Vamos lá. Como eu disse, eu vou abrir meu coração. Ah, espero que faça sentido ao seu coração. É a Atos Atos capítulo 16. Eu quero compartilhar do meu coração com vocês. Atos capítulo 16, versículo 27 e o versículo 28. E acordando o carcereiro e vendo as portas abertas da prisão, tirou a espada e quis matar-se, cuidando que os presos tinham fugido. Paulo clamou com grande voz, dizendo: "Não te façais nenhum mal, porque nós estamos aqui, vou ler de novo, despertando o carcereiro, vendo que as portas estavam abertas, tirou a espada para se matar, supondo na sua mente que os presos haviam fugido. Mas Paulo gritou com grande voz, dizendo: "Não façais isso, porque nós estamos aqui. Nós Nós estamos estamos aqui. aqui. >> Nós estamos aqui. Pai, eu te glorifico nessa noite. Nos inclinamos ao senhorio da tua palavra. Essa casa é uma casa que o Senhor tem se revelado de maneira tão profunda. A tua palavra é primazia. O Senhor tem se manifestado a partir da exposição. exposição. Como nós [música] ficamos ah com grande expectativa sempre que entramos por aquela porta. A fim de que o Senhor mais uma vez fale dentro de nós. Não permita que saiamos por aquela porta e por algum momento a gente falar que não te ouvimos. Fala conosco mais uma vez. É um pedido tão íntimo, tão pontual. O Senhor sabe [música] a razão pela qual eu te peço, nessa entonação de voz, fala conosco de uma maneira poderosa, mas de forma muito íntima. Acessa-nos. Traga a luz, a obscuridade, da [música] falta de entendimento. Que o Senhor mais uma vez se revele dentro desta casa. Nós te louvamos e te glorificamos em nome de Jesus. Amém. Amém. Amém Amém e amém. e amém. Amém. Uma mente ferida, ela ela ela transforma uma conclusão em sentença e a presença interrompe a tragédia. Veja, uma mente ferida, ela transforma uma conclusão em sentença e a presença interrompe a tragédia. >> Aleluia. Deus. >> Há uma frase em Atos 16 que não pode ser lida a pressadamente. Veja, cuidando que os presos tinham fugido. A expressão cuidar aqui vem de suposição. suposição. Supondo que os presos haviam fugido. O carceireiro não tinha certeza. Ele viu as portas abertas e a partir daquela percepção construiu uma realidade dentro da própria mente. As portas estavam abertas. Ele concluiu que os presos haviam fugido. Se havia fracassado, por certo seria responsabilizado. senso aqui. A partir do que a mente prospectou dessa visão de portas abertas, é que ele é responsabilizado por isso. Se seria responsabilizado, sua vida estaria destruída. E dentro daquela sequência de pensamentos, ele chegou a uma conclusão extrema. A [grito] morte é a única saída. Observe a gravidade. Uma percepção produzção. Uma interpretação produz conclusão. Uma conclusão produz desesperança. E começou a produzir uma decisão irreversível dentro dele. Exatamente aqui que esse texto se torna profundamente, me permita expressar de tal maneira pastoral. Porque existem momentos em que aquilo que uma pessoa está pensando parece absolutamente verdadeiro para ela, ela, embora não corresponda à totalidade da realidade. O carcereiro estava prestes a morrer por causa de uma história que sua mente havia construído. Ja expressividade de urgência e supondo na sua mente a visão que se tem das portas dos cárceres abertas faz com que a mente dele construa uma coisa que não existe. Ele não estava apenas reagindo ao que aconteceu, estava reagindo ao que acreditava que havia acontecido. Ele não estava apenas reagindo ao que aconteceu. Não há uma reação sobre tudo que aconteceu. As portas estão abertas. Veja, ele está reagindo ao que acreditava que havia acontecido. Não é sobre uma reação na perspectiva de portas abertas. É uma reação a partir das portas abertas. mente dele criou uma imagem de que não há prisioneiros ali. Ele reage a partir de aí. Isso precisa nos fazer parar, porque há pessoas vivendo noites assim aqui dentro. Pessoas que estão olhando para uma porta aberta e concluindo. Acabou. Olhando para uma perda e concluindo, não existe mais futuro. Olhando para um fracasso e concluindo, eu sou um fracassado. Olhando para uma rejeição inconcluído, ninguém me ama. Olhando para uma crise, concluindo, nunca vai melhorar. Olhando para uma noite difícil e concluindo: "Minha vida inteira será assim". Existe uma diferença gigantesca entre estou atravessando uma noite e minha vida é uma noite. Uma coisa é uma circunstância, outra é transformar a circunstância em identidade. Uma coisa é sofrer, outra é concluir que o sofrimento será eterno. Uma coisa está sem enxergar uma saída. Outra coisa é concluir que não existe saída. E aqui está uma frase que precisamos guardar. guardar. Dobre a sua atenção. Uma mente em desespero pode transformar uma conclusão momentânea em uma sentença definitiva. Foi isso que aconteceu com com carreiro. Ele não conhecia ainda toda a realidade, mas ele já estava suposto a tomar uma decisão definitiva. Ele não tem de clara evidência o que de fato tem acontecido ali. Ele só viu portas abertas. O processo do trimor, desse terremoto tão pontual, não fez com que ele acordasse. acordasse. Ele acordou depois do terremoto, já as portas abertas. Esse terremoto é tão barulhento que não acorda ele. Então aí aí você percebe que Paulo vai aparecer no texto, não como um explicar o processo, não como uma compreensão, não como uma discussão, discussão, não como uma acusação. Paulo grita, diga: "Grita! >> Grita! Eu quero, eu quero te propor nessa noite um grito para esse mês. Eu sei porque eu falo isso. Eu quero te propor um grito para esse mês. Um grito para esse que se torne o grito da igreja, que a igreja volte a gritar sobre isso. Mas eu quero que você faça desse grito de Paulo o grito desse mês. [grito] Não >> te faças nenhum mal. Depois ele disse: "Nós estamos aqui". aqui". >> Esse é o grito da igreja. Não te faças [grito] mal algum. mal algum. >> Aleluia. >> Porque nós estamos aquió a Deus. >> Não é sobre eu pular. em cima de você, nesse apce desesperador com a espada prestes a da cabo da própria vida. É fazer você entender a importância [grito] da presença presente. Presença presente. Não vai adiantar arrancar [grito] a espada na tua mão se você não entender a importância que eu carrego em você. Não faças isso. Nós estamos aqui. >> Que declaração extraordinária. Nós estamos aqui. Veja, Paulo estava ferido. Grita ferido. >> Mas mesmo ferido, ele tá gritando: "Eu tô aqui". Porque tão pior do que a ferida que todo mundo vê é essa que você carceirio carrega aí dentro de supostamente coisas que adoeceram a sua cabeça. Silas estava ferido. Os dois haviam sido açoitados, açoitados, tinham sido presos injustamente. Estavam encarcerados. Seus pés estavam presos ao tronco, mas quando perceberam que a outra vida estava em perigo, a dor deles não os tornou indiferente à dor do outro. Eu não vim aqui falar da sua dor. Guarde ela. >> Eu quero que você olhe pra dor de quem está está camufladamente com essa roupagem de carcereiro duro. Essa roupagem [grito] de um carcereiro inacessível. Essa couraça de alguém tão pé no chão, [grito] tão duramente intransponível. Essa roupagem [grito] toda carrega uma mente que tem o sabotado constantemente. Meu Deus, >> isso é igreja, isso é presença, isso é cuidado. Eu vou repetir, eu vou repetir. [risadas] [risadas] Eu vou repetir. Quando percebemos que a outra vida está em perigo, o que menos importa é a dor que eu carrego. Paulo carrega uma dor, Silas carrega a mesma intensidade da dor. Mas quando a dor do outro [grito] gritou mais alto por ele ter pego a espada para dar cabo contra a própria vida, não é mais o que eu sinto, é o que ele sente. Então não faça isso. Tô sangrando, mas a minha palavra para você é: "Não faça isso. >> Tá sendo difícil para mim, mas eu tô aqui gritando na alma de alguém que veio aqui nessa noite. Não faças isso. >> Jesus me ajuda. >> Isso é igreja. Isso é o grito da igreja. Eu quero que se torne um grito seu. Hashtag Hashtag hashtag Nós estamos aqui >> independente da arma na boca. Nós estamos aqui, independente dos remédios que você já programou tomar até o fim do Nós [grito] estamos aqui. Independente da vontade, independentemente da vontade de se jogar debaixo de um carro ou de acelerar até 200 por hora e dar de cara no caminhão, [grito] Deus está dizendo a alguém: "Nós estamos aqui, não faças isso. [aplausos] Não faças isso. [aplausos] Isso aqui, veja, é humanidade atravessada pelo evangelho. Posso est com dor, mas quando eu percebo que a sua mente tem de carido a partir daquilo que eu vejo você se preparando para fazer, eu percebo que essa sua roupagem, ela pode dizer a todos que não carrega uma espiritualidade para que haja percepção sobre aquilo que você quer fazer. Tem alguém me ouvindo que já programou e Deus tá dizendo: "Não, não, não, não, não." E se você puder, eu não sou de fazer isso, mas se você puder, segure na mão de quem está do seu lado e diga: "Não faças isso eu não sei para quem é". Diga: "Não faças isso". Aperte a mão dele e diga: "Eu tô aqui". Você pode não conhecer essa pessoa, mas você diga: "Eu tô aqui. Eu tô aqui independentemente da minha dor. Eu tô aqui independentemente do que eu carrego. Eu tô aqui independentemente dos meus açoites. Eu tô aqui independente dos meus traumas. Eu tô aqui independente do que eu tô. Eu tô aqui. >> O cereiro estava sozinho dentro da própria conclusão. Veja, o cacereiro está sozinho dentro da sua própria conclusão. Paulo rompeu esse isolamento gritando nós. nós. Quando você diga, quando você diz, "Nós estamos aqui", você entra nesse lugar, nesse ambiente de isolamento do cceiro, onde ele não vê outra coisa, a não ser portas abertas e supondo tanta coisa e tá conduzindo ele a fazer o que ele está prestes a fazer. Quando você grita para alguém, "Nós estamos aqui". Automaticamente, de forma instintiva, você tá entrando nesse território de isolamento. Por isso que eu quero que você repita para alguém mais uma vez. Não faças isso, nós estamos aqui. >> Aleluia. [choro] >> Não faças isso, nós estamos aqui. Alguém entrou aqui dizendo: "É a última vez que eu vou lá. Se Deus não falar comigo, pois aqui está. Nós estamos aqui. Nós [grito] estamos aqui. A minha humanidade é atravessada pelo evangelho que eu carrego. O evangelho que eu carrego diz para mim: "Guarda a tua dor, Rafael. Tem alguém com a espada na mão? Nós estamos aqui. [música] Nós estamos aqui. [música] Talvez essa seja uma das frases mais necessárias para uma geração que aprendeu a sofrer escondida. >> [música] >> Veja, eu tô dentro de uma geração que autodoutrinou-se. Ela aprendeu por si mesmo a sofrer nesse ambiente escondido. E aí a maquiagem não deixa ninguém perceber, a roupa não deixa ninguém perceber, o cabelo não deixa ninguém perceber. O espírito de Deus está dizendo: "Eu te enxergo. Eu sei [grito] que você aprendeu a sofrer sozinho. Eu sei. Eu conheço o mecanismo que operacionou na sua infância. Eu tava lá. Eu sei que você precocemente virou mulher. Eu [grito] sei que tocaram nas suas portas genitárias quando você era pequeno. Eu te conheço e você aprendeu. Jesus me ajuda. Você aprendeu a sofrer calada, a sofrer calado, a sofrer quieto. Você entrou nesse lugar, nesse esconderijo seu, seu, onde se alguém tentar assar, você já rompe com a relação, você já some da vida, vida, você some por aí. Jesus me ajuda. Quem intercede nessa casa intercede, pelo amor de Deus. >> [música] >> Sabe porque o sofrimento frequentemente produz isolamento. O sofrimento frequentemente produz isolamento. O sofrimento frequentemente produz isolamento. A pessoa começa a se afastar, para de responder, diminui as conversas, evita encontros, sorri menos, esconde o que sente. que quando por fora parece apenas cansada, por dentro pode estar travando uma batalha que ninguém conhece. Por isso, precisamos parar de perguntar apenas por ela [grito] não pediu ajuda? Essa não é a pergunta. A gente precisa começar a perguntar por ninguém percebeu que ela [grito] estava desaparecida. Por que ninguém percebeu a falta dele? Por que ninguém insistiu com ela? Por que ninguém correu atrás? Não é frescura, é batalha [grito] na mente. Eu sei do que eu tô falando. Eu sei [música] do que eu tô falando. Não é frescura. Precisamos de uma igreja que saiba olhar além do comportamento. Você tá lindo hoje. Seu cabelo tá maravilhoso. Sua roupa tá impecável. Que perfume incrível. Oh, sua bolsa é nova. Caramba, você foi promovido. Mas eu enxergo por Deus, além da bolsa, além da roupagem, além da maquiagem. >> Aleluia. Profissionalmente você tá voando mais tua alma. Quem é de oração, por favor, ore. Pelo amor de Deus. Precisamos de uma igreja que saiba olhar além do corpontamento, que perceba o silêncio, que faça perguntas novamente, que faça [grito] perguntas novamente, que não tenha medo de conversar sobre sofrimento. Vamos sentar à mesa, vamos tomar um café. Vamos. Vamos. Desculpe a expressão, ela ela é fora do meu vocábulo, mas eu vou dizer, eu não tô nem aí. Vamos vomitar aqui um em cima do outro. Eu preciso de você. Você precisa de mim. Vamos falar. Fala onde dói. Fala como doeu. Fala a intensidade da dor. Fala. Fala. [grito] fala que não transforme vulnerabilidade em vergonha. vergonha. O fato de você estar vulnervelmente não lhe faz uma vergonha. Você não é uma vergonha [grito] aqui dentro. Você não é uma vergonha no reino. A sua vulnerabilidade não deve lhe trazer vergonha. Sabe que não responda toda dor frases prontas, prontas, porque às vezes as pessoas não precisam ouvir, tem a fé. Não, não, não, não é que essa expressão não cabe, mas eu acho que para agora não. Não é sobre tenha fé, ela precisa ouvir. Eu vou ficar aqui com você. [ofegante] [ofegante] Enquanto atravessamos por isso, [suspirando] eu vou ficar aqui com você. [música] Eu não sei quem tá do teu lado, mas mais uma vez segure na mão dele. Segure na mão dela. Aperte se for possível e diga: "Eu não [música] vou sair daqui". A gente vai atravessar juntos. A [grito] fé continua sendo fundamental. [música] [música] A oração continua sendo fundamental. A palavra continua sendo fundamental. [música] [música] Mas Deus também usa pessoas presente. Eu preciso da tua presença [música] presente. Nós estamos aqui. Nós estamos aqui. [música] É procurar ajuda profissional em uma crise. Não é falta de fé. é reconhecer que a vida é preciosa demais para ser enfrentada sozinha. O cceiro nos ensina que nem toda conclusão é verdade. Essa talvez seja uma das mais uma das grandes mensagens escondidas nessa passagem. Ele viu as portas, mas não viu Paulo. Ele viu o cenário, mas não conhecia todos os fatos. Ele interpretou o silêncio, mas não havia confirmado o que acontecera. Sua percepção era parcial. Uma percepção parcial não deveria produzir uma decisão definitiva. Essa frase precisa entrar profundamente em nossa consciência. Levante uma das suas mãos, por favor. Levante uma das suas mãos. Não tome uma decisão irreversível a partir de uma visão incompleta da sua história. Eu vou repetir. Levante as mãos. Não tome uma decisão irreversível a partir de uma visão incompleta da sua história. A visão que você está tendo da sua [música] vida é incompleta. Não se permita tomar uma decisão irreversível agora. Nós estamos aqui. >> Aleluia. Você [música] não sabe não sabe o que acontecerá amanhã. [música] Você não sabe que Deus ainda colocará no seu caminho. caminho. Você não sabe que porta ainda será aberta. Você não sabe qual conversa ainda vai acontecer. Você não sabe qual tratamento ainda poderá te ajudar. Você não, você não sabe quais pessoas vão te enxergar [grito] nisso. Você não sabe qual capítulo Deus ainda vai escrever. [grito] Existe uma página sendo escrita fora da sua visão equivocada que você está [música] tendo a sua vida. Tem um Deus que não parou de escrever a minha e a Oh, Jesus. [música] Sabe, o fato de você não enxergar uma saída não significa que não existe uma fato de você não tá enxergando uma saída. Isso não pode trazer um significado de ponto final. Você pode não tá enxergando uma saída, mas o espírito de Deus tá dizendo ao coração de alguém, não é porque você não tá enxergando que ela não exista. Eu tenho uma saída, porém não é como você espera, não é da maneira que você idealizou, não é como você a partir de agora começou a ter um pouco mais de esperança sobre isso. O meu mover [grito] será diferente esse mês. [música] Sabe, o cceiro, pelo fato dele ter construído essa imagem na mente, ele não consegue enxergar Paulo, mas Paulo estava lá. Essa é a força da narrativa. Veja, a realidade era maior do que aquilo que o carcereiro conseguia enxergar naquele momento. [música] Paulo não disse apenas não morra. Tira essa frase desse seu momento de mesa com alguém. Não diga não morra. Paulo não disse não morra, ele disse nós. Eu tô aqui. Eu não sei o que você tá pensando, mas eu tô aqui. A gente só sabe que o carcereiro pensou porque tá escrito, mas na hora a relação de Paulo com ele, Paulo não tem noção do que passou pela cabeça daquele homem. Paulo só vê a espada na mão dele e ele vai enfiar a espada. Ele vai, ele quer se matar, ele vai se matar. Mas é o grito de Paulo, o grito da igreja. >> Existe uma diferença enorme. Não morra em uma ordem. Nós estamos aqui. É presença. É presença. [música] >> Paulo não apenas interrompe o ato, ele oferece companhia. >> Companhia. Eu quero que você continue com o remédio na bolsa. Eu quero que você continue com a ideia equivocada que você vai bater de frente com caminhão. Eu quero que você continue com a arma de baixo do banco que você já eu quero que você continue com a ideia do 17º andar de ir para sacada e se jogar. Eu quero que você continue com essa ideia, mas eu quero que acima disso você ouça. A gente tá aqui. >> Eu não tô aqui para tirar o remédio da tua bolsa. Eu não tô aqui para tirar a arma do teu punho. Eu não tô aqui para te tirar do 17º andar. Eu tô aqui para dizer: "Eu tô aqui. A igreja tá aqui. Tem alguém do teu lado. Tem uma família do teu lado. Tem alguém aí? O grito da igreja igreja vai euar em baário [música] Camboriu. Nós estamos estamos aqui. aqui. Crito da igreja vai ear. [música] Eu disse que eu ia abrir meu coração para vocês. A Natália não gosta que eu fale. A minha esposa não gosta que eu fale. Ela disse assim: "Se ela tivesse aqui, ela ia gritar: "Tá repreendido". Minha esposa era da guerra, era do mato. Eu sou sei lá o que que eu sou. Ela ela já ia gritar dali: "Tá repreendido, porque veja, os dois piores meses da minha [música] vida, tratando-se de 12, é agosto agosto e setembro, >> porque foi em agosto, o sétimo andar, de um hotel chamado Papilon, na cidade de Goiânia, que eu gravei um vídeo pra Natália de 5 minutos e 20 segundos. E nesse vídeo eu falo de Natália, minha mãe, minha irmã e amigos. E sentei naquela janela e me joguei lá de cima. Você entende isso? Eu me joguei de lá. Rafael, você se jogou? Me joguei, eu sentei, o telefone tava na cama, vivendo uma depressão profunda, profunda, profunda e sendo tratado como fresco, fresco, fresco, fresco. Todo mundo que eu perguntava sobre o assunto, fresco, fresco, demônio, fresco, fresco. O suicida não quer morrer, ele quer acabar com a dor. Ele acredita que a única maneira da dor terminar é ele acabando com a vida. Ele não quer morrer, ele quer acabar com a dor. Veja que culturalmente falando, o texto expõe isso. Se os prisioneiros fugiram, a responsabilidade é do carcereiro. Cabe a ele ser julgado. Há quem diga que a sua família morreria na frente dele, em seguida ele morreria depois. Ele só quer antecipar o processo. Ele vai ter uma dor de ver a família morrendo. Ele quer morrer antes de isso acontecer. Só que veja, eu sentei e me joguei. Quando eu me jogo do sétimo andar, quando eu dou por mim, eu tô dentro do box do banheiro do quarto com água gelada caindo na minha cabeça. E eu, E eu, o depressivo tem pesadelos terríveis. Olhei pra cama, a cama tava bagunçada. Eu digo, mais um sonho horrível. a poder no teu sangue. Botei a mão na cabeça, comecei a orar e falei: "Vou ligar pra Natália para ela orar por mim e vou embora. Já era meianoite e pouca, eu vou pro Porto 4:30 da manhã no meu vô. Vou sumir daqui." Quando eu peguei o telefone para ligar para ela, eu lembrei que no sonho eu tinha gravado um vídeo. Falei: "Qual mal tem? Eu vou na galeria, vou abrir". Quando eu abrir, o vídeo tava lá. Passou um filme na minha cabeça. Eu digo, que que eu faço? Sair juntando tudo, arrancando roupa molhada, botando calcinha, chinelo, tem a roupa, mochila, bolsa. Falei, vou embora, vou embora, vou embora. Só que eu guardo isso aqui dentro porque é um tabu ainda falar isso na igreja. na igreja. É um tabu falar sobre isso no ambiente corporativo. Eu não tô nem aí pro tabu. Eu falo, eu tentei [música] me matar em 2019. E aí eu conheci a estância paraíso. Alguém já ouviu falar? Eenete, tem um trabalho em Belo Horizonte. 2020 eu fui para lá e lá eu tentei suicídio também. Eu eu tentei me enforcar até que eu decidi viver. Porque veja, escuta isso. Morrer e viver é com a mesma intensidade. Eu decido morrer, só que eu canalizo para viver. Viver é uma decisão. Você quer morrer, então morra. Mas se você quiser viver, é só você tirar a força de querer morrer e canalizar para querer viver. Eu só decidi decidi só que eu tenho que me preparar. Janeiro, fevereiro, março, abril, maio, junho, julho. Agora eu tenho que me preparar 7 meses para agosto, para quando entrar em agosto eu tá resolvido constantemente. >> Aleluia. >> Mês passado, eu fui colocado no 14º andar do hotel que vocês hospedam. Falei, eu preciso saber como é que eu tô abrir a janela. E para minha surpresa, coisa que não faz mais, a janela abriu toda. toda. Eu inclinei o corpo e olhei lá para baixo dizendo: "Eu decido >> viver". [aplausos] >> [aplausos] >> Meu tempo já foi. E aí E aí você sabe o que você, a espada que você [música] tá na mão, você sabe. Só que a gente quer ser presença presente. >> Consegue vir ainda com a espada na mão até [música] o altar? Porque com certeza vai ter alguém do seu lado dizendo no seu ouvido: "A gente tá aqui aqui a gente não quer remover a espada da tua mão. A gente quer que você continue com ela, ela, só que ressignificando o que você construiu na sua mente. Esse é o grito que eu vou gritar esse mês todo aonde eu pregar. Nós estamos estamos aqui. aqui. >> Eu não vou abrir a sua bolsa e dizer: "Me dá o remédio". Não, não, não. Eu eu não vou pedir o seu. Não, não, não. Eu não vou pedir para você entregar algum policial da igreja a sua arma. Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não é isso. Não é isso. Eu quero que você entenda o quanto, o quanto eu sou importante para você, enquanto você é importante para mim. Depois você leia. Depois você lê em casa, depois você leia. Paulo tá todo ferido. Paulo tá todo o quê? ferido. Mas tem feridas em Paulo que ele não alcança, causada pelo cereiro. >> Meu Deus. Só que Paulo precisa cuidar do carcereiro para depois o carreireiro. Tá escrito e o carcereiro depois cuidou dos vergões de Paulo. Os meus vergões agora não tem muita força. Eu quero você aqui para que você saia por aquela porta, entendendo que nós estamos aqui. A primeira mensagem que você vai receber amanhã, quando você acordar no seu WhatsApp, no seu Instagram, é: nós estamos >> aqui. >> E que esse grito não fique apenas um tal de setembro, cor amarela, mas que faça parte da igreja. Nós estamos aqui. Eu cuido de você hoje para amanhã você cuidar dos meus vergões. Eu trato de você hoje para amanhã você tratar [música] de mim. Eu te levanto hoje para amanhã você me levantar. Eu te carrego hoje para amanhã você me carregar. Eu te impulsiono hoje para amanhã você me impulsionar. Eu pego [grito] na tua mão hoje para amanhã você pegar na minha. Nós estamos aqui. Sai do teu lugar e vem pro altar carregando a espada. [música] Eu sei que tem, mas eu também não vou me estender. estender. Sei que tem. Eu tô com vergonha. Vergonha. Rafael, você não sabe o que eu tô vivendo. Você não ouviu o que eu falei? Não. Você acha que é fácil falar dentro de uma comunidade que trata isso como tabu até hoje? Que Que pastor da palavra tentou contra a própria vida? Tem mais alguém para ver? Tem macho. Tem macho. Macho, homizarrão, durão. É, [música] você tem que vir. [aplausos] [música] >> [música] >> Creio que creio que [música] tu és a cura. [música] Creio que Creio que és tu. Tudo para [música] mim. >> [música] >> Se eu tivesse o seu lugar, eu ficava em pé gritando que a gente tá aqui. [música] [música] >> Essa é a nossa oração. Nós estamos aqui. Você vem aqui na Nós estamos aqui. Você vem aqui na [música] frente para colocar tudo para fora. Bota para fora. Agora >> chega. [música] Creio [canto] que tu [música] és a curar. >> Eu sei que [música] não é fácil. >> Tem gente travada na cadeira. Eu sei que é difícil. [música] >> Espírito de Deus. [música] Solta essa mulher desse cárcere agora, [música] [música] espírito de Deus, solta as correntes desse homem agora, Jesus. Que que é isso, gente? Tem mais alguém para vir? Tem mais [música] alguém, Rafael? Eu eu quero, mas dis que eu tô travado aqui. Eu tô tô preso aqui. O que que eu faço? Segure na mão de quem tá do seu lado e só dá três apertes que ela vai entender e vai te trazer aqui. Essa esse esse apertar três vezes é socorro. Você tá apertando, tá dizendo: "Me leva, faça isso. Você tá sem força para caminhar." Deus tá dizendo: "Aperta, aperta três vezes que a pessoa te traz. aperta três vezes. Você tá dizendo para ela: "Vamos comigo, vamos comigo, vamos comigo, vamos comigo. comigo, vamos comigo, vamos comigo. Vamos [música] comigo. Vamos comigo.