Igreja Presbiteriana do Brasil
14 de setembro de 2026
1h 39min
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Nota deste sermão
94
de 100 pontos
Sermão expositivo reformado de alta qualidade sobre Êxodo 34:9 — fiel ao contexto, cristologicamente centralizado na intercessão de Cristo, com apelo evangélico livre de manipulação — que dista da excelência máxima apenas por ajustes pontuais de precisão.
Critérios e notas consideram a tradição Reformada / Calvinista (Igreja Presbiteriana do Brasil)
Análise gerada por IA em 14 de setembro de 2026 · entenda a metodologia e os limites →
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Glória e [canto][música] majestade são diante dele. [música] Força e [canto] formosura no seu santuário. Glória [canto][música] e majestade estão diante dele. [música] Força e formosura [canto] no seu santuário. [música] >> Cantai ao Senhor [canto] um cântico [música] novo. Cantai ao Senhor [canto] todas as terras. [música] Cantai [canto] ao Senhor, bendizei o seu [música] nome. Proclamai [canto] a sua salvação. Anunciai entre [canto] as nações a sua glória entre [canto] todos os [música] povos. as suas maravilhas, porque grande é [canto] o Senhor e [música] muito digno de ser louvado. Mais temível do que falsos [música][canto] deuses. Glória e majestade [música][canto] estão diante dele. Força e formosura do [canto][música] seu santuário. Glória e majestade estão diante [canto] dele. Força e formosura [música] no seu santuestade [canto] estão diante [música] dele. Força [canto] e formosura no seu santuário. [música][canto] Glória e majestade. diante dele força [canto] fosura do [música] seu santuário. Meus irmãos, bom dia. Nós estamos no número menor hoje pela manhã. Vamos nos concentrar nas fileiras aqui da frente, pedir aos irmãos que estão mais ao fundo para que se movimentem, se aproximem. Sim, nós podemos contemplar uns aos outros o nosso momento de culto. Em alguns instantes nós iniciaremos o nosso culto ao Senhor. Ah. >> [música] >> como igreja do Senhor. Senhor, o nosso propósito principal é glorificar a Deus e gozá-lo para sempre. O objetivo do ministério não é servirmo-nos a nós mesmos, mas ajudarmos uns aos outros a servir ao Senhor e levar a igreja de Cristo, o povo de Deus, à presença daquele que é o soberano criador de todas as coisas. Reunirmo-nos em culto para adoração é então a um dos centrais propósitos da igreja. Por isso, ao falarmos, ao ao encerrarmos esta conferência, esse congresso, nada melhor do que contemplarmos a grandeza, a graça, a glória, a beleza do nosso Deus e o adorarmos. Que o seu coração então esteja assim desejoso de dar graças ao Senhor por aquilo que ele eh fez por você nesses dias, de dar graças ao Senhor pelo privilégio de ser edificado pela sua palavra e então se comprometer com o Senhor para servi-lo, para honrá-lo, para glorificá-lo com a sua vida e com o seu ministério. Vamos então sermos chamados à adoração por meio do texto de Sofonias, capítulo 3, os versos a 17. Canta, ó filha de Sião, rejubila, ó Israel, regozija-te e de todo coração exulta, ó filha de Jerusalém. O Senhor afastou as sentenças que eram contra ti e lançou fora o teu inimigo. O rei de Israel, o Senhor, está no meio de ti. Tu já não verás mal algum. Naquele dia se dirá em Jerusalém: Não temas, ó Sião. Não se afrouxem os teus braços. O Senhor, teu Deus, está no meio de ti, poderoso para salvar-te. Ele se deleitará em ti com alegria. Renovar-te há no seu amor. Regzar-se a em ti com júbilo. Eis a nossa grande alegria. O texto então nos chama a cantar. O texto nos chama a exaltar aquele que abriu as portas de Jerusalém, as portas do altar do Senhor, do trono da graça, para que pudéssemos, livres dos nossos pecados, adorar a Deus com alegria e com liberdade. Vamos então louvar ao Senhor com um cântico. >> [música] >> Muitas [canto] gerações rendidas em louvor, cantando ao [canto] cordeiro [música] uma canção. Os quentes em [música][canto] se foram se foram e os que hão de crer, cantando [canto][música] ao cordeiro uma canção. [música] Teu [canto] nome é o mais alto. Teu nome é o maior. Teu [música] nome é sobre [canto] todos [música] [música] os tronos [canto] e domínios, novenos novenos e poderes. e poderes. Teu nome [canto][música] é sobre todos e os anjos [canto] clam. Santo toda criação. [canto] Santo, [música] [música] exaltado [canto] és. Santo, santo [música][canto] para sempre. sempre quem foi perdoado [música][canto] e redimido foi, >> cante [música][canto] ao cordeiro uma canção. [música] Aquele que é livre [canto] e leva [música] o seu nome. Cante ao [canto] cordeiro uma canção. [música] >> Cantaremos [canto] para sempre também. Os anjos clamam. [música][canto] Santo toda criação, santo, exaltado és. [canto] [música] Santo, santo para sempre. [música] O teu povo canta. [canto] Santo, [música] sim, [canto] o rei dos reis. Santo, [canto] [música] [música] tu sempre serás santo, [canto] santo para sempre. [música] Teu [música] nome é o mais alto. Teu nome é o [canto] maior. [música] Teu nome é sobre [canto] todos [música] os tronos [música] e domínios, [canto] governos e poderes. [música] Teu nome é sobre todos. [canto] E os anjos [música] clamam. Santo Santo [canto] [canto] toda criação. >> Santo, [canto] exaltado [música] és. [canto] Santo, santo [música][canto] para sempre. O teu [música] povo canta. Santo [canto] [música] rei dos reis. Santo, [canto] [canto] tu sempre serás. Santo, [canto] [canto] santo para sempre. [música] >> [canto] >> Adoramos e louvamos o teu nome, porque só o Senhor é santo e como cantamos agora, santo para sempre. Fala os nossos corações, Senhor. E nós somos gratos porque o Senhor tem falado aos nossos corações nesses dias juntos aqui. Quanto a bênção, quanto o crescimento, quanto a graça, quanto poder, quanta misericórdia emanada do Senhor para nós aqui nesses dias, nas pregações, nos seminários, em todos os momentos de comunhão, de de convivência, multam com os outros, conhecendo-nos mais uns com os outros e sabendo que o teu amor permeia todos os teus filhos entre todos. E nós adoramos o teu nome, porque só o Senhor é digno do de receber toda a nossa adoração, todo o nosso louvor. Aceita o nosso culto, a nossa adoração, porque nós o fazemos em o nome de Jesus. Amém. >> Amém. >> Nós continuaremos em pé e vamos cantar. Lembrando da nossa esperança. As promessas foram feitas, usufruímos delas, mas sabemos que ainda há muito a receber dessa grandiosa redenção e salvação. Prestar culto é antecipar esse momento que estaremos diante do Senhor, vendo que ele é o princípio e o fim de todas as coisas, aquele que nós aguardamos e trará plena satisfação à nossa alma. Cantemos ainda em louvor ao Senhor e expressando a nossa esperança no Senhor Jesus Cristo. [música] Tu que estás assentado no trono [música][canto] sempre. [canto] >> [música] >> Sober, [canto] anjos [música] cantando, homenso. [canto][música] >> [canto] >> Unindo o seu [canto] povo. [música] [canto] >> [música] >> Alfa [canto] Omega. >> [música] >> Cristo filho. [música] [música] Ó [canto] Ó [canto] vem, vem, ó vem, ó vem, ó [música][canto] vem, Senhor Jesus. Jesus. [música] [música] >> [canto] >> Ansioso espero [música] >> a tua volta, [canto][música] [música] o grande [canto] dia em que tu virás. >> [música] >> Então [canto] subiremos [música] contigo [canto] estaremos para [canto] sempre. Aleluia. >> [canto] >> Alfa [música] Cristo [música] [música] filho. filho. Ó [música][canto] vem, ó vem, [canto] ó vem, Senhor Jesus. [música][canto] para [canto] [música] Cristo filho, [música] mestre. Ó [canto] vem, [música] ó vem, ó vem, [canto] ó [música] vem, Senhor Jesus. [canto] >> [música] >> Igreja, pode assentar-se. Contemplamos a beleza da graça de Deus, a sua grandiosa obra de salvação. Nosso coração se alegra, rejubila, exalta o nome do Senhor. Mas então lembramos quão imperfeitos nós somos. Quão limitado é o nosso louvor, quão poucas são as nossas obras perto de tudo aquilo que o Senhor fez por nós. Recebemos redenção, estamos diante do trono do Senhor. Mas não é possível contemplar a santidade do Senhor sem pedir que ele nos ajude para que nós possamos ter a nossa vida transformada. Nossos pecados foram perdoados, mas eles ainda persistem em nossa vida. A esperança que nós temos é que o Senhor, através do seu espírito, nos guie parecidos com o Senhor Jesus. Romanos capítulo 8 dos versos 1 a 4 diz isto: "Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, porque a lei do Espírito da vida em Cristo Jesus te livrou da lei do pecado e da morte, porquanto que fora impossível a lei no que estava enferma pela carne." Isso fez Deus, enviando o seu próprio filho em semelhança de carne pecaminosa e no tocante ao pecado. E com efeito, condenou Deus na carne o pecado, a fim de que o preceito da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o espírito. Vamos agora ter um período de oração silenciosa. coloque-se diante de Deus pedindo que a gloriosa obra redentora da cruz alcance os seus atos, os seus pensamentos, as suas inclinações. Que aquilo que ainda na sua carne está enfermo seja santificado, renovado, transformado pelo Senhor. confesse os seus pecados, não como alguém que está se escondendo de Deus, mas como alguém que sabe que o Senhor está ali para transformar e fazer com que a sua vida agradeciamente, pedindo ao Senhor que nos habilite a viver mais a partir da sua glória. Ja. Ah. Senhor, quão glorioso, santo e justo tu és. Pela graça da tua palavra, pela pregação do evangelho, contemplamos a tua glória e nos admiramos dela. Com perfeitos são os teus mandamentos e caminhos, como a tua vontade é sábia. Como o Senhor bondosamente, misericordiosamente conduz a nossa vida. Há tantas coisas preciosas pelas quais nós queremos te adorar e louvar. E, ó pai, nosso coração consternado reconhece, ó Deus, que as nossas palavras são tão poucas, que as nossas obras tão limitadas, que o nosso amor, ó Deus, e a nossa fé ten tantos obstáculos. E de modo, ó Deus, contrito, humilde, sabendo, ó Deus, que o Senhor bondosamente nos recebe, pedimos que o Senhor nos transforme. Pedimos, ó Deus, que o Senhor conduza o nosso coração. Pedimos ao Senhor que nos dê a alegria do teu perdão e da tua salvação. Pedimos ao Senhor que encha, ó Deus, a nossa mente de propósitos santos e agradáveis ao Senhor. Guarda-nos, ó Deus, porque como homens que somos, muitas vezes estamos construindo a nossa própria glória, nossas próprias torres, nossa própria fama. E quando fazemos, em especial no ministério, no trabalho da tua igreja, nós afrontamos e deshonramos o grande privilégio que temos. Cada um de nós aqui, Senhor, quer te servir, mas encontramos em nós mesmos uma outra lei que nos dificulta este caminho. Por isso, Deus, nós te damos graças por Jesus Cristo, que nos amou e salvou mesmo, ó Deus, quando nós éramos teus inimigos. Mas agora, reconciliados com o Senhor, sabendo que o Senhor nos dá todas as coisas, o que nós te pedimos é o Teu Espírito. Que ele encha a nossa mente, enche o nosso coração, que ele conduza as nossas palavras, que ele nos aproxime de ti, que ele nos ah dê clareza sobre aquilo que agrada ao Senhor e edifica os nossos irmãos. Assim, ó Deus, seremos sal e luz neste mundo, filhos de Deus, no meio de uma geração corrompida, perdida. Que o Senhor nos faça luziros neste mundo. E assim, ó Deus, não a nossa glória, mas a tua glória seja vista. Que os homens vejam, ó Pai, o que estamos fazendo e não nos aplaudam, mas reconheçam e glorifiquem o teu nome, até que todo joelho e seja dobrado aos pés do Senhor Jesus. E não haja nenhum outro nome no céu e na terra que possa ser pronunciado para nossa salvação. Assim nós oramos em nome de Jesus. Amém. Vamos colocar em pé. Vamos cantar novamente agora, colocando o nosso coração diante do Senhor, a nossa vida em consagração a ele. [música] Graça sobre graça [canto][música] recebi e da plenitude renasci. [canto] Quando atraído me encontrei [música] no amor de Deus, viva e poderosa [canto] salvação. salvação. [música] [música] Luz me alcançou [canto] na escuridão. [música] Todo o meu pecado [canto] se apagou apagou no amor de Deus. [canto] [música] [música] Logo eu, Logo eu, um pobre [canto] pecador. Logo eu, tão fraco [música][canto] e tão devedor. devedor. Logo eu Logo eu de graça recebi [música][canto] o amor de Deus. >> [música] >> Logo eu, finito e [canto] carnal. Logo eu Logo eu diante [música] de um Deus [canto] imortal, logo eu logo eu de graça recebi [música][canto] o amor de Deus. [canto] [canto] >> [música] >> Graças sobre graça [canto] recebi. E da plenitude [música][canto] renasci quando [música][canto] atraído me encontrei encontrei no amor de Deus. [canto] Viva e poderosa [música] [canto] [canto] salvação. Luz que [música][canto] me alcançou na escuridão. Todo [canto] o meu pecado se apagou [música] no amor [canto] de Deus. >> [música] >> Logo [canto] eu, um pobre [música] pecador. Logo eu [música] de [canto] tão devedor. >> Logo eu de graça recebi [canto][música] o amor de Deus. Logo eu [música] finito e [canto] carnal. carnal. Logo eu Logo eu diante [música][canto] de um Deus imortal, logo eu logo eu de graça de graça [música] o amor de Deus. O amor [música][canto] de Deus. é rico em benefícios. [canto] O amor de Deus não mede sacrifícios [música] dos braços desse [canto] amor recebo o perdão comprado [música][canto] por Jesus. >> [música][canto] >> O amor de Deus é puro [canto] e consciente como as manhãs. [música] É firme e [canto] constante [música] que se entregou na cruz e a morte [canto] derrotou o amor de [música] Jesus. >> [música] >> Logo [canto] eu, um pobre pecador. [música] [música] Logo [canto] eu tão fraco e tão devedor. Logo [canto][música] eu de graça recebi o amor de [canto] Deus. [música] Logo eu infinito [canto][música] e carnal. >> Logo eu [música] diante [canto] de um Deus imortal, >> logo eu de graça recebi o amor [canto] de Deus. Vocês [canto] podem se assentar. Eu gostaria de antes de iniciarmos e passarmos a palavra ao Dr. Dancan neste momento para a pregação, expressar a minha gratidão e mais uma vez colocar como um ponto daquilo que nós tentamos fazer aqui neste final de semana. Nós agradecemos a você que veio, agradecemos a você que participou, agradecemos a vocês, a equipe de cânticos, que nos conduziram nesses cânticos. E se você observou durante esses três dias, nós tivemos uma equipe de cânticos da igreja de São Bernardo, uma outra equipe de cânticos ontem da igreja de Vila Maria e hoje nós temos a equipe de cânticos da Igreja Presbiteriana do Campo Belo. Nós fazemos isso por várias razões. O tema da nossa conferência é ministério em foco. E eu gostaria que você que trabalha, que serve na igreja, saísse daqui com a perspectiva de que aquilo que você faz é ministério. E como é ministério, você, a sua dedicação é importante, o seu trabalho é importante, é você faz isso para honra e para glória de Deus. Em segundo lugar, eu gostaria que você saísse daqui sabendo que esses professores do CPAJ e esses que trabalham na cultura cristã, eles também são pastores, eles pastoreiam a igreja. Reverendo Dario pastoreia a igreja da Vila Maria. Reverendo Eduardo, que devemos a ele, temos uma dívida de gratidão tremenda a ele. Ele gosta de ficar nos bastidores. Às vezes eu tento, eu quero puxá-lo um pouquinho, mas ele diz: "Eu trabalho nos bastidores". Ele pastoreia na igreja de São Bernardo e a equipe da igreja do Campo Belo é a igreja onde eu pastoreio. Todos nós estamos envolvidos no ministério, queridos irmãos e irmãs, e nós devemos orar uns pelos outros e encorajar uns aos outros nesse glorioso ministério que temos de avançar com a palavra de Deus. Então, sendo isso, nós iremos ouvir a exposição das escrituras. Neste momento, Dr. Dunken vai nos conduzir a Deus na exposição das Escrituras Sagradas. Se você possui a sua Bíblia, eu convido que você a abra comigo em Êxodo, capítulo de número 34, versículo de número 9. Esta é uma das grandes orações que encontramos na Bíblia. E esta oração é a resposta à própria revelação que Deus fez de si mesmo a Moisés. Você se lembra do contexto de Êxodo, capítulo 34? Deus havia retirado Israel do Egito. Deus havia conduzido Israel ao monte Sinai. O Senhor havia dado ao seu povo os 10 mandamentos. E os primeiros dois daqueles mandamentos eram: "Não terás outros deuses diante de mim. E não adoraráis imagens de esculturas. Em Êxodo 32, o que que Israel fez? Eles adoraram outros deuses e eles se prostraram diante da imagem do bezerro de ouro. E você se lembra o que que Deus disse para Moisés? Eu irei estirpá-los da face da terra, assim como eu fiz com o povo na época de Noé. E eu vou começar um novo povo com você, Moisés, Moisés, e a sua família, assim como eu comecei com Noé. E naquele contexto, Moisés orou para que Deus perdoasse a transgressão do seu povo. E Deus, na sua misericórdia perdoou o povo. E então em Êxodo 33, Moisés faz outra oração. Ele diz: "Senhor, eu quero ver a tua glória". E aí Deus responde a Moisés e Deus diz: "Moisés, você não pode ver a minha glória, isso irá matá-lo. Eu sou santo, você não é. Eu sou Deus, tu és um homem. Eu sou infinito. Você é finito. Se você vir a minha glória, isso irá matá-lo. Mas o que Deus faz? Deus diz a Moisés que Deus passaria por ele e Deus permitiria que Moisés visse por detrás da sua glória. O que Deus faz quando Deus mostra esse aspecto da sua glória a ele é que ele diz e revela a Moisés algo sobre si mesmo. E você verá isso em Êxodo 34 verso de número 6. Deus diz a Moisés: "Senhor, o Senhor Deus, compassivo e gracioso, eu tenho que procurar a versão que está na minha escritura que deixa, eu peguei o outro texto. Ah, Senhor, Senhor Deus, compassivo e bondoso, tardio em irar-se e grande misericórdia, misericórdia e fidelidade, que guarda misericórdia em mil gerações, que perdoa a maldade, a transgressão e o pecado. Em outras palavras, Deus mostra sua glória a Moisés em sua misericórdia. É como se Deus estava dizendo para Moisés: "Se você quer ver a minha glória, contemple a minha misericórdia". Se você quer compreender quão glorioso Deus eu sou, considere como eu perdoo. Então, a oração que Moisés faz em Êxodo 34, versículo 9, é em resposta a essa revelação que Deus faz de si mesmo em sua misericórdia. Eu quero lembrá-lo que isso não é apenas uma história de um povo que viveu cerca de quase 3000 anos atrás. Isso não é apenas uma história de um povo que não tem nada a ver contigo e comigo. Se você é um cristão, esse povo aqui é sua família. O apóstolo Paulo em primeiro Coríntios capítulo 10 diz que esta passagem aqui é para nós. Ele diz que essas coisas aconteceram como um exemplo para nós e isso foi escrito por nós. tem algo que ele quer que eu e você aprendamos desta passagem. Eu quero dizer algo mais. Nós iremos necessitar desta oração. A oração que eu estou por ler, a oração que Moisés fez a Deus, é uma oração que você necessita. Como você precisa é uma oração que eu preciso. Então, vejamos. Êodo 34, versículo de número 9. número 9. OK? E nós vamos começar no versículo 8. Imediatamente Moisés curvou-se para a terra e adorou o Senhor e disse: "Senhor, se agora alcancei favor diante de ti, continua no meio de nós, ainda que esse povo seja Seja teimoso e perdoa a nossa iniquidade e o nosso pecado e toma-nos por tua herança. Amém. E assim se encerra a leitura da palavra inerrante, inspirada do próprio Deus. E que o Senhor escreva essas verdades eternas dentro do nosso coração. Eu quero que você observe três coisas desta oração de Moisés. A oração de Moisés em Êxodo 34 versículo 9 é em prol de três coisas para o povo de Israel. Ele ora pela presença de Deus. Ele ora pelo perdão de Deus e ele ora para que Deus nos tome como a sua possessão, a sua herança. E o apóstolo Paulo diz que isto aqui é um exemplo para nós. Nós precisamos orar a mesma oração pela presença de Deus conosco, pelo perdão de Deus a nós, para que o Senhor Deus nos tome por sua possessão. Então vamos observar esta oração juntos e comecemos com a primeira petição. O Senhor ora dizendo que o Senhor permaneça no meio de nós. Ainda que o povo seja tão teimoso. Eu quero que você compreenda o significado do que Moisés está dizendo aqui. Em Êxodo 33 verso 3, Deus havia dito para Moisés: "Eu não vou mais com Israel porque ele, o Israel é um povo teimoso. Agora compreenda isto. Eu não vou com Israel. Eu não acompanharei Israel porque Israel é um povo teimoso. Agora considere a oração de Moisés e observe quão maravilhoso é o que ele está pedindo aqui. de Senhor, eu quero que o Senhor esteja no meio de nós, mesmo que sejamos de fato um povo teimoso. teimoso. Não é maravilhoso isso? Moisés não está dizendo para Deus, Deus, nós deixamos de ser um povo teimoso. Nós mudamos, nós somos diferentes agora. Agora nós somos um povo bom. Então, Deus, então agora o Senhor considera estar conosco, mas ele tá dizendo: "Senhor, nós continuamos sendo cabeça dura. O seu povo é de fato teimoso. Esse povo desobedece. Esse povo não escuta e não atende a sua palavra. Mas, Senhor Deus, Senhor, por favor, no meio de nós. Isso é uma oração maravilhosa. Como no mundo Moisés poderia pedir algo assim por causa daquilo que Deus havia revelado a Moisés? Moisés, o Senhor Deus, é misericordioso e compassivo. Ele é tardio em irar-se. Ele é cheio de de misericórdia e bondade. Ele perdoa a iniquidade, a transgressão e o pecado. Por isso que Moisés pode fazer uma oração tão ousada como esta. Bom, você compreende a importância da presença? Alguma vez você já esteve no hospital com um amigo seu, uma amiga que está seriamente enfermo? E talvez ali naquele quarto tenha um marido ou uma esposa, uma criança ou um parente daquele enfermo. E aquele parente está pronto a sair do quarto. E algumas vezes você vê aquele enfermo dizendo para a pessoa, até para você mesmo, por favor, não, não me deixe. Fica aqui comigo, não vá, fica próximo de mim. Esta a oração de Moisés a Deus. Senhor, não nos abandone. Senhor, fica próximo de nós. Senhor, vá conosco. Não nos faça irmos sozinhos. Nós sabemos que nós precisamos da presença de Deus. Nós cantamos isso nos nossos cânticos. Nós necessitamos de Deus em cada momento. Seja próximo de mim, precioso Jesus, como diz o hino. Vem a mim, >> fica comigo, permaneça comigo. Esta é a oração de Moisés para Deus. Fique entre nós. Vá conosco. Ah, suba conosco para essa terra prometida. Permaneça conosco. E nós como cristãos sabemos que necessitamos de Deus conosco. Nós necessitamos dele para paz. Nós necessitamos deles nas horas da tentação. O que que o salmista diz? Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, tu estás comigo. Você percebe aqui o que está confortando o salmista? Não é o fato do salmista estar em um vale prazeroso. Ele está no vale da sombra da morte, mas ele não teme porque o Senhor está com ele. É isso que Moisés está orando. Fica conosco. Permaneça próximo a nós. Nós temos sido amigos infiéis a ti, ó Deus bendito. Nós temos sido teimos com o cabeça dura de fato. Senhor Deus, continue sendo um amigo fiel e presente conosco e vá conosco. É isso que Moisés está orando por Israel. E você compreende agora porque que nós precisamos fazer esta oração. Nós precisamos desta oração. Nós temos sido amigos ou parceiros infiéis a Deus. Mas nós temos um Deus que é fiel a nós. Você sabe, na noite que Jesus Cristo foi traído, traído, ele disse aos seus discípulos: "Lembrem-se que eu escolhi a vós outros. Vós não me escolheste. Por que é tão importante Jesus dizer isso para os seus discípulos? Porque todos eles haveriam de abandoná-lo. Eles haveriam de se esquecer dele. Eles provariam que eram parceiros infiéis. E Jesus queria que eles soubessem que ele os amava e que ele cuidava deles. Não porque eles o haviam escolhido, mas porque ele havia escolhido a eles. E Deus vai dizer a mesma coisa para Israel. Israel. Deuteronômio 7. Eu não escolhi vocês porque vocês fossem o grande, o maior povo da face da terra. Vocês eram os menores, mas eu escolhi vocês porque eu os amo e eu fiz promessas aos seus ancestrais. Esta é uma oração que nós precisamos. Senhor, permaneça entre nós, mesmo que sejamos teimosos, mesmo que sejamos parceiros infiéis. Seja o nosso amigo fiel. Ah, fique próximo de nós, permaneça entre nós. entre nós. Nós necessitamos de ti. E Deus respondeu aquela oração. Sim, Moisés. Sim, eu permanecerei. Então, a oração de Moisés se torna mais ousada ainda. Observe a segunda petição. Perdoa a nossa iniquidade e o nosso pecado. Senhor, o Senhor nos disse para não adorarmos outros deuses. Mas logo depois, poucos dias depois que o Senhor nos disse isso, nós já estávamos adorando outros deuses. O Senhor nos disse para não nos ajoelharmos diante de imagens e nós nos ajoelhamos diante de uma imagem criada. Ô Senhor, nos perdoe por isso. Perdoa-nos, perdoa o nosso pecado por termos feito isso. Perdoa as nossas iniquidades, as nossas transgressões e o nosso pecado. Como Moisés é tão corajoso e ousado para fazer uma oração dessas? Porque Deus havia mostrado para Moisés a sua glória. Ele havia mostrado para Moisés a sua glória na sua misericórdia. Eu sou gracioso. Eu sou compassivo, Moisés. Eu sou repleto de longanimidade e eu perdoo iniquidade, transgressão e pecado. Se Deus não tivesse mostrado isso para Moisés, Moisés, se Deus não tivesse dito aquilo, como Moisés poderia ter sido tão ousado em orar daquela maneira? Mas você sabe que Jesus nos diz para orarmos da mesma maneira? E quando orardes, Jesus disse: "Oreem ao seu pai, ao pai que está nos céus e diga a ele: "Perdoa as nossas dívidas, perdoa as nossas transgressões, perdoa os nossos pecados, porque o pai é repleto de misericórdia e de bondade. Duncen, >> um professor famoso na Escócia, Rab Duncan, quando ele era jovem, ele era um ateu. E Deus, de uma forma gloriosa, converteu o coração daquele jovem. E o Rabi Duncan deu o seguinte testemunho, mostrando como que Deus o havia convertido. Ele disse: "Satanás me acusava e Satanás dizia: "John Duncan, você é um pecadores. Mas eu um dia ouvi um pastor pregando: Jesus Cristo veio para pecadores. Ele não veio para os justos, ele veio para pecadores. E então naquele momento, eu percebi, Jesus veio para mim. Eu sou um pecador e Jesus veio por mim. Se eu sou um pecador e Jesus veio por mim, eu posso ser perdoado, eu posso ser salvo, eu posso ser perdoado. E é exatamente isso que Moisés está orando. orando. Perdoa as nossas iniquidades, nossos pecados. Não porque merecemos. Não porque somos bons, não porque nós iremos tentar sermos melhores, mas porque tu és um Deus gracioso e compassivo. E tu perdoa as iniquidades e transgressões. Ouça minha oração, ó Deus, e perdoa o teu teu povo. Você compreende agora porque nós precisamos dessa oração? Porque nós ainda pecamos. Um dos meus pregadores escoceses favoritos é um homem chamado Thomas Foster. Ele era um pregador maravilhoso do evangelho. Na época dele, geralmente pessoas, milhares de pessoas vieram a Cristo por meio da pregação dele. Mais uma vez ele disse o seguinte: "Se as pessoas soubessem o que está dentro do meu coração, eu certamente não teria quatro amigos na Escócia." E ele diz: "Eu sou muito, estou muito feliz que os pecados do meu coração não estão agora sendo projetados aqui para você vê-los. E talvez você também esteja contente que os pecados do seu coração não estejam sendo colocados dessa tela para outras pessoas verem. Mas Deus conhece o seu coração como se o seu coração estivesse sendo ah disposto em uma tela como esta. E por isso nós precisamos clamar a ele e dizer: "Me perdoe me perdoe por esses pecados. E no nome de Jesus e Deus diz: sim." Que oração maravilhosa. E essa é uma oração que nós precisamos, mas é ainda melhora nesta oração. Porque Moisés não para nesses dois pedidos. E Moisés ainda diz: "Senhor, torna-nos a sua posse, a sua herança". Eu quero que você volte na sua Bíblia para Êxodo, capítulo de número 19, porque Moisés está repetindo as palavras que Deus havia dito em Êxodo 19. Em Êxodo 19, versículo de número 5, Deus havia dito o seguinte para Israel: "Agora, pois, se ouvirem atentamente a minha voz, minha voz, se guardarem a minha aliança, então vocês serão a minha propriedade peculiar". Ouça o seguinte. Se você ouvir a minha voz e guardar a minha aliança, em outras palavras, se você guardar os meus mandamentos, se você se tornar fiel ao pacto que eu estou realizando contigo, você será minha posse preciosa. Você a coisa mais preciosa no mundo para mim. Esta é uma linguagem utilizada para expressar qual era o tesouro precioso de um rei. Quando um rei dizia que algo era sua possessão preciosa, aquilo era o que o rei valorizava mais. E é como se Deus estivesse dizendo para Israel: "Ouça a minha voz, guarde os meus mandamentos, seja fiel ao pacto, você será aquilo que é mais precioso para mim em todo este mundo." Mas Israel ouviu a voz de Deus? Israel guardou os mandamentos de Deus? Não. Israel obedeceu os mandamentos de Deus para não adorar outros deuses, não se prostrar diante de uma imagem fundida? Não Não foi Israel fiel ao pacto? Então, aquele pacto era como se fosse um casamento, pessoal. Se você observar em Êxodo 19 versículo 4, Deus está dizendo: "Eu trouxe você para mim mesmo". ou eu te atraí a mim mesmo. Não é apenas uma linguagem de amizade, é uma linguagem de casamento. Vejam, no primeiro casamento na Bíblia de Gênesis, capítulo 2, nós nós lemos que Deus trouxe Eva para Adão. Nossa cultura, os pais trazem as suas filhas como noivas para o seu futuro marido. Então vejam, este aqui é o pai dizendo assim: "Eu trouxe vocês para para mim mesmo. Isso aqui é Deus utilizando a linguagem, dizendo: "Eu te atraí a mim mesmo. Eu te trouxe para mim mesmo, Israel. A partir de agora, você será a minha esposa. Você a minha possessão mais preciosa. Talvez alguns dos maridos aqui sejam românticos, eu não sei. E algumas vezes talvez você diga pra tua esposa: esposa: "Você é o meu tesouro". É isso que Deus estava dizendo para Israel. Você é o meu tesouro. Mas Israel foi infiel a Deus. Como pastores, muitas vezes um casal vai chegar ali no seu gabinete pastoral. Talvez aquele casal esteja casado por alguns anos. E eles entram e infelizmente você tem aquela péssima notícia que um deles foi infiel ao outro. E aquele que foi infiel está envergonhado pelo que ele fez. E aquela parte que foi traída, a pessoa que foi traída se sente humilhada pelo que ocorreu. Mas eles são cristãos e eles querem insistir, investir no casamento. Eles querem ver a restauração do seu matrimônio. Então o pastor começa a se encontrar com eles semanas após semanas e depois de alguns meses, talvez o pastor tenha aquela esperança de que esse casamento ele vai sobreviver. E um dia você está tendo uma conversa com aquele casal e o cônjuge que foi infiel diz para outro: "Love, eu gostaria que você conseguisse me amar da mesma maneira que você me amava antes de eu ter sido infiel". E aquilo de fato faz com que o pastor fique totalmente maravilhado. Aquele é um pedido ousado. Mas muitas vezes para surpresa do pastor e até mesmo um deleite do pastor, a outra pessoa diz: "Yes, "Yes, >> sim, eu consigo fazer isso. >> sim, eu consigo fazer isso. Eu consigo te amar da maneira como eu te amava antes de você ter me traído. É exatamente isso que Deus que Moisés está pedindo para Deus. Senhor, o Senhor disse que nós seríamos o seu tesouro se nós fôssemos fiéis a ti, mas nós fomos infiéis a ti. O Senhor, por favor, o Senhor ainda pode nos tomar como seu tesouro? E Deus diz: "Sim, >> sim, eu farei isso. Yes, >> sim. Eu posso fazer isso. Você percebe como ousada é esta oração? Mas eu ainda tenho mais boas notícias para você. para você. >> Sim, nós precisamos orar esta oração por nós mesmos. Senhor, esteja presente conosco, por favor. Ô Senhor, perdoa-nos. O Senhor, ainda que tenhamos sido infiéis, por favor, o Senhor ainda pode nos tomar como seu precioso tesouro? Sim, nós precisamos orar esta oração, mas aqui está notícia mais maravilhosa e melhor de todas. Jesus está nesse exato momento fazendo essa oração por você. O nosso Salvador que sofreu e é sem pecado, o nosso Salvador que foi crucificado, morto e e ressuscitou, que ressuscitou e asu destra da glória, ele está à direita de Deus todo poderoso. E o que que o escritor de Hebreus nos diz? diz? Apóstolo Paulo nos diz em Romanos 8. Ele está intercedendo por nós. Ele está orando ao seu pai por nós. Ele está dizendo: "Ou perdoa o Senhor, perdoa o perdoa o perdoa-os em Cristo. Não permita que esse pecador redimido morra". Ou João 17 diz: "Eu quero que o Senhor os ame, Pai bendito, como amaste a mim. E as orações do filho são ouvidas pelo pai. Jesus faz esta oração por você." Robert Mur uma vez disse: "Se eu pudesse ouvir Jesus orando por mim do do da sala ao lado, eu não teria medo de um milhão de inimigos". Mas sabe, queridos, distância não faz diferença alguma. O fato é que ele está orando por mim agora, direito de Deus Pai. O seu Salvador quer que você seja amigo de Deus. O seu Salvador quer que Deus caminhe e ande contigo. O seu Salvador morreu e ele ora para que você seja perdoado. e o seu salvador, que é a possessão mais preciosa de Deus. Ele diz para o pai dele: "Eu quero que o Senhor os ame como o Senhor ama mim." >> E o Pai diz: "Sim, aleluia! Que salvador! Que oração maravilhosa. Ou nós deveríamos fazer esta oração por nós mesmos, mas graças a Deus, Jesus faz essa oração por nós. Venha então a ele e o ame e confie totalmente nele. Salvador que te ama tanto, ele salvará a tua alma. Ele perdoará os teus pecados. Ele fará de você amigo de Deus. Ele fará de você a possessão mais preciosa do Senhor. Vamos orar. Ó Deus, Senhor Deus, esteja conosco, esteja próximo de nós, perdoa-nos, perdoa os nossos pecados, aceita-nos e tome-nos como a tua preciosa possessão. possessão. em Jesus Cristo, em o nome dele. >> Amém. >> Eu gostaria de convidar você a ficar de pé e cantar conosco. Eu olho para a cruz e para a cruz eu vou. Lembrando desse grande redentor e salvador que nós temos, Cristo Jesus, que vive para interceder por aqueles que se achegam a Deus. E que o Senhor receba toda a glória. Vamos cantar esse cântico. [música] Eu olho para a [canto][música] cruz. E para a cruz eu vou do seu sofrer participar. [canto][música] A sua obra vou cantar. [canto] >> Meu Salvador [música] [canto] na cruz mostrou o amor do Pai. [canto] O justo [música] Deus >> pela cruz me [canto][música] chamou gentilmente me atraiu [canto] e eu [música] sem palavras me aproximo quebrantado [canto] [música] [música] por seu amor. Oh. >> [música][canto] >> vida de graça recebi [canto] [música] por sua cruz [música] [música] da morte me livrou. [canto] >> [música] >> Trouxe minha vida. [canto] Eu estava condenado, mas agora [canto] pela cruz eu fui reconciliado [canto] [música] >> pela cruz me chamou, [canto] gentilmente [música] me atraiu e eu sem palavra. Me aproximo [música] quebrantado do seu amor pela cruz pela cruz me [música] chamou gentilmente [canto] me atraiu e eu, sem [música] palavras me aproximo. Quebrantado [canto] seu amor. Impressionante é o seu amor. [música] [canto] Me redimiu [música][canto] e me mostrou o quanto é fiel. >> [música] >> Impressionante é o seu amor. [música] Me [música][canto] redimiu e me mostrou o quanto [canto] é fiel. Eu a cruz [música] me chamou, [canto] gentilmente me atraiu e eu sem palavras [canto] me [música] aproximo. Quebrantado do seu [música][canto] amor. A cruz me chamou [canto] gentilmente me atraiu [música] e eu, sem palavras [canto] me aproximo, [música] quebrantado do seu [canto] amor. [música] >> Vamos orar. Senhor Deus, nosso Pai, o amor do Senhor por nós é impressionante. Não tem, não temos palavras para expressar toda a importância, todo o significado de termos sido alcançados por este amor. Este amor que foi demonstrado de uma maneira tão especial na cruz do Calvário, quando o Senhor Jesus se entregou ali por nós. Muito obrigado, ó Deus, por todo esse tempo precioso que passamos aqui, em que desfrutamos da presença do Senhor. E que essa presença do Senhor permaneça e nos acompanhe no retorno para os nossos lares e que possamos ter sempre essa percepção da presença do Senhor, porque sem essa presença do Senhor, a vida é insegura e não vale a pena. Ajuda-nos, ó Deus, a termos essa percepção da presença do Senhor. Ajuda-nos, ó Deus, a sermos realmente gratos pelo perdão que o Senhor tem dispensado a cada um de nós. Quando formos infiéis, ó Deus, que o Senhor possa nos perdoar, nos quebrantando, para que sejamos capazes de reconhecer os nossos pecados, para que possamos ser levados à cruz para suplicar o perdão do Senhor. E que, ó Deus, o Senhor possa continuar nos amando desde como sempre nos amou desde a eternidade. Que o amor do Senhor seja derramado em nossos corações pelo Espírito Santo. Ajuda-nos, ó Deus, a sermos capazes de fazer a oração que aprendemos aqui hoje através da ministração da tua palavra. Como é bom saber que mesmo se falharmos nesse objetivo, o Senhor Jesus seguirá fazendo essa oração por nós. E isso, ó Deus, renova o nosso coração. Isso fortalece a nossa confiança no Senhor, que é o nosso Deus, esse Deus bendito, a quem rendemos honra, glória e louvor para todo sempre, em nome de Jesus. Amém. >> Amém. Recebei pois a bênção do Senhor neste momento e logo depois nós vamos cantar o amém tríplice. Que o Senhor vá à tua frente como o pastor que guia o rebanho, conduzindo-te pelos caminhos da justiça. Que o Senhor esteja ao teu lado como teu refúgio e fortaleza, guardando-te as sombras das suas asas. Que o Senhor esteja atrás de ti como teu escuro e defensor, frustrando os intentos dos ímpios. Que o Senhor esteja dentro de ti, pelo seu Espírito Santo, consolando-te nas aflições e fortalecendo-te com graça. Que o Senhor esteja sobre ti, reinando soberano e derramando sobre a tua vida a sua bênção. Que Cristo seja tudo em ti, a tua justiça, a tua paz, a tua esperança. E que assim te abençoe o Deus triuno, Pai, Filho e Espírito Santo, hoje e para sempre. Amém. >> Amém. [música] >> [canto] [música] [música] >> Am. Amen. [canto] [canto] [música] Meus irmãos, nós estamos aí chegando ao nosso encerramento do 10º Congresso Cultura Cristã, a primeira conferência do Centro Presbiteriano Andrew Jumper. E eu peço um pouquinho mais a sua atenção e paciência para essas considerações finais. Nós queremos inicialmente aqui reconhecer aqueles que tornaram este encontro possível. Nossa denominação, a Igreja Presbiteriana do Brasil, é quem nos possibilita, de fato, por meio do Conselho de Educação e Publicações da da Editora Cultura Cristã, a da Igreja Presbiteriana, que é a editora Cultura Cristã, juntamente com o CPAJ, nos empenhamos ao longo aí de um ano para tornar este momento possível. Então, nós queremos dizer para você muito obrigado por ter acreditado no nosso trabalho, ter dedicado, dispensado sua atenção em tempo para estar conosco. Sabemos de muitas dificuldades que os irmãos enfrentaram, alguns irmãos enfrentaram para estar aqui, mas louvamos a Deus pela sua vida e queremos dizer muito obrigado pela sua presença aqui conosco. Nosso propósito foi muito claro desde o início, que é servir a igreja e equipar os santos para o trabalho e deste modo glorificarmos o nome do nosso Senhor. E eu quero então aqui em nome da organização do evento registrar nosso agradecimento ao Instituto Presbiteriano Mackenzi por todo o apoio dispensado, mencionando nominalmente aqui uma pessoa muito querida para nós, a gerente de eventos, a Ariane, que nos apanhou de uma maneira incondicional, subsidiando aí tudo que nos foi necessário para aqui estarmos e, de fato desenvolvermos esse trabalho. Ariane, recebe, receba o nosso abraço e o nosso muito obrigado e a toda a sua equipe também. Queremos também ressaltar aqui a nossa gratidão aos nossos expositores. Nós agradecemos de uma maneira especial ao SME, na pessoa da Viviane e também a equipe da Somos, a Tatiane, que também nos atenderam de maneira fantástica e nos deram apoio aí em muitas demandas. Queremos de maneira muito especial também ressaltar nossa gratidão à equipe e eu vou chamar a nossa equipe aqui, os irmãos do CESCEP que estejam aqui. Agradecemos ao Reverendo Domingos, presidente do CESP, pelo apoio na realização. Agradecemos à equipe da editora Cultura Cristã. Os irmãos eu peço que venham à frente. Nós queremos orar por vocês, agradecendo pelo trabalho incansável. Nós não temos toda a equipe aqui, mas eu gostaria de chamar a Sunamita e também Andressa, equipe do CPAJ, representando a equipe do CPAJ, os pré-eleitores dos nossos seminários e oficinas que estiveram e que que participaram e que estão aqui presentes, eu convido que você venha à frente também. Eu faço a chamada aqui a dona Sandra em nome de todos os nossos preleitores, reverendo Pedro, alguns deles não estão, muitos deles não estão conosco, estão atendendo as demandas em suas igrejas. Registramos nossa gratidão a esses irmãos e é claro que eu não poderia disitar aqui aqui a minha família. Michele, obrigado, viu? Michele carregou um peso em casa essas últimas semanas aí para eu poder me dedicar e sem o apoio incondicional dela isso não seria possível. Desculpe-me aqui a a emoção, mas isso mexe muito comigo. E antes de nós orarmos por essa equipe maravilhosa, aqui é só uma parte da equipe, tá gente? Mas por essa equipe maravilhosa, muito obrigado ao apoio de todos vocês nas múltiplas tarefas. por favor. É, tá, ele tá escondendo, né, né? Nós queremos orar por você, mas antes eu quero registrar muito obrigado pela paciência aí. Vocês não percebem na maioria das vezes, mas rola muita atenção, né, Valdecer, a gente colocar as coisas no eixo, um pensa uma coisa, outro quer fazer outro, mas a graça do Senhor é abundante em nossa vida e as coisas vão caminhando de uma maneira, >> essa é hora de todo mundo esquecer do que deu errado. Amanhã pra gente. Por favor, fale. >> Quer dizer, esse é o momento de vocês esquecerem de tudo que deu errado e por favor não reclame conosco amanhã, nem se lembre mais disso, por favor. Pronto. >> Eu quero ontem ele estava no plenário, mas eu não vi. Desculpe, viu, reverendo Pedro? Nós queremos entregar um pequeno Rever Cláudio. Deixa, eu vou deixar o rever cláudio entregar. >> Desculpe a minha indelicadeza, reverendo. Ontem eu não vi que o senhor estava no plenário, [aplausos] senão teria o chamado junto com com os demais. demais. E meus irmãos, antes de nós orarmos encerrando, eu queria ressaltar aqui o nosso convite para você, pro nosso próximo congresso, que é baseado nas palavras do Senhor. Vinde a mim todos que estais cansados e sobrecarregados, que eu vos aliviarei. Vocês podem ter certeza que essa equipe estará de novo aqui, tá? Que se tem uma coisa que eles estão é cansados, né? Mas como eu ressaltei ontem, nós vivemos uma geração marcada aí pela ansiedade, marcada pela pressa, pela hiperconectividade e a exaustão. E nós queremos então pensar um pouquinho mais sobre essa dinâmica que nos cerca, que marca a nossa geração, ressaltando que a resposta para tudo isso está no Evangelho de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. E é por isso então que nós temos esta temática ainda a descanso. o evangelho para uma geração exausta. Eu não quero dar muito spoilers aqui, mas por exemplo, uma das temáticas é o amanhã não está nas suas mãos. Esse é um dos temas que nós vamos tratar. Imagine você ouvindo novamente, por exemplo, o reverendo Pedro falando tudo é aleatório, é uma hipótese, tá gente? É uma hipótese, mas falando, por exemplo, sobre o peso de ter que provar o seu próprio valor, né? vai ser uma grande bção. Então, nós queremos convidar você, estamos em condições especiais, é só você escanear o nosso QR code ali e participar. Nós ficaremos muito honrados e alegres em poder contar com a sua presença novamente no próximo ano. Nós não mencionamos ontem, mas caravanas a cada 10 ganha uma inscrição gratuita. Então, qualquer eh dúvida, dificuldade, por favor, não hesite aí nos procurar, faça contato conosco, nós vamos ter alegria em poder servi-lo mais uma vez nesse sentido. Então, a vocês e a nossa equipe, muito obrigado. Eu vou pedir ao reverendo Cláudio que nos conduza a Deus nessa palavra final de oração. E para mim é uma grande alegria ver o rostinho do Cláudio aqui, né? O ano passado o R Cláudio não pôde participar conosco por questões de saúde e é uma bção ter o nosso mestre aqui, o nosso decano conosco participando de todo o evento. Por favor, Brando, >> estou progredindo, gente. É que antes me chamavam de velhinho, agora sou o decano, viu? Vamos orar em pé. Bendito Deus, o que o que pode nos emocionar emocionar mais, Senhor, do que sabermos que somos o teu povo, povo da aliança, alvo da tua imbatível fidelidade e misericórdia. Coisa boa, Senhor. Nada há melhor sabermos que reconhecermos que somos o que somos. Somos pecadores, somos transgressores, [roncando] damos as costas à aliança e o Senhor insiste sendo misericordioso e perdoador. E pelos séculos dos séculos, Jesus insiste em interceder por nós na tua presença. Nunca haverá um meio, ó Pai, de agradecermos devidamente tudo, tudo o que temos recebido. Este este evento, ó Pai, este encontro [roncando] foi uma pequeníssima mostra das bênçãos que nos acompanham, mas Senhor, uma mostra que nos ajuda muito, nos enriquece nessa caminhada rumo rumo a Canaã celestial, porque o Senhor está conosco, porque Jesus intercede por nós. nós. Que bom vir aqui e ouvir a tua palavra [roncando] fielmente exposta. Muito obrigado, ó Pai. Obrigado pelas palavras dos seminários, das oficinas, ó Pai. [roncando] orientações práticas também para nossa vida e para o nosso ministério, qualquer que seja a posição ocupada na igreja, ó Pai, que assim tendo aprendido e fortalecidos pelo Senhor, iluminados por teu espírito e sempre lembrados por Jesus, continuemos nessa nessa caminhada, ó Pai, para tua honra e glória. glória. E para que um número maior de pessoas venha conhecer Jesus, venha abraçar a fé, venha integrar este povo também. Bendito seja teu nome, Senhor. Oramos agradecidos em nome de Jesus Cristo. Amém. >> Amém. Podem sentar-se. >> Presbíterro José Inácio. >> Meus irmãos, obrigado pela presença de todos e com a autorização do nosso presidente do conselho, cadê ele? >> Declaramos encerrado esse 10º congresso numa feliz parceria com o nosso querido centro de pós-graduação Andre Jumper. Que Deus abençoe a todos. que os almoços em família ou onde forem sejam também abençoados e que Deus os leve para suas casas sob a proteção divina. Um abraço, até o próximo. Parabéns, >> [aplausos] [música] >> Graças. Te damos, Senhor e Rei. Teu amor [canto] é para sempre, [música] pois tu és bom e não há outro [canto] igual. Seu amor é para sempre. [música] Te dou Te dou [canto] [canto] louvor. >> Seu braço forte, estendido [canto][música] está. Seu amor é para sempre. Pela [música][canto] vida que renasceu, seu amor é para sempre. [canto][música] Te dou louvor. Te dou. Louvou [canto] [canto] [música] [música] >> para sempre, Deus bondoso. Para sempre [música] Deus fiel. Para sempre Deus conosco. [música][canto] Para sempre, [música] para sempre. Ele vai ficar aqui, ó. Quando nascer ao pó, [canto][música] >> seu amor é para sempre. Por sua graça vou continuar. [música] [canto] [canto] Seu amor é para sempre. Te douas. [música] >> [canto] >> Te dou [música] [canto] para sempre Deus [música] bondoso. Para sempre Deus fiel, [canto] para sempre [música] Deus conosco. Para sempre, [música] para sempre, Deus. [canto] Para sempre Deus fiel, [música] para sempre Deus conosco. [canto] Para sempre [música] e sempre. Para sempre. [canto] >> Olha lá, ó. Ó, ó a Gab de bater aí, só fou sem graça. Quer que eu quer que eu ti comando aqui?
se ouvirem atentamente a minha voz... então vocês serão a minha propriedade peculiar
Doutrina: Natureza da aliança: condicionalidade e graça
Tensão: O sermão apresenta honestamente a condição de Êx 19:5, reconhece a falha de Israel e resolve a tensão pelo caráter misericordioso de Deus (Êx 34:6-7) e pela intercessão de Cristo — solução correta, porém incompleta: não explicita como a condição é atendida em favor do povo.
Correção sugerida: Explicitar que Cristo cumpre a condição da aliança por seus redimidos (obediência ativa imputada — Rm 5:19; 2 Co 5:21), de modo que a 'possessão preciosa' é garantida não apenas pela paciência divina, mas pela justiça de Cristo creditada ao crente.
Ele está dizendo: 'Ou perdoa o Senhor, perdoa... perdoa-os em Cristo. Não permita que esse pecador redimido morra'.
Problema: Diálogo celestial imaginativo, não textual em Rm 8:34/Jo 17. Homileticamente aceitável, pois resume fielmente a lógica da intercessão, mas corre risco de ser tomado como citação da Escritura ou de João 17.
Risco pastoral: Baixo; risco mínimo de ouvintes atribuírem às Escrituras palavras que são ilustração devocional.
Sugestão: Marcar explicitamente como ilustração: 'Em essência, é isto que a intercessão de Cristo significa' ou atribuir a um autor da tradição puritana.
Eu irei estirpá-los da face da terra, assim como eu fiz com o povo na época de Noé. E eu vou começar um novo povo com você, Moisés.
Problema: Êxodo 32:10 não menciona Noé; o paralelo (recomeço por meio de um único homem, como após o dilúvio) é inferência exegética plausível, mas apresentada como dito de Deus.
Risco pastoral: Baixo; não altera o argumento do sermão.
Sugestão: Formular como inferência: 'Deus ameaça recomeçar de zero com Moisés — como fizera com Noé, preservando uma só família'.
uma história de um povo que viveu cerca de quase 3000 anos atrás
Problema: Imprecisão cronológica: o êxodo é tradicionalmente datado entre c. 1446 e c. 1290 a.C., ou seja, entre 3300 e 3500 anos atrás.
Risco pastoral: Mínimo; imprecisão factual isolada que não afeta o argumento.
Sugestão: Ajustar para 'há cerca de 3400 anos' ou formulação vaga segura ('há mais de três mil anos').
Se ouvirem atentamente a minha voz... vocês serão a minha propriedade peculiar (Êx 19:5).
Equilíbrio bíblico: Manter a ênfase na graça e acrescentar que Cristo cumpre a condição em favor do seu povo (Rm 5:19; 2 Co 5:21), transformando a posse condicional em posse garantida pela obediência imputada — sem perder a nota bíblica de que a fé viva se expressa em obediência (Tg 2:17).
toma-nos por tua herança (Êx 34:9).
Equilíbrio bíblico: Conectar a petição ao seu cumprimento na igreja — 'vós sois... povo adquirido por Deus' (1 Pe 2:9) e o Espírito como 'pena da nossa herança' (Ef 1:14) — fechando o arco VT-NT que o sermão já aponta, mas não desenvolve.
Exposição cristo-cêntrica e redemptivo-histórica: a oração de Moisés culmina na intercessão contínua de Cristo, movimento tipológico legitimado por 1 Co 10:6,11.
Jesus está nesse exato momento fazendo essa oração por você.
Impacto: Dá segurança pastoral fundada no evangelho e no ofício de Cristo, não no desempenho do crente.
Honestidade antropológica: a oração não minimiza o pecado — o povo permanece teimoso e a petição é feita 'ainda que' ele o seja.
Senhor, nós continuamos sendo cabeça dura... Mas, Senhor Deus, por favor, no meio de nós.
Impacto: Evita autojustiça e conduz os ouvintes à confissão sincera e à dependência da graça.
Fundamentação da oração no caráter auto-revelado de Deus (Êx 34:6-7), não em mérito, esforço ou fórmula.
Não porque merecemos. Não porque somos bons... mas porque tu és um Deus gracioso e compassivo.
Impacto: Ensina modelo reformado de oração: ousadia baseada na revelação de Deus, não em técnicas ou conquistas.
Uso criterioso de exemplos da história da igreja (Rabi Duncan, M'Cheyne) a serviço da ilustração, não como prova doutrinária.
Se eu pudesse ouvir Jesus orando por mim do quarto ao lado, eu não teria medo de um milhão de inimigos.
Impacto: Enriquece a aplicação com a tradição reformada e torna concreta a doutrina da intercessão.
Domínio do contexto narrativo e cultural: linha Êx 32→33→34, idioma do 'tesouro real' (segulah) e linguagem matrimonial da aliança.
Esta é uma linguagem utilizada para expressar qual era o tesouro precioso de um rei... eu te trouxe para mim mesmo.
Impacto: Modela hermenêutica sólida para os ministros presentes, alinhada ao propósito do congresso.
Apelo final evangélico claro, sem manipulação, medo, urgência artificial ou transação.
Venha então a ele e o ame e confie totalmente nele... ele salvará a tua alma. Ele perdoará os teus pecados. Ele fará de você amigo de Deus.
Impacto: Convite à fé centrado exclusivamente em Cristo e na sua graça.
Compare as dimensões nas barras abaixo. Valores maiores indicam melhor desempenho.
Fidelidade Bíblica
Todas as referências foram empregadas em harmonia com o sentido dos textos: Êx 34:6-9 como fundamento da ousadia da oração; Êx 19:4-5 com a condição honestamente exposta; Sl 23:4; Jo 15:16; Dt 7:6-8; Rm 8:34 e Jo 17:23,26 corretamente usados. Deduções mínimas por paráfrases apresentadas quase como citação direta (Jo 17; diálogo celestial) e pela imprecisão cronológica ('quase 3000 anos').
Hermenêutica
Método redemptivo-histórico exemplar: traça a narrativa Êx 32→33→34, explica o idioma do tesouro real (segulah) e a linguagem matrimonial de Êx 19:4, e legitima explicitamente a aplicação tipológica via 1 Co 10:6,11. Únicos deslizes: o paralelo com Noé em Êx 32:10 é inferência, e a datação do êxodo está imprecisa.
Precisão Teológica
Sem violações de Nível 1: perdão fundado em graça e não em mérito ('não porque merecemos'), eleição soberana (Jo 15:16; Dt 7:7-8), intercessão de Cristo, adoração ao Deus triúno e afirmação da Escritura como 'inerrante, inspirada'. Coerente com a tradição reformada; a resolução da tensão entre condição (Êx 19:5) e graça poderia explicitar a obediência imputada de Cristo.
Compreensão Contextual
Contexto histórico-literário bem dominado (bezerro de ouro, ameaça de extinção, pedido de ver a glória, renovação da aliança), com atenção ao cenário cultural antigo (idioma do tesouro real, costumes matrimoniais de trazer a noiva). Dedução apenas pela imprecisão cronológica.
Aplicação Prática
Aplicação clara e edificante: orar as três petições, achar segurança na intercessão de Cristo (ilustração de M'Cheyne), confiar nele para perdão e adoção. Adequada ao gênero devocional-expositivo de encerramento de congresso; a dimensão prática ministerial do tema do congresso ('ministério em foco') fica restrita às palavras do anfitrião, não ao sermão em si.
Clareza do Evangelho
Critério aplicado: sermão de edificação para crentes com apelo evangelístico explícito no encerramento. O evangelho é central e coerente: pecado confessado sem suavização, perdão fundado exclusivamente no caráter misericordioso de Deus, Cristo intercessor vivo e convite direto à fé ('Venha então a ele e o ame e confie totalmente nele... ele salvará a tua alma'). Arrependimento e senhorio de Cristo permanecem implícitos no tom confessionário da mensagem; não há obscurecimento, condicionamento a rituais nem evangelho sem cruz.
Risco de leitura imposta ao texto:
Quase nenhum eisegese: a aplicação exemplar é declarada e fundamentada em 1 Co 10:6,11; não há significados inventados de palavras nem termos importados ao texto. As únicas extrapolações — o paralelo com Noé e o diálogo celestial imaginado — são inferências homiléticas transparentes, não afirmações sobre o que o texto diz.
Risco de conflito com doutrina essencial:
Nenhuma negação ou distorção de doutrina essencial. Ortodoxia elevada: Trindade, graça soberana, intercessão e divindade de Cristo, autoridade inerrante das Escrituras. Nenhum elemento manipulativo, transacional ou promessa estranha à Escritura.
Abra apenas a parte que deseja consultar.
Tema principal:
A oração de Moisés em Êxodo 34:9 — três petições (presença, perdão, possessão) fundamentadas na revelação da misericórdia divina e atendidas na intercessão contínua de Cristo
Tom pastoral:
Pastoral, consolador e doxológico; expositivo-devocional, visando edificar servos do ministério no encerramento do congresso e conduzi-los à adoração, confissão e confiança no intercessor
Moisés ora que Deus permaneça no meio de Israel mesmo sendo povo teimoso — ousadia possível apenas porque Deus se revelou misericordioso.
Suporte: 'Senhor, se agora alcancei favor diante de ti, continua no meio de nós, ainda que esse povo seja teimoso' (Êx 34:8-9); contraste com Êx 33:3 ('Eu não vou com Israel porque Israel é um povo teimoso'); ilustração do hospital e Sl 23:4 ('vale da sombra da morte, tu estás comigo').
Moisés pede perdão da iniquidade e do pecado não por mérito humano, mas com base no caráter auto-revelado de Deus como perdoador.
Suporte: 'Perdoa a nossa iniquidade e o nosso pecado... Não porque merecemos... mas porque tu és um Deus gracioso e compassivo'; ligação com o Pai-Nosso ('perdoa as nossas dívidas') e testemunho de Rabi Duncan ('Jesus veio por mim').
Moisés pede que Deus tome Israel como sua possessão preciosa apesar da infidelidade — petição ousada que Cristo, nesse exato momento, faz pelo crente junto ao Pai.
Suporte: 'toma-nos por tua herança' (Êx 34:9), ecoando a condição de Êx 19:5 e a linguagem matrimonial de Êx 19:4; clímax: 'Jesus está nesse exato momento fazendo essa oração por você' (Rm 8:34; Jo 17); citação de M'Cheyne sobre ouvir Jesus orando.
Uso Contextual
Usado corretamente no contexto: a tríplice petição do v.9 (presença, perdão, herança) corresponde fielmente ao texto, e a leitura a partir do v.8 (adoração de Moisés) enriquece o quadro.
Questões Exegéticas
Nenhum relevante. Pequena imprecisão cronológica no sermão ('quase 3000 anos atrás' — o êxodo é usualmente datado entre ~1446 e ~1290 a.C., ou seja, 3300-3500 anos).
Leitura Sugerida
Complementar com Êxodo 34:10, onde Deus renova a aliança, confirmando na própria narrativa a resposta afirmativa de Deus à petição de Moisés.
Uso Contextual
Usado corretamente e de forma central: a autoproclamação de Deus ('Senhor, Senhor Deus, compassivo e bondoso, tardio em irar-se...') é corretamente apresentada como a base que autoriza a oração ousada — a glória de Deus vista na sua misericórdia.
Questões Exegéticas
Nenhum.
Leitura Sugerida
Leitura exegética sólida; poderia conectar Êx 34:7 ('que absolutamente não inocenta o culpado') à tensão resolvida na cruz, mas a omissão não distorce.
Uso Contextual
Contexto apresentado corretamente (bezerro de ouro quebrando os dois primeiros mandamentos; ameaça de destruição e recomeço com Moisés).
Questões Exegéticas
O paralelo explícito com Noé ('assim como eu fiz com o povo na época de Noé') é inferência homilética: Êx 32:10 não menciona Noé, embora a ideia de recomeço por meio de um homem/família seja plausível.
Leitura Sugerida
Formular como inferência: 'Deus ameaça começar do zero com Moisés, como no tempo de Noé preservou uma única família'.
Uso Contextual
Usado corretamente: a ameaça de o Senhor não ir com o povo e o pedido de Moisés para ver a glória (respondido com a passagem da bondade) preparam o v.9 com precisão.
Questões Exegéticas
Nenhum.
Leitura Sugerida
—
Uso Contextual
Usado corretamente: a condição da aliança ('se ouvirem atentamente a minha voz... vocês serão a minha propriedade peculiar') é apresentada honestamente, junto com a explicação do idioma real do 'tesouro' (segulah) e da linguagem matrimonial do v.4 ('eu vos trouxe para mim').
Questões Exegéticas
Nenhum erro; o sermão mostra a falha de Israel em cumprir a condição, mas não explicita como a condição é atendida no evangelho (obediência de Cristo imputada).
Leitura Sugerida
Explicitar que Cristo cumpre a condição em favor do povo (Rm 5:19; 2 Co 5:21), garantindo a 'possessão preciosa' pela justiça imputada, não apenas pela paciência divina.
Uso Contextual
Comparação legítima e ilustrativa: o paralelo entre Deus trazendo Eva a Adão e Deus trazendo Israel a si (Êx 19:4) ilumina a linguagem matrimonial sem atribuir ao texto significado estranho.
Questões Exegéticas
Nenhum.
Leitura Sugerida
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Uso Contextual
Uso exemplar e hermeneuticamente chave: o pregador fundamenta explicitamente a aplicação da narrativa do VT à igreja no próprio Paulo ('essas coisas aconteceram como exemplo para nós'), legitimando a abordagem tipológica.
Questões Exegéticas
Nenhum.
Leitura Sugerida
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Uso Contextual
Usado corretamente no contexto: o conforto do salmista não é o vale agradável, mas a presença do Senhor no vale da sombra da morte.
Questões Exegéticas
Nenhum.
Leitura Sugerida
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Uso Contextual
Usado corretamente: a eleição de Israel não se deve à grandeza do povo, mas ao amor de Deus e às promessas aos patriarcas.
Questões Exegéticas
Nenhum.
Leitura Sugerida
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Uso Contextual
Usado corretamente no contexto: pronunciado na noite da traição, para preparar os discípulos para o abandono iminente, fundamentando o amor de Cristo na escolha dele, não na fidelidade deles.
Questões Exegéticas
Nenhum.
Leitura Sugerida
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Uso Contextual
Paráfrase fiel: Jesus ensina a pedir perdão com base na misericórdia do Pai, exatamente o uso feito no sermão.
Questões Exegéticas
Nenhum.
Leitura Sugerida
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Uso Contextual
Usado corretamente: Cristo, à destra de Deus, intercede pelos seus — fundamento do clímax cristológico do sermão.
Questões Exegéticas
Nenhum.
Leitura Sugerida
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Uso Contextual
Paráfrase essencialmente fiel ('que os ame como me amaste'), embora apresentada com estrutura de citação direta.
Questões Exegéticas
Nenhum substancial; apenas o formato de citação poderia ser marcado como paráfrase.
Leitura Sugerida
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Uso Contextual
Alusão correta: 'o escritor de Hebreus' é invocado para o ensino da intercessão contínua de Cristo, antes de o pregador citar Romanos 8.
Questões Exegéticas
Nenhum.
Leitura Sugerida
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Explicitar que a condição de Êxodo 19:5 ('se ouvires a minha voz') é cumprida por Cristo em favor do seu povo (Rm 5:19; 2 Co 5:21), fechando o arco da aliança condicional para a graça garantida pela justiça imputada.
Ao retratar o diálogo Pai-Filho na intercessão, marcar claramente como ilustração derivada de Rm 8:34/Hb 7:25, para não soar como citação textual de João 17.
Corrigir pequenas imprecisões factuais: datação do êxodo ('quase 3000 anos' → mais de três mil anos) e verificação da atribuição da citação 'Thomas Foster'.
Conectar a petição 'toma-nos por tua herança' ao cumprimento neotestamentário (1 Pe 2:9; Ef 1:11-14), fortalecendo a ponte VT-NT já iniciada.
Incluir brevemente o papel do Espírito Santo na capacitação para obedecer e perseverar (Ez 36:26-27), complementando a ênfase na intercessão do Filho.
Preservar e replicar o padrão expositivo adotado (contexto narrativo antes do texto, aplicação legitimada por 1 Co 10) como modelo para os demais ministros do congresso.
Resumo em uma frase:
Sermão expositivo reformado de alta qualidade sobre Êxodo 34:9 — fiel ao contexto, cristologicamente centralizado na intercessão de Cristo, com apelo evangélico livre de manipulação — que dista da excelência máxima apenas por ajustes pontuais de precisão.
🤿
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