emocionou porque ela não totalmente entendia o que que aquilo tinha sido. Então, é importante que você veja, né? E e quando a gente vê e a gente começa a ouvir testemunhos como da Mara, em que pessoas foram se sentiram, digamos assim, desafiadas, tocadas a cooperar, porque o o o desafio foi lançado. Deus colocou o desafio pastor Samuel. Pastor Sam compartilhou com a igreja, com o Brasil, com todo mundo, falou: "Olha, gente, vai ser assim. Realmente o metro quadrado naquela época tava calculado em R$ 1.000." R$ 1.000." >> Em R$ 1000. >> Eu nem lembro, né? A quantos metros quadrados exatamente tem, mas assim, era era um eram algo que era uma loucura, como você falou, era algo completamente passava. E o teu pai já naquela situação já muito crítica. >> Sim, >> né? eh eh se sentiu compido de participar, disse: "Não, não vou ficar de fora disso, >> não posso". Ele disse: "Não posso ficar de fora". de fora". >> Posso não posso e já no primeiro dia se evidenciou o primeiro milagre para vocês, né? vocês, né? >> Ou seja, para que o grande milagre >> do centenário pudesse acontecer, Deus operou muitos outros milagres. Eu ia dizer pequenos milagres, mas não existe pequeno milagre, não. É pequeno, pequeno milagre, milagre, né? muitos milagres, muitas coisas assim tremendas que não teriam acontecido, aconteceram porque pessoas tomaram passe de fé e assim foi algo muito lindo. Vamos ver logo essa matéria um pouquinho para situar todo mundo, tá todo mundo na mesma na mesma sintonia pra gente seguir. Vamos lá. tá voltando comigo? Voltou com a gente. Voltou com a gente. Diz pra gente, Tamires, quando tiver solucionado, porque a gente quer que vocês que vocês vejam essa matéria. Realmente é é ela é muito ela, ela retrata. A gente, a gente tinha ali na Augusto Montenegro, já na época do pastor Firmino, tinha sido adquirido um terreno e nele havia um como que um galpão grande que seria uma churrascaria, mas nunca foi concluída. E ali então foi eh preparado, reformado e feito o Vale da Bção, >> que se tornou um local de culto durante os dias, de manhã, de tarde, de noite, cultos de campanha, cultos de de libertação, assim, um pouco numa vibe um pouco diferente daquilo que seria até um tempo. Alguns naquela época não entenderam, não gostaram muito, mas o Vale da Bção foi uma coisa que a gente sabe que foi de Deus. Quando nós chegamos em Belém, eu creio que cerca de uns um ano ou ou mais, acho que uns três anos depois que a gente já tava aqui em Belém, eh uma propriedade que havia atrás do Vale da Bênção foi colocada à venda. E eu me lembro então que o pastor Samuel orou e ele sentiu que a gente devia adquirir. Então foi uma caminhada um pouco mais silenciosa porque a gente imaginava fazer alguma coisa ali, mas não sabe exatamente o que, mas foi adquirido, né? Então, toda a igreja se uniu e foi adquirido aquele terreno. A gente não imaginava, eu não sei nem dizer quantos anos depois que foi que a gente chegou, não quero errar, então não vou afirmar. Eu sei que foi adquirido depois, um tempo depois. E e justamente nesse terreno então que foi adquirido é que foi construído o centenário centro de convenções. Ali onde a gente fazia a a o fogo da oração, aquela parte alta, ali era onde ficava o vale da bênção. >> E bem atrás dele passava como se fosse uma uma calçada, tinha uma fileirinha assim de de edificações, né? E um muro passava. Então ali onde é a frente do centenário, se a gente começou aquela calçadinha ali terminava o terreno e ia foi adquirido. Mas a gente e depois posteriormente aquela parte do anexo da frente também já foi adquirida já depois do centenário, né? A gente arrendou ela inicialmente e depois adquiriu. Tamir está pronto? Vamos, vamos assistir. Então, >> as obras do centenário centro de convenções estão concluídas, mas que tal voltar no tempo para rever o início da construção de um projeto ousado que exigiu muita fé? Em maio de 2010, começou um grande desafio. No início, era apenas um terreno vazio. Quando os arcos foram colocados, foi possível perceber a dimensão de um sonho, uma estrutura metálica que foi montada passo a passo. Como os 90 m o peso era muito grande, a fundação teria que ser muito grande, nós optamos por fazê-lo em estrutura metálica, que era uma coisa mais leve. >> Um espaço com 50.000 m², onde foram construídos banheiros, sala VIP e estacionamento. Só na cobertura ouvimos falar de terças, contraaventamento, mão francesa, lã de rocha e telha zipada. palavras desconhecidas que fizeram parte do cotidiano de quem trabalhou por aqui. >> É, foi uma experiência muito grande, né? Porque quando a gente chegou aqui, viu toda aquela ferragem no chão, foi assim até um susto pra gente. Daí o serviço a gente foi andando, foi se fazendo, porque agora ver tudo isso pronto da maneira que tá é muito gratificante. A gente fica muito feliz com tudo isso, né? Os vidros foram um detalhe a mais que trouxeram beleza e sofisticação para o centro de convenções. No processo de construção do piso, uma pesquisa testou o grau de resistência do solo. Com o piso no mesmo nível, foi iniciada a concretagem. Toda refrigeração foi feita pelo processo denominado de água gelada, que segundo especialistas é o mais adequado para refrigerar grandes empreendimentos. ar- condicionado moderno e potente que precisou de vários dutos para a distribuição do ar. E na finalização, trabalhos na área externa para deixar tudo pronto para a tão esperada inauguração. Por tudo isso, o centenário centro de convenções tornou-se importante para o estado do Pará. Hoje é impossível não perceber que na Avenida Augusto Montenegro, um povo de coragem construiu uma obra que marcou a história da geração do centenário. Bem, o projeto foi lançado, a gente viu, foi bom que muita coisa, né? 50.000 m, tinha que ter 50.000 pessoas dando 1 m². A gente viu que começou em maio de 2010. A construção propriamente dita durou 9 meses, mas os projetos, a apresentação, então o projeto foi apresentado pra igreja em maio de 2010. Então, nessa época você tava com o teu pai na igreja e você lembra muito bem, tinha 14 anos >> porque eh foi apresentado e e você conta então que o teu pai pela fé gastou dinheiro do almoço, comprou um isopor >> e ali então Deus proveu já naquele primeiro dia dois frangos, uma cesta básica, havia comida para pelo menos ali dois dias, né? E aí segue a história. >> Eh, é impossível não ser emocionar. >> Não, não >> vendo as imagens e lembrando, porque como a senhora disse, foi um dos milagres que o Senhor realizou nesse período até que se concluísse a construção do centro de eventos. E partida então a gente começou a vender nas paradas de ônibus os cremosinhos. Só que meu pai, ele era assim muito ousado. Meu pai era tão ousado. E quando ele colocava uma coisa na cabeça para fazer, ele tinha certeza que ia dar certo. E ele disse assim um dia para mim: "As vendas estão muito devagar, a gente precisa entrar dentro do ônibus". E eu disse: "Pai, que loucura, como é que a gente vai entrar dentro do ônibus? Tem que correr rápido, tem que descer." Ele disse: "Não, você faz o sinal, o ônibus para e eu subo e você sobe atrás". E assim a gente começou a fazer. Nós começamos a entrar dentro dos ônibus e vender. A senhora bem lembra que todo domingo após a EBD tinha as maninhas de clamor, clamor, >> tinha >> lá no terreno. >> Lá no terreno. >> E nós íamos todo domingo após EBD para as maninhas de clamor. E eu eu posso dizer que era só o Senhor para sustentar aquele velhinho teimoso. Porque ninguém que ouvi o médico falar que ele não podia caminhar e ele se cansava muito, ele conseguia concluir eh as voltas que a gente dava ali. Senora lembra? Nós marchávamos declarando em torno do terreno todinho. >> Nós marchávamos declarando e ele ficava e quando ele cansava aquele sol >> naquele sol, você viu na foto ele com chapeuzinho azul quando chovia >> isso. >> E ele ia com muita autoridade declarando. E nós conseguimos com a venda do cremosinho, nós conseguimos levantar 1 m². >> Au! E aí quando ele concluiu o metro quadrado, eu disse: "Pronto, agora tá tudo bem, agora acabou". E aí nós fomos lá na segunda-feira para encontrar com o nosso pastor Samuel Câmara e ele fez questão de entregar. Ele disse: "Meu pastor está aqui, eu cumpri o meu voto" e o pastor se alegrou e tudo e nós voltamos para casa. Quando foi no outro dia, ele acordou meio assim, animado, e ele disse: "Deus me deu uma visão". E eu disse: "Que visão?" Ele disse: "Deus me deu uma visão de um adesivo". E ele descreveu pra gente como foi o adesivo e tudo. E ele disse: "Agora nós já temos o cremosinho do centenário e agora nós vamos criar o adesivo do centenário." >> O adesivo do centenário. E era uma segunda-feira, ele levantou, foi na gráfica, o rapaz fez o primeiro adesivo para ele. À noite nós tínhamos o culto no tempo central. A gente foi pro culto após a reunião, nós encontramos com o pastor Samuel e ele mostrou o projeto. Ele disse: "Pastor, Deus me deu uma visão e eu pedi pro Senhor que eu queria fazer algo mais. Então agora a gente não vende só cremosínio, agora a gente tem também o adesivo do centenário. E o pastor Samuel na mesma hora apoiou o projeto dele de E na mesma hora o pastor Samuel disse assim: "Irmão Jezinho não é de Deus porque eu estava na obra e quando eu olhei nós não estávamos padronizados, não tinha uniforme da construção, não tinha nada. E ele disse: "Nem os nossos capacetes não estavam padronizados". Então, a partir de hoje, o adesivo do centenário nós vamos colar >> em todos os capacetes e vai ser a nossa padronização. >> Que tal? >> E assim ele fez. Na próxima segunda-feira ele já levou o adesivo, já tava todo mundo adesivado. >> E aí ele fez um levantamento e ele chamou, convidou os pastores e ele disse: "Nós vamos espalhar esse adesivo por toda Belém". E a gente andava em Belém, a gente via nos ônibus, a gente via nos carros, nas fachadas das casas e tudo. E assim ele conseguiu fazer mais uma doação, mais um levantamento com o adesivo do centenário. >> Gente, eh a Mara eh a gente só lembrando e tem mais fotos dele. Pode ir colocando que a Mara vai descrevendo. O irmão Jesuíno era uma pessoa de certo modo de corte franzino, tá? Ele com Pronto. Isso aí é lá lá no centenário. >> Lá no centenário. >> Ele ele >> Olha, >> vocês eram quantos irmãos, Mara? >> Nove. E quando ele faleceu, a sua mãe, como é o nome da sua mãe? Sim. >> Irmã Simone, estava grávida. >> E o bebê só nasceu depois que ele faleceu, >> né? Porque a gente tá falando dele. Tá aí o irmão Jesuío, esse do meio, o pastor Araújo. >> Isso. Pastor Araújo, nosso dirigente na época. dirigente na época. E o irmão Jesuino, eu me lembro que tá aí a Simone, ele e vocês. Você é a filha mais velha ou não? >> Não, eu sou a terceira. >> Terceira. Pronto, a terceira. Então a gente vê realmente assim que foi um desafio muito grande porque ele tinha câncer no pulmão. Eu me lembro até que a certa altura a os irmãos fizeram uma campanha e ajudaram, eu acho, na aquisição tipo de um cilindro de oxigênio. oxigênio. >> Sim. alguma coisa assim no tero >> sim partiu do nosso pastor Samuel Câmara porque porque >> pronto foi do pastor Sant >> foi do pastor Samuel foi do pastor Samuel Samuel >> tá não tava lembrando desse detalhe >> foi do pastor porque ele tinha como ele disse ele tinha dificuldade para caminhar para respirar ele não podia e o pastor disse não. alguém que já fez tanto para o Senhor, com tanta ousadia, então nós vamos ajudá-lo. E eu recebi um convite para cantar na segunda-feira no culto e o pastor ligou e disse: "Olha, traga toda a família que aqui nós temos um presente para vocês". E era algo que a gente já vinha tentando comprar há muito tempo, porque para ajudar ele a viver um pouco mais, né? que fugir da nossa realidade, das nossas condições. E aí vem mais uma provisão do Senhor, mais um milagre, que foi o presente que nós ganhamos ali no tempo central, a o cilindro de oxigênio para que ele pudesse ter uma qualidade de vida melhor. E de fato depois que ele ganhou, ele teve uma qualidade, um tempo até maior, né? entendo. >> Eh, entre nós para para fazer um pouquinho mais pro Senhor e ver um pouquinho mais da obra ali no Centro de Convenções. >> Ele fez quando a gente tá numa caminhada dessa, e essa pergunta precisa ser feita, Mara, eu sei que, por exemplo, você começou a cantar muito cedo >> na EBF, na Escola Bíblica de Férias. foi o seu. Isso é uma coisa linda, >> hoje, né? E eh eh já naquela época, tanto que você acabou dizer que você tinha sido convidada para cantar lá no central, você já cantava, enfim. Então você já tinha uma caminhada com Deus, ele era um homem de oração. Certamente uma das coisas que vocês oraram, pediram muito a Deus foi que ele fosse curado. Nós oramos, o Samuel orou muito por ele. Nósamos, Senhor, manifesta a tua glória. >> Eh, tu tens levantado teu servo, Senhor. E assim, para nós era até aflitivo. Eu vou usar essa palavra porque é a palavra, né, que descreve devido o número de filhos que ele é irmã Simon Tinho, você, né, uma família muito numerosa. Falei, senhor, como é que essas crianças vão ficar sem um pai? Então eu me lembro tendo ele aqui, vindo ele em programas e a gente entrevistando, porque ele era uma pessoa muito >> animada. Sim, ele era para cima >> e ele tava sempre lá nos domingos, então sempre a gente estava em contato com ele, vendo e acompanhando a situação, fomos conhecendo melhor. Foi como veio a questão do cilindro que foi adquirido e tudo, tudo, >> mas eh antes do centenário Jesus recolheu ele. Correto? >> Sim. Correto. >> Ou seja, papai do céu, eu quero nesse momento fazer uma homenagem a uma grande amiga, eh, a Andrea Santos. ela mandou um livro para eu prefacear que ela escreveu eh como um livro que surgiu. Eu acho que ela o livro era o que tava para ser escrito de um jeito ou de outro, né? E mas Deus eh usou uma experiência muito dura que ela teve e que ela perdeu o filho mais novo dela, o Ronald. é uma querida amiga. Eles trabalharam muitos anos aqui em Belém, inclusive na região norte, na Pratinha, e agora estão em Curitiba, eu creio. E Jesus recolheu o Ronald e dessa experiência a Andreia escreveu um livro e eu vou hoje compartilhar inclusive alguns pensamentos na mensagem em cima disso. Papai do céu disse: "Não, como é que é quando a gente pede, a gente ora, a gente vê os milagres, a gente não entende?" Fala: "Senhor, tu tens poder para curar?" E no entanto, ele escolheu guardar, né? Às vezes ele diz sim, às vezes ele diz espera e às vezes ele diz não. Como é que foi do alto dos teus 15 anos lidar com não tão retumbante? Eu sei que foi algo avacalador pra sua família. Deus tá trabalhando ainda. Muitos já foram restaurados. Conta um pouco dessa etapa, Mara. >> Minha pastora, foi uma etapa muito difícil, porque como a senhora disse, nós clamamos, nós oramos acreditando que o Senhor podia operar um milagre >> e queria orar. >> E eu me lembro que, na verdade, eu aprendi a orar com o meu pai, aprendi a jejuar com o meu pai. E o meu pai tinha um negócio, ele dizia assim: "Minha filha, 3 horas da manhã nós temos que orar." E eu tava na melhor parte do meu sono e ele lá me acordava e ele dizia: "Deus tem um ministério para você". Só que o mais impressionante é porque eu não tinha uma voz bonita, não tem cantor na minha família, não tem pastores, não tem ninguém que desenvolveu um ministério eh pastoral, alguma coisa assim. Mas ele disse: "No meio da nossa casa, Deus te escolheu". E nós orávamos 3 horas da manhã. E ele dizia para mim: "De madrugada a fila é menor, então você tem que orar de madrugada, >> pelo menos aqui no Brasil". É, ele dizia de madrugada você tem que orar. E nós orávamos. Então, quando o médico diagnosticou e disse que não tinha mais jeito, eh, nós fazemos as madrugadas de oração e eu me lembro que eu conseguia dizer só uma coisa, eu dizia: "Jesus, cura meu pai". Eu só conseguia orar dessa maneira. Jesus, cura meu pai. Porque apesar de termos uma família enorme, meu pai era minha base, meu alicece ministerial, né? para todo lugar que eu ia, ele estava comigo, foi alguém que me ensinou. E algo assim maravilhoso, porque eu me lembro que quando eu recebia convite para cantar nas igrejas, ele dizia para mim: "Olha, quando você subir, você pede retorno". E eu dizia: "Pai, o que é retorno?" Ele diz: "Eu também não sei, mas todo cantor que vai cantar pede, então é algo bom, é algo que vai favorecer você". E assim eu fazia, eu cumprimentava os irmãos com a parte do Senhor, começava a liberava o meu playback e eu pedia retorno. Depois que eu fui entender, né? era o volume que ia me favorecer, mas nem ele sabia, mas ele prestava atenção nos detalhes. E eu só fa dessa maneira, Jesus cura meu pai, cura meu pai, cura meu pai. E quando meu pai baixou o hospital e o médico ligou e disse: "Olha, agora não tem mais jeito, não há mais nada que possa se fazer, daqui é só mesmo a morte". Mas mesmo assim nós continuávamos clamando, clamando. E eu me lembro que eu fui uma tarde de louvor, 3 horas da tarde na nossa igreja e a pastora que foi pregar, ela disse assim: "Deus tem uma palavra para você nessa tarde. Deus vai fazer um reboliço na tua vida. O que Deus vai fazer agora, tu não vai entender, mas é necessário para que você viva aquilo que Deus preparou para você." Eu agarrei aquilo dali, só que eu não sabia que o Senhor já estava me preparando para aquilo. E uma semana depois, o meu pai faleceu. Entendi. Jesus recolheu meu pai. E quando eu recebi a notícia na noite anterior a ao falecimento dele, eu havia ficado no hospital. E ali dentro do hospital eu orei, eu clamei, eu gritei ao Senhor para que ele respondesse, mas o Senhor não respondeu da maneira que eu queria. que era ter ele com vida para que ele pudesse ver hoje tudo que Jesus fez. Gente, para vocês entenderem a profundidade do que aconteceu na vida da Mara, eh, a marca foi muito profunda. A Mara não conseguiu ir na inauguração do centenário. >> Não. >> A Mara voltou no centenário esse ano, 115 anos, ou seja, 15 anos depois. >> 15. Então, não foi fácil, é, pra gente entender, não que eu não sei nem dizer bem por que você não foi, mas acho que a dor, as lembranças, a a o trauma, eu sei que é a a >> tua mãe, coitada, para dar conta de tanta criança, você algumas dos filhos foram morar com outras pessoas, você foi uma delas, né? É uma família com quem você está até hoje, >> né? Mas essa família é uma família de servos de Deus. Alguns se afastaram e Deus a trabaler de volta. Sim, tá na presença do Senhor também, graças a Deus, né? Mas como foi retornar? Por que que demorou tanto? Você acha, Mara? Eh, meu pai, ele disse ao nosso pastor Samuel, pastor, na verdade intitulou ele como o gigante do centenário. Foi mesmo que ele era pequeno, mas ele era um gigante mesmo. O gigante do centenário. E o pastor Samuel disse para ele, irmão Jesuíno, no dia da inauguração eu quero gritar o seu nome, o gigante do centenário, e eu quero o senhor ali comigo. E ele se empolgou com aquilo. Ele disse: "Tudo bem". Só que, infelizmente, não deu tempo. Meu pai faleceu dia 9 de fevereiro e a nossa inauguração foi em junho. E eu não tinha capacidade nenhuma, não tinha forças, porque nós clamamos ali naquele lugar juntos. Quando meu pai faleceu, eu disse: "Acabou para mim, acabou o ministério, eu não canto mais, não consigo". Porque era um incentivador ministerial. Só que dois meses depois que o meu pai faleceu, Jesus me tirou do meio da minha parentela. Foi necessário, foi que eu fui morar com essa família que me acolheu onde eu estou até hoje. E foi assim quem terminou de plantar em mim o evangelho, me ensinar, principalmente na área musical, né? E eu não consegui. Eu tentei ir na inauguração, no outro ano eu tentei ir, mas eu nunca consegui. Eu apenas assistia os vídeos, as fotos e chorava. Só que esse ano eu disse: "Não, eu preciso criar coragem e ali, eu preciso romper, né? Eu preciso pisar ali naquele lugar." Porque nós também clamamos, nós oramos, nós choramos. >> Eu vendi muito cremosinho, >> eu vendi muito cremosinho, tomei muito sol. Só que o meu sentimento era que eu queria estar ali com ele. >> Entendi. >> Eu queria entrar ali com ele. >> Entendi. A questão. Entendi. >> Mas não foi possível. Mas eu entrei. >> Olha lá você com o Edvone. Inclusive eu eu acho que a gente bateu uma foto. Eu tenho que procurar a foto que eu bati contigo. Aí ela. Yes. Olha só, eu falei: "Simone, por favor, eu quero te ab Simone já. Mara, eu quero te abraçar. E foi uma festa linda, hein? Foi lindo, foi lindo. foi lindo. >> Você escolheu ir, hein? >> Quando eu pisei, >> quando é que você vai lá cantar? >> Ai, ai, ai. >> O senhor tem que preparar esse momento para nós irmos lá Jesus. >> Vai do congresso de mulheres do ano que vem não passa. Se até lá não acontecer, vai acontecerem. >> Se Jesus não voltar até lá e estivermos vivos, lá declarando nome do Senado. Senhor, combinado. Então, vai ser dessa forma, gente. A Mara vai ministrar agora. Tem mais foto, mais alguma coisa para mostrar? >> Ai, fotos min, gente. Vamos lá. Conta pra gente onde é que tu já andou nesse mundo, nesse Brasilzão. Aqui no Pará você tem o ministério as ilhas. Muito abençoado, né? Olha. Sim. Agora nós chegamos ontem. Olha, a voz tá até meio falha, embargada. Nós chegamos ontem, passamos 15 dias lá no Marajó, foram mais de 100 almas paraa glória de Deus. Mais de 100 almas. E o Senhor tem nos levado. Olha aí, ó. Andando de voadeira. Esses meninos são aqui porque eu faço parte, eu faço parte de um ministério de louvor. há 15 anos, né? Nós temos feito o evangelismo nos presídios. >> Temos ido nos presídios, nos hospitais, nos ribeirinos. Olha a minha mãe, >> a sua mãe a Simon e ela >> minha mãe pra glória de Deus. E aí o Senhor tem nos levantado, temos percorrido o estado do Pará inteiro juntamente com o ministério da Bereca, o ministério que eu faço parte há 15 anos. Quando eu pensei que eu ia parar de cantar, que não ia ter mais jeito, Jesus, na verdade já tinha tudo preparado pra minha vida. Ele pegou e falou: "Não, >> não, senhor tinha". >> Que que você vai cantar agora? >> Vamos cantar, entender que o que Deus tem pra gente é maior e é melhor. Não é como queremos. >> Não é como queremos. Vem o teu reino. A gente ora isso às vezes sem pensar, né? Seja feita a tua vontade. Vamos então. Vamos levantar. Vamos. Pode cantar aí mesmo, Mara. Aí onde você tá, levanta e canta desse lado. Eu vou ministrar desse. Fica mais fácil pra gente. >> Vamos lá. pega o microfone. Quantas vezes eu perguntei para Deus, porque ainda não aconteceu tudo que ele me prometeu. Cansado e desanimado, o tempo de espera tem me preocupado. Olho ao redor, eu penso que é em vão e quase que essa dor rouba minha adoração. Mas a tua palavra diz que seus pensamentos são maiores, maiores e maiores, bem maiores que os meus. A tua palavra diz que os seus caminhos são maiores, maiores e maiores, bem maiores que os meus. Aleluia! O que o Senhor tem preparado para tua vida é maior e é melhor. Glória! Pois tu olhais o vento e desfil treinamento. Tu vês o bravo mar e desfilão para você caminhar. caminhar. Tu percebes a guerra e diz que eu nem preciso lutar, pois tu mesmo lutarás. por mim. É, tu mesmo lutarás por mim, mas a tua palavra diz que os seus caminhos são maiores, maiores e maiores. Eles são bem maiores que os meus. A tua palavra diz que os seus caminhos são maiores, maiores e maiores, bem maiores que os meus. Eu me lembro quando Eliseu não se desesperou quando a guerra chegou. Ele não viu pelos olhos normais, ele viu pelos espirituais. O exército enxergou. Ele viu além daquela dor. Hoje Deus faz você ver além dessa situação. Eu sei que nunca me abandonou. Sei que nunca me abandonou. Faz-me ver além dessa dor. Eu sei que nunca me abandonou. Sei que nunca me abandonou. Eu sei que o Senhor nunca me abandonou. Ele faz me ver além dessa dor. Acaso pode uma mãe se esquecer do filho que mama de forma que não se compadeça com o filho do seu ventre? Mas ainda que essa mãe venha se esquecer dele, eu todavia, diz o Senhor, não me esqueço de ti. Eu me lembro do que eu te disse. Eu me lembro da promessa que eu te fiz. O Senhor está dizendo para você aí, para mim, eu vou cumprir. Aleluia. A tua palavra diz que seus pensamentos são maiores, maiores e maiores. Eles são bem maiores e melhores que os meus. A tua palavra diz que os seus caminhos são maiores, maiores e maiores, bem maiores que os meus. Aleluia. Sei que nunca me abandonou. Eu sei que nunca me abandonou. Faz-me ver além dessa dor. Sei que nunca me abandonou. Faz-me ver além dessa dor. Aleluia. >> Glória a Deus. Glória a Deus. Esta esta é a grande promessa que Deus nos faz. Só ele, só ele pode fazer isso, nos consolar de modo que a gente tenha força para seguir e superar a dor. E a forma que isso acontece, a gente vê eh na palavra de Deus, né, a descrição de como Deus trabalhou através de pessoas, de capa a capa da palavra de Deus. A fé bíblica é uma fé baseada naquilo que Deus é, não apenas naquilo que Deus faz. Quando a nossa fé se limita a confiar em Deus por causa das coisas que ele faz por nós e não das coisas que ele é, então a gente vai ter dificuldade. E um dos primeiros lugares que a gente vai encontrar esse conflito é na própria oração que Cristo nos ensinou a fazer. Em Mateus, ela é registrada, ela é registrada também em Lucas, capítulo 11, mas em Mateus a gente vê o registro da oração do Pai Nosso, feito no capítulo 5, a partir do verso 9. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós, ó Pai, o teu reino e seja feita a tua vontade aqui na terra como ela é feita no céu. A gente segue o pão nosso de cada ano dá-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, não deixa a gente cair em tentação, livra a gente do mal, porque tem o reino e o poder. A gente ora às vezes sem pensar, mas essa palavra é a palavra que Cristo nos ensinou. É por ela que nós temos que pautar a nossa caminhada com Deus. E nessa oração, nesse ensinamento de Cristo, a Bíblia tudo que tá lá tem assim um é valor igual. Mas vamos combinar as palavras que seram dos lábios de Cristo, né? E ele viveu o que ele orou. Ele falou: "Que seja feita, Pai, a tua vontade aqui na terra como ela é feita no céu." Então a gente ora isso, mas às vezes a gente ora assim, às vezes assim, não totalmente pensando. Daí quando Deus fala, então tá bom, você entregou, você confiou, então descansa, né? Daí quando Deus vai e faz a vontade dele, a gente e pá, não, não, não quero não, não gostei não. Como assim? Como assim que tu vai fazer isso, Senhor? Não foi isso que eu orei? Não foi isso que eu pedi? Tu não ouviu minha oração? Não, Deus. e falou: "Ouvi, você orou: Pai nosso que estás no céu, venha o teu reino, seja feita a tua vontade". Nesse livro da Andreia, o Papai do Céu disse não, ela escreveu algumas coisas que eu anotei aqui. Uma delas foi essa. Ela escreveu assim: "Não escrevam, olha só, Mara, como alguém que encontrou todas as respostas, mas como alguém que precisou, aprendeu a caminhar sem elas. Nem sempre a gente vai ter todas as respostas. Não trago fórmulas para explicar a dor, pois há dores que nunca serão explicadas. Elas serão simplesmente vividas, vencidas, atravessadas. Ele nos toma pela mão e fala: "Segue, meu filho, segue, minha filha. Eu te tomo pela mão. Isso que você acabou de ele está conosco. E aí é que está o nosso segredo da vitória. Nessa hora há uma escolha crítica que a gente, cada um de nós vai precisar fazer. se nós vamos sucumbir a dor e deixar ele ou se nós vamos dizer: Deus, eu não tô entendendo tudo, mas eu vou ficar segura na tua mão e eu vou seguir caminhando. Ela narra a história de uma menininha no livro e é uma história que eu já tinha ouvido e ela falou que muitas vezes ela ministrou essa essa essa ilustração de uma garotinha que queria muito na festa de aniversário de uma coleguinha dela da escola. Tava tudo muito planejado, muito bonito. E a mãe dela falou: "Filhinha, nós vamos, mas nós só vamos se não chover, porque você sabe que você não pode pegar chuva e nós não temos transporte, então nós só vamos se não chover". Tá bom, mamãe? Então ela começou a orar, papai todo dia e a mãe dela era na pra comida e era na hora de dormir. Então ela disse assim: "Jesus, eu quero na festa da minha coleguinha. Não deixa chover, senhor." A mãe começou a ficar preocupada. Meu Deus, não deixa chover. Porque se chover a minha filha, a fé dela vai ficar frustrada. Como assim, Senhor? Não, não deixa chover, mas deixa estar. Que naquele dia amanheceu nublado e caiu uma chuva torrencial, alagou tudo, não tinha realmente condição deles irem. E aquela menininha foi lá no no diáriozinho dela e a mãe viu que ela escreveu alguma coisa, fechou e foi brincar. Daí a mãe ficou preocupada, esperou a garotinha, né, tá distraída e foi lá ver o que que a garotinha tinha escrito. E ela tinha escrito assim: Deus disse não. Papai do céu disse não. Mas a confiança, a fé dela era tamanha que ela seguiu, ela não se escandalizou, ela não se revoltou. Ela disse: "Eu pedi". E papai do céu disse: "Não". E assim é que tem que ser a nossa fé, porque nós queremos uma fé que se baseia em Deus fazer o que a gente quer. E daí quando ele não faz o que a gente quer, então a gente não vai confiar nele, a gente não vai mais caminhar com ele, a gente não vai mais servir ele. Porque às vezes ele diz sim, como a gente conversou aqui. Às vezes ele diz espera e às vezes ele diz não. Quando a resposta é não, não significa que ele nos ama menos. que o seu poder diminuiu, que ele não está conosco, pelo contrário, ele está conosco. O seu poder é o mesmo, mas ele, os caminhos dele, como diz em Isaías, são mais altos que os nossos caminhos. A gente vê aquele pedacinho, ele vê o todo. Nós não sabemos porquê, mas Deus guardou o irmão jesuío. Guardar é a forma que a gente tem para dizer que ele recolheu, ele levou pra presença dele. Então, o amor dele não é menor, o poder dele não é menor. E nessa hora, então, a gente vê a importância de a gente valorizar cada dia da nossa vida, porque nós não sabemos o que que vai acontecer. E a gente vive a vida como se a gente fosse viver ela toda. Amanhã, depois, daqui um ano, daqui 5 anos, daqui 10 anos, a gente faz planos. E não é errado fazer planos. Mas interessante que a Jesus está aí, Jesusou, diga assim, se Deus quiser, porque Deus pode querer, mas Deus pode não querer. E nesse momento, então, a fé verdadeira se manifesta. Mas ela não pode se manifestar apenas em nós recebermos aquilo que a gente quer, mas em confiar em Deus quando ele escolhe fazer diferente e nós escolhemos seguir confiando nele. Quando cremos, sabemos pela palavra de Deus. Por exemplo, o irmão Juí Jesus, a gente sabe que ele tá guardado, ele tá no céu, no céu, ele descansa nos braços de Jesus. E isso aponta para algo muito bíblico. Quando a gente olha em Hebreus, o capítulo 11, que é o capítulo da fé, vamos combinar, né? A fé é a certeza das coisas que se esperam, a convicção dos fatos que se não vêm, pois pela fé os antigos obtiveram um bom testemunho. Pela fé entendemos que foi um universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio existir das coisas que não aparecem. aparecem. Fé relacionado, não é apenas fé na fé, vamos esclarecer isso aqui, é fé em Deus, porque foi ele que teve poder do nada. fazer algo. Então, ele nos convida a do nada acreditar e só ele pode fazer isso. Então, não basta ter fé na fé, tem que ter fé em Deus, o criador, o teu criador que te ama. E é verdade, entre nós e Deus há um abismo que o pecado criou. E ele, esse abismo, ele quer nos distrair, ele quer tirar o nosso caminho. Mas Deus construiu, Deus colocou entre si e nós, vencendo esse abismo, a vida do seu filho Jesus Cristo. e através de Cristo. Então, quando a gente olha para o que Cristo fez na cruz, quando a gente aceita, quando a gente acolhe, quando a gente convida a Cristo, Senhor, venha, venha Jesus. Essa ligação que foi rompida, ela é restabelecida. E nós temos então a presença de Deus, o cuidado de Deus, a força de Deus, a provisão divina que você pode experimentar através de todos esses anos, anos difíceis, é verdade, mas você tá aqui, tá viva, está sendo usada, o propósito de Deus está se cumprindo, Mara, na tua vida. Isso é algo muito maravilhoso. A gente vê então que quando nós cremos, nós sabemos que a palavra que alguém está guardado por aquele que nunca perdeu batalhas. O não dele não foi o fim, porque para muit para as pessoas a morte é o fim. Eu fui entender, eu tive uma experiência pessoal nesse sentido, não tão profunda quanto a tua, mas eu tenho uma irmã gêmea e a minha irmã gêmea, eh, ela passou por umas situações muito desafiadoras na vida dela, né, inclusive no no casamento dela. E eu me lembro que durante a pandemia, o esposo dela ficou doente, pegou é Covid-19 de uma forma muito grave. E ali a gente ficou orando, Senhor, tem misericórdia. Senhor, cura o Cláudio, Senhor, né? E só que eu tenho que dizer que antes de eu fazer essa oração, eu já vinha há muitos anos, não poucos anos, tipo 8 anos, 10 anos orando por ele, orando para que os propósitos de Deus se cumprissem na vida dele. E para mim, quando eu orava por esses propósitos, eu orava sinceramente por coisas que Deus faria aqui, agora nesta terra, ministerialmente, matrimonialmente, financeiramente, em todas as áreas humanas desta vida. Então, eu estava orando pela manifestação do poder de Deus aqui. E quando ele ficou doente, então a gente seguiu orando por todas essas coisas e mais pela cura. Mas Deus disse não. Deus levou o Cláudio e ali e ali parece assim que os meus olhos escamas caíram e eu passei daquele dia em diante. Não que eu não tivesse conhecimento disso, porque eu tinha na palavra, era óbvio, eu já tinha, mas ali foi porque foi tão próximo, né, devido a minha irmã, minha proximidade com a minha irmã e a minha e foi assim aquele momento que a gente não podia estar junto, inclusive ela não estava no Brasil, ela tava fora. E aquilo assim foi algo tão aterrador que eu eu orava, era como eu podia estar do lado dela. E Deus me mostrou, Rebeca, você está olhando a vida apenas pela vida. Você não está entendendo a vida em vista da eternidade. E a eternidade é uma realidade para todos nós. Só que nós vivemos a vida apenas em função da vida, como se tudo fosse aqui. E na verdade aqui é uma gota em relação à eternidade. Deus falou: "Eu agi com Cláudio em relação à eternidade. Eu guardei ele." O irmão Jesuíno foi guardado. Então, quando a gente entende isso, Mara, a gente entende que a nossa oração, quando Deus não responde como a gente quer, na verdade, ele tá respondendo da melhor forma. Por quê? Porque ele tá fazendo a gente entender que o não é o fim da promessa, mas a continuação dela numa outra dimensão, numa dimensão que nós não entendemos totalmente, uma realidade ainda não alcançada pelos nossos olhos, mas que a eternidade vai revelar para você, já revelou para ele a realidade da fé dos que seguem confiando e cantando, como a Mara tá cantando aqui, mesmo diante de Uão de Deus >> está presente nas escrituras de capa a capa. Pessoas que oraram, a gente viu, por exemplo, Hebreus 11, o verso 13 diz assim, ele descreve um monte de gente, ele vai dizendo o nome de várias pessoas da Bíblia. Daí ele diz assim no verso 3: "Todos estes morreram na fé sem ter obtido as promessas, vendo-as, porém, de longe e saudando-as, e confessando que eram estrangeiros e peregrinos sobre a terra, porque é isso que nós somos. Mas a gente vê a vida só em função da vida. Não faça isso. Tem mais. mais. Existe uma eternidade te aguardando, nos aguardando. Eu não digo isso para te assustar, eu digo isso porque é verdade. E quando a gente vislumbra uma experiência, como a Mara vislumbrou com o pai dela, como nós vislumbramos com o Cláudio, a gente entende que tem muito mais e que aquilo que então que parece para nós o fim, na verdade é Deus dizendo: "Não, este era o meu plano. Você vai continuar confiando em mim? Você vai continuar caminhando comigo. Essa fé bíblica, ela demanda coragem e força para continuar caminhando, mesmo quando as coisas não acontecem quando nós queremos, como nós queremos ou como nós planejamos ou como nós oramos, jejuamos e pedimos. Ele demanda a coragem de confiar, porque Deus permanece fiel a nós, mesmo mesmo quando as suas promessas ultrapassam aquilo que os nossos olhos conseguem ver. A beleza da fé é que ela não se apoia apenas naquilo que Deus faz, mas principalmente naquilo que Deus é. Querido Deus e Pai, nós fechamos agora este programa tão maravilhoso de testemunho de vida desta família, Pai. O irmão Jesuino Silva, irmã Simone, seus filhos. Pai, eu te agradeço pelos teus milagres, Pai. Tu sustentaste, Pai, embora que a gente não entenda tudo. E não foi fácil, mas a tua mão, a tua palavra diz que a tua vontade é boa, perfeita e agradável. Então nós te pedimos, Pai, que a tua glória se manifeste cada dia mais na vida da Mara, Pai. Que a tua glória se manifeste na vida da irmã Simone. Que a tua glória se manifeste na vida de cada um dos irmãos e irmãs dela. traz cada um paraa tua presença e que os teus propósitos, pai, não apenas para esta vida, mas para a eternidade, Senhor, da mesma forma que se cumpriram na vida do irmão Jesuino, se cumpra na vida de cada um deles, se cumpra na vida dessa pessoa que ora comigo, Pai, que está entendendo o desafio da caminhada, o desafio do teu amor, mesmo em face de tribulações, de reveses, de diagnósticos negativos, de situações que não entendemos. Pai, o teu poder continua o mesmo. O teu amor nos ajuda, Pai, a entender isso e seguir caminhando, seguir confiando, Senhor, porque a tua glória e o teu poder e o teu propósito, Senhor, prevalecerão na vida daqueles que confiam em ti, Senhor. Nada, nada vai deter bênção, nada vai deter salvação, nada vai detervmos contigo no céu, que é o nosso lugar, que é o lugar de todos nós. Pai, ajuda-nos a viver a vida não apenas olhando para esta vida, mas entendendo que é um céu nos aguardando, que há uma eternidade diante de nós, que possamos pautar os nossos passos na tua presença, Senhor, de modo que andemos contigo nesta vida. Mas que tenhamos a nossa vida guardada em ti também, Senhor, na eternidade que virá, Senhor. Pai, trabalha salvando, restaurando a fé e a força agora, Pai, em nome de Jesus, na vida dessa pessoa que está voltando, que está chorando comigo, porque está entendendo que estava colocando a fé e a confiança apenas naquilo que ela poderia ver. Quando a nossa fé tem que estar em ti, pai, mesmo quando nós não vemos e mesmo quando nós não entendemos. Toma-nos pela mão. Toma essa pessoa agora pela mão, Pai. Guardando, guiando, salvando, dando vitória, Pai, porque é no nome eterno de Jesus que nós pedimos e nós agradecemos hoje e sempre. Amém. Mara Silva, muito obrigada pela tua presença preciosa no Voz Mulher, o desafio maravilhoso que foi o centenário. Por isso que a gente segue, segue com catedral, segue com tudo que a gente tem pela vida pela frente, porque nós estamos acostumados a marchar com o nosso general na frente e ele é que cuida de nós, ele que cuida de você. A paz do Senhor e até o próximo VZ, mulher.
Às vezes ele diz sim, às vezes ele diz espera e às vezes ele diz não.
Equilíbrio bíblico: A Escritura também ensina sobre a perseverança confiante (Lucas 18:1-8), sem sugerir que o 'espera' é menos legítimo, mas encorajando a não desanimar na oração enquanto se submete à vontade de Deus.
Ênfase na soberania e bondade de Deus mesmo diante do sofrimento
Quando a resposta é não, não significa que ele nos ama menos, que o seu poder diminuiu... o seu poder é o mesmo, mas os caminhos dele são mais altos.
Impacto: Oferece consolo bíblico e evita uma teologia utilitarista que condiciona a fé apenas a resultados visíveis.
Uso adequado da oração do Pai Nosso como fundamento para a confiança
A gente ora às vezes sem pensar, mas essa palavra é a palavra que Cristo nos ensinou. É por ela que nós temos que pautar a nossa caminhada com Deus.
Impacto: Conecta a prática devocional com a submissão à vontade divina, promovendo maturidade espiritual.
Ilustração sensível e pastoral da aceitação do 'não' de Deus
Ela tinha escrito assim: Deus disse não. Papai do céu disse não. Mas a confiança, a fé dela era tamanha que ela seguiu, ela não se escandalizou.
Impacto: Torna acessível o conceito de confiança incondicional, especialmente para quem enfrenta perdas ou decepções.
Pontuações de 0 a 100. Valores maiores indicam melhor desempenho.
Fidelidade Bíblica
Todas as referências bíblicas foram usadas com fidelidade ao sentido original, sem distorções ou aplicações forçadas.
Hermenêutica
A interpretação dos textos respeita o contexto literário e canônico, extraindo aplicações válidas sem eisegese.
Precisão Teológica
Nenhum desvio doutrinário; a mensagem está alinhada com a teologia bíblica da soberania, bondade e suficiência de Deus.
Compreensão Contextual
Demonstra compreensão do pano de fundo redentivo e da perspectiva eterna, embora um breve aprofundamento no contexto dos textos pudesse enriquecer.
Aplicação Prática
Oferece consolo genuíno e direcionamento prático para lidar com o sofrimento e a frustração espiritual, sem promessas vazias.
Clareza do Evangelho
Critério: sermão de edificação para crentes. Embora mencione brevemente que a reconciliação com Deus vem através de Cristo ('Deus colocou entre si e nós... a vida do seu filho Jesus Cristo'), o foco principal é a confiança na vontade divina. A mensagem não obscurece o evangelho e é coerente com ele, mas poderia explicitar com mais clareza a suficiência da obra de Cristo para sustentar a fé nos momentos de 'não'.
Risco de Eisegese:
Não houve leitura de significados alheios ao texto; as aplicações foram orgânicas e respeitaram a intenção original.
Risco de Heresia:
Nenhum conteúdo herético ou ambíguo; a pregação permanece dentro dos limites da ortodoxia cristã clássica.
Tema principal:
A fé que confia em Deus mesmo quando a resposta é não, fundamentada em quem Deus é e não apenas no que Ele faz
Tom pastoral:
Consolador, encorajador e direcionado a fortalecer a confiança em Deus diante de orações não respondidas como esperado
A oração do Pai Nosso nos ensina a buscar a vontade de Deus acima da nossa, submetendo nossos desejos a Ele.
Suporte: Referência a Mateus 6:9-13, com ênfase em 'seja feita a tua vontade'; narrativa da menininha que aceitou o não de Deus.
Textos:
A verdadeira fé não se apoia apenas no que Deus faz, mas principalmente em quem Deus é, sustentando-nos quando a resposta é negativa.
Suporte: Citação de Hebreus 11:1-3,13; ilustração da garota que escreveu 'Deus disse não'; testemunho pessoal com a irmã.
Textos:
O 'não' de Deus não significa ausência de amor ou poder; Ele age com uma perspectiva eterna que transcende nossa compreensão imediata.
Suporte: Alusão a Isaías 55:8-9; comparação entre a visão limitada humana e a eternidade; referência aos heróis da fé que morreram sem ver o cumprimento pleno.
Uso Contextual
Usado corretamente no contexto para ensinar a submissão à vontade de Deus como parte essencial da oração cristã.
Questões Exegéticas
Nenhum problema identificado; a ênfase no 'seja feita a tua vontade' respeita o sentido original da oração modelo.
Leitura Sugerida
A oração do Pai Nosso é um convite a alinhar nossos desejos ao propósito soberano de Deus, conforme o contexto do Sermão do Monte.
Uso Contextual
Usado apropriadamente para ilustrar que a fé olha para além do visível e confia nas promessas de Deus mesmo sem vê-las cumpridas integralmente nesta vida.
Questões Exegéticas
Nenhum problema; a passagem é aplicada de forma coerente com o argumento do autor de Hebreus sobre a perseverança dos fiéis.
Leitura Sugerida
Hebreus 11 é um testemunho de que a fé genuína transcende as circunstâncias e se ancora na fidelidade de Deus, que cumpre suas promessas em Seu tempo e modo.
Uso Contextual
Alusão indireta, mas correta, à soberania de Deus e à distância entre os pensamentos humanos e os divinos.
Questões Exegéticas
Não houve citação direta, apenas eco do conceito, sem distorção.
Leitura Sugerida
O texto de Isaías lembra que os caminhos de Deus são insondáveis, mas sempre visam o bem maior dentro de Seu plano redentivo.
Diagnóstico geral:
Sólida
Incluir uma aplicação mais explícita do evangelho, conectando a confiança em Deus ao sacrifício e ressurreição de Cristo como garantia última.
Abordar brevemente o papel da perseverança na oração (Lucas 18) para equilibrar o tema da aceitação do 'não'.
Oferecer um exemplo bíblico concreto de alguém que recebeu um 'não' de Deus e permaneceu fiel (ex.: Paulo e o espinho na carne) para reforçar o ensino.
Resumo em uma frase:
Uma exortação pastoral sólida que ensina a confiar na bondade e soberania de Deus mesmo quando Ele responde com 'não', fundamentada biblicamente e sem desvios doutrinários.
Esta análise foi realizada considerando a perspectiva teológica da tradição Pentecostal Clássico (Assembleia de Deus). As pontuações refletem a fidelidade às doutrinas desta tradição específica.