Igreja Verbo da Vida Montes Claros
13 de setembro de 2026
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Sermão temático da tradição Palavra da Fé cuja ênfase dominante — 'o único limite está na sua boca' e 'a fé sempre funciona' — transforma Marcos 11 e Provérbios 18 em fórmula automática de cura e prosperidade e iguala o poder do crente ao de Deus, obscurecendo o evangelho, embora contenha momentos corretos e aproveitáveis (Mateus 12:33-37; Provérbios 13:20) sobre o coração e a comunidade.
Critérios e notas consideram a tradição Palavra da Fé (Ministério Verbo da Vida)
Análise gerada por IA em 14 de setembro de 2026 · entenda a metodologia e os limites →
CULTO DOMINGO NOITE- 13/09/2026
Posso dançar [música] na tua [canto] presença. Posso correr na tua [música] presença. Eu posso rir na tua [canto] presença. Posso gritar [música] na tua presença. [canto] Este é o meu lugar. [música] Não, nós vamos sar melhor isso aí. Aleluias. Obrigado, Pai, pela generosidade do seu povo, Pai. Obrigado, Senhor, pela por tudo que a gente tem aprendido e praticado aqui neste lugar, Pai. Obrigado, Deus, por recursos abundantes, Pai, vindo sobre essa casa, Pai, sobre a casa de cada um dos meus irmãos, Pai. Obrigado, Deus pela tua verdade, Deus, trazendo a prosperidade junto com ela, Pai. Nós agradecemos em nome de Jesus. Amém. Amém. Amém. Amém, irmãos. Boa noite. >> Boa noite. >> Amém. Boa noite, gente. Você pode se sentar. Amém. Deus é maravilhoso. >> Você tá feliz de estar aqui nessa noite? Glória de Glória de >> Meu Deus, Deus é maravilhoso. Então, irmãos, queria falar com vocês hoje, a pregação tem um tema, viu? Cadê o pessoal lá de cima? Ó, já tem um tema, tá? É que eles perguntam no final, né? Mas já tem. Como você enxerga a vida? >> Interrogação. Como você enxerga a vida? Não, você acha que é com os olhos, mas não é. Mas não é. Você vai descobrir isso hoje, cara. Não é >> como você enxerga a vida? Então, irmãos, eu tava meditando, né, eh, sobre a vida, né, e sobre como a gente enxerga a vida. E aí tava pensando que o o mundo que a gente vive, a pelo menos a sociedade que a gente vive, a sociedade ocidental, ela meio que ela tá fundamentada nas ideias de três homens. Amém. essa sociedade que a gente vive na ideia de três homens. Coincidentemente, esses três homens eram judeus e esses três homens falavam alemão também. também. E esses três homens, inclusive viveram em épocas durante 4 anos esses três homens estavam vivos. os três homens estavam viv ao mesmo tempo. Queria falar um pouco sobre cada um deles pra gente ter uma ideia. Por que que a gente acredita nas coisas que a gente acredita? Por que que a gente pensa nas coisas que a gente pensa? Porque você sabe, irmão, que você não nasceu como você é hoje, não é isso? Sabia disso? Você não nasceu acreditando nas coisas que você acredita hoje. Você não nasceu eh vendo a vida como você vê hoje. Você aprendeu a ser quem você é hoje. E base e uma base disso são esses três homens. Então, queria falar um pouco sobre cada um deles. Eh, Gabi, pode passar o primeiro. >> Alguém conhece esse homem? Alberto Einstein, não é isso? >> Como eu disse, né? Judeu, alemão, cientista cientista e um gênio, né? Talvez o cientista mais importante da história. E uma das contribuições que ele trouxe pra gente, talvez eh trouxe várias, né? Mas essa é importante porque eu quero falar hoje para vocês. Ele nos ensinou que a gente não vai conseguir chegar em outros planetas, >> entendeu? Ele nos ensinou isso porque até então a gente acreditava. Se a gente construir um foguete forte o bastante, grande bastante, a gente vai conseguir chegar em qualquer lugar, qualquer planeta, qualquer estrela. Mas ele falou assim: "Nada disso, existe um limite de velocidade no universo e esse limite nunca vai ser ultrapassado." Você sabe qual limite é esse? Amém. Ele que falou isso. Até então as pessoas achavam que podia. Ele falou: "Não tem jeito, acabou. Tira isso da sua cabeça. O máximo que você vai andar é 300.000 1000 km/ segundo. Não dá para ser mais rápido que isso. E parece muito, né? Mas no universo é pouco, gente. É pouco. O sol mesmo, o sol, a luz que que vem do sol demora 5 minutos para chegar na terra. E o sol tá pertinho, tá do lado aqui, né? É o mais perto que tá. E demora 5 minutos, imagina os outros. Então o que que ele fez? Ele falou assim, ó, existe um limite. Amém. Existe um limite. O segundo homem quero falar com vocês, é esse homem aí. Alguém conhece? Muito bem. Calmax. Calma, gente. Eu tô calma, gente. Calma. Por favor, Por favor, >> calma, gente. Tá tudo certo, tá tudo certo. Tá tudo certo. Car Marx, qual a contribuição de Cal Marx para pra nossa sociedade? Calma, Calma, >> calma, por favor, por favor, não tirem minha ordenação. Aisla falou um pouco sobre isso aqui. Que que ela falou? que a gente tá aprendendo na igreja, que a nossa vida não é regida pela nossa conta bancária. Essa ideia, de certa forma, ela veio de Marx, porque o Marx, ele tinha uma teoria chamado materialismo histórico, que ele falava que tudo que acontecia na história da humanidade tinha a ver com recursos, tinha a ver com finanças, que todas as sociedades elas foram organizadas em cima da ideia de fazer recursos e guardar recursos. Amém. Amém. Quem aqui fez federal sabe disso. disso. Tudo, tudo é recursos. Então, por que que existe religião? Religião foi inventada pelas elites econômicas para manter o povo trabalhando sem reclamar. Eu eh, por favor, não cortem essa parte >> e possem, tá? Porque foi o que Marx falou, não é eu que tô falando. Amém, gente. Porque então a religião foi inventada para isso, para manter as pessoas tranquilas, para manter as pessoas obedientes. Para quê? Para que o mais rico, para que o rico fique mais rico e o pobre continue pobre. E eu não tô não, não é nada disso. Essa essa é uma outra pensadora. Não é o Marx que falou isso. >> Amém, gente. >> Amém. >> Vocês estão acompanhando aqui? >> Amém. >> Então, qual que é a ideia? A coisa mais importante da sociedade é dinheiro. A base da felicidade é dinheiro. A base da da felicidade, como feliz seria felicidade? Se todo mundo tivesse recurso, todo mundo seria feliz. E aí você fala assim: "Ah, eu não acredito nisso não, porque eu sou crente". Mas sabe que de fato esse é um pensamento difícil de tirar, porque mesmo depois que você se converte, esse pensamento fica lá. Mesmo que você não saiba quem foi Marcos, mesmo que você achea que foi só um um velho barbudo, esse pensamento dele pegou na gente e a gente fica assim, a base é essa. Eu não posso trabalhar de graça porque eu estou sendo explorado. Eu não posso fazer coisa sem receber nada em troca, porque senão eu estou apenas sendo tolo, tô sendo explorado e tem alguém ganhando em cima de mim. Você percebe como que está na nossa vida e na nossa sociedade? como que tem pessoas mesmo pobres que elas se recusam a fazer qualquer coisa de graça, porque ela fala assim: "Isso é um absurdo. Eu não posso eh usar meu tempo para uma coisa que não vai me trazer dinheiro". dinheiro". Amém? Amém? >> É um pensamento que o Marcos trouxe e que ficou na nossa sociedade, que tudo é limitado pelos nossos recursos e que não tem nada mais importante que os nossos recursos. Sabe, eu tinha tenho um amigo, né? Tinha um amigo em Belo Horizonte, trabalhava com ele e eu lembro que uma vez eu comecei a fazer o rema e eu comecei a ficar muito empolgado com a com as possibilidades, né? Coisa de fé. Fé maravilhoso. A gente pode alcançar, a gente pode fazer essas coisas, qualquer coisa a gente tem que crer, a gente pode chegar. E eu comecei a falar isso com ele. Cara, você tem que pensar isso. É possível. Dá para acontecer. você pode fazer, você tem que crer. E aí um dia, depois de muitas coisas que eu falei com ele, ele me falou uma coisa que me barrou de continuar falando, porque ele falou assim: "Daniel, você fala essas coisas, mas é porque você não entende, porque eu nasci numa família pobre, então isso que você tá falando não vai acontecer comigo, porque eu nasci numa família pobre." E aquilo ali para mim foi eh não sei se você já passou por isso, às vezes você tá conversando ou você tá evangelizando, você tá falando com uma pessoa e aí de repente você sente que não dá para ir mais. Você já percebeu isso? Tem gente que assim, né? Ela falou um negócio, fal assim: "Não dá para passar disso aqui porque eu não tenho argumento que vai vencer uma coisa que tá tão enraizada na mente de uma pessoa que ela tá e assim a a o que faz a o pensamento enraizar, irmão, não é a força do pensamento, é a nossa vontade de ficar com ele. Porque esses pensamentos que a gente se agarra a eles, não é? Existem coisas que a gente gosta e que a gente fala assim: "É isso, é meu, essa é a minha verdade". Hoje de manhã, pastor Paulo trouxe uma palavra sobre mentiras, né? Não mentir para você mesmo, irmão. A gente tem umas mentiras, a gente não, né? Algumas pessoas aí tem mentiras que são muito amáveis, são tipo assim, faz parte da pessoa, fal assim, eu não posso abrir mão dessa disso aqui, porque essa a gente tem até uma expressão que a sociedade real, a sociedade atual tem que inventada que é assim: Essa é a minha verdade. Você já ouviu isso? Essa é a minha verdade. Você falar que essa é a minha verdade, você pode também falar: "Essa é a minha mentira". e vai dar o mesmo resultado, porque não existe a sua verdade, só existe uma verdade. A verdade é Jesus Cristo. Amém. >> E tudo que sai da verdade é mentira. Pois bem, então eu parei nisso, né, que ele falou, se você não entende, porque eu sou de uma família pobre, então essas coisas que você tá falando não acontece comigo, não vai acontecer. E depois de um tempo eu tava pensando sobre isso, tava meditando sobre isso essa semana e pensando assim, a família dele não era tão pobre não, de verdade não era não. Ele não era miserávelzão não. E o pior, a irmã dele ficou rica ficou rica e de fato a irmã dele era dona da empresa que a gente trabalhava. Você Você tá vendo como que essa mentira, a mentira é terrível porque ela pode estar na sua cara assim, ó, mas quando ela tá muito próxima, você não enxerga nada. Aí você fala assim: "Não, essa é a verdade, mas não é uma mentira gigantesca". E como eu disse também, ele não era tão pobre. A família dele não era tão pobre. A minha família também não era tão rica. Mas na cabeça dele, eles ele ele colocou uma uma sociedade de castas, né? Ele criou uma sociedade. É impossível passar daqui para lá e você passar daqui. É uma bobagem. Mas foi o quê? Pensamento marxista que se infiltrou na nossa base da nossa sociedade, do nosso pensamento. Entende? Eu não tô falando mal de calmar, viu, gente? Não tô. A ideia aqui não é essa mesmo. Tô falando só dessa ideia do materialismo histórico, que foi uma coisa que ficou e que até hoje, mesmo que você goste ou não, você lida com isso, com essa ideia. E o último, o último desses judeus que eu gostaria de falar é esse homem aí. Alguém sabe quem é? Já viu, né? Mora aqui Santos Reis. Quem é esse homem? Sigmon Freud. Agora você já vou falar, né? Freud. Ele não era alemão, ele era austríaco, mas falava alemão e era judeu também. E ele trouxe uma ideia, ele inventou a psicanálise, certo? Ele criador da psicanálise. De fato, gente, ele foi o primeiro homem, o primeiro ser humano a começar a pensar a mente como uma coisa que deveria ser estudada. Até então as pessoas não tinham não tratavam muito disso, achava que era uma coisa que tava lá e tudo, mas ele falou assim: "Não, a gente pode estudar e a gente pode entender". E aí, das várias contribuições que ele trouxe para pra sociedade, né, psicanálise, complexo de Édipo, ele criou várias, ele ele postulou várias coisas, mas uma das coisas que ele fez e que tá muito na nossa vida hoje, aí eu vou falar algumas palavras que você vai entender que não foi ele que falou, mas veio dessa ideia dele. Gatilho. Alguém já ouviu essa palavra? Gatilho. Que que é gatilho? É alguma coisa que aconteceu no meu passado, né, provavelmente na minha infância, e que quando acontece alguma coisa parecida ou que me lembra aquilo ali, eu não reajo de forma normal, eu não reajo de forma racional, eu sempre perco o controle emocional. Gatilho. A gente fala isso o tempo todo, não é? gatilho. Ah, não, isso aí me dá gatilho. Ah, não fala isso com ele não, que isso aí vai dar gatilho para ele. É como se fosse uma uma fragilidade mesmo que as pessoas têm. E aí o Freud, ele ele entendeu o quê? Que coisas que acontecem na sua infância, elas te acompanham pelo resto da vida, você querendo ou não, porque essa é uma ideia interessante da da dessa questão da psicologia, da psicanálise, né? Não importa se você sabe que você tem um problema ou não, ele continua lá. Não importa se você fala assim: "Ah, deixa o passado para lá, não vou lidar com ele". Seu passado continua lá e muitas vezes seu passado tá presente, ele tá interferindo nos seus relacionamentos na maneira que você lida com dinheiro, por exemplo, na maneira que você lida no com as pessoas ao seu redor, na maneira que você lida com o trabalho, na maneira que você lida com Deus, tem muito a ver com coisas que aconteceram na sua infância. Tudo isso é real, não é? a gente concorda que não é uma pseudociência, é real, acontece mesmo. Mas ele trouxe essa ideia e eu queria trazer paraa gente hoje que é assim, que é uma ideia falsa e que tem essa base, que é você está limitado pelo seu passado. Você está limitado por aquel aquilo que aconteceu no seu passado e tem coisas que você não consegue superar. E isso, irmãos, é uma mentira. Isso é uma mentira que tem prendido as pessoas, porque às vezes as pessoas não sabiam. Hoje a gente já fala mais sobre isso, a gente entende mais. E hoje realmente para algumas pessoas, como eu disse para vocês, virou uma mentira, uma mentira boa, uma mentira agradável, uma mentira que você gosta. Qual que é a mentira? Eu não consigo fazer isso por causa da minha infância. Eu não consigo perdoar por causa que eu não aprendi isso. Eu não consigo ser um bom cristão porque eu não recebia amor quando eu era pequeno. E aí você pode colocar várias coisas nisso aí. Amém. Pode acrescentar várias coisas. Eu não consigo por causa do que me aconteceu. Eu não consigo por causa da minha mente. Eu não consigo por causa de como eu fui criado. A minha criação me limitou. Então, de tudo que eu falei aqui, esses três homens que contribuíram pra sociedade e para as ideias que a gente tem hoje na vida, a gente percebe que o que eles têm em comum entre, além de falar alemão e além de ser judeu e além de estarem mortos, é que eles colocaram limitações pra gente, colocaram limitações paraa nossa vida e que a gente, se a gente quiser, a gente vai viver ser limitado por elas eternamente. Como eu disse, né, o meu amigo, eu tenho certeza, irmãos, que ele poderia ter ido muito mais longe. Eu tenho certeza que ele poderia ter alcançado muito mais coisas, mas ele botou na cabeça dele. Eu não consigo. O meu passado me define. As coisas que eu tive, o que aconteceu comigo me define. Eu não consigo ir além. Mas a palavra que eu tenho para vocês essa noite é a palavra de um outro judeu. Amém. que não falava alemão. >> Quem é? Quem é? Quem é? Quem é? >> Amém, gente. É Jesus. Amém. Nós estamos numa igreja, >> uma igreja cristã. >> E sabe o que que Jesus trouxe pra gente? Ele trouxe uma ideia impressionante. Ele trouxe assim: Não existe limite. >> Amém. >> Essa é uma ideia revolucionária. Amém. Não existe limite. Ele falou assim: "Ué, mas claro, naquela época as pessoas já pensavam em limite, né? Antes desses aqui, essa ideia do limite já existiu. O que que eu posso, o que que eu não posso, o que que eu consigo, o que que eu não consigo?" E Jesus falou assim: "Gente, esse negócio de limite é bobagem. Vocês são filhos de Deus. Não existe limite para você, assim como não existe limite para Deus. Amém? >> Foi o que ele fez. Ele colocou o mesmo nível. Ele colocou assim: "Tudo é possível aquele que crê". Ele também falou: "Nada é impossível para Deus". Você entende que no limite das possibilidades, ele colocou a gente nesse nível de poder realizar qualquer coisa? Gente, eu não tô falando heresia aqui. Amém? Tô falando que Jesus falou. Eu queria mostrar para vocês Marcos. Não, não, não. Você Marcos 11 versículo 12. Essa é uma ideia. É, nós estamos aqui no verbo da vida. Amém. Eu queria trazer para vocês o que que a gente acredita. mais uma vez reforçar o que que a gente acredita, porque é isso que mudou minha vida, irmãos. Foi foi essa palavra que que eu fiz assim, não existe nenhuma palavra parecida com essa. Pelo menos eu nunca tinha ouvido quando eu recebi essa palavra. palavra. >> Amém. E a base é essa, gente. É Marcos 11. Amém. Então, a gente vai falar de novo de Marcos 11. Vamos falar, >> irmão. Até você tá secando uma figueira, falando com ela, nós vamos falar essa palavra, nós vamos ensinar essa palavra. >> Aleluia. É necessário a gente falar essas coisas. Amém. >> Marcos 11, versículo 12, diz assim: "No dia seguinte, quando estavam saindo de Betânia, Jesus teve fome. Vendo a distância uma figueira com folhas, foi ver se encontraria nela algum fruto. Aproximando-se dela, nada encontrou, a não ser folhas, porque não era tempo de figos. Então ele disse: "Ninguém mais coma do seu fruto". E os seus discípulos ouviram dizer isso. Ele falou com quem que ninguém mais comeria do fruto. Figueira. Amém. Agora, Marcos 11:20, dia seguinte. De manhã, ao passarem, viram a figueira seca desde as raízes. Lembrando-se, Pedro disse a Jesus: "Mestre, vê a figueira que amaldiçoar secou". respondeu Jesus. E é por isso que eu falo com vocês, Jesus não acreditava nesse negócio de limite. Amém. >> Ele falava assim, ele falou assim: "Tenham fé em Deus, eu lhes asseguro, algumas versões disse: "Em verdade, em verdade vos digo, se alguém dissera este monte, levante-se e atire-se no mar, e não duvidar no seu coração, mas crer que acontecerá o que diz, assim lhe será". feito. feito. >> Amém, irmãos. >> Amém. >> Tem algum limite aqui? Não. >> Qual o limite que Jesus colocou aqui pra gente? gente? Ele falou de recurso, ele falou de passado, ele falou de É, é só isso mesmo. Ele não falou de recurso, ele não falou de passado, ele não falou da situação atual, ele falou simplesmente assim: "Esse monte, ele não precisa ficar aqui. Se você decidir que ele não vai estar aqui, ele não vai estar aqui. Amém? Quem que decide? Ele passou para eles, não foi? Eles falaram assim: "Mestre, olha que maravilhoso, Pedro fala, né? Mestre, olha que incrível, a figueira secou. Você falou com ela ontem, hoje ela já tá seca." E Jesus falou assim: "Ele não falou assim: "O que eu fiz? Olha o que que eu fiz. É isso mesmo. Esse é o meu poder. Eu sou o filho de Deus. Ele falou assim: "Vocês tenham fé. Vocês tenham fé, porque se vocês falarem para um monte, não duvidando no coração, mas crer que acontecerá o que diz, assim será feito. Amém. Assim será feito. Essa, irmãos, é a nossa é a nossa revelação. É a base do que a gente acredita. Amém. >> Amém. >> Que que a gente acredita? O que a gente fala vai acontecer. >> O que a gente disser com fé vai acontecer. as coisas eh não importa se fazem sentido. Isso eu acho lindo. Amém. Isso acho bonito. Porque quando a gente fala do Einstein, né, o cara mais inteligente da história na área da ciência, mas ele falava assim: "Tem coisas que não dá para fazer, não é? Tem coisa que não dá para fazer. Você não consegue ir mais rápido que a luz. Não dá. Tenho provas aqui, né? A gente tem provas de que não dá para ir mais rápido que a luz. Mas aí Jesus chega e fala assim: "Não importa o que você falar vai acontecer. O único limite tá na sua boca". Amém. E aí eu quero trazer uma revelação para vocês nessa noite que para mim mudou tudo assim, mexeu muito com a minha cabeça, bugou a minha cabeça. Vocês querem ouvir a revelação? Vou até descer para falar com vocês. >> Aleluia. >> Porque é forte mesmo essa aqui. >> Presta atenção, gente. Presta atenção. Ó, árvore árvore ouvido. >> Amém. >> Você tá pensando nisso ainda? A árvore não tem ouvido, >> mas a árvore secou. Mas ela não tinha ouvido. Mas Jesus falou com ela. Mas ela não tinha ouvido. Mas ela obedeceu, não foi? Ela obedeceu. Ela não tinha ouvido, ela obedeceu. Irmão, quando a gente fala assim, nós vamos para um prédio novo. >> E nós temos um projeto desse prédio novo. novo. >> Amém. >> E quanto que a gente tem em caixa para fazer tudo isso? Ah, vocês não sabem, vocês não sabem. Eu vou falar com vocês que eu sou da, eu sou da tesouraria. Rodrigo tá aqui para não deixar eu mentir sozinho. >> Exatamente. O mesmo valor, irmãos. Nós temos 0 vulita glória. >> Zero. >> Esse vai falar assim: "Então nunca vai acontecer, acontecer, >> mas árvore não tem ouvido". >> E a gente fala assim: "Nós vamos construir sem dinheiro. >> Mas árvores não tem ouvido, mas ela secou. Mas a gente não vai construir. Mas não tem dinheiro. Mas a gente vai construir. >> Amém. >> E o dinheiro, irmão, eu não preciso saber como que Jesus conversou com a figueira, entende? Eu não preciso saber qual qual qual órgão da figueira foi usado para ouvir Jesus. Eu só preciso saber que funcionou. funcionou. >> Essa é a nossa fé. >> Não importa o que acontece da nossa boca para lá. O que acontece, o importa é a nossa boca falar. E é por isso que o nosso sistema, todo o sistema do mundo, ele tem um objetivo só, um objetivo, calar a nossa boca ou então falar a gente, fazer a gente falar coisas erradas. E ele tem sido muito bem sucedido nisso, no Brasil e no mundo. Tem acontecido, as coisas estão acontecendo. E você vê tudo que tá acontecendo e você vê que as pessoas estão cada vez mais pessimistas, cada vez falando pior, cada vez falando mais besteira. A gente no Brasil a gente tem um um índice muito triste, muito infeliz. O Brasil é o país mais ansioso do mundo, irmãos. Se isso não tem a ver com o que sai da nossa boca, é o que sai da nossa boca que deixa a pessoa ansiosa. É claro que é. É claro que é você ouvir notícias ruins. É claro que é você conversar com a pessoa e a pessoa só te dá maus diagnósticos, maus prognósticos. Você fala assim: "Cara, é isso mesmo, não tem jeito não. Jesus volta logo, né? Sabe, irmão, Jesus volta logo. Essa essa não deve ser uma palavra de desânimo pra gente. É só a gente querer que ele volta logo mesmo. Mas não é assim, Jesus volta logo, que eu não tô dando conta. Não é isso, irmãos. A gente tem uma boca para fazer mudanças aqui na terra. Amém. >> E aí, olha só o que que que a Bíblia fala. E aí a gente vai ver como que a Bíblia é radicalmente diferente de tudo que a gente ouviu a vida toda. Provérbios 18:20. Aleluia. Provérbios 18:20. Olha o que que tá falando aí. Do fruto da boca enche-se o estômago do homem. O produto dos lábios o satisfaz. A língua tem poder sobre a vida. sobre a morte. Os que gostam de usá-la comerão do seu fruto. De onde vem a comida para você? A gente aprendeu o quê? Que a comida vem dos nossos trabalhos, não é isso? Car Marcos ensinou isso pra gente. A gente tem que trabalhar, a gente tem que produzir riqueza e um pedacinho dessa riqueza volta pra gente através do salário e se torna a nossa a nossa alimentação. Foi isso que a gente aprendeu. Só que Provérbio 18 fala assim: "Você come daquilo que sai da sua boca". É radicalmente diferente. Não é daquilo que entra na sua boca, é do que sai da sua boca. E olha só que interessante, irmãos. A nossa boca, ela fala o que a gente quiser. Amém. Você concorda com isso? A boca fala o que eu quiser que ela fale. Não existe nenhuma, não existe nenhum impedimento para minha boca falar o que eu quero que ela fale. Se a minha boca fala o que eu quero que ela fale e Jesus falou a verdade, eu creio que ele falou a verdade e Salomão falou a verdade aqui, isso quer dizer que a minha prosperidade ela tá ligada ao que a minha boca fala. >> Amém. >> Os meus recursos estão ligados ao que a minha boca fala. Irmãos, essa é uma realidade. E talvez você fala assim: "Ah, será que é simples assim?" Árvore não tem ouvido. Amém. Mas se falar com fé, as coisas vão acontecer. acontecer. A nossa boca, nós aprendemos falar falar uma realidade, tá? Realidade local. Nós aprendemos a a falar que a gente não tem as coisas. Nós aprendemos a falar que a gente não tem dinheiro. A gente aprendeu desde criança a cantar assim: "Eu sou pobre, pobre, pobre de marré, marré, marré". A gente aprendeu desde pequeno falar assim: "Nossa, que que calça linda eu ganhei, me deram, ah, eu nem sei quanto é". Fala assim: "Nossa, que carro legal". Fala assim: "Pois é, 96 prestações, não é? Não fica pensando que eu tô com muito dinheiro, não. 96 prestações, nem sei se eu vou conseguir pagar. Amém. A gente aprendeu um pouco assim, né? Falar assim: "Não, tá tudo pago, tá tudo bem". Não, não tá bem não. A Bíblia a a Bíblia fala sobre isso, né? A Bíblia fala que os comerciantes, é normal do comerciante falar assim: "Ah, não vale nada, não vale nada". Depois ele vai lá e se gaba. Eu sei, sabe, irmãos, a família de meu pai, eles eram comerciantes. Eh, só meu pai que que que não foi comerciante, né? Ele estudou medicina. Os irmãos deles todos eram comerciantes. Trabalhavam com depósito, alguns trabalhavam com supermercado. Uma coisa engraçada, eu nunca vi eles falando que eles estavam bem, nunca vi falando que que as coisas, que o comércio tava bem, que tava vendendo. É sempre assim, nossa, tá difícil esse ano. Tá difícil, as coisas estão difíceis. Mas eu via eles comprando carro. Eu vi eles comprando casa, trocando de casa, aumentando a casa, mas nunca tava bem. A gente aprendeu isso, não é? A gente nunca tá bem. A gente tá falando de boca. Aquilo que sai da nossa boca vai encher o nosso estômago. Amém. É uma decisão mesmo. Então, por que que o diabo, qual que é, qual que é a ideia do diabo? Já que ele não consegue mudar essa lei espiritual e sobrenatural, ele tenta fazer a gente falar coisas que não que agradem a ele, coisas que não nos tragam coisas boas. A gente vai aprender a falar coisas ruins. A gente aprendeu a falar coisas ruins. A gente aprendeu, irmãos, a não falar os nossos sonhos, não é? A gente aprendeu a não contar nossos projetos. Ó, não fala para ninguém, viu? Tem muito olho gordo aí. Tem muito olho gordo, tem muito eh, você sabe, né? Não conta para ninguém, não. Deixa para falar só depois que der certo. >> Acho que vocês nunca ouviram isso, né? Vocês nunca ouviram. Deixa para falar só depois que você passar. Deixa para falar só depois que você que você conseguiu comprar. Não fica falando o que você quer não. Irmãos, nós somos ensinados a não falar mesmo, mas agora nós estamos sendo reensinados aqui. >> A gente tem sido reensinado culto após culto. E sabe uma coisa? Esse negócio funciona, irmãos. >> A fé funciona. >> A fé sempre vai funcionar. Sempre vai funcionar e sempre funcionou. Amém. >> Então a pergunta é: se eu quero mudar minha vida, por onde que eu começo? Eita! Glórias! Eu quero mudar minha vida. Quero mudar minha vida financeira. Por onde que eu começo? Eu quero mudar minha saúde. Por onde que eu começo? Matriculo na academia. Palavras. >> Eu eu não tô me sentindo feio. Por onde que eu começo? Não responda, não responda. Por onde que eu começo? eu começo? >> Nas de novo. Palavras, irmãos. Não tem jeito, irmãos. A gente, nós somos cristãos, irmãos. A gente começa com as palavras. >> Amém. >> Não tem outro jeito de começar. >> A gente cansa muito porque a gente fica tentando começar de um tanto de jeito diferente diferente >> e fala assim: "Não, isso aqui vai resolver minha vida financeira. Eu vou fazer esse curso de Bitcoin, vai mudar minha vida financeira. >> Irmão, começa nas palavras, >> não adianta. Amém. >> Quem fala isso para nós? Tiago, Tiago, capítulo 3. Tiago, talvez na no Novo Testamento, seja o cara que mais que mais bem fala sobre palavras, né? Que ele mais viu a necessidade de falar sobre palavras. Então, Tiago 3, versículo 2, o que que ele fala? Todos tropeçamos de muitas maneiras. Se alguém não tropeça no falar, tal homem é perfeito, sendo também capaz de dominar todo o seu corpo. Tá vendo? Você quer mudar sua vida? Palavras. Se você quer mudar qualquer área da sua vida, palavras, porque se você controla sua língua, você controla o seu corpo inteiro. Amém. >> Ai, como é que eu vou vencer o pecado? Eu vou me martirizar, porque isso durante muito tempo foi uma realidade na igreja, né? Eu vou eu vou pegar um chicote e ficar batendo nas minhas costas até o desejo ir embora. Palavras. Se você controlar a sua língua, você consegue controlar qualquer impulso pecaminoso na sua vida. Amém. É isso, irmãos. É isso. Quando colocamos, aí ele compara a gente com os cavalos, né? Quando colocamos freios na boca dos cavalos para que eles nos obedeçam, podemos controlar o animal todo, não é? Colocou o freio na boca, para onde você vira a boca, o animal vai. Tomem também como exemplo os navios, embora sejam tão grandes e impelidos por fortes ventos, são dirigidos por um leme muito pequeno, conforme a vontade do piloto. Semelhantemente, a língua é um pequeno órgão do corpo, mas se vangloria de grandes coisas. A sua vida vai para onde a sua língua for primeiro. Amém? É isso que ele falou aqui. A língua é como se fosse o leme de um grande navio. E isso, irmãos, é um grande ensinamento pra gente. Sabe por quê? Porque o navio, quanto maior o navio, mais lentamente ele manobra. Vocês concordam com isso? Quem que já assistiu o Titanic? Amém. Vocês lembram do Titanic? Ele ele bateu no iceberg, certo? que é um um tanto de gelo. Sabe que você saber que no mar não existe curva? Tipo, ele não virou uma esquina e deu de cara comerg. Eles viram o iceberg, né? Eu vi o filme. Eles viram o iceberg, eles falam assim: "Nossa, mas é grande, hein?" É, acho que esse aí não vai dar não, vai ter que desviar. Aí que que eles falam? Desvia, desvia, eles começam, né? Só que ele era muito grande. E aí o que que eles fazem? Eles conseguem não bater de ponta, né? Mas eles bate de lado e aí o iceberg vai rasgando o lado e o navio afundou. Por quê? Porque o navio é grande. A língua é como leme. Isso quer dizer que quando você começa a falar hoje, domingo, domingo, não é segunda-feira de manhã que sua vida vai mudar. Amém. >> Acho que é isso que às vezes atrapalha a gente. Nossa, mas eu já tô declarando há tanto tempo e não mudou nada. Tem quanto tempo? Uma semana que eu tô falando. Não, irmão. Não, irmão. Tá virando. Você tá anos andando pro lado errado. Tem muitos anos fazendo coisa errada aí, ó. E você começou a falar certo agora. Dá um tempinho mesmo. Mas sabe qual que é o lance? Se o leme ficar firme, o navio todo é obrigado a mudar a direção. Amém. O leme tem que ficar firme. >> Um leme frouxo, o navio não vai mudar a direção. >> Não vai mudar a direção. >> Amém. E o Thiago fala sobre isso aqui, porque olha só o que que ele diz. Semelhantemente, a língua é um pequeno órgão do corpo, mas gloria de grandes de grandes coisas. Vejam como um grande bosque é incendiado por uma simples fagulha. Assim também a língua é um fogo, um mundo de iniquidade. Aí ele fala dos animais e aí ele fala aqui, ó. Com a língua bendizemos ao Senhor e Pai, e com ela amaldiçoamos os homens feitos a semelhança de Deus. Da mesma boca procedem bênção e maldição. Meus irmãos, não pode ser assim. Amém. Amém. >> Ele tá falando a boca procede de bção, maldição, mas não é para ser assim. Porque acaso pode sair água doce e água amarga da mesma fonte? Uma figueira pode produzir azeitonas ou uma videira figos. Da mesma forma, uma fonte de água salgada não pode produzir água doce. O que que ele tá falando? Você falar uma coisa e depois falar outra contrária, o seu leme tá frouxo. Você não tá mudando a direção do seu navio. Amém? É como se fosse um leme assim, ó. Vocês já viram o leme assim? A água passa e faz assim. O leme é firme, ele é pequeno, mas é firme. Se ele ficar firme, o navio é obrigado a mudar a direção. Qual que é o grande lance? Como eu disse para vocês, a facilidade que a gente tem de mudar a nossa confissão, a facilidade que a gente tem de sair de um culto e falando assim: "É isso aí, eu sou mais que vencedor, glória a Deus, nada pode me parar. parar. Meu Deus, eu tenho a prosperidade, eu ouvi na pregação, eu tenho prosperidade. Se eu declarar, vai acontecer. Eu não vou ter falta de nada. Jesus C Deus em Cristo Jesus há de suprir todas as minhas necessidades em glória. >> Todas as minhas contas estão pagas. Aleluia. Essa é a minha realidade. Mas aí na terça-feira o seu carro quebra. Aí você fala assim: "Pronto, é isso. Ó Deus, que aconteceu, Deus?" Não é assim, gente. O carro pode quebrar com qualquer pessoa. pessoa. E por incrível que pareça, a tentação é: "Eu fiz alguma coisa muito errada". Às vezes, né? Pensa: "Não, eu fiz alguma coisa muito errada. Deus tá me punindo, eu errei". É isso. É por isso que tá acontecendo isso comigo. Ou então pessoa pensa assim: Deus é muito injusto, porque ele me mandou um negócio aqui que eu não tenho condições de lhe dar. Irmão, você pode até não pensar ou não falar isso, mas é esse é o pensamento, né? Puxa, Deus é injusto. Agora que eu comecei a acertar minha vida, agora que eu comecei a ir na igreja, agora que eu batizei, aí tá dando tudo errado. Porque o diabo ele é tão mentiroso, né? Ele é bom de mentira. Ele é o pai da mentira. Não existe nenhum mentiroso melhor que o diabo. Amém. Ele criou o negócio, ele sabe como é que funciona. E ele fala as mesmas coisas com todo mundo. Ele fala assim, ó, vamos lá, Rodrigo vai me ajudar aqui. Se é verdade. O cara chega na igreja muito mal, né? Tudo ruim, tudo ruim, a família ruim, a empresa ruim, finanças ruim e tal. Aí ele melhora, aí fica bem. Aí depois acontece alguma coisa em uma área só, talvez. E sabe o que que muitas vezes ele fala? e fala mesmo, fala assim: "Antes da igreja, isso nunca tinha me acontecido. Ele cria, ele realmente cria um mundo de fantasia pro passado, né? Ele coloca o óculos assim e fala assim: "Não, antes da antes de eu vir pra igreja, eu era o paraíso, tava tudo fluindo, tava tudo dando certo. Agora foi só entregar minha vida para Jesus. Olha aqui o que que tá acontecendo agora. Mas, mas é uma mentira, gente. É uma mentira descarada. É absurdo isso. Mas todo mundo é tentado dessa forma. Todo mundo é tentado assim: "Nossa, mas que isso? Você tá aí fiel a Deus? Olha o que que tá acontecendo. É, não sei não, hein? Será que fé funciona mesmo?" Então, irmãos, a nossa boca tem que falar a mesma coisa. A gente precisa ter a mesma a mesma confissão. Ela não pode mudar. Amém. Amém. >> Existe um DNA no verbo da vida. Tô falando para você, talvez você seja ter ouvido pela primeira vez, mas eu quero que você entenda isso. Existe um jeito de ser verbo da vida. >> E algumas igrejas são conhecidas pelas roupas, né? Você consegue ver pela roupa mais ou menos qual a igreja que a pessoa é. Algumas pessoas pelo cabelo, mais ou menos. Esse cabelo é de tal igreja. Algumas pessoas, algumas igrejas, pelo jeito de falar, mas assim pela gíria, né? Tipo assim, varão, chamar os homens de varão, mulher de varoa, eh chamar a pessoa de vaso, um vaso, que as pessoas de fora da igreja não entendem por que que fala isso, né? Vaso, varão e tal. Irmãos, verbo da vida não tem nenhuma dessas coisas. Obrigado. >> É difícil você identificar olhando assim se a pessoa é verba da vida, certo? É difícil porque tem gente que tem tatuagem, tem gente que não tem. Tem mulher que tem cabelo comprido, tem mulher que tem cabelo curto. Não existe isso. Você bater o olho e ver. Ah, verbo da vida, não tem. Amém. Mas tem uma coisa que deveria ser a nossa marca, que é a maneira que a gente fala. E não é falar varão varoa, >> não é falar vaso ungido, não é isso. A gente não, irmãos, a gente não reclama. reclama. >> Olha que viagem. Você tá vendo como que é diferente de tudo? A gente como que é diferente de tudo? A gente não reclama, a gente não fica assim, ó vida, ó azar. Às vezes não fica assim, não acontece, as coisas não estão acontecendo. Esse esse é um linguajar que não deveria existir no nosso meio. Amém? Porque ele não faz sentido, porque nós aprendemos a palavra da fé. E a palavra da fé é: A minha vida é direcionada pelas palavras que saem da minha boca. E se você tá falando coisas erradas, o que Salomão diz aqui é: você vai comer o que sair da sua boca. sua boca. Amém. Amém. Se você sair, se sair porcaria da sua boca, que que você vai comer? Entende? Se você só sair palavras de maldição da sua boca, elas vão vir para você. Isso é uma lei espiritual. Então, qual que é a característica do verbo da vida? A principal, talvez o nosso jeito de falar. Amém. >> A gente não fala incredulidade. >> A gente não fala em possibilidades. A gente não fala o que é difícil demais, o que não vai dar certo, o que é complicado. A gente fala o que vai acontecer. >> A gente tá sempre falando do futuro. >> Sempre falando do futuro o tempo todo. Por quê? Porque falar do que tá acontecendo todo mundo fala. É fácil falar do que tá acontecendo. Agora, falar o que vai acontecer é só quem crê. >> Amém. Você saber que hoje em dia existe uma coisa chamada inteligência artificial e que se eu tirar uma foto aqui, se eu tirar uma foto desse púlpito aqui e ninguém vai precisar explicar, eu só falo assim: "Descreva o que tá aí. Ele consegue me falar? Caixa de som, caixinha, púlpito, copo d'água, lenço. A inteligência artificial faz isso, gente. Ela consegue fazer com maestria. Ou seja, não é mérito nenhum você falar o que tá acontecendo. Amém. Um robozinho consegue falar o que tá acontecendo. Ah, tá muito difícil. Olha, Olha, é mesmo? O o chat de PT, chat de PT fala, o o pastor Rodrigo falou isso aqui essa semana, eh, as conversas, né, do pessoal fala assim, tá quente, né? É uma conversa muito comum aqui em Montos Cos, né? E aí né? E aí >> tá quente, é realmente tá quente mesmo, irmão. Mas nós somos palavra da fé. Amém. Amém. >> A gente não fala tá quente, >> porque tá quente é fácil falar. A gente fala assim: "Nossa, o clima vai melhorar, >> vai chover nessa cidade, >> vai ventar. >> Se a sua fé não é o suficiente para alterar o clima, você vai falar assim: Nunca faltará o ar condicionado. >> Nunca vai faltar um carro com ar condicionado, >> nunca vai faltar piscina. Aí, ó. Deus. >> Amém, irmão. >> Amém. >> É isso que a gente faz. Falar o que tá ruim. Falar o que tá ruim é fácil demais. Falar o que tá ruim qualquer um fala, irmão. Mas sabe, nós não somos murmuradores. Amém. >> Amém. >> A gente não murmura. A gente não se preocupa com o futuro. Por quê? Porque as nossas palavras não traem essas coisas. Amém. a gente não é preocupado. [música] Eh, eu vejo, existe muita religiosidade, né? Existe uma questão religiosa na igreja de forma geral, falando sobre cigarro. Você já reparou isso? Parece que todas que todas as as denominações evangélicas concordam com isso. Não pode fumar. Realmente ficou uma coisa, como eu disse, eu não sei de onde veio isso, mas tá aí. É normal, não pode fumar. Crente não fuma, sei lá, crente não fuma. Embora a Bíblia não esteja escrito isso, não é? Sabia que na Bíblia não está escrito não fumarás. Não existe isso lá. Mas virou essa lei, né? Não se fuma na igreja ou quem é crente não fuma. Pessoas se condenam muito por isso. Mas sabe, irmãos, eh, tem um livro do Rean, chama Lançando sobre ele suas ansiedades, que é que ele fala assim: "Tudo bem, eu não acho certo você fumar mesmo, não. Se fumar vai diminuir seu tempo de vida, vai acabar com seu hálito, vai acabar com seus dentes, mas preocupação é pior do que fumar. Inclusive, preocupação te deixa com te deixa deixa acaba com a sua vida mais rápido que o cigarro. Ele que falou isso. Preocupação também deixa o um cheiro ruim em você, porque você começa a interferir na vida das outras pessoas, né? Você tá num lugar que tá uma pessoa preocupada, tensa, né? Aquilo ali começa, as outras pessoas começam assim: "Ué, por que que eu não tô preocupado? Eu devia est preocupado. Ele é inteligente, ele tá preocupado. Eu acho que eu devia estar também. Irmãos, as nossas palavras elas interferem no ambiente que a gente está. Amém. Então, o que que a gente tem que fazer? Como que eu faço para mudar minha vida? Por onde que eu começo? Falando. Amém. Falando. Só que olha só, isso é interessante. Tá falando de ciência aqui, certo? Jesus falou: "Tudo que você falar, crendo sem duvidar vai acontecer." Não é? é? Imagina uma criança, uma criança de 10 anos, de 5 anos, porque ela pega um lençol vermelho e coloca no pescoço e amarra aqui e ela vai para cima no segundo andar da casa dela e fala assim: "Eu sou o superhomem e pula. Ela vai voar?" Não vai voar. Mas ela acreditou que ela ia voar. Ela teve fé, teve fé, ela declarou que ela ia voar, ela teve atitude correspondente, ela pulou, não foi? Por que que ela não voa? Cara, esse negócio sempre me pegou. Eu sempre fiquei assim, mas pera aí, mas Jesus falou e é uma criança, pô. Criança. Ela realmente creu, ela falou. E por que que não aconteceu? Por que, irmãos? Porque Jesus falou assim: "Não duvidar no seu coração". A fé não é da mente, amém? A fé é do coração. Por que que eu tô dizendo isso para vocês, irmãos? Porque tudo que eu tô falando aqui PNL. Amém. Não é PNL, não é ciência cristã, não é confissão positiva, porque essas coisas existem e tem gente que vende curso disso, né? chega pra frente do espelho e fala assim: "Você é um vencedor", né? As pessoas ensinam essas coisas, mas sabe qual que é o lance? O foco não é a nossa boca. Eu falei, né? Primeira coisa que a gente tem que mudar é a as palavras, não é? Se você quer mudar, mas a gente não muda o que a gente fala decidindo o que a gente fala. E esse é um grande segredo do evangelho. Amém. A gente não decide porque você já tentou, ó, ontem, ontem foi sábado. Ontem foi sábado. Ontem nós tivemos um uma reunião de homens aqui. Amém. Tava cheio de homens aqui. Aí, pastor Paulo nos ensinou sobre a questão emocional, o controle emocional. Qual que é o lance do controle emocional, irmãos? Você pode até tentar se programar para falar as coisas, fazer anotar o que você tem que falar e tal. Mas Mas sabe o que que vai sair? Sabe o que que eu vou saber exatamente? O que que você pensa? Não é hoje, não é depois do culto, é quando existe uma pressão, não é? Aí a gente vai saber o que realmente tá no seu coração, porque falar realmente é fácil, todo mundo fala. Mas sabe o que que é que é difícil? Aquilo que sai da sua boca ser exatamente o que tá no seu coração. Não é verdade? Não, o que é simples é o que sai da sua boca no momento de pressão é o que tá no seu coração. E lembra, a fé é do coração. Amém? Então, como que eu mudo as minhas palavras? Não é simplesmente falando, começando a falar diferente. diferente. Olha o que que Jesus fala aqui. Mateus 12, versículo 33. Esse é o, esse é o essa é a base desse ensinamento. Amém. Considere uma árvore boa dá fruto bom. Uma árvore ruim dá fruto ruim, pois uma árvore é conhecida pelo seu fruto. Raça de víboras. Como você, como podem vocês, que são maus dizer coisas boas? Pois a boca fala do que está cheio o coração. Então, sabe qual que é qual que é o lance? Não é assim. Agora eu vou começar a mudar o que eu falo. Não é assim que funciona. Eu vou começar a mudar [música] o que entra no meu coração, porque a boca fala do que está cheio o coração. Você entende que não é um exercício de vontade, eu vou começar a falar, não. Eu vou começar a encher o meu coração de coisa boa e aí a minha boca vai falar coisas boas naturalmente. Quando? o tempo todo, irmão, o tempo todo. Porque esse esse isso que eu falei, esse exemplo do da segunda-feira ou da terça-feira, ele é muito real. A gente consegue falar coisas boas, eu creio, Deus é bom, Deus é maravilhoso, mas aí acontece um trem que você não esperava, aí você fala assim: "Ah, mas será mesmo? Porque o coração tá na dúvida. Ele não foi alimentado o suficiente. Mas se você alimentar o seu coração do jeito certo, a sua boca vai falar as coisas certas. Amém, irmãos? É isso. A fé, ela não é uma coisa sensacional, tipo assim, ela não é uma coisa difícil. Amém? Ela não é complexa. Se fosse assim, Deus seria injusto. Porque aí só as pessoas muito inteligentes ou muito capazes teriam capacidade de ter fé. A fé funciona para todo mundo, até para criança. A fé não é complicada. A fé é simples. Que que a fé diz? A fé vem por ouvir a palavra de Deus. Ou seja, eu encho o meu coração de coisas boas, eu encho meu coração da palavra e aí eu começo a falar a coisa certa e eu falando a coisa certa, a minha vida muda. Amém. É simples assim. Eu posso falar isso de experiência mesmo. Eu já vi eu já vi pessoas curadas de câncer porque elas começaram a ouvir pregação de cura. Tem uma coisa mais mais radical do que isso. É uma a doença mais assustadora, né? Tem gente que não fala nem o nome. Tem gente que fala que quando escutou o diagnóstico só escutou câncer e depois foi só blá blá blá blá blá. Porque é isso, é assustador. Mas ah, começa a ouvir pregação de cura aí, começa ouvir pessoas falando sobre cura. Começa a ouvir o que que a Bíblia fala sobre cura. E a pessoa começou a ouvir, começou a ouvir e aí depois de um tempo ela falou assim: "É isso, eu sou curada. Eu sou curada. Essa doença não, ela não é real. Ela não é real para mim. Ela não vai acabar com a minha vida. Ela vai acabar. Ela vai, ela vai retroceder e eu vou ser curado. Porque eu comecei a ouvir tanto a coisa certa que de repente eu só tô falando a coisa certa. E eu não consigo mais falar coisas erradas, irmãos. Não consigo mais falar coisas erradas. erradas. Aleluias. Aleluias. Eu tenho feito um trabalho recentemente mesmo de fazer maratonas de pregações. [música] [música] Não eu maratonando, eu correndo, né? Ouvindo pregações. Da mesma forma que você assiste uma série na Netflix, aí em vez de você assistir 10 capítulos de uma série, você escuta cinco pregações. Aí você fala assim: "Nossa, não mudou nada. Tô do mesmo jeito". Mas é engraçado porque você começa a falar diferente, sabia? Sem perceber. Irmãos, nada muda a nossa vida mais do que associações. Amém. Nada muda mais. Pensa numa coisa. Se você quer aprender uma outra língua, qual você acha que é a maneira mais eficiente de você aprender uma outra língua? A língua que você nunca aprendeu, você nunca teve contato. É dual, É dual, é a maneira mais eficiente, é mais rápida. É um curso top que você faz. Que que a maneira mais eficiente mesmo de verdade de verdade é você mudando para um país e vivendo naquele país. Não é? Não é? Você sabe que lá no Japão os bebês falam japonês? Não é verdade? Por quê? Porque tá todo mundo falando de abonês, irmãos. Associação é o que muda a nossa vida. Eu tô falando aqui de de ouvir pregações, ouvir muitas pregações, isso muda demais mesmo, porque é como se você tivesse convivendo com alguém de falando a coisa certa, mas você também precisa conviver com pessoas que estão falando a coisa certa. Isso acelera muito o processo na sua vida. Amém. Amém. Provérbio, ó, alguém aqui já ouviu aquele ditado assim: "Diga-me com quem andas e te direi quem és." Quem já ouviu? É bíblico esse ditado, tá? Na Bíblia, não é bíblico. A Bíblia tem uma coisa ainda melhor do que isso, que fala assim: "Aquele que anda com sábios será sábio. O companheiro dos acabará mal." Não é? A Bíblia não fala assim: "Diga-me com quem andas e te direi quem és". A Bíblia fala: "Diga-me com quem andas e te direi quem que você vai ser". A gente tá falando de um jeito de mudar sua vida. Amém? Como é que eu vou mudar minha vida? Começa a andar com pessoas que você acha que estão melhores do que você. começa a andar com pessoas que já chegaram lá ou que estão pelo menos um pouco na sua frente na corrida, irmão. Porque a tendência de algumas pessoas é assim: "Eu vou andar só com pessoas piores do que eu, porque aí pelo menos eles vão me admirar, eles vão falar que eu tô bem, né? Que eu tô que eu tô indo bem com tapinha nas costas. Mas na verdade o que você precisa tentar ser é o pior da sua turma. Não sendo pior, mas encontrando pessoas melhores que você. que vão te ajudar. E e me fala uma coisa, você acha que é possível você andar com tanto de milionário? Seus amigos todos são milionários e você continua do mesmo jeito? Não tem jeito de isso acontecer. Hoje em dia as pessoas pagam por essas associações. As pessoas pagam muito dinheiro para poder almoçar com alguém, para poder jantar com alguém. Irmão, se você quer ter uma vida de fé, você tem que andar com o povo da fé. Você tem que andar com pessoas que falam parecido com você, que quer dizer, falam o que você quer falar. Você tem que andar com pessoas que creem da maneira que você crê. crê. Quando você escuta muito isso, isso começa a ser uma coisa natural para você, porque você tá enchendo seu coração. É assim que funciona. Isso funciona para todas as coisas. Todas as coisas. Se você é um homem e você só anda com outros homens mulherensos, é natural que você comece a pensar assim: "Ué, por que que eu não trai minha mulher? Estranho. Eu devo ter algum problema. Natural, seus amigos todos traem. Você tem algum problema? Se você anda com pessoas que são pessoas de Deus, é natural você começar a pensar assim: "Por que que eu não começo a fazer essas coisas também? Por que quando eu começo a crer? Por que quando eu começo a entregar o dízimo? >> Meus amigos, todos entregam. Todo mundo entrega, menos eu. Eu sou esquisito, eu sou diferente. Aí você começa a se ajustar. Amém. A associação muda a nossa vida. Vamos ficar de pé. Amém. Aleluias. O nosso DNA é esse. Amém. A gente fala as mesmas coisas. A gente não tem discursos diferentes aqui. A gente não tem chegar às 89 cidades do norte de Minas. E outra pessoa fala assim: "Ah, eu acho que umas três tá bom. Não é assim. É as 89 cidades, é o prédio novo, é a prosperidade vindo através das nossas vidas. Amém. São as empresas crescendo aqui neste lugar. Nós declaramos, não o que a gente tá vendo, a gente tá declarando o que vai ser, vai ser. Ô Pai, muito [canto] obrigado, Pai. Muito obrigado por essa oportunidade que temos, Deus, de viver coisas novas, o Senhor Pai. Obrigado, Deus. Obrigado, Pai, porque nós vamos viver cada vez mais coisas novas. Irmãos, aproveite seu tempo. Amém. Aproveite o seu tempo agora para poder declarar aquilo que você quer que a sua vida seja, não aquilo que tá sendo, [música] aquilo que você quer que ela seja. Declara sua saúde nesse momento, declara sua família nesse momento. [música] Declara seus recursos. Declara abundância de recurso. Declara que você vai ser uma bênção nessa igreja. Declara que você vai trazer pessoas para cá. Declara que a sua família vai ser transformada pelo seu testemunho. Ah, mas eu não estou vendo nada. Mas a sua boca pode falar. A sua boca pode falar. Escolha ouvir a coisa. Amém. Escolha ouvir a coisa cerca. Aleluia. >> [música] >> Em ti [canto] eu tudo posso. Não [canto][música] limites. Minha força está em ti. [música] Nada [canto] é impossível em ti. Olhos [música] se abr, murales [canto] caer.
Um alerta doutrinário indica possível conflito com um ponto essencial da fé cristã. Confira o trecho e as Escrituras antes de formar uma conclusão.
Alerta doutrinário
Não existe limite para você, assim como não existe limite para Deus... ele colocou a gente nesse nível de poder realizar qualquer coisa
Ponto essencial em risco: Soberania divina e distinção Criador-criatura: atribuição de ilimitação (atributo divino) ao ser humano
Alerta doutrinário
O único limite tá na sua boca... A fé sempre vai funcionar. Sempre vai funcionar e sempre funcionou
Ponto essencial em risco: Deus permanece soberano sobre as respostas à oração; a fórmula verbal declaratória apresentada como infalível nega, na prática, a submissão à vontade divina (Tg 4:15; 1 Jo 5:14)
Alerta doutrinário
Vocês são filhos de Deus. Não existe limite para você... ele passou para eles... Vocês tenham fé, porque se vocês falarem para um monte... assim será feito
Ponto essencial em risco: Antropologia cristã: o crente é criatura adotada como filho, não divinizada; proximidade com o erro dos 'pequenos deuses' quando a fala humana recebe poder criativo equiparável ao de Deus
Alerta doutrinário
Essa doença não, ela não é real. Ela não é real para mim
Ponto essencial em risco: Fé bíblica não nega a realidade criacional; além disso, a prática pode causar dano físico concreto (negligência de tratamento)
Vocês são filhos de Deus. Não existe limite para você, assim como não existe limite para Deus.
Doutrina: Soberania e transcendência de Deus; distinção Criador-criatura
Tensão: A adoção filial (Rm 8:15-17) é apresentada como equiparação de poder: o crente ilimitado como Deus. O texto bíblico mantém o filho como criatura dependente, mesmo herdeira.
Correção sugerida: A filiação dá acesso e herança, não atributos divinos; Jesus mesmo, Filho eterno, orou 'não seja a minha vontade, mas a tua' (Lc 22:42).
Isso é uma lei espiritual... A fé funciona. A fé sempre vai funcionar.
Doutrina: Natureza da fé e da oração
Tensão: Fé apresentada como força legal impessoal que opera automaticamente ('lei'), em vez de confiança relacional num Deus pessoal e soberano que responde conforme sua vontade (1 Jo 5:14).
Correção sugerida: Fé é confiança em Deus e sua fidelidade; a oração cristã é 'seja feita a tua vontade' (Mt 6:10), não a ativação de um mecanismo.
a palavra que eu tenho para vocês essa noite é a palavra de um outro judeu... É Jesus... Ele trouxe uma ideia impressionante... Não existe limite.
Doutrina: Identidade e senhorio de Cristo
Tensão: Jesus é inserido como 'o quarto judeu' no rol de pensadores (Einstein, Marx, Freud), concorrendo no mercado de ideias; seu ensino é desancorado de sua pessoa e obra (cruz, ressurreição, Senhorio).
Correção sugerida: Jesus não é proponente de 'uma ideia', mas o Senhor encarnado (Jo 1:1,14; Fp 2:9-11); a esperança cristã não está numa técnica que ele teria ensinado, mas na sua obra redentora.
Essa doença não, ela não é real. Ela não é real para mim.
Doutrina: Fé e verdade/realidade
Tensão: A fé bíblica não nega fatos: Abraão 'não considerou o seu corpo já amortecido' (Rm 4:19) sem negar sua existência — olhou para a promessa acima do fato, não contra o fato.
Correção sugerida: Crer é tratar a promessa de Deus como mais determinante que a circunstância, sem declarar irreal a circunstância; negação de realidade não é fé, é fuga.
O que a gente disser com fé vai acontecer... as coisas não importa se fazem sentido... O único limite tá na sua boca
Problema: Transforma Marcos 11:23 em lei metafísica universal: a palavra humana falada com fé produziria automaticamente qualquer resultado, sem mediação da vontade de Deus.
Risco pastoral: Quem ora, declara e não vê o resultado conclui que sua fé falhou — gera culpa, vergonha, desânimo e, em casos extremos, abandono da fé; também incentiva a tratar Deus como força a ser acionada.
Sugestão: Ensinar a orar com fé confiante no Deus que 'pode fazer infinitamente mais' (Ef 3:20), submetendo todo pedido à sua vontade ('se o Senhor quiser', Tg 4:15; 'não seja como eu quero, e sim como tu queres', Mc 14:36).
minha prosperidade ela tá ligada ao que a minha boca fala. Os meus recursos estão ligados ao que a minha boca fala. Irmãos, essa é uma realidade... Isso é uma lei espiritual
Problema: Promessa que Deus nunca fez: Provérbios 18:20-21 não ensina mecanismo financeiro; a fala é convertida em válvula de produção de recursos.
Risco pastoral: Pobreza e dificuldades financeiras passam a ser interpretadas como culpa do próprio crente (falou errado); pode induzir a decisões financeiras temerárias amparadas em 'declarações' e a condenação silenciosa dos membros pobres.
Sugestão: Deus supre (Fp 4:19), prospera (Pv 10:22) e abençoa trabalho e generosidade (Sl 128:2; 2 Co 9:8-11), mas a Escritura não garante riqueza por fórmula verbal; Jó era justo e perdeu tudo; Paulo conheceu fartura e escassez (Fp 4:12).
Não existe limite para você, assim como não existe limite para Deus. Amém? Foi o que ele fez. Ele colocou o mesmo nível... nesse nível de poder realizar qualquer coisa
Problema: Atribui ao crente a ilimitação divina, apagando a distinção Criador-criatura e a soberania de Deus sobre todas as coisas (Is 46:10; Sl 115:3; Dn 4:35).
Risco pastoral: Cria expectativa de onipotência que Deus não garantiu; quando a realidade contradiz a promessa, sobra decepção, sentimento de fraude espiritual ou acusação contra Deus de 'injusto' (o próprio pregador admite esse risco ao citar 'Deus é muito injusto').
Sugestão: 'Tudo é possível ao que crê' (Mc 9:23) deve ser lido dentro do Getsêmani: a fé máxima confia mesmo quando o Pai responde de outro modo (Mc 14:36; 2 Co 12:8-9).
A fé funciona. A fé sempre vai funcionar. Sempre vai funcionar e sempre funcionou.
Problema: Promessa incondicional de eficácia 100% do método, apresentada como regra sem exceção.
Risco pastoral: Contradiz a experiência bíblica e ecumênica: Paulo orou três vezes e não foi liberto do espinho (2 Co 12:8-9); Herberme a fé de 'outros' que 'não escaparam' (Hb 11:35b-39); produz crise de fé em quem crê genuinamente e não recebe.
Sugestão: A fé sempre conecta com o Deus fiel; os resultados pertencem a Ele, que responde com 'sim', 'espere' e às vezes com graça suficiente em vez do milagre (2 Co 12:9; Hb 11:32-40) — sem afirmar que sofrimento é bênção a ser buscada.
Eu já vi pessoas curadas de câncer porque elas começaram a ouvir pregação de cura... ela falou assim: 'É isso, eu sou curada. Essa doença não, ela não é real. Ela não é real para mim.'
Problema: Testemunho usado como prova do método + negação da realidade objetiva da doença como ato de fé.
Risco pastoral: Pode levar enfermos a negar diagnósticos e negligenciar ou abandonar tratamento médico; transfere ao doente a responsabilidade pela cura ('se não melhorou, sua fé/coração falhou').
Sugestão: Orar com fé por cura (Tg 5:14-16) sem negar o diagnóstico; Jesus reconheceu a doença antes de curar; a Escritura não condena a medicina (Lc, o 'médico amado', Cl 4:14; 'usa um pouco de vinho', 1 Tm 5:23). Crer na cura não exige declarar irreal a doença.
Eu quero mudar minha vida financeira. Por onde que eu começo?... Eu quero mudar minha saúde... Matriculo na academia. Palavras... Não tem outro jeito de começar
Problema: Reduz toda mudança de vida — saúde, finanças, emoções — a um único mecanismo verbal, desconsiderando os meios ordinários que Deus usa (trabalho, sabedoria, tratamento, aconselhamento).
Risco pastoral: Substitui prudência prática por fórmula; a pessoa 'declara' e não age, ou age negligenciando os meios dados por Deus.
Sugestão: As palavras disciplinam e expressam o coração, mas a Escritura une fé e meios: trabalhar (2 Ts 3:10), buscar sabedoria (Pv 4:7), cuidar do corpo (1 Co 6:19-20) e buscar ajuda (Tg 5:16; conselho sábio, Pv 11:14).
Momento de ministração
Aproveite o seu tempo agora para poder declarar aquilo que você quer que a sua vida seja, não aquilo que tá sendo... Declara sua saúde nesse momento... Declara abundância de recurso... Ah, mas eu não estou vendo nada. Mas a sua boca pode falar.
Quem falou: Pregador principal
Problema: O fecho ministerial consolida a fórmula 'declare e será': condiciona saúde e recursos à declaração verbal, ignora a soberania de Deus e incentiva explicitamente a falar contra a realidade visível ('não estou vendo nada, mas fale').
'O único limite tá na sua boca'; 'a fé sempre vai funcionar'
Equilíbrio bíblico: Ensinar que oramos e confessamos em submissão: 'se o Senhor quiser' (Tg 4:15), 'não seja como eu quero, e sim como tu queres' (Mc 14:36); Deus pode responder 'não' ou 'espere' com graça suficiente (2 Co 12:8-9) — sem jamais afirmar que sofrimento ou doença sejam bênçãos a serem buscadas.
'Essa doença não é real para mim'
Equilíbrio bíblico: Orar com fé por cura (Tg 5:14-16; Mc 5:25-34) sem negar o diagnóstico nem desencorajar tratamento médico; Deus cura, e também sustenta e usa meios quando a cura tarda (2 Co 12:9; 1 Tm 5:23).
'minha prosperidade tá ligada ao que a minha boca fala'
Equilíbrio bíblico: Deus abençoa, supre e prospera (Fp 4:19; Pv 10:22; 2 Co 9:8-11), mas não por fórmula verbal garantida: pobreza não é sinal de maldição nem de 'palavras erradas' (Lc 6:20; 2 Co 8:2 — a igreja da Macedônia, na 'profunda pobreza', transbordou em alegria e generosidade).
'Você está limitado pelo seu passado... isso é uma mentira'
Equilíbrio bíblico: Em Cristo nada do passado define a identidade do crente (2 Co 5:17; Fp 3:13-14); contudo, feridas reais podem demandar acompanhamento e tempo como meios da graça — reconhecer a dor não é incredulidade (Sl 42; Rm 8:26). Sem afirmar que o sofrimento passado seja bênção em si.
'Aí na terça-feira o seu carro quebra... Deus tá me punindo?'
Equilíbrio bíblico: O sermão acerta ao identificar a mentira 'antes da igreja era tudo perfeito', mas precisa completar: quem crê e não recebe o resultado desejado não falhou em fé — Hb 11 registra tanto os libertos quanto os 'serrados' (Hb 11:35b-39), todos aprovados por fé.
Reconhece que a fala expressa o coração e que mudança genuína exige alimentar o coração com a Palavra, não mera repetição verbal — o melhor momento exegético e pastoral do sermão.
a gente não muda o que a gente fala decidindo o que a gente fala... vou começar a mudar o que entra no meu coração, porque a boca fala do que está cheio o coração.
Impacto: Combate a confissão mecânica e aponta para a alimentação contínua da Palavra (Rm 10:17; Sl 1), raiz de qualquer transformação de linguagem.
Valoriza a comunidade e a influência das companhias como meio de crescimento.
Diga-me com quem andas e te direi quem que você vai ser... se você quer ter uma vida de fé, você tem que andar com o povo da fé.
Impacto: Pastoreio saudável: discipulado em comunhão (Pv 13:20; Hb 10:24-25); combate o individualismo espiritual.
Desafia o materialismo e o determinismo econômico como fundamento da vida.
a nossa vida não é regida pela nossa conta bancária... pessoas mesmo pobres que se recusam a fazer qualquer coisa de graça.
Impacto: Liberta crentes da lógica marxista de que tudo é recurso e abre espaço para generosidade e serviço desinteressado (Lc 6:35; 2 Co 9:7).
Oferece esperança contra o fatalismo do passado, negando que a história pessoal defina o futuro do crente.
Eu não consigo por causa do que me aconteceu... Isso é uma mentira que tem prendido as pessoas.
Impacto: Coerente com a nova criatura (2 Co 5:17): ninguém está condenado ao seu histórico; pastorais útil para pessoas paralisadas por vergonha e trauma.
Crítica à murmuração, ao pessimismo crônico e à ansiedade, com estímulo à gratidão na fala.
A gente não murmura... 'Jesus volta logo, que eu não tô dando conta' não é isso, irmãos.
Impacto: Edifica cultura de gratidão e esperança (Fp 2:14-15; 1 Ts 5:16-18), inclusive na vida familiar e no trabalho.
Apresenta a fé como acessível a todos, não privilégio de inteligentes ou capazes.
A fé funciona para todo mundo, até para criança. A fé não é complicada. A fé é simples.
Impacto: Coerente com a graça: a fé não é mérito intelectual (1 Co 1:26-29); combate elitismo espiritual.
Compare as dimensões nas barras abaixo. Valores maiores indicam melhor desempenho.
Fidelidade Bíblica
As duas referências estruturantes do sermão são usadas de modo distorcido: Marcos 11:12-24 é relido como lei universal do poder criativo da palavra ('o único limite tá na sua boca', 'não existe limite para você assim como não existe limite para Deus') e Provérbios 18:20-21 vira mecanismo de prosperidade ('minha prosperidade tá ligada ao que a minha boca fala'). Em contraste, Mateus 12:33-37 e Provérbios 13:20 são usados corretamente, e Tiago 3 parcialmente. A mistura de pontos fiéis com distorções nas teses centrais resulta em fidelidade bíblica baixa.
Hermenêutica
Método de prova-texto nas seções centrais: Marcos 11 é narrado com precisão cronológica, mas arrancado de sua função simbólico-profética (figueira/templo) e do v.25 (perdão), para virar fórmula; Provérbios 18:20-21 ignora o gênero sapiencial e é convertido em lei física; Tiago 3 é instrumentalizado como técnica de direcionamento da vida. Mateus 12:33-37 e Provérbios 13:20 recebem leitura correta. Como os pontos-tese principais dependem de má hermenêutica, o score permanece baixo mesmo com acertos pontuais.
Precisão Teológica
Erros doutrinários centrais: fé como 'lei espiritual' infalível ('a fé sempre vai funcionar'); prosperidade garantida pela fala; ilimitação do crente equiparada à de Deus; doença negada como realidade. Não há negação formal da Trindade, da divindade de Cristo ou da salvação pela graça, mas a obra de Cristo está ausente como fundamento — a 'solução' oferecida para as limitações humanas é técnica, não redentora. Os pontos corretos (souverania negada, comunidade, gratidão, nova criatura) não compensam o núcleo distorcido.
Compreensão Contextual
O pregador reproduz bem a sequência narrativa de Marcos 11 (Betânia, figueira, Pedro, resposta de Jesus) e situa corretamente Tiago 3 e Mateus 12; reconhece também que a psicologia do passado 'é real, não é pseudociência'. Porém, ignora o paralelo figueira-purificação do templo, omite o v.25, força o gênero de Provérbios 18 e comete imprecisão factual menor (a luz do sol leva cerca de 8 minutos, não 5). Entendimento parcial: bom no plano narrativo, fraco no plano teológico-contextual.
Aplicação Prática
Há conselhos genuinamente saudáveis: ouvir muita Palavra, buscar boas companhias, abandonar murmuração e pessimismo, cultivar gratidão, não definir-se pelo passado. Mas a aplicação central é danosa: mudar saúde, finanças e emoções 'começando nas palavras' e negando a realidade ('essa doença não é real para mim'; 'não estou vendo nada, mas fale'). Esse núcleo pode gerar culpa de quem não vê resultados e negligência de meios ordinários como tratamento médico e sabedoria prática — risco que penaliza significativamente a dimensão.
Clareza do Evangelho
Critério declarado: sermão de edificação para crentes, avaliado pela coerência com o evangelho (não pela ausência de apresentação evangelística). Aplica-se aqui a exceção obrigatória de Nível 1: o sermão condiciona bênção, cura e prosperidade a um método (a declaração verbal infalível), o que obscurece a graça. Agravante: Jesus é apresentado como 'outro judeu' que trouxe 'uma ideia impressionante' ('não existe limite'), em paralelo direto com Marx, Einstein e Freud — sem cruz, sem arrependimento, sem ressurreição, sem senhorio. A solução cristã é reduzida de redenção a técnica, invertendo o evangelho: em vez de Deus agindo pelo homem, o homem acionando 'leis' de Deus pela boca.
Risco de leitura imposta ao texto:
Quanto menor, melhor — e o score é alto: eisegese acentuada nas teses centrais. Marcos 11 transformado em 'lei da palavra' universal; Provérbios 18:20-21 relido como mecanismo de nutrição/prosperidade ('de onde vem a comida para você?'); a 'figueira sem ouvido que obedeceu' usada como prova de que a fala age sobre objetos inanimados; Filipenses 4:19 convertido em 'todas as minhas contas estão pagas'. Mateus 12:33-37 e Provérbios 13:20 não sofrem eisegese — o que impede score ainda maior.
Risco de conflito com doutrina essencial:
Quanto menor, melhor. Violações centrais de Nível 1: fé como força legal que sempre produz ('lei espiritual', 'a fé sempre vai funcionar'), promessa de prosperidade condicionada à fala, equiparação da ilimitação do crente à de Deus e negação da realidade da doença. Não há, porém, negação formal de doutrinas essenciais (Trindade, divindade de Cristo, ressurreição, salvação pela graça), e o sermão contém contrapesos internos reais (Mateus 12: coração antes da boca) — o que o posiciona no alto da faixa intermediária (35-60), tocando o limite da distorção explícita de doutrina essencial (soberania divina e antropologia).
Abra apenas a parte que deseja consultar.
Tema principal:
O poder das palavras: 'como você enxerga a vida' não é pelos olhos, mas pela boca — o crente deve rejeitar os limites impostos por Einstein (física), Marx (dinheiro) e Freud (passado) e falar, com fé, o que 'vai ser'
Tom pastoral:
Exortativo, informal e motivacional, com humor e interação constante; visa criar identidade denominacional ('o DNA do Verbo da Vida') em torno da prática da confissão positiva e mobilizar declarações coletivas ao final
A mentalidade ocidental — fundada em Einstein (limites físicos), Marx (determinismo econômico) e Freud (determinismo do passado) — impôs limitações que o crente precisa reconhecer e rejeitar.
Suporte: Introdução sobre os 'três homens judeus que falavam alemão'; Einstein: 'existe um limite de velocidade no universo'; Marx: 'tudo é recursos'; Freud: 'você está limitado pelo seu passado... isso é uma mentira'.
Jesus ensinou que não há limites para o crente: o que ele declara com fé, sem duvidar no coração, acontece — a figueira secou e o monte se move pela palavra.
Suporte: 'Não existe limite para você, assim como não existe limite para Deus'; 'O único limite tá na sua boca'; leitura de Marcos 11:12-24; 'até você tá secando uma figueira, falando com ela, nós vamos falar essa palavra'.
A prosperidade e o sustento vêm do que sai da boca: quem fala escassez come escassez; quem fala abundância come abundância.
Suporte: 'Você come daquilo que sai da sua boca'; 'minha prosperidade ela tá ligada ao que a minha boca fala'; exemplos dos comerciantes que dizem 'tá difícil' e da cantiga 'eu sou pobre, pobre, pobre'.
Textos:
A língua é o leme do navio da vida; a mudança de direção vem pela confissão persistente e coerente, não por verbalismo intermitente.
Suporte: Tiago 3:2-12; exemplo do Titanic; 'Se o leme ficar firme, o navio todo é obrigado a mudar a direção'; 'não é segunda-feira de manhã que sua vida vai mudar'.
Textos:
A mudança da fala não vem por força de vontade, mas por encher o coração com a Palavra — 'a fé vem por ouvir' — e então a boca fala naturalmente o certo.
Suporte: 'a gente não muda o que a gente fala decidindo o que a gente fala... vou começar a mudar o que entra no meu coração, porque a boca fala do que está cheio o coração'; 'A fé vem por ouvir a palavra de Deus'; maratonas de pregações.
Associações moldam a vida: conviver com pessoas de fé, que falam e creem da mesma maneira, acelera a transformação.
Suporte: 'Nada muda a nossa vida mais do que associações'; Provérbios 13:20; exemplo do aprendizado de línguas e dos amigos que entregam o dízimo.
Textos:
Uso Contextual
Aplicação forçada: a narrativa é reproduzida corretamente, mas o ato profético-simbólico de Jesus é transformado em paradigma universal de poder criativo da palavra humana ('até você tá secando uma figueira, falando com ela, nós vamos falar essa palavra').
Questões Exegéticas
Ignora que a maldição da figueira é ação profética de juízo (frutificação aparente sem fruto), estruturada em paralelo com a purificação do templo (Mc 11:15-19); converte um gesto único e messiânico de Jesus em técnica replicável por qualquer crente.
Leitura Sugerida
Ler a figueira como símbolo de juízo sobre a aparente frutidão de Israel/templo, preparando o ensino sobre oração confiante em Deus (Mc 11:22-25).
Uso Contextual
Fora do contexto original e distorcido: 'Tenham fé em Deus... crer que acontecerá o que diz, assim lhe será feito' é relido como 'o único limite tá na sua boca' e 'não existe limite para você, assim como não existe limite para Deus'.
Questões Exegéticas
O v.22 ('tende fé em Deus') focaliza Deus como objeto da fé, não o poder intrínseco da palavra; a hiperbole do monte (cf. Zc 4:7) ilustra a oração confiante, não uma fórmula automática; o v.25 (perdão como condição relacional da oração) é omitido; a soberania divina ('se o Senhor quiser', Tg 4:15; 1 Jo 5:14) desaparece — 'assim lhe será feito' vira garantia mecânica.
Leitura Sugerida
Mc 11:22-25 como ensino de Jesus sobre orar com fé em Deus, perdoando, e submetendo os pedidos à vontade do Pai (cf. Mc 14:36; 1 Jo 5:14-15).
Uso Contextual
Eisegese grave: poesia sapiencial sobre as consequências que as próprias palavras trazem ao falante (satisfação ou ruína) é relida como lei física de nutrição e prosperidade ('De onde vem a comida para você?... Você come daquilo que sai da sua boca').
Questões Exegéticas
'Ventre/estômago' é metonímia do interior do homem e da satisfação, não instrução sobre a fonte do alimento; a conclusão 'minha prosperidade tá ligada ao que a minha boca fala' não tem base no gênero literário nem no contexto; provérbios descrevem padrões de sabedoria, não leis automáticas de produção material.
Leitura Sugerida
Pv 18:20-21 como advertência sapiencial sobre o poder moral e social das palavras, integrada ao temor do Senhor (Pv 1:7), ao trabalho (Pv 6:6-11) e à riqueza que vem do Senhor (Pv 10:22).
Uso Contextual
Parcialmente correto: a metáfora do freio, do leme e do fogo é real do texto, mas é instrumentalizada como técnica ('Se você controlar a língua, você consegue controlar qualquer impulso pecaminoso'; 'A sua vida vai para onde a sua língua for primeiro').
Questões Exegéticas
Tiago denuncia a inconsistência de abençoar a Deus e amaldiçoar o homem pela mesma boca e aponta para a sabedoria que desce do alto (3:17) — tema de graça e humildade, não de direcionamento da vida e das circunstâncias pela fala; o v.2 trata de perfeição moral, não de domínio do destino.
Leitura Sugerida
Tiago 3 como chamado à consistência da fala e à sabedoria celestial; o domínio da língua como fruto da obra de Deus no coração, não como técnica de engenharia de vida.
Uso Contextual
Usado corretamente: 'a boca fala do que está cheio o coração' é aplicado contra a confissão mecânica — mudança verdadeira exige mudança do coração.
Questões Exegéticas
Nenhum problema relevante no uso; ressalva: o ponto correto acaba sendo reabsorvido pela fórmula geral do sermão ('se encher o coração, a fala com fé produz o que se quer').
Leitura Sugerida
Manter a leitura dada e explicitar que a boca só muda permanentemente com novo coração (regeneração, Ez 36:26) e alimentação contínua da Palavra.
Uso Contextual
Aplicação exemplar legítima: 'o que anda com os sábios será sábio' aplicado à influência das companhias, com contraste correto entre o ditado popular e o texto bíblico.
Questões Exegéticas
Nenhum relevante; a extensão 'seus amigos todos são milionários e você continua do mesmo jeito? Não tem jeito de isso acontecer' é ilustração sociológica, não exegese, e promete mais do que o texto promete.
Leitura Sugerida
Manter a leitura, amarrando a associação à comunhão e à disciplina da igreja (Hb 10:24-25).
Uso Contextual
Usado corretamente no princípio ('a fé vem por ouvir a palavra de Deus'), mas deslocado: no original, Paulo trata da pregação de Cristo como conteúdo da fé salvífica.
Questões Exegéticas
Deslocamento leve: 'maratonas de pregações' temáticas (cura, prosperidade) como técnica de reprogramação do coração extrapola o contexto paulino sobre o evangelho pregado.
Leitura Sugerida
Rm 10:17 ligado à pregação do evangelho; a alimentação da fé por toda a Escritura (2 Tm 3:16-17), não apenas por temas escolhidos.
Uso Contextual
Aplicação forçada: a promessa é usada como confissão de garantia material ('Deus em Cristo Jesus há de suprir todas as minhas necessidades em glória. Todas as minhas contas estão pagas. Essa é a minha realidade.').
Questões Exegéticas
Paulo agradece a generosidade dos filipenses (4:14-18) e promete suprimento no contexto de igreja generosa e dele próprio aprendendo contentamento (4:11-13); 'suprir necessidades' não equivale a 'todas as contas pagas' como realidade declarável.
Leitura Sugerida
Fp 4:10-19: contentamento em toda situação + confiança de que Deus supre; generosidade e provisão caminham juntas, sem garantia de ausência de apertos (2 Co 11:27).
Subordinar toda declaração e oração à vontade de Deus (Tg 4:15; 1 Jo 5:14; Mc 14:36) e abandonar a linguagem de 'lei espiritual que sempre funciona', que transfere ao crente o peso do resultado e à fala um poder que pertence a Deus.
Eliminar promessas de prosperidade atreladas à fala; ensinar suprimento (Fp 4:19), trabalho (2 Ts 3:10), sabedoria (Pv) e generosidade (2 Co 9:6-11) sem fórmula garantida, deixando claro que a pobreza do crente não é culpa de 'palavras erradas'.
Corrigir a teologia da cura: orar com fé sem negar o diagnóstico nem desencorajar tratamento médico; apresentar Deus como o que cura e também sustenta (2 Co 12:9; Tg 5:14-16).
Retirar a afirmação 'não existe limite para você, assim como não existe limite para Deus' — manter a distinção Criador-criatura (Sl 115:3; Dn 4:35) e a oração de submissão do Getsêmani como modelo.
Apresentar Jesus como Senhor e Salvador, não como 'outro judeu' com ideias competindo com Marx/Einstein/Freud; ancorar a esperança na cruz e na ressurreição, não numa técnica que Ele teria ensinado.
Preservar os pontos fortes: Mateus 12:33-37 (o coração alimenta a boca), Provérbios 13:20 (associações), a esperança contra o fatalismo do passado e a gratidão contra a murmuração.
Incluir contrapeso pastoral explícito: quem crê e não vê o milagre não falhou em fé; Deus responde com 'sim', 'espere' ou graça suficiente (2 Co 12:8-9; Hb 11:32-40), e nenhuma bênção de Deus é condicionada a rituais, declarações ou eventos.
Resumo em uma frase:
Sermão temático da tradição Palavra da Fé cuja ênfase dominante — 'o único limite está na sua boca' e 'a fé sempre funciona' — transforma Marcos 11 e Provérbios 18 em fórmula automática de cura e prosperidade e iguala o poder do crente ao de Deus, obscurecendo o evangelho, embora contenha momentos corretos e aproveitáveis (Mateus 12:33-37; Provérbios 13:20) sobre o coração e a comunidade.
🤿
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