E falando um pouquinho sobre mim, para quem não me conhece, e eu tô na reino desde 2021. Eh, tava pensando um pouquinho quando eu entrei. Eu entrei em junho de 2021 e já fazem 5 anos que eu tô aqui na reino. [música] Então, eu tenho visto todo o crescimento, tudo aquilo que a gente tem vivido e Deus tem feito em nosso meio e o meu coração só consegue se encher de gratidão. Obrigada, Jesus por tudo que a gente tem vivido. Obrigado, Jesus por essa comunidade, [música] pela vida dos nossos voluntários, dos nossos líderes, dos nossos pastores, pelo sim dos nossos pastores. Porque se hoje nós podemos estar aqui, é porque alguém disse sim lá atrás. [música] E eu lembro que quando cheguei na Reino, nós falávamos muito sobre a nossa missão, que é Mateus [música] 24:14. E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunha todas as nações. [música] Então virá o fim. E era algo que eu sabia. falava sobre isso, mas eu não imaginava o que era viver isso na prática. E talvez muitos de vocês que estão aqui hoje saibam a nossa missão, [música] mas não conseguem talvez contemplar com plenitude o que isso significa. E eu costumava falar sobre isso também, porque eu era voluntária deos. Então eu comecei a me voluntariar no Inos em novembro de 2021 e parei de servir em agosto de 2024, quando a igreja me enviou [música] para estudar numa escola chamada Christ for the Nations em português Cristo para as nações em Dallas, [música] nos Estados Unidos. E lá eu comecei a perceber de fato o que que significava viver um cristianismo além da minha bolha, cristianismo além da igreja local, um cristianismo pro mundo. Esse é o nome da escola, né? Cristo [música] para as nações. E lá eu conheci muitas pessoas, pessoas da Ásia, da Europa, aqui da América, dos Estados Unidos. [música] E Deus me esticou bastante lá. tem me esticado, na verdade. E eu fiquei lá um ano estudando. Voltei ano passado, [música] era para eu ficar um período de férias. Aí as férias se estenderam, fiquei trabalhando aqui no administrativo. Em janeiro eu retornei então para dá-las, para continuar os meus estudos. E no período de férias eu pensei, vou voltar pro Brasil, vai ficar lá com a minha igreja, todo mundo juntinho e aí o pastor falou: "Passa uma temporada na Reino Boston edificando a nossa igreja lá. Para quem não sabe, a reino não está só em Balneário Camburu, [música] ela também. Glória a Deus por isso. Amém. E a reino está na região de Bosson, nos Estados Unidos, está na Bolívia, tá na Suíça. E nós estamos vivendo esse nosso chamado. Aí o pastor me deu essa missão de passar essa temporada lá, dois meses e foi incrível. Eu vou compartilhar um pouquinho dessa experiência com vocês para que vocês consigam visualizar comigo tudo aquilo que Jesus tá fazendo em âmbito global, além de balneário, porque tudo isso que a gente tá vivendo aqui [música] é uma semente que está frutificando para as nações. nações. E eu lembro que eu falava muito sobre Mateus 24:14, porque quando eu tava na Essências, as aulas sobre comunidade cultural, geralmente era eu que ministrava essa aula. Quem lembra? Tu lembra? Adoro essa aula até hoje. Amo falar sobre a nossa cultura. Sempre que eu tenho oportunidade tô falando sobre isso. E eu sempre falava, só que sabe quando tu fala, mas aquilo parece que tá tão longe da gente, porque às vezes aqui a gente fica com as pessoas que a gente conhece ao nosso redor, às vezes não tem tanto contato com pessoas de outras culturas. E como eu falei, isso começou no Cefená e agora se expandiu para Boston. Essa igreja, ela já existe lá há 3 anos, então não é uma igreja que nasceu hoje, ela já nasceu já faz um tempinho. E nesse tempo que eu estive lá, eu estive lá para falar sobre a nossa cultura, implementar aspectos da nossa cultura. Nós tivemos também um treinamento de líderes lá incrível, foram sete semanas, onde nós nos reunimos todas terças-feiras também para capacitar os líderes para cumprir o nosso chamado e também para nós alinharmos questões da nossa cultura. E algo que foi muito incrível para mim, porque como eu falei, eu tô aqui, eu me sinto em casa, não é? Sem família, com chego. E quando eu cheguei lá, eu confesso que quando eu fui fiquei, como é que vai ser? é tudo novo, é diferente, é outro país, [música] outras pessoas. E eu tive a mesma sensação de estar aqui. E foi incrível que eu pensei, meu Deus, é a vivendo a nossa cultura em outro lugar, eu me senti em casa como se eu conhecesse aquelas pessoas a uma vida. Eu até falei, gente, faz uma semana que eu tô aqui, parece que eu conheço vocês já há um ano. Por quê? Porque lá eles estão vivendo aquilo que a gente vive aqui. Eles estão frutificando lá, assim como nós estamos frutificando aqui. E é uma igreja muito aberta, muito receptiva. receptiva. Eles nos acompanham sempre aqui. É, inclusive, acho que agora eles estão nos acompanhando porque eu falei, gente, eu vou falar sobre a Reina Boston, assisto no YouTube. E é uma igreja que tá crescendo, que tá avançando, que tá expandindo, que tá indo além das quatro paredes e fazendo diferença naquela região. É reino. Então, por exemplo, alguns projetos, eles fazem visitas nos asilos para orar pelos idosos, ministrar uma palavra. Isso é o quê? É o reino avançando. O recaper tá avançando lá também. Glória a Deus. Vamos dar uma salva de palmas. Gente, os adolescentes lá são incríveis igual vocês, [música] com fome de Jesus, querendo crescer, querendo ministrar mais da vida de Cristo. E lá as escolas são muito fechadas para você pregar o evangelho. Não é tão fácil. Agora eu vou me reunir aqui. Mas nós como reinos conseguimos um conseguimos uma porta numa escola de Malbor. A Manu, que é filha dos pastores da Ro [música] Boston, eh, os pastores Daniel e Janiele, começou um projeto lá para ministrar a palavra, ministrar sobre o evangelho do reino, orar com as pessoas, adorar Jesus. E uma vez por semana, depois que a aula acaba, eles se reúne na escola para ministrar pros adolescentes de [música] 14, 15, 16 anos lá. Tá sendo incrível a ideia que eh esse [música] projeto seja levado para outras escolas americanas lá na região de Massachuts. Então assim, eu tenho visto como o agil de Deus tá sendo muito lindo. Eu vou até com o meu coração tão cheio de Deus assim, falar assim: [música] "Senhor, que incrível poder tá vivendo o teu chamado de uma forma global, um chamado pras nações. E os adolescentes estão [música] com tudo lá. O recap lá já é em inglês, né? Nosso lá em igreja é mais para brasileiros [música] lá, acaba que mais brasileiros congregam, mas o recap já tá com tudo para alcançar. Então os americanos, né, aquelação [música] tem sido muito incrível. Eh, nós também participamos de uma feira de empreendedorismo da cidade. [música] Nós estávamos lá com o estande da Reino, falando um pouquinho sobre a igreja, sobre a nossa cultura, sobre o que nós vivemos. E algo que me chamou muita atenção que sabe a nossa camiseta do 2414, [música] você sabe qual que é aquela que tem 2414? Vem aqui, Luca, vem que eu vou mostrar a camiseta. Vem aqui. Nosso modelo lindo. Lucas, vem aqui. Então, essa nossa camiseta, ela carrega a nossa missão. Vira pro pessoal ver. Vira assim, ó. 24 14. Vira mais Mateus. [música] E nós fizemos essa camiseta linda lá também. E nessa feira que nós estávamos empreendedorismo, chegou uma pessoa falando: "O que que significa esse MT 241?" 241?" E aí a gente teve oportunidade de pregar o evangelho, falar sobre a igreja e foi uma bênção, assim poder ministrar na vida das pessoas. [música] Aí na outra semana, no outro domingo, nós fomos produzir conteúdo em Boston mesmo. A igreja ela fica em Malbur, que é uma cidade 40 minutos de Boston. Então nós vamos produzir conteúdo lá em Boston mesmo também com a camiseta. E duas pessoas pararam a gente na rua para perguntar o que que era, [música] no caso Matthew 24. E a gente poôde falar sobre o evangelho do reino, a gente poôde falar sobre a reino, sobre a nossa cultura, sobre a igreja. E foi algo tão orgânico, tão espontâneo assim da pessoa parar. O que que significa isso que tá na sua camiseta? Você poderia me explicar? Foi assim uma experiência muito incrível. Por quê? Porque é uma forma de evangelizar. Se a gente olha a camiseta, a gente só acha ela bonita, né? Ela é linda. Eu adoro. Mas carrega a nossa mensagem, carrega a nossa missão e através [música] da nossa camiseta, a gente teve oportunidade de poder tá pregando o evangelho, tá levando essa mensagem que a gente carrega. Então, foi muito, muito incrível assim essa [música] experiência lá. E também nós estamos crescendo, não só como comunidade, mas as pessoas lá também estão crescendo e entendendo que tudo isso que a gente vive [música] é para além das quatro paredes, né? Nós não somos cristão somente para est aqui, [música] mas é para manifestar a vida de Cristo onde a gente for, fazer tudo com excelência, carregando a mensagem de Cristo, sendo criativos, dando o nosso melhor. [música] Não importa se é na nossa casa, se é no nosso trabalho, é com a nossa família, a gente carrega a vida de Cristo e a gente precisa manifestar isso. e uma voluntária da Rino Boston, a Cris. Ela é voluntária na nossa equipe de louvor. Ela foi chamado para representar o estado de Massachuts no Captólio em Washington. [música] A Cris, ela é estudante de advocacia e ela participou de uma competição. Essa é uma competição global, então com estudantes de direito, tanto dos Estados Unidos, do Canadá, da Europa. E é e o grupo dela se destacou num caso, porque eles dão um caso fictício, onde você tem que resolver esse caso, como você apresentaria isso diante do juiz. E ela se destacou tanto que a representante do Massachuts chamou ela então e a dupla, né, para ir lá no Capitólio falar um pouquinho sobre [música] esse caso sobre direitos iguais, direito de cidadan. E eu falei: "Uau, Cris, olha que incrível, você tá, você é uma brasileira representando um estado de massa chuts no Capitólico, que para [música] quem não sabe onde as leis são aprovadas nos Estados Unidos". E eu falei: "Parabéns, porque quando você também avança, o reino de Deus avança. Quando você carrega a mensagem de Cristo com a tua vida, com a tua forma de ser, a tua [música] forma de viver, o reino está avançando. Então, por que que eu tô compartilhando isso? Pra gente ver como nós estamos frutificando além de Balneário, [música] né? Nós não somos igreja somente para Balneário. Nós somos uma igreja pro mundo. Nós somos igreja para Bolívia. Nós somos igreja para Zuric e para todas outras nações [música] que o Senhor nos entregar. Olhem para esse teto aqui. Todas essas nações, isso não é por [música] acaso, sabe? Então, tudo o que a gente faz aqui, quando nós servimos a Jesus com nosso talento, [música] quando nós servimos Jesus com o nosso tempo, quando nós servimos Jesus com os nossos recursos, também nós estamos fazendo o reino de Deus avançar. [música] >> E nada é sobre nós. Tudo que a gente fala, faz aqui são sobre outras vidas. É sobre Jesus [música] tá sendo glorificado, sobre Jesus transformar vidas, curar pessoas. Quantas pessoas que eu ouvi lá da Rino Boston, que tiveram a vida transformada lá, que foram libertas da religiosidade, que passaram a ter de fato um relacionamento com Jesus, não somente ouvir falar de Jesus ou porque seus pais eram cristãos, mas porque tiveram uma experiência pessoal com Cristo e Cristo transformou a vida deles naquele lugar, transformando aquela cidade, transformando aquele estado, transformando aquela [música] nação. E ali na região, para quem não sabe, tem universidades muito conhecidas e relevantes no mundo. Quem aqui já ouviu falar de Harvard, MIT? São universidades [música] muito reconhecidas. São essas universidades ficam a 40 minutos da reino lá. E aí obviamente quis conhecer, né? Ah, vou lá conhecer [música] o campus, ver como é que é. E o que me chamou a atenção que num dos portões quando estava saindo tava escrito de uma forma bem discreta, assim como se fosse a missão de Harvard. Estamos aqui para servir a nação e o povo. Então, uma universidade entende que eles estão ali para servir as pessoas. [música] Quem dirá nós como cristãos? Esse é o nosso propósito, [música] é servir ao próximo, é amar, é levar esse evangelho do reino. E aquilo me marcou muito que eu pensei assim, nossa, [música] tipo, tava num portal escrito isso. E a gente só pode alcançar pessoas em outros lugares, porque nós estamos aqui servindo Jesus. [música] E quando nós servimos a Jesus, ele faz a obra, ele multiplica. E enquanto o Gustavo tava ministrando a palavra de generosidade, tava refletindo até sobre a minha própria vida. Por quê? Porque eu sou um fruto de uma oferta. Hoje eu tô aqui porque alguém lá atrás acreditou em mim, [música] porque alguém lá atrás ofertou na minha vida. E se hoje eu posso estar frutificando na Reino Boston, frutificando nos Estados Unidos, em Dallas, em outras cidades, é porque alguém lá atrás acreditou nessa missão, nessa missão que Deus nos confiou, que Deus nos entregou. Isso é muito precioso. E tudo isso que a gente constrói, a gente não constrói com uma pessoa ou com duas ou com três, mas é com o coração de cada um que está aqui. Então, cada um é chamado para colaborar com essa missão. Como que eu sou chamado? Orando. Você ora pela nossa missão? Você ora pelas nações que o Senhor está nos direcionando, Israel, Rússia, Colômbia, República Dominicana e demais [música] nações que a gente vai ir. Como que você pode viver essa missão? Sendo hospitaleiro. Eu aprendi muito sobre hospitalidade. Foi a minha primeira experiência ficando tanto tempo [música] na casa de alguém. Eu fiquei na casa dos pastores lá e eu fui muito bem recebida, muito acolhida, muito amada. E eu aprendi muito sobre isso, porque eu pensei assim, hoje eu sou enviada, amanhã eu estou recebendo alguém na minha casa lá no Brasil. Então nós somos uma igreja que vai enviar, mas uma igreja que também vai receber. Então como você vai poder participar dessa missão? Recebendo essas pessoas, praticando esse dom da hospitalidade. Eu aprendi muito lá também sobre honra. Até falei [música] assim, gente, eu ficava até, sabe quando fica meio constrangida assim? Porque eu senti que eles queriam tanto receber daquilo que a gente estava vivendo aqui, que eu me senti muito honrada. Como eu falei, é uma igreja muito aberta, muito receptiva. Eles querem aprender. E quando finalizou esse meu período lá, eu entendi de uma forma muito prática o nosso valor que se chama honra, é o nosso chamado. Porque eu tava lá e eu confesso que até meu coração ficou um pouquinho lá, sabe? Ah, até ficaria um pouquinho mais aqui. Eh, eu gostei muito de estar lá e não tinha vontade de voltar assim, né? E aí me veio muito o que nós falamos sobre honrar a Jesus. Quando nós honramos a presença de Jesus, como nós desejamos essa presença, quando nós demonstramos que ele é tudo na nossa vida, ele se estabelece e quer ficar. >> E aquilo me fez aprender de uma forma prática aquilo [música] que a gente faz. Então, quando nós estamos aqui, falamos: "Jesus, nós te amamos. Jesus, você tem o governo dessa igreja. Jesus, você é bem-vindo nesse lugar." Quando nós não só falamos, mas nós vivemos dessa forma, entregando tudo para ele, honrando ele, ele permanece aqui e se estabelece. Então, eu aprendi muito isso sobre honra de uma forma [música] diferente, de uma forma muito prática. E isso para mim me marcou muito. Me marcou também a questão de sermos o mesmo espírito. Porque quando a gente fala aqui na palavra de generosidade aqui na frente da Câmara, nós somos o mesmo espírito, mesmo estando lugares diferentes. Isso é muito verdade. [música] Às vezes nós estávamos ministrando algo de manhã na igreja lá e à noite aqui na reino estava ministrando a mesma palavra. Foi muito incrível. Teve um dia que eu vi que vocês falaram muito sobre a o poder da semente, do semeador. Gente, eu tinha pregado isso o dia inteiro. Dois dias antes, eu estava pregando aquela mensagem lá e eu falei: "Que incrível!" Porque nós estamos unidos num mesmo espírito. É o mesmo corpo, o poder do corpo de Cristo, da unidade. Quando nós temos uma mesma direção, nós temos um mesmo coração e nós estamos unidos, nada pode nos parar. Não é sobre nós, não é só sobre balneário Camburu, é sobre [música] Cristo ser levado para todas as nações. É sobre vivermos o nosso propósito de forma prática, de forma concreta, de forma real. E nós não podemos nos distrair. O Senhor nos deu uma direção. Ele nos entregou esse chamado. Ele nos disse que nós viveríamos um tempo de aceleramento, [música] de aceleração. E nós estamos vivendo isso, mas a gente não pode se distrair. [música] Principalmente como que a gente se distrai com as coisas dessa terra. E eu tava falando muito sobre a parábola do semeador. E aí eu tava comentando sobre os quatro tipos de solo, que tem o solo, a semente que cai na beira do caminho, [música] a semente que cai no solo rochoso, a semente que cai entre espinhos e a semente que cai em Boa Terra. E a semente que cai entre espinhos é aquela [música] semente que ela vai começar a frutificar, mas ela é sufocada pelos espinhos. Eu vou ler com vocês aqui em Lucas. Se você quiser pode colocar aqui na tela Lucas a partir do versículo 8 até [música] o 15. Gente, que linda está esse. Eu tô amando os nossos talões. Tá lindo demais. Parabéns, Criativo. Vou lendo aqui com vocês, então. Lucas [música] 8, versículo 8. Outra final aqui. Oito. Isso. Muito obrigada. E outra caiu em boa terra e nascida produziu fruto a 100 por um. Dizendo ele estas coisas, clamava: Quem tem ouvidos para ouvir? Ouça. E seus discípulos se interrogaram, dizendo: "Que parábola é esta?" E ele disse: "A vós vos é dado conhecer os mistérios do reino de Deus, mas aos outros por parábolas, para que vendo não vejam e ouvindo não entendam. E esta é pois a parábola. A semente é a palavra de Deus." Repita comigo. A palavra de Deus. >> A palavra de Deus. E os que estão junto do caminho, esses são os que ouvem. Depois vem o diabo e tira-lhes do coração a palavra para que não se salvem crendo. E os que estão sobre pedra, esses são os que, ouvindo a palavra a recebem com alegria, mas como não tem raiz, apenas crem por algum tempo. E no tempo da tentação se desviam. E a que caiam entre espinhos, esses são os que ouviram. e indo por diante, são sufocados com cuidados e riquezas e deleites da vida e não dão fruto com perfeição. E a que caiu a boa terra, esses são os que, ouvindo a palavra a conservam num coração honesto e bom e dão fruto com perseverança. Então Deus, ele nos entregou uma palavra. Deus nos diz que nós iríamos para as nações, que nós viveríamos um tempo de aceleração. Mas como nós recebemos essa palavra? Como está o nosso coração diante daquilo que o Senhor nos direcionou? Será que é a semente que caiu na beira do caminho que logo o diabo vem? Nem dá tempo de crescer, já vem, já tira. Ou é aquele solo rochoso onde nós nos animamos, ficamos alegres, empolg? Quem não gosta de receber uma palavra do Senhor, uma direção? E a gente não fica alegre, [música] fica animado, só que logo vem dificuldade, logo vem perseguição. E o que que a gente faz? Abandona. Essa palavra não frutifica. ou ela começa a frutificar, mas ela é sufocada pelos espinhos. O que que diz o texto? Que no decorrer dos dias foram sufocados os cuidados ou as ansiedades da vida, em outra tradução, riquezas, [música] e os seus frutos não chegam a amadurecer. Então, vejam, vai ter dia ruim, ruim, vai, vai ter dificuldade, vai. Vamos ficar ansiosos com amanhã? Vamos. Quantas vezes também nos preocupamos com as coisas da dessa terra, só que são essas coisas que sufocam a palavra de Deus. [música] Quando eu fico preocupado com a manhã, quando eu retenho, eu não quero entregar aquilo que o Senhor ele tá me direcionando a fazer quando eu fico preocupado com qualquer outra coisa, a não ser o reino de Deus, que é a prioridade, é o que diz em Mateus 6:33. [música] Buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça e as demais coisas serão acrescentadas. Quando esse não é o nosso foco, os espinhos vão sufocar essa palavra e não vai frutificar. Agora, quando o nosso coração tá reto para com o Senhor, tendo fé, crendo e nós estamos entregando a nossa vida para ele, não se deixando distrair com as coisas dessa terra, a frutificação [música] é sem. O que que significa isso? Que não é uma colheita natural. Se naquela, vamos pensar que naquela época se falava muito em colheita, porque era a realidade agrícola da época. Se você plantasse um e colhesse 10, já era extraordinário, mas o texto diz: "É 100 por um, porque é abundante, é sobrenatural, é a marca do Senhor." E é para esse lugar que o Senhor está nos levando, para uma colheita que é sobrenatural. E o que é essa colheita? São vidas. São vidas conhecendo Jesus. Vidas sendo curadas, vidas sendo transformadas, vidas sendo libertas. É para isso que o Senhor nos chamou. Mas em que semente essa semente [música] está semeada? Em que solo? Em que coração? Que o texto vai dizer que a terra é o nosso coração e como nós estamos recebendo isso? Então, quando eu tô olhando em direção ao que Deus tá fazendo nos Estados Unidos, que foi a experiência que eu tive, eu falei: "Jesus, aqui é solo fértil, porque eu tô vendo que não é só balneário camburu que o Senhor está alcançando, mas são as nações e aquelas pessoas alcançando pessoas de outras nações. Eu tive uma uma viagem missionária paraa Califórnia e eu tive a oportunidade de ministrar numas igrejas do interior lá bem pequeninhas, tá? teve uma igreja mexicana que a gente teve a oportunidade de ministrar e eu tava contando um pouco do meu testemunho, do que eu estava vivendo aqui, da o testemunho também da igreja tem me enviado [música] e como eu ouvi testemunhos de como edificou, porque nós não pregamos somente aqui, lendo a palavra, ela faz parte, mas nós pregamos principalmente com a nossa vida. Nós carregamos o reino de Deus dentro de nós e nós precisamos crescer nessa vida e se submeter aos processos que o Senhor está nos direcionando. Hoje de manhã nosso pastor, pastor Eduardo, falou muito sobre isso, sobre nós vivermos os processos do Senhor. Eles não são fáceis, eles são dolorosos. [música] Às vezes dá vontade de desistir. Se você fala assim: "Senhor, tá doendo demais". Mas é nesse momento que Deus ele derrama mais da graça dele para que a gente possa ser adiante. Porque tudo que a gente vive não é sobre nós. Não é sobre Lilian, não é sobre Gile, não é sobre pastor Luiz, mas é sobre vidas. que Deus quer usar a sua vida para impactar [música] a vida de outras pessoas, para levar Jesus, para ser resposta, para ser cura, para ser transformação. Então, se permitam ser discipulados a entregar tudo para Jesus. Jesus, ele não se entregou por metade, ele se entregou por inteiro a nós. E quando nós resolvemos seguir a Jesus, é um chamado paraa morte diário. [música] Quem quiser me seguir, pegue a sua cruz. E cruz fala de um lugar de muita renúncia. É renúncia das nossas vontades, é renúncia dos nossos prazeres, do nosso conforto, das nossas certezas. Eu era uma pessoa cheia, gente, eu sou o testemunho. Quem me conhece sabe que eu era sempre a pessoa cheia de convicções que falava: "Eu nunca, nunca vou estar na igreja, eu nunca vou pregar, nunca falar que ia ser missionária, então era era assim, era última coisa". Mas quando Deus me chamou, ele disse assim: "Abandona as redes e me segue". E lá fui eu. E a jornada, ela não é uma jornada, como eu falei, [música] fácil, mas vale a pena. Vale a pena quando tu vê uma pessoa entregando a vida para Jesus. Vale a pena quando tu vê uma pessoa sendo restaurada, uma família que tava quebrada e Jesus entra e [música] muda tudo. Uma pessoa tendo uma cura física, uma cura na alma. Gente, a gente muitas vezes a gente pensa cura somente como em nome de Jesus seja curada a mim. Mas a cura ela também se dá de uma forma gradual e essa cura se dá em família e coinonia entre irmãos. Eu no passado eu tive uma rotina bem intensa aqui na Reino. Quem me acompanhou sabe que era dia e noite, final de semana e foram assim 4 meses muito intensos. E nesse período que eu tava aqui, eu percebi o quanto o Senhor me curou se relacionando com os meus irmãos. E às vezes a gente nem imagina que precisa de cura, não é mesmo? Mas quando a gente tá aqui exposto essa vida de Cristo, ele nos transforma. E viver essa coinonia, essa comunhão entre irmãos, nos transforma, transforma o nosso caráter, transforma muitas vezes até a forma como a gente se relaciona com Cristo, porque a gente passa a conhecer mais dele a partir do momento que a gente se relaciona. E aquilo foi muito incrível assim, quando eu voltei para Dallas, ouv: "Uau, Senhor, o quanto você fez." Não era sobre estar aqui somente servindo a Jesus, estar fazendo coisas, mas era sobre quem ele estava transformando. Ele estava transformando o meu caráter para que a vida dele pudesse crescer em mim. E é por isso que nós estamos aqui, um esticando o outro, sendo discipulado, estudando, estando na presença do Senhor, servindo para sermos transformados. Para quê? Para cumprir Mateus 24:14. >> [música] >> para que esse evangelho possa ser levado para as nações, para que a gente possa receber as outras pessoas aqui e elas receberem dessa vida que a gente carrega. E é somente isso que importa, nada mais importa. Então, eh, quando você orar, eu convido você a orar falando: "Senhor, qual que é o meu espinho hoje? [música] O que que está sufocando essa palavra dentro do meu coração? O que que está roubando o meu foco? O que que está distraindo? O que que tá tirando a minha paz? Porque somente uma coisa importa, o reino de Deus. Somente uma coisa importa é Cristo governar a nossa vida. [música] Essa mensagem do reino. Reino significa o quê? governo. E antes de nós governarmos [música] lugares, primeiro Deus quer governar nossa vida para que a partir da nossa vida, Deus possa nos colocar em lugares para abençoar pessoas, para edificar o seu corpo, não somente, como eu falei, [música] aqui, mas no mundo, nas nações, sendo uma resposta pras nações. [música] É essa mensagem que a gente carrega, a mensagem de governo, a mensagem de autoridade, onde a vontade do Senhor se estabelece. [música] E nós somos uma igreja cristocêntrica. Nós somos uma igreja onde Cristo conduza, [música] onde Cristo conduz os nossos passos, onde Cristo vai fazendo de forma orgânica cada um crescer. >> Se eu olhasse para Lilian [música] de 5 anos atrás, quando eu cheguei aqui, não sei se alguém lembra de mim nessa época, mas eu era toda tímida. Você lembra, Mateus? Lembro. Ó, tem um testemunho aqui, toda quietinha, não falava nada, ficava no meu canto. E eu olhar para tudo que o Senhor fez de poder estudando numa escola bíblica em outro país, podendo estar servindo igrejas na região de Dallas, servindo a reino lá em Boston e sei lá mais onde Deus vai vir me enviar, né? Porque depois que a gente entrega a nossa vida para Jesus, ele vai conduzindo e olhar e falar assim: "Senhor, [música] obrigada porque eu sei que isso não é obra minha. Não fui eu que escolhi, mas foi a sua vida que me conduziu até aqui. E eu gostaria de orar com vocês, né? Gostaria que vocês fechassem seus olhos, [música] orassem ao Senhor, agradecendo primeiramente por podermos estar aqui hoje. Senhor Jesus, eu quero te agradecer pelo privilégio de estar aqui com [música] os meus irmãos. Obrigada Jesus pela sua presença que enche esse lugar, por essa presença, [música] Senhor, que nos conduz, por essa presença que nos transforma, por essa presença [música] que molda o nosso caráter, que nos leva muitas vezes por lugares difíceis, mas nesses [música] lugares é onde o Senhor ele penetra num mais fundo da nossa alma e nos transforma para sermos cada vez mais parecidos contigo. Obrigada, Senhor [música] Jesus. Obrigada, Senhor Jesus, por cada pessoa que está aqui. Nós queremos te agradecer, Senhor, porque a sua vida tem conduzido cada um de nós para estarmos aqui hoje. Não fomos nós que te [música] escolhemos, mas foi o Senhor que nos escolheu para estar aqui. E nós queremos te servir, Senhor, em Balneário, em Santa Catarina, no Brasil, nas nações, assim como dizem em Atos capítulo 1, versículo 8, [música] que primeiro nós começaríamos por Jerusalém, Samaria, Judeia, até os confins da terra. E nós começamos aqui pela nossa Jerusalém, Balneário, no lugar onde a gente tá, onde o Senhor, [música] o Senhor nos plantou, para que a gente possa ir aos confins da terra, testemunhar da sua graça, testemunhar do seu amor, pregar, Senhor, sobre o seu evangelho do reino para que pessoas venham te conhecer cada vez mais. Nós oramos, Senhor, pelas famílias que estão aqui representadas. Nós oramos pelas pessoas que ainda não te conhecem [música] e que nós apresentamos diante da sua presença para que elas possam [música] ter revelação de quem tu és. Porque nós sabemos que essa não é uma obra da carne, [música] mas essa é uma obra que cabe a ti, Senhor, se revelar a elas. Nós [música] declaramos transformação, nós declaramos vida, nós declaramos cura. E nós te pedimos, Senhor, por uma capacitação sobrenatural [música] para que a gente possa alcançar as pessoas das outras nações. Nós pedimos uma capacitação sobrenatural [música] para alcançar Rússia, Israel, Colômbia, República Dominicana, Bolívia, Estados Unidos, Suíça, Paraguai, Brasil. [música] [música] Senhor, nós nos colocamos diante de ti e falamos: "Eis-nos aqui, Senhor. [música] Apenas nos capacite, Senhor. Nos conduza, Senhor, a uma vida de cada [música] vez mais rendição, onde a gente rende tudo a seus pés, Senhor. [música] E nós entendemos que nada vem de nós, mas tudo vem de ti. A capacitação vem de Ti, a [música] força vem de Ti, o recurso vem de Ti, as portas abertas, as pessoas, tudo vem de Ti. E tudo que nós recebemos, Senhor, nós devolvemos a Tiatão, [música] com amor, com voluntariedade. [música] Nós te pedimos, Senhor, apenas nos capacita [música] e nos faça, Senhor, sensíveis à sua voz, tendo um coração disposto [música] a obedecer, permanecendo fiéis, guardando a sua palavra e vivendo em perseverança, [música] em nome de Jesus. Amin.