Igreja Verbo da Vida Montes Claros
04 de outubro de 2026
1h 0min
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Nota deste sermão
74
de 100 pontos
Um sermão expositivo sólido sobre Romanos 6 e a liberdade do pecado, com bom fundamento evangélico, mas que precisa de equilíbrio bíblico contra extrapolações de cura, prosperidade e perfeccionismo típicas da tradição Palavra da Fé.
Critérios e notas consideram a tradição Palavra da Fé (Ministério Verbo da Vida)
Análise gerada por IA em 05 de outubro de 2026 · entenda a metodologia e os limites →
CULTO DE DOMINGO (MANHÃ) - 04/10/2026
Divino é o cordeiro [canto] de Deus. de Deus. Digno [música] é o cordeiro que a morte venceu. Digno é o cordeiro de Deus. [música] Digno [canto] é o cordeiro que a morte venceu. venceu. Digno é o cordeiro de Deus. [música] >> Aleluia. Te adoramos, Jesus. Você é digno de toda adoração, de toda honra, glória e louvor. Obrigado, Pai, por um povo próspero, por uma igreja generosa. Pai, não nos falta nada. O Senhor tem cuidado de nós. Obrigado por essa manhã, por essa mesa, por esse memorial onde nós celebramos aquilo que Jesus fez por nós. Obrigado por essa graça maravilhosa que nos alcançou. Eu te agradeço, Pai. Creio em olhos do entendimento aberto, compreensão da sua palavra chegando a cada coração, pai, de maneira clara a respeito da sua vontade, do evangelho de Cristo, que é o poder de Deus paraa salvação. Te agradeço, te reconheço, Pai, no nome de Jesus. Amém. Bom dia. Você pode se assentar. Obrigado, pessoal. pessoal. Glória a Deus. Hoje é um dia especial e eu não tô falando nem é por causa da eleição, não, tá? [risadas] Porque hoje nós celebramos a ceia do Senhor. Amém. Amém. >> Essa ceia, ela é carregada de significado, de valor para nós. E nós precisamos fazer isso porque Jesus nos ordenou, nos ensinou isso, que sempre que nós comemos este pão e bebemos este cálice, nós estamos anunciando a morte do Senhor até que ele venha, >> Jesus vai voltar. Amém. >> Amém. E é maravilhoso que a Bíblia ela nos ensina que a esse pão ele foi dado em favor de nós. Favor é graça. Amém. >> Que o sangue de Jesus foi derramado em nosso favor. Corpo e sangue em nosso favor. Deus é maravilhoso e cheio de graça, de verdade. Jesus revelou perfeitamente o caráter de Deus e nos mostrou o que Deus idealizou para nós, o que Deus pensou paraas nossas vidas. Pode ser visto em Jesus através da sua obra. Ele nos justificou, ele veio para nos libertar do pecado. Ele veio para nos dar uma vida em abundância. E nós precisamos estar conscientes disso constantemente. A palavra de Deus vai mostrar que o evangelho ele é esse poder de Deus paraa salvação de todo aquele que crê. E no evangelho de Cristo é revelado a justiça de Deus. Uma justiça, como diz a NVI, que do princípio ao fim é pela fé. Amém. Nós estamos aqui pela fé, porque cremos na palavra, porque cremos que quando recebemos essa palavra, nós somos fortalecidos no Senhor. Então, nós nos tornamos justos através da justiça de Cristo Jesus e podemos andar na presença de Deus. Amém. >> Sabe, irmãos, quando você olha paraa sua Bíblia, você vai ver aí Antigo Testamento, Novo Testamento, ou eh também pode ser compreendida a antiga aliança e a nova aliança. E a nova aliança é o tempo que você está vivendo hoje. hoje. >> Amém? A Bíblia diz que essa aliança que nós vivemos no Senhor é uma aliança que é superior, porque ela está fundamentada em promessas que são superiores. Amém. Se no Antigo Testamento um cordeiro era sacrificado e oferecido diante de Deus, ele dava um perdão eh por um tempo às pessoas, a Bíblia diz que Jesus é o cordeiro de Deus que nos livra do pecado. Nós somos libertos do pecado. Amém. Amém. >> Então a ceia ele não é um memorial de condenação, de culpa. Na verdade é um memorial da justiça de Deus, daquilo que Jesus fez por nós. Eu quero te perguntar, nesses dias, você tem andado mais consciente do pecado? ou consciente da justiça de Deus. Amém. >> Porque nós somos justos em Cristo Jesus. Talvez você possa perguntar: "Pastor, mas o que que é uma pessoa justa? É alguém que paga suas contas em dia? Eh, que presta, eh, um bom serviço à à sociedade?" Não. Justo é aquele que foi purificado pelo sangue de Jesus. Amém. >> Justo é aquele a quem o Senhor não atribui a ele iniquidade nenhuma. O justo é aquele que consegue se aproximar diante da presença de Deus, sem medo, sem culpa, sem complexo de inferioridade, chamando Deus de pai como se o pecado nunca tivesse existido. >> Essa é a boa notícia do evangelho. Essa é a boa notícia da graça de Deus. Quando você olha pra carta que o apóstolo Paulo escreve aos Romanos, ele vai colocar bem firme, bem detalhado os fundamentos dessa justiça. Ele diz que nós somos salvos através do evangelho, mas ele nos mostra do que nós somos salvos. Somos salvos do pecado. Todos nós pecamos. Todos fomos destituídos, separados da glória de Deus. Mas essa mensagem ela não para aí. Amém. Romanos 3:23 fala mesmo que todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus. Mas o verso 24 ele diz que nós somos justificados gratuitamente pela sua graça. A graça de Deus nos declarou justos, nos colocou numa contição aceitável diante de Deus. Em Romanos 5, a Bíblia [roncando] vai dizer que sendo justificados, pois, pela fé, nós temos paz com Deus. >> Você tem desfrutado de paz com Deus? >> Amém. E o que te proporciona essa paz diante de Deus? Crer naquilo que Jesus fez, na obra dele. Você foi declarado justo por aquilo que Jesus fez. Então você tem paz com Deus e pela fé você tem acesso a essa graça. E esse acesso descrito na palavra não é simplesmente uma porta que se abriu, é alguém que te tomou pelas mãos e te levou à presença de Deus. Amém. >> Jesus, ele é o cordeiro, mas ele também é esse e esse sacerdote, esse sumo sacerdote que entrou de uma vez por todas naquele lugar santo e obteve para nós uma eterna redenção. Amém. Esse é o nosso lugar. De maneira que a Bíblia vai dizer que aqueles que recebem a abundância da graça e o dom da justiça, eles podem reinar em vida. E esse reinar em vida é reinar sobre o pecado. O pecado não pode mais te dominar. dominar. Você é livre. Então, o apóstolo Paulo, quando ele escreve a igreja, a carta aos Romanos, ele ainda não tinha chegado a essa cidade. Ele escreve aos romanos, ele tinha o desejo de ir lá, ele desejava pregar o evangelho na Espanha, então era algo próximo. Ele pretendia passar em Roma. A palavra já estava sendo pregada ali. Normalmente as cartas elas eram escritas por Paulo por lugares que ele já tinha passado, mas nesse caso ele ainda não tinha ido. Então, quando você observa a carta que Paulo escreve aos Romanos, ele levanta perguntas e traz com ela respostas, afirmações a respeito daquilo que é a vontade de Deus. Então, a mensagem da graça, da justiça de Deus, ela vai sendo exposta de uma forma tão maravilhosa. Uma boa notícia que diz: "Você é livre, o preço do pecado já foi pago. Jesus pagou o preço em nosso lugar. Ele gratuitamente te deu a salvação. Ele mostra que nós não estamos mais debaixo da lei de Moisés, >> que era consistida em mandamentos, em ordens. Mas ele disse, "Nós estamos em uma nova aliança onde é revelada a justiça de Deus". E sendo uma carta, Paulo não estava junto dos irmãos de Roma para explicar as possíveis perguntas que surgiriam. Então, provavelmente alguém que estava ouvindo a mensagem, olha, o preço foi pago, você foi liberto do pecado. Através da obra de Cristo, se você recebeu a Cristo, você não é mais um pecador. Amém. >> Amém. É interessante que esse ensino foi fundamentado há mais de 2000 anos atrás e ainda a gente vê crente falando: "Eu não passo de um pecador". Mas quando você olha pra revelação da palavra de Deus na nova aliança, Jesus pagou o preço pelo seu pecado. >> Agora, alguém escutando essa mensagem poderia pensar como muitas pessoas pensam até hoje. Talvez alguns aqui estejam pensando, como eu não sou pecador pecador se eu ainda tenho falhas, se eu ainda cometo pecados? Como eh eu não sou um pecador se eu ainda erro. Ou alguém poderia pensar o seguinte: "Já que eu fui livre do pecado, que eu não sou mais um pecador, eu vou viver à vontade no pecado". pecado". >> Mas é maravilhoso que essa carta ela traz o ensinamento completo a respeito da graça, da justiça de Deus. Eu queria que você abrisse sua Bíblia em Romanos 5. 5. Romanos capítulo 5. Amanhã tem aula aberta do Rema. Amém. >> Amém. >> E essa verdade que eu tô ensinando para vocês, eu aprendi no Centro de Treinamento Bíblico Rema. >> Um dia eu cheguei nessa escola tão condenado, tão cheio de medo de Deus, achando que Deus fazia coisas que ele não faz, me vendo diferente daquilo que Deus me criou para ser. Mas um dia numa sala de aula, eu ouvi alguém ensinando, dizendo: "Aquele que não conheceu o pecado, Deus o fez pecado por nós, para que nele fôssemos feitos justiça de Deus". >> Essa mensagem caiu como uma bomba, destruindo toda fortaleza de medo, de condenação que me separava de Deus. Mas aqui em Romanos 5, no verso 20, a Bíblia diz assim: "A lei foi introduzida para que a transgressão fosse ressaltada". Em algumas versões diz para que a voltasse a a ofensa, para que fosse colocada em destaque. A lei foi dada para que a transgressão fosse ressaltada. Entretanto, onde foi ressaltado o pecado, ou como diz outras versões, onde abundou o pecado, superabundou a graça de Deus. >> Onde houve muito pecado, o que a graça fez, ela transbordou, ela superabundou. Para quê? para que o pecado, para que como o pecado reinou na morte, assim a graça reine pela justiça para conceder vida eterna por meio de Jesus Cristo, o nosso Senhor. Amém. O que que o pecado fez? O pecado fez com que a morte reinasse. O pecado fez com que as consequências destruidoras, que Deus não nos criou para viver nelas entrasse no mundo. Mas a Bíblia diz que da mesma forma que a morte reinou por causa do pecado, por causa da justiça de Deus, a vida reina. Amém? A graça de Deus, ela reina em nossas vidas. E a gente precisa ter essa compreensão, porque muitas vezes você vê pessoas presas na consciência de Adão caído. Ah, se o homem não tivesse pecado, se eles não tivessem falhados, falhado, a gente não tava vivendo assim. a vida seria melhor, as coisas seriam melhores. De fato, Deus não idealizou paraa humanidade uma vida de pecado, de doenças, de miséria, de maldição, de destruição. Mas sabe de uma coisa? Jesus já veio e ele venceu o pecado. Amém? Então, a nossa consciência hoje pode ser uma consciência de cura, pode ser uma consciência de prosperidade, de paz, de vida abundante, de comunhão com Deus, de que somos libertos de fato do pecado. Mas veja, isso aconteceu para que de fato a gente pudesse viver essa essa vida sem ser sem ser dominado pelo pecado. Mais em Romanos 6, nós vamos ler alguns versículos, talvez o capítulo todo de Romanos, capítulo 6. Então, deixe sua Bíblia aberta aí. No verso um diz assim: "Que diremos então?" Por que ele tá dizendo que diremos então? Uma vez que você foi exposto à mensagem de que o sangue de Jesus te justificou, que a graça de Deus te alcançou, que se você recebeu a Cristo, você não é mais um pecador, o que você vai dizer então? Continuaremos no pecado para que a graça transborde. Uma vez que Jesus foi lá e pagou o preço e e obteve para mim uma eterna redenção, que nós vamos dizer: "Eu vou continuar no pecado para que a graça transborde seja maior". A Bíblia afirma: "De maneira nenhuma nós, os que morremos para o pecado, como ainda viveremos nele?" nele?" Então, a mensagem da graça de Deus, a mensagem da justiça de Deus, não é uma mensagem que fortalece o pecado. Pelo contrário, a mensagem da justiça de Deus é a mensagem que faz com que o pecado perca a sua força. >> Amém. Amém. >> Se você olha aí para todo lado, tudo que você vê, pecado, pecado, pecado, pecado, o que você vai reproduzir é pecado, pecado. Mas se você entende, um preço tão alto foi pago em meu lugar. Jesus pagou o preço pelo meu pecado, ele me libertou, ele mudou a minha natureza. Você vai entender que o pecado não é mais o seu lugar, >> não é o lugar que você deve estar, não é a vida que Deus tem para você. O pecado foi o que te separou de Deus, que me separou de Deus, que trouxe coisas terríveis para o mundo. Então, uma vez que eu entendo que em Cristo Jesus eu me tornei justo, eu vou continuar no pecado para que a graça seja maior. Agora, há um motivo para que Paulo estivesse ensinando dessa forma, porque algumas pessoas, o Judas vai falar sobre isso em sua carta, que transformam a graça de Deus em algo para o pecado, como se, ah, eu posso viver de qualquer forma. E não é assim. A graça de Deus, ela vai transformar as nossas vidas. Nós não somos justos apenas de uma maneira nominal, nós somos de fato. E o pecado não tem domínio mais sobre as nossas vidas. É o que a palavra de Deus vai dizer. Eu vou continuar no pecado de maneira nenhuma. Jamais. Não é o meu lugar. Por que eu não vou continuar mais no pecado? Nós, os que morremos para o pecado, como ainda viveremos nele? Como alguém vai viver para algo se ela já morreu? Amém. >> Nós vivemos em Cristo, nós temos uma nova vida e para o pecado nós morremos. Já não faz mais parte da nossa vida. E é esse aspecto que nós precisamos compreender da palavra. Existe algo que Jesus fez por nós, mas precisa existir em nós uma resposta de fé ao que Jesus fez. É o que o apóstolo Paulo vai ensinar em Colossenses, no capítulo 3. Ele vai dizer: "Já que vocês ressuscitaram com Cristo, busque as coisas do alto, pense nas coisas do alto". Mas ao mesmo tempo, em Colossenses 3, ele vai dizer que nós devemos fazer morrer as nossas paixões, o desejo pecaminoso. Veja, eu tenho vida em Cristo. Em relação a Cristo, eu estou vivo, mas para o pecado, eu estou morto. Já não mais faz parte da minha vida. E esse é o olhar, é a consideração que nós precisamos ter em relação ao pecado. Como eu vou viver ainda no pecado? Não é normal para alguém que nasceu de novo viver no pecado, dizer que anda na justiça, dizer que é filho de Deus e se portar como um pecador? João vai dizer na sua primeira carta que quem faz isso é mentiroso, porque uma vez que recebemos da graça de Deus, o pecado não deve ser mais o nosso estilo de vida, porque temos uma nova vida em Cristo. Amém. Amém. >> Então ele vai fazer algumas afirmações, algumas perguntas, mas na verdade são perguntas retóricas. Ele diz assim no verso 3: "Ou vocês não sabem que todos os que fomos batizados em Cristo fomos batizados na sua morte? Portanto, fomos sepultados com ele na morte por meio do batismo, a fim de que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também vivamos uma vida nova. >> Você tá vivendo uma vida nova? >> Amém. >> Ou vive como vivia antes? Nós estamos vivendo uma vida nova. Porque nós que recebemos a Cristo, nós fomos batizados em Cristo. E ser batizado em Cristo aqui não diz respeito apenas ao batismo nas águas. Na verdade, o batismo nas águas é um testemunho público da nossa fé. É um testemunho exterior de algo que aconteceu no seu interior. Uma vez que você eh creu no seu coração, que você nasceu de novo, você testemunha publicamente a sua fé, mas o que vai evidenciar mesmo que você recebeu a nova vida em Cristo não é apenas a água que você se submeteu para ser submerso nela, mas uma nova vida. A sua vida mudou. Não é apenas um rito. Você foi imerso em Cristo. Batismo fala a respeito disso. Imersão, Imersão, mergulho. Você foi mergulhado em Cristo. E quando você está mergulhado nas águas, o que mais se vê é a água. Amém. Quando alguém olha para nós, e essa é a tipologia, o significado que o batismo pode trazer, precisa ver mais da água do que de nós mesmos. Amém. >> Precisa ver mais do Cristo do que nós mesmos. Porque esse essa imersão ela também fala de um sepultamento. Eu morri. Eu preciso compreender isso. Eu não posso viver como eu vivia antes, falando da mesma forma, agindo da mesma forma, pensando da mesma forma, porque eu recebi uma nova vida em Cristo. Ou vocês não sabem disso, que todos que foram batizados em Cristo Jesus, fomos batizados na sua morte. Porque Jesus morreu, mas nós fomos identificados com ele. Então, o velho homem do pecado foi morto em Cristo, foi sepultado com ele. Mas a verdade do evangelho é que também foi ressuscitado com ele. Amém. >> Você ressuscitou com Cristo. >> Amém. você tem uma nova vida nele. É isso que a palavra de Deus está dizendo. O verso 5 diz: "Se pois nos tornamos unidos na semelhança da sua morte, certamente o seremos também na sua ressurreição, pois sabemos que o nosso velho homem foi crucificado com ele para que o corpo pecaminoso seja destruído, de modo que deixemos de ser escravos do pecado." Talvez você tenha enfrentado desafios. Todos nós somos tentados, mas uma coisa que nós precisamos entender é que eu não sou mais escravo do pecado. >> Amém. Um escravo, ele não consegue viver de acordo com a sua vontade. Ele é dominado, ele é governado por outro. Ele é totalmente influenciado por um senhor que determina: "Você vai viver assim, você vai trabalhar por tanto período, você vai dormir um período mais curto, o que você tem para comer é isso." Então eu não posso olhar para essa nova vida que eu tenho em Cristo e uma tentação que chega paraa minha vida e dizer: "Ah, eu não consigo mudar, eu não consigo melhorar". E aí entra aquilo que nós temos sido ensinados. Eu não consigo ou eu não quero. Isso precisa ser bem claro pra gente, porque se nós jogarmos com a verdade, se nós trabalharmos com a verdade, vai ser mais fácil de nós sermos livres. Amém. >> Reconhecer. Não, eu é porque eu não quero mudar. Mas sabe por não querer mudar? Se eu já fui morto, já não é mais a minha vida, eu ressuscitei com Cristo. Agora isso precisa cair como revelação na sua vida, uma verdade para o seu coração. Porque o que vai fazer com que você viva uma vida santa, uma vida que agrada a Deus, é compreender a obra de Cristo Jesus. Não é a sua força. Antes de Jesus chegar, já tinha lei, já tinha mandamento. Não faça, não toque, não prova, não manuseia. Leis para todo tipo de ações cerimoniais, civis, religiosas. tinha todo tipo de de de lei para o povo, mas a lei que foi dada, ela não foi capaz de tornar ninguém santo de verdade. O que a lei fazia era mostrar para o homem que ele estava no pecado. É como alguém que chega diante do espelho e se depara com uma sujeira no seu rosto. A lei não era responsável por ter sujado a pessoa, mas ela só conseguia mostrar a sua condição. Você é um pecador, essa é a sua condição. É como se o espelho dissesse: "Eu não tenho condições de te limpar". A graça de Cristo não veio para fazer isso, não veio para te mostrar os seus pecados. Ela veio para mostrar, existe uma nova vida. vida. >> Quando você olha pra graça, o que você enxerga nela não são seus pecados. Quando você olha pra graça, você enxerga Cristo. E é essa imagem de Cristo que você precisa refletir. A Bíblia diz que Jesus, ele é a imagem do Deus invisível. Ele é o primogênito de toda a criação. Quando nós olhamos para Jesus, esse é o padrão que Deus tem para mim. E não é um padrão apenas a ser admirado, é um padrão para ser seguido. Eu posso olhar para ele e eu posso ser como ele é. >> Eu posso olhar para ele, eu posso imitá-lo, porque a minha vida está misturada com a vida dele. Eu estou imerso em Cristo. É ele que vai ser visto na minha vida. Então, o corpo pecaminoso, Jesus fez isso para que ele fosse crucificado, destruído. Para quê? Para deixarmos de ser escravos do pecado. Quando essa boa notícia chegou em nossa nação de que foi assinado algo que os escravos deveriam ser livres, no dia seguinte ou no dia que foi assinado, todos os escravos legalmente estavam livres. livres. Mas isso levou algum tempo para que as pessoas deixassem de viver como escravas, porque enquanto o conhecimento não chega, você permanece de baixa escravidão. Enquanto o engano ainda permanece, você permanece como escravo. E se você vive ou viver uma religião que a vida toda, tudo que você olha é pecador, pecador, eu não presto, sou miserável, eu não consigo vencer o pecado, homem é assim mesmo, meu temperamento é assim mesmo, minha família é assim mesmo, eu nunca vou ser diferente. Se é isso que você acredita, é assim que você vai viver. Porque viver como justo é algo que você vive pela fé. >> Você olha pra palavra e diz: "É isso que a palavra diz, é isso que eu sou e é assim que eu vou andar." >> Amém. >> Eu não vou apenas falar: "Eu sou justo". Isso vai ser visto em toda a minha maneira de ser, em todo o meu proceder, porque Deus me criou para ser assim. O verso 7 diz: "Pois quem morreu foi justificado do pecado". Alguém aqui morreu? Amém. [risadas] >> Então, se você morreu, você foi justificado do pecado. Pastor, eu acho incorreto. Eu não não entendo esse negócio de falar que eu não sou mais pecador, eu recebi Jesus. Mas a Bíblia diz que esse ter recebido a Cristo significa que você morreu pra velha vida. E quem morreu está justificado do pecado. O verso 8 diz: "Ora, se morremos com Cristo, cremos que viveremos com ele também. Não estamos identificados apenas na sua morte, estamos identificados também na sua vida. Nós vivemos com Cristo, pois sabemos que tendo sido ressuscitados dentre os mortos, Cristo não pode morrer outra vez. A morte não tem mais domínio sobre ele. Você sabia que a morte não pode mais eh matar Jesus? >> Jesus se entregou para morrer em nosso lugar. Amém. Ele disse: >> "Ninguém tem poder para tirar a minha vida. Eu dou e tenho poder para reaver. >> Jesus venceu a morte. É o terceiro dia." >> Então o que Paulo está dizendo? Que a Bíblia tá dizendo, olha, Jesus não pode morrer mais. Amém. Foi uma única vez quando o verbo se fez carne, ele morreu, ressuscitou, recebeu um corpo glorificado. Ele não pode morrer mais. E o que isso tem a ver com a minha vida? Bem, o verso 9 que diz: "Pois sabemos que tendo sido ressuscitado entre os mortos, Cristo não pode morrer outra vez. A morte não tem domínio sobre ele. No que se refere à morte, morreu para o pecado de uma vez por todas. No que se refere à vida, vive para Deus. Assim vocês também se considerem, como você deve se considerar de fato mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus. Qual a sua relação com o pecado? Como que você deve se considerar em relação ao pecado? Como alguém que já morreu? >> Amém. Se a sua consciência constante é uma consciência de pecado, você não olha para o pecado como alguém que já morreu. E essa deve ser a sua consideração. Você sabe como um morto reage diante de alguma coisa? Já [risadas] alguém que sabe como o morto reage? Ele não reage. Amém. >> Amém. não tem mais a ver com a nossa vida. É isso que a gente precisa ser identificado nele quando as coisas dessa vida nos chamar, as tentações no chamarem, porque esse corpo ainda há de ser transformado, mas ele ainda não foi. Existem tentações, vontades de ir contra a vontade de Deus, mas você não é mais um escravo. Você é alguém livre, você é alguém morto para o pecado. Você ressuscitou com Cristo, você tem uma nova vida. E a comparação é do mesmo jeito que a morte não alcança mais Jesus, da mesma forma o pecado não pode mais nos dominar. >> Tão certo que a morte não vence mais o nosso Senhor, tão certo que se nós quisermos, o pecado não vence mais a nossa vida. >> E a mentalidade que Satanás vai querer nos envolver nela é: não tem jeito. Você não vai conseguir se superar. Você não vai conseguir superar isso. Você não vai conseguir ser alguém diferente. Por que que você não desiste? Por que que você não cede para o pecado? Todo mundo é assim. Todo mundo falha, todo mundo erra. É normal. Bem, se sente mal, sente desconfortável, mas pensa, quem é que pode viver livre do pecado? A Bíblia vai nos mostrar alguém que pode viver livre do pecado, aquele que foi imerso em Cristo. Amém. Glória a Deus. O verso 12 diz assim: "Portanto, não permitam que o pecado reine no corpo mortal de vocês, levando a obedecer aos desejos malignos dele. Não ofereçam os membros de vocês como instrumentos de injustiça para o pecado. Antes, ofereçam-se a Deus como quem saiu da morte pra vida. Ofereçam os membros do corpo de vocês como um instrumento de justiça para Deus. Assim, o pecado não deve ter domínio sobre vocês, porque vocês não estão debaixo da lei, mas debaixo da graça. O verso 12 diz: "Não permita que o pecado reine". Quem não vai permitir? Eu. Você. É você que não vai permitir. Ah, Deus me liberta do pecado. Ele não vai, ele já fez. Amém. >> A questão é agora, você não permite mais o pecado reinar. Você tem essa decisão, esse poder de escolha. Então, todas as vezes que eu peco, todas vezes que eu falho, eu peco porque eu quero. Eu pequei porque eu quis. Porque se eu não quiser pecar, eu não vou pecar. Porque a Bíblia diz, não permita que o pecado reine no corpo mortal de vocês a vontade do pecado vai ser de reinar sobre você. O pecado não quer te fornecer prazer. O pecado quer te dominar. Ele oferece prazer como uma forma de te subjulgar, de te prender. Agora, quem não vai permitir? Eu não vou permitir. Existe um único rei sobre a minha vida e ele não vai ser o pecado. >> Veja, é uma escolha, >> é uma decisão. Não permita que o pecado reine no seu corpo mortal, porque ele vai te levar a obedecer desejos que são malignos. E ele fala: "Não pega os membros do seu corpo e ofereça ele para o pecado. Mas veja nessa nova vida que os membros do seu corpo sejam instrumentos paraa justiça de Deus. de Deus. >> Se você pecava com os lábios, se a sua língua era um instrumento de pecado, a sua língua agora precisa ser um instrumento de justiça. >> Amém? Se você era uma pessoa que murmurava, agora você é uma pessoa que vive agradecendo. >> Se você era alguém que amaldiçoava, agora você é alguém que abençoa. >> Amém. >> Se você era alguém que mentia, agora você só fala a verdade, porque os seus membros agora estão oferecendo pra justiça. >> Se você pecava com suas mãos, agora elas não são mais usadas para o pecado. Elas são usadas para curar os enfermos. >> Existe uma nova vida em Cristo Jesus. A justiça de Deus nos colocou nesse lugar. Então, eu não vou permitir mais, eu não vou deixar o pecado reinar. >> E não se pode ter dois reis em o mesmo lugar. lugar. Se o pecado tá reinando sobre você, Jesus não está sendo rei na sua vida. Não adianta eu dizer que Jesus é o é o meu rei e quem determina as minhas ações, os meus pensamentos é o pecado. Se eu tô vivendo assim, quem tá reinando sobre a minha vida não é Jesus, é o pecado. Mas eu não preciso permitir isso mais. Amém. Eu não preciso oferecer os membros do meu corpo como instrumento de pecado, mas um instrumento de justiça. O verso 14 é muito forte. Assim, o pecado não deve ter domínio sobre vocês, porque vocês não estão debaixo da lei, mas debaixo da graça. >> Amém. >> Alguém poderia pensar, não, é a lei que ajuda as pessoas a não pecarem. Na verdade, irmãos, o que a lei faz é deixar você consciente de que você precisa de um salvador. A lei te mostra, isso é pecado, mas ao mesmo tempo ela revela sua insuficiência em obedecer. Mas a graça de Deus em Cristo Jesus, ela te liberta do pecado. >> A questão não é se é mais fácil, mais difícil a nova aliança. Acontece é que na nossa carne seria impossível mesmo. E a graça de Deus que tornou isso possível. E nós podemos desfrutar disso porque não estamos mais debaixo da lei, mas debaixo da graça. O verso 15 diz assim: "Então, vamos pecar porque não estamos debaixo da lei, mas da graça de maneira nenhuma." A mesma coisa que ele diz no início. Por que ele tá respondendo isso? Porque se você ler Romanos do 1 ao 5, irmãos, é maravilhoso que a palavra vai dizer. O evangelho de é o poder de Deus para nos salvar. A lei mostrava os nossos pecados, que ninguém era justo, que todo mundo estava separado de Deus, mas que a graça nos justificou e que agora o amor de Deus foi derramado em nosso coração e que eu sou livre do pecado. Eu não sou mais inimigo de Deus. Eu sou amigo de Deus. Deus provando o seu amor por nós, em que Cristo morreu por nós quando nós ainda éramos pecadores. É o que você vai ver de Romanos 1 até Romanos 5. Mas a mensagem ela traz um aspecto prático. Não adianta dizer que eu sou e não andar em linha daquilo que eu sou. Então ele vai dizer novamente: "Então vamos pecar porque não estamos debaixo da lei, mas da graça de maneira nenhuma". Vocês não sabem? Mais uma vez ele diz, vocês não sabem quando se oferecem a alguém como escravos obedientes, são escravos daquele a quem obedecem. Quer escravos do pecado que leva à morte, quer escravos da obediência que leva à justiça. justiça. Ele vai trabalhar essa expressão, essa terminologia de escravidão mesmo. Pecado ele vem para dominar pessoas. Então ele fala a respeito. Vocês não sabem que quando alguém se oferece como escravo, mas você poderia perguntar quem poderia se oferecer como escravo, né? Que a Bíblia conta a história um povo ao seu redor. O império romano eh era muito comum a questão da escravidão. A cidade de Corinto, por exemplo, estima que 1/3 da cidade era composta por escravos. E havia pessoas que se tornaram escravos por causa de guerra, ser um prisioneiro de guerra. ou ela nasceu numa família onde havia essa questão da escravidão e ela nascia nesse contexto também, mas havia também aquelas pessoas que se ofereciam ofereciam para ser escravos de alguém. Quem faria isso? Quem não queria morar na rua? Miserável, pobre, não tinha nada. Então era melhor viver como escravo do que viver na sarjeta. Não havia planos de assistência de governo. Então algumas pessoas se ofereciam para viver como escravos. Algumas pessoas se tornavam escravos porque caíram em alguma dívida e não conseguiam pagar. E o que Paulo tá dizendo para esse povo? Olha, vocês sabem, gente, que quem se oferece como escravo de alguém vai ter que obedecer aquele a quem ele se ofereceu. Que a Bíblia tá dizendo: "Quando eu me ofereço como escravo ao pecado, o pecado vai se tornar o meu Senhor e vai ditar as regras da minha vida." E deixa eu te falar uma coisa, não é nada agradável a vida de um escravo. Deus não nos criou para ser assim. >> A ilusão é: te ofereço prazer, mas você é meu. Eu te domino, te ofereço alegria na sexta-feira à noite, noite, mas eu te visito na ressaca do dia seguinte. E eu nem tô falando da ressaca física, física, ressaca moral, vergonha, porque é isso que o pecado faz. prejuízo disfarçado de lucro. Nós não fomos criados para viver assim. Não tem a ver mais com a nossa nova natureza. O pecador ele conta vantagem depois na na segunda-feira, depois do carnaval, final de semana foi daquele jeito. Me entreguei para tudo, fui dominado, me não uso essa expressão, né? Mas eu fiz tudo. Tava do jeito que o diabo gosta. e se sente, é isso mesmo, a vida. Mas de repente você nasce de novo e Jesus vem e quebra essa escravidão e te torna livre. Quando você se vê envolvido no pecado, aquilo te dói, te incomoda e precisa ser assim. >> Perde-se o prazer, a alegria do pecado, porque a sua natureza foi transformada. Pecado não é mais para você, é um sofrimento. Ser um filho de Deus, entender que o sangue de Jesus te purificou, que ele mudou a sua natureza e ainda se entregar o pecado não combina mais com você. Briga não combina mais. Se sente mal. Antigamente você se sentia mal se você Não, eu eu não dei a última a última palavra tinha que ser minha. Eu eu tinha que brigar. E se eu pudesse humilhar mais a pessoa? É, esse era o meu lugar. Mas agora que você nasceu de novo, alguém te faz mal. E se você reage de uma maneira que alguém poderia considerar aceitável, para você ainda te incomoda, porque aquilo não é mais a sua natureza, >> não é mais vantagem para você, seja qualquer gênero de pecado, não vou ficar dando nomes a pecado, mas não tem mais a ver com sua vida, porque você se tornou justo diante de Deus. Deus. >> Amém? >> A sua natureza é uma natureza santa. Agora, e você precisa, nós precisamos andar nessa novidade de vida, porque vocês não sabem quem se oferece como escravos obedientes são escravos daqueles a quem obedece. Mas graças a Deus, versículo 17 diz: "Porque embora tenham sido escravos do pecado, nós fomos, todos nós em outro tempo tenham sido escravos do pecado, vocês passaram a obedecer de coração a forma de ensino que lhes foi transmitida. Havia um tempo que eu era escravo do pecado, pecado, mas agora a minha obediência é uma obediência de coração. E é por isso que eu tenho escolha, mesmo tendo essa nova vida, eu posso viver do jeito certo ou eu posso escolher andar errado. Mas a minha obediência, ela precisa ser de coração. >> Eu quero agradar o Senhor. Ele libertou a minha vida. Eu tava morto e ele me ressuscitou. Eu era um escravo e agora eu sou livre. Eu era dominado pelo pecado e hoje o pecado não me escraviza mais. Graças a Deus, embora tenha sido escravos do pecado, vocês passaram a obedecer de coração a forma de ensino que foi transmitida. De fato, vocês foram libertos do pecado e tornaram-se escravos da justiça. E se tornar escravo da justiça não é trocar seis por meia dúzia. Porque agora quem governa nesse reino de justiça é Jesus. Amém. >> Amém. >> Que diferença faz servir a Jesus ou servir o pecado? Toda a diferença. >> Ele transformou a nossa vida. A obediência que ele requer de nós é uma obediência que nasce do coração. E é por isso que ele não vai forçar você para vir para os caminhos dele na base da chicotada, na base da doença. Ou você vem para mim ou eu coloco uma doença em você. Ou você vem para mim e eu faço tragédia chegar na sua vida. Ele não vai fazer isso. Quem faz isso é o pecado. E se eu escolho andar no pecado, eu estou andando fora da proteção de Deus. Mas quando eu ando na justiça, eu estou guardado em um Senhor que é bom, que reina sobre a minha vida com amor, que me serviu primeiro antes que eu pudesse servir a ele. Verso 19 diz: "Falo isso em termos humanos por causa das limitações humanas de vocês. Como ofereceram os membros do seu corpo em escravidão a impureza, que leva mais e mais à iniquidade, assim se ofereça em escravidão a justiça que leva à santidade. santidade. O pecado nos leva mais e mais para um lugar ruim. A justiça de Deus nos leva à santidade, a uma vida leve, livre de culpa, >> livre de condenação, >> livre de medo. >> Salmista vai dizer já na antiga aliança que o justo ele é usado como um leão. Sabe, meus irmãos, o pecado é uma desgraça. Pecado tira de você convicção, tira de você ousadia, te coloca com medo de ser descoberto, de alguém saber o que tá acontecendo com você. você. A vida dá errado. Se você tá andando na justiça, um problema chega na sua porta, você fala assim: "Satanás, você não tem lugar aqui." >> Mas se você tá vivendo uma vida de qualquer jeito, você olha pro problema e fala assim: "Então, eu acho que eu fiz para merecer, né? Eu acho que >> e nisso até a doutrina entra em risco de ser abalada na sua vida. Será que não é Deus que tá tratando comigo? Será que não é Deus que que tá fazendo eu perder as coisas? A gente se esquece lá do beabá que nós aprendemos quando chegamos na palavra. Deus é luz e nele não há trevas. Quem mata, rouba e destrói é o ladrão. Mas o pecado vai bagunçar o entendimento de justiça na sua cabeça. >> E daqui a pouco você se acha que é pecador. Daqui a pouco você tá querendo ouvir as músicas que você ouvia antes. E eu não tô falando do forró, tô falando daquelas músicas que diz que você não vale nada, mas Jesus gosta de você. Começa a ouvir. Sou humano, só sei errar. >> Eu sou assim, pobre, pecador. Pecado vai querer bagunçar sua doutrina. Você vai ter coragem de cantar que você é justo diante de Deus, como nós cantamos, cantamos, >> vivendo uma vida no pecado. Mas ainda assim, a verdade da palavra é que você é justo. >> Mas o pecado vai querer bagunçar aquilo que você crê. Você vai olhar, tudo é possível. É o que crê, é o que a Bíblia diz. Mas para mim eu não mereço isso não. Nós somos livres. Amém. >> Livres. O verso 21 diz assim: "Que fruto colheram então das coisas das das coisas agora que você se envergonha. O fim dessas coisas é a morte. Então o que ele tá mostrando, gente? pecado não compensa. compensa. Qual que é o fruto? Porque a nossa ação é como uma semeadura e é um princípio estabelecido para tudo. Deus não se zomba, Deus não se deixa escarnecer. Tudo que o homem plantar, o homem também vai colher. Mas qual que é o fruto? Que colheita que o pecado dá? Coisa que traz vergonha. Eu acho que a gente pode pensar nisso diante das tentações. Essa é a atitude minha. Isso vai me trazer paz ou vai trazer vergonha? Eu não quero isso, irmãos. Eu eu não sei se você já deve ter passado por isso naquela situação de tá sendo tentado em alguma área da sua vida que você ainda não superou ou que superou por um tempo e agora tá com dificuldade e de repente tá aquela pressão, sabe? Ah, não vou conseguir. Não vou conseguir. Eu vou vou cair. Não vai ter jeito. [roncando] Perde o prazer. E eu não tô falando só no depois, eu falo no durante. É uma, é um negócio de escravidão mesmo. Eu não sei se você já pecou tendo nojo de você mesmo. Assim, por que que eu tô envolvido nisso? Ou depois de ter caído, fala assim: "Meu Deus, por que que eu errei? O pecado traz vergonha. Mas o contrário disso também é verdade. Você passar por aquela pressão, tentação, negócio querendo explodir você e você resiste. >> Quando passa aquele momento, você fala assim: "Graças a Deus que eu não caí". >> Jesus quando foi tentado, né, por pelo diabo, ele disse: "Você é filho de Deus, transforma esses pães em pedra". E era uma tentação mesmo, irmãos. Tentação é sentir vontade de fazer uma coisa. Se não tivesse vontade ali envolvido, né? Talvez essa sugestão tenha vindo na mente de Jesus, né? 40 dias ali jejuando, ele olha para um pão, isso dá uma pedra, ó. Isso dá, olha pra pedra e fala: "Se dá um pão, né? Se dá um pão. Se eu for filho de Deus mesmo, vou testar." Mas o pai tinha acabado de dizer para ele, você é meu filho amado em quem eu tenho prazer. Mas sabe, quem se antecipa e entrega ao pecado, pecado, acaba acaba comendo pedra no lugar de pão. Não compensa. >> Amém. >> Não compensa. Sabe quando quando o pecado chamar você, olha para ele, fala assim: "Não vale a pena não, não compensa. Isso aqui não é para mim. Eu eu não quero me afastar de Deus. Eu não quero me afastar da comunhão. Eu não quero. Eu quero orar com ousadia. Eu quero amar as pessoas. Eu quero viver intensamente a minha família, o plano de Deus, o propósito de Deus. Pecado é uma coisa que vem para enfraquecer a gente. Eu não quero isso. É algo que vai me trazer vergonha. É o que ele diz. Que fruto vocês escolheram das coisas que agora se envergonham? O final dessas coisas é morte. Você é justo, você não é mais um pecador, você não é mais um escravo, você agora é alguém que é livre. Mas não compensa voltar para esse lugar mais, porque voltar para esse lugar é caminhar paraa morte. O verso 22 diz: "Agora, porém, que vocês foram libertos do pecado e se tornaram escravos de Deus, o fruto que colhem leva à santidade e o seu fim é a vida eterna". Existe um final de vida e de morte e você escolhe. O Senhor disse ainda para o povo de Israel: "Olha, eu coloco diante de vocês a vida e a morte, a bênção e a maldição". E o Senhor ainda diz: "Escolhe a vida para que você possa viver". É uma escolha. Então, entenda, diante de tentações, de dificuldades, de desafios para não obedecer de coração ao Senhor, diz: "Olha, eu quero um fruto e esse fruto que eu quero não é o fruto que vai me levar pra morte. Eu quero aquilo que vai me levar pra vida, pra santidade, para aquilo que agrada a Deus. >> Porque o salário do pecado é a morte. Existe um pagamento, né? original que traz uma ideia de pagamento mesmo, não apenas salário, mas de pagamento. pagamento. Só recebe pagamento quem faz por merecer. Não é assim? Então, não é injusto quando se recebe morte porque trabalhou no pecado. O salário do pecado, o pagamento pelo pecado é a morte. Mas existe algo que Deus ele nos concede. E a linguagem não é pagamento, é presente. Amém. >> É o dom, o dom gratuito de Deus é a vida. É a vida. Deus tem esse presente para para as nossas vidas. Eu já recebi, tem a vida de Deus. Eu não sou escravo do pecado. O domínio do pecado foi quebrado em minha vida. Eu estou debaixo da graça, não debaixo da lei. Um dos teólogos mais famosos da história da igreja, Agostim, ele conta que viveu uma vida muito perdida, muito depravada até antes de se converter. E ele conta que quando ele entra para essa vida essa vida cristã, cristã, ele muda de cidade e em um determinado momento ele volta para o lugar onde ele viveu a maior parte da sua vida. E um dia ele tava andando na rua e uma mulher que o conheceu na vida pregressa dele [música] começou a a chamar ele. Agostinho, Agostinho, Agostinho. E ele não respondeu. E aí ela foi até a ele. Você não lembra mais de mim? E ele disse para ela: "Olha, aquele Agostinho que você conheceu, ele morreu. Ele não existe mais. pecado vai continuar chamando. Mas cabe a nós dizer: "Eu não te respondo mais. Eu não sou mais escravo. A coleira [música] do pecado foi quebrada. Eu sou livre. Eu sou filho de Deus. Eu não vou fazer algo que vai me trazer vergonha, que vai envergonhar o nome daquele que me chamou. Eu não vou responder mais. Eu tenho essa vida para viver. Eu sou justo. Eu sou filho de Deus. A graça me purificou. Eu sou amigo de Deus. Coisa boa. Pensa, amigo de Deus. Você é amigo de Deus. Ele ele nunca te deixa sozinho. Ele te ensina, te mostra o caminho. Ele te ama Ele te ama de uma forma tão amigo de Deus. Você é amigo, você é filho de Deus. Então o pecado não vai mais se dominar porque você tá debaixo da graça. O que eu faço para viver livre? Seja consciente da graça de Deus. Ama o que Deus ama. Comece a detestar aquilo que Deus odeia. Algumas pessoas se sentem desconfortáveis diante da palavra. >> [música] >> Quando o pregador começa a falar de coisas que nosso caráter precisa ser mudado, mudado, mas a coisa mais inteligente a se fazer é se unir à mensagem. Não ficou ofendido porque alguém, a mensagem tá [música] corrigindo a sua forma de falar. se una à mensagem. A mensagem do evangelho detesta aquilo que é mal. que é mal. Você não você não tá numa igreja que vai te fazer sentir tão confortável, na maioria das [música] vezes não vai. Para mudar a nossa vida. Amém. >> Para mudar, pra gente viver uma vida que agrada a Deus. Não é assim, tá me expondo, não. Tá expondo a mensagem. E a mensagem tá expondo o pecado. E eu não quero o pecado. É essa mensagem que pode me limpar. Brigar com o mensageiro é como uma pessoa suja, fedorenta, lutando contra a água e o sabão. Não, não mexe aqui. Gosto de ficar fedorento. Não faz sentido. A mensagem ela vem para nos transformar, irmãos. Irmão, esse ano tem sido um ano de tanto crescimento, tanto crescimento. Há uma inspiração tão forte sobre a vida do pastor Paulo. Não que não que faltasse em algum tempo, mas cada culto, cada mensagem, não apenas o pastor, né, mas o nosso pastor, [música] [música] que eu falo, Senhor, preciso melhorar, preciso ser um crente de verdade, sabe? Não meia boca, mais ou menos o que o povo acha do que é ser cristão, mas ser de [música] verdade mesmo, sabe? Essa mesma mensagem que nos confronta, confronta, irmãos, ela tem um fruto que leva a santidade. Ela deixa a gente cheio de alegria, alegria, deixa a gente leve, sabe? Com ousadia, amigo de Deus, querendo conhecer a Deus. Isso é tão bom, tão bom. É a vida que Deus tem para nós. Amém. Nós vamos celebrar a ceia juntos, sem culpa, sem condenação, sabendo que nós não somos escravos do pecado. O pecado não pode nos dominar. Queria que você ficasse de pé. >> Os ministros de música vão cantar. Enquanto diaconato distribui a ceia, eu queria que você aproveitasse esse tempo mesmo, sabe, para falar com o Senhor, para reconhecer que você não é mais o mesmo, que você tem uma nova vida em Cristo. Amém. [música] Eu encontrei o [canto][música] meu tesouro. Eu [música][canto] encontrei o bem mais precioso. [música] Eu [canto] encontrei o meu tesouro. [música] Eu encontrei [canto] o bem mais precioso como Maria [música][canto] estava a teus pés e dissestes [música] a ela essa é [canto] a boa parte que nunca que [música] nunca [canto] será tirada como Maria que está [música] teus pés e dissestes a ela Essa é a boa parte que nunca [música] [música] nunca será [canto] tirada. Eu encontrei [canto] o meu tesouro. [música] Eu encontrei [canto] o bem mais precioso. precioso. [música] Eu encontrei o meu tesouro. [música] E cominou como Maria estava [música] e dissestes a ela é a boa parte [música] nunca [canto] será tirada como estava a seus pés existentes [música] É, essa é [canto] a boa parte nunca, nunca [música] será [canto] tirada. >> Aleluia! Glória a Deus! Amém! Amém! Em Primeiro Coríntios 11, no versículo 23, está escrito assim: "Porque eu recebi do Senhor o que transmitia a vocês, que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, pegou o pão, deu graças, [música] partiu e disse: "Isto é o meu corpo dado em favor de vocês. Façam isso em memória de mim". Da mesma forma, depois de ter comido o pão, ele pegou o cálice e disse: "Este cálice é a nova aliança no meu sangue. Façam isto [música] sempre que o beberem em memória de mim, porque sempre que comerem deste pão e beberem deste [música] cálice, vocês anunciam a morte do Senhor até que ele venha." Amém. E ele vem. ele vem. Nós vamos participar da ceia com essa consciência. Amém. [música] Esse pão fala sobre isso, sobre o corpo de Jesus que sofreu em nosso lugar, [música] que foi entregue em nosso lugar. A Bíblia diz que ele foi moído por causa das nossas transgressões, mas o castigo que nos traz paz [música] estava sobre ele. Por causa das feridas em Jesus, nós fomos sarados. Amém. Você não vai ser curado. Você foi curado em Cristo [música] Jesus. Ele já fez. Então, enquanto nós participamos da ceia, você pode receber [música] em seu corpo a manifestação daquilo que Jesus já fez. Nele você [música] já é curado. Amém. Nós podemos comer desse pão com essa consciência em nome de Jesus. >> [música] >> Amém. Da mesma forma quando nós tomamos esse cálice, nós não cremos que que esse cálice é o sangue de Jesus. Amém. É um memorial. >> [música] >> Ele não se transforma em sangue de Jesus em nosso corpo. Bem como o pão também não faz isso, mas é um memorial. Memorial é algo [música] que te faz lembrar de algo. É uma lembrança daquelas que você não pode se esquecer nunca. O sangue de Jesus foi derramado de glorificado. Em Cristo você tem uma nova vida. Em Cristo você é amigo de Deus. Então, quando bebermos esse cálice, você vai se lembrar disso [música] e deixar o seu coração se encher de gratidão, porque o sangue de Jesus nos libertou de todo pecado. Ele não apenas nos perdoou, ele nos libertou, ele nos redimiu. Amém. Você pode participar do cálice? Eu [canto] encontrei o meu tesouro. [música] Eu encontrei o bem mais precioso. precioso. [música] Eu [canto] encontrei o meu tesouro. [música] Eu encontrei o bem.
Todas as vezes que eu peco, todas vezes que eu falho, eu peco porque eu quero. ... Porque se eu não quiser pecar, eu não vou pecar.
Doutrina: Santificação, vontade humana e pecado remanescente
Tensão: Romanos 6 afirma que o pecado não deve ter domínio, mas Romanos 7, Gálatas 5:17 e 1 João 1:8-10 mostram que o crente ainda luta contra a carne e pode pecar.
Correção sugerida: A nova criação dá poder real para não viver no pecado, mas não elimina a luta presente nem a necessidade de confissão, arrependimento e dependência contínua de Cristo.
Você não vai ser curado. Você foi curado em Cristo Jesus. Ele já fez. ... Nele você já é curado.
Doutrina: Redenção, cura e escatologia
Tensão: A cura física é fruita da obra de Cristo e sinal do Reino, mas a Escritura não ensina que todos os crentes já possuem cura corporal plena no presente (Rm 8:23; 2 Co 12:7-9; Tg 5:14-16).
Correção sugerida: Dizer: 'A obra de Cristo inclui cura como parte da redenção; oramos pela manifestação dela, reconhecendo que a cura plena aguarda a ressurreição e a soberania de Deus.'
Se eu escolho andar no pecado, eu estou andando fora da proteção de Deus. Mas quando eu ando na justiça, eu estou guardado em um Senhor que é bom.
Doutrina: Providência, obediência e sofrimento
Tensão: Obediência agrada a Deus e traz fruto de justiça, mas os justos também sofrem (Sl 34:19; At 14:22; Jo 16:33).
Correção sugerida: Dizer: 'Andar na justiça coloca a vida sob a direção e a fidelidade de Deus; ainda assim, o crente pode sofrer, e Deus sustenta, salva e restaura.'
De fato, Deus não idealizou paraa humanidade uma vida de pecado, de doenças, de miséria, de maldição, de destruição. ... Então, a nossa consciência hoje pode ser uma consciência de cura, pode ser uma consciência de prosperidade, de paz, de vida abundante.
Problema: O sermão extrapola a libertação do pecado em Romanos 6 para uma expectativa presente de cura e prosperidade como consciência dominante, sem ancorar essa aplicação na tensão entre o já e o não ainda da redenção.
Risco pastoral: Pode gerar culpa em quem adoece, passa por escassez ou enfrenta tragédias, como se sua fé ou justiça estivessem em déficit.
Sugestão: Dizer: 'A redenção em Cristo liberta do pecado e traz esperança de restauração; Deus pode curar e prover, mas a Escritura reconhece que o crente ainda vive num mundo caído e depende da soberania e da graça de Deus.'
Se você tá andando na justiça, um problema chega na sua porta, você fala assim: 'Satanás, você não tem lugar aqui.' Mas se você tá vivendo uma vida de qualquer jeito... Será que não é Deus que tá tratando comigo?
Problema: A formulação pode sugerir uma relação direta entre justiça pessoal e ausência de problemas, ou pecado e sofrimento como tratamento divino.
Risco pastoral: Pode levar a autoacusação, medo espiritual e leitura errada das aflições.
Sugestão: Equilibrar com Jó, João 9:1-3 e 2 Coríntios 12:7-9: nem todo problema vem de pecado, e Deus é soberano para sustentar no sofrimento.
Porque se eu não quiser pecar, eu não vou pecar.
Problema: Afirmação excessiva sobre a capacidade da vontade humana, ignorando a luta da carne e a necessidade contínua da graça.
Risco pastoral: Perfeccionismo, vergonha e abandono espiritual quando o crente falhar.
Sugestão: Dizer: 'Em Cristo temos poder para não viver no pecado; quando falhamos, confessamos e dependemos da graça, pois a santificação é progressiva.'
Momento de ministração
Por causa das feridas em Jesus, nós fomos sarados. Amém. Você não vai ser curado. Você foi curado em Cristo Jesus. Ele já fez. Então, enquanto nós participamos da ceia, você pode receber em seu corpo a manifestação daquilo que Jesus já fez. Nele você já é curado.
Quem falou: Pregador principal
Problema: Durante a liturgia da ceia, afirma-se cura física presente como realidade consumada para o crente, o que pode obscurecer a tensão escatológica da redenção e gerar culpa em quem permanece doente.
Momento de ministração
Esse pão fala sobre isso, sobre o corpo de Jesus que sofreu em nosso lugar... Por causa das feridas em Jesus, nós fomos sarados.
Quem falou: Pregador principal
Problema: A aplicação de Isaías 53:5 à cura física na ceia é legítima como memória da obra substitutiva, mas precisa ser equilibrada para não sugerir que toda cura corporal já é experimentada por todos os participantes.
a nossa consciência hoje pode ser uma consciência de cura, pode ser uma consciência de prosperidade
Equilíbrio bíblico: Reconhecer que Deus cura, salva e restaura, mas a Escritura ensina que o crente ainda vive entre o já e o não ainda; a soberania de Deus pode permitir sofrimento presente, e isso não significa falta de fé ou pecado oculto.
Porque se eu não quiser pecar, eu não vou pecar.
Equilíbrio bíblico: Afirmar o poder real da graça para vencer o pecado, mas incluir 1 João 1:8-10 e Romanos 7: santificação é progressiva, com luta contra a carne, confissão e dependência contínua de Cristo.
Se você tá vivendo uma vida de qualquer jeito... Será que não é Deus que tá tratando comigo?
Equilíbrio bíblico: Equilibrar com Jó, João 9:1-3 e 2 Coríntios 12:7-9: nem todo sofrimento vem de pecado; Deus é soberano, compassivo e sustenta seus filhos.
Nele você já é curado.
Equilíbrio bíblico: Manter a ceia como anúncio da morte do Senhor e esperança da sua vinda; orar por cura sem transformar o memorial em garantia automática de saúde física.
Fundamento cristocêntrico da justificação pela graça
A graça de Deus nos declarou justos, nos colocou numa condição aceitável diante de Deus... sendo justificados, pois, pela fé, nós temos paz com Deus.
Impacto: Reafirma o evangelho: o crente se aproxima de Deus pela obra de Cristo, não por mérito próprio.
Exposição equilibrada de Romanos 6 contra o antinomianismo
Continuaremos no pecado para que a graça transborde? De maneira nenhuma nós, os que morremos para o pecado, como ainda viveremos nele?
Impacto: Mostra que a graça não é licença para pecar, mas poder para nova obediência.
Ceia como memorial da justiça, não condenação
A ceia ele não é um memorial de condenação, de culpa. Na verdade é um memorial da justiça de Deus, daquilo que Jesus fez por nós.
Impacto: Ajuda crentes assombrados por culpa a participarem com gratidão e confiança.
Aplicação prática de santidade com transformação de linguagem e conduta
Se você era alguém que amaldiçoava, agora você é alguém que abençoa... Se você era alguém que mentia, agora você só fala a verdade.
Impacto: Conecta identidade em Cristo a frutos visíveis de santidade.
Testemunho de liberdade do medo e da condenação
Um dia eu cheguei nessa escola tão condenado, tão cheio de medo de Deus... Essa mensagem caiu como uma bomba, destruindo toda fortaleza de medo.
Impacto: Pastoralmente útil para quem vive religião marcada por culpa e terror.
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Fidelidade Bíblica
A maior parte das referências de Romanos 5-6, Colossenses 3 e 2 Coríntios 5:21 é usada fielmente no contexto. Porém, há extrapolações ao importar cura e prosperidade como ênfases da consciência cristã a partir de Romanos 6, além de aplicação de Isaías 53:5 e 1 Coríntios 11 à cura física presente na ceia. Referências bem usadas: Romanos 3:23-24; 5:1-2; 6:1-23; Colossenses 3:1-5; 2 Coríntios 5:21. Referências com problema: Isaías 53:5; Deuteronômio 30:19; Gálatas 6:7; 1 João 1:6; 2:4.
Hermenêutica
O pregador demonstra boa compreensão do contexto histórico e literário de Romanos, da nova aliança, do batismo e da escravidão romana. Contudo, a hermenêutica fica comprometida quando aplica a libertação do pecado a uma consciência de cura e prosperidade sem suficiente mediação bíblica, e quando a ceia é associada à cura física presente de modo quase automático.
Precisão Teológica
O núcleo do evangelho está correto: justificação pela graça mediante a fé, obra substitutiva de Cristo, nova vida, santidade e rejeição do antinomianismo. Mas há tensões teológicas em afirmações de sobre-realização: cura presente consumada, prosperidade como consciência dominante e a ideia de que 'se eu não quiser pecar, eu não vou pecar'.
Compreensão Contextual
Há boa contextualização: o público romano, a escravidão, a função da lei, o batismo como identificação com Cristo e a ceia como memorial. O sermão também entende a aplicação tipológica do batismo e da nova aliança. A nota não é maior porque algumas aplicações pastorais extrapolam o contexto original.
Aplicação Prática
A aplicação é forte em santidade prática: mudar linguagem, gratidão, verdade, domínio próprio, oferecer membros à justiça e viver sem condenação. Mas precisa equilíbrio para não gerar culpa em quem adoece, sofre ou falha. A frase 'se eu não quiser pecar, eu não vou pecar' é pastoralmente perigosa.
Clareza do Evangelho
Critério usado: sermão de edificação para crentes, portanto avaliei coerência com o evangelho e conexão com Cristo, não exigindo apresentação evangelística completa. O evangelho está claro: graça, justificação, morte e ressurreição de Cristo, nova vida e santidade. A nota não é maior por causa das extrapolações de cura/prosperidade, mas não há obscurecimento central do evangelho por campanha, oferta ou ritual.
Risco de leitura imposta ao texto:
Quanto menor, melhor. Não há eisegese central dominante, mas existem importações: cura e prosperidade são lidas dentro de Romanos 6 como consciência cristã esperada; Isaías 53:5 e a ceia são usados para afirmar cura física presente; Deuteronômio 30:19 e Gálatas 6:7 podem ser lidos como garantia de bênção material se não equilibrados.
Risco de conflito com doutrina essencial:
Não há violação central de Nível 1: o sermão não condiciona graça a campanha, oferta ou ritual; não nega justificação pela fé; não apresenta transação comercial com Deus; não nega doutrinas essenciais. Há riscos teológicos de tradição Palavra da Fé, especialmente sobre cura e santificação, mas sem negação explícita de ponto essencial.
Abra apenas a parte que deseja consultar.
Tema principal:
A graça e a justiça de Deus reveladas em Cristo libertam o crente do domínio do pecado e o chamam à vida nova, à santidade e à consciência de identidade justa diante de Deus.
Tom pastoral:
Encorajador, exortativo e pastoral, com forte ênfase em libertação da culpa, medo e condenação, embora contenha extrapolações típicas da tradição Palavra da Fé sobre cura e prosperidade.
A ceia e o evangelho anunciam a justiça de Deus em Cristo, não uma consciência de condenação.
Suporte: Essa ceia... não é um memorial de condenação, de culpa. Na verdade é um memorial da justiça de Deus, daquilo que Jesus fez por nós.
A graça superabundante não autoriza o pecado, mas quebra seu domínio sobre a vida do crente.
Suporte: Continuaremos no pecado para que a graça transborde? De maneira nenhuma nós, os que morremos para o pecado, como ainda viveremos nele?
O batismo em Cristo nos identifica com sua morte e ressurreição, gerando nova vida.
Suporte: Ou vocês não sabem que todos os que fomos batizados em Cristo fomos batizados na sua morte? Portanto, fomos sepultados com ele... assim também vivamos uma vida nova.
O crente deve considerar-se morto para o pecado e oferecer seus membros como instrumentos de justiça.
Suporte: Não permitam que o pecado reine no corpo mortal de vocês... ofereçam os membros do corpo de vocês como um instrumento de justiça para Deus.
Textos:
A vida em Cristo deve ser vivida com consciência de vitória, cura e prosperidade.
Suporte: Deus não idealizou paraa humanidade uma vida de pecado, de doenças, de miséria, de maldição, de destruição... a nossa consciência hoje pode ser uma consciência de cura, pode ser uma consciência de prosperidade.
Uso Contextual
Usado corretamente para exigir coerência entre profissão de fé e prática.
Questões Exegéticas
O sermão não cita 1 João 1:8-10, que equilibra a afirmação de que o crente ainda pode pecar e precisa confessar.
Leitura Sugerida
A nova vida exclui viver na prática do pecado, mas não elimina a luta contra a carne nem a necessidade de confissão contínua (1 Jo 1:8-10; 2:1).
Uso Contextual
Usado corretamente como alerta contra transformar a graça em licença.
Questões Exegéticas
A referência é alusiva, não textualmente lida.
Leitura Sugerida
Judas 4 condena distorcer a graça como desculpa para pecado, coerente com Romanos 6.
Uso Contextual
Aplicação tipológica/exemplar legítima, mas não é mandamento direto da nova aliança.
Questões Exegéticas
O uso para 'escolher vida' pode ser lido como garantia de bênçãos materiais se não for equilibrado com a soberania de Deus e a realidade do sofrimento.
Leitura Sugerida
A escolha entre vida e morte aponta para obediência à Palavra; em Cristo, a vida eterna é dom, não mérito nem fórmula de prosperidade.
Uso Contextual
Usado corretamente no princípio de semear e colher.
Questões Exegéticas
Aplicado genericamente ao pecado; o contexto original trata de plantar na carne ou no Espírito.
Leitura Sugerida
Plantar no pecado produz morte; plantar no Espírito produz vida eterna (Gl 6:8).
Uso Contextual
Aplicação moral legítima à ousadia do justo.
Questões Exegéticas
Atribuição imprecisa: o pregador chama de 'Salmista', mas o texto é proverbial; 'usado como um leão' parece erro de transcrição para 'ousado como um leão'.
Leitura Sugerida
Os justos são ousados como um leão (Pv 28:1).
Uso Contextual
Usado corretamente como memorial da morte do Senhor até que ele venha.
Questões Exegéticas
No momento da ceia, o texto é associado à cura física presente ('fomos sarados'), extrapolação não explícita no texto.
Leitura Sugerida
A ceia anuncia a morte do Senhor e a esperança da vinda; a cura definitiva é parte da redenção futura, não garantia absoluta de saúde física presente.
Uso Contextual
Aplicação cristológica correta da substituição penal e da paz obtida por Cristo.
Questões Exegéticas
O uso para cura física universal presente ignora a tensão já/não ainda da redenção.
Leitura Sugerida
A obra de Cristo inclui perdão, reconciliação e cura como sinal do Reino; a cura corporal plena aguarda a ressurreição e a redenção final.
Equilibre a ênfase em 'não sou mais pecador' com 1 João 1:8-10 e Romanos 7, mostrando que a santificação é real, mas progressiva e dependente da graça.
Ao mencionar cura e prosperidade, inclua explicitamente a soberania de Deus, a realidade do sofrimento presente e a esperança escatológica da redenção final.
Evite associar problemas, doenças ou escassez a falta de fé, pecado oculto ou ausência de justiça, usando Jó, João 9:1-3 e 2 Coríntios 12:7-9 como contrapeso.
Na ceia, mantenha 1 Coríntios 11 como memorial da morte do Senhor e anúncio da sua vinda; se orar por cura, faça isso sem afirmar que todos já estão curados fisicamente.
Corrija a aplicação de Provérbios 28:1, identificando-o como provérbio, não como salmo, e use a expressão 'ousados como um leão'.
Reforce que a graça não é transação: a bênção não depende de campanha, oferta ou ritual, mas da obra consumada de Cristo e da resposta de fé, arrependimento e obediência.
Resumo em uma frase:
Um sermão expositivo sólido sobre Romanos 6 e a liberdade do pecado, com bom fundamento evangélico, mas que precisa de equilíbrio bíblico contra extrapolações de cura, prosperidade e perfeccionismo típicas da tradição Palavra da Fé.
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