Igreja Verbo da Vida Montes Claros
25 de setembro de 2026
1h 6min
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Nota deste sermão
62
de 100 pontos
A ministração oferece uma exortação pastoral útil sobre autorreflexão, prática e crescimento, mas torna-se frágil ao deslocar Mateus 7:6, João 15:1-8, Mateus 9:17 e 1 Coríntios 3:15 e ao aproximar excessivamente maturidade, permanência institucional e salvação.
Critérios e notas consideram a tradição Palavra da Fé (Ministério Verbo da Vida)
Análise gerada por IA em 02 de outubro de 2026 · entenda a metodologia e os limites →
CULTO DE QUINTA-FEIRA - 24/09/2026
[canto] Aleluia! Boa noite, queridos. >> Vocês estão bem? >> Bem mesmo. >> Então, vamos cantar mais um pouquinho aí. Vamos. aí. Vamos. [música] [música] Eu creio em ti, pois tu tens o [canto] melhor para mim. Me recuso a desistir [música] e a [canto] dúvida. Eu creio [música] em ti, pois o melhor está [canto] por vir. Pela fé vou prosseguir, [música][canto] em ti vou descansar. >> Aleluia. Você sabe que você acabou de cantar, né? [música] [música] Eu creio em ti. Pela fé eu vou prosseguir. Eu não vou desistir. Aleluia. No Senhor eu vou descansar. Amém. Ah, querido. Pois é. Você lembra dessas palavras que saíram da sua boca? Quando você estiver ouvindo a palavra do Senhor e quando você estiver achando que, ah, eu não consigo praticar, [música] consegue. Consegue porque você é da fé. Consegue porque o Senhor habita dentro de você e ele é o maior. Consegue. Consegue porque você não depende de circunstância externa para se alegrar. Você depende daquilo que tá interno, aquilo que é o Senhor, aquilo que transformou o seu espírito, [música] aquilo que te recriou, que te trouxe pra vida. É disso que você depende, é por isso que você vive, é por isso que você tá aqui. Amém. Ah, Pai, nós somos gratos, Senhor, por esse culto. Obrigada, Pai, pela oportunidade de estarmos aqui reunidos em família, como irmãos em Cristo. [música] Obrigada, Pai, por tudo aquilo que vai acontecer, Paizinho, que vai continuar acontecendo nessa noite. Obrigada pela manifestação poderosa, operosa, efetiva e frutífera do das manifestações do seu [música] espírito em nosso meio com o fim proveitoso de servir todos os santos em Cristo. Ah, Senhor, eu me coloco completamente submissa à sua vontade, submissa, Pai, àquilo que o Senhor me direcionar, aquilo que o Senhor trazer o meu coração, aos ensinamentos que o Senhor vai trazer essa noite. Eu me coloco, [música] Pai, inteiramente disponível. Ah, paizinho, estou aqui para ser usada pelo Senhor, para trazer suprimento, para trazer nutrição, para trazer palavras, para trazer respostas, para ser um canal de bênçãos, de dispenseira, [música] Pai, do seu amor e da sua graça, para que haja crescimento, avanço, frutificação no nosso meio, no nome de Jesus. Amém. Pode sentar. >> Já olhou pra pessoa que tá do seu lado? Já viu assim tanto você é feliz por ter essa pessoa aí, bonita, sorridente, alegre alegre já. já. >> Maravilha. Já que você já fez isso, que você tá feliz, que você sabe quem você é, para que você veio, então abre sua Bíblia aí em Mateus, no capítulo 7, verso 1. Vamos começar com esse texto. Aleluia. Abriu. Eita, nós estamos na igreja, viu, gente? Bíblia, [risadas] Mateus 7, a partir do verso um, tô lendo na versão NVI, diz assim: "Não julguem para que vocês não sejam julgados". Olha, acho, ó. Interessante. Pois da mesma forma que julgarem, vocês serão julgados. E a mesma medida que usarem também será usada para medir vocês. Eu acho engraçado isso aqui. Eu acho profundo, engraçado, mas assim, dá um medinho. Por quê? Tem gente que vai ler esses dois versículos e vai falar assim: "Bom, eu não vou falar é nada mesmo, porque se eu falar, vou falar de mim". Mas se você já tá vindo aqui, né, frequentando há um tempo ou se você já tem olhado em nossas ministrações no YouTube, tem uma ministração que o pastor Paulo faz, ele vai falar justamente sobre esse texto, uma delas, né? E aí ele tá explicando justamente o que é esse julgar e não julgar. E aí não é que a gente não julga, é que tem um jeito certo de fazer. Não é julgar para eu poder colocar um peso, uma condenação sobre o meu irmão que tá sofrendo, padecendo sobre um pecado, sobre um erro, alguma coisa que ele cometeu. Ah, ou, né, acolhendo as consequências disso, porque consequências existem. Amém. Amém. >> Amém. Alguns sabem, outros só não quiseram concordar. Amém. E aí, que que acontece? Existe um jeito certo. E que jeito é esse? Eu preciso saber então eh como que eu tenho que fazer isso, porque a gente não tá isento ou a gente não pode se dar o luxo de não olhar pro nosso irmão a ponto de querer com que ele melhore, com que ele seja corrigido, com que ele seja amado. Mas eu vou continuar lendo com você o texto e você vai fechar o raciocínio comigo no final desse culto. Amém. Pois da mesma medida que vocês, da mesma forma que julgarem, vocês serão julgados. E a medida que usarem também será usada para medir você. Se você tá usando medida do amor, é essa que vai ser usada para poder medir você. Amém? Aí fica melhor, não fica? Eu acho que fica mais fácil. Tá vendo? É só questão de olhar o texto, porque você repara no cisco que tá no olho do seu irmão e não se dá conta da viga que está no seu próprio olho. E aí aqui Jesus tá perguntando, porque Jesus ele gosta de fazer a gente pensar, ele não dá um negócio pronto ali mastigadinho, não. Embora ele vai falar a mesma coisa várias vezes, fala de muitas maneiras, não só Jesus, mas o compilado todo que a gente tem nas escrituras vai trazer essa essência para que a gente realmente possa entender aquilo que o Senhor quer dizer, que para que a gente possa conhecer quem ele é conhecer o seu caráter. Amém? Você tem isso também lá em Hebreus, no capítulo um. Agora, ah, ele pergunta isso, ó. Por que que você vai então tirar o cisquinho que tá no olho do seu irmão? Você tá reparando que tem um cisco. É difícil demais ver cisco, gente, não é? A gente sabe que tá incomodando, mas é difícil ver. Mas você tá com uma viga, tá com uma trave. Eu acho viga interessante também, porque viga, a única viga que eu conheço é aquele negócio de estrutura que faz prédio. Não tem como não ver uma viga. Mas Jesus tá falando aqui, ó. Você não tá se dando conta da viga que tá no seu olho. Como você pode dizer ao seu irmão: "Deixe-me tirar o cisco do seu olho" enquanto há uma viga no seu hipócrita. Tá lendo comigo? Não sou eu que tô falando, é Jesus. Mas eu falo o que ele tá falando também. Hipócrita, tire primeiro a viga do seu olho e então você verá claramente para tirar o cisco do olho do seu irmão. Mas pera aí, ele não começou falando para não pra gente não julgar, mas aqui ele tá falando então que tem tem que julgar mesmo. Mas primeiro eu tiro a viga do meu olho. Primeiro eu passo por um processo de saber como é que eu resolvo meu problema para depois eu ir lá e falar com o meu irmão: "Ó, é assim, né? Amém. >> Pronto. Não deem o que é sagrado aos cães, nem atire suas pérolas aos porcos. Caso contrário, estes as pisarão e a esses as pisarão e aqueles voltando-se contra vocês os despedaçarão. Gente, mas parece que mudou completamente o assunto, não é? [risadas] Isso aqui eu acho interessante, um cuidado que o Senhor tem com a gente, né? O que que é não dá o que é sagrado aos cães? E aqui eu quero que você me entenda com muito amor. Eu amo os bichinhos, viu? Amo, de verdade, viu, Tatá? Amo. Mas [risadas] bicho, não vai valorizar se você deu. Ó, não tá querendo me cortar. Não faz isso. Se [risadas] tô falando ele, né? [suspirando] Ele não vai valorizar se você deu a ele o que é sagrado e o que não é. Ele não tem consciência para discernir isso. isso. E tem algumas pessoas, hum, que também não valorizam, >> que você pode colocar ouro na mão delas e elas vão se voltar. Como é que é que ele fala aqui? E estes vão pisar em você, as pisarão e aqueles voltando-se contra você a despedaçarão. Não interessa. Não interessa que você vai fazer. Vou concluir esse raciocínio também, mas vamos discutindo aqui esse texto maravilhoso. Peçam e será dado. Busquem e encontrarão. Batam e a porta será aberta. Parece que também mudou de assunto, pois tudo o que pede recebe, o que busca encontra e aquele que bate a porta será aberta. Qual de vocês? Qual de vocês? Se pedir, ah, se o seu filho pedir o pão, lhe dará uma pedra? Claro que não, gente. Ninguém aqui faz isso. Ou se pedir um peixe, ele dará uma cobra. Também não. Nunca vi. Se vocês, apesar de serem maus, sabem dar coisas boas aos seus filhos, quanto mais o pai de vocês que está nos céus dará coisas dará coisas boas aos que lhes pedirem. Assim, em tudo, façam aos outros o que vocês querem que eles façam a vocês. Hum, interessante, ó. Pois esta é a lei e os profetas. Veja que aqui ele vai concluindo, ele vai montando uma linha de raciocínio e ele fala a respeito de uma vida que você não está vivendo sozinho, não é? você tá ali ajudando o irmão. Eu resolvi o meu problema, tirei a viga do meu olho, então agora eu vou me relacionar a ponto de eu me importar, eu amar essa pessoa e tirar então o cisco no olho dele para que ele também possa aprender e tirar o cisco do olho do outro irmão. Enfim, a gente vai se ajudando. E aí ele fala assim, ó, mas a gente não faz isso de qualquer jeito. Tem que ter discernimento, tem que ter sabedoria, tem que estar cheio do espírito, tem que ter maturidade. >> Por quê? Você não pode dar o que é sagrado aos cães, nem jogar pérolas aos porcos. porcos. Porque aquele que é imaturo, ele não vai saber administrar ou vai saber discernir aquilo que o Senhor colocou em suas mãos e ele vai jogar fora. Agora, se você sabe o que fazer com aquilo que o Senhor entregou nas suas mãos, dotado de amor, de maturidade, de do conhecimento do Senhor, querido, aí você pode começar a tirar aquilo que tá atrapalhando a sua visão e começar a ajudar os outros. Amém. >> Amém. Ah, e aí depois ele fala assim, ó, para mim o raciocínio aqui tá muito claro. Aí ele fala sobre pedir. A gente vive um relacionamento com o Senhor onde é lícito e onde é necessário que nós façamos pedidos a ele. E você também já deve ter visto aqui em algum culto que a gente fala, né, o pastor Paulo fala muito sobre isso e é uma verdade mesmo. Não tem esse negócio de que a gente vive assim, ah, eu não peço nada para Deus. Aí a pessoa vai lá no minuto seguinte e corrige a frase. Não, pera aí, não é nada não. Eu só peço saúde porque o resto eu corro atrás. Porque saúde você não controla, não é? Mas não é assim. A gente apresenta ao Senhor em nossas orações pedidos e ele tá falando aqui numa linha de raciocínio de uma construção de um caráter aprovado. E eu peço ao Senhor o quê? sabedoria, conhecimento. Eu peço ao Senhor a instrução para que eu possa lidar com aquela situação que tá sendo apresentada para mim naquele momento. E aí aquele que pede encontra, aquele que bate a porta, a porta se abre. Agora, o contrário, aqueles que também não pedem, aqueles que também não buscam, não encontram nada disso, não é? Tá aqui comigo. >> Amém. Aí eu quero pular verso 15. Lei dois versículos, foi pro 15. Cuidado com os falsos profetas. Eles vêm a, eles vêm a vocês vestidos de pele de ovelhas, mas por dentro são lobos devoradores. Cuidado com aqueles que estão gritando, aqueles que estão aí performando e que estão falando do Senhor, mas na verdade não são. E ele vai falar mais sobre isso, sobre esse pensamento que ele tá desenvolvendo no verso 15. Vocês os reconhecerão por seus frutos. Fala comigo. Frutos. >> Frutos. Pronto, grava essa palavra. A gente vai falar mais disso nessa noite. Vocês o reconhecerão por seus frutos. Pode alguém colher uvas de um espinheiro ou figos de ervas daninhas? Ó Jesus de novo. Pode alguém? Você já viu um negócio assim? Aí não vem estragar meu exemplo não. Ah, porque hoje cavando tecnologia tem árvore híbrida, não sei o quê. Não interessa. No natural não é para ser assim. >> [risadas] >> É, tô tô esperta com vocês. Não é para ser assim, não pode, não pode. Uma árvore que dá figo, ela dá figo. >> Amém. >> Aleluia. Semelhantemente, toda árvore boa dá bons frutos. E não tem ninguém acompanhando o texto, achando maravilhoso. Dá bons frutos, mas a árvore ruim dá frutos ruins. Obrigado. Obrigado, mestra. Obrigado. A árvore boa não pode dar bons frutos. Opa, eu li o contrário. A árvore boa não pode dar frutos ruins. Nem a árvore ruim pode dar frutos bons. Veja que ele fala a mesma coisa aqui em dois versículos. É pra gente ficar atento, ficar esperto e entender a mensagem. Toda árvore que não produz bons frutos é cortada e lançada ao fogo. Por quê? Quem aí, né, mexe com isso já viu, né? É gente que mexe com agricultura. Você vai deixar uma árvore lá no seu terreno, nos seus não sei quantos milos de hectares de plantas lá, uma árvore que tá só adrenando a energia do solo, mas não dá fruto nenhum. Você vai deixar? Eu não trabalho com isso, mas eu não deixaria. Agora, eu acho maravilhoso também que as escrituras, ela traz um conhecimento daquilo que é a vida natural para explicar um entendimento espiritual. Que coisa maravilhosa. Ninguém aqui sai dando fruto, né? No sentido de uma fruta que você pode pegar e pode comer, fazer um doce, enfim, a lancheira dos meninos da escola. da escola. Ninguém, ninguém aqui faz isso. Agora, a essência aqui, o que Jesus começou desenvolvendo no início desse capítulo que a gente tá lendo e ele vai trazendo, né, ele vai trabalhando esse contexto todo e ele chega aqui nessa questão de vocês serão reconhecidos pelos frutos que vocês dão e ele deixa claro que uma espécie não pode dar fruto de outra. Se você é uma árvore boa, você dá fruto bom. Se você é uma árvore ruim, você dá fruto ruim. É, >> deixa isso muito claro. >> E aí aqui de repente ele não tá falando de árvore, de árvore, >> tá falando de nós [risadas] mesmo, tá gente? Assim, pelos seus frutos, vocês os reconhecerão. >> Aleluia. E aí chama uma atenção enorme, uma responsabilidade pra gente, tanto para eu entender que árvore eu sou, que fruta eu tô dando, para eu também começar a reconhecer quais são as árvores que estão do meu lado, porque da mesma forma no terreno lá, né, nos seus hectares que tem muitas árvores, se há uma árvore ali no meio e ela tá sendo plantada bonitinha, 1 m por 1 m, né, vamos lá, pessoa organizada planejou a plantação, Se tem uma árvore aqui que é boa do ladinho, que também precisa do nutriente desse solo, precisa lá receber a iluminação adequada, tá tudo muito bonitinho. E aí eu tenho de repente aqui do meu lado uma árvore que ela não tá fazendo o que ela deveria fazer. Se eu deixar ela aqui muito tempo, ela vai começar a atrapalhar as outras, não é? >> E ela não serve para nada. E aí ele tá falando que toda árvore ruim vai ser cortada e lançada ao fogo para virar a lenha e a gente fazer alguma outra forma de capital. Naturalmente poderia ser, mas espiritualmente é essa pessoa não tem parte comigo na eternidade. >> Meu Deus, é questão de ler o texto, né? Jesus avisou e aí a gente tem que começar a ficar atento. Então, mas esa aí, como é que é esse negócio de dar fruto? E como é que eu dou fruto? Então, primeira coisa, a gente precisa entender que quem dá fruto é a árvore, gente. Árvore. Árvore. >> Bom, [risadas] quem dá fruto é a árvore. Você não tem fruto fora da árvore. Amém. >> Amém. >> Glória a Deus. E esse fruto, ele vai expressar a qualidade da >> Boa. Obrigado. A qualidade da árvore. Porque ficou muito claro que Jesus falou. Se a árvore é boa, fruto bom. Se árvore ruim, fruto ruim. Ok? E aí, trazendo então pra gente, pra nossa vida ali, porque ninguém aqui tá mexendo com planta. OK. Não sei se tá, mas né? mas né? Eh, agora não, né? Não é o momento. [suspirando] Como é que eu faço? A tudo aquilo que o fruto produz, né? Ou aquilo que se torna esse fruto que vai ser externo e vai ter a sua finalidade, ele vai vir de uma matriz, daquele tronco ali, né? que vai produzir isso. Como é então que eu como é que eu sei que esse fruto ele tá sendo bom ou ruim? Primeira coisa, eu vou ver, eu vou reconhecer a que tipo de árvore é, se é uma árvore que é boa ou uma árvore que é ruim. OK? A gente chegou pro Senhor e a gente nasceu de novo, entendeu que o Senhor Jesus, ele morreu naquela cruz e perdoou os nossos pecados. E agora nós somos livres de toda culpa, pecado, de tudo que estava posto sobre nós. Isso foi rasgado, né? O escrito de dívida não existe mais no seu nome quando você nasceu de novo. Amém. Nós temos uma aliança no Senhor que ela é superior à nova aliança. E por causa dessa aliança e desse tempo que nós estamos vivendo hoje no Senhor, nós temos também uma responsabilidade. Agora, o lado do Senhor nesse nessa aliança, nesse compromisso, nesse contrato que ele tem com a gente, ele é inquebrável. Inquebrável. Primeira coisa, nós temos alguns textos, né, mas eu acho que o mais usado ou mais conhecido, mais famoso é João 15, onde o Senhor Jesus também tá ali desenvolvendo um pensamento. E nós entendemos que aquele que está em Cristo está enxertado a videira verdadeira. >> Então você precisa estar enxertado no lugar certo. Amém. >> Amém. Bom, já começa aí, então, tratar a qualidade dessa árvore. Eu preciso estar enxertada no lugar correto. E como é que eu faço isso? Primeiro, uma boa igreja é excelente. [risadas] Nós somos uma boa igreja. >> Amém. Você está aqui, você já sabe disso. Ou se você ainda não sabe, não, não tá tempo suficiente, você vai descobrir se você permanecer. Nós somos uma boa igreja e você está enxertado nela. Bom, agora aquilo que está enxertado tem que ter a responsabilidade e o cuidado de se permanecer enxertado. Porque se uma vez você não permanecer enxertado, o que que vai acontecer? é o agricultor. E aqui nesse momento, né, lá em João X, o agricultor é o Senhor. Ele vai simplesmente cortar esse ramo e vai fazer a mesma coisa que Jesus tá falando aqui. Ele vai cortar e vai ser lançado ao fogo. Mas primeira coisa, estou enxertado em Cristo, nasci de novo. E aí então eu começo a receber da seiva de do que essa árvore mãe ou essa árvore matriz, essa videira verdadeira a produz e tem disponível. Ó que coisa maravilhosa. Começo a receber dessa influência. Amém. Como eu vou à igreja, eu estou nos cultos, eu estou me enchendo da palavra, eu estou buscando conhecer o Senhor cada vez mais. Ah, eu estou me direcionando para tudo aquilo que é bom, que é nobre, que é de boa fama, que é amável, digno de louvor. Eu estou buscando o Senhor verdadeiramente. Eu sou aquele que bato a porta, abre, que busco, encontro, que peço e recebo. >> Enquanto eu tô falando de peço e recebo aqui, eu não tô falando de coisas materiais, não. Você pode também, mas hoje tô falando de coisas mais profundas. profundas. >> Amém. OK? Enxertado. Então, e aí nós temos a responsabilidade de começar a receber dessa nutrição, dessa seiva e mudar aquilo que estava em nós para agora eu entender como é que eu preciso hum me portar ou como é que deve ser a minha o o meu sistema de fábrica, que é aquilo que foi projetado pelo Senhor. >> Amém. Consequentemente, se eu recebo isso, se eu ando assim, eu vou ter uma matriz que é boa. é boa. >> Se eu tenho uma matriz que é boa, eu posso dar frutos bons. Se eu tenho frutos bons, não sei quantos aqui sabem, o fruto geralmente carrega uma semente e semente significa perpetuação daquela espécie. Então, se eu tenho fruto e o fruto tá servindo aos meus irmãos, a árvore não se alimenta do seu fruto. O fruto que a árvore dá é para alimentar outras coisas. a gente, os bichinhos, não é assim? Pois é. Para alimentar outras coisas. E nesse processo de eu estar servindo, eu est servindo de alimento da minha vida, um suprimento que vem da matriz que é o Senhor, eu então vou ter ali agora acesso a uma semente que vai ser ah lançada em outro lugar. E aí eu tenho então mais árvores boas, n frutos bons e esse processo ele vai repetindo. Amém. >> Amém. E é assim que o reino do Senhor ele vai se expandindo nesse processo todo que eu falei assim curtinho para você. Achei que foi curtinho, mas não sei. [risadas] Nós temos um um detalhe que nem toda árvore quer topar. E quando eu estou falando árvore, eu estou falando de nós. Mas eu vou ser gentil. Você é muito gentil. Nem tá da árvore quer tapar. Já tentou plantar uma árvore que não pegou? [risadas] Eu co esse termo. A árvore não pegou. A árvore não vingou. Que que aconteceu? De repente você fez tudo que você fez com todas as outras árvores, mas essa árvore não quis. Biologicamente não sei explicar porque que ela não quer. Não venho ficar espantado comigo. Não sei mesmo. Agora, espiritualmente, eu acho que dá pra gente conjecturar algumas coisas. Eu quero que você vá pensando comigo nessa noite. noite. Uma das coisas é: eu não quero estar enxertado, eu quero ser independente. >> Por quê? Por que que eu vou ficar enxertado a um a uma outra matriz? Um dia eu não mando nada, eu recebo das coisas e eu tenho que me transformar naquilo que ele é e não eles transformar naquilo que eu sou. Meu Deus, [risadas] [risadas] não é assim que muita gente pensa? Por que que é então que Cristo não se amolda aquilo que eu estou pensando? Ah, linda, eu nunca vi ninguém falar isso, não. Olha, da boca de pessoas com essas palavras também eu nunca vi não. Mas as atitudes querem dizer exatamente isso. Quando a gente começa a criar um Jesus que ele é segundo os nossos olhos, mas os nossos olhos moldados pelo mundo. Ah, é porque eu acho que deveria ser assim. É porque assim, eu não sei o que que foi que você passou aí na sua vida até chegar aqui, mas é porque na minha concepção de mundo as coisas não são assim. Não é desse jeito que a pessoa fala e aí ela topa já de cara no estágio número um com eu não quero ficar enxertado. enxertado. Às vezes ela até tenta, mas às vezes ela fala assim: "Ah, eu vou lá". Porque eu acho que se eu não ficar pelo menos com um galhinho lá, eu acho que vai dar muito ruim para mim. Mas é porque esse galinho que fica, não quer pegar direito, ele traz a prejuízo para essa árvore. Ele vai tentar sugar seiva e vai tirar nutrição de quem tá se desenvolvendo bem lá. lá. Só que vai chegar uma hora que ele não vai aguentar, vai apodrecer, vai cair. Ou ou se o agricultor é aquele que é detentor de todo o conhecimento, de toda sabedoria, de todo o amor, ele vai falar assim: "Esse galho não pode permanecer nessa árvore. Eu tô vendo que tá tendo um negócio aqui, ó, uma bicheira nele lá na ponta. Não chegou na aqui ainda não. Mas é porque se eu não tirar vai chegar, >> não é assim? E aí conjecturando ainda, tá? Você vai pensando aí, você vai julgando, mas julga com maturidade. Essas pessoas ou essas árvores, me perdoa, perdoa, essas árvores, elas não topam passar por um processo que é chamado de desenvolvimento de maturidade. Por quê? Porque parece raso esse negócio aqui de que não julguem para que não sejam julgados. Mas na verdade não é isso que a Bíblia ensina. A Bíblia ensina que a gente tá aqui como um corpo e a gente tem que estar aqui uns pelos outros. Eu tenho que ser mais interessada naquilo que você quer do que naquilo que eu quero. Não é essa instrução bíblica, gente? Então, não existe para mim uma opção de quando eu estou conectada nessa árvore, eu querer sugar todo nutriente para mim não. Eu tenho que pensar, olha só, tem uma tem um galho aqui do meu lado que precisa também receber nutriente. >> Tem outra igreja do meu lado que também precisa receber nutriente. Se eu não passar pelo processo de maturidade, desenvolvimento de maturidade, eu já vou te adiantar, não é simplesmente o melhor processo [risadas] que a gente vai viver na vida, mas é o único processo que a gente precisa viver na vida. na vida. >> É o único. Ah, é como assim único. Porque se você desenvolve maturidade, querido, o resto, ó, é rápido, é fácil. Quando você não topa passar pelo processo de maturidade, muitas coisas vão ficando acumuladas e aí você pode ter a tendência de achar que é alguma coisa que o Senhor tem contra você, simplesmente por causa da mente imatura. A gente às vezes fica pensando assim: "Nossa, mas assim, tá tão claro? Eu li o texto 10 vezes, tava todo mundo lá, todo mundo viu o culto. Jesus falou o versículo duas vezes, eu repeti mais seis, mas é porque lembra da mensagem que o pastor Paulo fez uns dias atrás aí do enganar-se mesmo? Então, quem não tava, gente, procura no YouTube. Eu não sei direito o título não, mas é, não engane a si mesmo. É a o teor da mensagem é esse. E aí depois ele fez uma outra sobre o perigo da idolatria, né, e que para mim conecta muito bem a essa mensagem, porque eu estou enganando a mim mesma, na verdade eu estou me idolatrando e falando que eu tô idolatrando outras coisas, não é isso? E aí, na verdade, é só eu não querendo passar pelo processo de maturação, porque é um processo demorado, não é tudo na hora que eu quero, não depende do que eu quero fazer, mas daquilo que é proposto no processo. Quando você pensa num processo de maturação de alguma coisa, você sabe que dentro daquilo ali você passa por vários estágios. Por exemplo, maturação de queijo, ó, você faz ali o queijo, OK? E aí você fala assim: "Vou maturar esse queijo, vou deixar ele amadurecer". Primeira coisa, você está buscando um produto que ele no final é completamente diferente do produto que iniciou, >> não é? Eu acho que no Senhor também é assim. assim. >> O Senhor começa maturar a gente, mas ele tá de olho no produto final, >> ó, naquele queijinho, hum, sabe? maturado. maturado. Só que esse processo demora, demora. às vezes é cheio de de coisinhas que você não tá tapando muito fazer, mas é a mesma ideia do eu no processo de desenvolvimento de maturidade para eu me tornar aquilo que o Senhor quer, para que eu possa ser um auxílio para o Senhor e não um peso ou uma árvore que vai ser cortada e lançada ao fogo. fogo. Eu preciso abrir mão, eu preciso renunciar aquilo que eu quero muito hoje para aquilo que é indispensável para minha eternidade. >> E aí, isso aí vai ser o que você ah precisa renunciar. Eu sei as coisas que eu preciso. Ah, Line, não, não parou, não foi na primeira, não. Não, pelo que eu entendi, o negócio vai ficando mais arrochado pro final. [risadas] [risadas] maturidade. Porque agora as questões que você vai passar, ah, é igual no videogame, né? Eu sou irmã de dois meninos, dois homens já, né? Todo mundo adulto. Então, eu tive contato com videogame em casa. Então assim, eu sei que para poder chegar na fase ah de zerar o videogame, de concluir a história, de ganhar, eu tenho que ir passando de fases. E aí a gente fica assim: "Nossa, mas tá ficando mais difícil, né?" Às vezes é, independente assim, tem gente que joga no fácil, no médio e no difícil, né? Aí também vai depender das suas escolhas de vida, eu acho. [risadas] Tem gente que tá jogando difícil porque escolheu jogar no difícil. >> E aí é abre parênteses. Vamos fechar o parênteses. [risadas] Escuta, gente. Culto do espírito. E aí você vai então treinando nas fases. Você fica assim: "Nossa, tá ficando mais difícil, mas eu tô conseguindo." Vai dar certo? Porque lá na primeira a gente não sabia nem o que que tinha que fazer. Aí tava tudo bem. Aí depois você começa a pegar a manha do videogame, você sabe os comandos, você sabe como é que libera um especial ali, não é? Os meninos aí sabe aí, tá vendo? [risadas] Não é para burlar o videogame não, mas tem uns negócios que não dá para poder fazer. E aí chega lá no final, na hora de enfrentar o chefão, você sabe que é a fase mais difícil, mas você sabe que vai passar, >> não é? Por quê? Você treinou todas aquelas fases. No videogame é bom, né? Gostoso falar porque você tá ali se divertindo, se entretendo, tal. Na vida real também é assim. Só que a gente não gosta de passar nas fases, não. Se a gente quisesse, se a gente pudesse, inclusive a gente começava aqui, ó, nasci de novo, tempo um, deu start, senhor, me transporta pro chefão e me dá as ferramentas. [risadas] No caminho, eu vou orando, não é? Sim, porque a gente não quer não. Normal, a carne não quer. A carne não quer levantar e exercitar. Ah, beleza. A gente acostuma, alguém acostuma. Eu sei, tem isso aí, alguma configuração fisiológica que alguém acostuma, mas a gente não quer. O que a gente quer é ficar deitado, é comer, é ficar vendo piada na internet. É isso que a gente quer. Vai falar comigo que não. Não é, Dani? Eu cheguei aqui e falar umas piadas legal. [risadas] >> [suspirando] >> Só que imaturidade, querido, é indispensável para estar com o Senhor. >> Não dá. Não existe a você querer viver no Senhor a eternidade se você não desenvolver maturidade. Ah, Aline, mas e aquele texto que fala que eu posso ser salvo como quem escapa pelo fogo? Eu, se eu fosse você, não queria ser salvo. Porque escapa pelo fogo, não. Que eu penso que deve ser uma aflição. Eu nunca tive numa situação dessa. Mas pergunta para alguém que a casa já pegou fogo, teve que sair correndo para ver se essa pessoa queria passar por essa situação. Não, não queria não. Mas a gente lê isso e a gente não pensa no que ele tá dizendo. dizendo. Uma das coisas que o processo de maturidade faz com a gente é fazer a gente pensar. Amém. Amém. Amém. Gastar tempo pensando é luxo, gente. E é o que a gente deveria sonhar em ter. Eu falo isso com alguém que não para para poder pensar em nada na vida antes de conhecer o Senhor, conhecer o pastor Paulo, Anat, nossa diretoria, essa igreja [roncando] aqui. A gente faz assim como Jesus tá falando aqui, ó. Pensa você comigo, Aline, você acha que é melhor fazer o quê? tirar a trave que tá no seu olho ou a o cisquinho que tá no olho do seu irmão. Aí eu vou pensar, hum, eu acho que se eu for tirar a trave, o cisco do olho dele com uma trave no meu, eu vou enfiar meu dedo na orelha, não vou conseguir enxergar. Só que a gente não pensa, não é? Por quê? A vida é muito corrida, não tem tempo. tempo. Só que você ganha tempo se você para para poder pensar. planejamento, coisa de gente madura. Ô, coisa boa. E eu sei que você vai sair daqui entusiasmado.Ém, >> eu tenho certeza disso. Coisa de Coisa de quem começa a entender como que é para funcionar as coisas. Olha só, em Gênesis, o livro dos princípios, existe uma ordem, uma cronologia de coisas que estão sendo criadas. E ali eu não quero me ater com você ao que foi a o que Deus disse e ouve, né? Mas eu quero que você entenda que antes de criar os bichinhos em aquático, teve que criar água. Imagina se não é o contrário, se não pensa. Tá lá Deus sem pensar e fala assim: "Já sei, vou criar um tabarão martelo, quero. Vou pôr esse bicho onde? Como é que vai fazer? Você acha que ele vai sobreviver? Terra pensando em parou uma terra, não sei por quê. Enfim, [risadas] [risadas] não. Primeiro eu vou separar a água da terra e não sei o quê e vou criar a água e vou criar esse bicho, vou criar a planta. Depois eu vou criar o homem que vai administrar tudo isso, >> porque essas coisas também sozinhas, largadas lá não daria muito certo. Pensar é algo que vem da matriz. Amém. >> A gente só muda, a gente só se arrepende de verdade se a gente pensa. >> Porque senão eu fico repetindo o erro. Porque senão eu fico achando que eu tô enxertado, mas na verdade a bicheira tá vindo e eu não tô vendo porque eu não pensei, porque eu não mudei, porque eu não quis amadurecer, porque amadurecer dói. Dores de crescimento. Agora eu tô encantadíssima, tendo o privilégio de viver com Marina. Ô gente, ela sofre para fazer cocô e assim a gente se compadece, mas por quê? A microbiota dela, né, gastrointestinal, não tá pronta, não tá preparada. Há menos de dois meses ela tava na barriga, ela não precisava fazer essas coisas, ela não alimentava com leite. E agora o leite, que é o alimento que ela precisa, que ela tem, tá fazendo uma revolução naquele corpinho bonitinho dela para que ela possa amadurecer e conseguir passar para outra fase. Qual é? Conseguir fazer cocô sem sofrer. Vai chegar num tempo bom, estamos crendo, mas tem que passar por esse sofrimento. A gente consegue tirar o sofrimento? Não, não consegue. É o corpo dela, eu não consigo fazer nada. A mãe dela não consegue fazer nada, o pai dela não consegue fazer nada. E a gente às vezes fica assim: Deus tira esse sofrimento. Paulo não fez isso. Ah, se Paulo fez, eu posso fazer. Mas é porque eu parei só no texto que Paulo falou e também li daquele jeito, né? Li à noite não enxergando nada, [risadas] não entendi foi nada que falou. Aí depois falei: "Não, Paulo rogou três vezes [risadas] e que que foi que o Senhor falou com ele? Paulo, minha graça te basta". Aí Paulo parou e pensou. Imagino eu. Paulo é o cara que pensa: "Ah, é? Então pera aí, é que na minha fraqueza é que eu sou forte, porque se a sua graça me basta, eu já tenho tudo que eu preciso, eu vou passar por esse negócio." E aí então ele vai lá em outra carta, em outra situação e fala em Filipenses, tudo posso naquele que me fortalece. Por quê? Porque eu aprendi pelo processo de maturidade a passar por diversas situações. Não importa o sofrimento que eu tô tendo agora, mas também é de quem é maduro entender que o sofrimento é momentâneo e que aquele sofrimento ele vai me trazer um fruto. Depois quando a árvore ela vai frutificar, você não vê ela espremendo, você não vê ela chorando, não vê nada disso. É natural, ela dá fruto. Agora, existe um processo biológico dentro daquela árvore que ela é de produção extrema de energia, porque ela tem que suprir o que ela sustenta e ainda o negócio novo tá sendo formado, >> um gasto enorme de energia. E a gente não quer gastar fosfato, isso é pensar, gastar energia. A gente não quer. Por quê? Dá trabalho, gente, dá trabalho, não é tão bom. faz esse exercício, começa a pensar assim: "Hum, essa ministração falou sobre não enganar a mim mesmo, aí você sai daqui, será que a área que eu me engano a mim mesmo?" Aí você começa a pensar aí, pensando, pensando, pensando, aí você vai e descobre. Hum, pensando, aí você vai e descobre. Hum, já sei. É isso aqui, ó. Engan mesmo nisso. Ah, Lina, eu não achei nada. Ah, então você não pensou. Me desculpe. [risadas] O apóstolo Paulo, que é o apóstolo Paulo, chega em determinado momento e fala assim: "Não é que eu considere que eu já cheguei lá, gente. Se esse homem fala que não é que ele considere que ele já chegou lá, quem sou eu aqui, né? né? Não, não, não achei nada. Você acha que eu não me engano não. Bom, se enganou nesse ponto, eu acho. Ah, não é porque eu não idolato nada, não. E será é pensar o que que tá sendo exposto aqui. Eh, como Japa fala, né, sempre, eu não venho para cá para sacrifício de tolo. E é uma coisa que eu aprendi, ó, eu vim, eu vim, eu vou dar tudo de mim. Eu vou ouvir, eu vou pegar, eu vou anotar, eu vou pensar nisso, eu vou chegar em casa, eu vou ouvir de novo, eu vou explicar para mim de novo para poder ver se eu entendi, se eu não entendi, eu vou perguntar o pastor. É assim que a gente começa a mudar a matriz. Agora, se eu quero só, se eu quero somente estar lá enxertado e achar que eu vou ter os frutos daquilo que o Senhor espera e eu não quero nem me esforçar para poder tentar puxar uma seiva, não vai acontecer. E aí a gente começa a entrar naquele looping, né, de que eu sou crente há 10 anos, nada mudou. Mas eu sou crente a 15 anos, nada mudou. Eu sou crente há 30 anos. Ah, eu acho que eu dei um passinho. Não, nada. Pastor J ministrou aqui domingo, eu assisti e ele falou assim: "A gente, é difícil mesmo ter alguém no verbo da vida. Verbo da vida, 5 anos que não mudou". Rodrigo também já falou isso. É impossível. Se você tá aqui, tá ouvindo a palavra, não vou não vou nem exigir de você três cultos. Você tá aqui dois cultos, o de quinta e um no domingo. Vamos supor, mas vem os três, mas vamos supor [roncando] e não mudou nada. Que que aconteceu? E aí também a gente tem uma outra coisa que é do processo de maturidade, que é você começar a receber correção. Eita, aqui é o ponto que eu queria, hein? Glória. >> Ah, mas é porque Alin, você não sabe. Eu sento aqui, ó. Eu escuto todo o culto e eu me corrijo todo o culto sozinho. Eu acho maravilhoso. Eu acho que a gente consegue fazer isso. Ah, para aqueles que são mais espertos assim, para aqueles que está assim dedicado, dedicado, muito dedicado, que dedicado, dedicado, muito dedicado, que é muito disciplinado, 50%. O resto tem que se expor. >> Não é 50% das pessoas, não, viu? Essa pessoa muito disciplinada, muito dedicada, consegue absorver e consegue mudar sozinha só metadinha ali, ó. O resto que é o mais importante, que é a parte que você às vezes tá se enganando e que você não quer ver, você não jogou luz, é aquele quartinho que você às vezes quer fechar a porta e não entra nele com medo que vai sair de lá. >> Tem que expor. >> Amém. Tem que falar, tem que pedir ajuda. E não se engane falando assim: "Já sei, vou marcar o gabinete, vou pedir ajuda, vou lá, vou conversar, quero conversar com tal pessoa, vou ir, vou conversar". E aí vai e conta e escuta a história e a gente aconselha e aquela coisa maravilhosa. Aí sai daqui. Ufa, falei praticou. Porque o negócio é praticar, [risadas] não é ouvir não. Ouvir é parte do processo. processo. Ouvir é você virar o queijo do outro lado para ele tomar sol ou receber a luminosidade, dependendo do queijo. É virar ele do outro lado. Mas praticar é o que vai acontecer nesse processo aí de fermentação. Amém. e que vai mudar tudo. Por isso que a palavra fala que não dá para poder colocar vinho novo em odre velho. A gente não entende muito bem isso porque, gente, sinceramente, eu nunca vi um odre, não sei o que é, mas eu sei que é uma vasilha de couro, né? É uma coisa assim. Na época lá da galera, né, escreveu os textos daqui era o que colocava o vinho. A gente conhece hoje garrafa de vidro. Então a gente não conhece, não consegue entender o processo de dilatação, porque a gente não vê o vidro dilatando. Mas nesse negócio desse odre, nessa época, para poder colocar o vinho, no processo de fermentação dele, se você coloca o vinho novo, que não começou a fermentar ainda numa vasilha que tá velha, que tá endurecida, ela vai arrebentar, você vai perder o vinho. Agora, se você coloca o vinho novo num odre novo para os dois irem ali se ajustando, se comportando bonitinho e maturando juntos, aí você vai ter no final um produto maravilhoso e que não vai arrebentar, não vai perder. A ideia que justamente do Espírito Santo num lugar novo é isso, é o renovar na mente. >> Ah, é porque eu não consigo me acostumar, eu não consigo entender isso que vocês falam de que eu tenho que ser alegre, que eu tenho que ah dar com alegria, né? Eu tenho que dizimar, ofertar com alegria. Eu não consigo entender isso. Vinho novo, informação. Odre velho, quebra, arrebenta, não aguenta. Agora vinho novo, a informação veio e aí você tá com a casquinha nova para poder receber aquela informação. Como que é isso? Alice, eu já tenho 35 anos, querido. É a mente não tem a ver com o seu corpo físico, tem a ver com aquilo que você tá colocando na sua mente. >> Se a sua mente ela está pronta, eu vou ouvir isso e eu vou praticar, eu vou tomar isso como verdade. Tão me falando para eu poder fazer, eu vou fazer e eu vou me amoldar. aquilo que não é padrão do mundo, mas aquilo que é padrão de Cristo, você não vai perder a informação. E você tá fazendo parte ou você está se colocando nesse processo de amadurecimento. E você vai entender que esse acomodar dessa informação nova com essa fermentação, com essa liberação desses gases e que vai fazer às vezes dilatar, expandir, que vai doer, porque vai doer, você vai ter que confrontar aquilo que você falou que era a sua opinião e que você não mudava. Eu troco de nome, mas eu não mudo de opinião. Que isso? Oxe, eu troco facinho. [risadas] Me apresenta uma melhor pr você ver. Não, eu não tenho compromisso com pensamento errado. Não, >> eu não tenho compromisso na época que eu vivia enganada, sem conhecimento, não. >> Agora, a partir do momento que eu tenho acesso à informação nova, aquilo que é certo, aquilo que é a verdade, que é Cristo, aí eu tenho que ter uma resposta, um posicionamento. Ou eu vou fazer isso ou eu não vou. Ou eu vou amadurecer ou eu não vou. Como é que o autor Hebreus fala mesmo lá em Hebreus 5? Olha, eu queria falar com vocês. Começa a desenvolver isso no cinco, né? Depois entra no capítulo seis. Eu queria falar a vocês como pessoas mais maduras, como espirituais, mas vocês são carnais, tudo imaturo. Aí tem outro momento que ele vai falar assim, ó, alimento sólido é para adulto. E eu entendo perfeitamente porque o leite faz uma confusãozinha lá no intestino da menina, gente. Imagina se ela come um pedaço de carne, não aguenta. É por isso que não pode. É por isso que você espera no mínimo seis meses para introdução alimentar. Porque se der comida pro bebê antes, você vai prejudicar. Já viu notícia que bebê foi a óbito porque comeu antes? Pois é, eu já também. Aí as pessoas que são pais, que buscam informação, sabe? E é do mesmo jeito. É do mesmo jeito no processo de santificação e de amadurecimento, onde a gente vai se encontrar todo mundo íntegro, junto e maduro para uma finalidade perfeita. Sermos como Cristo, levantados como um farol, é egoísmo da nossa parte que já nascemos de novo. Não querer amadurecer. Por quê? Ah, porque eu não quero participar desses sofrimentos. Porque, ah, eu quero só vir aqui. Tudo bem, gente. Você é livre, você escolhe. Mas eu tô aqui como alguém que te ama, >> como alguém que quer ver você crescer, quer ver você amadurecer, como pessoas fizeram isso comigo. Não dá pra gente servir ao Senhor sem a gente se colocar nesse processo de maturidade. Porque aí nesse momento que eu vou receber uma correção, né, voltando para esse assunto e que eu vou falar assim: "Olha, no momento não foi bom não, fiquei com vergonha, fiquei triste, ó". E é bom sentir isso, viu? É listo. Mas eu peguei esse negócio aqui e agora eu vou me corrigir, eu vou fazer. >> Se a orientação foi básica, básica, essa é a orientação básica, seja envolvido com a vida da igreja. Isso é básico. >> Isso não é exigir demais, não. [risadas] Seja envolvido com a vida da igreja. Vem nos cultos, conversa com as pessoas, fica perto de gente que fala a mesma coisa, que crê a mesma coisa, que tem a mesma fé para você se desenvolver. A gente aprende, gente, é por ver referências, é por ver quem tá perto. É por isso que a gente tem tanta confusão, tantas famílias desestruturadas nesse mundo, porque a gente cresce em lares desestruturados e a gente aprende ser desestruturado, não é? Para mim a matemática tá simples. Agora pensa você o contrário, num ambiente maravilhoso. Ah, gente, aí você tá convivendo com gente que quer crescer, quer avançar, gente que não quer que você fique para trás, gente que vai ver você cometendo algum erro e assim, falta de conhecimento mesmo e tá tudo bem, a gente não sabe todas as coisas e não vamos saber. entender isso também é maturidade, porque aí vai entrar um outro componente desse processo de maturação, que é você ser humilde. Para você entender que você não sabe tudo, que você precisa de alguém, você precisa ser humilde. >> Não dá. >> Ah, mas é porque de novo eu consigo ouvir e aprender sozinho. Eu sei que tem gente que é dididata. Eu sei que tem. Eu não sou, mas eu sei que tem. Agora é bom viver assim. Conversa com essa galera uma hora. Conversa. Eu tenho percebido percebido eh muito, né, nesse nesse meio assim dessas pessoas com super produção, que elas não querem ficar assim sozinha, resolvendo tudo sozinho na vida deles, não. Eles estão querendo ter contato com a gente e ser entendidas e serem amadas. Só que a gente tá às vezes imerso num sistema que ele é de tanta competição, que ele é tão cruel que eu vejo aquilo que é diferente e ao invés de eu falar assim: "Nossa, eu vou aprender alguma coisa disso", a gente se repele. A gente se repele. A primeira coisa que passa na nossa cabeça é: "Ah, mas ele não cresceu onde eu cresci." Então ele não sabe o que eu sei. Ele não conhece minhas lutas. Não é assim? Agora, no ambiente de Cristo não é assim não. >> Na matriz você tem lá o o tronco principal que é o Senhor e todo mundo vai receber da da mesma quantidade de tudo. Agora, obviamente, a distância que você tá da raiz, né, vamos supor, é uma árvore de 30 m. Aí vamos falar que tem um galinho que tá lá no metro 5 e aquele que tá lá no ápice no 30, eles vão receber da mesma coisa, mas eles recebem em momentos diferentes. Quem tá pertinho recebe primeiro. Amém. Amém. >> Quem tá pertinho se beneficia primeiro mesmo. Como que é esse negócio de tá pertinho? pertinho? Eh, unidade no coração. Unidade. Ah, ali, não era unidade no pensamento. Não, você não falou errado, não. Primeiro é no coração mesmo. Porque se você tá com coração certo, no lugar certo, primeiro que você vai ser uma árvore boa e vai dar fruto bom. E depois que nessa ilustração, né, da árvore, e a gente aqui já entendeu que nós estamos falando de gente, não de árvore. Amém. Amém. >> Você sai daqui falando, vixe, a menina foi lá e deu uma aula de agricultura. Não, não é, não [risadas] é de gente mesmo. >> É unidade. Unidade de pensamento. Que que é que eu vou replicar? Então, o que que eu vou copiar? O coração. Eu vou copiar a atitude. Eu vou amadurecer quando eu entender que a réplica que tem que sair de mim é igual a réplica da matriz. Eu não posso querer colocar o meu jeitinho. >> Amém. Eu não posso querer falar, não, é porque agora chegou a minha vez, eu vou fazer do jeito que eu quiser. Não, imaturidade. E o Senhor não quer isso da gente. Ele quer que a gente seja encontrado maduro, todo mundo unido, todo mundo junto. E tem uma coisa que é falado muito sobre Minas e que, ô gente, de verdade, pela fé, a gente vai quebrar isso, que às vezes o mineiro ele tem um comportamento meio milindroso, né? Que que é isso? Eu me ofendo rápido, fácil demais com o que me falam. Para ser quem o Senhor quer replicar, ser fruto, ser matriz boa e fruto bom, eu não posso ser melindroso. Que que é isso? Eu não vou ficar me ofendendo com o que vai me corrigir. Eu não vou ficar me ofendendo com aquilo que a pessoa tá tentando melhorar em mim. Se eu já tirei a trave do meu olho, eu posso tentar tirar o cisco do seu. >> Eu não vou ficar me falando: "Sai, sai daqui, tira do meu olho." Imagina. Não, isso é você resistir, é você rebater. Não, não tem isso assim dura coisa recalcitrar contra os aguilhões. Não adianta. Você vai só se machucar, vai só sangrar, vai sofrer, não vai mudar. Para ser uma árvore boa, tem que estar enxertado na árvore boa. >> Tem que dar fruto bom. [música] >> Imagina a responsabilidade que é, gente, alguém se alimentando daquilo que você produz e aquilo ser um fruto podre. aquilo que produz da vida de alguém, alimentando outros, contaminando outros, distanciando eles cada vez mais da eternidade com Cristo. Olha, todo mundo vai ser cobrado por aquilo que faz, mas existe um rigor maior para aqueles que propositadamente geram frutos ruins e alimentam outros de frutos ruins. Amém. Porque é justo, porque o Senhor é bom e o Senhor é justo. >> Agora imagina aí o galardão de quem tá se limpando, produzindo fruto bom e alimentando gente com coisa boa. >> Eu não vivo por causa de galardão não, gente. Mas é uma coisa que eu acho muito legal. Vou ser sincero com vocês. A minha expectativa no Senhor não é pelo que eu vou receber dele, não é por quem ele é. ele é. Mas que coisa legal. >> [risadas] >> Porque o Senhor é assim. >> Maturidade é indispensável. A gente não pode sentar numa cadeira e falar assim: "Ah, eu cheguei, tô pronto". Não, não tá pronto não. Falou que tá pronto, é início da queda. A gente nunca tá, porque como eu disse no videogame, você vai enfrentar uma fase cada vez mais difícil. Ah, Lind, isso é praga ruim. Não, não é praga ruim não, isso é realidade, é vida. [risadas] Ah, mas eu não queria. Pois é, mas nasceu, né? Então, estamos aí. E o que que eu faço com isso? Eu vou amadurecendo para eu poder lhe dar melhor, para quando chegar um momento difícil eu não me desesperar, eu não tentar fugir para as coisas que vão tentar suprir aquele vazio em mim com coisas que vão se desfazer, coisas que são voláteis, mas não, eu vou me preencher daquilo que é verdadeiro, que é eterno. >> Amém. E não tem mal que pode me abater. Ah, mas é porque isso aconteceu me deixou triste. Eu sei. Tem muita coisa que deixa a gente triste. A gente a gente entende. [música] Ô gente, fique tranquilos, porque nesse negócio de tristeza, vida ministerial ganha. ganha. Isso não é um desabafo, não. É uma realidade. Porque imagina, você sair com a sua tristeza lidando com duas pessoas. Imagina quem tá na do ministerial lidando com 50. a sua tristeza de mais duas e de mais as outras multiplicadas. E glória a Deus, eu sou apaixonada pelo que eu faço. >> E eu tenho certeza que toda essa galera aqui, ó, também, todo mundo aqui tá se esmerando, >> se esforçando >> para produzir cada vez mais frutos bons. E se esforçando não é no sentido de que eu me esforço para dar fruto, porque o fruto é natural. >> A árvore não se esforça para dar fruto, é natural. vai acontecer. Agora maturidade, ela vai fazer com que eu dê mais frutos [música] ainda. Não é assim, Danilo? Não falou isso aqui hoje. E o Senhor ele é glorificado pelo fato de vocês darem muitos frutos. Não é isso que Jesus fala? Olha que coisa legal. Você vai melhorando sua vida, vai ficando cara bom e o Senhor é glorificado pelo fato de você dar muito fruto. Quem tá interessado em você dar muito fruto, gente? É o Senhor, aquele que inclusive derramou graça, amor e poder sobre você. >> Tem desculpa? Não, mas a gente arruma umas boas, né? Mas não tem não. Mas a gente é bom nisso. A gente a gente consegue, mas não tem desculpa. Ah, que você não sabe, você não sabe como é que foi na outra igreja. Com toda licença, eu também não tô querendo saber. Eu quero saber o que a gente vai fazer agora. >> Você chegou agora >> ou você já tá aqui? Vem caminhar com a gente agora a partir de agora, porque eu não, o passado, eu não consigo reservar nada do passado, eu não consigo. Mas o futuro, querido, a gente pode mudar demais. Aleluia! >> A gente pode transformar aquilo que tava quebrado, aquilo [música] que não tinha jeito, aquilo que não tinha solução, aquilo que ninguém queria chegar perto num negócio que atrai gente assim, ó, absurdamente. >> Mas tem que se colocar num processo de maturação, maturação, >> tem que deixar outras pessoas virar, tem que deixar outras pessoas falar assim: "Agora vai receber iluminação, agora vai pro calor, agora vai pra geladeira". [risadas] Tem, tem. A gente não vive sozinho, não pode viver sozinho. Não, não deve ser um desejo nosso viver sozinho. Tá errado. Tá pensando fora da matriz. Precisa mudar a matriz de pensamento. [música] [música] Gasta tempo pensando. Você vai ver. A gente vai ter agora no sábado, né, depois de amanhã. >> [risadas] >> me ajuda com as datas. Depois de amanhã, um evento que vai ajudar os empresários e empreendedores da nossa igreja. Isso foi pensado, não é porque, nossa, é porque agora você vai ver, eles vão assim abrir a empresa nessa igreja, cara. Se o senhor quiser, vamos, mas não é isso não. Eu tô interessado e a diretoria tá interessada, o pastor Paulo tá interessado é em ver você amadurecendo, você não sofrer tanto com coisa tão básica. É desde você pensar num planejamento de uma planilha na sua casa para você fazer isso na sua empresa. >> Como assim? Ali tem uma empresa não tem planilha. É, vamos olhar, viu? Tá tudo bem. Por não tinha ninguém que ensinava antes, mas agora tem. >> O que aconteceu ontem eu não consigo resolver. Já foi, eu não consigo voltar. Mas o que vai acontecer amanhã, [música] querido, pode ser diferente demais. Aleluia. >> Ah, mas é porque você não sabe, Alina, eu não consigo investir e tal. Eu não conheço uma pessoa nessa igreja. Eu me converti há 6 anos. Eu não conheço uma pessoa nessa igreja que não participou de algum evento porque não tinha dinheiro. Eu não conheço. É só falar: "Olha, eu quero participar, eu quero mudar minha vida, eu quero receber isso". E você vai vir, mas tem querer. >> E não vem também só para poder mostrar não. Se for gente, poupa a gente. >> É, ajuda. Você tá me amando, tem certeza? Palavras de vida. >> Agora é um dia. É um dia que de repente para mudar sua vida, Danilo falou aqui um conselho. Não foi um dia, Danilo, durou um dia, né? um conselho, às vezes um áudio, um WhatsApp mudou, gente. Isso aqui aconteceu com todo mundo nessa nessas fileiras aqui, viu, da frente. Eu tenho certeza que nas fileira de trás também, mas é porque essa galera aqui eu conheço, [risadas] certamente. É uma coisa, ah, mas é porque é tempo demais, então tá imaturo ainda, não tá pronto. Você não quer despender de um dia que vai te ajudar, que vai fazer com que você saia do zero para você correr em 5 meses o que você correria em 15 anos. >> Você não quer. >> Gente, quando eu descobri que eu podia fazer isso no Senhor, você vocês não sabem não é o quê? Eu posso, meu Deus, eu vou me agarrar a tudo isso. >> Amém. Ai, dá, viu? Dá, porque eu sei que aconteceu comigo, aconteceu com todo mundo aqui. Dá. Para de dar desculpa para você mesmo. Para, para de querer colocar justificativas, né, naquilo que você não quer mudar. Ah, porque eu não tive tempo. Não, não, não, não. Você não priorizou. Ah, porque eu não tive dinheiro. De novo. Não priorizou. [música] Não se organizou. Tá tudo bem. A gente às vezes dá umas vaciladas assim, mas a gente se conserta. Eu não posso viver disso. Ah, é porque você não sabe, eu não consigo ficar lá sentado de manhã, de tarde. Ah, consegue. Consegue. Se sua vida depender disso, você consegue. A gente consegue passar 5 se anos na faculdade que a gente nem gosta. gosta. É, eu sei. Eu estudei 5 anos, nem gosto. Sincero, né, gente? Não é? Vamos ficar de pé. de pé. >> Aleluia. >> Vamos ficar de pé. [risadas] >> Aleluia. A gente [música] tem que parar de pensar do jeito antigo. >> Parar de pensar do jeito antigo. Se esforçar [música] mesmo para pensar do jeito certo. Esse negócio de Romanos 12, gente, por isso que a gente fala muito disso, é porque é muito central. Ah, Linda, não tem culpa de ter nascido nesse mundo caído. [música] Eu sei, não temos, a gente não vai discutir isso agora, mas o negócio é prático. [música] Eu já estou aqui, o que que eu tenho que fazer? Já estou aqui. O que que eu faço? Você pode escolher dois caminhos. viver como quem viveu nesse mundo. E depois do seu da sua partida, duas pessoas lembram de você e uma delas é quem registrou lá no cemitério. [música] Ou ou você pode viver como aquele que pegou tudo aquilo que você podia, agarrou com toda força, que falou: "Eu vou amadurecer, eu vou crescer, eu vou avançar". Porque pessoas dependem disso. >> Pessoas que em sua família não, querido, não, não, não. É mais, é para mais, é para mais. Pessoas dependem disso. Sua família é ali o obrigatório. É o obrigatório. Quando a gente pensa [música] em crescimento, em avanço para ajudar uns aos outros, a família é o pacote de você. Tá grudadinho. Mas e os outros? É quem eu não conheço, é quem não chegou aqui ainda. É esses. É quem tá aqui agora. É assim que a gente vive. É assim que a gente cresce. É assim que a gente amadurece. Todo mundo pensa na mesma coisa, aí a gente tem unidade. Amém. >> Obrigada, Senhor. Obrigada [música] porque nós estamos aqui, Pai, com o coração aberto. Faça sua oração pessoal e coloca nela as palavras mais sinceras. Fala com o Senhor quais são os seus pontos de dificuldade, porque que é que você não tá conseguindo avançar. Gente, o Senhor é um socorro presente. Ele vai enviar [música] uma resposta. Você vai amadurecer se você quiser, se você se colocar nesse caminho, se você desejar, se você procurar as pessoas, se você se entregar ao Senhor de fato, Pai, eu oro, Senhor, nessa noite, intercedendo, Pai, por todos os meus irmãos. [música] Eu me incluo nessa oração, Pai, para que nós possamos entender, conhecer o Senhor, para que nós possamos amadurecer, Pai, cada vez [música] mais. Eu oro, paizinho, e peço o seu auxílio para que nós possamos, Pai, fazer exatamente o que precisa ser feito. E não só como fazedores de tarefas, mas [música] como aqueles que pensam como a matriz que é o Senhor, como aqueles que estão voltados completamente pro seu raciocínio para entender como o Senhor gera as coisas. Porque nós queremos [música] ser, Pai, aqueles que vão alimentar os outros com frutos bons. Porque nós queremos, Pai, sermos auxiliadores do Senhor, no nome de Jesus. Amém. >> Aleluia.
Um alerta doutrinário indica possível conflito com um ponto essencial da fé cristã. Confira o trecho e as Escrituras antes de formar uma conclusão.
Alerta doutrinário
Não existe a você querer viver no Senhor a eternidade se você não desenvolver maturidade.
Ponto essencial em risco: A relação entre salvação pela graça e santificação pode ser distorcida, caso a frase seja entendida como salvação obtida pelo grau de maturidade alcançado.
Nós temos uma aliança no Senhor que ela é superior à nova aliança.
Doutrina: Teologia da aliança e nova aliança
Tensão: Literalmente, a frase afirma que a aliança dos crentes é superior à nova aliança, o que contradiz o ensino do Novo Testamento. Provavelmente houve um lapso, pois a intenção parece ter sido dizer "superior à antiga aliança".
Correção sugerida: A nova aliança em Cristo é superior à antiga aliança, e a segurança do crente deve ser fundamentada na obra de Cristo, não em um contrato humano.
Não existe a você querer viver no Senhor a eternidade se você não desenvolver maturidade.
Doutrina: Salvação pela graça e santificação
Tensão: A frase pode ser entendida como a afirmação bíblica de que a fé verdadeira produz fruto, mas também pode sugerir que atingir maturidade é uma condição meritória para entrar na vida eterna.
Correção sugerida: A salvação é recebida pela graça mediante a fé em Cristo; a maturidade e os frutos são evidências e consequências da fé viva, não um pagamento pelo qual alguém conquista a eternidade.
Toda árvore ruim vai ser cortada e lançada ao fogo [...] essa pessoa não tem parte comigo na eternidade.
Doutrina: Fruto, perseverança e segurança da salvação
Tensão: A advertência sobre frutos legítimos é transformada em uma conclusão ampla sobre qualquer pessoa que esteja em imaturidade. O texto não autoriza medir a salvação por um desempenho instantâneo ou por uma comparação com outros crentes.
Correção sugerida: A vida cristã deve produzir fruto e requer perseverança, mas a avaliação deve considerar a obra de Cristo, o arrependimento, a fé e o processo de santificação, evitando transformar crescimento lento em prova automática de perdição.
O que eu tenho que replicar é igual à réplica da matriz. [...] Todo mundo pensa na mesma coisa, aí a gente tem unidade.
Doutrina: Unidade cristã e autoridade comunitária
Tensão: A unidade bíblica pode ser confundida com uniformidade de pensamento, comportamento ou submissão a uma cultura ministerial específica.
Correção sugerida: A igreja deve preservar unidade no evangelho, no amor e na verdade, mas pode haver diferenças legítimas de consciência, personalidade, dons e opiniões secundárias.
Uma boa igreja é excelente. Nós somos uma boa igreja. Você está aqui, você já sabe disso. [...] Você está enxertado nela.
Problema: A metáfora de João 15 é transferida da união com Cristo para a vinculação a uma congregação local específica.
Risco pastoral: Pode induzir dependência institucional e sugerir que participação em determinada igreja equivale à permanência salvífica em Cristo.
Sugestão: A igreja local é um contexto importante de comunhão e discipulado, mas a formulação deveria ser: "Somos chamados a permanecer em Cristo e a viver essa permanência em comunhão responsável com uma igreja local."
É o único processo que a gente precisa viver na vida. [...] você vai enfrentar uma fase cada vez mais difícil.
Problema: A experiência de maturidade é apresentada como um processo universalmente linear, necessariamente progressivo e cada vez mais difícil.
Risco pastoral: Pode levar pessoas a interpretar sofrimento, fracassos ou períodos de estabilidade como níveis obrigatórios de um sistema espiritual, gerando culpa ou romantização da dor.
Sugestão: A maturidade normalmente envolve perseverança, correção e sofrimento, mas Deus conduz pessoas de maneiras diferentes e nem toda dificuldade representa um estágio espiritual superior.
Pensar é algo que vem da matriz.
Problema: A frase atribui ao relacionamento com a matriz uma explicação ampla para a capacidade de pensar e mudar, sem base textual direta.
Risco pastoral: Pode reduzir questões psicológicas, educacionais e espirituais complexas a uma única causa e produzir julgamentos simplistas sobre quem ainda luta para mudar.
Sugestão: A comunhão com Cristo renova a mente, mas o crescimento também envolve ensino, discernimento, hábitos, cuidado pastoral, responsabilidade pessoal e, quando necessário, ajuda profissional.
Não tem mal que pode me abater.
Problema: A frase é adequada como declaração de esperança, mas é ampla demais se entendida como imunidade à tristeza, ao luto, à fraqueza ou a transtornos emocionais.
Risco pastoral: Pessoas abatidas podem concluir que sua tristeza revela falta de fé ou falta de maturidade.
Sugestão: Em Cristo, nenhum mal tem a palavra final, mas os cristãos ainda podem sofrer, lamentar, buscar ajuda e necessitar de consolo.
Não existe a você querer viver no Senhor a eternidade se você não desenvolver maturidade.
Equilíbrio bíblico: A fé salvadora produz frutos e perseverança, mas a base da justificação é a graça de Deus em Cristo. A mensagem deve distinguir claramente a causa da salvação, que é Cristo, das evidências e frutos da salvação.
Você está enxertado nela.
Equilíbrio bíblico: João 15 fala da permanência em Cristo, não de ser enxertado em uma congregação específica. A igreja local é meio de comunhão, ensino e cuidado, mas não substitui a união pessoal e vital com Cristo.
Não deem o que é sagrado aos cães, nem atirem suas pérolas aos porcos.
Equilíbrio bíblico: Mateus 7:6 ensina prudência diante da hostilidade ao sagrado, mas não autoriza classificar precipitadamente aprendizes, feridos ou novos convertidos como indignos de ensino.
E não tem mal que pode me abater.
Equilíbrio bíblico: A esperança cristã impede que o mal tenha a palavra final, mas a Escritura também reconhece tristeza, lamento, fraqueza e necessidade de consolo. Deus pode permitir sofrimento, mas doença, pobreza ou dor não devem ser tratadas automaticamente como bênçãos nem como provas de imaturidade.
Todo mundo pensa na mesma coisa, aí a gente tem unidade.
Equilíbrio bíblico: A unidade cristã deve estar centrada em Cristo, no evangelho e no amor. Ela não exige que todos tenham a mesma personalidade, opinião em questões secundárias ou forma de expressão.
Vinho novo, informação. Odre velho, quebra, arrebenta.
Equilíbrio bíblico: A aplicação à renovação pessoal pode ser uma analogia, mas o sentido primário aponta para a novidade da obra de Jesus e do Reino. O texto não deve ser usado como slogan para legitimar qualquer informação, prática ou exigência ministerial.
A mensagem começa com uma convocação bíblica à autorreflexão antes da correção do próximo.
Tire primeiro a viga do seu olho e então você verá claramente para tirar o cisco do olho do seu irmão.
Impacto: Reduz hipocrisia, favorece correção restauradora e lembra que autoridade pastoral exige arrependimento pessoal.
A pregadora afirma a centralidade da obra de Cristo e do novo nascimento.
O Senhor Jesus morreu naquela cruz e perdoou os nossos pecados. E agora nós somos livres de toda culpa.
Impacto: Fornece uma base evangélica importante para o tema da maturidade, ainda que essa base precisasse ser mais desenvolvida.
O tratamento de 2 Coríntios 12 reconhece que Deus nem sempre remove imediatamente o sofrimento.
Paulo rogou três vezes e o que foi que o Senhor falou com ele? Paulo, minha graça te basta.
Impacto: Evita uma promessa automática de cura ou de eliminação de toda dificuldade e aponta para a suficiência da graça.
A mensagem enfatiza que ouvir sem praticar não constitui maturidade.
O negócio é praticar, não é ouvir não. Ouvir é parte do processo.
Impacto: Promove obediência concreta, autorresponsabilidade e integração entre conhecimento bíblico e vida diária.
A exortação à humildade, ao pedido de ajuda e à aceitação de correção é pastoralmente útil.
Tem que falar, tem que pedir ajuda.
Impacto: Pode combater isolamento, orgulho e autossuficiência, incentivando discipulado e cuidado comunitário.
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Fidelidade Bíblica
A mensagem usa Mateus 7:1-5, Mateus 7:7-12, 2 Coríntios 12:7-9, Romanos 12:2 e Hebreus 5:12-14 de modo amplamente aproveitável. A fidelidade diminui porque Mateus 7:6 é aplicado principalmente a pessoas imaturas, João 15:1-8 é transferido da união com Cristo para a igreja local, 1 Coríntios 3:15 é usado para apoiar uma tese sobre maturidade e vida eterna, e Mateus 9:17 é convertido em uma alegoria sobre informação e práticas ministeriais.
Hermenêutica
Há leitura contínua de Mateus 7 e tentativa de seguir a sequência do argumento, especialmente em Mateus 7:1-5 e Mateus 7:7-12. Entretanto, a interpretação de Mateus 7:6, a atribuição de 1 Coríntios 3:1-3 a Hebreus, a aplicação de João 15 à igreja local e o uso de Mateus 9:17 revelam deslocamentos relevantes do contexto original.
Precisão Teológica
A mensagem afirma o novo nascimento, o perdão mediante a cruz, a suficiência da graça em 2 Coríntios 12:7-9 e a importância da santificação. A precisão é prejudicada pela afirmação de que a aliança dos crentes seria superior à nova aliança, pela aproximação entre maturidade e condição para a eternidade e pela associação entre permanência em Cristo e permanência em uma igreja local.
Compreensão Contextual
A pregadora percebe corretamente o contraste entre julgamento hipócrita e correção humilde em Mateus 7:1-5 e relaciona Mateus 7:15-20 ao discernimento por frutos. Porém, Mateus 7:6 é reduzido a imaturidade, João 15:1-8 é aplicado à filiação institucional, 1 Coríntios 3:10-15 é lido como uma escala de maturidade espiritual e Mateus 9:17 é deslocado para o tema de novas informações.
Aplicação Prática
A mensagem oferece aplicações úteis sobre autorreflexão, humildade, correção, prática da Palavra, pedido de ajuda, planejamento e vida comunitária. A nota não é mais alta porque a insistência em unidade de pensamento, frequência institucional e aceitação de correções pode produzir conformismo, culpa indevida e dependência de liderança se não houver limites bíblicos claros.
Clareza do Evangelho
Como se trata de uma exortação para crentes, o critério principal é a coerência do tema com o evangelho, não a apresentação evangelística completa. A mensagem menciona a cruz, o perdão, o novo nascimento e a graça suficiente em 2 Coríntios 12:7-9. A clareza é reduzida porque Mateus 7:15-20 e 1 Coríntios 3:15 são usados para sugerir que desenvolver maturidade é indispensável para possuir a vida eterna, o que obscurece a distinção entre salvação graciosa e santificação progressiva.
Risco de leitura imposta ao texto:
Quanto menor, melhor. Há eisegese moderada em expressões como "você está enxertado na igreja", na identificação de vinho novo com informação nova e práticas de contribuição, na aplicação de Mateus 7:6 a pessoas imaturas e na leitura de 1 Coríntios 3:15 como uma forma inferior de salvação. As aplicações de Mateus 7:1-5, 2 Coríntios 12:7-9 e Romanos 12:2 são menos problemáticas.
Risco de conflito com doutrina essencial:
Quanto menor, melhor. Não há negação explícita da Trindade, da divindade e humanidade de Cristo, da ressurreição, da autoridade bíblica ou da salvação pela graça. O risco permanece abaixo de 25 porque a afirmação sobre maturidade e eternidade pode ser entendida como advertência sobre os frutos da fé, embora sua formulação seja arriscada e possa sugerir salvação por desempenho.
Abra apenas a parte que deseja consultar.
Tema principal:
O processo de maturidade cristã como permanência em Cristo, produção de frutos, aceitação de correção, humildade, prática da Palavra e vida comunitária.
Tom pastoral:
Exortativo, direto, informal e bem-humorado, buscando despertar autorreflexão, responsabilidade, disposição para receber correção e compromisso com a igreja.
O cristão deve examinar primeiro a própria vida antes de corrigir o irmão.
Suporte: A pregadora afirma que é necessário retirar primeiro a viga do próprio olho para depois ajudar o irmão a retirar o cisco.
Textos:
A maturidade exige discernimento para saber quando corrigir, quando compartilhar verdades espirituais e como reconhecer a qualidade dos frutos.
Suporte: A mensagem relaciona cães, porcos, pedido de sabedoria e reconhecimento dos falsos profetas pelos frutos.
O cristão deve permanecer em Cristo e produzir frutos que sirvam e alimentem outras pessoas.
Suporte: A imagem da árvore e da seiva é aplicada à permanência em Cristo, ao serviço e à influência espiritual sobre outros.
A maturidade envolve perseverança no sofrimento, reflexão, prática da Palavra, aceitação de correção e humildade.
Suporte: A pregadora relaciona o espinho de Paulo, o aprendizado em diferentes circunstâncias, a necessidade de pensar e a exposição a conselhos pastorais.
O crescimento cristão acontece em comunidade e requer unidade de propósito, embora não deva significar uniformidade absoluta.
Suporte: A mensagem insiste na participação na vida da igreja, na humildade para pedir ajuda e na disposição de caminhar com outros cristãos.
Uso Contextual
Uso majoritariamente adequado, com aplicação legítima à autorreflexão e à correção restauradora.
Questões Exegéticas
A frase "se você está usando medida do amor, é essa que vai ser usada" é uma aplicação teológica compatível com o ensino de Jesus, mas não é o significado direto da expressão sobre a medida do julgamento.
Leitura Sugerida
Mateus 7:1-5 não proíbe todo discernimento ou correção; condena o julgamento hipócrita. A correção deve ser precedida por arrependimento próprio, humildade e desejo de restauração.
Uso Contextual
Aplicação forçada em parte.
Questões Exegéticas
A pregadora identifica os cães e porcos principalmente com pessoas imaturas que não sabem valorizar a verdade. O contexto apresenta pessoas hostis ou profanas diante do sagrado, e não define simplesmente todo imaturo como alguém incapaz de receber ensino.
Leitura Sugerida
O versículo recomenda discernimento na comunicação das coisas santas. Ele pode ser aplicado à prudência pastoral, mas não deve ser usado para rotular pessoas imaturas ou justificar desprezo por quem ainda está aprendendo.
Uso Contextual
Uso adequado como aplicação sobre oração e dependência de Deus.
Questões Exegéticas
A redução dos pedidos principalmente a sabedoria, conhecimento e caráter é uma aplicação válida, mas o texto também apresenta de forma ampla a bondade do Pai em responder aos seus filhos. A afirmação de que quem não pede não encontra nada é mais abrangente que o texto.
Leitura Sugerida
Pedir, buscar e bater descrevem uma vida perseverante de dependência do Pai, sem transformar a oração em fórmula automática nem restringir todos os pedidos a uma única categoria.
Uso Contextual
Uso correto como fundamento para responsabilidade, cuidado mútuo e vida comunitária.
Leitura Sugerida
A regra de ouro resume a prática amorosa da Lei e dos Profetas e sustenta a aplicação feita sobre tratar o irmão com consideração.
Uso Contextual
Aplicação parcialmente legítima, mas ampliada além do contexto.
Questões Exegéticas
No contexto imediato, os frutos são especialmente um critério para discernir falsos profetas. A aplicação à vida e ao caráter de todos os cristãos é possível, mas a conclusão de que qualquer pessoa imatura é uma árvore ruim sem parte na eternidade transforma uma advertência sobre falsos profetas em uma fórmula geral sobre todo crente em processo.
Leitura Sugerida
Os frutos revelam a autenticidade dos mestres e, por extensão, a coerência da vida cristã. Contudo, a passagem não autoriza concluir que cada falha ou período de imaturidade prova que alguém não pertence a Cristo.
Uso Contextual
Alusão compatível com o texto, embora pouco desenvolvida.
Leitura Sugerida
Hebreus 1 apresenta o Filho como revelação suprema de Deus e expressão exata de sua natureza. O texto poderia fortalecer a afirmação de que conhecer Cristo é conhecer o caráter de Deus.
Uso Contextual
Aplicação parcialmente adequada, com extrapolação institucional.
Questões Exegéticas
João 15 fala da videira verdadeira, dos ramos e da permanência em Cristo; não afirma que o crente é enxertado em uma igreja local específica. A identificação de frequentar cultos e permanecer em uma determinada congregação com permanecer na videira é uma aplicação não demonstrada pelo texto.
Leitura Sugerida
A união vital é com Cristo, e a permanência nele produz fruto. A igreja local é um meio importante de comunhão, ensino e cuidado, mas não substitui Cristo como a videira nem funciona como mediadora da salvação.
Uso Contextual
Uso ilustrativo legítimo quanto à ordem narrativa da criação, mas não como exegese detalhada.
Questões Exegéticas
A ordem da criação pode ilustrar planejamento, porém a afirmação de que Deus precisou estruturar o ambiente porque as coisas não funcionariam sozinhas é uma inferência da pregadora, não uma afirmação explícita de Gênesis 1.
Leitura Sugerida
Gênesis 1 apresenta Deus como Criador soberano e ordenado. A aplicação à importância do planejamento deve permanecer como analogia, sem sugerir que Deus agiu por falta de conhecimento ou necessidade.
Uso Contextual
Uso adequado para mostrar que Deus nem sempre remove o sofrimento e que a graça é suficiente na fraqueza.
Questões Exegéticas
A aplicação poderia reconhecer mais claramente que o texto não transforma todo sofrimento em um estágio obrigatório de maturidade nem permite identificar qualquer dificuldade específica com o espinho de Paulo.
Leitura Sugerida
Paulo pediu a remoção do espinho, mas recebeu a promessa da suficiência da graça. O texto sustenta esperança e dependência, não a garantia de que todo sofrimento produzirá um resultado visível ou será removido após determinado processo.
Uso Contextual
Uso relativamente adequado, desde que entendido no contexto do contentamento em abundância e necessidade.
Questões Exegéticas
A frase "tudo posso" pode ser facilmente transformada em slogan de desempenho, embora o contexto trate da capacidade de permanecer contente tanto na fartura quanto na escassez.
Leitura Sugerida
Filipenses 4:13 fala da força de Cristo para atravessar diferentes condições, não de capacidade ilimitada para conquistar qualquer objetivo ou superar toda dificuldade conforme a vontade humana.
Uso Contextual
Aplicação temática legítima sobre imaturidade, mas com atribuição textual equivocada.
Questões Exegéticas
A linguagem sobre pessoas carnais e imaturas pertence a 1 Coríntios 3, não ao argumento principal de Hebreus 5. A mensagem apresenta a formulação como se fosse diretamente do autor de Hebreus.
Leitura Sugerida
1 Coríntios 3:1-3 trata das divisões e do comportamento carnal dos coríntios. Hebreus 5:12-14 trata da lentidão para ouvir e da necessidade de alimento sólido. Os dois textos podem dialogar, mas não devem ser fundidos como se fossem a mesma passagem.
Uso Contextual
Aplicação problemática e parcialmente fora do contexto.
Questões Exegéticas
A expressão "salvo como quem escapa pelo fogo" refere-se à avaliação das obras construídas sobre o fundamento que é Cristo, com perda de recompensa, mas preservação da pessoa. A pregadora a transforma em uma imagem de salvação quase acidental e indesejável, usando-a para afirmar que ninguém pode viver eternamente sem atingir certo grau de maturidade.
Leitura Sugerida
O texto adverte sobre a qualidade do serviço cristão e sobre a perda associada a obras sem valor, mas mantém a distinção entre fundamento da salvação e avaliação das obras. A maturidade é fruto necessário da fé viva, não preço meritório da salvação.
Uso Contextual
Uso adequado como exortação à renovação da mente e à transformação prática.
Questões Exegéticas
A aplicação é saudável, mas deve incluir discernimento da vontade de Deus e não apenas a substituição de pensamentos antigos por um conjunto de opiniões aprovadas pela liderança.
Leitura Sugerida
A renovação da mente ocorre pela transformação operada por Deus e conduz ao discernimento da vontade divina, não simplesmente à conformidade psicológica com um grupo.
Uso Contextual
Aplicação forçada.
Questões Exegéticas
A mensagem interpreta o vinho novo e os odres como informação nova, mudança de opinião, práticas de contribuição e disposição para receber orientações ministeriais. O contexto principal trata da novidade da obra de Jesus e da incompatibilidade entre sua realidade e estruturas antigas.
Leitura Sugerida
A passagem deve ser lida primeiro no contexto da novidade do Reino inaugurado por Jesus. Uma aplicação sobre renovação pessoal pode ser feita por analogia, mas não deve transformar o texto em autorização para qualquer novidade ministerial ou doutrinária.
Uso Contextual
Uso adequado para exortar ao crescimento no discernimento e na maturidade.
Questões Exegéticas
A comparação com leite e alimento sólido é uma metáfora sobre capacidade de compreender e praticar a justiça. Ela não deve ser confundida com a linguagem de carnalidade de 1 Coríntios 3 nem reduzida a frequência de cultos ou acúmulo de informação.
Leitura Sugerida
A maturidade envolve familiaridade prática com a palavra da justiça, discernimento treinado e avanço nos fundamentos, sem desprezar os fundamentos do evangelho.
Uso Contextual
Aplicação exemplar possível, mas não contextual.
Questões Exegéticas
A expressão sobre recalcitrar contra os aguilhões aparece no contexto do encontro de Paulo com Cristo e de sua resistência à vocação divina. Aplicá-la à resistência a correções pastorais é uma analogia, não o sentido original direto.
Leitura Sugerida
O texto descreve a confrontação de Paulo pelo Cristo ressuscitado. Pode ilustrar, por extensão, a inutilidade de resistir à verdade, mas não deve ser usado para equiparar toda discordância com resistência pecaminosa a Deus.
Reformular a relação entre maturidade e salvação, afirmando que a maturidade é fruto e evidência da graça recebida em Cristo, não mérito pelo qual alguém conquista a eternidade.
Corrigir a frase sobre a aliança, substituindo "superior à nova aliança" por "superior à antiga aliança", caso essa tenha sido a intenção.
Manter João 15:1-8 centrado na permanência em Cristo e apresentar a igreja local como instrumento de comunhão e discipulado, não como a videira.
Explicar Mateus 7:6 com maior cautela, distinguindo discernimento diante da hostilidade de uma classificação geral de pessoas imaturas.
Corrigir a atribuição de 1 Coríntios 3:1-3 a Hebreus e tratar 1 Coríntios 3:10-15 no contexto da qualidade das obras sobre o fundamento que é Cristo.
Usar Mateus 9:17 primeiro no contexto da novidade da obra de Jesus, deixando aplicações sobre mudança pessoal como analogias secundárias.
Preservar as aplicações sobre autorreflexão, humildade, sofrimento e prática da Palavra, acrescentando espaço para lamento, ajuda pastoral e diferenças legítimas dentro da unidade cristã.
Resumo em uma frase:
A ministração oferece uma exortação pastoral útil sobre autorreflexão, prática e crescimento, mas torna-se frágil ao deslocar Mateus 7:6, João 15:1-8, Mateus 9:17 e 1 Coríntios 3:15 e ao aproximar excessivamente maturidade, permanência institucional e salvação.
🤿
Continue o estudo com reflexões da nossa biblioteca para aprofundar o que você ouviu.
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