Igreja Batista Atitude
30 de abril de 2026
46min
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Neste episódio do Família Cast, recebemos o cirurgião oncológico Dr. Sérgio Alexandre para uma conversa profunda, reveladora e necessária sobre prevenção, diagnóstico precoce, tratamento e cura do câncer. Este episódio pode salvar vidas! Assista até o final e compartilhe! E se você deseja ficar por dentro de tudo o que acontece no ministério da família e de todos os episódios do Família Cast, siga @ministeriodafamiliaiba e @atitudefamiliacast. #ibatitude #igrejaatitude #podcast #prevenção #câncer _________________________________________________________________________ Somos a Igreja Batista Atitude! Rua Sylvio da Rocha Pollis, 751, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, Brasil. Pastor Sênior: Josué Valandro Jr.
[música] Olá, família Atitude, mais um família Cash no ar. Eu sou o Wilcley da Monique. >> Eu sou a Monique do Wilkley. >> Quase que não fala meu nome. A gente [risadas] estava falando aqui no bastidor sobre garganta. Eu usei um sprayzinho, né, por causa do pigarro, por causa do ar condicionado. >> Eu que se enrolou, quase que não falou meu nome. Aí vê lá, hein? São 25 anos. Tá enrolando meu nome. >> Ah, tá bom. [risadas] Nós juntos somos casados para sempre >> e paz para toda a vida de Ryan >> Patrick, Eric Caik >> e a voz da Maria Lina de 2 anos, a nossa princesinha. Queridos, o Família Atitude, ele tem como objetivo aqui trazer novidades para vocês. Hoje nós vamos falar sobre um episódio muito interessante, algo que é interessante para você, paraa sua família, algo que nós também queremos aprender. Por isso trouxemos um especialista aqui. Mas antes disso, eu queria te pedir para se inscrever no canal. Se você ainda não é inscrito, inscreva-se no canal, dá um joinha aí pra gente, curte, né? Comenta e compartilha. Agora hypa que esse episódio vai chegar a muito mais pessoas. Se você ainda não nos segue nas redes sociais, @ministéridafamiliaba para você poder ficar por dentro de tudo que acontece no Ministério da Família da Igreja Batista Atitude e aqui no @attitudefamliacch para ficar por dentro de tudo que acontece no família Cash. Bom, sem mais delongas vou falar sobre o nosso convidado aqui, deixar que ele se apresente, Dr. Sérgio Alexandre Reis, especialista em oncologia. Apresente-se para esse público maravilhoso do Família C. C. >> É, boa tarde a todos. Fiquem com Deus. Eh, eu sou cirurgião oncológico. A oncologia se divide em oncologia cirúrgica, que é a minha área, oncologia clínica e radioterapia, basicamente, né? Uhum. >> Eh, a minha formação, eu fiz 3 anos de residência cirurgia geral, depois 3 anos de residência cirurgia oncológica, ou seja, 6 anos de faculdade de medicina, mais 6 anos de especialidade. Eu tô >> só 12 anos só estudando, né, para poder atuar. E as pessoas não entendem. Acho que médico quase não estuda, né? >> Estuda, né? Quase nada. Uma faculdadezinha, né? Até hoje >> é porque >> é até se até parar de exercer a profissão, né? O médico tá estudando, né? >> Quer parar a maioria nem para, né? Morre ou exercendo porque não quer parar de não precisa cozena ou gosta >> também. Não acho muito, como o médico até fala, não acho saudável parar de toda qualquer atividade. Isso para qualquer profissão. >> Você tem alguma coisa, você sente de útil e os trabalhos mostram que você vive até mais, não é? >> Ai que legal. Não é trabalhar que nem um condenado, mas >> sim, não dá para ficar trabalhando loucamente, né? >> Se sentir, porque senão você não se sente útil. Eu acho que começa a dar depressão. Eu acho que é ser importante até do câncer a gente vai ver isso, >> você sempre ter alguma atividade, né? >> Para você poder se sentir inserido na sociedade. sociedade. >> Exatamente. Às vezes não, cara, não quero mais trabalhar como médico, não quero mais trabalhar como como professor, mas eu vou agora me dedicar a tal coisa. É um hobby que se profissionaliza. A terapia até ensina isso a gente para >> não é >> mesmo o acamado. Se ele puder beber água, você tem que permitir que ele beba a água, pega o copo, bebe para ele se sentir útil. Porque às vezes a gente acha que a pessoa tá doente, aí você quer dar tudo e aí você torna ela mais inútil, mais deprê e emocionalmente ela cai. Ou seja, a gente acaba impossibilitando a pessoa de fazer qualquer coisa no enquanto ela tem a possibilidade, né, de exercer qualquer movimento ou atividade que é importante. Muito bom, doutor. >> Contando, quer dizer, eu fiz a terminei a resist no Instituto Nacional do Câncer, depois teve concurso público pro Instituto Nacional do Câncer, passei, fui aprovado, hoje sou cirurgião no Instituto Nacional do Câncer. Fora isso, a parte acadêmica, eu fui professor da escola de medicina da Fundação Sousa Marques durante 12 anos. >> Aham. Sou membro titular do colégio Bras Cirurgiões. Já fui diretor da sessão de oncologia do núcleo central do colégio. Sou sou membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica. Já fui secretário também de sociedade. Eh, sou também titular do Colégio Americano de Cirurgiões, que inglês é Fellow of the American College of Surg. >> Que chique. >> Top. Estamos aqui então hoje com alguém que vai poder nos ajudar e muito falar sobre o conhecimento que cura, prevenção ao câncer. >> Isso aí >> é um conhecimento que cura. Vamos lá. Eh, o senhor >> vamos desmistificar, né, >> desmistificar. Agora o senhor vai fazer essa conexão falando, né, com autoridade sobre isso para nos ajudar, né, porque como o senhor disse, há um misticismo sobre isso, há um tabu sobre tudo isso. Então, o que que levou o senhor a escolher o Colongia e como essa área impactou a sua visão sobre a vida? Isso é importante. >> Desde a época da faculdade que fazia oncologia. Eu acho que é muito do desafio, né? Acho que a coisa que lida o o câncer é a única doença que a gente tem que ela te coloca de cara com a finitude humana, né? Nenhuma outra doença tem esse estigma, porque o câncer até hoje ele é uma doença, teoricamente ela é incurável, né? Ela isso tem muito, lógico, a gente hoje em dia cura bastante, mas ela tem muito esse estigma. Antigamente ninguém nem falava câncer, falava aquela doença, né? >> Até hoje tem gente que fala aquela doença. Eu tinha uma tia que falava: "Ah, aquela doença". A gente aí ficava até ela falar câncer, né? Ficava explicando com ela. Mas tem esse para você ver esse estigma. Ah, fulano tá com câncer, não, fulano tá com aquela doença. Por quê? Ela te coloca de cara a cara com a finitude. E o paciente tem muito isso. Então isso é uma coisa sempre me fascinou um pouco, a coisa do desafio, lidar com uma coisa que realmente é impactante, né? Sim. E é uma área que tem muito aberta a coisas novas, a pesquisas. Então ele tem esse viés também, não só como cirurgia, são cirurgias que tendem a ser mais complexas, cirurgias que são mais desafiadoras e a gente tem que o cirurgião oncológico, então ele lida com vários, várias técnicas cirúrgicas ao mesmo tempo para poder chegar no objetivo. Então isso é uma coisa querendo ou não, acaba nos encantando. Então desde a faculdade eu sempre achei interessante fazer oncologia, né? Agora, na sua experiência, qual é a maior mentira que as pessoas acreditam sobre o câncer hoje? >> É, as pessoas se consolam muito com isso quando chegou no consultório. O câncer não é hereditário. >> Opa, é bom o senhor fazer isso aí, porque aqui, ó, tem uma aqui ao meu lado >> que ela acha que hereditário, porque a minha sogra faleceu de câncer. >> Veja bem, o que acontece o seguinte, o câncer é uma doença ocupacional. Grande maioria dos casos, as pessoas falam: "Ah, doutor, eu não tenho, eu tô tranquilo porque ninguém na minha família tem câncer, mas você pode ser o primeiro a ter câncer". Existem síndromes genéticas que levam ao câncer? Sim, mas na mama você tem isso, tem algumas sím que acho que não vale a pena também ficar elencando que ficou muito técnico assim. Sim, sim. >> Mas são uma minoria de pacientes. Eu até brinco um pouco, se câncer, todo câncer fosse hereditário, a humanidade já tava mais ou menos extinta, né? Então >> é verdade, se f viés aí >> é por esse viés justamente. Então na verdade você tem realmente algumas sinogenétices que levam a a a algumas sinogenétices que levam a a a ter a pessoa desenvolver tumores, mas é uma minoria. A grande maioria dos tumores, eles são basicamente ocupacionais, não é? É você fuma muito. Ah, não, na minha família eu tô, eu tô tenho preocupação, doutor, porque três, quatro pessoas na minha família tiveram câncer. Você vai perguntar, não teve meu tio que morreu de câncer, mas aí você vai ver, não. Ele era fumante inveterado. A outra, a minha minha tia teve câncer de mama, mas aí você vê que a pessoa usou muito hormônio, fez fez, então teve exposição a produtos químicos, então geralmente é ocupado doença ocupacional, doença vários fatores que que vieram a carretar, né? E uma curiosidade do câncer no intestino, que foi que a minha mãe teve, >> pode falar. >> Eh, >> intestino ou pâncreas? >> Intestino. Pegou essa parte, é, tomou toda pâncreas, intestino e >> fígado. Esses três órgãos. O dela pode ser causado por quê? Assim, pelo quê? >> Câncer de intestino, basicamente, você vai até falar mais para frente, basicamente é dietético. O fator básico é dietético, né? Então ela tinha diabetes, >> não, não. Dietético, de dieta, de comida. Você é interessante que isso você vê até o tipo de hábito alimentar. O câncer de intestino, ele é muito comum em pessoas que comem muito, é uma dieta rica em embutido, carne vermelha, basicamente comida muito processada. É um câncer muito comum nos Estados Unidos por causa disso. O Brasil não come, o brasileiro de Major não come muita comida processada. >> Uhum. Então, durante muito tempo, o câncer de intestino não era tão comum aqui no Brasil, tinha mais câncer de estômago. estômago. >> Sim. >> Hoje em dia tem muito, tem menos câncer de estômago e muito mais câncer de intestino, porque a gente tende a copiar uma dieta hoje em dia muito do americano. >> É isso que eu ia perguntar ao senhor. >> Comida mais processada, comida mais de fast food. fast food. >> Então tem a ver com com alimentação total isso aí. muito muito totalmente ligado à alimentação. >> E sobre alerta, né, dos sinais que ninguém pode ignorar, quais são os sinais mais comuns de câncer que as pessoas costumam ignorar? >> Vou falar antes, eu só queria só entendo dos mitos que eu esqueci de colocar. Maravilha. >> Outra coisa, câncer não é contagioso. Isso é uma coisa que às vezes as pessoas acham que é contagioso. >> Antigamente tinha-se muito isso. Eu lembro quando eu era criança, falava que alguém tava com câncer, as pessoas ficavam com medo de chegar próximo. >> Não, não, não, não. mesmo câncer que causado por vírus, por exemplo, o vírus do herpes genital, ele leva câncer do colo uterino, câncer de pênis e câncer da região anal é causado por um vírus. dentro da linhagem dos vírus dos do herpes do herpes vírus tem algumas cepas de vírus, algumas tipos de vírus assim para facilitar que levam a transformação mar. mar. >> Só que ele não é contagioso, >> mas não é isso não. Você se pode contagiar do vírus, mas você pode não necessariamente você pode ter o herpes genital, mas você não necessariamente pode ter o câncer, >> desenvolveu o câncer, né? Mas o câncer em si não é, ah, eu tenho câncer do coluterino, não posso posso passar câncer de pênis pro meu marido. Não, não existe. existe. >> Entendi. >> O câncer não é contagioso. >> Não é contagioso. >> Você pode passar o vírus, mas não. >> As pessoas ficam naquela e neura, né, de que não vai mais ter um relacionamento devido porque tá num tratamento com medo de contagiar o outro. Uma coisa, o e hepatite B e C são infecções virais que levam uma hepatite crônica que pode levar transformação maligna e câncer hepático, >> mas não sãoos. >> Mas não o câncer de fígado não, mas você pode passar para alguma pessoa hepatite B ou C. >> Entendi. >> Passa o vírus, não a doença. Esse é outro mito que o câncer contagioso ele não é muito bom elucidar sobre isso porque para desmistificar mesmo. Agora falando sobre os alertas, né? Os sinais que ninguém pode ignorar. O que que aí o senhor pode falar do mais são os mais comuns que as pessoas costumam ignorar? >> Eu acho o seguinte, dor persistente é uma coisa importante >> naquela região, na determinada região, >> de repente assim, mas isso a gente vê muito em câncer de pâncreas, por exemplo, que é um câncer silencioso. A pessoa às vezes começa a ter muita dor nas costas, porque o o pâncreas é um órgão que tá no fundo da barriga, digamos assim, né? >> E a pessoa acha que tá com dor nas costas, costas, >> contato direto com a com a coluna lombar. A pessoa sente muita dor nas costas e não sabe o que que tem dor, é dor, não tem dor, não é postural, não. Mas eu faço exercício, eu tenho a postura ereta. Tô sempre com dor. Então é um sinal oculto de uma de um tumor de pâncreas, por exemplo, entendeu? Por exemplo, você às vezes tá com uma dor sempre na perna, sem na perna e não melhora, uma dor ciática que não passa. Às vezes pode ser um tumor que a gente chama de sarcoma, que são os tumores do do que a gente chama do tecido conjuntivo, quer dizer osso, músculo, não é bainha de nervo, >> não tem. >> Então, por exemplo, eu operei agora há pouco tempo um rapaz, ele tinha um um tumor dele, não é maligno, é um tumor da bainha do nervo. E ele começou oper axila onde passa o plexo braquial, que enerva o braço, né? Ele durante muito tempo ele começou a sentir uma dor que não passava um choque irradiando por baixo. Depois uma o tumor começou a crescer. Aí ele procurou um médico, foi operado também. >> Glória a Deus. >> Mas glória a Deus. Mas ele a maquou muito tempo desapercebido porque ele ele ele é chefe de cozinha. >> Achava que não é porque eu tô com ela paraento repetitivo, não sei qu. Então >> enfim, qual que é a dor que está se repetindo? Bom procurar o mestre. de olho, dor de cabeça que não passa ou você tá uma dor de cabeça que não passa. Se você hipertenso, pode ficar preocupante que pode gerar um AVC tumor cerebral também por causa da hip aumenta a pressão intracaniana e vai dar dor, não é? Então, >> então dor de cabeça constante é um sinal também para ficar ligado. >> Sim. Outro sinal, perda de peso, inexplicável. Estou comendo, como bem, tem apetite, gosto de comer besteira. Agora, em vez de em vez de ter gordo, tô numa num ritmo de emagrecimento. >> É, faz o inverso, >> faz o inverso e não há emagrecimento assim, não. Eu agora tô perdendo peso porque eu tô tomando uma medicação, porque eu tô eu tô com açúcar alto, fui no médico, me passou hoje em dia você tem, né, Monjar Zenque ou você tá fazendo uma dieta. Daí eu comecei a perder peso rapidamente. Mas tem uma razão para isso. >> Sim, tem uma razão, até mesmo porque é saudável aquilo ali. Essa perda é saudável. Emagrecimento que a gente chama de saudável. Agora eu do nada começo a perder peso, você vê que a pessoa vai começar a ficar meio cadavérica, a cor. Então isso é um sintoma para você. >> Sinais é de unhas amareladas, esse tipo de coisa. Pálpebras também vão ficando, né? >> Vão ficando e e muito cansaço, né? Aí entra num outro sintoma que é inespecífico, mas a pessoa ficar atenta a uma fadiga extrema. >> Entendi. >> Não é do nada eu tô emagrecendo, tô ficando muito cansado, porque você vai ver, tá com anemia ou tumor. A gente tem que entender que o câncer é um parasita totalmente adaptado, porque ele nasce da sua carne, digamos assim, do ponto de vista bíblico até falando, né? Aqui o tumor ele é um é um crescimento de células desordenadas do teu próprio organismo. organismo. >> E ele ele se adapta de forma tão perfeita que ele é um ele rouba toda a energia do hospedeiro. Ele cria vasos como se fosse uma neoplacenta para tirar nutriente do teu sangue. >> Nossa. E os vasos neoformados pelo tumor. Um grupo de células desse tumor, ele tem a capacidade de entrar nesse vaso e dar uma metástase, né, como o povo diz, enraíza para um outro órgão, porque ele é adaptado para isso. Os próprios poros dos vasos casos produtos por são maiores, então isso vai gerar fadiga, porque é um, você tá criando um alien dentro de você mal comparando aquele filme do alien é um alien que você tem, você tem, >> tá sendo, ele vai sendo alimentado aos poucos, ele vai crescendo, vai desenvolvendo >> justamente. Então esse é um outro sintoma de ficar atento. Ah, não, não tô nem emagrecendo tanto, mas eu ando tão cansado, tudo eu tô cansado porque você vai ver, vai estar com alemia daí você pesquisa. pesquisa. >> Esse seria algum tipo de sintoma silencioso? >> Sim, estamos dentro dos silenciosos. >> Tá dentro dos silenciosos, né? >> Justamente. Outra coisa, a alteração da pele, como você falou, ficou com a pele, tá ficando uma pele meio esquisita, meio amarelado, câncer de pâncreas, principalmente da cabeça do pâncreas, né? Porque o pâncreas se divide em cabeça, cabeça, corpo e caudda do pâncreas. cor o tumor na cabeça do punkre, ele comprime a via biliar, que é o que drena bí do fígado pro intestino. O a via biliar passa por baixo do da cabeça do pâncreas, então ele cresce, incha, digamos assim, uma linguagem mais lei e vai dar o que a gente chama de quiter para você começa a ficar amarelada. >> Isso ele já contamina o outro órgão que é o fígado. Logo, >> a verdade não, ele contamina a viabilar, não é contamina, ele invade ou comprime por compressão, entendeu? Eh, outra coisa que a gente pode ter, mudança dos hábitos que a gente dos hábitos intestinais e urinários. Ah, eu de uma hora para outra comecei a ficar constipado, dificuldade ao banheiro, prisão de vento, nunca fui constipado. Mudança da da da do da das féses, por causa do câncer de intestino ocorre muito. muito. >> Na urina, >> as espé começam a ficar finas. na urina, de repente comecei a urinar sangue, dificuldade de urinar, no caso do câncer de próstata, sangramento na urina do nada câncer de bexiga. Então são sintomas inespecíficos. Outras coisas podem causar, >> tem ficar sempre ligado nisso e juntamente procurar um médico >> ligado. Com certeza é sangramento em comum. Fui evacuar junto com as feeses, sai sangue. As feeses sujas de sangue, suj de tipo um catarro, sinal de que pode você ter ou um pólipo intestinal. Ou então câncer de intestino que ele leva isso, né? Caroços ou inchaços de um lado da minha mão meu braço começou a inchar. Aí Paulo, tocou um caroço naxila represando a drenagem linfática. uma vizinha doutor da onde minha mãe, né, mora até hoje, onde eu fui criado em Bragipina, vizinha de muro. Ela começou assim, o braço dela inchava >> até que ela teve que retirar um câncer que tava com câncer na mama, >> porque o princi a a o câncer, a muitos, a maioria dos cânceres, eles fazemen, eles drenam o primeiro lugar de barreira do é o o sistema linfático. Então o câncer de mama ele vai dar metástase pros gangos linfáticos da axila, que a gente chama de linfonó, né? O braço dela enchado. >> Então o aumenta os gangos linfáticos, represa a drenagem linfática e o braço incha. incha. >> Ela teve que retirar chama isso de linfedema >> as duas mamas. Até que quando voltou da última vez foi muito forte, mas foi anos que ela lutou contra o câncer. >> Eu perdi uma amiga de 50 anos >> com câncer também. Ana Cláudia, né? ela teve com 18 anos a primeira vez e depois ela foi tratando, passou não. O dela foi, ela teve na região do do do fígado, entre abdômen, fí quando no final foi muito forte. Eu perdi um amigo com 39 anos também com câncer de pâncreas. Tem cânceres que incidem mais em pessoas jovens ou crianças e são raros em adultos e tem o contrário, tem cânceres. A maioria dos cânceres são doenças da terceira idade. Geralmente cânceres quando dão em pessoas mais jovens, por exemplo, uma pessoa de 30 anos com um câncer de estômago, ele tende a ser mais agressivo, porque é um câncer mais comum em idades mais velhas. O metabolismo ainda é muito acelerado. Por exemplo, uma mulher de 20, poucos anos, 30 anos, com câncer de mama, tende a ser um câncer mais agressivo, poder metastático maior. >> Maior. >> Qual os câncer mais assim? Porque muitas vezes só uma tanta coisa, não, perdão. E dificuldade para engolir é outro sintoma também. >> É importante falar de >> que a pessoa pode achar que tá com probleminha na garganta, >> na garganta, câncer de cabeça e pescoço, né? né? dificuldade para engolir, escarro com sangue, essas coisas, tosse por causo que tem essas pulmões à vez você começa a torcir, não sabe que tá tcindo toda hora. Você saes assim, vamos lá, tosseca, a pessoa tendo essa tosse constante, >> tosseca constante, procurar o médico, né? né? Tem um filho de 21 anos tem uma pequenininha. Alérgico, né? >> Ele é alérgico. Ele é totalmente alérgico. Mas a gente dá dura nele para ele procurar o médico. >> Não, não é. Não, claro, tem que ver. Porque isso às vezes a pessoa começa a fazer infecção respiratória de repetição também é ruim. A [roncando] tosse que eu tô falando do câncer, aquela isso. Às vezes a a pessoa fica um tempo sem sem se tocar para pessoa fuma. O fumante, >> ele tem a tosse do fumante. >> Ele acha que é é só tosse do >> tosse há uns 300 anos. Aí tá tcindo, tá tocendo. Piorou a tosse. Ah, mas porque eu tô fumando. Continua fumando mesmo. Aí e todo mundo sabe que esse troço mata, né? mata, né? >> Mata. >> E por que que usa? O cara tá se matando todo dia. Todo dia. >> Por isso que a cigarro ganha muito dinheiro. Porque >> caramba, me dependsó. O cigarro é uma coisa complicada e é uma coisa muito pessoal. >> Emocional também. e a e a e a sensibilidade da nicotina na pessoa, porque você >> o organismo ela vicia naquilo ali, né? >> Justamente. Uma coisa interessante, a nicotina por si só, ela não é tão ela não é cancerígena, só que existem outros compostos Sim, é que são cancerígenos. >> Um dado interessante durante o Tabis é uma área que eu particularmente gostou. >> Então é interessante até a década de 50 o cigarro era sem filtro. >> Sim. Povo antigo mais cigarro sem nome tinha cigarro com filtro? >> Sim, sim. >> Aquele de palha, né? >> Matava muito por doença cardíaca. Não, o próprio cigarro mesmo industrializado, ele não tinha filtro. >> Aí depois da S50 não criaram o cigarro com o filtro de feltro que tem até hoje, né? O o filtro do cigarro. >> Uhum. >> Aí diminuiu a doença cardíaca causada pelo fumo. pelo fumo. >> O câncer foi lá para cima. >> Aí foi pro pulmão. >> Arrebentou. Tá, não só pulmão, o tabagismo dá outros cânceres que só estão ligados ao tabagismo e pouca gente sabe. >> É meio exemplo, câncer de bexiga. Câncer de bexiga. 95% das pessoas têm câncer na bexiga é por causa do tabaco. >> Nossa, >> é muito legal o senhor falar sobre isso, porque as pessoas acham que só vai pro pulmão pulmão >> e tem ação ciné e cabeça e pescoço também, laringe, cordas vocais. >> É isso. Eu sabia que porque até muitas pessoas dá problema, muda, né? voz >> tem é outro sintoma inespecífico. E outra coisa, o câncer de cabeça e pescoço, língua, mandíbula e laringe, faringe, corda vocal, né, que é na laringe, ele ele tem um fator sinérgico. Geralmente a pessoa que fuma e bebe, >> entende? >> É o alcólatro e o tabagismo. O álcool e o fumo, eles têm um efeito sinérgico em aumentar o que a gente de carcinogênese, né? Aumento das trenvelão. O câncer, >> tirando minha dúvida vai lá. Qual os cânceres mais eh propício para criança e jovem? >> Criança e jovem a gente tem aí vem grande que muito comum é a leucemia, né? A leucemia que a gente tem as leucemias basicamente assim, lógico, é muito mais complexo o assunto, mas a leucemia basicamente se divide em dois grandes grupos, que é a leucemia linfoide e a leucemia mieloide. A leucemia linfoide, ela tem um prognóstico melhor e é mais comum na criança, no jovem, né? A leucemia mieloide, ela é mais comum no adulto, mas ela tem um prognóstico um pouco mais reservado. >> Seria assim o que atinge mais as crianças é a questão da leucemia, né? leucemia é mais tem alguns tumores, porque veja bem, os tumores, os cânceres são divididos em dois grupos basicamente, que a gente chama de tumor sólido e tumor líquido. O tumor sólido é o tumor de pâncreas, de fígado, de estômago. >> Na criança, os tumores sólidos mais comuns, basicamente você tem dois que são comuns, que é o neuroblastoma e o tumor, um tumor de rim, que a gente chama tumor de vilmes, que tem outro, tem várias subvariantes. São os dois tumores assim muito comuns em criança pequena. Além dos sarcomas, né, que são tumores do do que aí é tumor de músculo, de osso, é do tecido conjuntivo, né? >> Sim, sim. Mas no caso esse aí ele seria uma nascença, uma uma má formação ou ele ele nasce na pessoa meio nasce a pessoa aí vem criança com três meses envolve. >> É mesmo. >> Tem alguma coisa genética também, entendeu? Mas às vezes exposição da mãe a produtos químicos durante a grande, tem gestante que fuma. Tem outros fatores também. Agora para falar sobre um pouquinho da prevenção na prática, né? O que que realmente funciona nessa prevenção do câncer hoje? O senhor pode dar uma ideia para >> Acho que é o seguinte, é o geral você se cuidar e dar oo médico periodicamente, tá atento ao seu organismo, né? >> Alimentação que é muito importante, né? Alimentação eh não fumar, não é? Por exemplo, você trabalha em indústria de produtos químicos, mas a própria empresa, as empresas sérias já fazem, usa máscara, usar proteção, >> toda a prevenção, material de EPI, bem, bem bem bem e sabendo usar direitinho, orientado para isso, né? >> Agora, sobre diagnóstico precoce, quer fazer mais uma pergunta aí? >> Pquinho, é a práticar a atividade física também previne? Previne. Previne sim. Melhora, porque também melhora a imunidade. >> Sim. >> Câncer, na verdade, ele se manifesta como doença também por uma falha imunológica do próprio organismo. Falando. Falando. >> E outra coisa, a parte emocional sendo tratada com terapia, isso também ajuda, >> ajuda. Pessoas que têm depressão, depressão é doença, a verdade. Depressão não adianta só você fazer o apoio psicológico. Você tem que tomar remédio. >> Remédio. Sim. Porque a maioria das doenças psiquiátricas elas ocorrem porque falta algum neurotransmissor ou tem excesso. Então você tem que usar uma medicação para isso. >> Com uma pessoa que é diabética, hipertensa, uma doença crônica, ela tem que tomar o remédio, isso não adianta. Então a depressão, pessoas que são muito que têm depressão com doença, elas tendem a ter, podem ter uma tência uma hora fazer câncer por causa do sistema imunológico. A depressão altera o sistema imunológico. >> Baixa, >> elas podem ansiedade >> também. Ah, meu Deus. >> Sabe um dado interessante [risadas] em trabalhos que >> ansiosa >> câncer de mama. Você às vezes vai tem a ver com câncer de mão. >> Não, não, não é o problema de depressão ou choques emocionais. Você às vezes pega muitas mulheres com câncer de mama, você vai fazer um histórico dessas pacientes, elas tiveram algum problema, >> passaram por traumas de filho, separou do marido ou pegou o marido numa traição, algum fator assim que aquilo depois vira um gatilho que dispara. Isso é o gatilho, né? >> Dispara. >> E aí baixa o organismo, na verdade, isso não sei, né? Mas pode ser como a gente lidar muito com com questão de de pessoas que tm problemas com família, são pessoas que são que fica absorvendo, elas não conseguem verbalizar, porque você falar é libertador. Quando eu falo eu liberto. Aquele que fala, esse tem muito menos propensão a ter uma doença desse tipo do que aquele que >> o o que guarda, o que não fala é perigoso. Então se mata, né? >> Perigoso. É isso aí. E aí pode ser que dentro desse diagnóstico que você o senhor falou aí, quando vai fazer essa anamnese com a pessoa, começa a entender, mas você já falou sobre isso? Já foi no psicólogo ou no psqu começa e ela vai dizer que não, nunca colocou para fora e aquilo vira um câncer. >> Há muito preconceito, né? Então e é uma bobagem, né? >> Total. >> Aí eu tomo meu remédio de ansiedade. >> Muita gente toma. [risadas] Então eu acho que assim, hoje como a gente trabalha muito com questão familiar aqui, nós trabalhamos com casais, eu trabalho com homens, ela com mulheres e a gente hoje entende hoje que dentro daquilo que a gente trabalha existe as pessoas que estão muito machucadas por situações que aconteceram. Então a nossa orientação é sempre procurar um profissional da área da saúde. Nós indicamos para um psicólogo que ele vai indicar para um psiquiatra. A nossa parte é entender que o emocional dela foi abalado. Se nós não conseguimos ajudar na área de um aconselhamento cristão, espiritual, a gente encaminha para um profissional de saúde. >> Porque senão, se Deus não desse habilidade ao homem, é isso que a gente tá tentando fazer o tempo todo aqui. O que a gente vem tentando, né? É a tricotomia que a gente fala, corpo, alma, espírito. Isso aí, >> porque a pessoa vem aqui abalada espiritualmente, não tem nenhuma conexão com Deus. Vamos levando até a pessoa ter, o casal se ajustar, OK? A gente vê que o emocional tava abalado, a gente vai direcionando pro psicólogo porque vê que já afetou a saúde física, né? E foi o que o senhor falou aí, referente ao câncer, ele vem propenso de situações emocionais. >> Um grande é assim, principalmente relação, não precisa ser só homem e mulher, né? Irmão, irmã, pai, filho, amigo, amiga. A parte espiritual é importante porque assim, à medida que você perdoa, você já resolve, porque o perdão você se você se desobriga, né? Você fica o a raiva, o o amago, aquilo introjetado, aquilo mexe com a pessoa de alguma forma. vai influenciar no corpo físico, a pressão sobe, eh o câncer, >> o organismo ele começa a trabalhar de uma forma diferente, né, quando acontece isso. Aí essas células elas já não vão mais ficando tão trabalhadas naturalmente, elas começam a adoecer, né? >> E principalmente a parte imunológica. Todos nós fazemos células cancerígenas todo tempo todo tempo >> por baixo. >> Todos nós. Todos nós porque é uma alteração na divisão celular, mas o seu imunológico reconhece, vai lá e >> e ele combate aquilo. >> Então o senhor falando disso, o nosso pastor, né, o pastor Josué teve um câncer de rins, >> teve uma vez suprarrenal, na suprarrenal dele, teve um, fez a cirurgia, teve a segunda vez. Só que nessa segunda vez que ele teve, ele teve que tirar de um lado todinho a suprarrenal, no outro ele diz que tem uma pelinha, só tem um pouquinho. E ele faz mensalmente uma reposição de imunoterapia. Ele faz aquilo ali, ele a hormonal, ele não chegou a precisar fazer, ele faz a imunoterapia mensal. A a a a esse P ele diz que essa pelanquinha dele ainda produz o hormônio suficiente >> que ele não precisou fazer, mas ele tipo assim quando descobriu tratou logo, mas aí voltou dois anos depois e aí entra a fé. fé. >> É >> É >> aí que eu queria entender com o senhor, a fé entra nessas questões todas, porque que acontece? Nós temos uma igreja hoje de 18.000 membros, sede juntando todas as igrejas aí temos quase 60.000 pessoas. O corpo de Cristo da Igreja Batista Atitude entrou num propósito de oração pela vida do pastor Josué. E o que aconteceu na vida dele, os médicos dizem que foi milagre, porque ele tá conseguindo, claro que com tudo aquilo que Deus preparou, preparando, como o senhor disse, senão ele não teria dado os dons, deu aos médicos >> que foram muito profissionais e capacitados para fazer aquilo, hoje ele vive uma vida normal. Mas a questão da fé é importante. Trabalhos científicos mostram que pessoas que têm fé, têm uma crença, elas tendem a a suportar e terem uma evolução melhor no tratamento. >> Entendi. Ou seja, porque ela crê que algo maior do que elas, do que a própria medicina vai poder curar. do ponto de vista puramente científico, isso mexe com a imunidade. Isso mexe com alguma coisa, mexe, >> aumenta a imunidade dela, >> aumenta isso tudo é interligado, né? Porque o a gente não é só não é só corpo, você tem uma consciência, mesmo você não acreditando, ah, eu não acredito no Deus do jeito que vocês acreditam, mas eu tenho uma crença. Você alguma coisa é interligada e isso mexe com a parte, isso isso colabora com a cura. trabalhos científicos sérios. >> Eu não sei se o senhor já ouviu falar e eh nós >> tem um trabalho nos Estados Unidos que fizeram assim, separaram alguns pacientes, >> paciente. Eu vi que a família orava e outros outros >> ah ah não, até voluntários. É, olha, reza para fulano, fulano, fulano e depois depois viram que esses pacientes evoluiram melhor. >> Então é por isso que eu toquei nesse assunto do pastor Josué. Nós tivemos outro caso aqui também da nossa líder, né, do Ministério da Família, que é a Gilce. Ela passou por um processo de câncer, né, a Dilce, e foi curada. Já, infelizmente não houve a mesma situação com que o esposo dela, que era o nosso líder no ministério, descobriu e em 15 dias faleceu, teve um câncer de pâncreas e fígado. Foi muito rápido. >> O câncer de pâncreas é um tumor que ele é muito agressivo. Que que acontece também? Existem tumores que a biologia tumoral é agressiva. Por exemplo, câncer de pulmão, câncer de pâncreas, mesmo você operando, tratando e tudo mais, >> são tumores que celularmente a biologia do tumor é agressiva. Então são tumores que dão metástase, mesmo você tratando lógico, você curou, teoricamente você tá bem, mas mesmo assim são tumores que eles tendem a ser mais agressivos. melanoma que é um tumor de pent. >> Sim, eu gostaria de te perguntar também uma coisa. Hoje em dia a medicina tá muito avançada, tem muito recurso. Bastante. Bastante. >> Qual é o índice de cura hoje do câncer? Porque como você disse, né, quando recebe a notícia, todo mundo acha que já tá, >> é, já viu, já vai encomendando tudo, se despede da família. Não é bem assim. Isso é uma, isso é uma máxima que passa os tempos, né? O tumor, o câncer dele diagnosticado ali na fase inicial. Ele tem um índice de cura que quase 95%. >> Ou seja, o diagnóstico precoce, ele é muito importante, >> muito importante, muito. Porque o que acontece é o seguinte, o todo câncer ele tem estágio 1 2 3 e 4. >> O estágio quatro é quando o paciente já tem metástase, metástase é o tumor maligno, ele se caracteriza por maligno o nome câncer, não é? É por isso, porque as o tumor ele vai ele vai jogar células na circulação sanguínea, ele vai dar colônias em outras áreas do organismo, que é a metástase. Então, ah, eu tenho um tumor no intino e deu metást no fígado. Então, isso já é o estágio quatro da doença, que você tá com doença metastática. >> Normalmente são órgãos interligados que dá metástase. >> Existem critérios tanto de biologia celular celular para você o criar uma colônia de tumor. >> Uhum. Então tem tumores que, por exemplo, tumor de mama é muito comum metá dos ossos. >> Entendi. >> Porque existe uma ligação da membrana celular para poderos daquela região toráxica. Não, no corpo todo, não só da região. região. >> Não, não, não. Corpo todo. A metástra e aí isso é uma confusão também. Existe doença localmente avançada, ou seja, você tem um tumor na mama que invadiu a costela. Isso não é metástase, ele cresceu e invadiu. Mesma coisa, eu tenho um tumor de esôfago que invadiu a traquéia. A traquéia pass que é onde tá passar, passar, >> ela tá tá junto com o esôfago. Então fez uma fístula tumoral. >> Entendi. >> Um tumor do reto que invadiu a vagina na mulher, por exemplo. Fez uma fita tumor. Isso é uma doença localmente avançada. Você pode ter isso não ter metáste. >> Entendi. >> Metástase é quando você tem um tumor no intestino lá embaixo e deu uma metá no fígado. fígado. >> Uhum. Então são coisas bem distintas. >> São distintas. Hoje, até hoje quem tem doença metastática não se cura do câncer. Não há, não há diagnóstico, não, não há relato sobre isso, >> não, não existe. O doente com metástase, ele vai, o que a gente faz é prolongar sobrevida e às vezes sobrevida grande, tem paciente com você metastase, você contar até mais um dia com também com avo que a gente tem tanto de imunoterapia quanto de quimioterapia e controle de doença, até cirúrgico mesmo. Existe cirurgia para metástase também que você tem pacientes, aí tiveram metástase para tomou de com metást no fígado que estão aí 10, 15 anos bem controlando a verdade a doença metastática, o doente ele passa ter um perfil de doença crônica, né? Hum. >> Ou seja, ele tem, ele é uma pessoa de alto risco que o tempo todo controlado. >> Em algum momento o câncer vai matar ele. >> Entendi. >> Mas isso você vai, o que a gente faz é jogar sobrevida pra frente com qualidade. >> É como se, né, o rei Usias pediu lá para Deus, me dá mais 15 anos. >> É isso aí. Seria uma oração. Senhor, >> não me leva agora não. Sei que chegou aqui o diagnóstico, poderia me dar mais 15 anos que eu tenho mais algumas coisas para fazer aqui. Seria isso, né? crer isso aí com Deus e pedir essa sobrevida e através do tratamento ele vai prolongar e da sua fé. >> Ainda não se tem nada que o que cure o paciente com o estáo quatro dança metastic. >> E o que acontece no é estatisticamente uma pessoa com estágio um do câncer, ele vai ter muito mais por eh probabilidade de ficar curado que alguém com estágio três. três. >> Sim. >> Quanto mais você vai avançando nos estágios da do >> mais difícil. >> Mais difícil a cura. Ou seja, a cura ela pode existir quando tá lá no estágio um, >> com certeza. >> Dois ou três também, mas ou três consegue. consegue. >> Consegue, consegue. Mas >> de tratamento, né? >> Tratamento. Mas por exemplo, um paciente com estágio um, ele tem, digamos, 95% de chance de cura. >> Estágio três, aí é 40%, 30%. >> A margem ela vai diminuindo conforme o estágio, né? >> Examente. Por isso é importante diagnóstico precoce. >> Quanto antes o diagnóstico precoce vai, >> qual são os exames que você indica? Então, por exemplo, que eu indico, mulher [roncando] no depois dos 35 anos, 38 anos, mamografia, ultrassonografia de mama, sempre fazendo os dois com exame complemento outro. Outro também que é um exame simples de se fazer na mulher, preventivo, né? fazer aí no na clínica da família post de saúde ou no seu ginecologista fazer o preventivo anualmente. >> An >> câncer o na mama mamografia e ultrassom hoje em dia o protocolo você geralmente indica de dois em dois anos. Atualmente antigamente era anual, agora é dois em dois anos. E mulheres que não tenham risco ou que não tenham lesões suspeitas. Você não tem >> agora quanto essa questão do histórico familiar zero isso. Ela vai ter que seguir o protocolo ou não? Tem que ficar atento para, digamos, se ela chega assim, assim, >> por exemplo, na mama, existem uma doença, duas doenças genéticas, vári vári alterações genética lá do BRCA1 e BRCA2. Eu não vou entrar no médico porque aí é muito complexo, >> específico, né? Mas aí você desconfia, por exemplo, chega passe no teu consór, doutor, eu tô com, eu diagnostiquei câncer de mama, mas a minha mãe teve câncer de mama, minha irmã, minha tia, minha prima, todo mundo com câncer de mama, >> câncer específico. E aí, >> ou câncer de mama, mas minha mãe teve câncer de útero, de endométrico que a gente chama, ou a minha outra prima tem câncer de ovário. Então, há uma ligação genética. Então, aí você encaminha para um oncogeneticista, que é o oncologista, que é especialista em genética. Entendi. Ele vai fazer um acompanhamento mais específico. >> Aí tem testes que a gente faz para ir justamente elen >> eh classificar essa paciente com ou esse paciente com uma doença genética. >> Essa área abdominal >> uma minoria mais pode ocorrer. >> Entendi. >> Essa área abdominal uma outra som. >> Aí vem outra coisa. Então falamos da mama da mulher. Mama mamografia ultransonografia. Outra coisa, mamografia em mulher jovem não adianta fazer, porque não é o correto. A mama, ela tem que tá um pouco menos densa paraa mamografia. >> E jovem até quantos anos que o senhor tá dizendo aí? >> Acho que depois dos 35, 38. Antigamente, assim, depois dos 40 anos, mamografia e ultrassom. >> Até os 35 anos >> você pode e geralmente o câncer de mama é mais raro, então você pode [roncando] >> ultrassom, alto exame, geralmente é alto exame, ultrassom, mamografia, né? >> Uhum. Agora, sempre importante as mulheres com mais idade, além do alto exame, fazer sem mamografia e ultrassom, porque a gente só tem capacidade de palpar nódulos acima de 2 cm. >> Entendi. >> Já é um tumor que não é tão pequeno. Então, Então, >> mamografia e ultra para pegar lesões microscópicas. saindo, saímos da mama preventivo para câncer de colo uterino. Eh, aí vem uma uma outro problema, uma outra coisa que a mulher tem que estar atenta câncer de útero, sangramento. Ela o câncer de endométrico que é um tumor mais comum, né, em mulheres com um pouco mais de idade, >> que é chamada endometriose, que é >> não, endometriose é outra coisa. Eu gosto de perguntar porque eu não sei, então é bom perguntar porque >> pode ter outras pessoas que est a mesma dúvida, dúvida, >> nériose? a proliferação do tecido endometrial, que é o tecido que onde implanta o neném, né? >> Aham. para fora do útero. Então, geralmente na cavidade pélvica é uma causa de infertilidade, dor. >> Entendi. >> Agora, o câncer de endomério, por exemplo, é aquela senhora, mulher pósmenopausa, não menstrua mais, de uma hora para outra ela faz o sangramento ginecológico. >> Depois de anos, sem ter o ciclo mistrar, tem que investigar, pode ser um câncer de médico. Entend >> aí faz um exagerado de esteroscopia >> agora e ir para o >> intestino. Não, não. Aí vamos, vou chegar mul aí porque da mulher agora intestino. intestino. Após os 40 anos, uma colonoscopia a cada 5 anos. >> Após os 40, >> olha, antigamente era 50 ou história familiar de câncer intestino, aí descia para 40. Agora não. Todo mundo após os 40 anos uma colonoscopia a cada 5 anos. >> Minha ainda tá em >> Porque o percursor na maioria dos casos de câncer intestina é o pólipo que você tira na colonoscopia. Se você tem um pólipintestinal, a chance dele fazer transformação maligna em 20 anos é grande, é alta. Então a prevenção o quê? Colonoscopia, tá? Tem um pólipo aqui, retira, tem outro aqui, retira. Então, acompanhamento de 5 anos com uma colonoscopia qualquer pessoa. >> Ou seja, para mulher a propensão do câncer é muito maior do que pro homem. >> É, no caso do ensino, tanto para homem quanto pra mulher, um órgão colonosco, órgão comum. >> E a idade seria a mesma >> a partir dos anos. Isso aí. Então, no meu caso, que já tô com 50, nunca fiz, já passei da hora, né? >> Já passou da hora de fazer a colonoscopia. >> Pode agendar para mim lá, que ela que faz esse agendamento. >> Faz, tem que fazer para você e para mim. E para homem, quais são os exames? >> Homem, câncer de prósta, que é o tumor mais comum. >> Aí, após os os 45 anos, 50 anos, né? >> Uhum. >> Toque retal, neurologista, dosagens [roncando] de PSA. >> Tá. >> Então, eu sempre controlei pelo PSA. Então agora >> PSA, o ideal é sempre fazer os dois. O importante é colher o PSA antes e fazer o toque retal. Você faz o toque retal e faz o PSA, faz o PSA, >> eu nunca fiz o exame de de toque. >> Toque. Então geralmente assim, se o PSA tá pequeno e tudo, teoricamente você pode >> É, eu já todas as vezes que eu fiz e os médicos falaram: "Não, não vai precisar fazer porque o teu exame tá OK, tá tudo legal, as taxas pessoa até quase que indetectável. Aí >> é isso aí. Eu nunca fiz por isso. Justamente que desde os 40 eu venho fazendo PSA. >> Fazendo PSA. E aí quando fiz 45 já começa a aumentar a sociedade de urologia, ela ela ela orienta que depois dos 50 anos, além do PSA fazer o toque retal porque existe o o PSA que é o marcador tumoral para câncer de próstata, que é o antígeno prostático específico, PSA, uma sign específico, o PSA também aumenta em caso de prostatite, infecção da prósta, hiperplasia prostática benigna. Quando os homens começam com aquela mixão na hora de urinar, isso é importante. Não é sinal de câncer de próstata. Pode pegar um câncer de próstata oculto, >> sim, mas não é o sinal >> não. Isso é mais sinal de hipertrofia. Aumento da próxasia que não é isso que incha, né? >> Justamente hiperplasia. >> Hiperplasia. >> A fica inchada. Aí comprime a ureta e a pessoa tem pessoa tem >> aí tem que tomar medicações para poder ajudar nisso aí, né? >> E só consegue detectar isso através do exame, né? >> Exame toque e depois faz ultrassol. Maravilha, Monique. A gente acabou o tempo. É tanta coisa. Caixinha de pergunta. Eu falei para ela que tinha fazerunta. >> A gente fica aqui na parte da comunicação. Nenhum dos dois fez jornalismo. É natural. Isso aqui >> é espontâneo. Só que é o seguinte, falei que ela tem que fazer jornalismo porque ela fazia entrevista. Se deixar total a entrevista dela é natural. >> Eu assim, é muita coisa, mas vamos ter um outro momento pra gente conversar. Quero agradecer muito o senhor pela sua disponibilidade. É um prazer receber alguém, né, do seu gabarito aqui que tá nos presenteando, nos brindando aqui com tanta informação e tão pouco tempo, né? >> É aquilo, a gente joga uma sementinha pra pessoa poder começar a pensar. >> E se as pessoas quiserem achar o senhor, como é que faz? Através do seu Instagram? Como é que é? Existe um Instagram específico? >> Instagram tem uma vez, mas eu não tenho muita paciência para postar. Instagram, eu tenho o meu consultório que é na Tijuca. Tijuca. >> Sim. Mas no seu Instagram a pessoa consegue conectar lá com o senhor, conseguir o seu contato para poder Então, então a gente vai deixar o seu arroba aqui na descrição, tá? Vamos deixar o seu ar e deixando o seu ar aqui. Cartão digital, >> tem, >> eu posso passar para vocês, vocês botam na >> beleza na na descrição melhor porque esse cartão digital foi feito por uma pessoa que pessoa que >> maravilha. Vamos fazer isso aí. Não faz cartão digital. Eu tirei a ideia de um colega porque aí tem tudo, tem meus dados todos, tem todos os telefones e o endereço, então não tem como não me achar. >> Bom, doutor, muito obrigado aí pela sua disponibilidade, toda elucidação, né, nesse tão nesse tão >> nesse pequeno espaço de tempo, né, porque foi um pequeno espaço para tanta coisa. coisa. >> É isso aí. Aí, aqueles podcast de 3 horas, >> é podcast [risadas] longo e tal. Muito obrigado aí. Deus continue abençoando, capacitando o senhor, dando sabedoria pro senhor conduzir, né, aquilo que ele lhe deu, que foi o seu trabalho para poder ajudar a salvar vidas. >> Isso aí é o mais importante. É isso. >> Muito obrigado. Então, vocês que nos assistiram, espero que esse episódio tenha sido para vocês impactante e esclarecedor, assim como foi para nós. Se você ainda não tá inscrito no canal, inscreva-se, curte, comenta, compartilha e hypa ele aí. e siga as nossas redes sociais @ministérida dafamiliaba @attitudefamiliacast para ficar dentro do que acontece aqui no famíliaac. Então, saúde, paz e prosperidade. Até o próximo Família Cash. [música] >> [música]
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