ADVEC
29 de setembro de 2026
1h 13min
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Nota deste sermão
76
de 100 pontos
Uma ministração pastoralmente relevante e centrada na graça de Cristo, com boa aplicação sobre culpa, perdão e exaustão, mas que precisa de maior precisão em Romanos 8:1, Mateus 11:28-30, Tiago 5:16, guerra espiritual e cuidado psicológico.
Critérios e notas consideram a tradição Pentecostal Assembleiana (Assembleia de Deus Vitória em Cristo)
Análise gerada por IA em 02 de outubro de 2026 · entenda a metodologia e os limites →
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de te servir, Pai, de te adorar, de te engrandecer, Senhor. Queremos entregar em tuas mãos, Pai, essa reunião, te pedindo, Espírito Santo, fala conosco. Espírito Santo, queremos te ouvir. Espírito Santo, convence-nos do pecado, da justiça e do juízo. Jesus Cristo, queremos ouvir a tua voz. Te pedimos que o Senhor aplique tudo que for dito, cada uma das palavras, Senhor, a realidade que nós estamos vivendo. Espírito Santo, aplica a nossa maneira de viver. aquilo, Senhor, que nos tornará mais parecidas com Cristo. Senhor. Te entrego, Senhor, o coração de cada irmã que está aqui, de cada irmã que está a caminho. Eu te peço, Senhor, proteja, guarde, traga em paz, Senhor. Tu conheces a necessidade de cada uma, Senhor. E nessa tarde eu intercedo, Senhor, pela família, pela casa, pelo futuro, Senhor. Aquilo, Deus, que ela tem apresentado diante de ti, tu conheces em detalhes, Senhor. Nós não conhecemos, mas tu sabes, Pai, e te pedimos. Age, Pai, em nosso meio. Responde, Senhor, a nossa oração. Fala conosco, Pai. Orienta-nos. Dá a direção, Pai. Tu podes, Senhor, trazer iluminação pro nosso entendimento, Senhor. Quantas vezes, Senhor, estamos andando, Senhor, em círculos, Pai, sem saber o que fazer, Senhor, mas basta uma palavra tua, Senhor, para que o caminho se ilumine. É isso, Pai, que eu te peço nessa tarde, que o Senhor possa falar conosco, abençoar-nos, livrar-nos de todo mal e nos prosperar, Senhor. É a oração que eu te faço nessa tarde, em nome de Jesus. Amém. Nada. Senhor nosso Deus, nosso pai, te agradeço, Senhor, essa tarde abençoada, Senhor. Ô, Senhor, obrigada por chegar aqui, Senhor, embaixo da sua bênção. Obrigada, Senhor, por cada minuto desse dia, meu acordar. Obrigada, Senhor, por estar presente no seio da minha família. Ô Senhor, peço por cada uma irmã que está aqui já preparando, Senhor, seu coração e sua mente para receber, Senhor, da sua palavra essa lição que a pastora preparou com todo coração e com todo carinho para nos abençoar, Senhor. Traga cada uma que está se dirigindo a esta sala, Senhor, com cuidado, com carinho, com amor, com perfeição. Derrama a sua graça, Senhor, sobre nós e esteja conosco, Pai. Pai, eu te peço pela vida do pastor Silas, pastor Elisete, pastor Silas Filho, pastora Raquel. Eu peço pela vida das pastoras que estão à frente desse trabalho aqui na sala do crescimento, Senhor, do encontro do crescimento, Pai. Ô Senhor, obrigado por cada minuto desse dia, cada minuto que o Senhor já preparou para nós, que saiamos daqui, Senhor, que se enche de tudo que o Senhor já colocou na no coração da pastora para transferir para cada uma de nós, Senhor. Ô Senhor, muito obrigada, Pai. Muito obrigada. que saiamos daqui para um culto abençoado. Prepare o pastor que vai ministrar a palavra essa essa noite no na igreja e que cada uma de nós, Senhor, sejamos abençoadas em nome do Senhor Jesus. Amém. Pai querido, pai amado, viemos aqui nessa tarde, Senhor, te pedir, Senhor, e te agradecer por tudo que o Senhor tem feito em nossas vidas, Senhor. Que possamos sair daqui cada dia mais edificadas, que o Senhor consiga, Pai, transmitir toda a sua palavra ao nosso coração. Que o Senhor guarde cada uma das irmãs que estão aqui, as pastoras e todas que estão a caminho, Senhor. Obrigada por esse dia ser conosco, Senhor, durante essa noite. É o que te pedimos, Senhor. Muito obrigado por todas as bênçãos e pelas graças, Senhor, alcançadas, Senhor. Só temos a te agradecer, Senhor, por tudo que o Senhor tem feito, que o Senhor ainda irá fazer nas nossas vidas. É o que te pedimos e te agradecemos, Senhor, ser conosco nesse encontro do conhecimento, que possamos sair daqui cada dia mais fortalecidos com essas palavras. É o que te pedimos e te agradecemos, Senhor, em nome do teu filho amado Jesus. Amém. Fátima para começar. Tá bom. Eu só vou só no banheiro só. Só vou no banheiro instantinho. Pode é só um minutinho, não é? Já são cinco, que aí depois é fazem. Tá bom. Vai ser esse organito aí. Eu vou >> não tinha reparado. E essa essa cadeira aqui ela deve liscar. Ai meu Deus. Tão grande, mas tão grande. >> Ah, você também tá. Ah, eu achei que eu tava passando mal, mas eu acho que tô passando mal. >> Eu não achei, eu não achei. Achei que só tinha Coca-Cola gelada. Bonito agora. Olha como essa linha amarela. >> Tudo parado aqui. Foi. Daqui a pouco >> já pode começar. Então >> quer falar? Não, não. >> A paz do Senhor. >> Eh, tem alguém aqui que é primeira vez que tá vindo? Você já teve aqui? >> Eu vim direta ano passado e agora hoje, semana passada eu vim. >> Ah, então tá bom. Mas seja bem-vinda, o Senhor te abençoe, né? >> Ah, tá bom. Tá bom. Daí tem a opção da da internet, tá, gente? Eh, quem não tem o livro lá na na loja da pastora Tânia ali fora, que vocês podem adquirir. Não é obrigatório. Tem gente que já pergunta assim: "Ah, se eu não tiver o livro, pelo amor de Deus, pode, pode vir assistir, tá bom?" Só que você vai perder porque não dá para falar tudo em uma hora. E a gente hoje vai ter, nós vamos ter duas lições. Não sei que que é pastora, não, porque o assunto é denso, mas que o Senhor tenha misericórdia, que possa olhar nos nossos corações. [risadas] [risadas] Vamos receber a pastora Ana Clara. Uma salva de palmas. Obrigado, pastor. Paz do Senhor, queridas. queridas. >> Amém. >> E para melhorar, o meu tablet não quer baixar a minha aula por, meu Deus. Tá bom. >> Em oração, em fervente oração para que o o suporte aqui sustente. >> Isso aí. É novo novo convertido. >> É novo convertido. É. Não, [risadas] que horror. Não, >> bem, vai baixar aqui em nome de Jesus. Irmãs, é uma alegria estar aqui com vocês. Eh, eu amo, sempre digo isso, né? que eu amo o encontro de crescimento, eu amo esse formato, eu gosto muito dessa proposta aqui de nós nos reunirmos para estudarmos o livro, para poder nos debulçarmos sobre um assunto. Então, é sempre um prazer tá aqui. Agradeço a oportunidade de pastora Fátima, pastora Ivana e justificar a minha ausência. Eu sempre, normalmente vinha, né, toda terça-feira, mas eu tô me aventurando aí em duas pós-graduações ao mesmo tempo. E aí acaba que eu não tenho tanta disponibilidade para vir, mas sempre que possível. Tudo bem, Marcela? Vamos ver você aqui. Bem, irmãs, hoje nós temos esse desafio aí de falar de dois capítulos desse livro tão incrível do pastor Jarmut. Tá ótimo. O os capítulos 4 e 5. Pode passar aí, por gentileza. E aí eu vou Ué, desconfigurou. Eu vou Mas dá para entender, né? Culpa, rancor, ansiedade, vazio de sentido, burnout e escravidão da produtividade. Tá? Eu vou juntar aí os temas, os assuntos, porque os capítulos quatro e c eles tratam disso, que não deixam de tocar em questões emocionais. E como nós estamos no mês do setembro amarelo, estamos no mês de prevenção, estamos finalizando o mês de setembro, que é um mês separado, dedicado pra gente falar de prevenção, falar de saúde mental, de saúde emocional. E esses são temas que tocam nas nossas emoções. Vamos aproveitar aqui para falar disso. Então, ele apresenta essas cinco questões que podem acometer cristão e apresenta Jesus como descanso para a alma e a oração como ambiente que vai promover esse descanso. Então, vamos entrar no capítulo 4. No capítulo 4 ele trata da culpa e do rancor. Pode passar, por gentileza. Eu gosto dessa imagem aí. Não gosto dessa imagem não, mas eu entendo que ela transmite bem o cenário interno de muitas mulheres. Eu sou psicóloga, trabalho especificamente com mulheres. E se tem uma coisa que eu tenho que começar sempre a quando eu começo a conversar com com a mulher, uma coisa que eu preciso dizer é: "Tira o chicote da mão em nome de Jesus, querida". Porque muitas vezes ninguém é maior, é o maior hater de uma mulher do que ela mesma. E a culpa ela é algo muito presente no dia a dia da mulher, no emocional de uma mulher. E aí no livro, o pastor ele não vai tratar apenas a nível emocional, tá? Daqui a pouquinho eu vou vou tirar da culpa e vou colocar na autocondenação, tá? Então, a culpa o pastor Jarmute não vai tratar só como uma questão emocional, claro, corretamente, ele vai tratar como uma questão espiritual. É uma prisão espiritual na culpa. E aí tem uma questão espiritual envolvida. Por quê? Porque envolve uma ofensa. Que que é uma ofensa? Ofensa é uma ferida num relacionamento. Isso é uma ofensa. No caso da culpa, é uma ferida no meu relacionamento com Deus. Algo aconteceu e eu me sinto em falta. Eu me sinto errada. De alguma maneira eu fiz alguma coisa que eu considere errado. E isso faz com que eu me sinta culpada. Mas a ofensa de uma maneira geral, né? essa ferida que pode acontecer em um relacionamento, pode acontecer no meu relacionamento para com Deus, pode acontecer no meu relacionamento para com eu mesma, comigo mesma, eu posso não me perdoar por algo que eu fiz. Eu me sinto culpada e eu mesma não me perdoo. Ó, ou eu posso ter sido ferida, eu posso ter sido alvo de ofensa. E aí essa ferida pode ser uma injustiça, pode ser uma rejeição, pode ser que eu tenha sido desrespeitada, humilhada, enfim. John Bir tem um livro maravilhoso chamado A isca de Satanás. É um livro precioso. Se você tiver oportunidade de ler, é uma sugestão que eu te faço que fala muito sobre ofensa e ele apresenta, oi? A isca de Satanás, de John Bivir. E ele apresenta a ofensa como uma isca, porque ele diz que a ofensa funciona como uma armadilha usada por Satanás para nos manter prisioneiras. Essa é uma prisão espiritual. Eu particularmente gosto de pensar na Não gosto de pensar em ofensa, mas quando eu penso em ofensa, eu gosto da alegoria da semente. A ofensa é uma semente que pode ser que caia no nosso coração, seja alimentada e se transforme numa raiz de amargura. Hebreus 12:15 diz o seguinte: "Tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus e de que nenhuma raiz de amargura brotando vos perturbe e por elas muito se contamine." Uma raiz não é um fruto. Um fruto você vê logo de cara quando você encontra uma árvore, mas a raiz não. A raiz fica debaixo da terra. Então uma raiz fica escondida. Você não vê uma raiz crescendo. Em geral o brotinho vai nascer depois que a raiz já cresceu, né? Aí aparece o brotinho, a raiz fica escondida, você não vê, mas ela está trabalhando debaixo da terra, só que só existe fruto depois que existe uma raiz. uma raiz. E a culpa e o rancor são sinais de alerta, porque tem no radar. E aí o o pastor, ele vai fazer uma conexão muito interessante. Ele vai falar que as duas questões tocam em dívidas. ou uma dívida que eu assumo diante de Deus por causa de um erro, que é quando eu me sinto culpada, ou o rancor, que é quando alguém tá indébito comigo, quando alguém deve algo para mim, porque de alguma maneira eu fui ferida. Mas entrando aqui na questão da culpa. A culpa então é um estado interno que mantém o nosso coração debaixo de acusação. acusação. A culpa sinaliza que a gente fez algo contrário àquilo que a gente considera certo. E estar certo é algo importante pra gente. E aí eu não gosto de me desfazer da culpa de primeira, de início. Por quê? que a culpa é importante. Se eu não me der conta que eu errei, você entende que eu não vou corrigir o meu comportamento. A culpa por si só, ela não é uma emoção ruim, ela é uma emoção necessária. E >> é um alerta, né? >> Ela é uma emoção, ela é um, no painel, ela tem a sua função, ela tem a sua importância e de todo há uma dívida real nossa, diante de Deus. O pecado é isso. O pecado ele é uma dívida, ele é uma ofensa. E essa dívida exige reparação. Todo o Antigo Testamento, com os rituais lá que os hebreus faziam, existia uma informação sendo trabalhada, retrabalhada, retrabalhada. O pecado gera morte. O pecado exige derramamento de sangue, exige pagamento. Então é verdade. Nós temos uma dívida diante de Deus nós erramos. Só tem um detalhe. Jesus pagou essa dívida. Um sangue foi derramado a fim de que eu esteja isenta dessa dívida. E quando eu não tenho essa consciência do que que do que fazer com essa culpa, quando eu não me aproprio disso aqui, da verdade a respeito da minha situação diante de Deus, aí eu fico vulnerável ao engano. engano. Colossenses 2 13 e 14 diz assim: "Ó quando estaveis mortos nos pecados e na incircuncisão da vossa carne, vos vivificou juntamente com ele, perdoando-vos todas as vossas ofensas, havendo riscado a cédula que era contrária, que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária e tirou do meio de nós cravando-a na cruz." Então, irmã, tinha uma cédula mesmo de dívida. Escritudinha as coisas erradas que a gente fez. Só tem um detalhe, essa cédula foi pega e cravada na cruz. Então, é importante que a gente não minimize o pecado. O pecado é uma dívida que precisa da cruz. E quer saber? Eu não sou bom o suficiente mesmo. Você não é merecedora mesmo, querida. Não é. Não é. OK. Você OK. Você só se torna merecedora mediante o sacrifício feito por Cristo, porque o merecedor é ele e eu agora estou coberta com o sangue de Cristo. Então, entenda, não é eu diminuir aquilo que eu faço, não é eu admitir, não é eu dizer para para eu mesma: "Não, eu sou boa assim, eu sou merecedora assim". Não é que apesar de eu não ser merecedora, eu não preciso ser merecedora porque eu sou alvo da graça de Deus. Eu conto com a misericórdia de Deus. Por que que eu tô salientando isso? Porque existe uma inclinação na psicologia de colocar a gente muito assim, sabe, grandão. E eu penso que por vezes a gente precisa de uma, a gente precisa ter consciência da nossa miséria. Porque quando eu tenho consciência do quanto eu sou dependente da graça de Deus e eu tenho, eu amplo o meu conhecimento do quão errada, do quão falha, do quão não merecedora, quão não boa ou suficiente eu sou, eu consigo olhar com mais misericórdia ao meu irmão que erra. Porque eu vou olhar para ele e vou dizer: "Somos todos farinha do mesmo saco, pecadores. Precisamos ambos da graça de Deus. Eu não me sinto superior ao irmão." Por quê? Porque eu tenho consciência. Eu tenho consciência de que aquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós, para que nele fôssemos feitos justiça de Deus. Que justiça é essa? Essa justiça que dá um bololó na nossa mente. A Bíblia chama a nossa justiça de trápo de imundícia. O que a gente considera justiça Deus chama de trapo de imundícia. Você sabe o que quer dizer trapo de imundícia? Não sabe? Era o pano tecido que retinha o fluxo menstrual da mulher. Olha onde aonde Deus vai para dar um lampejo do que a gente considera justo. Justo. Deus chama de trapo de imundícia. A justiça de Deus é Romanos 8:1. Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o espírito. Aí eu preciso fazer uma observação. Os que não andam mais segundo a carne. Que que é carne? Carne é a nossa natureza humana. E às vezes a gente tá tentando se sentir boa o suficiente de acordo com a nossa natureza humana. Se você ficar tentando extrair o seu senso de valor, de identidade daquilo que você faz, de você ser merecedora, você tá andando de acordo com a sua natureza humana. Vai se sentir sentir condenada sim. Por quê? Porque a nossa natureza humana tem uma maneira de se sentir bem consigo mesma, pautada no orgulho, que é quando a gente se sente a grandona, que é quando a gente é reconhecida por aquilo que a gente faz e é quando a gente não é criticada, quando a gente é perfeita. Se você tiver andando na carne, amada, prepare-se. Se você depender disso, da sua natureza humana, para se sentir boa ou suficiente, aqui, ó, agora, se você compreender a sua natureza espiritual, sua situação espiritual, o que Jesus fez por você, para que você tenha acesso a uma identidade que você não merecia, mas porque ele te amou, agora você tem, aí, amiga, isso aqui não vai fazer sentido, tá? Não vai fazer sentido. Não vai fazer sentido você ter vergonha de se apresentar diante de Deus. Por quê? Porque todas as coisas estão nuas e patentes diante dos olhos daquele a quem nós iremos prestar contas. Amada, Amada, Deus sabe de coisa sobre você que nem você sabe. Tem coisa que você se considera correta para caramba. Você se dá nota 10. E o Espírito Santo tá falando assim: "Sabe de nada inocente? Igual Pedro. Pedro tava crente, crente que tava abafando. Crente. Tá. Pedro estava. Não, estou pronta a morrer por você, Jesus. Entendeu? E Jesus, hoje mesmo, hoje mesmo você vai me negar três vezes. Isso acontece. Aconteceu com Pedro, acontece com a gente também. A gente tá achando que a gente tá lá em cima, o Espírito Santo tá falando assim: "Deixa bem menos, bem menos, quase." Mas você entende que isso não é uma baixa autoestima? Isso é a consciência da grandiosidade do que Deus fez por nós. E é uma libertação. Eu não preciso ser boa ou suficiente. Eu não preciso ser a grandona. Eu não preciso ser reconhecida. Eu não preciso não ser criticada. Por quê? Porque eu sou eleita, escolhida, amada em Cristo. E porque eu tenho essa posição na minha identidade, a minha idade tá bem preservadinha nesse lugar, agora o Espírito Santo pode trabalhar a minha santificação. E aí, amigas, preparem-se, né? Porque o Senhor vem com a luz dele. E quando a gente não tem esses conceitos bem trabalhados dentro da gente, a gente não dá conta não, porque a gente fica condenada e a gente quer fugir da presença de Deus. Então eu deixo aqui para você esses dois versículos. Se você tem questões com culpa, você vai sair daqui com um trabalhinho. Você vai repetir isso. Vai fazer uma lavagem cerebral. Você vai falar aqui, ó, cérebro, mente. Você vai internalizar essa realidade. Você vai declarar Segunda Coríntios 5:21, Romanos 8:1 e Hebreus 4:16, que diz: "Cheguemos, pois, com confiança junto ao trono da graça, a fim de encontrarmos graça e misericórdia em tempo de necessidade. Tô precisando, tô no meu momento trevosa, deveria estar amorosa, não tô virtuosa, tô treva pura." É essa hora que eu vou entrar na presença de Deus e vou clamar. Fala, Senhor, eu chego com a minha miséria diante de ti, sabendo que eu sou pecadora, mas eu creio na obra que o Senhor fez na cruz pro Senhor lidar com essa natureza carnal maldita que tem aqui. Porque eu não quero tomar a forma disso, eu quero tomar a forma de Cristo. A gente se aproxima do trono da graça com confiança. Confiança em quê? No sacrifício de Cristo na cruz. Agora, se você não consegue abrir mão da sua culpa diante disso, eu pergunto para você. Sacrifício de Cristo não foi suficiente, bonito? Não te perdoa. Jesus te perdoa e você não se perdoa. Tá podendo, hein? Não sei se eu alcancei. Eh, inclusive o que me chamou atenção e é a observação de que se eu não me perdoo, não adianta eu perdoar, porque na verdade eu eu tô carregando um um remorço, né? E remorço não é arrependimento, né? Eu Eu penso assim, ó. Às vezes a gente tem uma autoimagem tão tão tão tão tão grandona, eu sou, eu preciso tanto ser perfeita, porque eu trago isso da minha história muitas vezes, que eu não admito os meus erros. Sabe o que que isso é? Isso é orgulho, gente. Eu preciso ser humilde. Eu erro, eu falho. falho. Deus não exige isso de mim. Deus olha para ele e fala: "Cara, é barro, precisa de graça". Aí olha como é que Deus, Deus é incrível. Ele criou um ambiente aonde as pessoas que querem agradá-lo e não conseguem, ele sabe que a gente não consegue agradá-lo, ele criou um ambiente aonde o filho dele fez tudo que era necessário para que agora a gente seja aperfeiçoado. Então ele vai lidar conosco e nós vamos errar, porque nós precisamos entrar em contato com aquilo que em nós aí não reflete o caráter dele. Amém? Aí eu não me perdoo. me perdoo. Ele me perdoa, eu não me perdoo. Ele me olha com misericórdia, mas na hora que eu olho para mim, eu olho para mim assim, ó, auto me autocondenando. Eu já atendi mulheres cristãs que no momento de erro, porque não conseguiam lidar com o fato de errarem, elas se autoagrediam literalmente, soco em si mesma, por causa da angústia de não suportar errar. Irmã, não é normal isso, tá bom? Isso não é normal, é uma questão emocional/ra espiritual. E eu quero te ensinar como foi que eu lidei com a culpa. Eu ficava presa quando eu era mais jovenzinha, eu tinha problema com a mais jovenzinha, eu tinha problema com a culpa e eu ficava presa em ruminação de vergonha. Mas você fez aquilo que quando eu era adolescente eu era meio namoradeira, só um pouquinho. Nunca namorei homem casado, mas namorei mais do que devia, mais do que eu gostaria. E aí Satanás adorava trazer isso do nada, mas ia a sua adolescência e ficava aqui, ó, rumenação de vergonha. Tá. Aí um dia eu me irritei. O que que eu fiz? Eu falei: "Ah, é Satanás, você tá trazendo os meus pecados à minha memória. Eu vou lembrar você o teu futuro. Você tá trazendo o meu passado na minha memória. Eu vou lembrar você ao seu futuro. Você é um burro. Você tá condenado ao inferno. Eu tenho a graça. Eu vou viver eternamente com do céu. Gente, o cão ouviu e foi embora. Nunca mais na minha vida eu tive problema com culpa. Eu já ensinei isso pra minha filha. Filha, pode, mas pode descer, entendeu? Tudo que você sabe que vai acontecer com você com Satanás, fala com ele que ele vai, ó, desaparecer [risadas] >> os textos. Posso? >> Segunda Coríntios. Capítulo 5, versículo 21. Segunda Coríntios 5:21, que fala que nós somos justiça de Deus. OK? Eu sou justiça de Deus. Não faz sentido. Não é para fazer sentido, não. Eu sou justiça de Deus. Romanos 8:1. Nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. E Hebreus 4:16. Porque eu vou chegar com confiança ao trono da graça. Gente, essas coisas a gente tem que se apropriar pela fé, entendeu? Sacar a espada, sacar a espada e f assim: "Essa aqui é a verdade sobre mim". Eu coloco, vou te dar aqui mais um. Colossenses, esse aqui que eu falei, Colossenses 2, 13 e 14. Se você quiser, faz uma lista. Colossenses capítulo 2, versículo 13 e 14. Você faz uma lista de tudo que a tua mente te condena e te acusa. Você pega essa lista, você pega uma caneta vermelha, porque às vezes o nosso cérebro às vezes precisa dessas coisas, tá? Pega uma caneta vermelha, faz um riscão assim no meio, ó, e escreve assim, ó: "Teleai". Você sabe o que que é telistai? Foi o que Jesus falou lá na cruz do calvário. Está consumado. Está pago. Tá pago. Satanás tá pago. Jesus pagou. Não sou eu que vou retirar do lado do esquecimento. As coisas que foram tá pago. Telestai. Ok. Isso aí é uma questão, gente, da gente se apropriar das verdades espirituais e viver à altura daquilo que Deus nos entregou. É assim que a gente derrota Satanás, tá? É assim que a gente transforma aquilo que está aqui, aqui nisso que está aqui rodando. Informação não muda a nossa mente. Informação não muda cérebro. O que muda cérebro é experiência. Você tá vivendo um tá presa naquele momento, você faz algo dessa maneira, você experimenta um alívio. Isso o seu cérebro ele vai criando novos caminhos neurais. E aí você de repente a, entendeu? Você internaliza aquela verdade dentro de você, tá bom? OK. Rancor pode passar. Que que é o rancor? Arrancor. O rancor, ótimo, já passou 30 minutos. [risadas] O rancor é outra coisa. O rancor já não é a minha dívida, é a dívida do próximo em relação a mim, tá? Então, tá? Então, a gente pode até ter razão. O outro realmente nos ofendeu. Lembra que a ofensa é uma dívida? O outro realmente nos ofendeu. Mas nem sempre os outros o outro nos ofendeu. Gente, o que mais acontece? Eu desconheci essa realidade porque não é uma fraqueza minha. Eu tenho minhas fraquezas, mas essa não é. Mas tem gente que fica ofendida com algo que o outro nem sabe que fez. que fez. Ah, me olhou torto. A pessoa tava olhando, tava pensando na conta que ela tinha para pagar. Ela não viu que te olhou torto. Gente, isso é seríssimo. Tem pessoas que perdem a comunhão com a igreja porque um dia pediu pro pastor para fazer uma oração e o pastor tem um papel simbólico gigantesco, né? E aí o pastor esqueceu, tava ali no na correria, não anotou, esqueceu. A pessoa, ela sai da igreja e nunca mais às vezes ela volta. Por quê? Porque ela ficou ofendida. Ela ficou ferida. Então, primeiro eu quero destacar que nem sempre aquilo que te feriu partiu de uma de um de uma intenção de te ferir. É a primeira coisa. E a segunda coisa, mas vamos cogitar que realmente você tenha sido ofendida. Amém. Que realmente alguém sabia o que tava fazendo, te desrespeitou, foi injusto com você, te rejeitou. Então, queridona, vai ter que liberar. Vai ter que liberar. Vai ter que estar liberando. Por quê? Por quê? Tem um negocinho escrito assim, ó. Mateus 6:12. Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos os nossos devedores. Olha como é que Deus entende essa essa dinâmica que se passa com um outro que nos fere. Eu tô aqui falando de maneira leve, porque isso é um assunto pesado. Eu não tô debochando, eu tô falando de maneira leve, tá? Mas isso é assim, relacionamento, vida cristã. Relacionamento. Aqui eu tô falando de ofensa do nosso marido, da nossa mãe, do nosso pai, do nosso irmão, do nossos vizinhos. Quanto mais próximo a uma pessoa, maior a expectativa que eu coloco sobre ela, maior o potencial ofensivo quando ela me fere. Ok? E isso não é uma brincadeira, só tem um detalhe. A pessoa pode até ter te ofendido e você pode precisar lidar com o pecado dela, mas ficar ofendida, irmã, não vai estar dando. Porque para Deus, qual é a lógica de Deus? Eu te perdoei. perdoei. Você não pode reter o perdão. Olha o texto. Eu não vou ler o texto pra gente poder ganhar tempo. Tá lá em Mateus, capítulo 18, versículo 21 a 35. Um senhor tinha um servo que lhe devia 10.000 denários. Aí esse servo pede: "Pelo amor de Deus, me libera". E ele libera. Um pouquinho depois, esse servo que foi liberado da dívida, tem um outro que deve para ele 100 denários. E aí ele vai exigir o pagamento e vai colocar aquele que devia a ele, vai entregar para ser preso. Aí os outros servos ficam sabendo, então, senhor, sabe aquele rapaz que o senhor liberou da dívida? Então, exigiu o pagamento da dívida do outro. Vamos entender essa alegoria em termos práticos. 10.000 talentos. Quanto é 10.000 talentos? Não dá para chegar a um valor, não dá para chegar a um valor exato, porque um talento tem aproximadamente 30, eh, mede aproximadamente 34 kg de prata, mas considerando uma cotação de hoje em dia, R$ 7 por gama de prata, isso daria 2,38 bilhões de reais. A dívida que ele tinha era de 2,38 bilhões deais. Por outro lado, a dívida que ele que ele tinha que receber do amigo, do irmão, considerando um denário um dia de trabalho, uma pessoa que ganha R$ 70 por dia de trabalho, eram 100 denários, então era cerca de R$ 7.000. Não tô falando, tô só fazendo uma aproximação pra gente poder entender. Ele foi perdoado de uma dívida de equivalente R$ 2 bilhões deais. estava exigindo o pagamento de uma dívida de R$ 7.000. Irmã, não vai estar dando para você ficar reter essa ofensa, não. É assim que Deus enxerga. Deus tá falando numa linguagem que é pra gente entender. Então, a gente tem que liberar. A gente tem que liberar. E aí, olha que coisa séria. Jesus diz assim, ó. ó. Jesus diz que o Senhor indignado o entregou aos verdugos. Verdugos vem da palavra basanos, que é uma palavra usada para falar de instrumento de tortura e por extensão de quem torturava ou atormentava alguém. Por isso, Verdugos é uma tradução bastante literal da ideia, eram pessoas encarregadas de torturar, castigar ou atormentar. Seu emocional vai ficar como, querida? Isso é uma questão espiritual. Precisa liberar a ofensa. A Bíblia diz assim, ó: "Tende cuidado, tende cuidado. Sou eu que zelo pelo meu coração". Isso é uma questão espiritual que afeta o nosso emocional e o ambiente para que a gente possa liberar perdão, para que a gente possa se livrar do rancor e da para poder lidar com essas questões. É o ambiente da oração. É o ambiente da oração. Não é que tudo seja pecado, tudo, toda questão emocional seja, mas aqui diretamente toca as questões eh espirituais. Eu fiz uma mentoria, eu tenho uma mentoria com foco em saúde emocional. Eu falo muito sobre emoções, falo muito sobre a importância dos pensamentos, na forma como a gente acaba interpretando as situações e o quanto isso impacta as nossas emoções. Mas na última turma eu incluí uma uma aula só sobre isso, sobre perdão, liberarse perdão e a questão de você ter pecados ocultos, porque são duas questões espirituais que vão massacrar o seu emocional. Vão massacrar o seu emocional. E não adianta você trabalhar no emocional, você tem que lidar com isso espiritualmente. Precisa liberar perdão. Então a ofensa é uma semente. O solo do seu coração, se o solo do seu coração estiver infectado com essa raiz, ele vai dar sinais dos seus relacionamentos. A raiz de amargura nos priva da graça de Deus, então [música] compromete o nosso relacionamento com Deus, nos perturba, ou seja, compromete nosso relacionamento conosco mesmos e contamina muitos, ou seja, compromete o meu relacionamento com as pessoas. É um dano 360º. todos os relacionamentos com Deus, comigo mesmo e com o próximo. Ó, em nome de Jesus, como é que a gente lida com a ofensa? A gente libera perdão paraa ofensa e a gente confessa. A gente confessa pecado, a gente confessa. Que que é confessar? Confessar é dar o mesmo nome que Deus deu para aquilo ali. É falar os dois a mesma coisa. Deus chama de pecado. Eu chamo de pecado. Deus chama de fornicação. Então eu chamo de fornicação. Não, não foi ai porque eu estava desiludida no meu relação. Não, Deus chama de maledicência. Eu chamo de maledicência. É confessar. A gente fala a mesma língua. Eu admito isso aí que o senhor tá falando. É isso mesmo. É pecado. Senhor tá certo. Eu tô errada. É prostituição, não é eu buscando ainda atrás dos meus sonhos, porque agora eu me senti amada. Meu marido não faz eu me sentir amada, não. É prostituição, é confessar. Confessar é chamar pelo mesmo nome que Deus dá, é reconhecer. E a Bíblia diz em Tiago 5:16: "Confessai, pois os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros para serdes curados". Então, algumas coisas também quando a gente confessa, quando a gente compartilha aquilo que tá preso no nosso coração, nós também experimentamos alívio, OK? Que é espiritual, é emocional, né? Porque nós somos, nós somos um ser só. Corpo, alma, espírito. A gente faz essa divisão porque facilita a nossa compreensão, mas nós somos uma unidade. Pode passar, por gentileza. E aí o autor, infelizmente, ficou desconfigurado, mas ele vai trazer no capítulo 5 quatro males da pós-modernidade: escravidão da produtividade, ansiedade, burnout, colapso emocional e ausência de sentido. Quatro. E isso se conecta totalmente com a sobrecarga da qual Jesus fala. Em Mateus capítulo 11 28 você conhece esse texto. Vinde a mim, vós que estais cansados e oprimidos, porque eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu xugo e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, encontrareis descanso para as vossas almas, porque o meu julgo é suave e o meu fardo é leve. Aí vamos lá. Então, eu gosto muito da ideia assim, eu deixo a Bíblia me ler. Eu não tento fazer a Bíblia caber naquilo que eu acredito sobre mim, porque eu aprendi, eu descobri que o nosso cérebro ele é ótimo para criar uma narrativa que deixa a gente bem confortavelzinho com aquilo que a gente acredita sobre a gente. Nosso cérebro faz isso com maestria, tá? A Bíblia chama isso de autoengano, mas o cérebro chama isso de coerência. Vamos ter tudo coerência. Então, eu gosto muito de deixar a Bíblia me ler. Se eu não estou num estado de descanso de alma, se a minha mente não consegue descansar almas, gente, emoções aqui. Então, tem alguma coisa aqui nesse texto que eu preciso aperfeiçoar. Amém ou não? Amém. Amém. Amém. E isso não nos joga lá naquele primeiro slide da autocondenação. Isso nos torna pessoas num processo de aperfeiçoamento e santificação. Amém ou não? Amém. Que todas nós estamos porque somos humanas. E como o alvo é nos tornar a imagem de Cristo, então é algo longo, é uma jornada, é uma caminhada. Então vamos entrar aqui primeiro na escravidão da produtividade. A escravidão da produtividade é a irmã mais nova do burnout. O que um dia vira o burnout, o que um dia, o que um dia se transformou em bornout, nasceu como uma escravidão da produtividade. O burnout é uma palavra tomada emprestada da aviação. Quando um avião voa, voa, voa, voa, voa e ele queima todo o combustível, o avião entra em burnout, porque ele queimou todo o combustível. Isso é burnout. Isso representa, isso é um termo que a psicologia pega emprestado do mundo da aviação para explicar um quadro emocional de exaustão extrema, de colapso, tá? Mas aquilo que se tornou burnout um dia já foi escravidão da produtividade. E aí, por que que por vezes nós estamos vivendo isso aqui, tá? Por que que por vezes nós estamos num estilo de vida escravo da produtividade e esbarrando no mornout aqui a colar? Irmã, a gente tem que conhecer os nossos negocinhos espiritual e emocional, tá? A gente tem que conhecer os nossos negocinho emocional. O que que eu tô chamando disso? Toda Elan tá rindo. Todas nós temos as nossas questõezinhas emocionais. Todas. Tá. Me olha com essa cara que você tem, você tem, eu também tenho. você tem, você tem, eu também tenho. Quando a gente tem autoconhecimento, a gente conhece os nossos negocinho emocional, a gente sabe quando a gente tá entrando num lugarzinho que não é legal. E olha eu aqui de novo, eu tenho esse negocinho aqui da produtividade. Se deixar, querida, eu trabalho compulsivamente. Compulsivamente. Tem porquê? Tem porquê. E a gente tem que tá observando isso. Quando a gente conhece o nosso calcanhar de Aquiles, o Espírito Santo vai trabalhar com a gente exatamente naquela área. Por quando eu sou escrava da produtividade, eu não sou escrava de Cristo. Eu tô tentando me alimentar de alguma coisa na produtividade que eu não estou encontrando alimento em Cristo. Eu tenho um negocinho, você vai ter os seus negocinhos, tá bom? Então, qual que é o contexto emocional de uma pessoa em geral que tem essa questão da produtividade? Emocionalmente, uma pessoa pode, ela pode ficar presa à produtividade quando ela começa a usar o fazer para resolver necessidades que não são sobre trabalho. Então, ela deixa de produzir porque quer realizar algo e passa a produzir para se sentir alguém. Então, ó, valor pessoal ligado ao desempenho. A pessoa aprende em algum momento da história dela que quando ela faz algo, ela é valorizada e quando ela não faz ela não é suficiente. E aí descansar não é descanso, é um risco dessa pessoa perder valor. Então o trabalho não é só o trabalho. O trabalho ele é uma tentativa de abafar algo que eu não sinto a respeito de eu mesma. Então eu produzo para poder abafar aquela necessidade ali que eu tenho de me sentir valiosa. Paz de Cristo para todos. Oi, amada. Então, eh, quando [limpando a garganta] você fala desse isso, dessa coisinha que começa apresentar na nossa vida, que é um cansaço espiritual, né? Um cansaço espiritual, uma certa agonia. Tem horas até que parece que o coração não vai aguentar. realmente é o cansaço de você lutar não só por você, mas por toda uma questão que às vezes é necessária lutar, né, por pessoas, por exemplo, né, por pessoas. E na verdade eu faço isso. Eu não sei como lidar não fazendo. Eu gostaria de conhecer uma receita para não fazer tanto como eu faço. >> Pois é, eu gostaria porque eu queria me conter e não consigo. Quando eu tento fazer só para mim, eu já tô ali fazendo para alguém, entendeu? E não faço só porque eu quero, só não, porque eu eu não eu não faço no desejo de querer aparecer. É uma máquina que se desenvolve em mim e que vai embora. Vai embora, entendeu? E eu quero fazer, eu quero ajudar, eu quero proteger, eu quero que essa pessoa se levante. Então, desse jeito. E às vezes a pessoa até tá me machucando demais, mas eu tô ali lutando por ela, entendeu? É filho em casa e tantas outras coisas. que, né, a gente tem que lutar por elas. É isso. Quem sou eu para dar uma resposta existencial desse desse tamanho, essa receita, a receita. Mas eu vou dar assim, ó, um indicativo de um caminho para uma jornada de libertação em relação a isso, tá bom? Porque olha só, qual que é a receita bíblica? A receita bíblica é nós irmos até Jesus, nos aproximarmos de Jesus, tomarmos sobre nós o jogo dele e aprender dele a ser manso e humilde de coração. E então encontraremos descanso para a nossa alma. Nós estamos lidando com as coisas. Muitas das coisas que nós estamos lidando, elas são extremamente importantes. Nós estamos engajados genuinamente porque ali tem algo a ser realizado. A questão é quem tá levando o peso de quem é o julgo daquela situação? Quando eu tenho uma história, normalmente é uma história aonde eu tive que cuidar das coisas, eu tinha que fazer por merecer, eu preciso necessariamente cuidar do outro, irmão, não é o julgo de Cristo que a gente tá levando. O julgo tá aqui no nosso ombro. Que que é julgo? O jo, ele é uma peça de madeira que unia dois animais para um trabalho. Nós estamos num julgo desigual com Jesus. Jesus. Ele é o maior e eu sou o menor. Então ele carrega o peso. Qual que é o julgo de Jesus? O julgo de Jesus é agradar ao Pai. Qual que é o trabalho de Jesus? Ele se alimenta de fazer a vontade do Pai. Então, quando eu estou numa situação buscando agradar o meu pai, o peso do trabalho não é meu. Não sou eu, não sou eu que estou realizando o trabalho. Não sou eu que estou promovendo o trabalho. Eu estou seguindo o trabalho de Jesus. Jesus vai para um lugar e eu vou junto. Ele vai para outro, eu vou junto. Então, entende que eu não estou realizando o resultado não é sobre mim. O resultado é Jesus que está realizando. Então eu posso estar fazendo alguma coisa e a minha alma não está sobrecarregada com ter que produzir algo agora. Por isso que eu tô falando que é muito ambíguo, porque por vezes, como é que eu vou saber disso? Eu vou saber disso quando eu entrar nessa sobrecarga. É nessa trajetória, é caminhando, tá? É na jornada. De repente a gente se dá conta que a gente tá numa máquina de moer gente, tentando salvar pessoas que não querem ser salvas. Isso é o trabalho da minha alma. Isso é o desgaste da minha alma. Isso não é o julgo de Jesus. ser esmagada cuidado de uma pessoa que não consegue enxergar diante dela e ela tem que deixar todas essas coisas que traz para ela esta vida de uma vida de prisão e que ela às vezes liberar isso muito em cima de Deus. >> Sim. E por vezes quem está alimentando essa dinâmica é a gente mesmo. >> Então aí aí irmã presta uma sugestão, tá? É uma sugestão. Leva essa situação aí e conversa sobre ela com Jesus. Gente, nós temos uma vida de oração. Esse estilo de vida de oração, essas coisas aqui que a gente tá tocando, não é a oração do tipo: "Jesus salva meu filho. Jesus salva meu filho." A gente tem que colocar lá nossas necessidades. Mas aqui não é isso, é Jesus. Tô trazendo pro Senhor o desespero de salvar o meu filho que tá no meu coração, como se isso fosse responsabilidade minha. Eu assumo a minha incapacidade. Eu tiro de sobre mim a obrigação de obrigar o meu filho, porque o meu filho é livre. Inclusive, se ele quiser errar, ele é livre. Ele pode. Entende que isso é um outro tipo de oração. Isso é um tipo de oração onde a oração se torna um ambiente terapêutico. Esse tipo de oração aí é o tipo de oração que vai aprofundar o nosso relacionamento com Jesus. Porque às vezes o controle aí vamos lá. Por que que eu tô tão angustiada? Porque eu quero ter o controle às vezes daquela situação. O controle não tá na minha mão. mão. Entende que eu vou ter que aprender a me alimentar do amparo? Não tô conseguindo no controle. Como é que eu vou fazer para me sentir emocionalmente segura no meu relacionamento com Jesus? Porque Jesus vai falar comigo, Jesus vai falar meu coração. Jesus é o pão. Então eu alimentada no meu relacionamento com Jesus, eu vou poder, eu vou conseguir inclusive por vezes, sair, parar de tentar ser Deus na vida do meu filho, tentar resolver a vida dele. Às vezes o que meu filho precisa é quebrar um pouquinho a cara para ele mesmo aprender. E por vezes eu sou o impedimento, sou eu que não tô deixando isso acontecer. Vou te explicar, pastora. É, >> eu não tenho dúvida, >> porque é uma filha que eu fiquei 7 anos de para que ela sem graasse Jesus. E para uma mãe de água muito triste você imaginar seu filho como era e como está agora essa situação. >> Aí o que que a gente tem que lidar? Qual o seu nome? >> Anita. O meu é Ana. Anita. Anita. >> Anita. Anita, aí tem um monte, tem um tem aí tem um um caldeirão emocional, decepção, decepção, frustração, tudo isso aí, irmãita, irmã Anita, leva isso aí para esse ambiente da oração e apresenta diante de Jesus e trabalha essas questões. Porque veja bem, o que quer que ninguém ama mais a sua filha do que Jesus. Nem a senhora ama mais a sua filha do que Jesus. Amém. Mas por vezes o nosso conflito emocional nos torna um impedimento para Jesus alcançar aqueles que nós amamos. Eu conheço aqui, ó. Eu atendo monte. Eu atendo monte. Fica tão presa na compulsão por ajudar o outro que não olha para si. Irmã, primeira pessoa, a primeira pessoa a se organizar por dentro. é a senhora. E a partir disso Deus vai fazer. Entende o que eu tô falando, gente? Que por vezes a gente tá em questões, mas não são as questões, é o significado que elas têm dentro da gente. Jesus está nesse lugar aí. Porque como é que eu vou encontrar descanso paraa minha alma? Quando eu tiro esse julgo dessa sobrecarga de salvar essa filha, esse julgo eu tô debaixo do julgo de Cristo. O meu jogo ele é agradar o meu pai. E a seu tempo essa pessoa, em nome de Jesus, por causa do meu compromisso, eu creio, eu creio que Deus cria situação, cria a situação perfeita para aproximar essa pessoa dele. É o que eu creio. >> Eu quero falar rapidinho. Eh, vai servir para ela. De exemplo, eu tenho duas filhas. Quando eu me separei do pai delas, eu aluguei uma kitnete num pé do morro na Penha aqui do outro lado. Aí eu tenho uma sobrinha que vivia no mundo, nos bailes da gaiola. Essa minha filha mais velha, ela na época tava com 16 anos, aí se começou a sair com essa minha sobrinha e minha sobrinha ia pro baile da gaiola aqui na Penha. Aí minha filha começou a se perder nesse mundo, saindo com esse baile. Aí eu falava assim: "Meu, minha filha, isso não é vida para você. Eu não te criei para isso. Eu me separei do seu pai, mas a minha vida, eu sou sua mãe e seu pai hoje. Então você tem que obedecer sua mãe. Falei: "Mãe, eu só tô no baile". E aí depois ela me mandou uma foto com o imperador, o jogador do Flamengo. Quando eu olhei na foto cheio de fuzil, aí eu achei aquilo, meu joelho e comecei a chorar, chorava no pé da cruz com Jesus. Aí teve uma vez eu chegando do trabalho, eu sogaria num domingo de carnaval, eu lembro como se fosse hoje, eu chegando do trabalho, a minha filha indo pro baile lá no da não sei o que da Anita com praticamente com os peito de fora. Eu eu chorei, eu chorei. Botou botou só um bico, um tampa sexo aqui e uma uma saia curtinha com as primas. Chega até me arrepiar. Aí eu peguei o quê? Eu peguei uma foto dela, botei na Bíblia e falei assim: "Deus, eu não aguento mais essa vida. Ela é sua, cuida, bota um homem, Deus, no caminho dela que tira ela desse dessa vida." E Deus deu. O homem não bebe, não gosta dessas coisas, tá casada. Então isso serve para você. Como ela falou, vamos botar no pé da cruz, né? Eu botei a foto entrega. Foi isso. Às vezes essa às essa entrega essa entrega, entrega, mas por vezes essa entrega é uma chave. É uma chave, é uma virada. >> Eu tenho uma filha, é minhas amigas que sabe, ela é adolescente, então ela sempre teve tudo, né, como pobre. E chegou um tempo que ela era fugitiva, fugia de casa e foi morar com uma amiga. E eu falei para ela: "Olha, eu não vou atrás de você mais. Eu vou te deixar." Porque eu falei para Jesus que eu preciso dele me ajudar nessa causa, que eu mesmo não conseguiria ajudar a você se ele não me ajudasse. E ela teve um uma parcipa, um grupo jovem aqui, último que teve, ela foi lá na frente, voltou para Jesus, nunca mais fugiu de casa, porque eu sempre falei para ela, eh, você precisa de Jesus, não é de um homem, de um amigo, de um homem amigo, não. Você precisa de Jesus te libertar para você ter um encontro com Deus. Então quanto você não cair em si e não mudar e mudei algumas estratégias como não dá tudo, né? Eu eu sempre te dei tudo e você não valorizou. Então agora você vai trabalhar e vai viver sua vida e vai comprar suas coisas. Mesmo tando aqui em casa, você vai ter sua independência para você aprender a valorizar o que você ganhou e não soube. Mudei algumas estratégias, deu certo, né? Eh, devido o conhecimento da palavra, fui levando e Deus foi me orientando e hoje em dia ela melhorou muito, graças a Deus. Amém. Amém. >> É que esses exemplos encorajem a irmã. Irmã ainda está no meio do processo. Mas o centro foco da sobrecarga, tá bom? A responsabilidade de atrair a sua filha não é sua. O seu papel é ser uma intercessora. E o Senhor conta conosco como intercessores. Isso não tem desistência, isso não tem negociação. Só que é muito diferente nós intercedermos por uma pessoa e assumirmos o peso da responsabilidade de obrigar uma pessoa a servir a Jesus. Nem Deus se mete na decisão do ser humano em termos de servi-lo. Nem Deus faz isso. A vontade do ser humano é livre. Agora nós podemos centralizar toda a nossa energia na interseção, entende? Isso faz completa diferença na maneira como a gente vai lidar emocionalmente com as questões que nós estamos envolvidos, tá? E por vezes nós estamos lidando com, estamos lidando com a nossa necessidade de controle, o quanto emocionalmente quando a gente para, admito que não tenho como resolver essa situação, tá além da minha capacidade. Pronto, aí corta para eu descobrir Jesus de uma outra maneira. Quando eu não tenho como, não tenho na terra terra nenhum sinal, nenhuma possibilidade de resolver, há uma esperança que me sustenta existencialmente. O Deus que pode todas as coisas. E são nesses momentos, gente, a construção, o nosso relacionamento com Deus, ele é uma construção. É nessas situações que a gente vai aprofundar as nossas raízes. E aí, na medida em que a gente caminha, da próxima vez, como eu disse, o nosso cérebro não muda com informação. Eu posso saber detalhadamente, teologicamente, todas as informações que tem nesse livro. Mas enquanto eu não viver experiências que me marquem emocionalmente com isso que tá escrito aqui, isso não se transforma na minha maneira de viver. Então o Senhor vai providenciar experiências, porque isso vai criar novos caminhos neurais. E aí numa nova oportunidade em que eu viver situações como aquelas, situações aonde eu não tenho mais controle, aquilo não representa mais uma ameaça tão grande para mim. Por quê? Porque eu tenho uma experiência com o amparo de Deus em meio a uma situação de descontrole, entende? E são prisões que se a gente não aprende, se a gente não permite que o relacionamento com Jesus vá se ampliando, se ampliando, porque é isso que acontece, tá? Jesus vai ficando grandão, grandão, grandão, grandão, grandão. E de repente ele tá dominando. A nossa natureza espiritual tá dominando. Porque você já aprendeu tanto, já caminhou tanto, já levou tanta lambada. Você eu vou, vou na minha cabeça, vou nada, vou na mente de Cristo. Ele vê o que eu não vejo, ele sabe que eu não sei. Exatamente. É isso aí. É uma transformação de mentalidade. É isso aí. Eu tinha uma mentalidade, eu tenho, eu tinha uma mentalidade humana, mas agora eu tô sendo dirigida por uma outra mentalidade, a mentalidade de Cristo. Pode passar, por gentileza. [roncando] Ansiedade, controle, que mais que não vai dar tempo que já são, ó, 5:58. Falta de sentido e vazio. Isso aqui vale a pena a gente destacar, OK? falta de sentido e vazio. Normalmente ele é uma é uma consequência de uma situação interna emocional. É quando a pessoa ela perde o sentido do para que ela está vivendo isso. O vazio existencial aparece quando a pessoa continua vivendo, mas perdeu a conexão entre aquilo que ela faz e aquilo que considera que vale a pena viver. Esse sentido de vazio por vezes, apresenta aparece em quadros de depressão. Isso não é demônio, isso é uma questão emocional que você precisa investigar o que tá acontecendo na sua vida, que fez você, por vezes, perder aquilo que dava direção. Então, às vezes a pessoa passa anos sendo mãe, trabalhando e aquilo dava um sentido de direção pra vida. De repente aquilo acaba, aí a pessoa fica sem direção, né, o vazio. Ou então viver só no automático. A pessoa ela cumpre as obrigações, ela trabalha, ela cuida da casa, ela cuida da família, ela cuida dos outros, mas quase não escolhe o que quer viver. Ela funciona, mas não está participando da própria vida. Ou então a pessoa pode viver desconectada dos próprios valores. Então, às vezes a pessoa passa muito tempo fazendo só o que esperam dela e aí no meio do caminho ela vai se perdendo daquilo que é importante para ela. E isso é você prestar atenção que emocionalmente você tá nisso é importante. Por quê? Porque a emoção sinaliza, alguma coisa não vai bem dentro de você. Gente, a emoção participa da nossa vida espiritual. Amém. Amém. Porque às vezes aqui na nossa cabeça tá tudo organizado, mas a emoção tá dizendo outra coisa. Ei, presta atenção, precisa ressignificar, tá? falta de vínculos significativos, repetição sem renovação. Então você acorda, trabalha, resolve as coisas, dorme, aí repete. E aí, sem perceber, não tem experiências que tragam interesse, aprendizado, vínculo, prazer. Nós somos plantinhas que precisamos de atenção e cuidado humano, tá? Sofrimento sem significado. Quando ela não consegue encontrar nenhuma direção possível depois da dor, pode surgir a sensação de que a própria vida perdeu o sentido. E eu amo essas situações, tá? Por quê? Eu amo essas situações porque normalmente a oportunidade que Jesus tem para falar assim: "Então agora eu sou o sentido". [risadas] Antes do seu sentido era o que você tinha expectativa aí que você nem sabia que tava aí na sua cabeça, mas agora o único sentido para você continuar sou eu. Tá valendo a pena, gente. A caminhada com Jesus é feita dessas coisas, tá? [roncando] Vou fechar com esse texto. Todas as coisas, eu amo esse texto. Todas as coisas juntamente cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, chamados de acordo com Cristo Jesus, né? segundo seu propósito. Qual que é o propósito dele? Tá no versículo 29. Nos tornar a imagem de Cristo. Então, todas as coisas estão cooperando para isso, ó. Deus quer o propósito dele, que é te transformar a imagem de Cristo, ou seja, te tornar mais mansa, mais humilde, mais longânima, mais bondosa, mais alegre, mais equilibrada. Olha que maravilha, tá? Então, Deus tem esse propósito. O Espírito Santo intercede diante de Deus de acordo com esse propósito. A natureza de Cristo dentro de você quer fazer a vontade de Deus, quer te tornar parecidinha com ele. Todas as suas circunstâncias estão voltadas para fazer você chegar nesse lugar. Só tem você do teu lado, irmã. Então, amplia a tua mente, entra no ambiente de oração, não só com as tuas petições, mas com essa disposição de aprender, de ser aperfeiçoada, de ser amadurecida. Traga as suas emoções pra presença de Deus. O Espírito Santo ele dá luz, por vezes a gente tá angustiada, não sabe direito o que é, entra na presença com a emoção, fica lá, ó, experimentando a a emoção dentro do ambiente da oração. O Espírito Santo vai iluminar e vai te trazer de discernimento com sobre o com o que você tá lidando. Muitas vezes é uma uma questão do passado, às vezes é uma questão da nossa infância, da nossa adolescência que o Senhor quer tratar para que nós sejamos mais livres. Amém. >> Amém. Queridas, fiz possível, fiz o que pude, que pude foi pouco. [risadas] Até a próxima oportunidade, irmãs. Tchau, tchau. [aplausos] Amém. Sabe por isso tudo? que a gente tá viva. Quem morreu não tá vivendo mais nada disso. [risadas] E se nós estamos viv nesse processo, a hora que parar tem uma coisa errada acontecendo. A gente tem esse conflito, vai ler o livro de Salmos, começa manso, daqui a pouco ele dá um estouro, dá um estrondo e e a gente tá num processo de transformação. E o nome do encontro é é crescimento. E estamos aqui crescendo paraa glória de Deus. Isso não é ruim, isso não é para nos matar, não. É só para nos aprimorar, tá? Vamos ficar de pé. Bota a mão no seu coração. Quem tá precisando, né, desse momento de oração, quem não tá, por favor, vem aqui à frente, se apresente. [risadas] Senhor, nosso Deus e Pai, nós te louvamos, Senhor. Nós te agradecemos porque tu és o Deus da vida. Estamos aqui, Senhor, no mundo imperfeito e nós somos imperfeitas também. Perdoa, Senhor, as nossas falhas. Que o nosso pecado possa estar diante de nós, Senhor, para que possamos ser aperfeiçoadas e ficarmos mais parecidas contigo. Mas obrigada pela oportunidade do crescimento, da transformação. Tu és o Deus da segunda chance. E essa lição, Senhor, é para nossa reflexão. Muito obrigada que somos seres, Senhor, mutáveis. Que possamos seres, Senhor, que temos o nosso ouvido sensível para aprender a cada dia, porque isso é é agradável aos teus olhos. Nós estamos, Senhor, nos reunindo sempre, Senhor, porque tu estás investindo em nós para que possamos estar, Senhor, como um cidadão, Senhor, que é apto para entrar no céu. Nos ajuda nas nossas fraquezas, tomas as nossas causas nas tuas mãos. Muitas delas, Senhor, que queremos lutar com a força do nosso braço, mas que possamos encontrar em Ti, Senhor, o lugar de descanso, porque a tua presença, Senhor, é mais do que nós precisamos. A tua presença, Senhor, nos traz conforto, nos traz refrigério e nos traz, Senhor, força paraa caminhada. Sustenta-nos nas tuas mãos e ajuda-nos a cada dia. Muito obrigada pela vida da pastora Ana Clara. que o Senhor possa, Senhor, abençoar ela a cada dia que se derramou aqui, Senhor, repartiu conosco tudo aquilo que tu tens, Senhor, colocado na sua vida, a o seu aprendizado ao longo da sua trajetória, que também possamos, Senhor, ser transformadas através desta palavra. Te agradecemos por tudo, no nome de Jesus. Amém. E mês pass geralmente as pré-eleitoras quando fazem aniversário, a gente já levou bolos aqui, [risadas] a gente traz, a gente quer comemorar, né? E no mês passado, no dia 9, a pastora Susana fez aniversário. A gente não poôde comemorar com ela. Ela nem tava por aqui, né? Ela tava com os afazeres dela, mas a gente quer bater uns parabéns. Quero olhar pela vida dela. Eu queria convidar para ela poder estar aqui na frente, pra gente poder orar. Que o Senhor possa renovar suas forças a cada dia, né? estende as suas mãos aqui paraa frente pra vida dela. Senhor, nosso Deus e Pai, nós te louvamos, Senhor, e te agradecemos pela vida da pastora Susana, Senhor. Ela comemorou, Senhor, o aniversário. Não podemos, Senhor, fazer isso na data correta, porque ela estava, Senhor, com os seus afazeres. Toma seus afazeres nas tuas mãos. Tu conhece, Senhor, a aflição do seu coração. Tu sabe das suas preocupações e colocamos aos pés da cruz, porque tu és aquele que cuida das nossas causas. Dá saúde ao seu esposo, Senhor. Dá, Senhor, vitória à sua família, seus filhos e a vida dela também. Renova as suas forças. Derrama do céu, Senhor, um bálsamo fresco sobre a sua cabeça. Que o Senhor possa, Senhor, renovar as suas forças a cada dia para ela continuar a sua caminhada e a sua trajetória. Muito obrigada por todo o bem que ela tem feito, Senhor, na tua igreja, na sua casa, Senhor, e na sua vida também. O o seu trabalhar, Senhor, que ela tem permitido, Senhor. Tu estás usando, Senhor, como instrumento em tuas mãos. Muito obrigada pela vida dela. Que esses anos, Senhor, possam ser multiplicados a cada dia mais, porque tu és um Deus, Senhor, que recebe a nossa gratidão e renova, Senhor, aquilo de bênção que tu tens nas nossas vidas. Te louvamos, Senhor, e te agradecemos pela vida da pastora, em nome de Jesus. Amém. Amém. Deus te abençoe, >> V. É válido. Até o próximo dia 8 de agosto de 2027. Ah.
“Jesus te perdoa e você não se perdoa”; “se eu não me perdoo, não adianta eu perdoar.”
Doutrina: Justificação, perdão e santificação
Tensão: A linguagem pode sugerir que o perdão subjetivo de si mesmo é condição para o perdão de Deus ou para o perdão oferecido ao próximo. Biblicamente, Deus perdoa por causa de Cristo, e a capacidade de descansar nesse perdão é fruto de amadurecimento, não sua base meritória.
Correção sugerida: Dizer: “Receba pela fé o perdão de Deus, arrependa-se e aprenda progressivamente a abandonar a autocondenação; o chamado a perdoar outros não depende de negar a dor nem de produzir autossuficiência emocional.”
“Carne é a nossa natureza humana.”
Doutrina: Antropologia bíblica e santificação
Tensão: A formulação pode confundir a humanidade criada por Deus, o corpo e as emoções com a orientação pecaminosa que Paulo chama de carne.
Correção sugerida: Explicar que, em Romanos 8, carne designa a existência dominada pelo pecado, enquanto a vida no Espírito transforma a pessoa inteira sem demonizar sua humanidade, corporeidade ou emoções.
“Satanás tá pago. Jesus pagou.”
Doutrina: Expiação e guerra espiritual
Tensão: A cruz cancela a culpa e derrota os poderes do mal, mas a frase pode apresentar Satanás como credor a quem a dívida teria sido paga.
Correção sugerida: Dizer que Cristo consumou sua obra redentora, perdoou a culpa dos que nele creem e triunfou sobre os poderes do mal, sem tratar Satanás como proprietário da dívida humana.
“Nem Deus se mete na decisão do ser humano em termos de servi-lo.”
Doutrina: Soberania divina e liberdade humana
Tensão: A afirmação expressa uma posição compatível com a ênfase arminiana da tradição, mas é absoluta demais e pode sugerir que Deus não governa providencialmente as decisões humanas.
Correção sugerida: Afirmar conjuntamente a responsabilidade real das pessoas e a soberania de Deus, evitando prometer que a liberdade humana ou a providência produzirão determinado resultado familiar.
“O pecado exige reparação”; “Jesus pagou essa dívida.”
Doutrina: Expiação, arrependimento e restituição
Tensão: A cruz é corretamente centralizada, mas a formulação pode deixar implícito que todo dano concreto causado pelo pecado desaparece automaticamente quando há perdão.
Correção sugerida: Ensinar que Cristo provê perdão e reconciliação com Deus, enquanto o arrependimento pode incluir, quando possível e seguro, confissão, restituição e enfrentamento das consequências terrenas.
“O cão ouviu e foi embora. Nunca mais na minha vida eu tive problema com culpa.”
Problema: Uma experiência pessoal de confronto verbal com Satanás é apresentada com aparência de método replicável e resultado permanente.
Risco pastoral: Pessoas que continuam lutando com culpa, trauma, escrupulosidade ou ansiedade podem concluir que lhes falta fé ou autoridade espiritual.
Sugestão: Apresentar a experiência apenas como testemunho pessoal, afirmando que a luta contra a culpa normalmente envolve arrependimento, apropriação do evangelho, discipulado, oração e, quando necessário, cuidado psicológico.
“Você vai fazer uma lavagem cerebral... vai declarar Segunda Coríntios 5:21, Romanos 8:1 e Hebreus 4:16.”
Problema: Meditar e confessar verdades bíblicas pode ser saudável, mas a linguagem sugere uma técnica automática de reprogramação espiritual.
Risco pastoral: Pode transformar a fé em fórmula mental e levar a pessoa a interpretar a persistência dos sintomas como fracasso espiritual.
Sugestão: Falar em meditar, lembrar e viver as promessas bíblicas pela fé, integrando a prática a arrependimento, comunidade cristã e cuidado emocional.
“Eu creio que Deus cria situação perfeita para aproximar essa pessoa dele.”
Problema: A providência de Deus é afirmada como se garantisse uma circunstância específica para produzir a conversão de determinada pessoa.
Risco pastoral: Pode gerar expectativas indevidas e culpa quando o familiar não muda, além de transformar uma convicção pessoal em promessa divina.
Sugestão: Dizer que Deus pode usar circunstâncias e intercessões, mas que a resposta de cada pessoa permanece moralmente significativa e que não há garantia bíblica de um desfecho específico.
“O único sentido para você continuar sou eu.”
Problema: A centralidade de Cristo é legítima, mas a frase pode funcionar como substituição simplista de dimensões psicológicas, relacionais, vocacionais e clínicas do vazio existencial.
Risco pastoral: Pessoas deprimidas podem sentir que sua dor foi espiritualizada ou que procurar terapia e ajuda médica demonstra falta de confiança em Cristo.
Sugestão: Afirmar que Cristo é a esperança última e o fundamento da vida, enquanto Deus também pode cuidar por meio de vínculos, comunidade, trabalho significativo e tratamento profissional.
“Informação não muda cérebro. O que muda cérebro é experiência... criando novos caminhos neurais.”
Problema: A afirmação é uma simplificação de neurociência apresentada sem qualificação e aplicada como explicação geral da transformação espiritual.
Risco pastoral: Pode dar autoridade científica excessiva a uma formulação pastoral e induzir a pessoa a buscar experiências intensas como prova de mudança.
Sugestão: Dizer que aprendizagem, repetição, experiência, reflexão e práticas consistentes podem contribuir para mudanças emocionais, sem reduzir a formação cristã a uma explicação neurobiológica.
Momento de ministração
Participante: “Deus, eu não aguento mais essa vida... bota um homem no caminho dela que tira ela dessa vida.” A participante conclui que Deus fez isso ao dar-lhe um marido, e a pregadora responde que essa entrega foi “uma chave” e “uma virada”.
Quem falou: Participante não identificada; resposta da pregadora Ana Clara
Problema: O testemunho pode sugerir que um marido é solução espiritual privilegiada para a transformação de uma adolescente ou que entregar uma situação a Deus produz determinado resultado. A resposta da pregadora não corrige explicitamente essa possível causalidade.
“Vai ter que liberar”; “você não pode reter o perdão.”
Equilíbrio bíblico: Perdoar não significa negar a injustiça, restaurar imediatamente a confiança, abandonar limites ou permanecer em situação abusiva. Mateus 6:12 e Mateus 18:21-35 devem ser ensinados junto com verdade, justiça, prudência e proteção dos vulneráveis.
“Jesus te perdoa e você não se perdoa.”
Equilíbrio bíblico: O fundamento é receber o perdão de Deus em Cristo e abandonar a tentativa de pagar novamente pela culpa. A linguagem de autoperdão deve ser subordinada à justificação, ao arrependimento e à restauração, não apresentada como requisito para Deus perdoar.
“Carne é a nossa natureza humana”; “eu preciso ter consciência da minha miséria.”
Equilíbrio bíblico: A humildade cristã não equivale a desprezo de si. Romanos 8 contrasta a orientação sob o pecado com a vida no Espírito, enquanto o evangelho afirma simultaneamente pecado, dignidade criada e nova identidade em Cristo.
“Confessai... para serdes curados”; “pecados ocultos vão massacrar o seu emocional.”
Equilíbrio bíblico: A confissão pode trazer cura e restauração, mas nem todo sofrimento psicológico deriva de pecado oculto. É necessário proteger a confidencialidade, evitar exposição imprudente e encaminhar pessoas com depressão, trauma ou autolesão para profissionais qualificados.
“Nós estamos num jugo desigual com Jesus”; “ele carrega o peso.”
Equilíbrio bíblico: Mateus 11:28-30 oferece descanso real, mas o jugo de Cristo também envolve aprender dele, obedecer e perseverar. O descanso cristão não é uma promessa de ausência de responsabilidade ou sofrimento.
“Deus cria situação perfeita para aproximar essa pessoa dele.”
Equilíbrio bíblico: A oração pode confiar na providência de Deus sem prometer conversão, casamento, cura emocional ou desfecho específico. É possível afirmar a responsabilidade humana e a soberania divina sem reduzir nenhuma das duas.
“O cão ouviu e foi embora”; “nunca mais tive problema com culpa.”
Equilíbrio bíblico: Resistir ao mal e confessar as verdades do evangelho são práticas legítimas, mas não constituem fórmula automática. Culpa persistente, ruminação, autolesão e depressão também podem exigir acompanhamento pastoral, psicológico e médico.
A ministração mantém a cruz e a graça no centro do tratamento da culpa.
“O pecado é uma dívida que precisa da cruz”; “Jesus pagou essa dívida”; “eu sou alvo da graça de Deus.”
Impacto: Evita minimizar o pecado e, ao mesmo tempo, impede que a culpa seja transformada em condenação permanente para quem está em Cristo.
Há uma distinção importante entre convicção e autocondenação, ainda que pudesse ser formulada com mais precisão.
“Eu não preciso ser boa ou suficiente... porque eu sou eleita, escolhida, amada em Cristo.”
Impacto: Ajuda mulheres presas ao perfeccionismo a fundamentar sua identidade na graça, e não no desempenho.
A mensagem reconhece que questões emocionais não devem ser automaticamente demonizadas.
“Isso não é demônio, isso é uma questão emocional que você precisa investigar.”
Impacto: Reduz o estigma contra depressão, vazio existencial e sofrimento psicológico, abrindo espaço para investigação e cuidado responsável.
O chamado ao perdão reconhece que algumas ofensas são reais e que outras podem resultar de interpretações equivocadas.
“Nem sempre aquilo que te feriu partiu de uma intenção de te ferir”; “vamos cogitar que realmente você tenha sido ofendida.”
Impacto: Evita negar toda dor e incentiva discernimento antes de consolidar ressentimento.
A aplicação de Romanos 8:28-29 relaciona o propósito de Deus à conformidade com Cristo, e não apenas a conforto ou prosperidade.
“O propósito dele é te transformar à imagem de Cristo.”
Impacto: Oferece uma visão madura da providência, na qual Deus forma caráter mesmo em circunstâncias difíceis.
A crítica à produtividade como fonte de identidade é pastoralmente pertinente.
“Eu produzo para poder abafar aquela necessidade ali que eu tenho de me sentir valiosa.”
Impacto: Ajuda a identificar perfeccionismo, controle e exaustão sem glorificar o ativismo religioso.
Compare as dimensões nas barras abaixo. Valores maiores indicam melhor desempenho.
Fidelidade Bíblica
A mensagem é fiel em seu eixo principal: Colossenses 2:13-14, 2 Coríntios 5:21, Hebreus 4:16 e Romanos 8:28-29 são usados de modo substancialmente coerente. Hebreus 12:15, Mateus 6:12 e Mateus 18:21-35 sustentam adequadamente o chamado ao perdão, embora com extrapolações. Romanos 8:1, Tiago 5:16 e Mateus 11:28-30 recebem formulações imprecisas, especialmente na definição de carne, no uso da confissão e na interpretação do jugo de Cristo.
Hermenêutica
Há boa aplicação temática e cristocêntrica, especialmente em Colossenses 2:13-14, Hebreus 4:16 e Romanos 8:28-29. Contudo, a mensagem importa “jugo desigual” para Mateus 11:28-30, transforma Mateus 18 em uma análise psicológica direta dos verdugos, simplifica Romanos 8:1 e amplia Tiago 5:16 para além de seu contexto pastoral.
Precisão Teológica
A doutrina da graça, da cruz, do perdão e da santificação é apresentada de modo geralmente sólido, sem negar doutrinas essenciais. As principais imprecisões estão na linguagem sobre autoperdão, na afirmação de que Satanás está pago, na identificação da carne com a natureza humana e na formulação absoluta sobre a liberdade humana.
Compreensão Contextual
A pregadora compreende bem o contexto pastoral de mulheres submetidas a culpa, ressentimento, controle e exaustão, e reconhece que depressão e vazio não devem ser automaticamente atribuídos a demônios. A compreensão textual é mais fraca em Romanos 8:1, Mateus 11:28-30, Tiago 5:16 e Mateus 18:21-35.
Aplicação Prática
A mensagem oferece aplicações concretas sobre oração, entrega do controle, perdão, identidade e limites diante da produtividade. Também é positivo reconhecer que sofrimento emocional não é automaticamente demoníaco. A nota é reduzida pela ausência de encaminhamento claro para casos de autolesão, depressão e burnout, pela simplificação da guerra espiritual e pela falta de distinção entre perdão e reconciliação segura.
Clareza do Evangelho
Como se trata de uma ministração de edificação para crentes, o critério principal é a coerência do tema com o evangelho, não a apresentação evangelística completa. A mensagem conecta culpa e esperança à cruz, à graça, à justiça recebida em Cristo e ao acesso ao trono da graça. A linguagem sobre autoperdão e declarações pode obscurecer parcialmente essa clareza, mas não substitui o evangelho por ritual, oferta ou mérito humano.
Risco de leitura imposta ao texto:
Quanto menor, melhor. A maior parte da mensagem realiza aplicações devocionais legítimas, mas há eisegese pontual relevante: a importação de “jugo desigual” para Mateus 11, a transformação de “tetelestai” em uma técnica para riscar listas de culpa, a leitura de Hebreus 12:15 como diagnóstico emocional universal e a apresentação de experiências pessoais como método espiritual replicável.
Risco de conflito com doutrina essencial:
Quanto menor, melhor. Não há negação da Trindade, da divindade de Cristo, da ressurreição, da graça, da autoridade bíblica ou do juízo final. As formulações sobre Satanás, autoperdão e liberdade humana são arriscadas em alguns pontos, mas não constituem heresia explícita nem são a ênfase dominante.
Abra apenas a parte que deseja consultar.
Tema principal:
A culpa, o rancor, a ansiedade, a escravidão da produtividade, o burnout e o vazio existencial devem ser tratados à luz da graça de Cristo, do perdão, da oração e do processo de santificação.
Tom pastoral:
Pastoral, acolhedor, exortativo e psicologicamente informado, buscando aliviar a autocondenação e conduzir as ouvintes a uma dependência maior de Cristo.
A culpa deve ser reconhecida como sinal de pecado, mas levada à cruz, onde Cristo cancela a dívida e remove a condenação.
Suporte: “O pecado é uma dívida que precisa da cruz”; “Jesus pagou essa dívida”; “não há condenação para os que estão em Cristo Jesus”.
O rancor nasce de uma ofensa não tratada e deve ser enfrentado mediante discernimento, confissão e perdão.
Suporte: “Nem sempre aquilo que te feriu partiu de uma intenção de te ferir”; “vai ter que liberar”; “a raiz de amargura contamina muitos”.
A confissão e a oração podem integrar o cuidado espiritual e emocional, sem reduzir toda questão psicológica a pecado ou demônio.
Suporte: “Algumas coisas também quando a gente confessa... experimentamos alívio”; “isso não é demônio, isso é uma questão emocional que você precisa investigar”.
Textos:
A escravidão da produtividade revela uma identidade fundamentada no desempenho, enquanto Cristo oferece descanso e um modo diferente de viver.
Suporte: “Eu produzo para poder abafar aquela necessidade... de me sentir valiosa”; “vinde a mim... encontrareis descanso para as vossas almas”.
Textos:
O controle excessivo sobre familiares deve ser substituído por intercessão, confiança em Deus e reconhecimento da responsabilidade pessoal de cada indivíduo.
Suporte: “Eu tiro de sobre mim a obrigação de obrigar o meu filho”; “o seu papel é ser uma intercessora”.
Deus usa as circunstâncias na formação dos cristãos para conformá-los à imagem de Cristo, e não simplesmente para produzir conforto ou sucesso.
Suporte: “Todas as coisas juntamente cooperam para o bem”; “o propósito dele é te transformar à imagem de Cristo”.
Textos:
Uso Contextual
Aplicação exemplar legítima, com extrapolação parcial.
Questões Exegéticas
O texto fala de uma raiz de amargura que ameaça a comunidade e pode levar pessoas a falhar em relação à graça. A ministração transforma isso em um modelo psicológico abrangente para explicar todo ressentimento, perturbação emocional e contaminação relacional.
Leitura Sugerida
Ler o versículo junto de Hebreus 12:14-17, enfatizando santidade, paz comunitária e o perigo espiritual da amargura, sem afirmar que toda dificuldade emocional decorre automaticamente de uma raiz oculta.
Leitura Sugerida
O texto é usado adequadamente para afirmar que Deus perdoa os pecados e remove, mediante a cruz, a dívida condenatória que estava contra os crentes. A imagem de escrever uma lista pessoal e riscá-la é uma aplicação devocional, não o significado literal do texto.
Uso Contextual
Aplicado de modo substancialmente correto, embora com simplificação identitária.
Questões Exegéticas
A expressão “eu sou justiça de Deus” pode ser entendida corretamente somente como justiça recebida e compartilhada em união com Cristo. Isolada como declaração sobre o próprio valor, pode parecer uma afirmação autônoma de mérito.
Leitura Sugerida
Enfatizar que Deus fez Cristo pecado por nós para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus. O centro é a união com Cristo e a reconciliação, não uma autodeclaração independente.
Uso Contextual
Alusão tradicional, mas não explicitamente identificada.
Questões Exegéticas
A imagem dos trapos de imundícia é usada para afirmar que toda justiça humana é absolutamente inútil. O texto está inserido na confissão comunitária de Israel e não deve ser usado para destruir a dignidade humana ou incentivar uma autocondenação indiscriminada.
Leitura Sugerida
Usar o texto para destacar a insuficiência da justiça própria diante de Deus, mantendo simultaneamente a dignidade da pessoa criada por Deus e a realidade das boas obras produzidas pela graça.
Uso Contextual
Parcialmente correto, com problema importante na definição de carne.
Questões Exegéticas
A ministração define carne simplesmente como “nossa natureza humana”. Em Romanos 8, carne não significa humanidade criada em sentido geral, mas a orientação da existência sob o domínio do pecado. Além disso, a ausência de condenação é um status daqueles que estão em Cristo, não apenas o resultado de uma melhora comportamental.
Leitura Sugerida
Ensinar que não há condenação para os que estão em Cristo, enquanto a vida segundo o Espírito evidencia essa nova realidade. Evitar equiparar humanidade, corporeidade ou emoções à carne pecaminosa.
Uso Contextual
Aplicação coerente, embora a referência não seja explicitada.
Questões Exegéticas
A afirmação de que tudo está nu e patente diante de Deus foi corretamente relacionada à transparência diante dele, mas deveria ser conectada também ao contexto imediato do sumo sacerdote misericordioso e do acesso ao trono da graça.
Leitura Sugerida
Ler Hebreus 4:13-16 em conjunto: Deus conhece completamente o pecador, mas o crente se aproxima com confiança por causa de Cristo, não por ausência de culpa.
Leitura Sugerida
O texto sustenta adequadamente o convite para aproximar-se de Deus em meio à necessidade. A confiança está fundamentada na obra e no sacerdócio de Cristo, não na autopercepção de merecimento.
Uso Contextual
Aplicação devocional legítima, com imprecisão lexical e teológica pontual.
Questões Exegéticas
A palavra pronunciada por Jesus é tradicionalmente transliterada como “tetelestai”, não simplesmente “telestai”. Além disso, a afirmação “Satanás está pago” pode sugerir que Satanás era o credor da cruz, formulação que não é necessária nem segura.
Leitura Sugerida
Dizer que a obra redentora de Cristo foi consumada e que a culpa do crente é perdoada em Cristo. Evitar tratar Satanás como credor a quem Deus teria feito um pagamento.
Uso Contextual
Aplicação correta quanto à necessidade de perdoar, mas incompleta pastoralmente.
Questões Exegéticas
A ministração usa o texto para afirmar que não se pode reter o perdão, mas não distingue perdão, reconciliação, confiança, justiça e proteção contra abusos.
Leitura Sugerida
Ensinar que os discípulos devem abandonar a vingança e entregar a justiça a Deus, sem concluir que perdoar exige restaurar imediatamente a confiança, permanecer em situação abusiva ou ignorar consequências.
Uso Contextual
O ponto central da parábola foi captado, mas há inconsistência factual e aplicação excessivamente direta.
Questões Exegéticas
A fala inicialmente chama a primeira dívida de dez mil denários, embora o texto diga dez mil talentos; depois a própria ministração usa talentos no cálculo. A dívida enorme e a dívida pequena comunicam uma desproporção teológica, não exigem conversão monetária precisa. A referência aos verdugos indica também a seriedade do juízo, não apenas uma explicação psicológica do sofrimento emocional.
Leitura Sugerida
Preservar o contraste entre uma dívida humanamente impagável e uma dívida relativamente pequena. Aplicar a parábola ao perdão, sem transformar a conversão monetária em prova exegética nem reduzir o juízo divino a mero desconforto emocional.
Uso Contextual
Aplicação parcialmente adequada.
Questões Exegéticas
O texto sustenta confissão mútua e oração, mas não ensina que toda questão emocional provém de pecado não confessado nem que qualquer pessoa deve receber indiscriminadamente informações íntimas. A promessa de cura está no contexto de oração comunitária, presbíteros e cuidado pastoral.
Leitura Sugerida
Aplicar o texto com responsabilidade, incentivando confissão segura, madura e confidencial, além de oração e acompanhamento pastoral ou clínico quando necessário.
Uso Contextual
A ideia central foi bem aplicada, mas houve importação indevida da expressão “jugo desigual”.
Questões Exegéticas
Jesus oferece descanso por meio de seu jugo e do aprendizado de sua mansidão. O sermão transforma isso em “jugo desigual com Jesus”, importando uma expressão associada a 2 Coríntios 6:14 para um contexto diferente. Também afirma que Jesus carrega todo o peso, enquanto o texto inclui submissão, aprendizado e discipulado.
Leitura Sugerida
Ensinar que o jugo de Cristo é mais bondoso que os fardos opressivos do pecado e da autossuficiência, mas continua sendo um chamado real para aprender de Jesus e obedecê-lo.
Leitura Sugerida
O texto foi usado de modo sólido ao relacionar o bem prometido à conformidade com Cristo. Deve-se preservar a condição “aos que amam a Deus” e não transformar a passagem em garantia de que toda situação produzirá uma solução específica ou uma experiência emocional positiva.
Ensinar perdão juntamente com limites, justiça, segurança e distinção entre perdão, reconciliação e restauração de confiança.
Substituir a linguagem de autoperdão como requisito por uma formulação centrada em receber o perdão de Deus, arrepender-se e abandonar a autocondenação.
Corrigir a leitura de Romanos 8:1, distinguindo carne de humanidade em geral e explicando a ausência de condenação como realidade em Cristo.
Reformular Mateus 11:28-30 sem importar a expressão “jugo desigual” e sem sugerir que o discipulado elimina toda responsabilidade ou sofrimento.
Apresentar Tiago 5:16 com cuidado quanto à confidencialidade e deixar claro que depressão, trauma, burnout e autolesão não devem ser reduzidos a pecados ocultos.
Tratar relatos de guerra espiritual e testemunhos pessoais como experiências particulares, não como fórmulas ou garantias de resultado.
Evitar promessas específicas sobre a conversão de familiares e afirmar simultaneamente a soberania de Deus, a responsabilidade humana e a incerteza quanto aos desfechos.
Resumo em uma frase:
Uma ministração pastoralmente relevante e centrada na graça de Cristo, com boa aplicação sobre culpa, perdão e exaustão, mas que precisa de maior precisão em Romanos 8:1, Mateus 11:28-30, Tiago 5:16, guerra espiritual e cuidado psicológico.
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